Profissional em Administração
360 horas/aula | SEGUNDAS E QUARTAS | 19h às 22h40
CAMPUS LIBERDADE
Apresentação
O Programa proporcionará aos ingressantes formação avançada na área organizacional, tornando-os profissionais mais capacitados e aprimorando a qualidade de suas decisões nos campos das Finanças e da Estratégia.
O Programa de Mestrado Profissional em Administração foi recomendado com conceito 4 pela Avaliação Quadrienal (2017-2020) da CAPES e reconhecido pela Portaria do MEC n.º 609 de 14-03-2019, DOU de 18-03-2019.
O título de Mestre conferido ao final do curso possibilita a atuação como docente de nível superior em cursos de Graduação e Pós-Graduação, e prepara aqueles que desejam prosseguir em sua formação acadêmica para o ingresso nos cursos de Doutorado. Confira a Portaria Publicada no Diário Oficial da União
Público-alvo
Destinado a qualificar profissionais graduados em diferentes áreas do conhecimento e que atuem em atividades ligadas à Administração. Os candidatos devem possuir experiência prática profissional relevante.
Objetivos
O Programa de Mestrado Profissional em Administração tem como principal objetivo preparar profissionais, pesquisadores e docentes para as áreas de Finanças e Estratégia, promovendo uma sólida formação que une a teoria e os métodos de análise quantitativa e qualitativa aos temas da prática profissional empresarial, incentivando a produção de conhecimento e proporcionando uma refinada formação intelectual.
Conheça os objetivos do Mestrado Profissional em Administração
O Mestrado Profissional têm por objetivos fundamentais:
- capacitar profissionais qualificados para o exercício da prática profissional avançada e transformadora de procedimentos, visando atender demandas sociais, organizacionais ou profissionais e do mercado de trabalho;
- transferir conhecimento para a sociedade, atendendo demandas específicas e de arranjos produtivos com vistas ao desenvolvimento nacional, regional ou local;
- promover a articulação integrada da formação profissional com entidades demandantes de naturezas diversas, visando melhorar a eficácia e a eficiência das organizações públicas e privadas por meio da solução de problemas e geração e aplicação de processos de inovação apropriados;
- contribuir para agregar competitividade e aumentar a produtividade em empresas e demais organizações públicas e privadas;
- divulgar a produção científica e tecnológica do corpo docente e do corpo discente, em conformidade com as prioridades das linhas de pesquisa científico/tecnológicas estabelecidas pelo Mestrado;
- integrar o Mestrado Profissional com as demais atividades acadêmicas do Centro Universitário, aí incluídos os programas de Pós-Graduação lato sensu e os programas de Graduação oferecidos. Particularmente, a integração deverá envolver alunos e professores destes programas em atividades de pesquisa que contribuam para o desenvolvimento da instituição como um polo de criação de novos conhecimentos;
- promover intercâmbios com Agências de Fomento ao ensino e à pesquisa, bem como com centros de pesquisa nacionais e internacionais que atuem no mesmo âmbito ou em áreas afins;
- atribuir o grau de Mestre, mediante o cumprimento das exigências pedagógicas e científicas do Programa de Mestrado e obedecendo às especificações contidas neste Regimento, aos mestrandos que concluírem todas as etapas do programa.
Área de Concentração e Linhas de Pesquisa
O Mestrado Profissional em Administração, cuja Área de Concentração é a Administração, possui duas linhas de pesquisa: Finanças e Estratégia e Governança.
LINHA DE PESQUISA 1: Finanças
Foco no estudo avançado do papel do executivo financeiro; em como definir e controlar medidas de desempenho das organizações; como avaliar e aprimorar risco e retorno das atividades organizacionais; nas decisões sobre estrutura de capital e política de dividendos; em processos de abertura de capital; e em fusões e aquisições; em instrumentos financeiros utilizados e na gestão de risco e de investimentos.
LINHA DE PESQUISA 2: Estratégia e Governança
Foco nos estudos que se concentram no avanço das teorias e da prática gerencial quanto à formulação e implementação de estratégias e aprimoramentos em Governança Corporativa, compreendendo a criação de valor por empresas e sua distribuição entre Stakeholders. Entre os mecanismos para criação e distribuição de valor, esta linha de pesquisa visa a compreender o processo de inovação tecnológica em âmbito estratégico, notadamente em suas formas empreendedoras e mais disruptivas.
Estrutura do Curso
Estrutura do Curso
No Mestrado Profissional em Administração o aluno deverá cursar 10 (dez) disciplinas, sendo 4 (quatro) obrigatórias, 4 (quatro) optativas e 2 (duas) eletivas. Além disso, o aluno deverá elaborar sua dissertação e apresentá-la nos Exames de Pré-Qualificação, Qualificação e Defesa. O curso tem duração média de 24 (vinte e quatro) meses. Dentro da estrutura curricular do Programa de Mestrado, exige-se a integralização de 60 (sessenta) créditos, distribuídos entre:
- 6 créditos de disciplinas obrigatórias;
- 8 créditos de disciplinas eletivas;
- 6 créditos de disciplinas optativas;
- 4 créditos de pré-qualificação do projeto de pesquisa;
- 10 créditos da qualificação da dissertação;
- 16 créditos da defesa da Dissertação;
- 8 créditos da entrega de artigo originado da dissertação;
- 2 créditos complementares.
Duração do Curso
A duração do curso varia, em média os alunos concluem o curso em 24 meses, suas obrigações acadêmicas e financeiras estão relacionadas ao tempo que levará para concluir suas atividades no Mestrado.
Proficiência em Língua Inglesa
Para ser considerado proficiente em língua inglesa, o aluno terá 3 (três) oportunidades, sendo a primeira no seu Processo Seletivo (ANPAD) e, as outras duas, dentro do primeiro ano do curso, segundo o oferecimento do Exame pelo Programa de Mestrado, através do Teste ANPAD ou por qualquer entidade externa autorizada pela Coordenação do Programa de Mestrado.
Matriz Curricular
Disciplinas e Ementas
Disciplinas Obrigatórias
Ementa
Este curso apresenta ferramentas quantitativas fundamentais para a análise de dados, com foco na interpretação de resultados científicos e na condução de estudos empíricos. São abordados três principais tópicos: I. Análise descritiva de dados, com ênfase em medidas de tendência central, dispersão e associação; II. Análise inferencial, com foco em testes de hipóteses; III. Regressão linear.
Bibliografia
Bibliografia Básica:
- Anderson, D. R., Sweeney, D. J., & Williams, T. A. (2007). Estatística aplicada à administração e economia. São Paulo: Thomson Learning.
- Fávero, L. P. F.; Belfiore, P. (2024). Manual de Análise de Dados: Estatística e Machine Learning com Excel®, SPSS®, Stata®, R® e Python®. Gen.
- Morettin, P. A.; Singer, J. M. (2025). Estatística e Ciência de Dados. Livraria LTC, 2ª edição.
- Sartoris, A. (2013). Estatística e Introdução à Econometria. São Paulo: Editora Saraiva, 2ª edição.
- Scott, C. (2021). Causal Inference: The Mixtape. Yale University Press.
Bibliografia Complementar (livros/artigos):
- Barros, L. A. B. C., et al. (2020). Endogeneity in Panel Data Regressions: Methodological Guidance for Corporate Finance Researchers. Revista Brasileira de Gestão de Negócios, v.22, Special Issue, p. 437-461.
- Bulgacov, S.; Verdu, F. C. (2018). Redes de Pesquisadores da área de administração: um estudo exploratório. Revista de Administração Contemporânea – RAC, Special Issue, v.5.
- Duarte, F. C. L., et al. (2017). Avaliando Modelos Lineares de Value Relevance. RAC, v.21, pp. 10-134.
- Schiozer, R. F., et al. (2021). A Tutorial on the use of Difference-in-Differences in Management, Finance and Accounting. RAC, vol.25, n.1, Special Issue.
Ementa
Fundamentos da pesquisa tecnológica e sua aplicação no desenvolvimento do conhecimento científico e inovação. Estrutura e padrões de artigos científicos e tecnológicos. Estratégias de busca e seleção de fontes de pesquisa. Métodos de citação e elaboração de referências conforme normas científicas. Planejamento e execução de pesquisa de campo. Técnicas de coleta e análise de dados em pesquisas aplicadas. Ética na pesquisa e integridade científica.
Bibliografia
Bibliografia Básica:
- BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 2016.
- CRESWELL, John W. Investigação Qualitativa e Projeto de Pesquisa: Escolhendo entre Cinco Abordagens. Penso Editora, 2014.
- FLICK, Uwe. Introdução à pesquisa qualitativa. Artmed, 2009.
- MARTINS, G. A.; THEÓPHILO, C. R. Metodologia da investigação científica para ciências sociais aplicadas. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2009.
- SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2007.
- VERGARA, S. C. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. São Paulo: Atlas, 2010.
Bibliografia Complementar (livros):
- BAUER, M. W.; GASKELL, G. Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som: um manual prático. Vozes, 2017.
- FRANCO, M. L. P. B. Análise de conteúdo. Editores Associados, 2018.
- FLICK, Uwe. Qualidade na pesquisa qualitativa. Artmed, 2009.
- GODOI, A. S.; BANDEIRA-DE-MELO, R.; SILVA, A. B. Pesquisa Qualitativa em estudos organizacionais. São Paulo: Saraiva, 2015.
- LEVIN, Jack; FOX, J. A.; FORDE, D. R. Estatística aplicada a ciências humanas. 11. ed. São Paulo: Pearson, 2012.
- MAGALHÃES, M. N.; LIMA, A. C. P. Noções de probabilidade e estatística. 7ª ed. São Paulo: EDUSP, 2013.
- MATIAS-PEREIRA. Manual de Metodologia da Pesquisa Científica. Grupo GEN, 2016.
- WHEELAN, C. Estatística: o que é, para que serve, como funciona. Rio de Janeiro: Zahar, 2016.
- YIN, R. K. Estudo de Caso: Planejamento e métodos. Bookman, 2015.
- MACHADO JR., F. Metodologias de pesquisa: um diálogo quantitativo, qualitativo e quali-quantitativo. Devir Educação, 2023.
Bibliografia Extra (artigos publicados):
- GABRIEL, M. L. D. S. (2014). Métodos quantitativos em ciências sociais: sugestões para elaboração do relatório de pesquisa. Desenvolvimento em Questão, v.12, n.28, p. 348-369.
- HARDY, B.; FORD, L. R. (2014). It’s not me, it’s you: miscomprehension in surveys. Organizational Research Methods, v.17, n.2, p.138-162.
- MINEIRO, M.; DA SILVA, M. A. A.; FERREIRA, L. G. (2022). Pesquisa qualitativa e quantitativa: imbricação de múltiplos e complexos fatores das abordagens investigativas. Momento - Diálogos em Educação, v.31, n.3, p.201-218.
- PODSAKOFF, P. M.; MACKENZIE, S. B.; PODSAKOFF, N. P. (2016). Recommendations for creating better concept definitions in the organizational, behavioral, and social sciences. Organizational Research Methods, v.19, n.2, p.159-203.
- SHETH, J. N. (2014). Revisitando os sete mandamentos para usuários de métodos multivariados. Revista Brasileira de Marketing, v.13, n.4, p.01-03.
- SILVA, D.; LOPES, E. L.; BRAGA JÚNIOR, S. S. (2014). Pesquisa quantitativa: elementos, paradigmas e definições. Revista de Gestão e Secretariado, v.5, n.1, p.1-18.
- SILVA, G. O.; OLIVEIRA, G. S.; DA SILVA, M. M. (2021). Estudo de caso único: uma estratégia de pesquisa. Revista Prisma, v.2, n.1, p.78-90.
Ementa
Elaboração de projeto de pesquisa científica.
Bibliografia
- MARTINS, Cibele Barsalini et al. Manual de elaboração de projeto de pesquisa e de estruturação de trabalho de conclusão de curso. Florianópolis: CAD, Departamento de Ciências da Administração, 2017.
- GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2019.
Complementar (livros):
- MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas, 2018.
- MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2018.
Extra (artigos publicados):
- Eitrem, A., Meidell, A., & Modell, S. (2024). The use of institutional theory in social and environmental accounting research: a critical review. Accounting and Business Research, 54.
- Weetman, P. (2020). Accounting and Business Research 2006–2012: reshaping the visibility. Accounting and Business Research, 50(7), 713–720.
- Whittington, G. (2024). Reflection on the past, present, and future of the academic/professional interface in accounting. Accounting and Business Research, 54(7).
- Zeff, S. A., & Dyckman, T. R. (2020). Accounting and Business Research: the first 50 years, 1970–2019. Accounting and Business Research, 50(4), 360–395.
- Barth, M. E. (2018). Accounting in 2036: A learned profession part I: The role of research. Accounting Review, 93.
- Bedford, D. S., & Speklé, R. F. (2018). Construct validity in survey-based management accounting and control research. Journal of Management Accounting Research, 30.
- Chiapello, E. (2017). Critical accounting research and neoliberalism. Critical Perspectives on Accounting, 43.
- Clatworthy, M., García Lara, J. M., & Lee, E. (2020). 50 years of Accounting and Business Research. Accounting and Business Research, 50.
- Dai, N. T., Free, C., & Gendron, Y. (2019). Interview-based research in accounting 2000–2014. Management Accounting Research, 42.
- Guthrie, J., Parker, L. D., Dumay, J., & Milne, M. J. (2019). Quality in interdisciplinary accounting research. Accounting, Auditing and Accountability Journal, 32.
- Leone, A. J., Minutti-Meza, M., & Wasley, C. E. (2019). Influential observations in accounting research. Accounting Review, 94.
- Libby, T., & Salterio, S. E. (2019). Deception in management accounting experimental research. Journal of Management Accounting Research, 31(1).
- Lourenço, S. M. (2019). Field experiments in managerial accounting research. Foundations and Trends in Accounting, 14.
- Moll, J., & Yigitbasioglu, O. (2019). Internet-related technologies in accounting research. British Accounting Review, 51.
- Palea, V. (2017). Whither accounting research? A European view. Critical Perspectives on Accounting, 42.
- Shields, M. D. (2018). Management accounting research. Journal of Management Accounting Research, 30.
- Stone, D. N. (2018). Twelve actions for improving quantitative accounting research. Accounting Horizons, 32.
- Swieringa, R. J. (2019). Connections between accounting research and practice. Accounting Horizons, 33.
- Teoh, S. H. (2018). New datasets in accounting research. Accounting, Organizations and Society, 68–69.
- Tucker, B. P., & Tilt, C. A. (2019). Ideal research culture in accounting faculties. Critical Perspectives on Accounting, 64.
Disciplinas Eletivas
Ementa
A disciplina foca em um conjunto de estudos com o objetivo de descrever, analisar e compreender as organizações em seu sistema estrutural e contexto ambiental. As organizações enfrentam atualmente desafios múltiplos e complexos, como crescimento, internacionalização, eficiência de processos, reposicionamento de produtos e serviços, reputação e legitimidade.
O conhecimento em administração é interdisciplinar, envolvendo áreas como economia, sociologia, antropologia, história e biologia. A disciplina busca integrar essas abordagens para compreender as organizações em sua totalidade e refletir sobre o desenvolvimento de estruturas organizacionais que incentivem a inovação e o crescimento sustentável.
Serão exploradas as transformações históricas no design organizacional, como a divisionalização no início do século XX e a adoção recente de redes colaborativas, descentralização e accountability. O curso enfatiza que a arquitetura organizacional é um processo contínuo, pressionado por clientes, concorrência, tecnologia e mudanças regulatórias, e propõe a reflexão crítica sobre a estruturação das organizações contemporâneas.
Bibliografia
- FREEMAN, Edward R. Strategic management: a stakeholder approach. Cambridge University Press, 2010.
- HATCH, Mary Jo. Organization theory. 2. ed. New York: Oxford, 2006.
- MINTZBERG, Henry. Criando organizações eficazes: estruturas em cinco configurações. São Paulo: Atlas, 2015.
- MINTZBERG, Henry et al. O processo da Estratégia: conceitos, contextos e casos selecionados. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.
- MORGAN, Gareth. Imagens da organização. São Paulo: Atlas, 2006.
- ROBERTS, John. The modern firm: organizational design for performance and growth. New York: Oxford University Press, 2007.
- FORD, Martin. The rise of the robots: Technology and the threat of mass unemployment. London: Oneworld, 2015.
- RIES, Eric. The lean startup. New York: Crow Business, 2011.
Bibliografia Complementar (seleção):
- ANDRADE, A.; ROSSETI, J. P. Governança Corporativa. Atlas, 2004.
- BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 1977.
- CHANDLER, A. D. Strategy and Structure. MIT Press, 1962.
- CLEGG, S. R.; HARDY, C.; NORD, W. R. Handbook de estudos organizacionais (Vol. 1 a 3). São Paulo: Atlas.
- DAFT, R. L. Organizações: teorias e projeto. Cengage Learning, 2008.
- MINTZBERG, H. Safari de estratégia. Porto Alegre: Bookman, 2000.
- PORTER, M. Estratégia competitiva. Rio de Janeiro: Campus, 2005.
- WEBER, M. et al. Sociologia da burocracia. Rio de Janeiro: Zahar, 1966.
- YIN, R. K. Estudo de caso: planejamento e métodos. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2001.
Ementa
A disciplina estuda os fundamentos que servem de base ao campo das finanças, iniciando com a aplicação da matemática financeira na resolução de problemas e avançando para a análise de investimentos e o papel da função financeira nas empresas. São examinadas as interações entre empresas, investidores e gestores no contexto dos sistemas financeiros nacional e internacional. Ao longo do curso, os conteúdos teóricos são integrados com aplicações práticas, permitindo ao aluno desenvolver uma compreensão crítica e aprofundada da função financeira e seus desdobramentos estratégicos.
Bibliografia
- Ross, S. A.; Westerfield, R. W.; Jaffe, J. F.; Lamb, R. Administração Financeira. Porto Alegre: AMGH, 2015.
Complementar:
- Brigham, E. F.; Ehrhardt, M. C. Administração Financeira: Teoria e Prática. São Paulo: Cengage Learning.
- Gitman, L. J.; Zutter, C. J. Princípios de Administração Financeira. São Paulo: Pearson.
Bibliografia Extra (artigos e mídia especializada):
- The Economist – “Active fund managers hold fewer and fewer stocks.” (10 mar. 2018). Disponível em: https://www.economist.com
- Wall Street Journal – “How Index Funds Democratize Investing.” (08 jan. 2017). Disponível em: https://www.wsj.com
- Wall Street Journal – “The Father of Portfolio Theory on the Crisis.” (03 nov. 2008). Disponível em: https://www.wsj.com
Ementa
Esta disciplina busca capacitar os alunos de mestrado no desenvolvimento de modelos de regressão para aplicação em pesquisas de natureza empírica nas áreas de finanças, economia e contabilidade.
Bibliografia
- ANGRIST, J. D.; PISCHKE, J.-S. Mostly Harmless Econometrics. Princeton University Press, 2009.
- FABOZZI, F. J. et al. The Basics of Financial Econometrics. John Wiley & Sons, 2014.
- FÁVERO, L. P. F.; BELFIORE, P. Manual de Análise de Dados: Estatística e Machine Learning com Excel®, SPSS®, Stata®, R® e Python®. Gen, 2024.
- SCOTT, C. Causal Inference: The Mixtape. Yale University Press, 2021.
- SCHIOZER, R. F.; MOURAD, F. A.; MARTINS, T. C. A tutorial on the use of difference-in-differences in management, finance and accounting. Revista de Administração Contemporânea – RAC, v. 25, n. 1, 2021.
- WOOLDRIDGE, J. M. Introdução à econometria: uma abordagem moderna. São Paulo: CENGAGE Learning, 2018.
Bibliografia Complementar:
- ALEXANDRIDIS, G.; ANTYPAS, N.; TRAVLOS, N. Value creation from M&As: New evidence. Journal of Corporate Finance, v. 45, p. 632–650, 2017.
- BARROS, L. A. B. C. et al. Endogeneity in panel data regressions: methodological guidance for corporate finance researchers. Revista Brasileira de Gestão de Negócios, v. 22, Special Issue, p. 437-461, 2020.BENNEDSEN, M.; PEREZ-GONZALES, F.; WOLFENZON, D. Do CEOs matter? Evidence from hospitalization events. The Journal of Finance, v. 75, n. 4, 2020.
- COLOMBO, J. A.; CALDEIRA, J. F. The role of taxes and the interdependence among corporate financial policies. Journal of Corporate Finance, v. 50, p. 402–423, 2018.
- GHOSH, C. et al. CEO tournament incentives and corporate debt contracting. Journal of Corporate Finance, v. 78, 2023.
- GRIESER, W. D.; HADLOCK, C. J. Panel-data estimation in finance: testable assumptions and parameter (in)consistency. Journal of Financial and Quantitative Analysis, v. 54, p. 1–29, 2019.
- LEMMON, M. L.; ROBERTS, M. R.; ZENDER, J. F. Back to the beginning: persistence and the cross-section of corporate capital structure. The Journal of Finance, v. 63, n. 4, p. 1575–1608, 2008.
- MAIN, K. T.; SILVA, V. A. B. Relações entre características dos CEOs e as decisões de fusões e aquisições realizadas por empresas brasileiras. Brazilian Business Review, v. 18, p. 371, 2021.
- MALMENDIER, U.; TATE, G. Superstar CEOs. Quarterly Journal of Economics, v. 124, n. 4, p. 1593–1638, 2009.
- MARCOLINO, L. T. C.; SILVA, V. A. B. Origem e fama do CEO no desempenho das empresas e na percepção do mercado. Revista Contabilidade & Finanças – USP, v. 33, n. 90, e1523, 2022.
- PEREIRA, J. A. C. M.; SAITO, R. How banks respond to central bank supervision: evidence from Brazil. Journal of Financial Stability, v. 19, p. 22–30, 2015.
- SCHOENHERR, D.; STARMANS, J. When should bankruptcy law be creditor- or debtor-friendly? The Journal of Finance, v. 77, n. 5, 2022.
Ementa
Estudo de conceitos fundamentais de finanças corporativas, com foco nos modelos de precificação de ativos, hipótese de mercados eficientes, estrutura de capital, política de dividendos, capital de giro líquido e fusões e aquisições. A disciplina prepara os alunos para compreender e investigar os aspectos financeiros das empresas, abordando teoria e aplicações práticas.
Bibliografia
- Ross, S. A.; Westerfield, R. W.; Jaffe, J. F. Administração Financeira. Porto Alegre: AMGH, 2015.
Complementar:
- Copeland, T. E.; Weston, J. F.; Shastri, K. Financial Theory and Corporate Policy. Boston: Pearson/Addison Wesley, 2003.
- Brigham, E. F.; Ehrhardt, M. C. Administração Financeira: Teoria e Prática. São Paulo: Cengage Learning, 2017.
Extra (artigos e estudos científicos):
- Alexandridis, G. et al. (2017). Value creation from M&As: new evidence. Journal of Corporate Finance, 45, 632–650.
- Boubakri, N.; Ghouma, H. (2010). Control/ownership and cost of debt financing. Journal of Banking & Finance, 34(10), 2481–2499.
- Bortolon, P. M.; Silva Jr., A. (2015). Fechamento de capital na BM&FBOVESPA. RCF, 26(68), 140–153.
- Camargos, M. A.; Barbosa, F. V. (2009). Fusões e aquisições brasileiras. RAE, 49(2), 206–220.
- Cao, F. et al. (2018). Trade credit financing and stock crash risk. JIFMA, 29(1), 30–56.
- Cheung, A. et al. (2018). Responsabilidade social e dividendos. Accounting and Finance, 58(3), 787–816.
- Forti, C. A. B. et al. (2015). Determinantes do pagamento de dividendos. RCF, 26(68), 167–180.
- Gonçalves, A. B. et al. (2018). Trade credit and market power. Journal of Corporate Finance, 49, 308–323.
- Kayo, E. K. et al. (2018). Estrutura de capital em empresas familiares. RAC, 22(1), 92–114.
- Matsumoto, G. S. et al. (2018). Eventos e emissão de debêntures. Revista Brasileira de Finanças, 16(3), 493–520.
- Nisiyama, E. K.; Nakamura, W. T. (2018). Diversidade no conselho e estrutura de capital. RAE, 58(6), 551–563.
- Oliveira, B. C.; Kayo, E. K. (2015). Performance pós-IPO de empresas brasileiras. Revista de Gestão, 22(2), 173–186.
- Oliveira, F. N.; Pinto, R. F. (2016). Bond spread e CDS na Petrobras. RCF, 27(71), 185–201.
- Racicot, F.; Rentz, W. (2016). Testando o modelo de Fama-French. Applied Economics Letters, 23(6), 444–448.
- Tarantin Jr., W.; Valle, M. R. (2015). Estrutura de capital nas companhias abertas. RCF, 26(69), 331–344.
- Wonder, N. X. (2018). Dividendos em aquisições corporativas. Banking and Finance Review, 10(1), 35–60.
- Zhang, X.; Zhou, S. (2018). Bond covenants and institutional blockholding. Journal of Banking and Finance, 96(3), 136–152.
Ementa
A disciplina tem como objetivo introduzir os alunos do Mestrado Profissional em Administração da FECAP aos métodos qualitativos de pesquisa. Através de técnicas didáticas, interativas e aplicadas, o curso apresenta os principais métodos qualitativos utilizados na área de Administração. Os alunos aprenderão a formular uma pergunta de pesquisa, desenvolver roteiros de entrevistas, coletar e analisar dados qualitativos para investigar temas relevantes em política pública ou ciência organizacional. O curso inclui ainda a realização de um estudo piloto e seminários temáticos conduzidos pelos próprios estudantes.
Bibliografia
- Godoy, A. S. (2005). Refletindo sobre os critérios de qualidade da pesquisa qualitativa. Revista Eletrônica de Gestão Organizacional, 3(2), 80–89.
- Eisenhardt, K.; Graebner, M. E. (2007). Theory building from cases: Opportunities and challenges. Academy of Management Journal, 50(1), 25–32.
- Mayring, P. (2000). Qualitative content analysis. Forum: Qualitative Social Research, 1(2).
Complementar:
- Burrell, G.; Morgan, G. (1979). Sociological Paradigms and Organisational Analysis. London: Heinemann.
- Saccol, A. Z. (2009). Um retorno ao básico: Compreendendo os paradigmas de pesquisa e sua aplicação na pesquisa em administração. Rev. Adm. UFSM, 2(2), 250–269.
- Mozzato, A. R.; Grzybovski, D.; Teixeira, A. N. (2016). Análises qualitativas nos estudos organizacionais: As vantagens no uso do software NVivo. Revista Alcance, 23(4), 578–587.
Leituras adicionais:
- Bezerra, G. (2020). Formação de um ecossistema ambidestro em uma organização tradicional. Dissertação de Mestrado. FECAP.
- Buaride, A. (2020). Barreiras ao empreendedorismo por mulheres. Dissertação de Mestrado. FECAP.
- Byrne, J.; Fattoum, S.; Thébaud, S. (2019). A suitable boy? Gendered roles and hierarchies in family business succession. European Management Review, 16, 579–596.
- Collier, D. (2011). Understanding Process Tracing. Political Science and Politics, 44(4), 823–830.
- Fisher, E. R.; Partin, K. M. (2014). The Challenges for Scientists in Avoiding Plagiarism. Accountability in Research, 21, 353–365.
- Krokoscz, M. (2021). Autoria e plágio: Um guia para estudantes, professores, pesquisadores e editores. São Paulo: Amazon.
- Meyrick, J. (2006). What is Good Qualitative Research? Journal of Health Psychology, 11(5), 799–808.
- Mitchell, T. R. (2011). Qualitative Research in Management: A Decade of Progress. Journal of Management Studies, 48(8), 1867–1891.
- Sandelowski, M. (1998). Writing A Good Read: Strategies for Re-Presenting Qualitative Data. Research in Nursing & Health, 21, 375–382.
- Taquette, S. R.; Minayo, M. C. (2015). An analysis of articles on qualitative studies conducted by doctors published in scientific journals in Brazil. Physis, 27(2), 357–374.
- Turner, D. W. (2011). Qualitative Interview Design. The Qualitative Report, 15(3), 754–760.
- Veloso, A.; Rocha, R.; Falcão, P. R. (2020). Children's food well-being: Influence of parents and school. EMAC – European Marketing Academy.
Ementa
Discutir as principais correntes teóricas da estratégia e da vantagem competitiva. Proporcionar aos alunos uma visão crítica sobre a estratégia e sua influência no desempenho organizacional. Discutir temas atuais em relação à competitividade das empresas, relacionando teoria e prática profissional, com base em diferentes modelos estratégicos.
Bibliografia
Bibliografia Básica:
- BARNEY, J. B.; HESTERLY, W. S. Administração Estratégica e Vantagem Competitiva. São Paulo: Pearson, 2008.
- HITT, M. A.; IRELAND, R. D.; HOSKISSON, R. E. Administração Estratégica: competitividade e globalização. 2. ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2008.
- PORTER, M. E. Vantagem Competitiva: criando e sustentando um desempenho superior. Rio de Janeiro: Campus, 1992.
- BARNEY, J. Firm resources and sustained competitive advantage. Journal of Management, v. 7, n. 1, p. 99–120, 1991.
- GEORGE, B.; WALKER, R. M.; MONSTER, J. Does strategic planning improve organizational performance? A meta‐analysis. Public Administration Review, v. 79, n. 6, p. 810–819, 2019.
Bibliografia Complementar:
- BARNEY, J. B.; KETCHEN, D. J.; WRIGHT, M. Resource-based theory and the value creation framework. Journal of Management, v. 47, n. 7, p. 1936–1955, 2021.
- BIGELOW, L. S.; BARNEY, J. B. What can strategy learn from the business model approach? Journal of Management Studies, v. 58, n. 2, p. 528–539, 2021.
- COLLIS, D. J.; KUKSTAD, M. Can you say what your strategy is? Harvard Business Review, abr. 2008.
- DYER, J.; SINGH, H. The relational view: cooperative strategy and sources of interorganizational competitive advantage. Academy of Management Review, v. 23, n. 4, p. 660–679, 1998.
- EISENHARDT, K.; MARTIN, J. Dynamic capabilities: what are they? Strategic Management Journal, v. 21, n. 10/11, p. 1105–1121, 2000.
- HAMEL, G.; PRAHALAD, C. K. Competindo pelo Futuro. Rio de Janeiro: Campus, 1995.
- HARRISON, J. S. Administração Estratégica de Recursos e Relacionamentos. Porto Alegre: Bookman, 2005.
- JARZABKOWSKI, P.; KAVAS, M.; KRULL, E. It’s practice. But is it strategy? Reinvigorating strategy-as-practice by rethinking consequentiality. Organization Theory, v. 2, n. 3, 2021.
- KIM, W. C.; MAUBORGNE, R. A estratégia do oceano azul. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
- MARCH, J.; SUTTON, R. Organizational performance as a dependent variable. Organization Science, v. 8, n. 6, p. 698–706, 1997.
- PETERAF, M. A. The cornerstones of competitive advantage: a resource base view. Strategic Management Journal, v. 14, p. 179–191, 1993.
- PORTER, M. E. Estratégia Competitiva: técnicas para a análise de indústrias e da concorrência. Rio de Janeiro: Campus, 1986.
- PORTER, M. E. The five competitive forces that shape strategy. Harvard Business Review, jan. 2008, p. 1–18.
- PORTER, M. E. What is strategy? Harvard Business Review, nov.–dez., p. 61–78, 1996.
- STONEHOUSE, G.; SNOWDON, B. Competitive advantage revisited: Michael Porter on strategy and competitiveness. Journal of Management Inquiry, v. 16, p. 256–273, 2007.
- STONER, J. A. F.; FREEMAN, R. E. Administração. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
- TEECE, D.; PISANO, G.; SCHUEN, A. Dynamic capabilities and strategic management. Strategic Management Journal, v. 18, n. 7, p. 509–533, 1997.
- WERNERFELT, B. A resource-based view of the firm. Strategic Management Journal, v. 5, p. 171–180, 1984.
- WHITTINGTON, R. Strategy as practice. Long Range Planning, v. 29, n. 5, p. 731–735, 1996.
- WOLF, C.; FLOYD, S. W. Strategic planning research: toward a theory-driven agenda. Journal of Management, v. 43, n. 6, p. 1754–1788, 2017.
Disciplinas Optativas
Ementa
Esta disciplina busca capacitar os alunos a utilizar métodos estatísticos para análise de séries temporais. O curso aborda técnicas de alisamento exponencial, previsão e modelagem da volatilidade, com ênfase em aplicações práticas em dados financeiros e econômicos.
Bibliografia
- BUENO, R. L. S. Econometria de Séries Temporais. 2. ed. São Paulo: CENGAGE Learning, 2011.
- ENDERS, W. Applied Econometric Time Series. 4. ed. New York: Wiley, 2014.
- HUANG, C.; PETUKHINA, C. Applied Time Series Analysis and Forecasting with Python. Springer, 2023.
- MORETTIN, P. A.; TOLOI, C. M. C. Análise de Séries Temporais: Modelos Lineares Univariados. São Paulo: Edgard Blucher, 2018.
- SILVA, G. R. Introdução às Séries Temporais. São Paulo: Editora Mackenzie, 2024.
- TSAY, R. S. Analysis of Financial Time Series. 3. ed. New York: Wiley, 2010.
Bibliografia Complementar:
- BAKER, S. R.; BLOOM, N.; DAVIS, S. J. Measuring economic policy uncertainty. The Quarterly Journal of Economics, v. 131, n. 4, p. 1593–1636, 2016.
- BROOKS, C. Introductory Econometrics for Finance. 4. ed. Cambridge: Cambridge University Press, 2019.
- CAPITANI, D. H. D.; GAIO, L. E. Conectividades dinâmicas e transbordamento de volatilidade entre os mercados agrícolas brasileiros após a pandemia da Covid-19. Estudos Econômicos, v. 54, n. 4, 2024.
- DUARTE, G. V.; OZAKI, V. A. Modeling multivariate time series with copulas: implications for pricing revenue insurance. Revista Brasileira de Economia, v. 77, n. 2, 2023.
- MARÇAL, E. F.; MATTOS, E. A time series analysis of household income inequality in Brazil 1977 to 2013. Revista Brasileira de Economia, v. 73, n. 4, 2019.
- NGUYEN, N. H.; PHAN, H. V. Policy uncertainty and mergers and acquisitions. The Journal of Financial and Quantitative Analysis, v. 52, n. 2, p. 613–644, 2017.
Ementa
Controle interno, Compliance, riscos, incerteza, fraudes, conluio. Teorias e sua relação com controle interno, Compliance, riscos e incertezas. Administração, áreas da empresa, gestores e auditoria externa: papéis no controle interno, no Compliance e na gestão de riscos. Controle interno, Compliance e gestão de riscos em atividades reguladas e não reguladas. Compliance e gestão de riscos no setor governamental. Control (and risk) self assessment.
Bibliografia
Bibliografia Básica:
- COMMITTEE OF SPONSORING ORGANIZATIONS OF THE TREADWAY COMMISSION (COSO). Enterprise Risk Management: Integrating Framework. PWC, 2007.
- COSO. Internal Control – Integrated Framework. PWC, 2013.
- COSO. Enterprise Risk Management: Integrating with Strategy and Performance. PWC, 2017.
- PADOVEZE, C. L.; BERTOLUCCI, R. G. Gerenciamento do risco corporativo em controladoria: enterprise risk management (ERM). 2. ed. São Paulo: Atlas, 2013.
Bibliografia Complementar (livros e artigos):
- BARTON, T. L.; MACARTHUR, J. B. A need for a challenge culture in enterprise risk management. Journal of Business & Accounting, v. 8, n. 1, p. 117–126, 2015.
- CAMPOS, A. C.; CAMACHO, D. T. Regulação econômica do setor petrolífero no Brasil. Revista de Administração da UFSM, v. 7, n. 3, p. 422–441, 2014.
- DICKINS, D.; O’HARA, M.; REISCH, J. Frameworks for establishing and evaluating internal controls. Journal of Case Research in Business and Economics, v. 3, 2011.
- FERREIRA, M. L.; PELEIAS, I. R.; PARISI, C. Evidências do isomorfismo na gestão de riscos operacionais. Contabilidade Vista & Revista, v. 32, n. 1, p. 6–40, 2021.
- IMONIANA, J. O. et al. Medição de desempenho de auditoria interna. Revista Universo Contábil, v. 10, n. 3, p. 65–93, 2014.
- KANAGARETNAM, K. et al. National culture and internal control material weaknesses. Journal of Accounting, Auditing & Finance, v. 31, n. 1, p. 28–50, 2016.
- LÉLIS, D. L. M.; PINHEIRO, L. E. T. Percepção sobre práticas de auditoria interna. Revista Contabilidade & Finanças – USP, v. 23, n. 60, p. 212–222, 2012.
- MAGUIRE, K. A. Best practices for nonprofits' internal control self-assessment. Advances in Management and Applied Economics, v. 4, n. 1, p. 41, 2014.
- MIRANDA, L. B. S. et al. Gestão de riscos de contratos da terceirização no setor público. Contabilidade Vista & Revista, v. 30, n. 2, p. 143–170, 2019.
- PELEIAS, I. R. et al. Environmental risk management in the Cubatão Industrial Hub. Advances in Scientific and Applied Accounting, v. 10, n. 3, p. 247–266, 2017.
- PINHEIRO, I. C. B. et al. Regulação econômico-financeira e financiamento de operadoras de planos de saúde. Revista Universo Contábil, v. 11, n. 2, p. 108–127, 2015.
- SILVA, D. A. S. et al. Gestão de riscos no setor público: revisão bibliométrica. Revista do Serviço Público, v. 72, n. 4, p. 824–854, 2021.
- WEISS, D. Internal controls in family-owned firms. European Accounting Review, v. 23, n. 3, p. 463–482, 2014.
Ementa
Nas últimas décadas, o número de pesquisas acadêmicas e práticas empresariais na área de stakeholders e responsabilidade social se expandiu no contexto da administração de empresas. Diante das incertezas quanto às condições que favorecem ou dificultam os retornos de práticas relacionadas à gestão de stakeholders e investimentos socioambientais, o curso enfoca abordagens estratégicas que gerem, simultaneamente, benefícios para empresas e stakeholders — situações conhecidas como ganha-ganha.
Bibliografia
Bibliografia Básica:
- ROCHA, T.; GOLDSCHMIDT, A. (Coords.). Gestão dos Stakeholders: como gerenciar o relacionamento e a comunicação entre a empresa e seus públicos de interesse. São Paulo: Saraiva, 2010.
- ASHLEY, P. A.; QUEIROZ, A. et al. Ética e responsabilidade social nos negócios. São Paulo: Saraiva, 2010.
Bibliografia Complementar:
- TINOCO, J. E. P. Balanço Social e o Relatório da Sustentabilidade. São Paulo: Atlas, 2010.
- KRUGLIANSKAS, I.; PINSKY, V. C. (Orgs.). Gestão Estratégica da Sustentabilidade – Experiências Brasileiras. Rio de Janeiro: Alta Books, 2018.
Bibliografia Extra (artigos científicos recentes):
- AGUINIS, H.; RUPP, D. E.; GLAVAS, A. Corporate social responsibility and individual behaviour. Nature Human Behaviour, v. 8, n. 2, p. 219–227, 2024.
- BACQ, S.; AGUILERA, R. V. Stakeholder governance for responsible innovation. Journal of Management Studies, v. 59, n. 1, p. 29–60, 2022.
- BARAKAT, S. R.; BOAVENTURA, J. M. G.; GABRIEL, M. L. D. S. Organizational capabilities and value creation for stakeholders. Management Decision, v. 60, n. 8, p. 2311–2330, 2022.
- BRIDOUX, F.; STOELHORST, J. W. Stakeholder theory, strategy, and organization. Strategic Organization, v. 20, n. 4, p. 797–809, 2022.
- FREEMAN, R. E.; HARRISON, J. S.; WICKS, A. C. Stakeholder Theory: The State of the Art. New York: Cambridge University Press, 2010.
- FREUDENREICH, B.; LÜDEKE-FREUND, F.; SCHALTEGGER, S. A stakeholder theory perspective on business models. Journal of Business Ethics, v. 166, p. 3–18, 2020.
- GUALANDRIS, J. et al. Unchaining supply chains: Transformative leaps toward regenerating social–ecological systems. Journal of Supply Chain Management, v. 60, n. 1, p. 53–67, 2024.
- MAHAJAN, R. et al. Stakeholder theory. Journal of Business Research, v. 166, art. 114104, 2023.
PORTER, M. E.; KRAMER, M. R. Creating shared value. Harvard Business Review, Jan.–Feb., p. 1–17, 2011. - STOELHORST, J. W. Value, rent, and profit: A stakeholder resource‐based theory. Strategic Management Journal, v. 44, n. 6, p. 1488–1513, 2023.
Ementa
Estudo teórico e aplicado dos principais mecanismos e práticas de governança corporativa, com ênfase em seus fundamentos, evolução histórica, marcos regulatórios, estrutura organizacional, papéis dos agentes envolvidos, aspectos éticos e dilemas contemporâneos. Discussão crítica sobre boas e más práticas e suas implicações para a criação de valor e sustentabilidade organizacional.
Bibliografia
- SILVEIRA, Alexandre Di Miceli da. Governança corporativa no Brasil e no mundo – teoria e prática. Rio de Janeiro: Campus Elsevier, 2015.
Complementar (livros):
- SILVEIRA, Alexandre Di Miceli da. Governança corporativa e estrutura de propriedade: determinantes e relação com o desempenho das empresas no Brasil. São Paulo: Saint Paul Institute of Finance, 2006.
- FONTES FILHO, Joaquim Rubens; LEAL, Ricardo Pereira Câmara; SILVEIRA, Alexandre Di Miceli da (Orgs.). Governança corporativa e criação de valor. São Paulo: Saint Paul, 2014.
Extra (artigos e publicações):
- SILVEIRA, A. D. M. (2014). Governança Corporativa: O Essencial para Líderes. 1ª ed. Campus Elsevier.
- TRICKER, B. (2019). Corporate Governance: Principles, Policies, and Practices. 4ª ed. Oxford University Press.
- MORCK, R. (ed.). (2006). A History of Corporate Governance Around the World. University of Chicago Press.
- STOUT, L. A. (2012). The Shareholder Value Myth. Berrett-Koehler Publishers.
- MCLEAN, B.; ELKIND, P. (2004). The Smartest Guys in the Room – Enron. Penguin Books.
- GRAHAM, J. R.; HARVEY, C. R.; POPADAK, J. A.; RAJGOPAL, S. (2017). Corporate Culture: Evidence from the Field.
- JENSEN, M.; MECKLING, W. (1976). Theory of the Firm: Managerial Behavior, Agency Costs and Ownership Structure. Journal of Financial Economics, 3: 305-360.
- OCDE. (2009). Practical Guide to Corporate Governance: Experiences from the Latin American Companies Circle. Disponível em http://www.oecd.org/daf/ca/corporategovernanceprinciples/43653171.pdf
Ementa
A disciplina apresenta os fundamentos econômicos da intermediação financeira, da organização do sistema financeiro e suas consequências sobre a economia real. Os tópicos incluem as teorias para a existência de bancos, a relação entre finanças e desenvolvimento econômico, crises financeiras, o papel do crédito, novas tecnologias, inclusão financeira, entre outros. Serão examinados eventos históricos e atuais que influenciam a indústria bancária, com ênfase em políticas públicas e mudanças regulatórias.
Bibliografia
- Freixas, X.; Rochet, J. C. (2008). Microeconomics of Banking. MIT Press.
- Saunders, A. (2000). Administração de Instituições Financeiras. Tradução: Antonio Zoratto Sanvicente. São Paulo: Atlas.
Complementar:
- Hastings, D. F. (2006). Banking: Gestão de Ativos, Passivos e Resultados em Instituições Financeiras. São Paulo: Saraiva.
Bibliografia Extra (artigos e relatórios):
- Bao, W. et al. (2024). Financial technology innovation and bank risk management. Financial Engineering and Risk Management, 7(2), 82–88.
- Granja, J., Leuz, C., Rajan, R. G. (2022). Distant lending and credit cycles. The Journal of Finance, 77(2), 1259–1324.
- Agarwal, S.; Ben-David, I. (2018). Loan prospecting and soft information. Journal of Financial Economics, 129(3), 608–628.
- Allen, F. et al. (2019). Understanding informal financing. Journal of Financial Intermediation, 39, 19–33.
- Anginer, D. et al. (2018). Bank capital and systemic stability. Journal of Financial Stability, 37, 97–106.
- Ben Naceur, S. et al. (2018). Basel III and bank-lending. Journal of Financial Stability, 39, 1–27.
- Bülbül, D. et al. (2019). Credit risk management practices. Journal of Financial Stability, 40, 1–14.
- Francis, B. et al. (2019). Stakeholder management and bank contracting. Journal of Business Ethics, 158.
- Grohmann, A. et al. (2018). Financial literacy and inclusion. World Development, 111, 84–96.
- Kendall, J. (2017). Fintech Companies and banking options. Harvard Business Review.
- Khan, M. et al. (2017). Liquidity and bank risk taking. Journal of Banking & Finance, 82, 203–216.
- Mayordomo, S. et al. (2019). Capital requirements and firm performance. Journal of Financial Intermediation.
- Mishkin, F.; Eakins, S. (2017). Financial Markets and Institutions. Pearson, 8ª ed.
- Saunders, A.; Cornett, M. (2018). Financial Markets and Institutions. McGraw-Hill Irwin, 7ª ed.
- Schiozer, R.; Vilar, O. (2017). Crédito com garantia. GV Executivo, 16(3).
- Stulz, R. (2015). Risk-Taking and Risk Management by Banks. Journal of Applied Corporate Finance, 27(1).
Relatórios Técnicos:
- Banco Central do Brasil – Relatório de Estabilidade Financeira
- Banco Central do Brasil – Relatório de Economia Bancária
- Banco Mundial – The Global Findex Database
- FMI – Global Financial Stability Report, Global Economic Outlook, Special Series on COVID-19
Ementa
Avaliação de empresas. Fluxo de caixa descontado. Avaliação por múltiplos. FCFF. FCFE.
Bibliografia Básica:
- SERRA, R. G.; SERRA, M. W. Valuation: guia fundamental e modelagem em Excel. São Paulo: Atlas, 2019.
Bibliografia Complementar:
- COPELAND, T.; KOLLER, T.; MURRIN, J. Avaliação de empresas – Valuation: calculando e gerenciando o valor das empresas. São Paulo: Makron Books, 2002.
Bibliografia Extra (artigos e working papers):
- CAMPOS, A. L.; JUCÁ, M. N.; NAKAMURA, W. Como gestores brasileiros tomam suas decisões de custo de capital? Revista BASE, 13(4), 309–330, 2016.
- FERNANDEZ, P.; BILAN, A. 119 Common Errors in Company Valuations. SSRN Working Paper, 2019. Disponível em: https://ssrn.com/abstract=1025424
- SERRA, R. G. Determinação da taxa de crescimento na perpetuidade em avaliação de empresas. Revista de Finanças Aplicadas, 1(1), 1–20, 2013.
- ODED, J.; MICHEL, A. Reconciling DCF Valuation Methodologies. Journal of Applied Corporate Finance, 17(2), 21–32, 2007.
- KIM, M.; RITTER, J. Valuing IPOs. Journal of Financial Economics, 53(3), 409–437, 1999.
- LIE, E.; LIE, H. J. Multiples Used to Estimate Corporate Value. Financial Analysts Journal, 58(2), 44–54, 2002.
- SERRA, R. G. Reconciling FCFF and FCFE in Nominal and Real Models. SSRN Working Paper, 2018. Disponível em: https://ssrn.com/abstract=3244133
- FERNANDEZ, P. Valuation Using Multiples. SSRN Working Paper, 2013. Disponível em: https://ssrn.com/abstract=274972
- PENMAN, S.; REGGIANI, F. Fundamentals of Value vs. Growth Investing. Financial Analysts Journal, 74(4), 103–119, 2018.
- SERRA, R. G.; FÁVERO, L. P. Multiples Valuation: Cross-Border Comparable Firms. Emerging Markets Finance and Trade, 54(9), 1973–1992, 2018.
- WALKSHAUSL, C.; LOBE, S. The Enterprise Multiple Investment Strategy. Journal of Financial and Quantitative Analysis, 50(4), 81–800, 2015.
- COPLAND, T.; TUFANO, P. A Real-World Way to Manage Real Options. Harvard Business Review, Mar. 2004.
- TRIGEORGIS, L. Opções reais e flexibilidade financeira. Revista de Administração de Empresas, 47(3), 95–120, 2007.
- ALEXANDRIDIS, G.; ANTYPAS, N.; TRAVLOS, N. Value Creation from M&As. Journal of Corporate Finance, 45, 632–650, 2017.
- SERRA, R. G. Determinação do valor residual da Natura. Revista Ciências Administrativas, 24(1), 1–15, 2018.
- FUKUZAWA, R. J.; SERRA, R. G. Avaliação da Hering S.A. Administração: Ensino e Pesquisa, 18(2), 381–420, 2017.
Ementa
Como sabemos, o empreendedorismo é um dos temas mais discutidos – e também um dos mais importantes – da economia e da sociedade contemporâneas. Muitas pessoas desejam empreender, e o empreendedorismo é uma das essências para utilizar o potencial de um país e do indivíduo. Neste curso, pretendemos não apenas discutir teorias sobre o tema, mas também observar sua realidade. Ao longo das aulas, debateremos os temas mais relevantes relacionados ao empreendedorismo e também praticaremos com exercícios, estudos de caso e dinâmicas. Será, portanto, um curso centrado no estudante.
Durante o curso, os alunos desenvolverão habilidades para avaliar, refinar e apresentar uma ideia de produto ou serviço, como um negócio startup (digital ou social – ou ambos).
Este curso discute dois temas distintos, embora interconectados: empreendedorismo digital e empreendedorismo social.
A Revolução Digital trouxe uma ampla adoção de ferramentas tecnológicas, gerando mudanças imprevisíveis e inúmeras oportunidades. Nesse contexto, o empreendedorismo pode ser descrito como um processo de criação de novas oportunidades por meio da quebra do equilíbrio anterior e da adoção de mudanças. O empreendedorismo digital, por sua vez, ocorre na interseção do mundo físico e digital e possui três diferenças principais em relação aos negócios tradicionais: (i) foco em inovações tecnológicas, (ii) processos que ocorrem digitalmente e (iii) modelos de negócios que exploram oportunidades da tecnologia digital. Além disso, apresenta características como: resultados fluidos, processos flexíveis, recursos não limitados, forte relevância do networking e maior tolerância ao risco.
Paralelamente às mudanças digitais, vivemos em um mundo com profundas contradições e desafios socioambientais. Milhões morrem precocemente por violência, a floresta amazônica é destruída, espécies entram em extinção, as reservas de água doce estão sendo esgotadas e o aquecimento global se intensifica. Diante desses problemas, o empreendedorismo social surge como o processo pelo qual cidadãos criam ou transformam organizações para propor soluções para questões coletivas.
Bibliografia
Bibliografia obrigatória e complementar (em inglês e português):
- Acs, Z.J. and Audretsch, D.B. (2005). Entrepreneurship, innovation and technological change. Foundations and Trends in Entrepreneurship, 1(4), 1–65.
- Acs, Z.J. and Storey, D.J. (2004). Entrepreneurship and economic development. Regional Studies, 38(8), 871–877.
- Anderson, N., Potočnik, K., & Zhou, J. (2014). Innovation and creativity in organizations. Journal of Management, 40(5), 1297–1333.
- Barbero, E. R.; Motta, A. M. (2022). Gestão da inovação, design thinking e economia criativa. Editora Senac.
- Baron, R. (1998). Cognitive mechanisms in entrepreneurship. Journal of Business Venturing, 13(4), 275–294.
- Chandna, V. (2022). Social entrepreneurship and digital platforms. Business Horizons, 65(1), 21–31.
- Henfridsson, O. et al. (2018). Recombination in the open-ended value landscape of digital innovation. Information & Organization, 28(2), 89–100.
- Kuratko, D.F. (2005). The emergence of entrepreneurship education. Entrepreneurship Theory and Practice, 29(5), 577–597.
- Nylén, D.; Holmström, J. (2015). Digital innovation strategy. Business Horizons, 58(1), 57–67.
- Sarasvathy, S. D. (2001). Causation and Effectuation. Academy of Management Review.
- Schwartz, S. (2012). An Overview of the Schwartz Theory of Basic Values.
Ementa
A disciplina parte de perguntas abertas e essenciais para criar e liderar organizações éticas e bem-sucedidas no século XXI, como: Quais os grandes desafios da atualidade? Que tipo de liderança precisamos para enfrentá-los? Qual a verdadeira natureza humana? Como promover organizações centradas em propósito e valores? Como pensar ética e sustentabilidade como pilares estratégicos? A proposta é formar líderes preparados para os desafios contemporâneos, por meio de uma abordagem multidisciplinar, abrangente e baseada em debates sobre livros e autores de referência internacional.
Bibliografia
- Silveira, A. D. M. (2021). “Pílulas de Liderança: 10 Leituras Essenciais para Construir Organizações de Excelência no Século XXI - Volume 1”. Virtuous Company. 344 p. Disponível em https://www.amazon.com.br/P%C3%ADlulas-Lideran%C3%A7a-Essenciais-Organiza%C3%A7%C3%B5esExcel%C3%AAncia-ebook/dp/B09MZQKMCB
- Silveira, A. D. M. (2022). “Pílulas de Liderança: 10 Leituras Essenciais para Construir Organizações de Excelência no Século XXI - Volume 2”. Virtuous Company. 412p. Disponível em https://www.amazon.com.br/gp/product/B0BPSR445P/ref=dbs_a_def_rwt_hsch_vapi_tkin_p1_i3
Bibliografia Recomendada
- Atkins, P., Wilson, D. S., Hayes, S. (2019). Prosocial: Using Evolutionary Science to Build Productive, Equitable, and Collaborative Groups. Context Press. 272 p.
- Bregman, R. (2020). Humankind: A Hopeful History. Little, Brown and Company. 480 p. Bregman, R. (2021). Humanidade: Uma história otimista do homem. Crítica. 464p.
- Bregman, R. (2018). Utopia for Realists: How We Can Build the Ideal World. Back Bay Books. 336 p.
- Bregman, R. (2018). Utopia Para Realistas: Como Construir um Mundo Melhor. Editora Sextante. 256 p.
- Buckingham, M., Goodall, A. (2019). Nine Lies About Work: A Freethinking Leader’s Guide to the Real World. Harvard Business Review Press. 256 p.
- Buckingham, M., Goodall, A. (2020). Nove Mitos Sobre o Trabalho: Uma Nova Maneira de Pensar Cultura Empresarial e Liderança para Promover o Potencial Criativo e a Realização Profissional das Equipes. Editora Sextante. 317 p.
- Chouinard, Y. (2016). Let My People Go Surfing: The Education of a Reluctant Businessman – Including 10 More Years of Business Unusual. Penguin Books. 270 p.
- Chouinard, Y. (2015). Lições de Um Empresário Rebelde. WMF Martins Fontes. 288 p.
- Edmondson, A. C. (2018). The Fearless Organization: Creating Psychological Safety in the Workplace for Learning, Innovation, and Growth. Wiley. 258 p.
- Edmondson, A. C. (2020). A Organização Sem Medo: Criando Segurança Psicológica no Local de Trabalho para Aprendizado, Inovação e Crescimento. Alta Books. 256 p.
- Gentile, M. (2012). Giving Voice to Values: How to Speak Your Mind When You Know What's Right. Yale University Press. 320 p.
- Haidt, J. (2012). The Righteous Mind: Why good people are divided by politics and religion. Pantheon. 448 p.
- Haidt, J. (2020). A Mente Moralista: Por que pessoas boas são segregadas por política e religião? Alta Cult. 448 p.
- Hamel, G, Zanini, M. (2020). Humanocracy: Creating Organizations as Amazing as the People Inside Them. Harvard Business Review Press. 368 p.
- Hamel, G, Zanini, M. (2021). Humanocracia: Criando organizações tão incríveis quantos as pessoas que as formam. Alta Books. 352 p.
- Harari, Y. (2018). 21 Lessons for the 21st Century. Random House. 400 p. Harari, Y. (2018). 21 Lições para o Século 21. Companhia das Letras. 432 p.
- Hess, E., Ludwig, K. (2017). Humility Is the New Smart: Rethinking Human Excellence in the Smart Machine Age. Berrett-Koehler Publishers. 224 p.
- Joly, H., Lambert, C. (2021). The Heart of Business. Harvard Business Review Press. 304 p. Joly, H., Lambert, C. (2022). O Coração do Negócio. Editora Sextante. 240p.
- Kaufman, S. B. (2020). Transcend: The New Science of Self-Actualization. TarcherPerigee. 432 p.
- Laloux, F. (2014). Reinventing Organizations: A Guide to Creating Organizations Inspired by the Next Stage in Human Consciousness. Nelson Parker. 382 p.
- Laloux, F. (2017). Reinventando as Organizações: Um Guia Para Criar Organizações Inspiradas no Próximo Estágio da Consciência Humana. Editora Voo. 343 p.
- Murphy, K. (2020). You're Not Listening: What You're Missing and Why It Matters. Celadon Books. 288 p.
- Raworth, R. (2018). Doughnut Economics: Seven Ways to Think Like a 21st-Century Economist. Chelsea Green Publishing. 320 p.
- Raworth, R. (2019). Economia Donut: Uma alternativa ao crescimento a qualquer custo. Editora Zahar. 368 p.
- Ripley, A. (2021). High conflict: Why we get trapped and how we get out. Simon and Schuster. 368 p.
- Silveira, A. D. M. (2018). “Ética Empresarial na Prática: Soluções para gestão e governança no século XXI”. Altabooks. 320 p. Disponível em https://www.amazon.com.br/empresarial-pr%C3%A1ticaAlexandre-Miceli-Silveira/dp/8550802255/
- Silveira, A. D. M. (2022). “Pílulas de Liderança: 10 Leituras Essenciais para Construir Organizações de Excelência no Século XXI - Volume 2”. Virtuous Company. 412p. Disponível em https://www.amazon.com.br/gp/product/B0BPSR445P/ref=dbs_a_def_rwt_hsch_vapi_tkin_p1_i3 Soltes, E. (2016). Why They Do It: Inside the Mind of the White-Collar Criminal. PublicAffairs. 464 p.
Artigos e colunas complementares
- Série Behavioral Ethics (#1 a #8)
- Rankings da Virtuous Company
- Artigos sobre governança, cultura ética, diversidade e resiliência
- Colunas da Revista Capital Aberto
Relatórios IFC/Banco Mundial
- Corporate Governance and Performance in Emerging Markets (2018)
- Practical Guide to Corporate Governance (2010)
- Women in Business Leadership Boost ESG Performance (2018)
Artigos Acadêmicos Selecionados
- Employee Satisfaction and Corporate Performance in Brazil
- The Costs of the Rotten Barrel
- Ten Adverse Outcomes When Managers Focus on Shareholder Value
- Is Shareholder Primacy a Reality in Brazil?
- Corporate Governance and Ethical Culture
- A Behavioral Ethics Approach to Corporate Governance
- Women's Participation in Senior Management Positions
- Corporate Scandals of the 21st Century
- Board Interlocking in Brazil
Vídeos Selecionados (YouTube)
- O que é cegueira ética? https://youtu.be/p8YRzcBy3wo
- Por que precisamos de mais ética (e menos compliance)? https://youtu.be/-mjHEJe1CYg
- O Papel das Lideranças na Ética e Compliance: https://youtu.be/V7vaQWjQfGw
- Como evitar a cegueira ética: https://youtu.be/6yEaJQMpw2Q
- Como medir a cultura ética de uma empresa? https://youtu.be/RliRIVieBsw
- Uma Visão de Futuro para a Governança Corporativa: https://youtu.be/8h9RufQWuW4
- Empresas resilientes: https://youtu.be/vdt4xk3QR1c
- O que é uma empresa com propósito? https://youtu.be/S0YsqSWLbTk
- Quais são as qualidades de uma empresa que aprende? https://youtu.be/wS4YVjd3jPs
- Conversa com Jorge Hoelzel (Mercur): https://youtu.be/1dZmAOLa7Ps
- APACs – prisão sem guardas: https://youtu.be/4uLVmJMT0UE
- Entrevistas com autores (Ed Hess, Michele Zanini, David Sloan Wilson, Dra. Tais Moriyama etc.)
Trabalhos Acadêmicos Relacionados
- Dissertação de mestrado (USP/2002): Governança corporativa, desempenho e valor da empresa no Brasil
- Tese de doutorado (USP/2004): Governança corporativa e estrutura de propriedade
Ementa
Estudo dos instrumentos derivativos e seu uso como mecanismos de especulação e hedge, com ênfase nas operações com mercado futuro, swaps e opções. Introdução aos modelos de precificação de opções e operações estruturadas. Discussão sobre tecnologia blockchain, funcionamento das criptomoedas e suas perspectivas futuras no mercado financeiro.
Bibliografia
Básica:
- Molero, Mello. Derivativos – Negociação e Precificação. 2ª Ed. Saint Paul.
Complementar (livros):
- Norman, Abe. A Bíblia do Investimento em Criptomoeda: O Guia Definitivo Sobre Como Investir em Criptomoedas. 2020.
Extra (artigos e materiais publicados):
- Material e dados de mercado retirados de fontes confiáveis da Internet e da base Economática.
Ementa
Segundo o Instituto Gallup (Clifton & Harter, 2019), a qualidade da liderança é o fator mais significativo para o sucesso das organizações. Esta disciplina examina os fundamentos teóricos da liderança e busca integrar teoria e prática organizacional. Utiliza um repertório acadêmico robusto, aliado a experiências práticas, para promover reflexão crítica, debate e troca de experiências. As aulas são estruturadas com base na leitura de textos teóricos e na realização de atividades criativas e colaborativas, como podcasts.
Bibliografia
- Bass, B. M. (1985). Leadership and performance beyond expectations. New York, NY: Free Press.
- Bass, B. M. (1990). From transactional to transformational leadership: Learning to share the vision. Organizational Dynamics, 18, 19-31.
- Bass, B. M., & Steidlmeier, P. (1999). Ethics, character, and authentic transformational leadership behavior. The Leadership Quarterly, 10(2), 181–217.
- Burns, J. M. (1978). Leadership. New York, NY: Harper & Row.
- Avolio, B. J., & Gardner, W. L. (2005). Authentic Leadership Development: Getting to the root of positive forms of leadership. The Leadership Quarterly, 16, 315–338.
- Brown, M. E., & Treviño, L. K. (2006). Ethical leadership: A review and future directions. The Leadership Quarterly, 17, 595–616.
- Freeman, R. E. (2010). Strategic management: A stakeholder approach. New York: Cambridge University Press.
- Greenleaf, R. K. (1972). The institution as servant. Westfield, IN: Greenleaf Center for Servant Leadership.
- Heifetz, R. A. (1994). Leadership without easy answers. Cambridge, MA: Belknap Press.
- Ciulla, J. B. (2001). Carving leaders from the warped wood of humanity. Canadian Journal of Administrative Sciences, 18(4), 313–319.
Bibliografia Complementar:
- Anderson, H. J., Bauer, J. E., Griffith, J. A., & Buckley, M. R. (2017). What works for you may not work (Gen) me: Limitations of present leadership theories for the new generations. The Leadership Quarterly, 28(1), 245–260.
- Aronson, E. (2001). Integrating leadership styles and ethical perspectives. Canadian Journal of Administrative Sciences, 18(4), 244–256.
- Avolio, B., & Kahai, S. S. (2003). Adding "E" to E-leadership: How it may impact your leadership. Organizational Dynamics, 31(4), 325–338.
- Eagly, A. H., & Johnson, B. T. (1990). Gender and leadership style: A meta-analysis. Psychological Bulletin, 108(2), 233–256.
- Frieder, R. E., Wang, G., & Oh, I. S. (2018). Linking job-relevant personality traits, transformational leadership, and job performance via perceived meaningfulness at work: A moderated mediation model. Journal of Applied Psychology, 103(3), 324–333.
- Kuenzi, M., Mayer, D. M., & Greenbaum, R. L. (2019). Creating an ethical organizational environment: The relationship between ethical leadership, ethical organizational climate, and unethical behavior. Personnel Psychology, 73(1), 43–71.
- Lemoine, G. J., Hartnell, C. A., & Leroy, H. (2019). Taking stock of moral approaches to leadership: An integrative review of ethical, authentic, and servant leadership. Academy of Management Annals, 13(1), 148–187.
- Liden, R. C., Wayne, S. J., Meuser, J. D., Hu, J., Wu, J., & Liao, C. (2015). Servant leadership: Validation of a short form of the SL-28. The Leadership Quarterly, 26(2), 254–269.
- Padilla, A., Hogan, R., & Kaiser, R. B. (2007). The toxic triangle: Destructive leaders, susceptible followers, and conducive environments. The Leadership Quarterly, 18(3), 176–194.
- Randel, A. E., Galvin, B. M., Shore, L. M., Ehrhart, K. H., Chung, B. G., Dean, M. A., & Kedharnath, U. (2018). Inclusive leadership: Realizing positive outcomes through belongingness. Human Resource Management Review, 28(2), 190–203.
- Schutz, W. C. (1958). FIRO: A three-dimensional theory of interpersonal behavior. New York, NY: Rinehart.
- Torre, T., & Sarti, D. (2020). The “way” toward E-leadership: Some evidence from the field. Frontiers in Psychology, 11, Article 554253. https://doi.org/10.3389/fpsyg.2020.554253
Ementa
A cada semestre são definidos temas de pesquisa relacionados às linhas de atuação do Mestrado.
Bibliografia
- GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2019.
Complementar (livros):
- NIELSEN, F. A. G.; OLIVO, R. L. F.; MORILHAS, L. J. Guia prático para elaboração de monografias, dissertações e teses em administração. São Paulo: Saraiva, 2017.
Extra (artigos publicados):
A bibliografia extra será definida conforme o tema selecionado no primeiro dia de aula. As referências serão listadas com base nos fichamentos de artigos realizados pelos alunos ao longo da disciplina.
Requisitos para Titulação
Requisitos para Titulação
Conheça o processo para a obtenção do título de Mestre em Administração:
Após a conclusão dos créditos relacionados às disciplinas do curso para concluir o Mestrado Profissional em Administração o aluno deve submeter-se a três exames: o primeiro é o Pré-Qualificação, o segundo é o Exame de Qualificação e o terceiro e final é o de Defesa da Dissertação.
Para a realização desses exames é necessário que o aluno atenda ao seguinte requisito:
Ter sido considerado proficiente em língua inglesa, nas 3 (três) tentativas a que terá direito, sendo a primeira no seu Processo Seletivo (ANPAD ou Prova Interna, sendo exigida a nota mínima de 300 pontos e 5,0, respectivamente na prova de inglês) e as outras duas, imediatamente seguintes, segundo o oferecimento do Exame pelo Programa de Mestrado, através do Teste ANPAD ou por qualquer entidade externa autorizada pela Coordenação do Programa de Mestrado.
Pré-Qualificação
O depósito do projeto de pesquisa para pré-qualificação deverá ser feito no final do 4º Bimestre do curso, a contar da data de entrada do aluno. Para submeter-se à banca de pré-qualificação é necessário que o aluno tenha cumprido, com aproveitamento, pelo menos 80% dos créditos referentes às disciplinas obrigatórias, optativas e eletivas. A pré-qualificação do projeto de pesquisa trata sobre o pré-projeto de pesquisa da dissertação e será feito perante uma Banca Examinadora, composta pelo Professor-Orientador e mais um Professor Doutor da Instituição. A banca será indicada pelo Professor-Orientador, com aprovação do Coordenador.
Exame de Qualificação
O aluno poderá se submeter ao Exame de Qualificação desde que tenha sido aprovado no Exame de Pré-Qualificação. Além disso, é necessário que o aluno tenha cumprido, com aproveitamento, TODOS os créditos referentes às disciplinas obrigatórias, optativas e eletivas.
A banca será composta por 3 (três) professores doutores, sendo um deles o professor-orientador, e obrigatoriamente, um professor externo (convidado). Depósito para o Exame de qualificação: após a autorização do professor-orientador, o aluno deverá enviar o trabalho em formato eletrônico para o Exame de Qualificação juntamente com a “Declaração de Autoria”, disponível na página da Biblioteca.
O professor-orientador, juntamente com o aluno, deverá agendar a data para realização do Exame de Qualificação, combinando data e horário com os professores componentes da banca. Em seguida, o professor-orientador deverá formalizar a banca junto à Secretaria do Mestrado. A Secretaria do Mestrado será responsável pelo envio dos trabalhos aos professores, reserva de sala e de equipamento audiovisual. A banca de qualificação é privativa, a entrada de terceiros será permitida apenas com autorização do Presidente da Banca (professor- orientador).
IMPORTANTE: a banca deverá ser agendada com um intervalo de pelo menos 20 dias da data do depósito, para que haja tempo de encaminhar o trabalho aos professores.
Defesa de Dissertação
Após o Exame de Qualificação e atendimento das recomendações sugeridas pela banca examinadora, o aluno deverá proceder novamente com o depósito de sua dissertação, só que neste momento para a Defesa de Dissertação.
O aluno poderá se submeter à Defesa de Dissertação desde que tenha sido aprovado no Exame de Pré-Qualificação e Qualificação e tenha cumprido, com aproveitamento, TODOS créditos exigidos para o Mestrado. O aluno deverá depositar em formato eletrônico o trabalho e a “Declaração de Autoria”, disponível na página da Biblioteca.
O processo de agendamento da banca deverá ser o mesmo da banca para o Exame de Qualificação.
Aprovado na Defesa de Dissertação, o aluno deverá, quando necessário, efetuar as modificações recomendadas, no prazo estipulado pela Banca. A versão final deverá ser encaminhada para o professor-orientador, para análise final e validação.
APÓS DEFESA DE DISSERTAÇÃO
Após a validação do orientador, o aluno deverá encaminhar o trabalho + o artigo baseado na dissertação via Portal do Aluno, Requerimento -> Entrega de Trabalho e Solicitação do Diploma.
Este requerimento será encaminhado para a Biblioteca que ficará responsável pela revisão do trabalho e fornecimento da Ficha Catalográfica. Após a revisão e atendimento do aluno ao que poderá ser solicitado, a Biblioteca encaminha os procedimentos para a entrega final do trabalho.
Ao realizar a entrega final, o requerimento passa para o processo de Confecção e Registro do Diploma, este procedimento é de responsabilidade da Secretaria da FECAP.
IMPORTANTE: se o trabalho for encadernado em capa dura sem a anuência do professor-orientador e da Biblioteca, poderá haver devolução para correções.
Infraestrutura
Coordenação do Curso
Alexandre Sanches Garcia
Doutor | agarcia@fecap.br
Doutorado em Administração de Empresas, Mestre em Ciências Contábeis e Contador, trabalhou nas áreas de contabilidade e auditoria de empresas como PwC, Klabin e General Motors, e auxílio nos trabalhos do ISE (índice de sustentabilidade) quando feito no Centro de Estudos em Sustentabilidade (FGV-CES). Foi conselheiro do Conselho Regional de Contabilidade de São Paulo-CRC/SP (2016-2023) e atual Pró-Reitor de Pós-Graduação da FECAP e presidente da Academia Paulista de Contabilidade-APC.
Corpo Docente
Produção Intelectual
Produções mais Relevantes
SENSITIVE INDUSTRIES PRODUCE BETTER ESG PERFORMANCE: EVIDENCE FROM EMERGING MARKETS
Autores: Alexandre Sanches Garcia, Wesley Mendes da Silva e Renato Joao Orssatto.
Abstract
Given the rising interest in corporate social responsibility (CSR) globally, this paper investigates whether the financial profile of a firm is associated with superior environmental, social and governance (ESG) performance, considering firms from Brazil, Russia, India, China and South Africa (the so-called BRICS countries) with the aim of addressing a gap in relevant research. The study entails an analysis of ESG performance in sensitive industries (i.e., those subject to systematic social taboos, moral debates, and political pressures and those that are more likely to cause social and environmental damage). To test our hypotheses, we applied linear regressions with a data panel using the Thomson Reuters Eikon™ database to analyze data from 365 listed companies selected from BRICS between 2010 and 2012. The results suggest that companies in sensitive industries present superior environmental performance, even when controlling for the firm’s size and country. Our study contributes to research on both the impact of ESG disclosure and the relationship between financial and ESG performance, as well to the practice of sustainability management in firms in developing countries.
INTEGRATED REPORTING AND CAPITAL MARKETS IN AN INTERNATIONAL SETTING: THE ROLE OF FINANCIAL ANALYSTS
Autores: Eduardo Flores, Marco Fasan, Wesley Mendes-da-Silva, Joelson Oliveira Sampaio.
Abstract
This study investigates the interplay between integrated reporting (IR) and capital markets. In particular, building on voluntary disclosure and information processing theories, we hypothesize and empirically find that IR adoption improves analysts' ability to make accurate earnings forecasts. Whereas previous studies focus on the South African context, we rely on an international sample that also allows us to study the moderating effect of the corporate governance regime (shareholder or stakeholder oriented). The results suggest that IR improves analysts' ability to make accurate predictions to a larger extent in North America than in Europe, and we derive interesting insights on the much-debated nature of IR. This study offers valuable insights to policy makers interested in improving disclosure practices in the financial market.
TESTING THE INSTITUTIONAL DIFFERENCE HYPOTHESIS: A STUDY ABOUT ENVIRONMENTAL, SOCIAL, GOVERNANCE, AND FINANCIAL PERFORMANCE
Autores: Alexandre Sanches Garcia e Renato J. Orsato.
Abstract
Considering the institutional, cultural, and regulatory differences across countries, this research investigates the association between environmental, social, and governance (ESG) performance and financial performance of companies from emerging and developed countries. The institutional difference hypothesis (IDH) suggests that institutional weaknesses in emerging markets affect the relationship between financial performance and corporate social performance (CSP) of companies. This can occur because, under such circumstances, firms are more likely to prioritize the capital accumulation and not recognize the potential strategic benefit of socially responsible investments. To investigate this hypothesis, we performed a regression analysis of panel data study comprising 2,165 companies from developed and emerging countries, covering the period between 2007 and 2014. Our results suggest that there is a prevalence of the institutional environment in relation to the financial and ESG performances of companies. These results are in line with the logic of the IDH.
CROSS-BORDER BRANCHING IN THE LATIN AMERICAN BANKING SECTOR
Autores: Luiz Paulo Lopes Fávero, Marco Aurélio dos Santos e Ricardo Goulart Serra.
Abstract
Purpose Branching is not the only way for foreign banks to enter a national market, and it is impractical when there are informational and cultural barriers and asymmetries among countries. The purpose of this paper is to analyze the determinants of cross-border branching in the Latin American banking sector, a region with regulatory disparity and political and economic instability, offering elements to a grounded strategic decision. Design/methodology/approach This study uses data from six Latin American countries. To account for the preponderance of zero counts, classes of zero-inflated models are applied (Poisson, negative binomial, and mixed). Model fit indicators obtained from differences between observed and estimated counts are used for comparisons, considering branches in each region established by banks from every other foreign region of the sample. Findings Branching by foreign banks is positively correlated with the population, GDP per capita, household disposable income, and economic freedom score of the host country. The opposite holds for the unemployment rate and entry regulations of the host country. Originality/value Few paper address cross-border banking in emerging economies. This paper analyzes cross-border branching in Latin America in the context of the current financial integration and bank strategy. Econometrically, its pioneering design allows modeling of inflation of zeros, over-dispersion, and the multilevel data structure. This design allowed testing of a novel country-level variable: the host country’s economic freedom score.
THE INFLUENCE OF BOARD STRUCTURE AND OWNERSHIP CONCENTRATION ON GRI REPORTING
Autores: Keysa Manuela Cunha de Mascena, Simone R. Barakat, Giuliana Isabella e Adalberto A. Fischmann.
Abstract
Purpose The purpose of this paper is to investigate the relationship between corporate governance structure and GRI reporting. More specifically, the study seeks to analyse board independence, board size and ownership concentration and their relationships with GRI reporting. Design/methodology/approach The hypotheses of the study were tested in a sample of 287 Brazilian companies listed on the B3, the Brazilian stock exchange, using logistic regression models. Data from 2013 were collected from the Econoinfo and GRI databases. Findings The findings show that there is a positive relationship between both board independence and GRI reporting and board size and GRI reporting, and a neutral relationship between ownership concentration and GRI reporting. These results indicate that the corporate governance structure influences a company’s decision to engage in social issue and stakeholders’ relationship activities. Originality/value The contribution of this study is it presents theoretical arguments and empirical evidence regarding the influence of corporate governance structure on CSD beyond the Anglo-Saxon context. The results show that good corporate governance practices cannot be generalized to different contexts.
THE EMPLOYEE IS ALWAYS RIGHT: EMPLOYEE SATISFACTION AND CORPORATE PERFORMANCE IN BRAZIL
Autores: Alexandre Di Miceli da Silveira
Abstract
I investigate the effect of employee satisfaction on corporate performance based on an extensive dataset of 114,004 online reviews of Brazil’s 1,000 largest listed and unlisted firms from 2013 to 2018 posted at a local subsidiary of Glassdoor. I find that overall employee satisfaction is positively associated with firm performance and that this relationship is likely to be economically relevant. Among the four dimensions of employee well-being, the link with performance is most evident for the dimension on culture, followed by career opportunities. On the other hand, the dimension on compensation and benefits was the least connected with firm performance. Taken together, these results support the view that intrinsic motivators are more relevant for superior performance than extrinsic ones popularized by the carrot and stick approach to management. I also find that the influence of employee satisfaction on performance is likely to be asymmetrical, in the sense that workplaces characterized by low satisfaction among workers are more likely to lead to poor performance than best-in-class companies are likely to produce superior performance. To my knowledge, this is the first paper to document an asymmetrical link between firm value and employee satisfaction, as well the first one to investigate this issue in an emerging economy using online reviews.
CORPORATE GOVERNANCE AND ETHICAL CULTURE: DO BOARDS MATTER?
Autores: Alexandre Di Miceli da Silveira
Abstract
A poor ethical culture has been considered one of the reasons for the emergence of many corporate governance scandals. In this paper, I investigate the link between ethical culture and the composition of the board of directors for a sample of Brazilian companies. My measure of ethical culture is based on a text analysis of around 50,000 employee reviews posted at Glassdoor for over 1,400 terms related to five ethical dimensions: organizational trust, ethical leadership, benevolent orientation, empathy, and speaking out & efficacy. I find partial support for the hypotheses that a higher ratio of independent directors and of women on boards are associated with better ethical culture. My strong results, in turn, refer to a corporate governance feature little discussed in the literature: the percentage of board members appointed by minority shareholders. In this case, all models exhibit a strong negative relationship between the ratio of such directors and ethical culture. To my knowledge, this is the first paper to document a link between ethical culture and corporate governance mechanisms.
VENTURE CAPITAL INVESTMENT IN LATIN AMERICA: THE ROLE OF EXPERIENCE, DISTANCES, AND NETWORK FEATURES
Autores: Marcelo Guzella, Felipe Buchbinder, Verônica Santana
Abstract
We investigate the determinants of Venture Capital (VC) firms' activity in Latin America. Using more than 10 thousand funding rounds from 2002 to 2020, we found that the status of the firm determines more frequent and larger deals. Non-redundant connections increase the odds of investing, but redundant ones explain larger amounts. Younger firms participate in more deals, but mature firms invest larger amounts. Geographic proximity explains more investments, but institutional differences (regulatory quality and rule of law) explain larger rounds. We show that forecasting models with those features are useful for asset allocation and investment promotion.
LABOR AND FINANCE: THE EFFECT OF BANK RELATIONSHIPS
Autores: Patrick Behr, Lars Norden, Raquel de Freitas Oliveira
Abstract
We investigate whether firms’ number of credit relationships with financial institutions affects labor market outcomes. Using 5 million observations on matched credit and labor panel data from Brazil, we estimate IV regressions, employing exogenous variation in firm-lender relationships due to nationwide bank M&A activity. Firms with more relationships employ more workers and pay higher wage bills. Credit availability, cost of credit, and financial institution heterogeneity are economic channels. The firm-level results translate into positive macroeconomic effects in municipalities and states. The evidence is novel and indicates the positive effects of multiple relationships on labor market outcomes in an emerging economy.
THE RELATIONSHIP BETWEEN CLIMATE CHANGE MITIGATION STRATEGIES AND THE FINANCIAL PERFORMANCE OF BRAZILIAN COMPANIES
Autores: Alexandre Rafael Barbosa Castilho, Simone Ruchdi Barakat
Abstract
Studies on the relationship between corporate sustainability strategies and financial performance are often dealt with in a broad manner, which can hinder the ability to consolidate knowledge on the subject. In order to add greater depth and understanding to the debate, this study focuses on the issue of climate change mitigation strategies (CCMS). This focus allows for a reduction in the complexity of the analyses of the relationship between environmental and financial performance, and a more thorough discussion of corporate sustainability strategy choices. To analyze the relationship between CCMS and financial performance, this research collected data from 61 companies that took part in the selection process for the Corporate Sustainability Index (ISE) of the Brazilian Stock Exchange (B3), which was published between 2013 and 2019, and contained 249 observations. The research used multivariate analysis with the panel data regression method. The results showed there to be a positive and statistically significant relationship between CCMS and the financial performance of companies, indicating that the corporate implementation of practices and policies for facing up to climate change can lead to both environmental and economic benefits for companies.
ORGANIZATIONAL CAPABILITIES AND VALUE CREATION FOR STAKEHOLDERS: EVIDENCE FROM PUBLICLY TRADED COMPANIES
Autores: Simone R. Barakat, João Maurício G. Boaventura, Marcelo L.D.S. Gabriel
Abstract
Purpose – This paper investigates specific organizational capabilities related to stakeholder relationship capability and the effect of the latter on value creation.
Design/methodology/approach – The authors propose and test whether organizational capabilities related to knowledge, engagement, moral and adaptation are positively related to stakeholder relationship capability. The authors then test the effect of stakeholder relationship capability on the creation of greater value for stakeholders. The study tests the hypotheses with paneled data composed of a sample of 116 publicly traded companies in Brazil for a total of 275 observations taken over three years.
Findings – The findings show that there is a positive and significant relationship between knowledge, engagement, moral and adaptation capabilities and stakeholder relationship capability. Stakeholder relationship capability has been shown to have a positive and significant effect on greater value creation for stakeholders.
Practical implications – Analysis of the processes and practices that serve as the basis for each capability is meaningful for managerial practices, as it offers a more detailed understanding of the routines pertaining to each capability. Practical discussions on operational procedure levels are a meaningful and attainable way for managers to apply stakeholder theory.
Originality/value – The investigation of the specific capabilities enabling value creation between the company and its stakeholders contributes to the discussion of the connections between stakeholder theory and the resource-based view (RBV).
MERGERS AND ACQUISITIONS IN RECESSION PERIODS
Autores: Vinicius Augusto Brunassi Silva , Humberto Galluci Netto
Abstract
Purpose – This paper investigates the returns on M&A transactions for shareholders of acquiring companies in times of crisis in Brazil.
Theoretical framework – Our results are related to previous literature by Brown and Sarma (2007), Malmendier and Tate (2005), and Malmendier and Tate (2008). Our paper contributes to the aforementioned research by relating executives’characteristics to M&A returns in times of crisis.
Design/methodology/approach – We adopt the event study method to calculate abnormal returns and use multiple linear regression and propensity score matching techniques to connect returns to executive and firm variables.
Findings – We found positive average abnormal returns (between 1.8% and 3.3%) for M&A transactions carried out during recession periods in Brazil. In addition, we identify that abnormal returns during periods of crisis and expansion differ substantially. Finally, we show that executives with a graduate level academic background and less time in the company’s management are associated with positive abnormal returns during crises.
Practical & social implications of research – This article assesses the existence of abnormal returns in M&A operations by considering three distinct moments of crisis. The study also links abnormal returns to company variables and executive characteristics.
Originality/value – Previous research emphasizes the panorama of acquisition operations, synergies, cross-border acquisitions, and value creation. Therefore, we believe that our paper is pioneering in presenting results on abnormal M&A returns during crisis periods in Brazil.
Impacto
Este curso é fruto dos resultados gerados de projeto de pesquisa do PPG, para capacitação às novas normas de divulgação de informações financeiras relacionadas à sustentabilidade que sejam úteis para usuários de relatórios financeiros na tomada de decisões sobre o fornecimento de recursos para uma entidade.
Docentes envolvidos: Alexandre Sanches Garcia e Verônica de Fátima Santana
Discentes envolvidos: Rodrigo Lopes Luz, Eloisa Bicalho Moraes da Silva e Natália Fontenele Tiberio
Profissionais envolvidos: Denis Rowan, Organização: blendON
O objetivo da obra é identificar e debater temas relevantes relativos ao ecossistema da Perícia Contábil, a partir da experiência e vivência de Peritos Contábeis brasileiros de todas as épocas e idades. Os 21 capítulos vão além da normatização, da técnica e do tecnicismo da Perícia Contábil no Judiciário, em Arbitragens e nas relações privadas.
Docente organizador: Ivam Ricardo Peleias
Capacita estudantes da graduação em Administração para vivenciarem uma experiência empreendedora e de impacto social, unindo teoria e prática sob a mentoria dos professores e discentes do PPG/MPA. Os seminários abordam gestão de projetos, proposta de valor e planejamento, preparando os alunos estruturar e executar campanhas de arrecadação de alimentos.
Docentes Organizadores: Edson Ricardo Barbero e Jésus de Lisboa Gomes
Discentes e egressos envolvidos: Rosana Alcine, Gilmar Camilo Bezzera, Eduardo de Souza Porto Junior, Luis Henrique Rodrigues Motta, Adelson Rosenberg Coelho, André Felipe Russo Maluf e Daniel Garrido Fogos Junior.
Com o objetivo de fomentar a transparência corporativa e a qualidade das informações financeiras divulgadas pelas empresas, a ANEFAC (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade) instituiu, em 1997, o Troféu Transparência – Prêmio ANEFAC, que reconhece as organizações com as melhores práticas na divulgação de suas demonstrações contábeis. Desde 2022, a FECAP, o programa de mestrado atua como instituição colaboradora na avaliação técnica das demonstrações contábeis, contribuindo com sua expertise acadêmica e metodológica para assegurar a excelência e a credibilidade do processo de premiação.
Docentes envolvidos: Ahmed Sameer El Khatib, Alexandre Sanches Garcia, Tiago Nascimento Borges Slavov e Verônica de Fátima Santana
Discentes e egressos envolvidos: Ademar Lucas, Allan Silva de Carvalho, Amauri Liba , Anderson da Silva Pinto, Bruno Dias de Melo, Edmauro Carlos De Oliveira, Edna Yayoi Hirakawa Goto, Émerson Nogueira Sales , Eudes Martins de Araújo, Francisco Ferreira Diniz, José Orcélio Do Nascimento, Juliana Cristina Milan, Leandro Bryk, Lincoln de Jesus Peres, Luciana Gavazzi Barragan Rodrigues, Lucineide Bispo dos Reis Luz, Mauricio Lopes Da Cunha, Rafael Pascoto Fugimoto, Régis César Cunha, Ricardo de Oliveira Prado, Ronaldo Fróes De Carvalho.
Agenda de Defesas
Corpo Discente
Dissertações Defendidas
Dissertações Defendidas
Conheça as dissertações defendidas dos mestres em Administração da FECAP.
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- Lávio Falcão Costa Ciriaco de Oliveira
- Roberto Carlos Madoglio
- Thiago Borges Ramalho
- Adriana Macedo Ribeiro
- Amauri Laino Tavares
- Andrea Galvao Rodrigues
- Cracios Clinton Consul
- Daniel Scolese
- Danilo Dupas Ribeiro
- Derson da Silva Lopes Junior
- Fabio Roberto Iorio
- Gamaliel Evandro Campos
- Guilherme Arevalo Leal
- Henry Marcondes Santos Lopes
- Jose Raymundo de Faria Junior
- Laerte Cressoni Neto
- Leandro Araujo
- Luciana Maia Campos Machado
- Marcello Marchiano
- Marcelo Bueno de Morais
- Marcelo de Oliveira Cardoso
- Marcelo Leite Esteves
- Marcelo Marques de Oliveira
- Marcelo Ricardo Carneiro de Barros Filho
- Otávio Ulisses de Araujo Sant´anna
- Paulo Sergio Pereira da Rocha Junior
- Peterson Carlos Pirola
- Rafael Fujihara Schultz
- Virginia Prestes Bernardes De Camillo
- Walter Antonio Moraes Voss
- Walther Bottaro De Lima Castro
- Alexandre Dias da Costa
- Ana Cristina Russo Nascimento
- Antonio Cesar Polo
- Aparecida Gonçalves da Silva
- Claudia Silva Araujo
- Claudio Soutto Mayor Cangi
- Clodoir Gabriel Vieira
- Daniel Osorio Macedo
- Douglas Schiavoni Froemming
- Eduardo Pereira Alencar
- Elisabete Rodrigues Máximo
- Eloisa Barbosa Siqueira
- Eudes Martins de Araújo
- Hovani Luiz Cortiz Argeri
- João Burke Passos Filho
- João Valente Filho
- Lucy Comassetto Engel
- Marcelo Rodrigues de Oliveira
- Marcos Vinicius Godoi Milan
- Michele Svaiger Teixeira
- Odilon Feitosa da Silva Neto
- Osvaldo Contardi
- Paulo Ricardo da Costa
- Pedro Borborema de Araújo
- Rafael Sandini Augusto
- Renato Botelho Junqueira de Andrade
- Rodrigo Xavier de Oliveira
- Ronaldo Sueo Hirota
- Rubens Sant' Anna Junior
- Arthur Vieira de Moraes
- Clemente Trintinalia
- Filipe Ambrico de Souza
- Hélio Moreira Júnior
- Johnny Silva Mendes
- Luiz Antonio Barbagallo
- Marcelo Alves Varejão
- Marcos Santos Oliveira
- Rafael Pivaro de Souza
- Renato Fernandes Vinhato
- Simone Ferreira e Silva
- Tiago Lopes da Silveira
- Wagner Simplicio Franco
- William Shibuya
- Wilson Santana
- Adolpho Cyriaco Nunes de Souza Neto
- Anatoli Dias Orlovas
- André Koichiro Otake
- Catarina de Oliveira Cano
- Clainton Jose Jockims de Avelar
- Cleber Roberto dos Santos
- Daniel Maldonado
- Edson Aparecido Cagnin
- Estevão Garcia de Oliveira Alexandre
- Felippe Aparecido Cippiciani
- Franklin Thiago Ribeiro Yamaçake
- Henrique Douglas Gomes
- Izabel Cristina da Rocha
- Janio Mossinato
- José Ricardo Vasques
- Katia Aparecida Santos Lima Vieira
- Leandro Bryk
- Marcelo Santana da Silva
- Marcos Antonio da Silva
- Mário Henrique Gomes Martini
- Matheus Sabbag Leonel
- Natália Magdaleno Xavier
- Renato de Lima Arruda
- Rodrigo da Silva Souza
- Sergio De Souza
- Valter de Carvalho
- William Ronaldo Dos Santos Lima
- Willians Jesus Das Merces
- Adelson Rosenberg Coelho
- Alberto Oliveira Coqueiro
- Aparecido Celso Crespo
- Carlos Augusto da Cunha
- Diogo Gouveia Salhab
- Fernanda Ruano Ferreira
- Filipe Vietri Crespo
- Frank Gomes Marques
- Gabriel Hideo Sakai De Macedo
- Jane Simões de Castro
- Lucas Eduardo Lima Orsi
- Luis Henrique Rodrigues Motta
- Marcos Rogério Prata Passoni Lenci
- Maria Carolina Colucci Paschoini
- Paulo Antonio Farnezi
- Paulo Cezar Da Rocha Mello
- Rafael Andrade de Camargo
- Rafael Silva De Morais
- Ricardo Risso Grossert
- Rita De Cássia Derderian Modolo
- Saulo Anjos Rios
- Silvio Luiz Lemos Silva
- Thaís Jacobs De Gennaro
- Viviane Felix Caetano
- Waldir Saboia Bezerra
- Alana Buaride
- Alexandre de Souza Pereira
- Alexandre Samuel Barreto Lima
- André Baron Filter
- Andre Scatolin Malaco
- Bernardino Ferraz
- Bruno Vinicius Assis França
- Celio Takahashi
- Danilo Pereira Reis
- Elias Jean Trambacos
- Fabio Ishikawa Yassuda
- Gabriela da Silva Lima
- Gilmar Camilo Bezerra
- Iasmim Kellen da Silva
- Joao Marcello Gomes Martha
- Lucas Tresso Marcolino
- Marcello Sunaga de Souza
- Marcos Macedo Novais
- Monica Tilio
- Rafael Henrique de Oliveira
- Raul Guilherme Gama Boaventura
- Renata Barreto Lima
- Rodrigo Lopes Da Luz
- Sérgio Bezerra Pinheiro
- Sérgio Gomes Neves Junior
- Victor Alexandre De Abreu Lima
- Victor Figueiredo Pereira
- Vitor Da Fonseca Da Silva
- Vitor Leonardo Pajosse De Paula
- Wagner Nascimento Batista
- Alexandre de Oliveira Refinetti
- Alexandre Rafael Barbosa Castilho
- Álvaro Mendes Da Rocha
- André Felipe Russo Maluf
- Bruno Estevam de Almeida
- Eduardo Gleidson de Oliveira
- Fabio Aparecido Figueiro
- Fernando Oetterer Arruda
- Kamilla Ferreira Da Silva
- Marcos Minoru Nakatsugawa
- Marcos Vinícius Torres Lanza
- Naira de Farias Silva
- Rafael Lasheras Montemurro
- Aline Lopes Oliveira
- Aline Rocha Poderis
- Denis Barbosa de Oliveira Neves
- Felipe Kenith Koza
- Fernando Rodrigues do Couto
- Guilherme Fidalgo Neves
- Ivna Pavani Silva
- João Daniel Palma Ramos
- Mariana Iervolino Janoti
- Raphael Armand Silva Mifano
- Roberto Rodrigues Dos Santos Júnior
- Rosana Alcine
- Victor Roberto Ferranti
- Adriana dos Santos Diniz
- Adriana Vivian Lazzarini Aglio
- Alexandre de Jesus Mota
- Caio Santos Silva
- Daniel Garrido Fógos Júnior
- Eder Pereira da Rocha
- Eduardo de Souza Porto Junior
- Fernando Nemec
- Guilherme Maurelli Pinto
- Joana D´Arc da Silva Inácio
- Larissa Xavier Lima Cecoti
- Leandro da Silva Neves
- Marcos Antonio Benedito
- Mellyssa Aguiar
- Nathália Francolino Sardinha
- Vitória Caldas do Nascimento
- Carla Alves de Oliveira
- Daniel Bagodi Batista da Silva
- Edson de Oliveira Siqueira
- Fabio Benedito Ferreira
- Francisco Assunção Barros
- Guilherme e Silva Cardoso
- Ivanise Gisleine Santos Martins
- Juliano de Campos Melo
- Leandro Bordon da Rocha
- Lucas Dias Garcia
- Rômulo Rondini
- Simone de Araújo Fernandes
- Thales Fernando Vittori Franzini
- Verônica Cintra dos Santos
- Caio Cruz Marchezano
- Domingos Sobrinho da Trindade
- Fernando Aguiar Camargo
- Jose Renato Machado
- Lucas Kodama Galdino da Silva
- Paulo Rubens Luis Rodrigues
Processo Seletivo
Informações sobre o processo seletivo
O Curso tem duração de 2 (dois) anos, aí incluídas a preparação e defesa da Dissertação de Mestrado. Em casos devidamente aprovados pela Coordenação do Curso, é possível a prorrogação do prazo total por até 6 (seis) meses, totalizando uma duração máxima de 2,5 anos (dois anos e meio), aí incluída a defesa da Dissertação de Mestrado;
O presente Processo Seletivo tem validade exclusiva para o semestre letivo em que o candidato prestou;
A critério exclusivo do Centro Universitário, a turma somente será instalada mediante o preenchimento da totalidade das vagas oferecidas, por candidatos que sejam considerados acadêmica e profissionalmente aptos à obtenção do nível de proficiência exigido dos formandos do Curso.
Poderão inscrever-se para o Processo Seletivo os portadores de diploma de nível superior (3o Grau), obtido no País ou no Exterior, devidamente reconhecido e registrado.
Para efetuar a inscrição, o candidato deverá enviar, por meio eletrônico, ficha de inscrição devidamente preenchida e Curriculum Vitae.
O Processo Seletivo terá 02 (duas) etapas cumulativas, a saber:
1ª etapa: Realização de prova de Proficiência em Língua Inglesa aplicada pelo Centro Universitário Álvares Penteado;
2ª etapa: Entrevista com os candidatos inscritos e que realizaram a 1ª etapa por meio de Videoconferência.
Os candidatos selecionados para a entrevista serão informados da convocação por telefone e via e-mail.
Para fins de pesquisas e desenvolvimento de trabalhos científicos, é requerido o domínio da língua inglesa (leitura e interpretação de texto) no nível instrumental.
Candidatos aprovados no processo seletivo que não tenham sido considerados proficientes em Inglês, poderão, a critério exclusivo do Centro Universitário, ser admitidos na qualidade de Aluno Não Proficiente, podendo realizar novos exames de proficiência em Inglês em até duas oportunidades ao longo do curso, em datas determinadas pela Coordenação do Mestrado.
O aluno que, em qualquer dos casos, exaurir as oportunidades para comprovação da proficiência em Inglês sem lograr êxito será excluído do Programa de Mestrado da Instituição.
A seleção final dar-se-á, após análise das notas de provas e resultado da entrevista, com os candidatos classificados como “apto para matrícula” ou “não apto”.
A divulgação dos aprovados e, consequentemente, selecionados para o Programa de Mestrado Profissional em Administração do Centro Universitário será realizada por e-mail e WhatsApp dos candidatos.
Art. 7º Os candidatos aprovados no Processo Seletivo poderão realizar a matrículatambém ser de forma remota.
Para efetivação da matrícula deverão ser apresentadas cópias simples, acompanhadas dos originais, dos seguintes documentos:
- RG e do CPF/MF;
- Diploma do curso de graduação (frente e verso);
- Histórico escolar do curso superior (3o grau), e
- Comprovante de residência.
Importante: Na ausência dos documentos originais, só serão aceitas cópias autenticadas.
Ex-alunos das unidades de ensino mantidas pela FECAP, para terem direito à vaga e à matrícula, deverão apresentar documento de quitação de obrigações financeiras anteriores, expedido pela Tesouraria do Centro Universitário Álvares Penteado;
Perderá o direito à vaga o candidato que deixar de requerer a matrícula dentro dos prazos estabelecidos, assim como aquele que não apresentar, no referido ato, a comprovação hábil de conclusão de curso de nível superior (3o grau);
A efetivação da matrícula dar-se-á somente mediante a instalação da nova turma do Curso;
Não havendo a instalação de nova turma do Curso qualquer quantia adiantada para estes fins pelos respectivos candidatos será integralmente reembolsada, na forma da lei;
O aluno que desejar cancelar a matrícula deve abrir um requerimento junto à Central do Aluno. O reembolso será de 80% (oitenta por cento) do valor da matrícula efetuada.
Bolsas
Financiamento
Financiamento Mestrado FECAP
A FECAP oferece a você a oportunidade de financiar o Mestrado. Trata-se de um financiamento com recursos da própria Fundação, destinado aos alunos regularmente matriculados que precisam de um suporte financeiro para continuar ou iniciar os estudos.
Com o FIFE, você poderá financiar 40% do curso. Para garantir a sua tranquilidade, o pagamento do valor financiado inicia somente após a conclusão do curso em tempo regular
Planejamento Estratégico
Regulamentos, politícas e normas
Regulamentos Internos
Saiba sobre os regulamentos internos do Mestrado Profissional em Administração.
Regimento do Curso Normas Reguladoras Créditos Complementares Política de Constituição de Bancas Examinadoras Política de Autoavaliação
#VEMSERFECAP
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O que dizem os Alvaristas
O impacto da FECAP na minha trajetória profissional foi imediato e significativo. Mesmo atuando há dez anos no Banco do Brasil, percebi que o respeito que a FECAP desperta dentro do mercado financeiro. A instituição não apenas agregou conhecimento técnico, mas também fortaleceu meu networking e me consolidou na área.O professor Edison Simoni me apresentou ao mundo do ‘Valuation’. A partir disso, guiei minha carreira para me fortalecer no Mercado Financeiro. Já o professor Héber, meu orientador no mestrado, sempre esteve presente desde a graduação. Suas aulas eram excelentes, além dos conselhos valiosos.
Marcos Vinícius Torres Lanza
Ex-aluno do Mestrado em Administração
O conhecimento que adquiri na FECAP me deixou muito mais seguro e consciente da minha capacidade técnica, refletindo diretamente no meu nível de remuneração. O mestrado me ensinou a pesquisar, pesquisar e pesquisar! Esse hábito me gerou um arcabouço de informações que eu não possuía antes, e algumas leituras indicadas durante o curso, como ‘Rápido e Devagar’ e ‘Nudge’, mudaram minha visão sobre como lidar com outras pessoas no dia a dia profissional.
Fernando Rodrigues do Couto
Ex-aluno do Mestrado em Administração
O desenvolvimento do pensamento crítico foi o maior diferencial do mestrado. Isso é o que mais importa na formação de uma pessoa, e é algo que quero ensinar às minhas enteadas e amigos. No meu trabalho como Perita Contábil, a ênfase em finanças que aprendi no mestrado se mostrou essencial para a análise financeira de empresas e na atuação junto ao Ministério Público do Trabalho.
Simone de Araújo Fernandes
Ex-aluna do Mestrado em Administração
De maneira geral, tudo o que realizo hoje está intimamente ligado ao aprendizado que tive na FECAP. A instituição me proporcionou uma base sólida que me permite desempenhar diversas funções com competência e dedicação. A faculdade oferece uma formação sólida e de alta qualidade, com professores experientes e uma infraestrutura que favorece o aprendizado. A FECAP tem um compromisso com a excelência acadêmica e prepara seus alunos para os desafios do mercado de trabalho.
Edson de Oliveira Siqueira
Ex-aluno do Mestrado em Administração
Eu quis dar andamento aos estudos, porém ingressando em curso stricto sensu. No entanto, por questões profissionais, não tinha tempo disponível durante os dias e, por isso, optei pelo mestrado profissional, e entendi que a FECAP poderia ser uma excelente opção, o que se confirmou na prática. Estudar na FECAP foi importante para dar os primeiros passos como pesquisador. O curso me preparou para a posterior conclusão do Doutorado Acadêmico em Finanças, a publicação de dois artigos em periódicos de ponta (RBGN e RAUSP), a participação em alguns congressos, o desenvolvimento de conteúdo da disciplina Finanças Comportamentais para um MBA, a certificação como CFP e, como consequência, atuação como voluntário na Planejar, revisando textos encaminhados à mídia, além da publicação de artigos no Valor Econômico e Época Negócios.
Thiago Ramalho
Ex-aluno do Mestrado em Administração
Me tornar mestre pela FECAP abriu portas. Mesmo antes de estar formado já surgiram convites para lecionar em boas instituições. Depois de formado, ainda mais: três universidades em SP e outras quatro no Paraná depois que me mudei para atuar nas cooperativas. Em todas elas, lecionei disciplinas da cadeira de finanças, como Gestão e Administração Financeira, assunto que eu gosto e continuo estudando.
Cracios Consul
Ex-aluno do Mestrado em Administração
Na FECAP, tive a oportunidade de fazer grandes amizades no mestrado, com os quais tenho contato até hoje, além de conhecer ótimos professores! O acolhimento com o qual fui recebido pela Instituição foi excelente! O título de Mestre, sem sombra de dúvidas, foi um diferencial em minha carreira, pois me permitiu direcionar minha carreira para duas novas vertentes: a docência em nível superior e a consultoria em finanças pessoais e investimentos. Vários professores tiveram influência positiva durante minha passagem como mestrando pela FECAP, dentre os quais destaco o meu orientador durante a elaboração de minha dissertação, o Prof. Eduardo Pozzi Lucchesi, e o amigo Prof. Marcos Minoru Nakatsugawa na área de orientação de carreiras.
Fabio Iorio
Ex-aluno do Mestrado em Administração
Eu fiz o processo de seleção interna e fui selecionado para a primeira turma. A FECAP dá amplo apoio ao estudante com uma excelente biblioteca (inclusive on-line), laboratórios de informática muito bem equipados, corpo docente muito bem qualificado e horário que permite manter as atividades profissionais. Assim, recomendo fortemente o curso.
Jose Faria
Ex-aluno do Mestrado em Administração
A FECAP é muito bem vista no mercado, devido à forma séria de formar seus alunos. A FECAP não é para aluno amador que quer levar a Faculdade “nas coxas”. Desde o segundo grau, foram anos de muito estudo. Nunca reprovei um semestre, e foram anos de muita evolução acadêmica. Os professores do mestrado são extremamente preparados, com uma visão incrível sobre o mercado, principalmente mercado financeiro, professores como Raquel, Claudia, Héber, Di Miceli, são professores de peso com muita bagagem acadêmica e profissional. Tenho muito orgulho por ter estudado tantos anos na FECAP, tenho muito a agradecer pela transformação da FECAP na minha vida, a FECAP me “moldou” para o mudo corporativo, praticamente, cheguei pronto para trabalhar. Quando tenho que contratar alguém e sei que estudou na FECAP, para mim é um diferencial.
Paulo Costa
Ex-aluno do Mestrado em Administração
Já atuando na área acadêmica, a importância do mestrado para o crescimento profissional ficou mais clara. Eu diria que o diferencial não foi o título em si, mas o aprendizado e as experiências relacionadas ao mestrado. Eu provavelmente não teria conseguido vir para os EUA sem o conhecimento de econometria, ou sem a participação em um congresso acadêmico do porte do EnANPAD. Isso certamente chama a atenção, poder apresentar minha pesquisa entre a elite dos pesquisadores em Administração do Brasil.
William Shibuya
Ex-aluno do Mestrado em Administração
O título de Mestre da FECAP fez total diferença não apenas na carreira corporativa, mas substancialmente na trajetória acadêmica, realizando um antigo sonho: sou professor em programas de graduação e pós-graduação em um dos maiores grupos educacionais. Atuo ainda como professor-autor na elaboração de materiais didáticos para Instituições de Ensino em todo o País. Atualmente, também trabalho como Sênior em uma das principais Instituições Financeiras do País.
Leandro Bryk
Ex-aluno do Mestrado em Administração
Assim que finalizei o Mestrado em 2019, somado à minha experiência profissional e a proficiência no idioma inglês, fui aprovado na Universidade da Califórnia de San Diego para o curso de Business Management with specialization in Finance e lá estive por 9 meses, experiência sensacional, que levarei para a vida e carreira.
Danilo Chrispim
Ex-aluno do Mestrado em Administração
Tenho uma confiança grande no corpo docente e no projeto pedagógico dos programas de Mestrado. Acho importante frisar que durante o processo de transformação do aluno, além do corpo docente muito qualificado, ressalto a infraestrutura da FECAP nessa construção, as bases de dados, o acesso a softwares de análise de dados, softwares estatísticos, os serviços de apoio da biblioteca também foram cruciais para que tudo fosse possível.
Ricardo Grossert
Ex-aluno do Mestrado em Administração
Estudar na FECAP foi excelente e, sem sombra de dúvidas, um divisor de águas na minha vida. Pude aprender bastante, conhecer ótimas pessoas e trocar experiências. Fora que transformou minha vida profissional completamente. Se eu fosse obrigado a voltar no tempo por algum motivo, a única certeza é que eu ia querer escolher estudar na FECAP novamente.
Marcello Sunaga
Ex-aluno do Mestrado em Administração
O mestrado contribuiu muito para minha formação, ampliando minha capacidade de reflexão e tomada de decisão de maneira democrática, assertiva, humanizada e ética. O contato direto com grandes nomes da educação dentro da FECAP foi determinante para que eu me tornasse a profissional que sou hoje. A FECAP tem um compromisso genuíno com a educação e com a formação de profissionais altamente qualificados. Conheço a seriedade e o compromisso da instituição e, por isso, recomendo a todos que desejam um ensino de excelência.
Adriana dos Santos Diniz
Ex-aluna do Mestrado em Administração