Ciências Contábeis
360 horas/aula | SEGUNDAS E QUARTAS | 19h às 22h40
CAMPUS LIBERDADE
Apresentação
O Programa de Mestrado em Ciências Contábeis do Centro Universitário foi recomendado com conceito 3 pela Avaliação Quadrienal (2017-2020) da CAPES e reconhecido pela Portaria do MEC n.º 609 de 14-03-2019, DOU de 18-03-2019.
O título de Mestre conferido ao final do curso possibilita a atuação como docente de nível superior em cursos de Graduação e Pós-Graduação, e prepara aqueles que desejam prosseguir em sua formação acadêmica para o ingresso nos cursos de Doutorado. Confira a Portaria Publicada no Diário Oficial da União
Público-alvo
O Programa de Mestrado em Ciências Contábeis do Centro Universitário Álvares Penteado, mantido pela Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado – FECAP, será regido pelo Regimento Geral do Centro Universitário Álvares Penteado e tem por missão: Promover a proficiência científica e a melhoria contínua da pesquisa, do ensino e da prática profissional em Ciências Contábeis, visando à qualificação de recursos humanos para o desenvolvimento do conhecimento em diferentes áreas de negócios.
Objetivos
- Promover as condições para a proficiência científica e a melhoria contínua da pesquisa, do ensino e no campo da prática profissional, visando a preparação dos recursos humanos para a preservação e expansão do patrimônio educacional, tecnológico, científico e cultural do País;
- Estimular o desenvolvimento de projetos de pesquisa em Ciências Contábeis, patrocinando um trabalho crítico e criativo;
- Divulgar a produção científica do corpo docente e do corpo discente, em conformidade com as prioridades das linhas de pesquisa estabelecidas pelo Mestrado;
Área de Concentração e Linhas de Pesquisa
O Mestrado em Ciências Contábeis tem como Área de Concentração “Controladoria e Contabilidade” e é composta por duas linhas de pesquisa: Controladoria Aplicada e Contabilidade Financeira.
Linha de Pesquisa 1 – Controladoria Aplicada
Abrange pesquisas sobre abordagens voltadas ao Controle de Gestão nas organizações e sua eficácia como suporte ao processo decisório. Desenvolve estudos relacionados à Controladoria e Contabilidade Gerencial. Essa linha de pesquisa contempla, entre outros, temas ligados à Avaliação de Desempenho de Gestores e Áreas de Responsabilidade, Análise de Resultados de Produtos e Serviços, Estudo das Práticas de Negócio e Gestão Aplicadas aos diversos segmentos econômicos, Sistemas de Informações, Gestão de Pessoas, Gestão do Conhecimento, Terceiro Setor, Responsabilidade Social e Ambiental.
Linha de Pesquisa 2 – Contabilidade Financeira
Abrange a contabilidade para os usuários externos, tais como, investidores, acionistas, credores, órgãos governamentais, sindicatos, entre outros. Desenvolve estudos principalmente relacionados ao reconhecimento, mensuração e evidenciação da informação contábil, bem como sua utilização por usuários externos para tomadas de decisão, tais como, análise do risco do investimento, avaliação de desempenho pelos investidores e tributação. Essa linha de pesquisa contempla, entre outros, temas ligados à Teoria da Contabilidade, Auditoria, Contabilidade Internacional, Finanças Corporativas, Contabilidade Tributária, Governança Corporativa, Ensino e Pesquisa em Contabilidade, Controles Internos e Gestão de Risco, Análise das Demonstrações Contábeis e Estudo e Desenvolvimento de Modelos de Mensuração em Contabilidade.
Estrutura do Curso
Estrutura do Curso
No Mestrado em Ciências Contábeis o aluno deverá cursar 10 (dez) disciplinas, sendo 4 (quatro) obrigatórias, 4 (quatro) optativas e 2 (duas) eletivas. A carga horária é de 360 horas/aula. Além disso, o aluno deverá elaborar sua dissertação e apresentá-la nos Exames de Pré-Qualificação, Qualificação e Defesa. O curso tem duração média de 24 (vinte e quatro) meses. Dentro da estrutura curricular do Programa de Mestrado, exige-se a integralização de 60 (sessenta) créditos, distribuídos entre:
- 8 créditos de disciplinas obrigatórias;
- 4 créditos de disciplinas eletivas;
- 8 créditos de disciplinas optativas;
- 4 créditos de pré-qualificação do projeto de pesquisa;
- 10 créditos da qualificação da dissertação;
- 16 créditos da defesa da Dissertação;
- 8 créditos da entrega de artigo originado da dissertação;
- 2 créditos complementares.
Duração do Curso
Em média, os alunos concluem o curso em 24 meses. As obrigações acadêmicas e financeiras estão relacionadas ao tempo que o aluno levará para concluir as atividades no Mestrado.
Proficiência em Língua Inglesa
Para ser considerado proficiente em língua inglesa, o aluno terá 3 (três) oportunidades, sendo a primeira no seu Processo Seletivo (ANPAD) e, as outras duas, dentro do primeiro ano do curso, segundo o oferecimento do Exame pelo Programa de Mestrado, através do Teste ANPAD ou por qualquer entidade externa autorizada pela Coordenação do Programa de Mestrado.
Matriz Curricular
Disciplinas e Ementas
Disciplinas Obrigatórias
Ementa
Fundamentos da pesquisa tecnológica e sua aplicação no desenvolvimento do conhecimento científico e inovação. Estrutura e padrões de artigos científicos e tecnológicos. Estratégias de busca e seleção de fontes de pesquisa. Métodos de citação e elaboração de referências conforme normas científicas. Planejamento e execução de pesquisa de campo. Técnicas de coleta e análise de dados em pesquisas aplicadas. Ética na pesquisa e integridade científica.
Bibliografia
- SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2007.
- VERGARA, S. C. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. São Paulo: Atlas, 2010.
- CRESWELL, John W. Investigação Qualitativa e Projeto de Pesquisa: Escolhendo entre Cinco Abordagens. Penso Editora, 2014.
- FLICK, Uwe. Introdução à pesquisa qualitativa. Artmed, 2009.
- YIN, Robert K. Estudo de Caso: Planejamento e métodos. Bookman, 2015.
Complementar (livros):
- BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 2016.
- FRANCO, M. L. P. B. Análise de conteúdo. Editores Associados, 2018.
- MARTINS, G. A.; THEÓPHILO, C. R. Metodologia da investigação científica para ciências sociais aplicadas. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2009.
- MAGALHÃES, M. N.; LIMA, A. C. P. Noções de probabilidade e estatística. 7ª ed. São Paulo: EDUSP, 2013.
- LEVIN, Jack; FOX, J. A.; FORDE, D. R. Estatística aplicada a ciências humanas. 11. ed. São Paulo: Pearson, 2012.
- MATIAS-PEREIRA. Manual de Metodologia da Pesquisa Científica. Grupo GEN, 2016.
- GODOI, A. S.; BANDEIRA-DE-MELO, R.; SILVA, A. B. Pesquisa Qualitativa em estudos organizacionais: paradigmas, estratégias e métodos. São Paulo: Saraiva, 2015.
Extras (artigos publicados):
- GABRIEL, M. L. D. S. Métodos quantitativos em ciências sociais: sugestões para elaboração do relatório de pesquisa. Desenvolvimento em Questão, v. 12, n. 28, p. 348-369, 2014.
- HARDY, B.; FORD, L. R. It’s not me, it’s you: miscomprehension in surveys. Organizational Research Methods, v. 17, n. 2, p. 138-162, 2014.
- MINEIRO, M.; DA SILVA, M. A. A.; FERREIRA, L. G. Pesquisa qualitativa e quantitativa: imbricação de múltiplos e complexos fatores das abordagens investigativas. Momento-Diálogos em Educação, v. 31, n. 03, p. 201-218, 2022.
- PODSAKOFF, P. M.; MACKENZIE, S. B.; PODSAKOFF, N. P. Recommendations for creating better concept definitions. Organizational Research Methods, v. 19, n. 2, p. 159-203, 2016.
- SHETH, J. N. Revisitando os sete mandamentos para usuários de métodos multivariados. Revista Brasileira de Marketing, v. 13, n. 4, p. 01-03, 2014.
- SILVA, D.; LOPES, E. L.; BRAGA JÚNIOR, S. S. Pesquisa quantitativa: elementos, paradigmas e definições. Revista de Gestão e Secretariado, v. 5, n. 1, p. 1-18, 2014.
- SILVA, G. O.; OLIVEIRA, G. S.; DA SILVA, M. M. Estudo de caso único: uma estratégia de pesquisa. Revista Prisma, v. 2, n. 1, p. 78-90, 2021.
- MACHADO JR, F. Metodologias de pesquisa: um diálogo quantitativo, qualitativo e quali-quantitativo. Devir Educação, v. 7, n. 1, 2023.
- BAUER, M. W.; GASKELL, G. Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som: um manual prático. Vozes, 2017.
- WHEELAN, C. Estatística: o que é, para que serve, como funciona. 1ª ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2016.
Ementa
Este curso apresenta ferramentas quantitativas fundamentais para a análise de dados, com foco na interpretação de resultados científicos e na condução de estudos empíricos. São abordados três principais tópicos: I. Análise descritiva de dados, com ênfase em medidas de tendência central, dispersão e associação; II. Análise inferencial, com foco em testes de hipóteses; III. Regressão linear.
Bibliografia:
- Anderson, D. R., Sweeney, D. J., & Williams, T. A. (2007). Estatística aplicada à administração e economia. São Paulo: Thomson Learning.
- Fávero, L. P. F.; Belfiore, P. (2024). Manual de Análise de Dados: Estatística e Machine Learning com Excel®, SPSS®, Stata®, R® e Python®. Gen.
- Morettin, P. A.; Singer, J. M. (2025). Estatística e Ciência de Dados. Livraria LTC, 2ª edição.
- Sartoris, A. (2013). Estatística e Introdução à Econometria. São Paulo: Editora Saraiva, 2ª edição.
- Scott, C. (2021). Causal Inference: The Mixtape. Yale University Press.
Bibliografia Complementar (livros/artigos):
- Barros, L. A. B. C., et al. (2020). Endogeneity in Panel Data Regressions: Methodological Guidance for Corporate Finance Researchers. Revista Brasileira de Gestão de Negócios, v.22, Special Issue, p. 437-461.
- Bulgacov, S.; Verdu, F. C. (2018). Redes de Pesquisadores da área de administração: um estudo exploratório. Revista de Administração Contemporânea – RAC, Special Issue, v.5.
- Duarte, F. C. L., et al. (2017). Avaliando Modelos Lineares de Value Relevance. RAC, v.21, pp. 10-134.
- Schiozer, R. F., et al. (2021). A Tutorial on the use of Difference-in-Differences in Management, Finance and Accounting. RAC, vol.25, n.1, Special Issue.
Ementa
Contabilidade como ente social. Papel da pesquisa contábil, principais teorias e abordagens metodológicas. Contabilidade, Teoria da Agência e Teoria dos Contratos. Positive Accounting Theory. Teoria da Comunicação, Semiótica e Linguística aplicadas à Contabilidade. Teoria da Regulação e normatização contábil. Informação contábil, mercado de capitais e qualidade da informação. Teoria da mensuração e elementos contábeis. Teoria da divulgação. Escolhas contábeis, gerenciamento de resultados e fraudes.
Bibliografia
- Bansal, M. (2024). Earnings management: a three-decade analysis and future prospects. Journal of Accounting Literature, 46(4), 630-670.
- Barth, M. & Landsman, W. R. (2010) How did financial reporting contribute to the financial crisis? European Accounting Review, 19(3), 399-423.
- Barth, M. E. & Gee, K. E. (2024) Accounting and innovation: Paths forward for research. Journal of Accounting and Economics, 78, 2–3.
- Barth, M. E., Ken L. & Charles, G. M.. (2023) Evolution in Value Relevance of Accounting Information. The Accounting Review, 98 (1): 1–28.
- Bezemer, D. J. (2010) Understanding financial crisis through accounting models. Accounting, Organizations and Society, 35, 676-688.
- Dechow, P.M. (2023). Understanding the Sustainability Reporting Landscape and Research Opportunities in Accounting. The Accounting Review, 98(5), 481–493.
- Hope, O., Wang, C., Wu Y. & Zhang M. (2025) Does Convergence with International Standards on Auditing Improve Audit Quality?. The Accounting Review, 100 (2): 189–218.
- Schroeder, R. G.; Clark, M. W. & Cathey, J. M. (2022). Financial Accounting Theory and Analysis: Text and Cases, 14th Edition. Hoboken, NJ: John Wiley & Sons.
- Scott, W. & O’ Brien, P. C. (2019). Financial Accounting Theory. 8 ed. Prentice Hall.
Ementa
Elaboração de projeto de pesquisa científica.
Bibliografia
- MARTINS, Cibele Barsalini et al. Manual de elaboração de projeto de pesquisa e de estruturação de trabalho de conclusão de curso. Florianópolis: CAD, Departamento de Ciências da Administração, 2017.
- GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2019.
Complementar (livros):
- MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas, 2018.
- MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2018.
Extra (artigos publicados):
- Eitrem, A., Meidell, A., & Modell, S. (2024). The use of institutional theory in social and environmental accounting research: a critical review. Accounting and Business Research, 54.
- Weetman, P. (2020). Accounting and Business Research 2006–2012: reshaping the visibility. Accounting and Business Research, 50(7), 713–720.
- Whittington, G. (2024). Reflection on the past, present, and future of the academic/professional interface in accounting. Accounting and Business Research, 54(7).
- Zeff, S. A., & Dyckman, T. R. (2020). Accounting and Business Research: the first 50 years, 1970–2019. Accounting and Business Research, 50(4), 360–395.
- Barth, M. E. (2018). Accounting in 2036: A learned profession part I: The role of research. Accounting Review, 93.
- Bedford, D. S., & Speklé, R. F. (2018). Construct validity in survey-based management accounting and control research. Journal of Management Accounting Research, 30.
- Chiapello, E. (2017). Critical accounting research and neoliberalism. Critical Perspectives on Accounting, 43.
- Clatworthy, M., García Lara, J. M., & Lee, E. (2020). 50 years of Accounting and Business Research. Accounting and Business Research, 50.
- Dai, N. T., Free, C., & Gendron, Y. (2019). Interview-based research in accounting 2000–2014. Management Accounting Research, 42.
- Guthrie, J., Parker, L. D., Dumay, J., & Milne, M. J. (2019). Quality in interdisciplinary accounting research. Accounting, Auditing and Accountability Journal, 32.
- Leone, A. J., Minutti-Meza, M., & Wasley, C. E. (2019). Influential observations in accounting research. Accounting Review, 94.
- Libby, T., & Salterio, S. E. (2019). Deception in management accounting experimental research. Journal of Management Accounting Research, 31(1).
- Lourenço, S. M. (2019). Field experiments in managerial accounting research. Foundations and Trends in Accounting, 14.
- Moll, J., & Yigitbasioglu, O. (2019). Internet-related technologies in accounting research. British Accounting Review, 51.
- Palea, V. (2017). Whither accounting research? A European view. Critical Perspectives on Accounting, 42.
- Shields, M. D. (2018). Management accounting research. Journal of Management Accounting Research, 30.
- Stone, D. N. (2018). Twelve actions for improving quantitative accounting research. Accounting Horizons, 32.
- Swieringa, R. J. (2019). Connections between accounting research and practice. Accounting Horizons, 33.
- Teoh, S. H. (2018). New datasets in accounting research. Accounting, Organizations and Society, 68–69.
- Tucker, B. P., & Tilt, C. A. (2019). Ideal research culture in accounting faculties. Critical Perspectives on Accounting, 64.
Disciplinas Eletivas
Ementa
Esta disciplina busca capacitar os alunos de mestrado no desenvolvimento de modelos de regressão para aplicação em pesquisas de natureza empírica nas áreas de finanças, economia e contabilidade.
Bibliografia:
- ANGRIST, J. D.; PISCHKE, J.-S. Mostly Harmless Econometrics. Princeton University Press, 2009.
- FABOZZI, F. J. et al. The Basics of Financial Econometrics. John Wiley & Sons, 2014.
- FÁVERO, L. P. F.; BELFIORE, P. Manual de Análise de Dados: Estatística e Machine Learning com Excel®, SPSS®, Stata®, R® e Python®. Gen, 2024.
- SCOTT, C. Causal Inference: The Mixtape. Yale University Press, 2021.
- SCHIOZER, R. F.; MOURAD, F. A.; MARTINS, T. C. A tutorial on the use of difference-in-differences in management, finance and accounting. Revista de Administração Contemporânea – RAC, v. 25, n. 1, 2021.
- WOOLDRIDGE, J. M. Introdução à econometria: uma abordagem moderna. São Paulo: CENGAGE Learning, 2018.
Bibliografia Complementar:
- ALEXANDRIDIS, G.; ANTYPAS, N.; TRAVLOS, N. Value creation from M&As: New evidence. Journal of Corporate Finance, v. 45, p. 632–650, 2017.
- BARROS, L. A. B. C. et al. Endogeneity in panel data regressions: methodological guidance for corporate finance researchers. Revista Brasileira de Gestão de Negócios, v. 22, Special Issue, p. 437-461, 2020.BENNEDSEN, M.; PEREZ-GONZALES, F.; WOLFENZON, D. Do CEOs matter? Evidence from hospitalization events. The Journal of Finance, v. 75, n. 4, 2020.
- COLOMBO, J. A.; CALDEIRA, J. F. The role of taxes and the interdependence among corporate financial policies. Journal of Corporate Finance, v. 50, p. 402–423, 2018.
- GHOSH, C. et al. CEO tournament incentives and corporate debt contracting. Journal of Corporate Finance, v. 78, 2023.
- GRIESER, W. D.; HADLOCK, C. J. Panel-data estimation in finance: testable assumptions and parameter (in)consistency. Journal of Financial and Quantitative Analysis, v. 54, p. 1–29, 2019.
- LEMMON, M. L.; ROBERTS, M. R.; ZENDER, J. F. Back to the beginning: persistence and the cross-section of corporate capital structure. The Journal of Finance, v. 63, n. 4, p. 1575–1608, 2008.
- MAIN, K. T.; SILVA, V. A. B. Relações entre características dos CEOs e as decisões de fusões e aquisições realizadas por empresas brasileiras. Brazilian Business Review, v. 18, p. 371, 2021.
- MALMENDIER, U.; TATE, G. Superstar CEOs. Quarterly Journal of Economics, v. 124, n. 4, p. 1593–1638, 2009.
- MARCOLINO, L. T. C.; SILVA, V. A. B. Origem e fama do CEO no desempenho das empresas e na percepção do mercado. Revista Contabilidade & Finanças – USP, v. 33, n. 90, e1523, 2022.
- PEREIRA, J. A. C. M.; SAITO, R. How banks respond to central bank supervision: evidence from Brazil. Journal of Financial Stability, v. 19, p. 22–30, 2015.
- SCHOENHERR, D.; STARMANS, J. When should bankruptcy law be creditor- or debtor-friendly? The Journal of Finance, v. 77, n. 5, 2022.
Ementa
Curso voltado à exploração de diferentes abordagens e temas contemporâneos na pesquisa em Contabilidade. Discute a evolução da pesquisa contábil à medida que incorpora teorias, métodos e práticas de outras áreas, como Finanças, Sociologia e Psicologia. Apresenta e analisa metodologias diversas, como a pesquisa crítica, experimental e com inteligência artificial, e aborda temas emergentes, como relato integrado, política e lobby na regulação contábil, e legibilidade das demonstrações financeiras. Promove a reflexão sobre as interações entre teoria e prática.
Bibliografia:
- NOBES, Christopher; PARKER, Robert. Comparative International Accounting. London: Prentice Hall Europe, 1998.
- DOUPNIK, Timothy S. (Ed.). Advances in International Accounting – Supplement 1. London: Jai Press Inc., 1998.
Complementar (livros):
- HOFSTEDE, Geert; HOFSTEDE, Gert Jan; MINKOV, Michael. Cultures and Organizations: Software of the Mind. New York: McGraw-Hill, 2010.
- EDWARDS, J. R.; WALKER, S. P. (Eds.). The Routledge Companion to Accounting History. London/New York: Routledge, 2009.
- LIBBY, Theresa; THORNE, Linda. The Routledge Companion to Behavioural Accounting Research. London: Routledge, 2018.
Extra (artigos publicados):
- ADAMS, C. A. (2015). The International Integrated Reporting Council: A Call to Action. Critical Perspectives on Accounting, 27, 23–28.
- BAO, Y. et al. (2019). Detecting Accounting Fraud Using Machine Learning. Journal of Accounting Research.
- BASKERVILLE, R. F. (2003). Hofstede Never Studied Culture. Accounting, Organizations and Society, 28(1), 1–14.
- BIRNBERG, J. G. (2011). A Proposed Framework for Behavioral Accounting Research. Behavioral Research in Accounting, 23(1), 1–43.
- GENDRON, Y. (2018). On the Elusive Nature of Critical (Accounting) Research. Critical Perspectives on Accounting, 50, 1–12.
- GIPPER, B.; LOMBARDI, B. J.; SKINNER, D. J. (2013). The Politics of Accounting Standard-setting. Australian Journal of Management, 38(3), 523–551.
- KACHELMEIER, S. J.; KING, R. R. (2002). Using Laboratory Experiments to Evaluate Accounting Policy Issues. Accounting Horizons, 16(3), 219–232.
- KOTHARI, S. P. (2001). Capital Markets Research in Accounting. Journal of Accounting and Economics, 31(1–3), 105–231.
- LIBBY, R.; BLOOMFIELD, R.; NELSON, M. W. (2002). Experimental Research in Financial Accounting. Accounting, Organizations and Society, 27(8), 775–810.
- LO, K.; RAMOS, F.; ROGO, R. (2017). Earnings Management and Annual Report Readability. Journal of Accounting and Economics, 63(1), 1–25.
Ementa
A disciplina tem como objetivo introduzir os alunos do Mestrado Profissional em Administração da FECAP aos métodos qualitativos de pesquisa. Através de técnicas didáticas, interativas e aplicadas, o curso apresenta os principais métodos qualitativos utilizados na área de Administração. Os alunos aprenderão a formular uma pergunta de pesquisa, desenvolver roteiros de entrevistas, coletar e analisar dados qualitativos para investigar temas relevantes em política pública ou ciência organizacional. O curso inclui ainda a realização de um estudo piloto e seminários temáticos conduzidos pelos próprios estudantes.
Bibliografia
- Godoy, A. S. (2005). Refletindo sobre os critérios de qualidade da pesquisa qualitativa. Revista Eletrônica de Gestão Organizacional, 3(2), 80–89.
- Eisenhardt, K.; Graebner, M. E. (2007). Theory building from cases: Opportunities and challenges. Academy of Management Journal, 50(1), 25–32.
- Mayring, P. (2000). Qualitative content analysis. Forum: Qualitative Social Research, 1(2).
Complementar:
- Burrell, G.; Morgan, G. (1979). Sociological Paradigms and Organisational Analysis. London: Heinemann.
- Saccol, A. Z. (2009). Um retorno ao básico: Compreendendo os paradigmas de pesquisa e sua aplicação na pesquisa em administração. Rev. Adm. UFSM, 2(2), 250–269.
- Mozzato, A. R.; Grzybovski, D.; Teixeira, A. N. (2016). Análises qualitativas nos estudos organizacionais: As vantagens no uso do software NVivo. Revista Alcance, 23(4), 578–587.
Leituras adicionais:
- Bezerra, G. (2020). Formação de um ecossistema ambidestro em uma organização tradicional. Dissertação de Mestrado. FECAP.
- Buaride, A. (2020). Barreiras ao empreendedorismo por mulheres. Dissertação de Mestrado. FECAP.
- Byrne, J.; Fattoum, S.; Thébaud, S. (2019). A suitable boy? Gendered roles and hierarchies in family business succession. European Management Review, 16, 579–596.
- Collier, D. (2011). Understanding Process Tracing. Political Science and Politics, 44(4), 823–830.
- Fisher, E. R.; Partin, K. M. (2014). The Challenges for Scientists in Avoiding Plagiarism. Accountability in Research, 21, 353–365.
- Krokoscz, M. (2021). Autoria e plágio: Um guia para estudantes, professores, pesquisadores e editores. São Paulo: Amazon.
- Meyrick, J. (2006). What is Good Qualitative Research? Journal of Health Psychology, 11(5), 799–808.
- Mitchell, T. R. (2011). Qualitative Research in Management: A Decade of Progress. Journal of Management Studies, 48(8), 1867–1891.
- Sandelowski, M. (1998). Writing A Good Read: Strategies for Re-Presenting Qualitative Data. Research in Nursing & Health, 21, 375–382.
- Taquette, S. R.; Minayo, M. C. (2015). An analysis of articles on qualitative studies conducted by doctors published in scientific journals in Brazil. Physis, 27(2), 357–374.
- Turner, D. W. (2011). Qualitative Interview Design. The Qualitative Report, 15(3), 754–760.
- Veloso, A.; Rocha, R.; Falcão, P. R. (2020). Children's food well-being: Influence of parents and school. EMAC – European Marketing Academy.
Disciplinas Optativas
Ementa
Pesquisas em Auditoria. Audit Objectives. Audit Quality. Audit Evidence. Audit Opinion. Auditor Skepticism. Internal Audit. Novo Relatório de Auditoria – Principais Assuntos de Auditoria (PAA).
Bibliografia
- CREPALDI, Silvio Aparecido. Auditoria Contábil: teoria e prática. 11. ed. São Paulo: Atlas, 2019.
- ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Auditoria – abordagem moderna e completa. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2019.
Complementar (livros):
- LINS, Luiz dos Santos. Auditoria – uma abordagem prática com ênfase na auditoria externa. São Paulo: Atlas, 2014.
- PEREZ JUNIOR, José Hernandez et al. Auditoria das demonstrações contábeis. São Paulo: Atlas.
Extra (artigos publicados):
- CASTRO, P. R.; AMARAL, J. V.; GUERREIRO, R. (2019). Aderência ao programa de integridade da lei anticorrupção e controles internos. Revista Contabilidade & Finanças, 30(80), 186-201.
- JUNQUEIRA, E.; CAMACHO, R.; SANTOS, E. F. (2020). Análise do nível de evidenciação da missão de grandes empresas. Revista Contabilidade & Finanças, 32(85), 13-28.
- PORTE, M.; SAUR-AMARAL, I.; PINHO, C. (2018). Pesquisa em auditoria: principais temas. Revista Contabilidade & Finanças, 29(76), 41-59.
- ROCHA, S. P.; BEZERRA, F. A. (2021). Reconhecimento tempestivo de perdas sob investigação de corrupção. Revista Contabilidade & Finanças, 32(86), 224-240.
- ABDELRAHIM, A.; AL-MALKAWI, H. A. N. (2022). Internal audit effectiveness: a conceptual model. International Journal of Financial Studies, 10(3), 71.
- BETTI, N.; SARENS, G. (2021). Internal audit in a digitalised environment. Journal of Accounting & Organizational Change, 17(2), 197-216.
- HARTMANN, C. C.; CARMENATE, J. (2021). Governance and IT expertise in cybersecurity breaches. Current Issues in Auditing, 15(2), A9-A23.
- BORITZ, J. E.; CARNAGHAN, C.; ALENCAR, P. S. (2014). Business modeling in audit risk. Journal of Information Systems, 28(2), 231-256.
- ESHLEMAN, J. D.; GUO, P. (2014). Audit quality and Big 4 auditors. Auditing: A Journal of Practice & Theory, 33(4), 197-219.
- HARDING, N.; TROTMAN, K. T. (2016). Fraud likelihood and skepticism. Auditing: A Journal of Practice & Theory, 36(2), 111-131.
- MAGRO, C. B. D.; CUNHA, P. R. D. (2017). Red flags e detecção de fraudes. Rev. Bras. de Gestão de Negócios, 19(65), 469-491.
- MARQUES, V. A.; SOUZA, M. K. P. (2017). Principais Assuntos de Auditoria e risco de descontinuidade. RIC, 11(4), 1.
Ementa
Controle interno, Compliance, riscos, incerteza, fraudes, conluio. Teorias e sua relação com controle interno, Compliance, riscos e incertezas. Administração, áreas da empresa, gestores e auditoria externa: papéis no controle interno, no Compliance e na gestão de riscos. Controle interno, Compliance e gestão de riscos em atividades reguladas e não reguladas. Compliance e gestão de riscos no setor governamental. Control (and risk) self assessment.
Bibliografia:
- COMMITTEE OF SPONSORING ORGANIZATIONS OF THE TREADWAY COMMISSION (COSO). Enterprise Risk Management: Integrating Framework. PWC, 2007.
- COSO. Internal Control – Integrated Framework. PWC, 2013.
- COSO. Enterprise Risk Management: Integrating with Strategy and Performance. PWC, 2017.
- PADOVEZE, C. L.; BERTOLUCCI, R. G. Gerenciamento do risco corporativo em controladoria: enterprise risk management (ERM). 2. ed. São Paulo: Atlas, 2013.
Bibliografia Complementar (livros e artigos):
- BARTON, T. L.; MACARTHUR, J. B. A need for a challenge culture in enterprise risk management. Journal of Business & Accounting, v. 8, n. 1, p. 117–126, 2015.
- CAMPOS, A. C.; CAMACHO, D. T. Regulação econômica do setor petrolífero no Brasil. Revista de Administração da UFSM, v. 7, n. 3, p. 422–441, 2014.
- DICKINS, D.; O’HARA, M.; REISCH, J. Frameworks for establishing and evaluating internal controls. Journal of Case Research in Business and Economics, v. 3, 2011.
- FERREIRA, M. L.; PELEIAS, I. R.; PARISI, C. Evidências do isomorfismo na gestão de riscos operacionais. Contabilidade Vista & Revista, v. 32, n. 1, p. 6–40, 2021.
- IMONIANA, J. O. et al. Medição de desempenho de auditoria interna. Revista Universo Contábil, v. 10, n. 3, p. 65–93, 2014.
- KANAGARETNAM, K. et al. National culture and internal control material weaknesses. Journal of Accounting, Auditing & Finance, v. 31, n. 1, p. 28–50, 2016.
- LÉLIS, D. L. M.; PINHEIRO, L. E. T. Percepção sobre práticas de auditoria interna. Revista Contabilidade & Finanças – USP, v. 23, n. 60, p. 212–222, 2012.
- MAGUIRE, K. A. Best practices for nonprofits' internal control self-assessment. Advances in Management and Applied Economics, v. 4, n. 1, p. 41, 2014.
- MIRANDA, L. B. S. et al. Gestão de riscos de contratos da terceirização no setor público. Contabilidade Vista & Revista, v. 30, n. 2, p. 143–170, 2019.
- PELEIAS, I. R. et al. Environmental risk management in the Cubatão Industrial Hub. Advances in Scientific and Applied Accounting, v. 10, n. 3, p. 247–266, 2017.
- PINHEIRO, I. C. B. et al. Regulação econômico-financeira e financiamento de operadoras de planos de saúde. Revista Universo Contábil, v. 11, n. 2, p. 108–127, 2015.
- SILVA, D. A. S. et al. Gestão de riscos no setor público: revisão bibliométrica. Revista do Serviço Público, v. 72, n. 4, p. 824–854, 2021.
- WEISS, D. Internal controls in family-owned firms. European Accounting Review, v. 23, n. 3, p. 463–482, 2014.
Ementa
Transformações, desafios e questões atuais no ensino superior brasileiro. A metodologia de ensino nos modelos de universidade brasileira. As teorias pedagógicas no campo da didática. Formação docente, saberes, competências e práticas pedagógicas. Planejamento e organização da aula. Avaliação da aprendizagem: concepções e práticas.
Bibliografia:
- Almeida, M. I. (2012). Formação do professor do ensino superior – desafios e políticas institucionais. São Paulo: Cortez.
- Anjos, M. et al. (2024). Inclusion policies for social minorities in higher education. Nordic Journal of Studies in Educational Policy, 1-8.
- Bauer, A., Cassettari, N. & Oliveira, R. P. (2017). Políticas docentes e qualidade da educação. Ensaio, 25, 943-970.
- Biggs, J., Tang, C., & Kennedy, G. (2022). Teaching for quality learning at university. 5ª ed. McGraw-Hill Education.
- Freire, L. I. F. & Fernandez, C. O. (2015). Professor universitário novato. Ciência & Educação, 21(1), 255-272.
- Kenski, V. M. (2015). Propostas inovadoras para a formação de professores. Revista Diálogo Educacional, 15(45), 423-441.
- Masetto, M. T. (2012). Competência pedagógica do professor universitário. São Paulo: Summus.
- Pimenta, S. G. & Anastasiou, L. G. C. (2008). Docência no ensino superior. São Paulo: Cortez.
- Tardif, M. (2002). Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis: Vozes.
- Slomski, V. G. (2007 a 2020). Diversos artigos sobre prática pedagógica e formação docente no ensino superior.
Bibliografia Complementar
- Anastasiou, L. G. C. (2001). Metodologia de ensino na universidade brasileira. In: Temas e textos em metodologia do ensino superior. Campinas: Papirus.
- Bacich, L., Tanzi Neto, A. & Trevisani, F. M. (2015). Ensino híbrido: personalização e tecnologia na educação. Porto Alegre: Penso.
- Araujo, A. M. P. & Slomski, V. G. (2013). Active Learning Methods. Creative Education, 4, 20-27.
- Fávero, A. A. & Ody, L. C. (2015). Formação do docente pesquisador no ensino superior. In: Fávero, A. A. (Org.). Docência Universitária: Pressupostos Teóricos e Perspectivas Didáticas. Campinas: Mercado das Letras.
Ementa
Esta disciplina busca capacitar os alunos a utilizar métodos estatísticos para análise de séries temporais. O curso aborda técnicas de alisamento exponencial, previsão e modelagem da volatilidade, com ênfase em aplicações práticas em dados financeiros e econômicos.
Bibliografia:
- BUENO, R. L. S. Econometria de Séries Temporais. 2. ed. São Paulo: CENGAGE Learning, 2011.
- ENDERS, W. Applied Econometric Time Series. 4. ed. New York: Wiley, 2014.
- HUANG, C.; PETUKHINA, C. Applied Time Series Analysis and Forecasting with Python. Springer, 2023.
- MORETTIN, P. A.; TOLOI, C. M. C. Análise de Séries Temporais: Modelos Lineares Univariados. São Paulo: Edgard Blucher, 2018.
- SILVA, G. R. Introdução às Séries Temporais. São Paulo: Editora Mackenzie, 2024.
- TSAY, R. S. Analysis of Financial Time Series. 3. ed. New York: Wiley, 2010.
Bibliografia Complementar:
- BAKER, S. R.; BLOOM, N.; DAVIS, S. J. Measuring economic policy uncertainty. The Quarterly Journal of Economics, v. 131, n. 4, p. 1593–1636, 2016.
- BROOKS, C. Introductory Econometrics for Finance. 4. ed. Cambridge: Cambridge University Press, 2019.
- CAPITANI, D. H. D.; GAIO, L. E. Conectividades dinâmicas e transbordamento de volatilidade entre os mercados agrícolas brasileiros após a pandemia da Covid-19. Estudos Econômicos, v. 54, n. 4, 2024.
- DUARTE, G. V.; OZAKI, V. A. Modeling multivariate time series with copulas: implications for pricing revenue insurance. Revista Brasileira de Economia, v. 77, n. 2, 2023.
- MARÇAL, E. F.; MATTOS, E. A time series analysis of household income inequality in Brazil 1977 to 2013. Revista Brasileira de Economia, v. 73, n. 4, 2019.
- NGUYEN, N. H.; PHAN, H. V. Policy uncertainty and mergers and acquisitions. The Journal of Financial and Quantitative Analysis, v. 52, n. 2, p. 613–644, 2017.
Ementa
Estudo da pesquisa empírica em tributação com foco contábil e financeiro. Abordagem crítica sobre a conformidade e planejamento tributário das organizações, tributos incidentes sobre diferentes bases (consumo, capital, patrimônio, trabalho), incentivos fiscais e estratégias de reorganização societária. Análise da tributação em negócios internacionais. Discussão de artigos científicos e elaboração de projetos de pesquisa em tributação com base em fundamentos teóricos e metodológicos.
Bibliografia
- RIANI, Flávio. Economia do Setor Público: Uma Abordagem Introdutória. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
- BORGES, Humberto Bonavides. Auditoria de Tributos – IPI, ICMS e ISS. São Paulo: Atlas, 2016.
- PEREIRA, Josué; SLAVOV, Tiago Nascimento Borges (Org.). Qualidade da Informação Fiscal e Conformidade Tributária dos Tributos sobre Vendas (ICMS e IPI) no Brasil. 2018.
- PADOVEZE, Clóvis Luís et al. Contabilidade e Gestão Tributária: Teoria, Prática e Ensino. São Paulo: Cengage Learning, 2018.
Complementar (livros):
- CREPALDI, Sílvio Aparecido. Planejamento Tributário. 5ª ed. São Paulo: Saraiva Uni, 2023.
- SILVA, Fábio Pereira da; PINTO, Alexandre Evaristo; LEITE, Arthur. Manual de Gestão Tributária. São Paulo: Grupo GEN, 2023.
Extra (artigos publicados):
- BOLL, K. (2014). Mapping tax compliance: Assemblages, distributed action and practices. Critical Perspectives on Accounting, 25(4–5), 293–303.
- CLEMONS, R.; SHEVLIN, T. (2015). The tax policy debate. Journal of the American Taxation Association, 38(1), 29–37.
- COOPER, M.; NGUYEN, Q.T.K. (2020). Corporate tax planning: A review. International Business Review, 29(3), 101692.
- ERICKSSON, M. et al. (2019). Taxes and Business Strategy. 6th ed. Cambridge Business Publishers.
- FOLSTER, A. et al. (2016). Panorama das pesquisas tributárias no Brasil. REUNIR, 6(2).
- GRAHAM, J. et al. (2012). Research in accounting for income taxes. Journal of Accounting and Economics, 53(1–2), 412–434.
- HANLON, M.; HEITZMAN, S. (2010). A review of tax research. Journal of Accounting and Economics, 50(2–3), 127–178.
- MASCAGNI, G. (2018). From the lab to the field: A review of tax experiments. Journal of Economic Surveys, 32(2), 273–301.
- MILLS, L. F. (2019). Pursuing relevant (tax) research. The Accounting Review, 94(4), 437–446.
- SHACKELFORD, D.; SHEVLIN, T. (2001). Empirical tax research in accounting. Journal of Accounting and Economics, 31, 321–387.
- SHEVLIN, T. (2007). The future of tax research. Journal of the American Taxation Association, 29(2), 87–93.
- WILDE, J.; WILSON, R. (2018). Perspectives on Corporate Tax Planning. Journal of the American Taxation Association (forthcoming).
Ementa
Este curso introdutório aborda a pesquisa em Contabilidade Financeira no nível de pós-graduação stricto sensu. Explora o histórico da Contabilidade Financeira, a formação de normas contábeis e o papel da pesquisa na mitigação da assimetria informacional por meio da regulação contábil. São discutidas as abordagens sobre a formação do lucro contábil (normativismo) e sua utilidade (positivismo), além das propriedades do lucro contábil, sua relevância dentro dos princípios contábeis e as causas e consequências do misreporting. O curso abrange tanto questões teóricas quanto empíricas relacionadas a esses temas.
Bibliografia
- Lopes, Alexsandro Broedel. A Informação Contábil e o Mercado de Capitais. São Paulo: Thomson, 2002.
- Scott, William R. Financial Accounting Theory. 6ª ed. Toronto: Pearson, 2011.
Complementar
- Watts, Ross L.; Zimmerman, Jerold L. Positive Accounting Theory. New Jersey: Prentice Hall, 1986.
- Iudícibus, Sérgio de; Lopes, Alexsandro Broedel (Coords.). Teoria Avançada da Contabilidade. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2017.
- Gelbcke, Ernesto Rubens et al. Manual de Contabilidade Societária: Aplicável a Todas as Sociedades. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 2018.
- Hanlon, M., Yeung, K., & Zuo, L. (2022). Behavioral economics of accounting: A review of archival research on individual decision makers. Contemporary Accounting Research, 39(2), 1150-1214.
- Bansal, M. (2024). Earnings management: a three-decade analysis and future prospects. Journal of Accounting Literature, 46(4), 630-670.
- Nguyen, T. T. H., Ibrahim, S., & Giannopoulos, G. (2023). Detecting earnings management: a comparison of accrual and real earnings manipulation models. Journal of Applied Accounting Research, 24(2), 344-379.
- Alhadi, A., Habib, A., Taylor, G., Hasan, M., & Al-Yahyaee, K. (2021). Financial statement comparability and corporate investment efficiency. Meditari Accountancy Research, 29(6), 1283-1313.
Extra
- Ball, R.; Brown, P. "An Empirical Evaluation of Accounting Income Numbers." Journal of Accounting Research, 1968, pp. 159–178.
- Basu, S. "The Conservatism Principle and the Asymmetric Timeliness of Earnings." Journal of Accounting and Economics, vol. 24, nº 1, 1997, pp. 3–37.
- Dechow, P. M.; Sloan, R. G.; Sweeney, A. P. "Detecting Earnings Management." The Accounting Review, vol. 70, nº 2, 1995, pp. 193–225.
- Lara, J. M. G.; Osma, B. G.; Penalva, F. "Accounting Conservatism and Firm Investment Efficiency." Journal of Accounting and Economics, vol. 61, nº 1, 2016, pp. 221–238.
- Lo, K.; Ramos, F.; Rogo, R. "Earnings Management and Annual Report Readability." Journal of Accounting and Economics, vol. 63, nº 1, 2017, pp. 1–25.
Ementa
Conceito e características das fraudes. Criminologia e impacto social da fraude. Triângulo da fraude e teorias derivadas. Fatores motivadores e inibidores da fraude. Fraudes com o uso da contabilidade. Detecção de fraudes e investigação. Tópicos de pesquisa em contabilidade forense.
Bibliografia
Além das referências elencadas no programa, são disponibilizados na plataforma Moodle® artigos de periódicos atualizados sobre o tema e também compartilhado um repositório de artigos e outros materiais (vídeos, casos de ensino etc.) do Grupo de Pesquisa CNPQ sobre o tema sob sua responsabilidade e do Prof. Dr. Rodrigo Gonçalves (UnB).
- Antonicelli, S. & Felski, E. A. (2024). The Effect of the Dark Triad on Organizational Fraud. Journal of Forensic Accounting Research, 9 (1), 155–166.
- Botes, V. & Saadeh, A. (2018). Exploring evidence to develop a nomenclature for forensic accounting. Pacific Accounting Review, 30(2), 135-154.
- Chang, X., Li S., Liu, C. & Zhang, W. (2025). Local Political Corruption and Financial Reporting Conservatism. The Accounting Review; 100(2): 45–70
- Crain, M. A., Hopwood, W. S., Pacini, C. & Young, G. R. (2016). Essentials of forensic accounting. John Wiley & Sons.
- Cressey, D. R. (1950). The criminal violation of financial trust. American Sociological Review, 15(6), 738-743.
- Cressey, D. R. (1953). Other people’s money: a study in the social psychology of embezzlement Glencoe, IL: The Free Press.
- Crumbley, D. Larry; Heitger, Lester E. & Smith, S.(2015). Forensic and Investigative Accounting. (7nd Edition). Wolters Kluwer.
- Crumbley, L. (2016). Case Studies in Forensic Accounting and Fraud Auditing (2nd Edition). Wolters Kluwer.
- Dechow, P.M., Sloan, R.G. & Sweeny, A.P. (1995) Detecting earnings management. The Accounting Review, 70, 193-225.
- Durtschi, C., Hillison, W., & Pacini, C. (2004). The effective use of Benford’s law to assist in detecting fraud in accounting data. Journal of forensic accounting, 5(1), 17-34.
- Felski, E. A. (2024) Finding Fraud: A Hands-On Fraud Creation and Detection Case. Journal of Forensic Accounting Research Teaching Notes, 9 (1), TN1–TN4.
- Harrison, A., Summers, J., & Mennecke, B. (2018). The effects of the dark triad on unethical behavior. Journal of Business Ethics, 153, 53-77.
- Jones, M. (ed.). (2011) Creative accounting, fraud and international accounting scandals. Chichester: Wiley & Sons.
- Kowaleski, Z., Sutherland, A. G.; Vetter, F. (2024). The Effect of Supervisors on Employee Misconduct. The Accounting Review, 99 (3): 287–313.
- Lau, M. C. & Flasher, R.. (2024) To Charge or Not to Charge: Prosecutorial Characteristics and Responses to Auditor Reported Findings. Journal of Forensic Accounting Research,
- Rezaee, Z. & Wang, J. (2024). Toward Integration of Blockchain, Cryptocurrencies into Forensic Accounting Education. Journal of Forensic Accounting Research, 9 (1): 445–469
- Rezaee, Z. (2005). Causes, consequences, and deterrence of financial statement fraud. Critical Perspectives on Accounting. V. 13, p. 277-298.
- Riahi-Bekaoui, A. (2017). The Architecture of Fraud in the Accounting Environment. http://ssrn.com/abstract=1735168Electroniccopyavailableat:https://ssrn.com/abstract=1735168
- Riahi-Bekaoui, A.; Picur, R. D. (2000) Understanding fraud in accounting environment. Managerial Finance, 26(11), 33- 41.
- Scheetz, A. M. (2018). The effect of peer reciprocal relationships and interpersonal affect on infernal fraud reporting. Journal of Forensic & Investigative Accounting, 10(2)
- Singleton, T. W., & Singleton, A. J. (2010). Fraud auditing and forensic accounting (Vol. 11). John Wiley & Sons.
- Sutherland, E. H. (1940). White Collar Criminality, American Sociological Review, Vol 5, p 1-12.
- Sutherland, E.H. (1942). The Development of the Theory of Differential Association, The Ohio Valley Sociologist, 15(1), 3.
- Wells, J. T. (2014). Principles of Fraud Examination. (4nd Edition). NJ: John Wiley & Sons.
- Wolfe, D. T. & Hermanson, D. R. (2004). The Fraud Diamond: Considering four elements of fraud, The CPA Journal, 74(12), 38-42.
Ementa
Nas últimas décadas, o número de pesquisas acadêmicas e práticas empresariais na área de stakeholders e responsabilidade social se expandiu no contexto da administração de empresas. Diante das incertezas quanto às condições que favorecem ou dificultam os retornos de práticas relacionadas à gestão de stakeholders e investimentos socioambientais, o curso enfoca abordagens estratégicas que gerem, simultaneamente, benefícios para empresas e stakeholders — situações conhecidas como ganha-ganha.
Bibliografia
- ROCHA, T.; GOLDSCHMIDT, A. (Coords.). Gestão dos Stakeholders: como gerenciar o relacionamento e a comunicação entre a empresa e seus públicos de interesse. São Paulo: Saraiva, 2010.
- ASHLEY, P. A.; QUEIROZ, A. et al. Ética e responsabilidade social nos negócios. São Paulo: Saraiva, 2010.
Bibliografia Complementar:
- TINOCO, J. E. P. Balanço Social e o Relatório da Sustentabilidade. São Paulo: Atlas, 2010.
- KRUGLIANSKAS, I.; PINSKY, V. C. (Orgs.). Gestão Estratégica da Sustentabilidade – Experiências Brasileiras. Rio de Janeiro: Alta Books, 2018.
Bibliografia Extra (artigos científicos recentes):
- AGUINIS, H.; RUPP, D. E.; GLAVAS, A. Corporate social responsibility and individual behaviour. Nature Human Behaviour, v. 8, n. 2, p. 219–227, 2024.
- BACQ, S.; AGUILERA, R. V. Stakeholder governance for responsible innovation. Journal of Management Studies, v. 59, n. 1, p. 29–60, 2022.
- BARAKAT, S. R.; BOAVENTURA, J. M. G.; GABRIEL, M. L. D. S. Organizational capabilities and value creation for stakeholders. Management Decision, v. 60, n. 8, p. 2311–2330, 2022.
- BRIDOUX, F.; STOELHORST, J. W. Stakeholder theory, strategy, and organization. Strategic Organization, v. 20, n. 4, p. 797–809, 2022.
- FREEMAN, R. E.; HARRISON, J. S.; WICKS, A. C. Stakeholder Theory: The State of the Art. New York: Cambridge University Press, 2010.
- FREUDENREICH, B.; LÜDEKE-FREUND, F.; SCHALTEGGER, S. A stakeholder theory perspective on business models. Journal of Business Ethics, v. 166, p. 3–18, 2020.
- GUALANDRIS, J. et al. Unchaining supply chains: Transformative leaps toward regenerating social–ecological systems. Journal of Supply Chain Management, v. 60, n. 1, p. 53–67, 2024.
- MAHAJAN, R. et al. Stakeholder theory. Journal of Business Research, v. 166, art. 114104, 2023.
PORTER, M. E.; KRAMER, M. R. Creating shared value. Harvard Business Review, Jan.–Feb., p. 1–17, 2011. - STOELHORST, J. W. Value, rent, and profit: A stakeholder resource‐based theory. Strategic Management Journal, v. 44, n. 6, p. 1488–1513, 2023.
Ementa
A cada semestre são definidos temas de pesquisa relacionados às linhas de atuação do Mestrado.
Bibliografia
- GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2019.
Complementar (livros):
- NIELSEN, F. A. G.; OLIVO, R. L. F.; MORILHAS, L. J. Guia prático para elaboração de monografias, dissertações e teses em administração. São Paulo: Saraiva, 2017.
Extra (artigos publicados):
- A bibliografia extra será definida conforme o tema selecionado no primeiro dia de aula. As referências serão listadas com base nos fichamentos de artigos realizados pelos alunos ao longo da disciplina.
Ementa
Estudo teórico e aplicado dos principais mecanismos e práticas de governança corporativa, com ênfase em seus fundamentos, evolução histórica, marcos regulatórios, estrutura organizacional, papéis dos agentes envolvidos, aspectos éticos e dilemas contemporâneos. Discussão crítica sobre boas e más práticas e suas implicações para a criação de valor e sustentabilidade organizacional.
Bibliografia
- SILVEIRA, Alexandre Di Miceli da. Governança corporativa no Brasil e no mundo – teoria e prática. Rio de Janeiro: Campus Elsevier, 2015.
Complementar (livros):
- SILVEIRA, Alexandre Di Miceli da. Governança corporativa e estrutura de propriedade: determinantes e relação com o desempenho das empresas no Brasil. São Paulo: Saint Paul Institute of Finance, 2006.
- FONTES FILHO, Joaquim Rubens; LEAL, Ricardo Pereira Câmara; SILVEIRA, Alexandre Di Miceli da (Orgs.). Governança corporativa e criação de valor. São Paulo: Saint Paul, 2014.
Extra (artigos e publicações):
- SILVEIRA, A. D. M. (2014). Governança Corporativa: O Essencial para Líderes. 1ª ed. Campus Elsevier.
- TRICKER, B. (2019). Corporate Governance: Principles, Policies, and Practices. 4ª ed. Oxford University Press.
- MORCK, R. (ed.). (2006). A History of Corporate Governance Around the World. University of Chicago Press.
- STOUT, L. A. (2012). The Shareholder Value Myth. Berrett-Koehler Publishers.
- MCLEAN, B.; ELKIND, P. (2004). The Smartest Guys in the Room – Enron. Penguin Books.
- GRAHAM, J. R.; HARVEY, C. R.; POPADAK, J. A.; RAJGOPAL, S. (2017). Corporate Culture: Evidence from the Field.
- JENSEN, M.; MECKLING, W. (1976). Theory of the Firm: Managerial Behavior, Agency Costs and Ownership Structure. Journal of Financial Economics, 3: 305-360.
- OCDE. (2009). Practical Guide to Corporate Governance: Experiences from the Latin American Companies Circle. Disponível em http://www.oecd.org/daf/ca/corporategovernanceprinciples/43653171.pdf
Ementa
Estudo e debate sobre temas avançados e contemporâneos da perícia contábil, com ênfase em suas aplicações nos diferentes cenários sociais e jurídicos. Aborda as teorias que fundamentam a atuação pericial, os saberes envolvidos, aspectos técnicos e metodológicos, bem como o aprimoramento da prática por meio da pesquisa e da análise crítica. Inclui o uso de novas tecnologias, como data analytics e inteligência artificial, e a atuação da perícia além dos âmbitos tradicionais do Poder Judiciário.
Bibliografia
- Bandeira, D. S. (2022). Perícia contábil: o desenvolvimento de um conceito. Pensar Contábil, 24(83), 0-0.
- BRASIL, Lei 9.307, de 23 de setembro de 1996. Dispõe sobre a arbitragem. Disponível em <https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9307.htm>
- BRASIL, Lei nº 10406, de 10 de janeiro de Institui o Código Civil e dá outras providências. Disponível em: <https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10406compilada.htm>
- BRASIl, Lei nº 11101, de 09 de fevereiro de Regula a recuperação judicial, a extrajudicial e a falência do empresário e da sociedade empresária. Disponível em: <https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Lei/L11101.htm>
- BRASIL, Lei Nº 13105, de 16 de março de 2015. Institui o Código de Processo Civil. Disponível em: <https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015- 2018/2015/lei/l13105.htm>
- BRASIL, Lei nº 13129, de 26 de maio de 2015. Altera a Lei nº 9.307, de 23 de setembro de 1996, e a Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, para ampliar o âmbito de aplicação da arbitragem e dispor sobre a escolha dos árbitros quando as partes recorrem a órgão arbitral, a interrupção da prescrição pela instituição da arbitragem, a concessão de tutelas cautelares e de urgência nos casos de arbitragem, a carta arbitral e a sentença arbitral, e revoga dispositivos da Lei nº 307, de 23 de setembro de 1996. Disponível em:<https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13129.htm>
- Caríssimo, R., Moreira, M. A., Ornelas, M. M. G., & Silva, J. T. M. (2016). Uso da Análise Hierárquica (AHP) para Identificação da Preferência de PeritosContadores Quanto ao Método de Avaliação de Sociedades em Perícias Contábeis . Revista de Educação e Pesquisa em Contabilidade, 10(1), 46-64.
- Cavedon, N. R. (2012). "Pra tá no DC tem que ser meio doido. Se tu não és, vai ficar": a saúde mental dos servidores do Departamento de Criminalística do Instituto-Geral de Perícias do Rio Grande do Revista Eletrônica de Ciência Administrativa, 11(2), 255-271.
- Cavedon, N. R. (2011). Modos de enfrentamento da morte violenta: a atuação dos servidores do Departamento de Criminalística do Instituto Geral de Perícias do Rio Grande do Sul. Revista de Administração Mackenzie, 12(4), 75-Gloria Junior, O. S., Zouain, D. M., & Almeida, G. O. (2014). Competências e habilidades relevantes para um chefe de unidade descentralizada de perícia da Polícia Federal. Revista de Administração Mackenzie, 15(4), 15-46.
- Hoog, A. Z. Prova Pericial Contábil – Teoria e Prática. Rev. e atual. Curitiba: Juruá, 2016..
- Imoniana, O., & Aquino, A. A. (2017). Contabilidade Forense e Perícia Contábil: Um Estudo Fenomenográfico . Revista Organizações em Contexto, 13(26), 101-126.
- MELLO, C. A perícia no novo código de processo civil. São Paulo: Trevisan Editora, 2016.
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Ementa
A disciplina parte de perguntas abertas e essenciais para criar e liderar organizações éticas e bem-sucedidas no século XXI, como: Quais os grandes desafios da atualidade? Que tipo de liderança precisamos para enfrentá-los? Qual a verdadeira natureza humana? Como promover organizações centradas em propósito e valores? Como pensar ética e sustentabilidade como pilares estratégicos? A proposta é formar líderes preparados para os desafios contemporâneos, por meio de uma abordagem multidisciplinar, abrangente e baseada em debates sobre livros e autores de referência internacional.
Bibliografia
- Silveira, A. D. M. (2021). “Pílulas de Liderança: 10 Leituras Essenciais para Construir Organizações de Excelência no Século XXI - Volume 1”. Virtuous Company. 344 p. Disponível em https://www.amazon.com.br/P%C3%ADlulas-Lideran%C3%A7a-Essenciais-Organiza%C3%A7%C3%B5esExcel%C3%AAncia-ebook/dp/B09MZQKMCB
- Silveira, A. D. M. (2022). “Pílulas de Liderança: 10 Leituras Essenciais para Construir Organizações de Excelência no Século XXI - Volume 2”. Virtuous Company. 412p. Disponível em https://www.amazon.com.br/gp/product/B0BPSR445P/ref=dbs_a_def_rwt_hsch_vapi_tkin_p1_i3
Bibliografia Recomendada
- Atkins, P., Wilson, D. S., Hayes, S. (2019). Prosocial: Using Evolutionary Science to Build Productive, Equitable, and Collaborative Groups. Context Press. 272 p.
- Bregman, R. (2020). Humankind: A Hopeful History. Little, Brown and Company. 480 p. Bregman, R. (2021). Humanidade: Uma história otimista do homem. Crítica. 464p.
- Bregman, R. (2018). Utopia for Realists: How We Can Build the Ideal World. Back Bay Books. 336 p.
- Bregman, R. (2018). Utopia Para Realistas: Como Construir um Mundo Melhor. Editora Sextante. 256 p.
- Buckingham, M., Goodall, A. (2019). Nine Lies About Work: A Freethinking Leader’s Guide to the Real World. Harvard Business Review Press. 256 p.
- Buckingham, M., Goodall, A. (2020). Nove Mitos Sobre o Trabalho: Uma Nova Maneira de Pensar Cultura Empresarial e Liderança para Promover o Potencial Criativo e a Realização Profissional das Equipes. Editora Sextante. 317 p.
- Chouinard, Y. (2016). Let My People Go Surfing: The Education of a Reluctant Businessman – Including 10 More Years of Business Unusual. Penguin Books. 270 p.
- Chouinard, Y. (2015). Lições de Um Empresário Rebelde. WMF Martins Fontes. 288 p.
- Edmondson, A. C. (2018). The Fearless Organization: Creating Psychological Safety in the Workplace for Learning, Innovation, and Growth. Wiley. 258 p.
- Edmondson, A. C. (2020). A Organização Sem Medo: Criando Segurança Psicológica no Local de Trabalho para Aprendizado, Inovação e Crescimento. Alta Books. 256 p.
- Gentile, M. (2012). Giving Voice to Values: How to Speak Your Mind When You Know What's Right. Yale University Press. 320 p.
- Haidt, J. (2012). The Righteous Mind: Why good people are divided by politics and religion. Pantheon. 448 p.
- Haidt, J. (2020). A Mente Moralista: Por que pessoas boas são segregadas por política e religião? Alta Cult. 448 p.
- Hamel, G, Zanini, M. (2020). Humanocracy: Creating Organizations as Amazing as the People Inside Them. Harvard Business Review Press. 368 p.
- Hamel, G, Zanini, M. (2021). Humanocracia: Criando organizações tão incríveis quantos as pessoas que as formam. Alta Books. 352 p.
- Harari, Y. (2018). 21 Lessons for the 21st Century. Random House. 400 p. Harari, Y. (2018). 21 Lições para o Século 21. Companhia das Letras. 432 p.
- Hess, E., Ludwig, K. (2017). Humility Is the New Smart: Rethinking Human Excellence in the Smart Machine Age. Berrett-Koehler Publishers. 224 p.
- Joly, H., Lambert, C. (2021). The Heart of Business. Harvard Business Review Press. 304 p. Joly, H., Lambert, C. (2022). O Coração do Negócio. Editora Sextante. 240p.
- Kaufman, S. B. (2020). Transcend: The New Science of Self-Actualization. TarcherPerigee. 432 p.
- Laloux, F. (2014). Reinventing Organizations: A Guide to Creating Organizations Inspired by the Next Stage in Human Consciousness. Nelson Parker. 382 p.
- Laloux, F. (2017). Reinventando as Organizações: Um Guia Para Criar Organizações Inspiradas no Próximo Estágio da Consciência Humana. Editora Voo. 343 p.
- Murphy, K. (2020). You're Not Listening: What You're Missing and Why It Matters. Celadon Books. 288 p.
- Raworth, R. (2018). Doughnut Economics: Seven Ways to Think Like a 21st-Century Economist. Chelsea Green Publishing. 320 p. Raworth, R. (2019). Economia Donut: Uma alternativa ao crescimento a qualquer custo. Editora Zahar. 368 p.
- Ripley, A. (2021). High conflict: Why we get trapped and how we get out. Simon and Schuster. 368 p.
- Silveira, A. D. M. (2018). “Ética Empresarial na Prática: Soluções para gestão e governança no século XXI”. Altabooks. 320 p. Disponível em https://www.amazon.com.br/empresarial-pr%C3%A1ticaAlexandre-Miceli-Silveira/dp/8550802255/
- Silveira, A. D. M. (2022). “Pílulas de Liderança: 10 Leituras Essenciais para Construir Organizações de Excelência no Século XXI - Volume 2”. Virtuous Company. 412p. Disponível em https://www.amazon.com.br/gp/product/B0BPSR445P/ref=dbs_a_def_rwt_hsch_vapi_tkin_p1_i3 Soltes, E. (2016). Why They Do It: Inside the Mind of the White-Collar Criminal. PublicAffairs. 464 p.
Artigos e colunas complementares
- Série Behavioral Ethics (#1 a #8)
- Rankings da Virtuous Company
- Artigos sobre governança, cultura ética, diversidade e resiliência
- Colunas da Revista Capital Aberto
Relatórios IFC/Banco Mundial
- Corporate Governance and Performance in Emerging Markets (2018)
- Practical Guide to Corporate Governance (2010)
- Women in Business Leadership Boost ESG Performance (2018)
Artigos Acadêmicos Selecionados
- Employee Satisfaction and Corporate Performance in Brazil
- The Costs of the Rotten Barrel
- Ten Adverse Outcomes When Managers Focus on Shareholder Value
- Is Shareholder Primacy a Reality in Brazil?
- Corporate Governance and Ethical Culture
- A Behavioral Ethics Approach to Corporate Governance
- Women's Participation in Senior Management Positions
- Corporate Scandals of the 21st Century
- Board Interlocking in Brazil
Vídeos Selecionados (YouTube)
- O que é cegueira ética? https://youtu.be/p8YRzcBy3wo
- Por que precisamos de mais ética (e menos compliance)? https://youtu.be/-mjHEJe1CYg
- O Papel das Lideranças na Ética e Compliance: https://youtu.be/V7vaQWjQfGw
- Como evitar a cegueira ética: https://youtu.be/6yEaJQMpw2Q
- Como medir a cultura ética de uma empresa? https://youtu.be/RliRIVieBsw
- Uma Visão de Futuro para a Governança Corporativa: https://youtu.be/8h9RufQWuW4
- Empresas resilientes: https://youtu.be/vdt4xk3QR1c
- O que é uma empresa com propósito? https://youtu.be/S0YsqSWLbTk
- Quais são as qualidades de uma empresa que aprende? https://youtu.be/wS4YVjd3jPs
- Conversa com Jorge Hoelzel (Mercur): https://youtu.be/1dZmAOLa7Ps
- APACs – prisão sem guardas: https://youtu.be/4uLVmJMT0UE
- Entrevistas com autores (Ed Hess, Michele Zanini, David Sloan Wilson, Dra. Tais Moriyama etc.)
Trabalhos Acadêmicos Relacionados
- Dissertação de mestrado (USP/2002): Governança corporativa, desempenho e valor da empresa no Brasil
- Tese de doutorado (USP/2004): Governança corporativa e estrutura de propriedade
Ementa
Avaliação de empresas. Fluxo de caixa descontado. Avaliação por múltiplos. FCFF. FCFE.
Bibliografia Básica:
- SERRA, R. G.; SERRA, M. W. Valuation: guia fundamental e modelagem em Excel. São Paulo: Atlas, 2019.
Bibliografia Complementar:
- COPELAND, T.; KOLLER, T.; MURRIN, J. Avaliação de empresas – Valuation: calculando e gerenciando o valor das empresas. São Paulo: Makron Books, 2002.
Bibliografia Extra (artigos e working papers):
- CAMPOS, A. L.; JUCÁ, M. N.; NAKAMURA, W. Como gestores brasileiros tomam suas decisões de custo de capital? Revista BASE, 13(4), 309–330, 2016.
- FERNANDEZ, P.; BILAN, A. 119 Common Errors in Company Valuations. SSRN Working Paper, 2019. Disponível em: https://ssrn.com/abstract=1025424
- SERRA, R. G. Determinação da taxa de crescimento na perpetuidade em avaliação de empresas. Revista de Finanças Aplicadas, 1(1), 1–20, 2013.
- ODED, J.; MICHEL, A. Reconciling DCF Valuation Methodologies. Journal of Applied Corporate Finance, 17(2), 21–32, 2007.
- KIM, M.; RITTER, J. Valuing IPOs. Journal of Financial Economics, 53(3), 409–437, 1999.
- LIE, E.; LIE, H. J. Multiples Used to Estimate Corporate Value. Financial Analysts Journal, 58(2), 44–54, 2002.
- SERRA, R. G. Reconciling FCFF and FCFE in Nominal and Real Models. SSRN Working Paper, 2018. Disponível em: https://ssrn.com/abstract=3244133
- FERNANDEZ, P. Valuation Using Multiples. SSRN Working Paper, 2013. Disponível em: https://ssrn.com/abstract=274972
- PENMAN, S.; REGGIANI, F. Fundamentals of Value vs. Growth Investing. Financial Analysts Journal, 74(4), 103–119, 2018.
- SERRA, R. G.; FÁVERO, L. P. Multiples Valuation: Cross-Border Comparable Firms. Emerging Markets Finance and Trade, 54(9), 1973–1992, 2018.
- WALKSHAUSL, C.; LOBE, S. The Enterprise Multiple Investment Strategy. Journal of Financial and Quantitative Analysis, 50(4), 81–800, 2015.
- COPLAND, T.; TUFANO, P. A Real-World Way to Manage Real Options. Harvard Business Review, Mar. 2004.
- TRIGEORGIS, L. Opções reais e flexibilidade financeira. Revista de Administração de Empresas, 47(3), 95–120, 2007.
- ALEXANDRIDIS, G.; ANTYPAS, N.; TRAVLOS, N. Value Creation from M&As. Journal of Corporate Finance, 45, 632–650, 2017.
- SERRA, R. G. Determinação do valor residual da Natura. Revista Ciências Administrativas, 24(1), 1–15, 2018.
- FUKUZAWA, R. J.; SERRA, R. G. Avaliação da Hering S.A. Administração: Ensino e Pesquisa, 18(2), 381–420, 2017.
Requisitos para Titulação
Requisitos para Titulação
Conheça o processo para a obtenção do título de Mestre em Ciências Contábeis:
Após a conclusão dos créditos relacionados às disciplinas do curso, para concluir o Mestrado em Ciências Contábeis o aluno deve submeter-se a três exames: o primeiro é o Pré-Qualificação, o segundo é o Exame de Qualificação e o terceiro e final é o de Defesa da Dissertação.
Para a realização desses exames é necessário que o aluno atenda ao seguinte requisito:
Ter sido considerado proficiente em língua inglesa, nas 3 (três) tentativas a que terá direito, sendo a primeira no seu Processo Seletivo (ANPAD ou Prova Interna, sendo exigida a nota mínima de 300 pontos e 5,0, respectivamente na prova de inglês) e as outras duas, imediatamente seguintes, segundo o oferecimento do Exame pelo Programa de Mestrado, através do Teste ANPAD ou por qualquer entidade externa autorizada pela Coordenação do Programa de Mestrado.
Pré-Qualificação
O depósito do projeto de pesquisa para pré-qualificação deverá ser feito no final do 4º Bimestre do curso, a contar da data de entrada do aluno. Para submeter-se à banca de pré-qualificação é necessário que o aluno tenha cumprido, com aproveitamento, pelo menos 80% dos créditos referentes às disciplinas obrigatórias, optativas e eletivas. A pré-qualificação do projeto de pesquisa trata sobre o pré-projeto de pesquisa da dissertação e será feito perante uma Banca Examinadora, composta pelo Professor-Orientador e mais um Professor Doutor da Instituição. A banca será indicada pelo Professor-Orientador, com aprovação do Coordenador.
Exame de Qualificação
O aluno poderá se submeter ao Exame de Qualificação desde que tenha sido aprovado no Exame de Pré-Qualificação. Além disso, é necessário que o aluno tenha cumprido, com aproveitamento, TODOS os créditos referentes às disciplinas obrigatórias, optativas e eletivas.
A banca será composta por 3 (três) professores doutores, sendo um deles o professor-orientador, e obrigatoriamente, um professor externo (convidado). Depósito para o Exame de qualificação: após a autorização do professor-orientador, o aluno deverá enviar o trabalho em formato eletrônico para o Exame de Qualificação juntamente com a “Declaração de Autoria”, disponível na página da Biblioteca.
O professor-orientador, juntamente com o aluno, deverá agendar a data para realização do Exame de Qualificação, combinando data e horário com os professores componentes da banca. Em seguida, o professor-orientador deverá formalizar a banca junto à Secretaria do Mestrado. A Secretaria do Mestrado será responsável pelo envio dos trabalhos aos professores, reserva de sala e de equipamento audiovisual. A banca de qualificação é privativa, a entrada de terceiros será permitida apenas com autorização do Presidente da Banca (professor- orientador).
IMPORTANTE: a banca deverá ser agendada com um intervalo de pelo menos 20 dias da data do depósito, para que haja tempo de encaminhar o trabalho aos professores.
Defesa de Dissertação
Após o Exame de Qualificação e atendimento das recomendações sugeridas pela banca examinadora, o aluno deverá proceder novamente com o depósito de sua dissertação, só que neste momento para a Defesa de Dissertação.
O aluno poderá se submeter à Defesa de Dissertação desde que tenha sido aprovado no Exame de Pré-Qualificação e Qualificação e tenha cumprido, com aproveitamento, TODOS créditos exigidos para o Mestrado. O aluno deverá depositar em formato eletrônico o trabalho e a “Declaração de Autoria”, disponível na página da Biblioteca.
O processo de agendamento da banca deverá ser o mesmo da banca para o Exame de Qualificação.
Aprovado na Defesa de Dissertação, o aluno deverá, quando necessário, efetuar as modificações recomendadas, no prazo estipulado pela Banca. A versão final deverá ser encaminhada para o professor-orientador, para análise final e validação.
APÓS DEFESA DE DISSERTAÇÃO
Após a validação do orientador, o aluno deverá encaminhar o trabalho e o artigo baseado na dissertação via Portal do Aluno, Requerimento -> Entrega de Trabalho e Solicitação do Diploma.
Este requerimento será encaminhado para a Biblioteca que ficará responsável pela revisão do trabalho e fornecimento da Ficha Catalográfica. Após a revisão e atendimento do aluno ao que poderá ser solicitado, a Biblioteca encaminha os procedimentos para a entrega final do trabalho.
Ao realizar a entrega final, o requerimento passa para o processo de Confecção e Registro do Diploma, este procedimento é de responsabilidade da Secretaria da FECAP.
IMPORTANTE: se o trabalho for encadernado em capa dura sem a anuência do professor-orientador e da Biblioteca, poderá haver devolução para correções.
Infraestrutura
Coordenação do Curso
Alexandre Sanches Garcia
Doutor | agarcia@fecap.br
Doutorado em Administração de Empresas, Mestre em Ciências Contábeis e Contador, trabalhou nas áreas de contabilidade e auditoria de empresas como PwC, Klabin e General Motors, e auxílio nos trabalhos do ISE (índice de sustentabilidade) quando feito no Centro de Estudos em Sustentabilidade (FGV-CES). Foi conselheiro do Conselho Regional de Contabilidade de São Paulo-CRC/SP (2016-2023) e atual Pró-Reitor de Pós-Graduação da FECAP e presidente da Academia Paulista de Contabilidade-APC.
Corpo Docente
Produção Intelectual
Produções mais Relevantes
SENSITIVE INDUSTRIES PRODUCE BETTER ESG PERFORMANCE: EVIDENCE FROM EMERGING MARKETS
Autores: Alexandre Sanches Garcia, Wesley Mendes da Silva e Renato Joao Orssatto.
Abstract
Given the rising interest in corporate social responsibility (CSR) globally, this paper investigates whether the financial profile of a firm is associated with superior environmental, social and governance (ESG) performance, considering firms from Brazil, Russia, India, China and South Africa (the so-called BRICS countries) with the aim of addressing a gap in relevant research. The study entails an analysis of ESG performance in sensitive industries (i.e., those subject to systematic social taboos, moral debates, and political pressures and those that are more likely to cause social and environmental damage). To test our hypotheses, we applied linear regressions with a data panel using the Thomson Reuters Eikon™ database to analyze data from 365 listed companies selected from BRICS between 2010 and 2012. The results suggest that companies in sensitive industries present superior environmental performance, even when controlling for the firm’s size and country. Our study contributes to research on both the impact of ESG disclosure and the relationship between financial and ESG performance, as well to the practice of sustainability management in firms in developing countries.
INTEGRATED REPORTING AND CAPITAL MARKETS IN AN INTERNATIONAL SETTING: THE ROLE OF FINANCIAL ANALYSTS
Autores: Eduardo Flores, Marco Fasan, Wesley Mendes-da-Silva, Joelson Oliveira Sampaio.
Abstract
This study investigates the interplay between integrated reporting (IR) and capital markets. In particular, building on voluntary disclosure and information processing theories, we hypothesize and empirically find that IR adoption improves analysts' ability to make accurate earnings forecasts. Whereas previous studies focus on the South African context, we rely on an international sample that also allows us to study the moderating effect of the corporate governance regime (shareholder or stakeholder oriented). The results suggest that IR improves analysts' ability to make accurate predictions to a larger extent in North America than in Europe, and we derive interesting insights on the much-debated nature of IR. This study offers valuable insights to policy makers interested in improving disclosure practices in the financial market.
TESTING THE INSTITUTIONAL DIFFERENCE HYPOTHESIS: A STUDY ABOUT ENVIRONMENTAL, SOCIAL, GOVERNANCE, AND FINANCIAL PERFORMANCE
Autores: Alexandre Sanches Garcia e Renato J. Orsato.
Abstract
Considering the institutional, cultural, and regulatory differences across countries, this research investigates the association between environmental, social, and governance (ESG) performance and financial performance of companies from emerging and developed countries. The institutional difference hypothesis (IDH) suggests that institutional weaknesses in emerging markets affect the relationship between financial performance and corporate social performance (CSP) of companies. This can occur because, under such circumstances, firms are more likely to prioritize the capital accumulation and not recognize the potential strategic benefit of socially responsible investments. To investigate this hypothesis, we performed a regression analysis of panel data study comprising 2,165 companies from developed and emerging countries, covering the period between 2007 and 2014. Our results suggest that there is a prevalence of the institutional environment in relation to the financial and ESG performances of companies. These results are in line with the logic of the IDH.
PATHWAYS TO URBAN SUSTAINABILITY: AN INVESTIGATION OF THE ECONOMIC POTENTIAL OF UNTREATED HOUSEHOLD SOLID WASTE (HSW) IN THE CITY OF SÃO PAULO
Autores: Vilma Geni Slomski, Ivan Carlos Silva Lima, Valmor Slomski e Tiago Slavov.
Abstract
The depletion of natural resources, the useful life of landfill sites, and the amount of garbage accumulating all challenge public policy to manage urban solid waste. We identified the economic potential for unused solid waste (HSW) in São Paulo in 2018 to be USD 637,633,836.04 through descriptive quantitative research and documentary analysis in the collected data. This amount comes from five sources, with the majority coming from internalizing private cost credits (45.58%), followed by recycling (42.21%), carbon credits (5.46%), refuse-derived fuel (3.77%), and organic compounds (2.98%). This potential assumes the implantation of waste sorting plants that generate jobs, reduce public expenses, and provide environmental benefits such as forest protection, water, and minerals. The environmentally adequate final destination of HSW constitutes an economic and socio-environmental measure that enables the reverse logistics of the business sector and urban sustainability. Consequently, the economic potential of HSW, generated from its sorting and marketing, could provide a positive contribution with the mitigation of environmental impacts, in addition to income generation and social inclusion.
ENTERPRISE RISK MANAGEMENT AND FIRM VALUE: EVIDENCE FROM BRAZIL
Autores: Juliano Rodrigues Silva, Aldy Fernandes da Silva e Betty Lilian Chan.
Abstract
International studies have shown that the evolution of traditional risk management (TRM) toward a holistic perspective and the simple adoption of enterprise risk management (ERM) have increased firm value from a strategic perspective. This study empirically investigates the association between ERM and firm value (measured by Tobin’s q ratio) in 649 firm-year observations that were listed in the IBrX100 index on the Brazilian stock exchange (BM&FBovespa) during 2004–2013. After the introduction of controls with exogenous effects, the results indicate a positive association between firm value and the use of an ERM approach, which aligns with most international studies.
INDUSTRIES FROM THE INDUSTRIAL HUB IN CUBATÃO: ANALYSIS OF THE METHODS THE ENVIRONMENTAL MANAGERS APPLY WITH REGARD TO INTERNAL CONTROL AND ENVIRONMENTAL RISK MANAGEMENT PRACTICES
Autores: Ivam Ricardo Peleias, Roberto Luiz Garcia, Elionor Farah Jreige Weffort e Francisco Carlos Fernandes.
Abstract
The discussions about the frantic growth have motived governmental actions to create laws and regulations aimed at curtailing the neglect of nature. That is the context for the city of Cubatão – State of São Paulo - Brazil, which used to be a landmark of economic growth, but led the region to environmental degradation. The industries located there were under external pressure to adapt, leading to an environmental management process that involves internal controls and risk management. Over the years, this process helped Cubatão receive, in 1992, from the United Nations (UN), the title of symbol of ecology and environmental recovery. Environmental risk management and internal control operation mechanisms and strategies were analyzed in four plants installed in the region before the 1990s, and which helped in the city’s recovery process. The environmental managers from those companies were interviewed. Content analysis, based on constructs obtained in the theory, was used to analyze the data collected in the interviews, to assess the internal control and environmental risk management practices. We found that the strategies to implement internal control and risk management programs were specific; however, the companies used similar processes to detect, mitigate and measure risks, in light of their particularities. An analysis model of these practices was developed, which can be replicated or improved in further research.
A INFLUÊNCIA DO TÍTULO DE MESTRE NOS EGRESSOS DO MESTRADO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS DA FECAP: ANÁLISE À LUZ DA TEORIA DO CAPITAL HUMANO
Autores: Amanda Russo Chirotto, Ivam Ricardo Peleias, Claudio Parisi e Jacqueline Veneroso Alves da Cunha.
Resumo
A Teoria do Capital Humano (TCH) estabelece que, ao adquirir mais conhecimentos e habilidades, um indivíduo aumentaria o valor de seu capital humano, e em consequência, de sua empregabilidade, produtividade e rendimento potencial. Diante desse pressuposto, buscou-se analisar a influência do título de mestre nos egressos do mestrado em Ciências Contábeis da FECAP sob a ótica da TCH. Foi realizada uma pesquisa descritiva, quantitativa, com aplicação de um questionário para 180 egressos mestres. Os resultados apontaram que os mestres são majoritariamente homens, com idade média de 47 anos, casados, com filhos, residentes na cidade de São Paulo e com formação em Ciências Contábeis, tendo como principais atividades remuneradas o mercado e a academia, a maioria atuando no setor privado e com remuneração acima de R$ 9.000,00, os resultados apontam melhora na faixa salarial após a conclusão do curso. Os principais fatores percebidos como mais influenciados pelo título foram: espírito acadêmico, diferenciação profissional, competências analíticas, empregabilidade, oportunidades na carreira, respeitabilidade e reconhecimento acadêmico/profissional. Para os egressos, o título influenciou positivamente, considerando os fatores preconizados pela TCH.
INFORMAÇÕES CONTÁBEIS TEMPESTIVAS: UMA ANÁLISE DOS MECANISMOS ISOMÓRFICOS DO PROCESSO DE FECHAMENTO CONTÁBIL
Autores: Gisele Fernanda Salvador, Claudio Parisi, Ivam Ricardo Peleias e Reinaldo Guerreiro.
Resumo
Organizações preocupadas com sua continuidade e crescimento despendem considerável esforço para obter eficácia e conferir eficiência aos sistemas de controle gerencial. Esta pesquisa teve como objetivo conhecer a influência dos mecanismos isomórficos no processo de fechamento contábil tempestivo. É um estudo de caso acerca dos processos de uma organização multinacional representativa no segmento em que atua. Foram realizadas entrevistas, aplicados questionários e analisados filmes institucionais, para identificar e avaliar a ação das contribuições por meio de exames dos três mecanismos do isomorfismo em relação ao fechamento contábil tempestivo. Constatou-se que não há relação entre os três mecanismos do isomorfismo. Foi identificada uma influência relativa do isomorfismo mimético, por conta do Sistema Toyota de Produção, uma forte influência do mecanismo coercitivo por influência da matriz em relação à tempestividade do fechamento contábil, não tendo sido identificada evidência relativa à influência do isomorfismo normativo.
A PERCEPÇÃO DOS JUÍZES PAULISTANOS ACERCA DA ATUAÇÃO DO PERITO CONTADOR ASSISTENTE À LUZ DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL
Autores: Giancarlo Zannon, Ivam Ricardo Peleias, Elionor Farah Jreige Weffort e Mônica Bonetti Couto.
Resumo
Uma consequência da maior inadimplência é o aumento das ações judiciais revisionais e de execução, situação que pode requerer a perícia contábil para subsidiar o processo decisório dos juízes. No poder judiciário, a prova pericial contábil pode ser produzida pelo perito nomeado pelo juiz ou pelos peritos assistentes contratados pelas partes. Esta pesquisa buscou analisar a percepção de juízes sobre a atuação do perito contador assistente, também conhecido por assistente técnico, em especial quanto ao parecer pericial contábil como meio para o convencimento motivado e auxílio no julgamento. É uma pesquisa qualitativa e descritiva, na qual foram entrevistados treze juízes da esfera Cível de 1ª instância na cidade de São Paulo. As falas obtidas foram avaliadas com a aplicação das técnicas de Análise de Conteúdo e Dialético-Hermenêutica. Foram identificadas três categorias nos discursos dos entrevistados, que favorecem, desfavorecem ou contribuem para a atuação do perito contador assistente. Os entrevistados entendem que a atuação do perito contador assistente é relevante para o convencimento motivado e julgamento da causa e que o parecer pericial contábil pode ser usado para fundamentar o processo decisório do juiz, bem como, sua ausência pode prejudicar o julgamento e comprometer o capital jurídico. Para os entrevistados é relevante a atuação dos peritos contadores assistentes, mas existe a necessidade de aprimorarem o seu conhecimento jurídico, linguístico, experiência processual, além de uma postura mais técnica e imparcial, para que seu trabalho seja melhor compreendido e mais bem aproveitado.
ADOÇÃO OBRIGATÓRIA DE IFRS, GOVERNANÇA CORPORATIVA E VALOR DA FIRMA
Autores: Joelson Oliveira Sampaio, Humberto Galuucci, Vinicius Augusto Brunassi Silva e Rafael Felipe Schiozer.
Resumo
Estudamos se o nível de divulgação contábil e financeiro afeta o valor da firma, focando a adoção do padrão IFRS no Brasil em 2010. Comparamos firmas com pior qualidade contábil ex-ante (no nível regular e nível 1 de governança corporativa) com firmas similares que já adotavam o IFRS antes de se tornar mandatório (Nível 2 e Novo Mercado). Encontramos que a adoção do IFRS tem um impacto positivo de aproximadamente 30 pontos percentuais no Q de Tobin e 26 pontos percentuais na razão entre valor de mercado e valor patrimonial para firmas nos níveis mais baixos de governança, e reduz substancialmente a diferença de valuation entre firmas nos níveis altos e baixos de governança corporativa. Essa redução na diferença de valuation é parcialmente explicada pelo aumento relativo na participação de estrangeiros no capital acionário e na liquidez das ações das firmas nos níveis mais baixos de governança corporativa.
CORPORATE GOVERNANCE AND ETHICAL CULTURE: DO BOARDS MATTER?
Autores: Alexandre Di Miceli da Silveira
Abstract
A poor ethical culture has been considered one of the reasons for the emergence of many corporate governance scandals. In this paper, I investigate the link between ethical culture and the composition of the board of directors for a sample of Brazilian companies. My measure of ethical culture is based on a text analysis of around 50,000 employee reviews posted at Glassdoor for over 1,400 terms related to five ethical dimensions: organizational trust, ethical leadership, benevolent orientation, empathy, and speaking out & efficacy. I find partial support for the hypotheses that a higher ratio of independent directors and of women on boards are associated with better ethical culture. My strong results, in turn, refer to a corporate governance feature little discussed in the literature: the percentage of board members appointed by minority shareholders. In this case, all models exhibit a strong negative relationship between the ratio of such directors and ethical culture. To my knowledge, this is the first paper to document a link between ethical culture and corporate governance mechanisms.
VENTURE CAPITAL INVESTMENT IN LATIN AMERICA: THE ROLE OF EXPERIENCE, DISTANCES, AND NETWORK FEATURES
Autores: Marcelo Guzella, Felipe Buchbinder, Verônica Santana
Abstract
We investigate the determinants of Venture Capital (VC) firms' activity in Latin America. Using more than 10 thousand funding rounds from 2002 to 2020, we found that the status of the firm determines more frequent and larger deals. Non-redundant connections increase the odds of investing, but redundant ones explain larger amounts. Younger firms participate in more deals, but mature firms invest larger amounts. Geographic proximity explains more investments, but institutional differences (regulatory quality and rule of law) explain larger rounds. We show that forecasting models with those features are useful for asset allocation and investment promotion.
RELAÇÕES ENTRE CARACTERÍSTICAS DOS CEOS E AS DECISÕES DE FUSÕES E AQUISIÇÕES REALIZADAS POR EMPRESAS BRASILEIRAS
Autores: Kamilla Tairine de Assunção Main, Vinicius Augusto Brunassi Silva.
Resumo
Este artigo investiga a probabilidade de empresas realizarem Fusões e Aquisições (F&A) por meio da análise das características dos CEOs. Utilizamos uma amostra de 794 CEOs de empresas não financeiras listadas na B3, no período de 2000 a 2017. O estudo apresenta uma abordagem descritiva para análise dos perfis dos CEOs e recorre ao modelo Logit para examinar a probabilidade de ocorrer F&As, dadas as características dos CEOs. Encontramos que CEOs com formação em Finanças têm menor probabilidade de realizar F&A comparados aos CEOs com outras formações. As variáveis tempo do CEO na empresa, idade, educação, participação do CEO como presidente do conselho de administração, experiência prévia como empreendedor e ser acionista da empresa adquirente não apresentaram significância estatística.
MERGERS AND ACQUISITIONS IN RECESSION PERIODS
Autores: Vinicius Augusto Brunassi Silva , Humberto Galluci Netto
Abstract
Purpose – This paper investigates the returns on M&A transactions for shareholders of acquiring companies in times of crisis in Brazil.
Theoretical framework – Our results are related to previous literature by Brown and Sarma (2007), Malmendier and Tate (2005), and Malmendier and Tate (2008). Our paper contributes to the aforementioned research by relating executives’characteristics to M&A returns in times of crisis.
Design/methodology/approach – We adopt the event study method to calculate abnormal returns and use multiple linear regression and propensity score matching techniques to connect returns to executive and firm variables.
Findings – We found positive average abnormal returns (between 1.8% and 3.3%) for M&A transactions carried out during recession periods in Brazil. In addition, we identify that abnormal returns during periods of crisis and expansion differ substantially. Finally, we show that executives with a graduate level academic background and less time in the company’s management are associated with positive abnormal returns during crises.
Practical & social implications of research – This article assesses the existence of abnormal returns in M&A operations by considering three distinct moments of crisis. The study also links abnormal returns to company variables and executive characteristics.
Originality/value – Previous research emphasizes the panorama of acquisition operations, synergies, cross-border acquisitions, and value creation. Therefore, we believe that our paper is pioneering in presenting results on abnormal M&A returns during crisis periods in Brazil.
ORIGEM E FAMA DO CEO NO DESEMPENHO DAS EMPRESAS E NA PERCEPÇÃO DO MERCADO
Autores: Lucas Tresso Caruso Marcolino, Vinicius Augusto Brunassi Silva.
Resumo
Este artigo investigou as decisões de trocas de chief executive officer (CEO) e as relações entre as características do novo CEO escolhido com o desempenho da empresa e as percepções do mercado de ações. Nosso estudo visa ampliar os entendimentos em uma área ainda pouco explorada pela literatura. Em especial, apresentamos um novo direcionamento para o estudo de Malmendier e Tate (2009) ao abordar a questão do CEO superstar considerando a percepção do mercado acerca da contratação do executivo e seu desempenho na nova empresa. O artigo evidencia uma nova questão de pesquisa que permeia a percepção do mercado acerca da troca de executivos classificados como superstar. Em adição, o estudo conecta as literaturas sobre CEOs superstars e troca de executivos, apresentando novos achados para a temática. Os resultados obtidos trazem novos achados para a literatura e elucidam que CEOs superstars são positivamente avaliados pelo mercado no anúncio da contratação. Contudo, tais executivos não demonstram melhor desempenho que as demais empresas do setor em períodos posteriores, o que corrobora e amplia os aspectos negativos encontrados por Malmendier e Tate (2009). A metodologia usada foi estudo de eventos, MQO, Logit e Probit. O presente artigo evidencia que empresas maiores e com melhor desempenho operacional possuem maior probabilidade de escolher um novo CEO com status de superstar em situações de troca de executivos. CEOs de origem externa e classificados como superstar são, em média, mais bem avaliados do que seus pares pelo mercado na janela de evento referente ao anúncio de contratação. Contudo, o desempenho de tais executivos pode ficar aquém dos resultados apurados para a média dos setores. Os resultados supracitados ampliam a discussão a respeito das decisões de troca de executivos e salientam novos achados sobre o papel da origem do CEO e seu status de reconhecimento e fama.
EXPECTATIVAS E MOTIVOS DO ÁRBITRO SOBRE O DESEMPENHO DO ATOR PERICIAL CONTÁBIL EM ARBITRAGENS À LUZ DA TEORIA DOS PAPÉIS
Autores: Alessandra Ribas, Ivam Ricardo Peleias, Elionor Jreige Weffort, Denize Grzybovski.
Resumo
O trabalho buscou compreender as expectativas do árbitro sobre o desempenho do ator pericial contábil no cenário arbitral à luz da teoria dos papéis e os motivos do atendimento ou não dessas expectativas. O estudo das expectativas do árbitro tem sido pouco explorado no campo da perícia contábil. Este artigo ajuda a preencher essa lacuna, ao apresentar expectativas e motivos que afetam a percepção do árbitro sobre o trabalho do ator pericial contábil. O estudo é relevante por compreender as expectativas sob a ótica do árbitro (transmissor da função) sobre o desempenho do ator pericial contábil (receptor da função). As expectativas se caracterizam por competências e habilidades que podem não ser atendidas no desempenho da função por razões conflituosas ou ambíguas, ocorrência simultânea de dois ou mais papéis ou falta de clareza sobre esses. A pretensão da pesquisa é fornecer subsídios para os atores periciais contábeis entrantes na arbitragem e para o aperfeiçoamento dos atuantes, diminuindo o gap entre as expectativas do árbitro e a produção da prova pericial. A pesquisa descritiva foi delineada como estudo de campo e abordagem qualitativa dos dados. Os participantes da pesquisa foram 15 árbitros brasileiros. Os dados foram coletados por meio de entrevistas e foram analisados pelo método análise de conteúdo e pela técnica análise categorial. Os resultados indicam que as expectativas do árbitro são oratória, objetividade, clareza e ater-se à questão técnica, enquanto os motivos são conflito intertransmissor, interpapel, sobrecarga, parcialidade do ator pericial e falta de clareza da transmissão do papel pelo árbitro. A contribuição prática está em fornecer subsídios aos atores periciais contábeis entrantes na arbitragem e aperfeiçoamento dos atuantes, diminuindo o gap entre as expectativas do árbitro e a produção da prova pericial.
MANAGEMENT ACCOUNTING PRACTICES ASSOCIATED WITH ORGANIZATIONAL MATURITY IN A REGULATED ENVIRONMENT
Autores: Elias Cerqueira, Paschoal Tadeu Russo, Juliana Ventura Amaral, Tiago Nascimento Borges Slavov
Abstract
This study examined management accounting practices in a private company operating under a regulated environment in the wholesale electricity market in Brazil with respect to organizational life cycle (OLC) theory. The research strategy used was a case study in a Brazilian private company that trades Contracts for Commercialization of Energy in the Free Environment - (Contratos de Compra de Energia no Ambiente Livre - CCEAL) and is subject to the process of regulation and transaction control of electric energy conducted by the Brazilian regulatory agency. The individual case study is justified because the company that is the subject of the study—hereafter “Case” to protect its identity—is among the ten largest companies in its segment The results show how regulatory obligation (coercive isomorphism), business development, and strategy aimed at managing operational, market, and credit risks determine the use of traditional and modern management accounting artifacts. We found that growth dynamics and management style, as well as those artifacts, influenced the characteristics of organizational maturity, combining characteristics of three of the five stages of OLC theory. This indicates that the company was in the success stage with a tendency toward the survival and rejuvenation stage, signaling a departure from the characteristics of OLC theory. The research that involves economic activity recently implemented in Brazil, the commercialization of electricity in the wholesale free market, whose business dynamics signal the partial detachment of the OLC theory stages, as well as the management accounting practices recommended in the literature.
THE INCIDENCE OF IMPAIRMENT OF NON-CURRENT ASSETS IN THE FACE OF THE COVID-19 CRISIS
Autores: Alan Simon Bravo, Verônica de Fátima Santana, Raquel Wille Sarquis
Abstract
This papers aims to investigate whether the incidence of impairment of non-current assets increased with the advent of the covid-19 crisis. The Brazilian accounting literature on the impact of covid-19 on businesses still lacks empirical evidence, especially on the impact of the crisis on long-term accounting variables, for which the effect of covid-19 is more difficult to determine. The topic is relevant because it provides investors, regulators, preparers, and auditors with insights into the impact that a future crisis similar to covid-19 could have on businesses. The work is also relevant to academia, as it is one of the first to analyze the effect of the pandemic on long-term assets. The findings allow us to reflect on how companies and sectors are more or less exposed to the risk of impairment in crises, providing inputs for investment decision making in these scenarios. We studied 383 Brazilian publicly traded companies registered with the Brazilian Securities and Exchange Commission (CVM) between 2016 and 2020. To test the hypothesis of this research, we manually collected the recognitions and reversals of impairment losses in 1,805 financial statements and, then, estimated a set of linear regression models with using fixed effects panel data. We found a positive and significant relationship between the effects of the covid-19 crisis and the incidence of impairment of non-current assets in Brazilian firms, which persisted even after controlling for various economic and financial factors. By separating the impairment of fixed and intangible assets, the findings suggest that intangible assets were more exposed to the covid-19 crisis than fixed assets. The results remained robust to various econometric analyses, including industry patterns, sub-samples, and the effect of the audit firm. This research contributes to the academic and professional debate by confirming the correlation between this crisis and the impairments recorded in financial statements, studying their effects on the accounting of non-current assets and on the long-term returns of the companies and sectors analyzed.
HOW FINANCIAL INFORMATION ABOUT JOINT VENTURES IS BEING DISCLOSED AND PROCESSED BY THE MARKET
Autores: Raquel Wille Sarquis, Verônica de Fátima Santana, Ariovaldo dos Santos
Abstract
Objetivo: O objetivo deste estudo é avaliar como as informações financeiras sobre joint ventures estão sendo divulgadas nas notas explicativas às demonstrações contábeis das empresas que detêm o controle conjunto (empreendedores em conjunto) e como essa informação é processada pelo mercado, explorando o efeito mediador do nível de sofisticação dos investidores.
Método: Usando uma amostra de 1.858 demonstrações contábeis de 551 empresas de 26 países, coletamos manualmente as informações financeiras de participações em joint ventures das notas explicativas às demonstrações contábeis. A seguir, usando um modelo de value relevance, avaliamos se essa informação é incorporada nos preços das ações.
Resultados: Mostramos que a adoção da IFRS 11 e a eliminação da consolidação proporcional resultaram em perda de informação, considerando que as empresas não estão divulgando em suas notas explicativas as informações financeiras de suas joint ventures, como exigido pela IFRS 12. Além disso, mesmo quando essa informação é divulgada (57% das empresas), ela só é absorvida por investidores mais sofisticados. Contribuições: Este estudo contribui não apenas com a literatura que aborda o tratamento contábil de joint ventures, conformidade na divulgação, e reconhecimento versus divulgação, mas também com os investidores no mercado de capitais e com o Iasb durante a atual Revisão Pós-Implementação da IFRS 11/12 e Iniciativa de Divulgação.
STRATEGIC CAPABILITIES FOR BUSINESS MODEL DIGITALIZATION
Autores: Fernando Menchini, Paschoal Tadeu Russo, Tiago Nascimento Borges Slavov, Rodrigo Paiva Souza
Abstract
Purpose–The purpose of this paper is to understand the association between the capacity to use enterprisearchitecture tools and the effectiveness of business model digitalization in companies.Design/methodology/approach–The authors used two research strategies–survey and focus group–toanalyze the relationship between maturity in using enterprise architecture (EA) and digital maturity, under theperspective of sociomateriality.Findings–The use of EA is not a strategic competence that contributes to building sustainable competitiveadvantage, in the process of business model digitalization. On the other hand, top management’s determinationand clarity, expressed by its sponsorship to communicating the strategy, contribute to the integration,engagement and adaptability of those involved and are responsible for higher maturity in the digitalization ofbusiness models.Research limitations/implications–The statistical treatment used does not allow understanding thecausality between the variables.Practical implications–It provides executives with important elements for clarifying and operationalizingdigital business models.Originality/value–The study operationalizes a theoretical and measurement model, through a strategy thatused simultaneously a survey and a focus group, which allowed to know associations between technologicalcapacities and maturity in digital business models.
Impacto
Este curso é fruto dos resultados gerados de projeto de pesquisa do PPG, para capacitação às novas normas de divulgação de informações financeiras relacionadas à sustentabilidade que sejam úteis para usuários de relatórios financeiros na tomada de decisões sobre o fornecimento de recursos para uma entidade.
Docentes envolvidos: Alexandre Sanches Garcia e Verônica de Fátima Santana
Discentes envolvidos: Rodrigo Lopes Luz, Eloisa Bicalho Moraes da Silva e Natália Fontenele Tiberio
Profissionais envolvidos: Denis Rowan, Organização: blendON
O objetivo da obra é identificar e debater temas relevantes relativos ao ecossistema da Perícia Contábil, a partir da experiência e vivência de Peritos Contábeis brasileiros de todas as épocas e idades. Os 21 capítulos vão além da normatização, da técnica e do tecnicismo da Perícia Contábil no Judiciário, em Arbitragens e nas relações privadas.
Docente organizador: Ivam Ricardo Peleias
Capacita estudantes da graduação em Administração para vivenciarem uma experiência empreendedora e de impacto social, unindo teoria e prática sob a mentoria dos professores e discentes do PPG/MPA. Os seminários abordam gestão de projetos, proposta de valor e planejamento, preparando os alunos estruturar e executar campanhas de arrecadação de alimentos.
Docentes Organizadores: Edson Ricardo Barbero e Jésus de Lisboa Gomes
Discentes e egressos envolvidos: Rosana Alcine, Gilmar Camilo Bezzera, Eduardo de Souza Porto Junior, Luis Henrique Rodrigues Motta, Adelson Rosenberg Coelho, André Felipe Russo Maluf e Daniel Garrido Fogos Junior.
Com o objetivo de fomentar a transparência corporativa e a qualidade das informações financeiras divulgadas pelas empresas, a ANEFAC (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade) instituiu, em 1997, o Troféu Transparência – Prêmio ANEFAC, que reconhece as organizações com as melhores práticas na divulgação de suas demonstrações contábeis. Desde 2022, a FECAP, o programa de mestrado atua como instituição colaboradora na avaliação técnica das demonstrações contábeis, contribuindo com sua expertise acadêmica e metodológica para assegurar a excelência e a credibilidade do processo de premiação.
Docentes envolvidos: Ahmed Sameer El Khatib, Alexandre Sanches Garcia, Tiago Nascimento Borges Slavov e Verônica de Fátima Santana
Discentes e egressos envolvidos: Ademar Lucas, Allan Silva de Carvalho, Amauri Liba , Anderson da Silva Pinto, Bruno Dias de Melo, Edmauro Carlos De Oliveira, Edna Yayoi Hirakawa Goto, Émerson Nogueira Sales , Eudes Martins de Araújo, Francisco Ferreira Diniz, José Orcélio Do Nascimento, Juliana Cristina Milan, Leandro Bryk, Lincoln de Jesus Peres, Luciana Gavazzi Barragan Rodrigues, Lucineide Bispo dos Reis Luz, Mauricio Lopes Da Cunha, Rafael Pascoto Fugimoto, Régis César Cunha, Ricardo de Oliveira Prado, Ronaldo Fróes De Carvalho.
Agenda de Defesas
Corpo Discente
Dissertações Defendidas
Dissertações Defendidas
Conheça as dissertações defendidas dos mestres em Ciências Contábeis da FECAP.
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Egressos
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- Udo Strassburg
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- Cinthia Ponara Russo Pasquale
- Diego Henrique Moreira Dos Santos
- Fabíola D'Agostini Peleias
- Jessica Barros Anastacio
- Marcio Roberto De Souza
- Marco Antonio Dias Soares
- Robson Martins Bessa
- Rosana Gonzalez Dannibale
- Eliane Utrabo Camacho
- Ewerton Maurino Gonçalves Rodrigues
- Fabio Santos De Araujo
- Grace Kely da Silva Correia
- Josue Pereira
- Liana Regina Bittencourt Santana
- Lincoln De Jesus Peres
- Lourdes Souza Utrilla da Silva
- Luciana Regina Da Silva Souza
- Lucineide Bispo dos Reis Luz
- Thyago Serique da Costa Nascimento
- Alessandra Laice Cardoso Silva
- Alessandra Ribas Secco
- Alexandro Martins Soares
- Allan De Aquino Pereira De Lima
- Davi Navarro Ciasca
- Giovana Gubert Carer
- Isabel Cristina Lopes
- Ivan Carlos Silva Lima
- João Henrique Durão Leite
- José Ribamar Da Silva Junior
- Lucas Yan Machado Candido
- Mário Henrique Sellis Porteira
- Maurício Dias De Miranda
- Nelson Felipe Tavares Sales Carrozzo
- Takeru Horikoshi
- Agnes Aparecida De Britto
- Ana Carolina Sardi Andrade
- Ana Molina Cabredo
- Beatriz Tereza Masson Soares
- Carmen Ferrari Lucas Alves
- Carolina Santos Oliveira
- Cleber Vieira Da Silva
- Diógenes Lima De Mello
- Eli Rogerio Delgado
- Fernando Damm De França
- Francisco Ferreira Diniz
- Jailson Evangelista
- Mariana Necho Belli
- Paula Camargo De Lima
- Rafael Guem Murakami
- Rodrigo Minotti Figueredo Da Silva
- Rogerio Gustavo Pereira Da Silva
- Sandra Da Rocha Ribeiro
- Tailany Viana Da Silva
- Vanessa Magalhães de Souza
- Vitor Aguiar De Miranda
- Wagner Da Silva Gomes
- Wesley Mendes Carvalho
- Alan Goldberg
- Andreia Ramos Delgado
- Ederson Leandro Barbosa Rigon
- Gislaine Coelho Cardoso Da Silva
- Jandirson Dutra Serafim
- Jéssica Garcia Batista
- José Luiz Ribeiro de Carvalho
- Márcio Antônio Evaristo
- Marcos Aires da Cruz
- Mauro Akio Sakano
- Rogerio Bezerra Ramos
- Ronaldo Xavier Da Silva
- Tatiane Brose Pires
- Thaís Candido de Lima
- Alan Simon Bravo
- Allan Silva de Carvalho
- Andréa Teixeira Nicolini
- Antonio Vicente Tavares de Souza Junior
- Bruno Dias de Melo
- Douglas Camilo Barbosa
- Francisco Antônio Parada Vaz Filho
- Giuliana Carla Anita Lopes Alves
- José Eduardo de Camargo
- Jucilene Santana Silveira
- Priscila Alves de Melo Richter
- Vanessa Duarte De Sobral Ferreira
- Willian Cristian de Oliveira
- Ana Maria Silva
- Ana Virginia Aragão de Oliveira
- Bruno Pereira Cunha
- Carla Maria da Silva Kramer Chaves
- Cristiane Sabino de Aquino
- Daís Rodrigues da Silva
- Denis Leandro Costa de Carvalho
- Èric Yamagute Pereira
- João Victor Alves De Oliveira
- Léo Anacleto Silva
- Natália Carpio
- Nathalia Souza Resende
- Rafael Pascoto Fugimoto
Processo Seletivo
Informações sobre o processo seletivo
O Curso tem duração de 2 (dois) anos, aí incluídas a preparação e defesa da Dissertação de Mestrado. Em casos devidamente aprovados pela Coordenação do Curso, é possível a prorrogação do prazo total por até 6 (seis) meses, totalizando uma duração máxima de 2,5 anos (dois anos e meio), aí incluída a defesa da Dissertação de Mestrado;
O presente Processo Seletivo tem validade exclusiva para o semestre letivo em que o candidato prestou;
A critério exclusivo do Centro Universitário, a turma somente será instalada mediante o preenchimento da totalidade das vagas oferecidas, por candidatos que sejam considerados acadêmica e profissionalmente aptos à obtenção do nível de proficiência exigido dos formandos do Curso.
Poderão inscrever-se para o Processo Seletivo os portadores de diploma de nível superior (3o Grau), obtido no País ou no Exterior, devidamente reconhecido e registrado.
Para efetuar a inscrição, o candidato deverá enviar, por meio eletrônico, ficha de inscrição devidamente preenchida e Curriculum Vitae.
O Processo Seletivo terá 02 (duas) etapas cumulativas, a saber:
1ª etapa: Realização de prova de Proficiência em Língua Inglesa aplicada pelo Centro Universitário Álvares Penteado;
2ª etapa: Entrevista com os candidatos inscritos e que realizaram a 1ª etapa por meio de Videoconferência.
Os candidatos selecionados para a entrevista serão informados da convocação por telefone e via e-mail.
Para fins de pesquisas e desenvolvimento de trabalhos científicos, é requerido o domínio da língua inglesa (leitura e interpretação de texto) no nível instrumental.
Candidatos aprovados no processo seletivo que não tenham sido considerados proficientes em Inglês, poderão, a critério exclusivo do Centro Universitário, ser admitidos na qualidade de Aluno Não Proficiente, podendo realizar novos exames de proficiência em Inglês em até duas oportunidades ao longo do curso, em datas determinadas pela Coordenação do Mestrado.
O aluno que, em qualquer dos casos, exaurir as oportunidades para comprovação da proficiência em Inglês sem lograr êxito será excluído do Programa de Mestrado da Instituição.
A seleção final dar-se-á, após análise das notas de provas e resultado da entrevista, com os candidatos classificados como “apto para matrícula” ou “não apto”.
A divulgação dos aprovados e, consequentemente, selecionados para o Programa de Mestrado Profissional em Administração do Centro Universitário será realizada por e-mail e WhatsApp dos candidatos.
Art. 7º Os candidatos aprovados no Processo Seletivo poderão realizar a matrículatambém ser de forma remota.
Para efetivação da matrícula deverão ser apresentadas cópias simples, acompanhadas dos originais, dos seguintes documentos:
- RG e do CPF/MF;
- Diploma do curso de graduação (frente e verso);
- Histórico escolar do curso superior (3o grau), e
- Comprovante de residência.
Importante: Na ausência dos documentos originais, só serão aceitas cópias autenticadas.
Ex-alunos das unidades de ensino mantidas pela FECAP, para terem direito à vaga e à matrícula, deverão apresentar documento de quitação de obrigações financeiras anteriores, expedido pela Tesouraria do Centro Universitário Álvares Penteado;
Perderá o direito à vaga o candidato que deixar de requerer a matrícula dentro dos prazos estabelecidos, assim como aquele que não apresentar, no referido ato, a comprovação hábil de conclusão de curso de nível superior (3o grau);
A efetivação da matrícula dar-se-á somente mediante a instalação da nova turma do Curso;
Não havendo a instalação de nova turma do Curso qualquer quantia adiantada para estes fins pelos respectivos candidatos será integralmente reembolsada, na forma da lei;
O aluno que desejar cancelar a matrícula deve abrir um requerimento junto à Central do Aluno. O reembolso será de 80% (oitenta por cento) do valor da matrícula efetuada.
Bolsas
Financiamento
Financiamento Mestrado FECAP
A FECAP oferece a você a oportunidade de financiar o Mestrado. Trata-se de um financiamento com recursos da própria Fundação, destinado aos alunos regularmente matriculados que precisam de um suporte financeiro para continuar ou iniciar os estudos.
Com o FIFE, você poderá financiar 40% do curso. Para garantir a sua tranquilidade, o pagamento do valor financiado inicia somente após a conclusão do curso em tempo regular
Planejamento Estratégico
Regulamentos, politícas e normas
Regulamentos Internos
Saiba sobre os regulamentos internos do Mestrado em Ciências Contábeis.
Regimento do Curso Normas Reguladoras Créditos Complementares Política de Constituição de Bancas Examinadoras Política de Autoavaliação
#VEMSERFECAP
Inscreva-seDepoimentos
O que dizem os Alvaristas
Pude aplicar o que aprendia na faculdade diretamente no meu dia a dia. Isso acelerou muito o meu desenvolvimento profissional. Cada novo conhecimento me ajudava a desempenhar melhor minhas funções e a enxergar oportunidades de melhoria dentro do setor financeiro. A formação da FECAP me preparou para assumir desafios maiores e me deu a base necessária para crescer dentro da instituição. A FECAP não só oferece uma excelente formação acadêmica, mas também incentiva o desenvolvimento profissional. Para quem busca uma carreira sólida, com aprendizado constante e muitas oportunidades, é o lugar certo.
Jucilene Santana Silveira
Ex-aluna do Mestrado em Ciências Contábeis
Sempre vi a FECAP como uma instituição de excelência, com uma história centenária e um compromisso genuíno com a formação de profissionais preparados para o mercado. Desde o primeiro dia, percebi que havia feito a melhor escolha. O ensino de excelência, aliado a metodologias inovadoras, me ensinou a pensar estrategicamente, tomar decisões assertivas e enxergar oportunidades onde muitos veem dificuldades. A FECAP é mais do que uma instituição de ensino; é um verdadeiro berço de talentos, inovação e excelência acadêmica. Se alguém busca uma formação de qualidade, professores que realmente se preocupam com o aprendizado e uma experiência transformadora, a FECAP é a melhor escolha.
Antonio Vicente Tavares de Souza Junior
Ex-aluno do Mestrado em Ciências Contábeis
O nível dos professores e alunos é altíssimo, com discussões de alta complexidade que nos faziam refletir e questionar muitos assuntos da área contábil, contribuindo para a formação de profissionais críticos. Tive a oportunidade de aprender a utilizar programas para rodar os cálculos dos modelos econométricos da minha dissertação e me aprofundei em temas que são extremamente importantes no meu dia a dia como contadora. Além disso, tive a oportunidade de apresentar meu trabalho em um congresso, no qual conheci pesquisadores de diversos estados do Brasil que trouxeram muitas ideias de melhoria para meus estudos
Natália Carpio
Ex-aluna do Mestrado em Ciências Contábeis
O mestrado foi fantástico porque me trouxe uma discussão sobre sustentabilidade e ESG, que se tornou uma nova abrangência no meu trabalho. Além disso, consegui realizar o sonho de seguir a carreira acadêmica. O mestrado te propicia a construir um tema sólido, com forte conexão com a prática profissional. Além disso, é uma instituição reconhecida no mercado de trabalho
Rafael Pascoto Fugimoto
Ex-aluno do Mestrado em Ciências Contábeis
A FECAP foi essencial no meu desenvolvimento profissional. A qualificação que a FECAP oferece me ajudou a evoluir rapidamente na carreira. Tempo depois, descobri que fui chamado para trabalhar na Siemens justamente por estar fazendo o mestrado em Ciências Contábeis. As rotinas, análises e projetos que aplico no meu trabalho têm total relação com os conhecimentos adquiridos na instituição. No mestrado, li e analisei muitos artigos, e isso me ajuda na escrita e na análise de normas e diretrizes que a Siemens segue. A FECAP fez parte da minha vida de 2018 a 2024. Entrei como um adolescente e saí como mestre. Foi onde fiz minha primeira graduação, tive meu primeiro emprego e alcancei um dos meus maiores objetivos acadêmicos. Vivi muito tempo na FECAP e todos os minutos valeram a pena.
Gustavo Foglia Affonso
Ex-aluno do Mestrado em Ciências Contábeis
Estudar na FECAP foi excelente, pois, além dos professores com experiência de mercado, tive a oportunidade de estudar com pessoas que também tinham bastante experiência e trabalhavam em diferentes ramos de negócio, o que enriqueceu as nossas discussões e agregou bastante conhecimento.
Alécia Bernardinell
Ex-aluna do Mestrado em Ciências Contábeis
Estudar na FECAP foi uma ótima experiência. E, de fato, o que eu sei de Contabilidade hoje tem muita relação com a FECAP.
O título de Mestre também foi um diferencial para a minha carreira. Além de me permitir ingressar na docência, me propiciou o acesso ao Doutorado. E, evidente, me valoriza como perito contábil pela titulação acadêmica.
Não é à toa que a FECAP é uma instituição centenária. Consegue preservar a tradição de qualidade e, ao mesmo tempo, se moderniza. E outro ponto: vale uma visita na biblioteca da Liberdade. Recomendo a FECAP de modo seguro. Instituição séria, comprometida com a qualidade, com recursos técnicos e corpo docente de excelência.
Marcelo Nogueira
Ex-aluno do Mestrado em Ciências Contábeis
Meu maior desafio na época foi conciliar o mestrado com a vida profissional, mas o esforço valeu a pena. Acredito que o programa como um todo foi um diferencial na minha carreira, mas sem dúvidas fez a diferença a minha orientadora, a Profª Drª Elionor Farah Jreige Weffort, que me guiou durante toda a tese, me desafiou em todos os sentidos para que a dissertação ficasse cada vez mais aperfeiçoada e teve muita paciência para todas as idas e vindas de meses de estudo para que a tese se concretizasse.
A FECAP é uma instituição com excelentes docentes e que se preocupa com a qualidade do ensino!
Samantha Meloni
Ex-aluna do Mestrado em Ciências Contábeis
Eu escolhi a FECAP pela tradição da Instituição em Ciências Contábeis. O curso de Mestrado foi muito importante para minha trajetória acadêmica e profissional, conhecimento acadêmico e networking. Leciono desde 2006 em cursos de graduação e pós-graduação. Sou professor da Universidade Federal de São Paulo, com a disciplina de Perícia Contábil.
Com o curso, aprendi a escrever o meu primeiro artigo científico. Hoje, entre revistas e congressos tenho mais de 100 artigos publicados no Brasil e Exterior. Também sou autor de um livro.
Agradeço à FECAP pela excelência de qualidade em sua estrutura e corpo docente.
Marcelo Henrique
Ex-aluno do Mestrado em Ciências Contábeis
O Mestrado possibilita ao aluno pensar em Contabilidade de maneira muito ampla. Quando comecei a cursar, acreditava que conhecia muito sobre a Contabilidade, porém lá entendi que precisava aprender muito de Ciências Contábeis ainda. No Tribunal Regional Eleitoral, o título de mestre me possibilitou um aumento na remuneração. Foi um diferencial porque quando iniciei o curso tinha o objetivo de começar minha carreira como professor universitário, o que foi possível na própria FECAP.
José Orcélio
Ex-aluno do Mestrado em Ciências Contábeis
A FECAP me abriu uma série de oportunidades e especialmente possibilitou minha migração de carreira do mercado corporativo para o acadêmico, permitindo-me alavancar a carreira de perito contador. A troca de experiências e ampliação de conhecimento é constante e isto incentivou meu crescimento profissional.
Émerson Sales
Ex-aluno do Mestrado em Ciências Contábeis
Proporcionou-me a realização de um projeto de vida, pois com ele iniciei a minha carreira acadêmica e quase me solidifiquei nela, pois iria assumir o desafio da coordenação em Ciências Contábeis. Atuo até hoje na área acadêmica, inclusive sou tutor em curso de pós-graduação na FECAP, desenvolvi materiais para cursos de ensino a distância, além de diversos cursos de extensão em ciências contábeis. Além disso, indiretamente me possibilitou visibilidade na CETESB com a divulgação de meu artigo científico.
Roberto Luiz Garcia
Ex-aluno do Mestrado em Ciências Contábeis
Foi excelente! Recomendo muito! O desenvolvimento da minha dissertação, ‘Análise de Demonstrações Contábeis: Uma Estrutura de Avaliação de Desempenho das Companhias Brasileiras pelos Private Equity a Partir das Informações Divulgadas’ foi bem trabalhoso, foram necessárias muita pesquisa, leitura, empenho, dedicação, noites, finais de semana, etc. O programa de ensino foi adequado ao que eu estava procurando, as disciplinas não são somente focadas em contabilidade, são multidisciplinares, como é o mercado financeiro.
Adriana Caetano
Ex-aluna do Mestrado em Ciências Contábeis
A experiência foi muito boa, principalmente porque na minha dissertação, procurei focar em um trabalho que pudesse ser útil às organizações. A escolha pela Pesquisa Intervencionista possibilitou essa aproximação, além de ter trazido resultados reais para o desempenho da empresa estudada em relação à melhoria na gestão e foco em serviços de maior rentabilidade.
Rosana Dannibale
Ex-aluna do Mestrado em Ciências Contábeis
O Mestrado proporciona a você encontrar em sala de aula pessoas incríveis, de diversos estados do Brasil, profissionais de todas as áreas, de gestores em multinacionais a professores universitários. Hoje, faço parte do quadro de funcionários da FECAP, no grupo de professores auxiliares, e minha principal atribuição é orientar alunos de 7º e 8º semestre no Trabalho de Conclusão de Curso (TCC); e na Pós-graduação, como professor- tutor nos cursos de Controladoria e Auditoria. O Mestrado proporcionou a minha inserção ao mercado acadêmico e ajudou, e muito, no networking com esse segmento
Davi Ciasca
Ex-aluno do Mestrado em Ciências Contábeis
A FECAP marcou o início da minha vida adulta. Comecei a Graduação em Ciências Contábeis com 17 anos, logo depois de ter concluído o Ensino Médio. Me formei com 21 anos e logo emendei com o Mestrado Acadêmico em Ciências Contábeis. Tive oportunidade de estudar com profissionais fora da curva no mercado e que, acima de tudo, são seres humanos incríveis. Com o passar do tempo, o orgulho de ser alvarista só aumenta. Todos os professores que me acompanharam durante os 6 anos me marcaram de alguma forma e me ajudaram a ser essa pessoa e profissional que sou hoje.
Mariana Belli
Ex-aluna do Mestrado em Ciências Contábeis
Primeiro, eu já conhecia a FECAP, por ter feito a Pós-graduação em Controladoria, e, segundo, foi a escola que me proporcionou a oportunidade de buscar a recolocação no mercado, devido à conciliação de horários das aulas. O título de Mestre está abrindo portas que antes eu não vislumbrava e um reconhecimento dentro da empresa em que trabalho atualmente.
Vanessa Magalhães
Ex-aluna do Mestrado em Ciências Contábeis