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Gestão de Riscos e Controles Internos – Aplicados à Gestão Pública

| Online

Carga Horária: 30 horas/aula

Data: 17 de agosto à 16 de setembro

Valores: Alunos, ex-alunos FECAP R$ 240,00 Externos: R$ 480,00

Período de Inscrição: até 19 de agosto

Prof. Thales Fernando de Campos Pissolato

Sobre o curso

PÚBLICO-ALVO:
Profissionais interessados em adquirir capacitação diferenciada e de alto nível em gestão de Riscos e Controles Internos aplicados ao setor público. Incluem servidores públicos, consultores, estudantes e candidatos a concursos públicos.

OBJETIVO(S) DE APRENDIZAGEM:
Abordar os principais conceitos e modelos de controles internos e de gestão de riscos utilizados na Administração Pública; Capacitar os participantes em aplicações práticas nos processos de gestão de riscos nas unidades em que atuam; Desenvolver o conhecimento suficiente para iniciar um processo de gestão de riscos e de controles internos.

Conteúdo

Introdução aos controles internos ao modelo COSO para controles internos; Introdução à gestão de riscos e ao modelo COSO para gestão de riscos corporativos; Modelos de gestão de riscos – diretrizes e estruturas e Processo ou ciclo de gestão de riscos.

A trilha de aprendizagem é o caminho que o aluno deverá percorrer durante o processo de ensino-aprendizagem de modo que haja eficiência e eficácia nesse processo.
O curso está organizado em 4 módulos e cada um deles contém:
1- Videoaula: vídeo através do qual o professor faz um apanhado geral do conteúdo do módulo e fala dos pontos mais relevantes;
2- E-book: texto com o conteúdo teórico do respectivo módulo;
3- Aula Explicativa: aula criada em PowerPoint e gravada na forma explicativa, com o uso de vídeo ou de som.
4- Fórum para Discussão: neste ambiente, o professor tutor e os alunos deverão interagir para discutir o assunto tratado. Eles poderão também apresentar dúvidas e discutir com seus colegas acerca do tema ali proposto.
5- Auto Avaliação: são 10 questões objetivas através das quais o aluno poderá verificar como foi seu aprendizado referente ao módulo estudado.

Atividades e participação on-line constituem 100% da nota nos fóruns de discussões e autoavaliação dos quatro módulos. É necessário para aprovação, no mínimo, 70% de participação ativa em todas as atividades.

ASSOCIAÇÃO BRASILIERA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). ABNT ISO Guia 73 – Gestão de Riscos – Vocabulário. Rio de Janeiro: ABNT, 2009.

ASSOCIAÇÃO BRASILIERA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). Norma ABNT NBR ISO 31000 – Gestão de Riscos – Diretrizes. Rio de Janeiro: ABNT, 2018.

BRASIL. Presidência da República. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Disponível em: . Acesso em: 23 jul. 2019.

BRASIL. Controladoria-Geral da União. Instrução Normativa Conjunta MP/CGU nº 1, de 10 de maio de 2016. Dispõe sobre controles internos, gestão de riscos e governança no âmbito do Poder Executivo federal. Disponível em: . Acesso em: 5 ago. 2019.

BRASIL. Tribunal de Contas da União. Referencial básico de gestão de riscos. Brasília: TCU, Secretaria Geral de Controle Externo (Segecex), 2018.

BRASIL. Tribunal de Contas da União (TCU). Vocabulário de controle externo do Tribunal de Contas da União. 3.ed. rev. e ampl. Brasília: TCU, Instituto Serzedello Corrêa, Centro de Documentação, 2019.

BRASIL. Ministério da Fazenda. Manual de Gestão de Riscos do Ministério da Fazenda. Brasília, 2018. Disponível em: . Acesso em: 10 ago. 2019.

BRASIL. Tribunal de Contas da União. Manual de gestão de riscos do TCU. Brasília: TCU, Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (Seplan), 2018.

BRASIL. Tribunal Superior do Trabalho. Plano de Gestão de Riscos da Secretaria do Tribunal Superior do Trabalho. Disponível em: . Acesso em: 11 ago. 2019.

COMMITTEE OF SPONSORING ORGANIZATIONS OF THE TREADWAY COMMISSION (COSO). Gerenciamento de Riscos Corporativos – Estrutura Integrada – Sumário Executivo e Estrutura. Tradução de IIA Brasil em conjunto com a PwC. Durham, 2007.

COMMITTEE OF SPONSORING ORGANIZATIONS OF THE TREADWAY COMMISSION (COSO). Gerenciamento de Riscos Corporativos – Integrado com Estratégia e Performance – Sumário Executivo. Tradução de IIA Brasil em conjunto com a PwC. Durham, 2017.

COMMITTEE OF SPONSORING ORGANIZATIONS OF THE TREADWAY COMMISSION (COSO). Controle Interno – Estrutura Integrada. Tradução de IIA Brasil em conjunto com a PwC. Durham, 2013.

HM TREASURY. The Orange Book - Management of Risk – Principles and Concepts. London: Government Finance Function, 2019.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA (IBGC). Guia de orientação para o gerenciamento de riscos corporativos. São Paulo: IBGC, 2007.

INTERNATIONAL ORGANIZATION OF SUPREME AUDIT INSTITUTIONS (INTOSAI). INTOSAI GOV 9100 - Guidelines for Internal Control Standards for the Public Sector. Vienna: INTOSAI General Secretariat, 2004. Disponível em: . Acesso em: 31 mar. 2019.

Sobre o professor

Graduado em Gestão da Tecnologia da Informação pela Faculdade de Tecnologia de São Paulo – FATEC – (2003) e especializado em Gestão da Tecnologia da Informação pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo – IFSP – (2019).
É professor conteudista e tutor da disciplina Gestão de Riscos e Controles Internos da Pós-graduação em Gestão Pública pela FECAP.
Servidor público federal, atua desde 2011 no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP), órgão no qual exerce a função de Diretor da Coordenadoria de Auditoria Interna. Atua e possui experiência nas áreas de controles internos, auditoria, gestão de riscos, gestão de projetos, transparência pública, governança corporativa e pública, governança e gestão de TI e gerenciamento de processos. Internamente, conduz treinamentos para a equipe e para determinadas unidades do Tribunal nesses assuntos.

Thales Fernando de Campos Pissolato

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