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Alunos buscam passado de imigração das famílias em atividade de Geografia

Os estudantes de todas as turmas dos terceiros anos do Ensino Médio do Colégio FECAP participaram...
Colégio | 01/06/2020
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Os estudantes de todas as turmas dos terceiros anos do Ensino Médio do Colégio FECAP participaram de uma atividade que uniu famílias nesses tempos de quarentena. O professor Wellington Tibério incentivou os estudantes a buscar as origens de seus antecessores.

A atividade fez parte da jornada de aprendizagem da disciplina, que abordava a questão da Imigração. “Uma das principais demandas da educação é a relação do aprendizado com a vida. Quis fazer com que alunos percebessem que tema de estudo se conecta e tem a ver com a história de vida deles”, explica.

Os alunos foram desafiados a entrevistar alguém da família, de preferência uma pessoa mais velha como bisavós, para resgatar o histórico de migração, tanto de outros países quanto de regiões do Brasil.

A aluna Manuela conta como foi a experiência. “Achei a atividade muito interessante. Serviu de consolo em um momento difícil, além de reforçar a comunicação da família e me fazer aprender um pouco mais da minha história”, diz.

Para a aluna Sabrina, diz que a atividade foi algo muito interessante não só para ela, mas também para toda família. “Após eu perguntar à minha mãe sobre o que ela sabia sobre a origem da família de minha vó, mesmo ela sabendo de algumas partes, comunicou a minhas primas e tias que ficaram interessadas a procurar, então depois de tanta procura acharam o nome até do navio que a família por parte de vó embarcaram, no qual se chamava Amstelland. O motivo da migração foi por conta da Primeira Guerra Mundial, eles foram obrigados a saírem de suas casas para que os soldados ocupassem o lugar. Já a família por parte de meu avô veio em missão de colonização com ajuda da Corte Portuguesa. Nessa época os meios de transporte eram os navios com destino a “Terra Nova”, como chamavam o Brasil naquela época”, conta.

Segundo o educador, o trabalho foi uma forma dos alunos perceberem a relação que tinham com o conteúdo estudado. “Se procurar, todos nós somos ‘de fora’, somos migrantes. No momento de pandemia, aproveitei situação para que alunos envolvessem a família na conversa, na escola, a se conectar ao passado”, finaliza.

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