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CECON FECAP analisa custo de vida na região metropolitana de SP em maio de 2026

O CECON FECAP divulga análise do custo de vida na Região Metropolitana de SP, com base no índice de inflação apurados pelo IBGE
Imprensa | 19/06/2026

Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) divulga mensalmente a análise do custo de vida na Região Metropolitana de São Paulo, com base nos índices oficiais de inflação apurados pelo IBGE. O levantamento apresenta as variações do INPC e do IPCA, destacando os principais produtos e serviços que mais influenciam o orçamento das famílias paulistanas.

ÍNDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR AMPLO (IPCA)

Em maio de 2026, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), que reflete a variação no custo de vida das famílias com rendimentos de 1 a 40 salários-mínimos, subiu 0,61% em relação ao mês anterior, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para o país, a variação no custo de vida foi de +0,58%.

Na divisão mais detalhada por item, entre os maiores aumentos, estão a passagem aérea (+7,03%), o feijão carioca (+5,04%), o perfume (+4,58%), o transporte por aplicativo (+3,95%) e a anergia elétrica (+3,69%). Por outro lado, entre as maiores reduções, estão o peixe – tilápia (-4,19%), o anti-inflamatório e antirreumático (-2,70%), o pacote turístico (-2,50%) e o café moído (-1,71%).

Em razão do conflito no Oriente Médio, vale também destacar a variação de preço dos combustíveis. O etanol teve uma redução de 7,49%, o óleo diesel de 1,88% e a gasolina de 0,58%, enquanto o gás de botijão apresentou um aumento de 0,97%.

Variação mensal do ano anterior

No mesmo mês do ano anterior (maio de 2025), o IPCA apresentou alta de 0,12%.

Os itens como café moído (+7,26%), chocolate em barra e bombom (+4,38%), produto para barba (+2,80%), arroz (-4,53%), peixe – tilápia (-4,61%) e passagem aérea (-9,94%) se destacaram no mês.

Variação acumulada nos últimos 12 meses

Nos últimos 12 meses, o IPCA da RMSP acumulou aumento de 5,31%.

Os destaques ficaram para a passagem aérea (+55,36%), o feijão carioca (+27,93%), o transporte por aplicativo (+24,97%), o chocolate em barra e bombom (+21,06%), o arroz (-12,39%), o ovo de galinha (-14,37%) e o azeite de oliva (-23,94%).

Para a média do Brasil, o IPCA subiu 4,72%. Portanto, acima do teto da meta de inflação de 4,5% ao ano estabelecido pelo Banco Central para o país.

Variação acumulada no ano

No acumulado de janeiro a maio, o IPCA apresentou alta de 3,23%.

No mesmo período, entre as outras 9 regiões metropolitanas, os 5 municípios e o Distrito Federal, as maiores variações no custo de vida estão em Aracaju – SE (+4,22%), em Campo Grande – MS (+3,98%) e em Recife – PE (+3,95%). Já as menores variações estão em Rio Branco – AC (+2,35%), em Curitiba – PR (+2,41%) e em Brasília – DF (+2,52%).

ÍNDICE NACIONAL DE PREÇOS AO CONSUMIDOR (INPC)

Em maio de 2026, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), que reflete a variação no custo de vida das famílias com rendimentos de 1 a 5 salários mínimos, subiu 0,62%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para o País, a variação no custo de vida foi de +0,65%.

Na divisão mais detalhada por item, os destaques são os mesmos do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), exceto o óleo diesel.

Variação mensal do ano anterior

No mesmo mês do ano anterior (maio de 2025), o INPC apresentou alta de 0,19%. E os destaques são os mesmos do IPCA.

Variação acumulada nos últimos 12 meses

Nos últimos 12 meses, o INPC da RMSP aumentou 5,01%. Para a média do Brasil, o INPC subiu 4,42%. Já o IPCA da RMSP, no mesmo período, foi de +5,31%.

Variação acumulada no ano

No acumulado de janeiro a maio, o INPC subiu 3,26%.

No mesmo período, dentre as outras 9 regiões metropolitanas, os 5 municípios e o Distrito Federal, as maiores variações no custo de vida estão em Campo Grande – MS (+4,23%), em Aracaju – SE (+4,12%) e em Recife – PE (+4,09%). Já as menores variações estão em Curitiba – PR (+2,27%), em Brasília – DF (+2,43%) e em Rio Branco – AC (+2,53%).

Expediente CECON

Coordenação: Allexandro Emmanuel Mori Coelho, Professor Doutor

Equipe Econômica: professores doutores Jobson Monteiro de Souza e Rafael Barišauskas

Termo de isenção de responsabilidade: este relatório foi preparado pela equipe integrante do Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), utilizando os melhores esforços dos responsáveis. As informações foram obtidas através de fontes públicas críveis, e estão sujeitas a revisões sem aviso prévio. O CECON e a FECAP não se responsabilizam por quaisquer decisões econômicas ou de investimento tomadas com base nas informações deste relatório. O conteúdo deste relatório é livre, não podendo ser comercializado ou monetizado por terceiros de nenhuma forma. Este produto possui caráter exclusivamente informativo e não deverá ser usado para constituir qualquer decisão de compra ou venda de ativos ou produtos ou de investimento.

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