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	<title>ESG | FECAP</title>
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	<description>A FECAP é uma instituição brasileira de ensino superior, sem fins lucrativos, cujo campo de estudo é gestão de negócios.</description>
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	<title>ESG | FECAP</title>
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		<title>Depois da COP no Brasil, o que esperar do ESG em nosso país?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 16:13:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Estudos em ESG]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Crédito da imagem: Imagem de jcomp no Freepik Com a realização da COP 30 no Brasil, o debate sobre sustentabilidade ganhou novo fôlego e deve provocar avanços concretos na adoção de práticas ESG (ambientais, sociais e de governança) em empresas e instituições públicas. A avaliação [&#8230;]</p>
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<p><em>Crédito da imagem: <a href="https://br.freepik.com/fotos-gratis/pessoa-idosa-que-detem-uma-planta_5598501.htm#fromView=search&amp;page=1&amp;position=5&amp;uuid=b31e0cea-560c-4f7a-bfd0-7607300e4160&amp;query=sustentabilidade?log-in=google">Imagem de jcomp no Freepik</a></em></p>



<p>Com a realização da COP 30 no Brasil, o debate sobre sustentabilidade ganhou novo fôlego e deve provocar avanços concretos na adoção de práticas ESG (ambientais, sociais e de governança) em empresas e instituições públicas. A avaliação é de Alexandre Sanches Garcia, especialista no tema e coordenador do Centro de Pesquisa em ESG da <a href="https://www.fecap.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</a>, que enxerga um cenário de amadurecimento e consolidação do tema no país.</p>



<p>“Quando o Brasil se torna o centro das discussões climáticas mundiais, há um efeito imediato de conscientização e um segundo, mais duradouro, que é o da transformação de práticas”, explica Garcia. “A presença de lideranças globais e de grandes empresas aqui acelera o movimento de adequação a padrões internacionais, especialmente nas áreas de transparência, governança e mensuração de impacto socioambiental.”</p>



<p>Segundo o professor, os próximos meses deverão ser marcados por um fortalecimento das políticas públicas voltadas à transição energética, à economia circular e ao combate ao desmatamento — temas que ganharam destaque durante a conferência. “O ESG no Brasil deve deixar de ser apenas um discurso corporativo e passar a ser percebido como um diferencial competitivo, uma exigência de mercado e até um instrumento de acesso a crédito e investimentos”, avalia.</p>



<p>Garcia lembra que o Brasil reúne condições únicas para se tornar uma potência em sustentabilidade. “Temos uma matriz energética predominantemente limpa, uma biodiversidade inigualável e uma sociedade civil cada vez mais engajada. O desafio agora é transformar essas vantagens em políticas e indicadores concretos de impacto positivo”, afirma.</p>



<p><strong>Quais impactos positivos devem ser sentidos?</strong></p>



<p>No pilar ambiental, Alexandre Garcia acredita que o país deve assistir a uma aceleração das políticas de descarbonização, incentivo às energias renováveis e fortalecimento das cadeias produtivas sustentáveis. “A COP 30 evidenciou o papel do Brasil como protagonista da transição energética global. A tendência é que empresas invistam mais em gestão de resíduos, uso racional de recursos e rastreabilidade de produtos, especialmente no agronegócio e na indústria”, analisa.</p>



<p>No campo social, o especialista prevê avanços na promoção da diversidade e inclusão, nas condições de trabalho e na relação entre empresas e comunidades. “As organizações vão precisar comprovar o impacto positivo de suas ações, com dados e indicadores reais. A pauta social vai além de responsabilidade corporativa — ela passa a ser vista como fator de reputação e sustentabilidade de longo prazo”, afirma o professor da FECAP.</p>



<p>Já no eixo de governança, Garcia destaca o fortalecimento da transparência, da prestação de contas e da integração entre as áreas financeira e socioambiental. “A exigência por relatórios integrados e pela adoção de padrões internacionais de sustentabilidade deve crescer. As companhias terão que alinhar estratégia, propósito e impacto, adotando práticas de compliance e governança mais robustas”, completa.</p>



<p>Para o especialista da FECAP, a realização da COP 30 no país cria também um efeito educacional importante. “As empresas precisarão de profissionais preparados para lidar com métricas ESG, com relatórios integrados e com novos parâmetros de governança. Esse movimento impacta diretamente a formação acadêmica e a qualificação profissional”.</p>



<p>“A COP 30 é um divisor de águas. Agora, o Brasil tem a oportunidade de transformar o discurso em ação, e o ESG é o caminho mais consistente para isso”, conclui o professor Alexandre Garcia.</p>



<p><strong>O especialista:</strong> Alexandre Sanches Garcia é Doutor em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas-SP, mestre em Ciências Contábeis pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, com graduação em Ciências Contábeis pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Atuou em empresas de grande porte como PriceWaterhouseCoopers, General Motors e Philip Morris. Sócio de empresa de consultoria, Pró-Reitor da Pós-Graduação e Professor dos Programas de Mestrado em Ciências Contábeis e de Administração da FECAP-Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado e Conselheiro efetivo do Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo (gestão 2020-2023). Presidente da APC-Academia Paulista de Contabilidade.</p>
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		<title>FECAP realiza análise técnica das empresas para o Prêmio ANEFAC – Troféu Transparência 2022</title>
		<link>https://www.fecap.br/2022/07/29/fecap-realiza-analise-tecnica-das-empresas-para-o-premio-anefac-trofeu-transparencia-2022/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jul 2022 20:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[ANEFAC]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Graduação]]></category>
		<category><![CDATA[pós graduação]]></category>
		<category><![CDATA[TROFEU TRANSPARENCIA 2022]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com os fatores ESG (Environmental, Social and Governance) definindo cada vez mais os rumos dos negócios do futuro, e após 25 anos acompanhando as transformações do mundo e do Brasil, a ANEFAC reforça e fortalece as boas práticas de governança corporativa do Troféu Transparência em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com os fatores ESG (<em>Environmental, Social and Governance</em>) definindo cada vez mais os rumos dos negócios do futuro, e após 25 anos acompanhando as transformações do mundo e do Brasil, a <a href="https://www.anefac.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ANEFAC</a> reforça e fortalece as boas práticas de governança corporativa do Troféu Transparência em 2022. Ao longo de toda a sua existência, o Prêmio tem buscado incentivar a transparência das empresas no que diz respeito à divulgação das suas informações por meio das demonstrações financeiras.&nbsp;</p>



<p>“As empresas entendem a importância do Troféu Transparência sobre a psicologia dos investidores. Um relatório financeiro complexo, mas ‘opaco’ pode ocultar os principais determinantes econômicos, afetando assim a avaliação de risco sobre o negócio&#8221;, relembra o professor e pesquisador da FECAP, <a href="https://www.linkedin.com/in/tiagonbslavov/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Tiago Slavov</a>, que já tinha realizado o trabalho anos atrás como aluno em seu doutorado.&nbsp;</p>



<p>O Prêmio, que ficou conhecido como o “Oscar da Contabilidade” contou em 2022 com a análise técnica da <a href="http://www.fecap.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</a>, sob a coordenação do <a href="https://www.fecap.br/instituto-financas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto de Finanças</a>.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>“O Instituto de Finanças da FECAP teve a honra de coordenar a avaliação técnica da edição de 2022. Num contexto de instabilidade econômica conjugado com uma pandemia e guerra em curso, as empresas brasileiras tiveram um desafio gigantesco na elaboração de suas demonstrações financeiras em 2021. Nossa equipe trabalhou durante as últimas semanas na avaliação técnica das demonstrações financeiras, sempre observando sua aderência aos princípios mais fundamentais da boa transparência em prol dos <em>stakeholders</em>. Além disso, destaco a importância do Troféu, cujo objetivo é reconhecer e premiar as companhias que possuem as melhores práticas de transparência em informações contábeis (cada vez mais complexas) publicadas para o mercado. Aproveito para agradecer os alunos, ex-alunos e professores que nos ajudaram na condução dos trabalhos”, destaca <a href="https://www.linkedin.com/in/ahmed-e-9b2220182/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ahmed El Khatib</a>, coordenador do Instituto de Finanças.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O projeto contou com a participação de 15 integrantes (alunos, ex-alunos e professores), sendo eles: Ahmed Sameer El Khatib, Alexandre Sanches Garcia​, Allan Silva de Carvalho​, Anderson da Silva Pinto​, Bruno Dias De Melo​, Edna Yayoi Hirakawa Goto​, Eudes Martins de Araújo​, Francisco Ferreira Diniz, Leandro Bryk​, Lincoln de Jesus Peres, Rafael Pascoto Fugimoto​, Régis César Cunha​, Ricardo de Oliveira Prado​, Tiago Nascimento Borges Slavov ​e Verônica de Fátima Santana.&nbsp;</p>



<p>O professor Alexandre Sanches Garcia, Pró-Reitor de Pós-Graduação da FECAP, ainda recebeu o convite para fazer parte da comissão julgadora. A comissão é composta por cinco membros e irá escolher as finalistas de acordo com cada categoria de faturamento.&nbsp;</p>



<p>“Com seus 120 anos completados recentemente, a FECAP, como pioneira escola de negócios, tem todas as credenciais e credibilidade para a realização desse trabalho de grande relevância para o mercado de capitais”, lembra Alexandre Garcia.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Acompanhe e saiba mais informações <a href="https://www.anefac.org/transparencia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clicando aqui</a>!&nbsp;&nbsp;</p>
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		<title>ESG: o que significa a sigla e como ela é aplicada no Brasil? Especialista explica</title>
		<link>https://www.fecap.br/2022/06/20/esg-o-que-significa-a-sigla-e-como-ela-e-aplicada-no-brasil-especialista-explica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jun 2022 23:39:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Alexandre Garcia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alexandre Garcia, especialista na área e professor da FECAP, comenta o cenário do ESG no País&#160; A sigla ESG tem sido cada vez mais debatida. A abreviação em inglês das palavras Environmental, Social and Governance, traduzida para o português como ASG, corresponde às práticas ambientais, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Alexandre Garcia, especialista na área e professor da FECAP, comenta o cenário do ESG no País</em>&nbsp;</p>



<p>A sigla ESG tem sido cada vez mais debatida. A abreviação em inglês das palavras <em>Environmental, Social and Governance</em>, traduzida para o português como ASG, corresponde às práticas ambientais, sociais e de governança de uma organização.&nbsp;</p>



<p>Segundo Alexandre Sanches Garcia, coordenador do Centro de Pesquisa em Mercado de Capitais e Relações com Investidores da <a href="http://www.fecap.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</a>, a prática das organizações em ESG é mais uma questão cultural do que algo regulamentado ou um “selo”, embora, no Brasil, alguns agentes reguladores de mercado de capitais, como CVM e BACEN, já estejam criando normas para que as organizações passem a incorporar tais práticas.&nbsp;</p>



<p>“Pesquisas realizadas com investidores e executivos brasileiros apontam que há desejo de que as práticas de ASG sejam incorporadas nas organizações, mas na realidade ainda há um grande espaço entre o discurso e a prática”, afirma.&nbsp;</p>



<p>O QUE É ESG?&nbsp;</p>



<p>O ESG pode ser encarado como um conjunto de práticas que impactam positivamente a sociedade. Por exemplo, uma empresa adotar um programa de redução de emissão no nível de gás carbônico (CO<sub>2</sub>) de suas operações, ou ao aumentar a diversidade de gênero e raça na contratação de pessoas, e não adotar práticas de suborno ou corrupção nos negócios.&nbsp;</p>



<p>“Mas antes desses exemplos se tornarem práticas é necessário que os proprietários e a alta administração adotem tal prática como política da organização. Ou seja, que esses valores partam da alta administração, seja exigido de seus funcionários e que seja incentivado que todos que se relacionam com a organização também pratiquem”.&nbsp;</p>



<p>Para Garcia, a adoção do ESG é uma jornada, que deve ser planejada, principalmente para aquelas empresas que estão longe dessas práticas. Primeiramente deve-se focar no “G” da sigla, pois é na questão “governança” que partem as decisões para as mudanças comportamentais e tomada de decisões de investimentos, por exemplo, para substituir determinadas práticas desde as mais simples, como coleta seletiva de lixo, redução do consumo de água, utilização de energia mais limpa, até decisões mais complexas como substituição de maquinários que emitem menos gazes poluentes. Também será necessário contar com um amplo programa de treinamento e conscientização a todos os colaboradores da empresa, começando pela alta administração, para as práticas sociais, que respeitem os direitos humanos, como remuneração justa e a inclusão da diversidade de gênero e raça na força de trabalho, por exemplo. E concomitante a esse processo, definir metas e prazos, com o uso de indicadores de desempenho para cada um dos fatores ESG.&nbsp;</p>



<p>Pesquisas apontam que apesar de decisões de investimentos necessários e mudanças comportamentais dos executivos, o ESG traz retornos positivos para as empresas no médio e longo prazo. Com o aumento de sua reputação com essas práticas, a empresa pode se beneficiar com aumento nas vendas de seus produtos, consequentemente de seus lucros e isso atrair mais investidores, valorizando o preço de sua ação no mercado de capitais (caso tenha ações negociadas em bolsa de valores). Além disso, pode atrair mais capital financeiro, com taxas melhores de captação de recursos no mercado financeiro (juros sobre empréstimos, por exemplo) e também atrair mais capital humano, como a lealdade de seus funcionários, diminuindo a rotatividade de pessoal.&nbsp;</p>



<p>Os jovens de hoje, com a disseminação e facilidade à informação, já enxergam os malefícios de empresas que não adotam práticas de ESG. “E isso repercute rapidamente levando consequências à essas empresas, como sua baixa reputação, diminuição de consumo de seus produtos e até a falta do interesse desses jovens em trabalhar nessas empresas”.&nbsp;</p>



<p>ESG NO BRASIL&nbsp;</p>



<p>O especialista avalia que as práticas adotadas nas empresas brasileiras podem ser reunidas em três tipos: as organizações que ou nasceram com a consciência de adoção de práticas ESG ou tem tal filosofia na concepção de seus fundadores; as organizações que se orientam pelas demandas sociais e percebem que precisam mudar suas práticas em ESG e; as organizações cujos proprietários ou executivos não respeitam qualquer atitude nesse sentido.&nbsp;</p>



<p>“Infelizmente condutas antiéticas usadas para enganar pessoas e instituições sempre houve por parte de alguns executivos de empresas. E o termo <em>greenwashing</em>, termo conhecido como “lavagem verde”, procura mascarar comportamentos por meio de propagandas ou discursos enganosos, que ou valorizam demais as práticas e investimentos em ESG ou omitem práticas danosas. Como não há uma lei que pune essas atitudes, serão as pessoas que decidirão punir as empresas, como o boicote de seus produtos, por exemplo”.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Na opinião de Garcia, o futuro do ESG no Brasil talvez não seja o mesmo que ocorre nos países desenvolvidos. Embora o Brasil possua alguns avanços em fatores ambientais por exemplo, com uso de energias limpas, como hidrelétricas e combustível de etanol, temos uma grande defasagem em questões sociais, com uma desigualdade social extremamente grande.&nbsp;</p>



<p>“Logo, os desafios são enormes, do tamanho do Brasil, se comparado ao tamanho dos países europeus, que podem desempenhar muito melhor em questões ESG. Portanto, será necessário um esforço de toda a sociedade, incluindo empresários, todos os profissionais que ocupam cargos nas empresas, além do governo, que deve adotar políticas que incentivem a adoção de práticas ESG pelas empresas e aumentar a fiscalização”, completa o pesquisador.&nbsp;</p>



<p><strong>O especialista: </strong>Alexandre Sanches Garcia é Doutor em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas-SP (2017), mestre em Ciências Contábeis e Atuariais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1998), com graduação em Ciências Contábeis pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (1992). Atuou em empresas de grande porte como PriceWaterhouseCoopers, General Motors e Philip Morris. Sócio de empresa de consultoria, Pró-Reitor da Pós-Graduação e Professor dos Programas de Mestrado em Ciências Contábeis e de Administração da FECAP-Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado e Conselheiro efetivo do Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo (gestão 2020-2023). Título de Acadêmico recebido pela APC-Academia Paulista de Contabilidade.&nbsp;</p>
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		<title>Artigo: O guidance guia eficazmente?</title>
		<link>https://www.fecap.br/2022/03/17/artigo-o-guidance-guia-eficazmente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Mar 2022 15:27:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Pesquisa ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Sanches Garcia]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[CVM]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[GUIDANCE]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Lopes da Luz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Autores: João Victor Alves de Oliveira, Peterson Mouzali Ruiz, Prof. Dr. Alexandre Sanches Garcia, Prof.a Dra. Veronica de Fatima Santana, Rodrigo Lopes da Luz e Sandra Regina de Oliveira.  Artigo publicado originalmente na edição de fevereiro da Revista de RI. Instituído pela Instrução CVM 480/2009, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Autores:</strong> João Victor Alves de Oliveira, Peterson Mouzali Ruiz, Prof. Dr. Alexandre Sanches Garcia, Prof.a Dra. Veronica de Fatima Santana, Rodrigo Lopes da Luz e Sandra Regina de Oliveira. </p>



<p><strong><em>Artigo publicado originalmente na edição de fevereiro da <a href="http://www.revistari.com.br/258">Revista de RI</a>.</em></strong></p>



<p>Instituído pela Instrução CVM 480/2009, o Guidance demonstra a prática das empresas em comunicar para o mercado o comportamento esperado dos seus indicadores financeiros e não-financeiros, que afetam o desempenho da companhia. Mas passado mais de dez anos dessa legislação, será que há uma quantidade representativa de empresas do mercado de capitais que utilizam esse recurso de disclosure? E a qualidade da informação divulgada?&nbsp;</p>



<p>A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) deu pistas que pretende valorizar essa prática, pois no edital para consulta pública aberta no início de 2021 promovendo alterações no documento FRE (Formulário de Referência), na seção destinada à divulgação do guidance, que antes era a de número 11, passará a ser a terceira, destacando a sua importância e valorização pelo órgão regulador.&nbsp;</p>



<p>Mas ao analisar as 636 empresas registradas na CVM e que entregaram o FRE no ano de 2021, relativo ao exercício social de 2020, foram identificadas apenas 68 empresas, de Categorias A e B, que divulgaram guidance.&nbsp;</p>



<p>DESCRIÇÃO DA AMOSTRA&nbsp;</p>



<p>Com a amostra final de 68 empresas é possivel observar, na Tabela 1, uma maior concentração de empresas de setores do consumo cíclico (19,1%), financeiro (17,6%) e materiais básicos (16,2%) com a prática de divulgação de guidance. Destas 68 empresas, 7 fizeram seu IPO entre os anos de 2020 e 2021.&nbsp;</p>



<p>Há uma concentração, dentro do setor de consumo cíclico, de 7 empresas do subsetor de construtoras e incorporadoras e 3 empresas do subsetor de educação.&nbsp;</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="537" height="453" src="//i1.wp.com/fecap.br/wp-content/uploads/2022/03/image-7.png" alt="" class="wp-image-34858" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2022/03/image-7.png 537w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2022/03/image-7-300x253.png 300w" sizes="(max-width: 537px) 100vw, 537px" /></figure>



<p></p>



<p>Com relação ao nível de Governanca Corporativa, há uma maior concentração de empresas do Novo Mercado conforme gráfico 1.&nbsp;</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="450" height="435" src="//i0.wp.com/fecap.br/wp-content/uploads/2022/03/image-5.png" alt="" class="wp-image-34856" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2022/03/image-5.png 450w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2022/03/image-5-300x290.png 300w" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" /></figure>



<p></p>



<p>Cabe lembrar que a divulgação de guidance é voluntária, mas as empresas que optarem pela divulgação deveriam cumprir os requisitos conforme a ICVM 480 por intermédio do documento FRE. A Tabela 2 evidencia o cumprimento dos requisitos segundo a seção 11 do FRE.&nbsp;</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="454" height="470" src="//i2.wp.com/fecap.br/wp-content/uploads/2022/03/image-8.png" alt="" class="wp-image-34859" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2022/03/image-8.png 454w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2022/03/image-8-290x300.png 290w" sizes="(max-width: 454px) 100vw, 454px" /></figure>



<p></p>



<p>Ao analisar se todas as empresas da amostra cumpriram com a exigência da seção 11 do FRE, foi possível concluir que a qualidade das informações divulgadas ficou abaixo do esperado. Para todos os itens destacados na Tabela 2 era esperado um retorno dos respondentes de 100% dada a sua obrigatoriedade de informar todos os itens, uma vez que a empresa decide fazer o guidance, com exceção do último item, em função de que poderia ser o primeiro ano de divulgação das projeções ou até mesmo a suspensão de algum ano decorrente da pandemia de COVID-19, por exemplo. Para o exercício de 2020, as empresas do setor financeiro suspenderam suas projeções por esta razão, mas para o exercício de 2021, tais empresas voltaram a divulgar.&nbsp;</p>



<p>Ao projetar qualquer rubrica é de fundamental importância identificar as premissas e metodologia utilizadas e 11% (7 empresas) da amostra não as fizeram, conforme apresentado na Tabela 2. Advertir os usuários da informação de que a natureza hipotética das projeções não se trata de promessa futura é outro ponto crucial, em função das condições do mercado e especificidade do segmento, se regulado, dentre outros. Um total de 56 das 68 empresas (82,4%) alertaram seus usuários. O acompanhamento das projeções em períodos já transcorridos (60,3% das empresas cumpriram) e a análise de eventuais desvios entre o realizado e projetado (53,7% das empresas) são outros itens que deveriam ser cumpridos por todas as empresas que divulgam o guidance.&nbsp;</p>



<p>ÍNDICE DE DISCLOSURE DE GUIDANCE (IDG)&nbsp;</p>



<p>Com a amostra das 68 empresas e os resultados do cumprimento ou não dos itens da seção 11 do FRE, foi elaborado o Índice de Disclosure de Guidance (IDG), ou compliance voluntário, com mensuração de 0 até 1. Conforme demonstrada na Tabela 3, a média do IDG foi de 0,6868, sendo que a nota mais baixa foi 0,1 e empresas que obtiveram o índice máximo de 1.&nbsp;</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="540" height="326" src="//i3.wp.com/fecap.br/wp-content/uploads/2022/03/image-6.png" alt="" class="wp-image-34857" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2022/03/image-6.png 540w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2022/03/image-6-300x181.png 300w" sizes="(max-width: 540px) 100vw, 540px" /></figure>



<p></p>



<p><img decoding="async" src="blob:https://www.fecap.br/a42ffd31-b17b-4809-a32c-9125ac93aae6"></p>



<p>Verificou-se, pela amostra do estudo, que há maior ênfase na divulgação de projeções de curto prazo, ou seja, a projeção para o ano corrente, onde 100% das empresas da amostra projetam algum indicador para o mercado de capitais. A Tabela 4 evidencia quais itens foram divulgados por essas empresas e respectivamente a sua ocorrência, tanto de curto quanto de longo prazo.&nbsp;</p>



<p>Pela Tabela 4, o nível de produtividade, as métricas de resultado econômico-fi nanceiro, como EBITDA ou lucro líquido, os valores do faturamento e investimentos são os itens que as companhias mais utilizam como indicador de projeção de curto prazo.&nbsp;</p>



<p>Já nas projeções de longo prazo, ou seja, em um horizonte superior a um ano, 40 empresas divulgam ao menos um indicador de projeção. Os indicadores divulgados por essas empresas estão na mesma linha dos itens de curto prazo, com exceção dos investimentos que apresenta uma frequência maior do que receitas, dado sua importância de previsibilidade de desembolsos. Na mesma tabela, destaca-se a fonte de recursos para investimentos, sendo que nenhuma empresa, das 12, citou sua origem.&nbsp;</p>



<p>ASSOCIAÇÃO COM OUTRAS VARIÁVEIS&nbsp;</p>



<p>Em seguida, foi analisado como o IDG se relaciona com características das empresas, nomeadamente o tamanho, nível de endividamento, índice market-to-book (MTB), rentabilidade (medida pelo retorno do ativo, ROA), se a empresa faz parte do segmento Novo Mercado, se tem política de remuneração com stock options, e se fi zeram IPO recentemente ou não.&nbsp;</p>



<p>Uma vez controlados por todos esses fatores, o tamanho da empresa é a variável que é capaz de explicar os níveis de disclosure do Guidance: empresas maiores têm melhor nível de divulgação. Quando se consideram também os setores das empresas, pode-se observar que as empresas dos setores regulados (Comunicações; Financeiro; Petróleo, gás e biocombustíveis; Saúde; e Utilidade Pública) também têm maiores níveis de divulgação do Guidance, em conjunto com o tamanho. Assim, empresas maiores e empresas sujeitas a mais regulamentações são aquelas com maior detalhamento e qualidade na informação divulgada no Guidance.&nbsp;</p>



<p>CONCLUSÃO&nbsp;</p>



<p>O estudo observou que, sendo voluntária a divulgação de guidance, apenas 11% das empresas listadas na CVM optaram pelo uso do instrumento quando apresentaram seus resultados do exercício de 2020, por meio do documento FRE.&nbsp;</p>



<p>Apesar de voluntária, quando a empresa faz a opção pela sua utilização, o atendimento aos requisitos previstos no item 11 da instrução passa a ser obrigatório. Entetanto, em média, 68% das empresas estão cumprindo os requisitos da instrução da CVM, quando se esperava um atendimento de 100%. Apesar disso, todas as 68 empresas da amostra estão apresentando, no mínimo, um indicador de projeção de curto prazo e 59% das empresas estão divulgando, no mínimo, um indicador de projeção de longo prazo. Tanto no longo quanto no curto prazo, os indicadores mais utilizados pelas empresas são nível de produtividade, EBITDA, investimentos e receitas.&nbsp;</p>



<p>Finalmente, também foi verifi cado que as empresas de maior porte e as que possuem elevado nível de endividamento são as que mais promovem a aderência voluntária à divulgação do guidance (item 11 do Formulário de Referência – Projeções).&nbsp;</p>



<p><strong>Centro de Pesquisa em Mercado de Capitais e Relações com Investidores</strong>&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O Centro de Pesquisa em Mercado de Capitais e Relações com Investidores tem como objetivo prover o mercado de capitais e meio acadêmico com pesquisas empíricas para aplicação do dia a dia dos profissionais de relações com investidores. É uma iniciativa conjunta da <a href="http://www.fecap.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</a> e do <a href="http://www.ibri.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IBRI-Instituto Brasileiro de Relações com Investidores</a>.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Coordenadores do Centro de Pesquisa em Mercado de Capitais e Relações com Investidores FECAP IBRI:&nbsp;</p>



<p><strong>ALEXANDRE SANCHES GARCIA</strong> é coordenador dos cursos de Pós-graduação da FECAP e coordenador do Centro de Pesquisa em Mercado de Capitais e Relações com Investidores.&nbsp;</p>



<p><strong><strong>RODRIGO LOPES DA LUZ</strong> </strong>é membro do Conselho de Administração do IBRI e coordenador do Centro de Pesquisa em Mercado de Capitais e Relações com Investidores.&nbsp;</p>
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		<title>FECAP firma parceria com o Laboratório de Inovação Financeira da CVM</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Mar 2022 13:59:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[CVM]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[Mestrado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), por meio de seu Centro de Pesquisa em ESG, firmou parceria com a Laboratório de Inovação Financeira (LAB) da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), dando suporte à elaboração de material do grupo de trabalho “Gestão de Risco [&#8230;]</p>
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<p>A <a href="http://www.fecap.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</a>, por meio de seu Centro de Pesquisa em ESG, firmou parceria com a Laboratório de Inovação Financeira (LAB) da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), dando suporte à elaboração de material do grupo de trabalho “Gestão de Risco ASG e Transparência”, que deve ser publicado ainda no mês de março, no <a href="https://labinovacaofinanceira.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site da organização,</a> e busca estimular o diálogo e ampliar a compreensão sobre como fatores ambientais, sociais e de governança (ASG) podem se traduzir em riscos e oportunidades para os negócios.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O LAB trata-se de um fórum de interação multissetorial e um espaço de diálogo público e privado para a promoção da inovação e das finanças sustentáveis no país, reunindo representantes do governo e da sociedade para debater alternativas inovadoras para o financiamento de investimentos sustentáveis.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>A colaboração se deu a partir do Centro de Pesquisa ESG, criado no ano de 2020, para propiciar aos alunos da FECAP a realização de estudos e pesquisas no avanço das teorias e da prática gerencial quanto à formulação e implementação de estratégias e aprimoramentos em Governança Corporativa, compreendendo a criação de valor por empresas e sua distribuição entre os seus stakeholders.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O coordenador do Mestrado e idealizador do Centro de Pesquisa em ESG da FECAP comenta a importância da parceria: &#8220;é uma excelente oportunidade para alunos e professores da FECAP participarem desse diálogo sobre os fatores ASG que estão na pauta dos executivos das organizações. Nesse primeiro trabalho com o LAB da CVM, dois alunos dos mestrados, além de professores, contribuíram na elaboração do material, que se trata de um <em>roadmap</em> internacional regulatório de questões ASG. Com isso, a FECAP vai executando sua missão institucional de educar pessoas para transformar organizações, apoiando organizações para que transformem a sociedade&#8221;.&nbsp;</p>
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		<title>FECAP oferece bolsas de pós-graduação para melhores cases sobre ESG </title>
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		<dc:creator><![CDATA[fecap]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Dec 2021 18:38:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pós-Graduação]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsas de estudos]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[pós graduação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As inscrições para o&#160;Seu Case, Sua Bolsa&#160;já estão abertas. O programa&#160;da&#160;Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)&#160;vai oferecer&#160;bolsas de estudo em cursos de pós-graduação&#160;para os&#160;estudantes que criarem as melhores propostas&#160;de adaptações do modelo de negócios de uma empresa às práticas de ESG&#160;(Environmental, Social&#160;and&#160;Governance).&#160; Os interessados [&#8230;]</p>
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<p>As inscrições para o&nbsp;<a href="https://marketing.fecap.br/pos-seu-case-sua-bolsa" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Seu Case, Sua Bolsa</strong></a>&nbsp;já estão abertas. O programa&nbsp;da&nbsp;<a href="https://www.fecap.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</strong></a><strong>&nbsp;</strong>vai oferecer&nbsp;bolsas de estudo em cursos de pós-graduação&nbsp;para os&nbsp;estudantes que criarem as melhores propostas&nbsp;de adaptações do modelo de negócios de uma empresa às práticas de ESG&nbsp;(Environmental, Social&nbsp;and&nbsp;Governance).&nbsp;</p>



<p>Os interessados em concorrer às bolsas devem inscrever seu projeto até o dia 31 de janeiro de 2022, por meio deste <a href="https://inscricao.fecap.br/Login/10016" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>link aqui</strong></a>. O 1º colocado receberá bolsa de 100%; o 2º colocado, de 70%, e o 3º lugar, de 50%. <br> <br><strong><a href="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/12/Regulamento-Seu-Case-Sua-Bolsa_2022_1semestre_revisado_pos_ok-1.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Confira o regulamento </a></strong></p>



<p>A divulgação dos melhores cases&nbsp;será realizada no dia 16 de fevereiro,&nbsp;às 19h,&nbsp;em evento on-line pelo&nbsp;<a href="https://www.youtube.com/c/Fecap" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>YouTube</strong></a>.&nbsp;Os inscritos assistirão a uma palestra de 50 minutos&nbsp;ministrada por um professor da FECAP sobre o tema proposto.&nbsp;</p>



<p><strong>CONFIRA OS CURSOS OFERECIDOS</strong>&nbsp;</p>



<p>A FECAP oferece cursos de Pós-Graduação e MBA nas modalidades EAD, Live Learning e Semipresencial. Confira todas as oportunidades!&nbsp;</p>



<p><strong>Modalidade&nbsp;EAD</strong>&nbsp;</p>



<p>Auditoria&nbsp;</p>



<p>Contabilidade Financeira em IFRS e&nbsp;USGaap&nbsp;para Avaliação de Empresas&nbsp;</p>



<p>Controladoria&nbsp;</p>



<p>Gestão de Compras e Suprimentos&nbsp;</p>



<p>Gestão de Negócios: Competitividade e Inovação&nbsp;</p>



<p>Gestão Financeira&nbsp;</p>



<p>Gestão Pública&nbsp;</p>



<p>Gestão Pública em Auditoria&nbsp;</p>



<p>Gestão Pública em Controladoria&nbsp;</p>



<p>Gestão Pública em Regime Próprio de Previdência Social – RPPS&nbsp;</p>



<p><strong>Modalidade Live&nbsp;</strong>&nbsp;</p>



<p>Contabilidade Empresarial com IFRS e USGAAP&nbsp;</p>



<p>Controladoria&nbsp;</p>



<p>Finanças Corporativas&nbsp;</p>



<p>Gestão Tributária&nbsp;</p>



<p>MBA&nbsp;Accounting&nbsp;</p>



<p>MBA Executivo em Finanças&nbsp;</p>



<p>MBA Gestão de Negócios&nbsp;</p>



<p>MBA Gestão de Riscos e&nbsp;Compliance&nbsp;</p>



<p>Mercado de Capitais&nbsp;</p>



<p>Negócios Internacionais e Comércio Exterior&nbsp;</p>



<p>Perícia&nbsp;</p>



<p><strong>Modalidade Semipresencial&nbsp;</strong>&nbsp;</p>



<p>Controladoria&nbsp;</p>



<p>Gestão Tributária&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Desvendando o “E” (environmental) da sigla ESG</title>
		<link>https://www.fecap.br/2021/08/25/desvendando-o-e-environmental-da-sigla-esg/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2021 18:23:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Pesquisa ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Garcia]]></category>
		<category><![CDATA[Deborah Martinez]]></category>
		<category><![CDATA[enviromental]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Alexandre Garcia e Deborah Martinez No início do mês de agosto de 2021, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (em inglês, IPCC &#8211; Intergovernmental Panel on Climate Change) publicou o relatório Sumário para os Criadores de Políticas (Summary for Policymakers), que é um resumo do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Por Alexandre Garcia e Deborah Martinez </p>



<p>No início do mês de agosto de 2021, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (em inglês, IPCC &#8211; Intergovernmental Panel on Climate Change) publicou o relatório Sumário para os Criadores de Políticas (Summary for Policymakers), que é um resumo do volume chamado As Bases da Ciência Física da Mudança Climática (The  <br>Physical Science Basis of Climate Change). Serão três volumes a serem divulgados sendo o último previsto para junho de 2022. Com base em mais de 14.000 estudos científicos analisados por 517 cientistas, o relatório concluiu que desde 1850 o planeta aqueceu em média 1,1° C, e que o aquecimento médio global deve atingir ou exceder 1,5º C até o ano de 2040. </p>



<p>Esse aumento, que acarretaria mais acontecimentos climáticos extremos, como secas, inundações e ondas de calor, está longe da Agenda 2030, estipulada no Acordo de Paris, realizado em 2015 pelos 195 países membros da ONU, que fixa a redução de emissão de gases de efeito estufa. Ainda segundo o relatório do IPCC, para que o aquecimento seja contido abaixo de 1,5º C as emissões devem cair a zero nas próximas décadas, caso contrário deve-se esperar até o fim do século XXI um aumento de 2,5 a 4° C.&nbsp;</p>



<p>A Figura 1, extraída do relatório do IPCC, mostra a constatação de calor extremo ocorrido até então nas regiões continentais (hachurada em rosa escuro) e a certeza de que tal situação foi provocada pela ação humana (regiões marcadas por pontos).&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="338" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/08/image-3-1024x338.png" alt="" class="wp-image-27808" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/08/image-3-1024x338.png 1024w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/08/image-3-300x99.png 300w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/08/image-3-768x254.png 768w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/08/image-3.png 1286w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Figura 1 – Síntese da avaliação da mudança climática observada nos continentes Fonte: Summary for Policymakers, 2021&nbsp;</p>



<p>Observe que as regiões que o Brasil ocupa, representadas na figura pelas siglas NSA, NES e SES apresentam aumento de calor extremo desde 1950 provocadas pela ação humana, com nível de confiança média e alta para essa conclusão.&nbsp;</p>



<p>Segundo o Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG), organizado pelo Observatório do Clima, que seguem as diretrizes do IPCC, o Brasil lançou na atmosfera, somente no ano de 2019, 2,17 bilhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente (tCO2e). As mudanças de uso da terra, puxadas pelo desmatamento, seguem sendo as principais responsáveis por emissões no Brasil, representando 44% do total. A agropecuária vem em segundo lugar, com 598,7 milhões de toneladas de CO2e. Os setores industriais e de energia são responsáveis por 24% dessas emissões, com 517 milhões de toneladas de CO2e. E por último vem o setor de resíduos com 96,1 milhão de toneladas de CO2e, que compreende a disposição de resíduos sólidos em aterros controlados, lixões e aterros sanitários além do tratamento de efluentes líquidos industriais e domésticos.&nbsp;</p>



<p>A partir dessa informação, fizemos um levantamento da emissão de gases, somente dos últimos 10 anos (de 2010 a 2019), pelas empresas brasileiras listadas em bolsa de valores, que representam o setor de indústrias e de energia responsável por quase 1/4 de toda a quantidade de emissão de dióxido de carbono no Brasil. Utilizamos os dados disponíveis na base Eikon, da empresa Refinitiv, que compila informações ambientais, sociais e de governança-ASG (em inglês, ESG-Environmental, Social and Governance), a partir dos relatórios divulgados pelas companhias. De uma amostra inicial de 88 empresas obtidas, consideramos apenas aquelas que tinham dados de pelo menos 6 dos 10 anos em análise, restando 75 empresas para as quais calculamos: (i) o total de emissões de CO2e no período e; (ii) a média do score (nota de 0 a 100%) para o desempenho no quesito emissões (que inclui CO2e e outros gases de efeito estufa e considera os esforços aplicados para mitigar o impacto desses gases poluentes).&nbsp;</p>



<p>No Gráfico 1 apresentamos apenas as 10 empresas que mais emitiram CO2e nesses últimos 10 anos. Obviamente empresas dos setores de mineração, cimento e metais representadas por 4 empresas são as que emitiram mais CO2e, mas apenas uma (Vale) apresenta o score no maior quartil do ranking de score em desempenho de emissões.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="927" height="366" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/08/image-2.png" alt="" class="wp-image-27807" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/08/image-2.png 927w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/08/image-2-300x118.png 300w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/08/image-2-768x303.png 768w" sizes="(max-width: 927px) 100vw, 927px" /></figure>



<p>Gráfico 1 &#8211; Emissão de CO2e e desempenho no score emissão de gases&nbsp;</p>



<p>Dessas dez empresas, duas vem apresentando a maior queda anual no volume de emissões de CO2e (Vale e Gerdau), demonstrando esforços nesse sentido possivelmente com investimentos para a mitigação dos poluentes gerados. Ainda assim, o setor industrial da qual pertencem essas duas empresas é o maior responsável pela emissão de gases do efeito estufa. Segundo levantamento do SEEG, as atividades industriais foram responsáveis, em 2019, por quase 100 milhões de toneladas de emissão de CO2e, sendo que 75% disso foram provenientes somente de empresas dos setores de mineração e metais.&nbsp;</p>



<p>Todas essas dez empresas representam setores que, naturalmente, geram elevadas concentrações de CO2e na atmosfera para colocar em funcionamento as suas operações. E são atividades essenciais para o nosso desenvolvimento, como por exemplo, a construção de moradias e até construções viárias como pontes e estradas (pelos setores de mineração, aço, cimento), além de empresas de energia elétrica (Eletrobras, Engie e EDP) que tanto dependemos para várias outras atividades industriais e até para nossas residências. Complementam o Gráfico 1, uma empresa do setor de alimentos, mais especificamente de produção de proteínas pelo processamento de carnes (JBS), uma empresa química (Braskem) e uma empresa aérea (GOL).&nbsp;</p>



<p>Por limitação desse levantamento, cuja base foi somente empresas listadas na bolsa de valores, a B3, não foram inclusas outras grandes empresas atuantes no Brasil, muitas delas de capital estrangeiro, como as montadoras de veículos, que também geram elevadas emissões de gases no seu processo fabril. Assim sendo, urge que essas empresas multinacionais passem a mensurar, se já não o fazem, mas que divulguem as emissões e os planos para a mitigação dos impactos gerados, por meio de relatórios como o Relato Integrado.&nbsp;</p>



<p>Como uma escola de negócios cuja missão institucional é educar pessoas para transformar organizações e, apoiar as organizações para que transformem a sociedade, nossos estudos visam preparar cidadãos conscientes com a realidade que proporcionarão melhorias nos processos e desempenho das organizações, considerando não somente os fatores econômicos, mas também os fatores ambientais, sociais e de governança, representada pela sigla ESG (do inglês, Environmental, Social and Governance).&nbsp;</p>



<p>Cidadãos com essa consciência e atitude contribuirão para o desenvolvimento sustentável, que é a capacidade de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. Como é o caso da co-autora desse texto, com apenas dezessete anos de idade e consciente dos desafios&nbsp;que sua geração enfrentará.&nbsp;</p>



<p><strong>CENTRO DE PESQUISA EM ESG</strong>&nbsp;</p>



<p>A FECAP mantém um Centro de Pesquisa ESG, com objetivo de prover, por meio de pesquisas empíricas, estudos sobre os fatores ambientais, sociais e de governança e seus impactos para as empresas, para o mercado financeiro e para a sociedade em geral. O Centro de Pesquisa ESG é aberto para estudos conduzidos por todos os docentes e alunos da FECAP (graduação e pós-graduação), com incentivo à participação de pesquisadores externos (nacionais e internacionais).&nbsp;</p>



<p>Saiba mais sobre o Centro <a href="https://www.fecap.br/centro-de-pesquisa-esg/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clicando aqui</a>!&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2021/08/25/desvendando-o-e-environmental-da-sigla-esg/">Desvendando o “E” (environmental) da sigla ESG</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
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		<title>Artigo: Relato Integrado como resposta ao ESG?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jul 2021 17:59:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Pesquisa ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Pesquisa RI]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Garcia]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Sanches Garcia]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Pesquisa em Mercado de Capitais e Relações com Investidores]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Lopes da Luz]]></category>
		<category><![CDATA[Sandra Regina de Oliveira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por: ALEXANDRE GARCIA, RODRIGO LUZ e SANDRA OLIVEIRA   O termo ESG (Environmental, Social and Governance) surgiu pela primeira vez em 2004, no documento Who Cares Wins, publicado pelo Pacto Global da ONU, em parceria com o Banco Mundial. Naquele momento, o objetivo foi encorajar as instituições financeiras a incorporar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 14pt;"><strong>Por:</strong> <em>ALEXANDRE GARCIA, RODRIGO LUZ e SANDRA OLIVEIRA </em> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O termo ESG (Environmental, Social and Governance) surgiu pela primeira vez em 2004, no documento Who Cares Wins, publicado pelo Pacto Global da ONU, em parceria com o Banco Mundial. Naquele momento, o objetivo foi encorajar as instituições financeiras a incorporar a análise dos fatores ESG das empresas nas decisões de investimentos. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Porém, somente agora, acentuado pela pandemia mundial (COVID-19), observa-se um fortalecimento do assunto ESG entre as empresas, investidores e a sociedade em geral como verificado em recente pesquisa realizada pelo Pacto Global, da ONU. Com crescimento significativo e um volume seis vezes maior do que o ano anterior, foram coletados, nos meios digitais, mais de 22 mil conteúdos sobre o assunto. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Outras pesquisas também apontam o destaque ao tema ESG, como a realizada pelo Global Network of Director Institutes (GNDI), informando que 85% dos 1.964 conselheiros consultados acreditam que, no longo prazo, teremos maior foco em questões ESG, de sustentabilidade e de geração de valor para as partes interessadas (os “stakeholders”). Do mesmo modo, pesquisa da McKinsey aponta que 83% dos líderes executivos e profissionais de investimento dizem que esperam que os programas ESG contribuam com o aumento de valor para os acionistas (“shareholders”) nos próximos cinco anos. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Para demonstrar suas práticas em ESG, as organizações precisam usar o disclosure dessas informações, que na maioria são compostas por informações não-financeiras. Já em 2012, durante a Conferência Rio+20 da ONU, o artigo 47 do documento “The Future We Want” encorajava as empresas, especialmente as listadas em Bolsa ou de grande porte, a considerarem as informações socioambientais em seu ciclo de divulgação. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Desde então, surge uma verdadeira “sopa de letrinhas” como é dito informalmente entre os executivos. São siglas como CDP, CDSB, DJSI, GRI, IIRC, ISE, ISO 26000, PRI, TCFD, SASB que representam algumas das diferentes organizações e iniciativas que procuram definir modelos, também chamados de framework, para que as empresas possam mensurar e relatar seu desempenho de sustentabilidade aos investidores e outras partes interessadas. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Os agentes reguladores de mercado de todo o mundo também pressionam para esse movimento de disclosure, como já discutido na Comissão Europeia para a nova diretiva de relatórios corporativos de sustentabilidade. No fim do ano de 2020, a Fundação IFRS, organização mundial que estabelece regras e padrões das demonstrações financeiras das empresas, fez uma consulta pública para deliberação de uma padronização de relatórios com informações ESG, obtendo mais de 500 respostas do mundo todo. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">No Brasil também há iniciativas nesse mesmo sentido. No início desse ano, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) colocou em audiência pública o Edital 09 que prevê profundas alterações na Instrução Normativa 480 no que diz respeito à divulgação de questões ESG pelas empresas e teve mais de 50 respondentes, assim como proposta colocada em audiência pública pelo Banco Central do Brasil. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Nesse sentido, uma das metodologias de reporte que as empresas brasileiras vêm adotando para divulgar suas iniciativas ESG, é o Relato Integrado, já previsto pela Resolução 14/2020 da CVM. Documento da OCDE mostra que 75% das empresas internacionais consultadas utilizam o Relato Integrado, atrás apenas do relatório elaborado com base no Global Reporting Initiative (GRI). </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Analisando os Formulários de Referência arquivados na CVM em 2020, categorias A e B que totalizam 617 empresas, apenas 152 informam que possuem relatórios de sustentabilidade, porém ao analisá-los individualmente, identificamos que 44 informam adotar a metodologia do Relato Integrado, sendo que 14 empresas pertencem a grupos econômicos e divulgaram o mesmo relatório, resultando em 30 Relatos Integrados. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Com esses 30 relatórios, comparamos com o ESG score da base de dados da Refinitiv (ex-Thomson Reuters) e encontramos o ESG score para 23 empresas, sendo essa a amostra final para a análise a seguir. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Foi elaborado um Índice de Relato Integrado (IRI), com base no framework do International Integrated Reporting Council (IIRC), que consiste na aderência dos relatórios publicados para os seis capitais definidos no framework. Esse índice foi gerado a partir da aderência em 60 indicadores, sendo 10 para cada capital. A escala para mensurar a aderência aos capitais é composta por três critérios: “0” quando não há informações para o capital; “0,5” quando as informações do capital são incompletas, e; “1” quando as informações cumprem totalmente a descrição do capital estabelecido no framework do IIRC. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Apesar da amostra não ser homogênea em termos de setor de atuação das empresas que divulgaram o Relato Integrado, a Tabela 1 indica que a média geral do IRI foi de 0,66 com destaque para os setores de consumo não-cíclico, financeiro, tecnologia da informação e materiais básicos que obtiveram resultados maiores que a média geral. Já os resultados obtidos pelos setores de bens industriais e utilidade pública, estão abaixo da média geral. Analisando de forma individual, a pontuação mais alta do IRI foi de 0,78 e a mais baixa foi de 0,47, demonstrando que ainda há uma grande oportunidade de melhoria do disclosure pelas empresas que usam o framework do IIRC. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;" data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-25984" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/07/Sem-titulo-554-1024x432.png" alt="" width="1024" height="432" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/07/Sem-titulo-554-1024x432.png 1024w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/07/Sem-titulo-554-300x127.png 300w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/07/Sem-titulo-554-768x324.png 768w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/07/Sem-titulo-554.png 1056w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Ainda na Tabela 1, observa-se que o capital natural obteve o melhor resultado dentre os demais capitais com média de 0,78. Como este é um tema de muito destaque no meio da sociedade nos últimos anos, observa-se que as empresas têm concentrado esforços na divulgação deste capital sendo a mais baixa pelo setor de tecnologia da informação. Já os capitais, financeiro e de manufatura, apresentam os resultados mais baixos, o que pode ser motivado pelo fato de empresas divulgarem somente o necessário sem incorrer em custos adicionais para o capital financeiro. Para o capital manufaturado, a possível razão pela baixa divulgação pode ser o sigilo sobre os processos industriais. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Essas mesmas empresas que divulgam o Relato Integrado apresentam um desempenho ESG também muito heterogêneo. Empresas de setores de materiais básicos e consumo cíclico tem um desempenho abaixo de 50% (medindo de 0 a 100%). Na segregação das empresas pelos quartis, apresentado na Tabela 1, destaca-se que há uma empresa com ESG score abaixo de 25%, enquanto que a maioria das empresas da amostra está no terceiro e quarto quartil, ou seja, 11 empresas com ESG score entre 50,01% a 75% e 7 empresas com score acima de 75%. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A Tabela 2 apresenta o IRI e o ESG score por nível de Governança Corporativa da Bolsa de Valores, a B3. Os resultados indicam que quanto maior o nível de governança menor é o índice de disclosure pelo índice do Relato Integrado. O baixo score de ESG dessas empresas de maior nível de governança também corrobora com este resultado. Uma possível resposta para este achado pode ser explicada pela motivação destas empresas já atuarem em ambientes com as melhores práticas de governança corporativa e entenderem que não precisam melhorar o disclosure dos capitais do framework do Relato Integrado. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;" data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25985" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/07/Sem-titulo-555.png" alt="" width="726" height="530" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/07/Sem-titulo-555.png 726w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/07/Sem-titulo-555-300x219.png 300w" sizes="(max-width: 726px) 100vw, 726px" /></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Na divisão por quartil, o destaque fica para uma empresa do Novo Mercado, nível máximo de governança corporativa, onde seu ESG score foi classificado no quartil mais baixo, o primeiro com nota de até 25%. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">No Brasil, apesar de ser ainda um pequeno grupo de empresas, o Relato Integrado já é um framework em resposta ao ESG, mas é importante ressaltar que ainda há um longo caminho para a consolidação deste framework ou até surgir um outro como padrão nacional. A sequência desta pesquisa será a apresentação do ESG score comparativo entre os países do BRICS para medir qual país deste bloco está mais evoluído em termos de práticas ESG </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>Os autores</b> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>ALEXANDRE SANCHES GARCIA</b> é coordenador dos cursos de Pós-graduação da FECAP e coordenador do Centro de Pesquisa em Mercado de Capitais e Relações com Investidores. </span><br />
<span style="font-size: 14pt;"><a href="mailto:garcia@fecap.br">garcia@fecap.br</a> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>RODRIGO LOPES DA LUZ</b> é membro do Conselho de Administração do IBRI e coordenador do Centro de Pesquisa em Mercado de Capitais e Relações com Investidores. </span><br />
<span style="font-size: 14pt;"><a href="mailto:rodrigo.luz01@gmail.com">rodrigo.luz01@gmail.com</a> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>SANDRA REGINA DE OLIVEIRA</b> é mestranda em Administração na FECAP. </span><br />
<span style="font-size: 14pt;"><a href="mailto:sandra.bisetto@gmail.com">sandra.bisetto@gmail.com</a> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>Centro de Pesquisa em Mercado de Capitais e Relações com Investidores</b> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O Centro de Pesquisa em Mercado de Capitais e Relações com Investidores tem como objetivo prover o mercado de capitais e meio acadêmico com pesquisas empíricas para aplicação do dia a dia dos profissionais de relações com investidores. É uma iniciativa conjunta da <a href="http://www.fecap.br">Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</a> e do <a href="http://www.ibri.com.br/">IBRI-Instituto Brasileiro de Relações com Investidores</a>.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Saiba mais no site: <a href="https://www.fecap.br/centro-de-pesquisa-ri/">clique aqui</a>! </span></p>
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		<title>Empresas que investem em ESG podem ter maior lucro e valor de mercado no longo prazo</title>
		<link>https://www.fecap.br/2021/06/22/empresas-que-investem-em-esg-podem-ter-maior-lucro-e-valor-de-mercado-no-longo-prazo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jun 2021 14:51:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Garcia]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Sanches Garcia]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A sigla ESG &#8211; Ambiental, Social e Governança, tradução do inglês Environmental, Social and Governance, refere-se aos três fatores centrais na medição da sustentabilidade e do impacto social de um investimento em uma empresa ou negócio.  Segundo o professor da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) Alexandre Garcia, o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 14pt;">A sigla ESG &#8211; Ambiental, Social e Governança, tradução do inglês <i>Environmental, Social and Governance</i>, refere-se aos três fatores centrais na medição da sustentabilidade e do impacto social de um investimento em uma empresa ou negócio. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Segundo o professor da <a href="http://www.fecap.br">Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</a> Alexandre Garcia, o ESG já é debatido há um bom tempo, mas ganhou mais notoriedade nos últimos anos, principalmente depois da pandemia de Covid-19. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">&#8220;É um assunto muito debatido, que está em voga, desperta muita atenção pela sociedade, como investidores, e inclui a divulgação de informações, não mais somente financeiras, mas outras informações como a composição das suas diretorias, com a inclusão de mulheres e negros, ou como é a conduta da empresa em relação a temas como racismo, assédio, improbidade administrativa ou corrupção”. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">As empresas precisam se atentar para esses fatores, porque a forma como lidam com o ESG pode impactar diretamente o lucro das organizações e o valor de mercado delas com o passar do tempo, além de outras consequências mais intangíveis, como a fidelidade de clientes e fornecedores. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">ESG NO MUNDO </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Segundo o especialista, a grande mudança para o ESG foi na virada do século, com a iniciativa do Pacto Global lançado pela ONU, em 2004, que teve a adesão das 50 maiores empresas financeiras do mundo. Até então era uma discussão muito estéril, que ficava só nos organismos internacionais, entre países, mas não chegava até as empresas. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Além do pacto global da ONU, os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) lançados pela Organização no Acordo de Paris em 2015, preveem 17 objetivos de desenvolvimento sustentável para as nações até 2030. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“Já se foram seis anos do Acordo de Paris e ainda estamos discutindo como incluir a divulgação das ações ESG junto às informações financeiras. A sociedade está acostumada a relatórios financeiros, mas ainda não há uma padronização para relatórios que divulguem os aspectos não financeiros. Essa padronização está sendo discutida por órgãos como a International Financial Reporting Standards – IFRS,  internacionalmente, ou a Comissão de Valores Mobiliários &#8211; CVM, nacionalmente, mas essas discussões ainda vão levar algum tempo para chegar a consensos”. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">RANKING DE ESG </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Para medir o desempenho das empresas em matéria de ESG, alguns organismos e empresas de consultoria, como a Bloomberg, por exemplo, criam uma espécie de escore de desempenho, baseado na prestação de contas que essas empresas fazem, como demonstrações financeiras, mas também de informações não financeiras, e índices de governança corporativa ou de emissão de carbono, que são exemplos de indicadores que medem os fatores ESG. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“O mercado financeiro já entendeu a importância do ESG na análise de investimentos. O grande desafio é fazer os empresários entenderem que precisam praticar ações baseadas no ESG e divulgá-las”. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">ESG NO BRASIL </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Na opinião de Garcia, por questões culturais, institucionais e estruturais, o Brasil está engatinhando no quesito ESG, com um longo percurso para ser percorrido.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“O mercado financeiro tem engajado empresas e empresários a agirem baseados nos três pilares do ESG. As empresas que não se preocupam com aspectos sociais e ambientais enfrentam alta volatilidade das suas ações em bolsa de valores, que vão repercutir nos investimentos e fundos”, finaliza. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O PROFESSOR </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Alexandre Sanches Garcia é doutor em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas-SP (2017), mestre em Ciências Contábeis e Atuariais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1998), com graduação em Ciências Contábeis pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (1992). Foi auditor em empresas de grande porte, como Price Waterhouse Coopers, General Motors e Philip Morris. Sócio de empresa de consultoria, Pró-Reitor da Pós-Graduação, Professor dos Programas de Mestrados em Ciências Contábeis e de Administração da FECAP-Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado e Conselheiro efetivo do Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo (gestão 2020-2023). Título de Acadêmico recebido pela APC-Academia Paulista de Contabilidade. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">CENTRO DE PESQUISA EM ESG</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A FECAP mantém um Centro de Pesquisa ESG, com objetivo  de prover, por meio de pesquisas empíricas, estudos sobre os fatores ambientais, sociais e de governança e seus impactos para as empresas, para o mercado financeiro e para a sociedade em geral. O Centro de Pesquisa ESG é aberto para estudos conduzidos por todos os docentes e alunos da FECAP (graduação e pós-graduação), com incentivo à participação de pesquisadores externos (nacionais e internacionais).</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Saiba mais sobre o Centro <a href="https://www.fecap.br/centro-de-pesquisa-esg/">clicando aqui</a>!</span></p>
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		<title>O relato integrado responde ao ESG? Confira pesquisa!</title>
		<link>https://www.fecap.br/2021/06/14/o-relato-integrado-responde-ao-esg-webinar-com-ibri-discute/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adna Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jun 2021 13:52:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Pesquisa ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Pesquisa RI]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Pesquisa em Mercado de Capitais e Relações com Investidores]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[ibri]]></category>
		<category><![CDATA[relato integrado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>São muitas as demandas dos indicadores de ESG (Environmental, Social and Governance) que buscam avaliar o investimento de organizações em critérios de sustentabilidade. Entre eles está o Relato Integrado, com objetivo de aumentar a transparência da prestação de contas e melhorar a qualidade e profundidade das informações.  Para apresentar os resultados do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span data-contrast="auto">São muitas as demandas dos indicadores de ESG (Environmental, Social and Governance) que buscam avaliar o investimento de organizações em critérios de sustentabilidade. Entre eles está o Relato Integrado, com objetivo de aumentar a transparência da prestação de contas e melhorar a qualidade e profundidade das informações.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Para apresentar os resultados do primeiro estudo do Centro de Pesquisa em Mercado de Capitais e Relações com Investidores, a FECAP promove no próximo dia 15 de junho o webinar “O Relato Integrado responde ao ESG?”, às 17h, no canal do IBRI no Youtube.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Participam do debate Geraldo Soares, membro do Conselho de Administração do IBRI, e Vânia Borgerth, Coordenadora da Comissão Brasileira de Acompanhamento do Relato Integrado.  A mediação é feita por Alexandre Garcia e Rodrigo Luz.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
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<p><a href="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/Relato-integrado-responde-ao-ESG.pdf">Confira pesquisa completa: Relato integrado responde ao ESG?</a></p>
<p><iframe title="Lançamento da Pesquisa sobre Relato Integrado - IBRI &amp; FECAP" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/UY9-GD31NqI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h5><b><span data-contrast="auto">Sobre o centro de pesquisa</span></b><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></h5>
<p><span data-contrast="auto">O Centro de Pesquisa em Mercado de Capitais e Relações com Investidores tem como objetivo prover o mercado de capitais e meio acadêmico com pesquisas empíricas para aplicação do dia a dia dos profissionais de relações com investidores. É uma iniciativa conjunta da FECAP e do IBRI-Instituto Brasileiro de Relações com Investidores. Link do site:  </span><a href="https://www.fecap.br/centro-de-pesquisa-ri/"><span data-contrast="none">https://www.fecap.br/centro-de-pesquisa-ri/</span></a><span data-contrast="auto"> </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
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