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	<title>NECON FECAP | FECAP</title>
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	<title>NECON FECAP | FECAP</title>
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		<title>NECON FECAP promove evento sobre regimes orçamentários no Brasil  </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adna Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 May 2022 16:49:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Núcleo de Estudos de Conjuntura Econômica (NECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) oferece no próximo dia 06 de maio, das 18h às 19h, o evento “O debate sobre regimes orçamentários no Brasil em tempos de indefinição das nossas políticas de transferência [&#8230;]</p>
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<p>O Núcleo de Estudos de Conjuntura Econômica (NECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) oferece no próximo dia 06 de maio, das 18h às 19h, o evento “O debate sobre regimes orçamentários no Brasil em tempos de indefinição das nossas políticas de transferência de renda”. O encontro acontecerá na sala de negociação, no campus Liberdade.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Em meio a uma crise, desde 2014, o Brasil assistiu à deterioração de uma série de indicadores, com centralidade na dívida pública como porcentagem do PIB. Nesse contexto, a Emenda Constitucional nº 95 instituiu um Teto de Gastos na composição do Regime Fiscal brasileiro.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>“Contudo, as mazelas da crise se somaram aos efeitos da Pandemia de COVID-19, gerando a necessidade de maiores transferências sociais. O bolsa-família, então, foi extinto, deixando em aberto as formas pelas quais articularemos os imperativos orçamentário e social. Que opções temos pela frente? Essa roda de conversa visa apresentar e discutir algumas das nossas possibilidades”, comenta o professor da gradução Daniel Pereira da Silva.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Para enriquecer a discussão, o Núcleo convidou Daniel Pereira da Silva. Daniel é professor dos cursos de graduação da FECAP, tem graduação, mestrado e doutorado pelo Instituto de Economia da Unicamp. Atua nas áreas de Economia Política, Econômica Brasileira e História Econômica.&nbsp;&nbsp;</p>
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		<title>Webinar debate os novos rumos da economia chinesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[fecap]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Nov 2021 21:29:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Instituto de Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[Nadja Heiderich]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sob a liderança de Xi Jinping, a China tem trilhado um caminho diverso da liderança anterior. Antes, procurava uma maior integração com o resto do mundo. Agora, busca se firmar como líder mundial. O caminho natural para a economia chinesa seria a abertura política, no entanto, [&#8230;]</p>
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<p>Sob a liderança de Xi Jinping, a China tem trilhado um caminho diverso da liderança anterior. Antes, procurava uma maior integração com o resto do mundo. Agora, busca se firmar como líder mundial. O caminho natural para a economia chinesa seria a abertura política, no entanto, o líder chinês busca ampliar o poder do Estado na economia. </p>



<p>Os efeitos dessa nova diretriz podem ser perversos, acabando por reduzir a produtividade e o nível de crescimento, sendo norte para o cenário econômico mundial a médio prazo. Para abordar esse tema tão complexo e atual, o&nbsp;Núcleo de Estudos de Conjuntura Econômica&nbsp;da&nbsp;Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (NECON&nbsp;FECAP) promove o webinar &#8221; Os novos rumos da Economia Chinesa&#8221;, no dia 22 de novembro, às 17h30, no YouTube.&nbsp;</p>



<p>O evento conta com a participação do consultor econômico da Federação&nbsp;do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&nbsp;Andre&nbsp;Luiz&nbsp;Sacconato&nbsp;e mediação da professora doutora&nbsp;Nadja&nbsp;Heiderich.&nbsp;</p>



<p>Os interessados em acompanhar o webinar devem fazer sua inscrição clicando&nbsp;<a href="https://www.fecap.br/evento/os-novos-rumos-da-economia-chinesa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>aqui</strong></a>. Para alunos da FECAP, a atividade vale 2 horas complementares, que serão enviadas direto para a Central do Aluno (CAF). Para não alunos, será enviado um certificado àqueles que preencherem a lista de presença disponibilizada no chat ao vivo.&nbsp;</p>



<p><strong>Sobre o palestrante</strong>&nbsp;</p>



<p>Andre&nbsp;Luiz&nbsp;Sacconato&nbsp;é mestre e doutor em Economia pelo&nbsp;Instituto de Pesquisas Econômicas&nbsp;da Universidade de São Paulo (IPE-USP), consultor econômico da&nbsp;FecomercioSP&nbsp;e professor do MBA da Fundação Instituto de Administração (FIA-USP). Foi diretor de pesquisas do Instituto&nbsp;BRAiN&nbsp;Brasil e professor da FECAP.&nbsp;</p>



<p><strong>Sobre a mediadora</strong>&nbsp;</p>



<p>Nadja&nbsp;Heiderich&nbsp;é&nbsp;doutora em Ciências (Economia Aplicada) na Universidade de São Paulo. Possui mestrado em Ciências (Economia Aplicada) pela Universidade de São Paulo (2012). Graduada em Ciências Econômicas pela FECAP (2008). Atualmente é professora no Centro Universitário FECAP e coordenadora do NECON FECAP (Núcleo de Estudos de Conjuntura Econômica). Tem experiência na área de Economia, com ênfase em Economia Aplicada, atuando principalmente nos seguintes temas: meio ambiente, modelagem matemática, logística e agronegócio.&nbsp;</p>
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		<title>Crise entre os poderes: especialista aponta como ela afeta as reformas e a economia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Sep 2021 14:22:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[crise econômica]]></category>
		<category><![CDATA[crise entre poderes]]></category>
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		<category><![CDATA[Nadja Heiderich]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Crise entre os poderes: especialista aponta como ela afeta as reformas e a economia.</p>
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<p>Os atritos constantes entre os poderes Executivo, Judiciário e Legislativo, além das interferências inconstitucionais das atribuições de um poder sobre o outro, têm gerado temores em todas as camadas da sociedade. Tanto sobre o mercado financeiro, passando pelo empresariado em geral, até os consumidores.&nbsp;</p>



<p>A capacidade de articulação do governo federal para a realização das reformas liberais, que foram promessas de campanha, visando o crescimento econômico de longo prazo da economia brasileira, tem se enfraquecido, fazendo com que investidores se sintam desacreditados.&nbsp;</p>



<p>Para a professora de Economia e coordenadora do Núcleo de Estudos da Conjuntura Econômica da <a href="http://www.fecap.br">Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</a>, <a href="https://www.linkedin.com/in/nadja-heiderich-b66b6560/">Nadja Heiderich</a>, o embate entre os poderes da República prejudica desde o cenário macroeconômico até o bolso do cidadão comum. </p>



<p>AGENTES ECONÔMICOS&nbsp;</p>



<p>Segundo Nadja, o embate impacta diretamente a incerteza do mercado. Os agentes econômicos são movidos a expectativas, que são revistas regularmente.&nbsp; Quando o ambiente se torna incerto sobre o futuro, as decisões sobre investimentos sofrem alterações, tanto para empresas quanto para cidadãos comuns.&nbsp;</p>



<p>Com um ambiente de maior risco e incerteza, não é possível precificar o futuro. Existem até investidores que são amantes ao risco, mas tem-se que levar em conta os mais cautelosos.&nbsp;</p>



<p>No caso de investidores internacionais, esses podem retirar recursos do Brasil, o que acarreta o aumento do dólar. Esses atores também podem rever expectativas com relação ao futuro do País, e decidir por não se engajar nos projetos de privatização, não querer comprar empresas que estão sendo privatizadas, por exemplo. Isso é ruim no longo prazo.&nbsp;</p>



<p>PREJUÍZO PARA REFORMAS&nbsp;</p>



<p>A crise institucional também interfere no futuro do Brasil ao longo prazo, atrasando as reformas: o Brasil fica com uma imagem de País emergente que não é consolidado institucionalmente, reduzindo, assim, as perspectivas de crescimento econômico.&nbsp;</p>



<p>CENÁRIO INTERNO&nbsp;</p>



<p>O cenário barulhento também torna a bolsa de valores volátil. Quando se trata de empresas brasileiras, elas podem travar investimentos, esperando o ambiente se tornar mais favorável. Existe uma incerteza jurídica no ar, e isso não é bom para contratos.&nbsp;</p>



<p>Além disso, uma empresa não vai querer vir para o Brasil, nem mesmo fazer qualquer tipo de projeto ou investimento no País, com receio de não haver cumprimento de contratos.&nbsp;</p>



<p>CIDADÃO TAMBÉM É PREJUDICADO&nbsp;</p>



<p>Para o cidadão, o cenário de incerteza pode o afetar diretamente via inflação. Quando há saída de capitais do País, o dólar acaba se valorizando, e a moeda brasileira deprecia frente ao dólar, fazendo com que produtos importados e a procura por produtos brasileiros no exterior se elevem, aumentando os preços no mercado interno.&nbsp;</p>



<p>Isso reduz o poder de compra das famílias, o que pode atrasar a retomada econômica no curto prazo, visto que o consumo é menor com o poder de compra afetado.&nbsp;</p>



<p>TAXA DE JUROS&nbsp;</p>



<p>A política econômica do Banco Central para conter a inflação tem elevado a taxa de juros, com expectativa de se elevar ainda mais até o fim do ano, e isso pode ter efeito nocivo para o investimento: os empréstimos ficam mais caros, e as taxas de retorno tem que ser mais altas. Além disso, o crédito também fica mais caro para as famílias.&nbsp;</p>



<p>Por fim, há também a questão do risco fiscal que o Brasil está enfrentando, que a longo prazo pode mexer com a percepção do exterior em relação ao país.&nbsp;</p>



<p><strong>A especialista</strong>&nbsp;</p>



<p>Nadja Heiderich é Doutora em Ciências (Economia Aplicada) na Universidade de São Paulo. Possui mestrado em Ciências (Economia Aplicada) pela Universidade de São Paulo (2012). Graduada em Ciências Econômicas pela FECAP (2008). Atualmente é professora no Centro Universitário FECAP e coordenadora do NECON FECAP (Núcleo de Estudos de Conjuntura Econômica). Tem experiência na área de Economia, com ênfase em Economia Aplicada, atuando principalmente nos seguintes temas: meio ambiente, modelagem matemática, logística, agronegócio.&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Balança comercial brasileira acumula superávit de US$ 1,648 bi no 1º trimestre</title>
		<link>https://www.fecap.br/2021/06/12/balanca-comercial-brasileira-acumula-superavit-de-us-1648-bi-no-1o-trimestre/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Jun 2021 22:35:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto de Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[balança comercial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Boletim Econômico produzido pelo Núcleo de Estudos da Conjuntura Econômica (NECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), analisou dados balança comercial do Brasil no 1º trimestre de 2021: o superávit chegou a US$ 1,648 bilhões nos três primeiros meses do ano.  O [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 14pt;">O Boletim Econômico produzido pelo Núcleo de Estudos da Conjuntura Econômica (NECON) da <a href="http://www.fecap.br">Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</a>, analisou dados balança comercial do Brasil no 1º trimestre de 2021: o superávit chegou a US$ 1,648 bilhões nos três primeiros meses do ano. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O NECON FECAP é um grupo formado por professores e alunos da Faculdade de Economia da FECAP, além de interessados, e pretende analisar indicadores de conjuntura e cenários da economia atual. O objetivo missão é criar um ambiente permanente e rico de reflexão e análise acerca da conjuntura econômica nacional, além de produzir relatórios que auxiliem investidores, empresários, gestores públicos e pesquisadores na tomada de decisão. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O trabalho foi realizado por Guilherme Lima. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Confira o Boletim completo <strong><a href="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/Boletim-Economico-1TRI-1.pdf">clicando aqui</a></strong>. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">BALANÇA COMERCIAL </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A balança comercial acumulou um superávit de US$ 1,648 bilhão nos três primeiros meses de 2021, contudo o saldo foi o menor desde 2015. No período, as exportações somaram US$ 55,635 bilhões, influenciado pelo aumento de 41,6% da indústria extrativa, de 17% do setor agropecuário e de 6,5% da indústria de transformação. Já as importações, totalizaram US$ 53,987 bilhões, com altas na indústria de transformação (24%); agropecuária (15,4%) e indústria extrativa (12,8%).  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Destaca-se o resultado de março, no qual as exportações, do Brasil, superaram as importações em US$ 1,482 bilhões. Entretanto, de acordo com a média diária padrão, esse valor é 63% menor que o registrado em março do ano passado, além de ser o menor valor mensal desde 2015. O aumento das exportações (US$ 24,505 bilhões, +27,8% em relação ao mesmo mês do ano passado) é resultado do impacto da plataforma de petróleo. Até os últimos dez anos, o Brasil registrava plataformas de petróleo nas subsidiárias da Petrobras no exterior, mas que nunca saíam do país. Essas operações são registradas como exportações. Com a ajuda do Retro (o novo sistema tributário do setor), o Brasil está registrando várias plataformas e registrando o processo como uma importação.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Em relação as importações (US$ 23,023 bilhões, um aumento ano-a-ano de 51,7%), a entrada de plataformas de petróleo no país aumentou as compras externas. Sem isto, a balança comercial, de março, registraria um superávit de US$ 6,988 bilhões, e teria um resultado maior desde março de 2017, quando o superávit total da época era de US$ 7,136 bilhões.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Outros destaques das importações foram os aumentos das compras de gás natural (+229,8%), medicamentos e produtos farmacêuticos (+52,9%) e soja (+215%). A desvalorização do real aumenta os preços das mercadorias de outros países, levando a um aumento no valor das importações desses produtos. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">De acordo com o relatório Focus, a previsão para o fim de 2021 é que que a Balança Comercial tenha um superávit de US$ 55 bilhões. Já em relação ao saldo da conta corrente, a previsão é de déficit de US$ 12 milhões. Por fim, a estimativa do Investimento direto no País (IDP) é de US$ 55 bilhões. </span></p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2021/06/12/balanca-comercial-brasileira-acumula-superavit-de-us-1648-bi-no-1o-trimestre/">Balança comercial brasileira acumula superávit de US$ 1,648 bi no 1º trimestre</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
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		<item>
		<title>Inflação acumula taxa de 2,05% somente no primeiro trimestre do ano</title>
		<link>https://www.fecap.br/2021/06/12/inflacao-acumula-taxa-de-205-somente-no-primeiro-trimestre-do-ano/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Jun 2021 22:28:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Boletim Econômico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Boletim Econômico produzido pelo Núcleo de Estudos da Conjuntura Econômica (NECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), analisou dados da inflação no Brasil no 1º trimestre de 2021. O IPCA acumula taxa de 2,05% somente no primeiro trimestre do ano.  O NECON [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 14pt;">O Boletim Econômico produzido pelo Núcleo de Estudos da Conjuntura Econômica (NECON) da <a href="http://www.fecap.br">Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</a>, analisou dados da inflação no Brasil no 1º trimestre de 2021. O IPCA acumula taxa de 2,05% somente no primeiro trimestre do ano. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O NECON FECAP é um grupo formado por professores e alunos da Faculdade de Economia da FECAP, além de interessados, e pretende analisar indicadores de conjuntura e cenários da economia atual. O objetivo missão é criar um ambiente permanente e rico de reflexão e análise acerca da conjuntura econômica nacional, além de produzir relatórios que auxiliem investidores, empresários, gestores públicos e pesquisadores na tomada de decisão. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O trabalho foi realizado por Christian Rodrigues, <a href="https://www.linkedin.com/in/gabriella-lima-batalha/">Gabriella Batalha</a> e Thamires dos Santos. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Confira o Boletim completo <a href="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/Boletim-Economico-1TRI-1.pdf">clicando aqui</a>. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>INFLAÇÃO</b> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O último resultado mensal, do IPCA, do primeiro trimestre de 2021, apresentou uma variação mensal, em relação ao mês anterior, de 0,93%. Diante disso, entre jan-mar de 2021, o índice acumula uma taxa de 2,05% ao ano, influenciado, principalmente, pela alta nos combustíveis, que foi de 11,23%. É válido ressaltar que o atual patamar de inflação acumulada, representa uma das maiores taxas para o período nos últimos anos. A meta estipulada pelo Banco Central do Brasil, atualmente, é de 3,75% ao ano, com limites inferiores e superiores de 2,25% a 5,25%, respectivamente. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O Índice de Preços ao Consumidor, IPC, é o indicador que mede a variação de preços de bens e serviços que compõem as despesas comuns de famílias com renda de 1 a 10 salários mínimos mensais.  A variação da cesta básica média no trimestre foi baixa, cerca de +0,38 centavos, influenciado pela desaceleração nos alimentos, apesar do aumento no setor de transportes que subiu de 0,92%, em janeiro, para 3,26%, em março de 2021. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O fim do Auxílio Emergencial no final do ano passado ainda impacta nos resultados do primeiro trimestre de 2021. Muitas famílias de baixa renda ainda sentem os reflexos na alta dos preços de 2020. Com o retorno do Auxílio Emergencial em abril, com valores que variam de R$150 a R$375, esse impacto nas famílias deve ser menor durante os meses de pagamento.</span></p>
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<div id="attachment_25000" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-25000" class="size-full wp-image-25000" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/inflacao-1-1.png" alt="Inflação acumula taxa de 2,05% somente no primeiro trimestre do ano" width="790" height="540" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/inflacao-1-1.png 790w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/inflacao-1-1-300x205.png 300w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/inflacao-1-1-768x525.png 768w" sizes="(max-width: 790px) 100vw, 790px" /><p id="caption-attachment-25000" class="wp-caption-text"><span style="font-size: 14pt;">O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) é o indicador usado para correção monetária dos aluguéis e é divulgada pela Fundação Getúlio Vargas. Seu resultado se baseia em outros três indicadores: Índice de Preços ao Produtos Amplo (IPA), Índice de Preços ao Consumidor (IPC) e Índice Nacional de Custo da Construção (INCC). Em janeiro, o índice subiu 2,58%, puxado principalmente pelo aumento do preço das commodities e dos combustíveis, o que impulsionou a alta do IPA. A variação mais notável foi a do minério de ferro (4,34% para 22,87%). Os meses de fevereiro e março acompanharam o ritmo de alta, de 2,53% e 2,94%, respectivamente, acumulando alta de 8,26% no primeiro trimestre de 2021, e 31,10% em 12 meses. No gráfico abaixo, vemos o notável aumento do IPA, que foi o indicador com maior influência sobre o IGP-M. Apesar do recuo em dezembro de 2020, o IGP-M apresentou crescente aumento no primeiro trimestre de 2021: </span></p></div>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-25001" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/inflacao-2-1.png" alt="Inflação acumula taxa de 2,05% somente no primeiro trimestre do ano " width="754" height="540" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/inflacao-2-1.png 754w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/inflacao-2-1-300x215.png 300w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Por fim, o indicador usado com a intenção de corrigir o poder de compra dos salários, calculando o impacto inflacionário nas famílias de baixa renda, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC, apresentou uma taxa de 1,96% acumulado no primeiro trimestre de 2021 e 6,94%, em 12 meses.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">É importante lembrarmos que a inflação é derivada de muitos fatores, entre elas o câmbio. A atual depreciação cambial (a ser tratada no capítulo seguinte) afeta o aumento dos custos de matéria-prima e incentiva a comercialização de nossos produtos no exterior, podendo gerar escassez no mercado interno, o que provoca uma pressão inflacionária por oferta. No ano passado, foi possível observar o “efeito das commodities na inflação”, por exemplo, o óleo de soja apresentou alta de 103,79%, no acumulado do ano, um reflexo da demanda internacional e como o real estava desvalorizado, as operações do grão também ficaram mais caras, fazendo com que o produtor repassasse o custo para os produtos finais, como o óleo de cozinha.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Veremos também, no texto da Balança Comercial, que o aumento de exportações foi influenciado pela recuperação econômica dos EUA e da China, que aumentaram o consumo, e consequentemente, pressionaram os preços do setor agrícola e de minérios, em nosso mercado, conforme as limitações de oferta. </span></p>
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		<title>1º trimestre teve maior número de pessoas desocupadas desde 2012</title>
		<link>https://www.fecap.br/2021/06/12/1o-trimestre-teve-maior-numero-de-pessoas-desocupadas-desde-2012/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Jun 2021 22:12:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto de Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[Mateus Tetsuo]]></category>
		<category><![CDATA[NECON FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[Núcleo de Estudos da Conjuntura Econômica (NECON)]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Boletim Econômico produzido pelo Núcleo de Estudos da Conjuntura Econômica (NECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), analisou dados sobre desemprego no Brasil no 1º trimestre de 2021. O IBGE aponta a maior taxa e o maior número de pessoas desocupadas desde o início [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 14pt;">O Boletim Econômico produzido pelo Núcleo de Estudos da Conjuntura Econômica (NECON) da <a href="http://www.fecap.br">Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</a>, analisou dados sobre desemprego no Brasil no 1º trimestre de 2021. O IBGE aponta a maior taxa e o maior número de pessoas desocupadas desde o início da série histórica, em 2012. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O NECON FECAP é um grupo formado por professores e alunos da Faculdade de Economia da FECAP, além de interessados, e pretende analisar indicadores de conjuntura e cenários da economia atual. O objetivo missão é criar um ambiente permanente e rico de reflexão e análise acerca da conjuntura econômica nacional, além de produzir relatórios que auxiliem investidores, empresários, gestores públicos e pesquisadores na tomada de decisão. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O trabalho foi realizado por <a href="https://www.linkedin.com/in/mateus-tetsuo-yoneya-0bb220158/">Mateus Tetsuo</a>. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Confira o Boletim completo <strong><a href="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/Boletim-Economico-1TRI-1.pdf">clicando aqui</a></strong>. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>DESEMPREGO</b> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A taxa de desemprego no primeiro trimestre de 2021 ficou em 14,7%, sendo a maior taxa e o maior número de pessoas desocupadas desde o início da série histórica, em 2012. Em relação ao último trimestre de 2020, houve um aumento de 0,8 pontos percentuais na taxa de desocupação e um acréscimo de 880 mil pessoas na busca de emprego. No entanto, o aumento do desemprego no primeiro trimestre do ano é um efeito sazonal esperado. Muitas vagas são abertas temporariamente, apenas para os eventos festivos do final do ano e que são fechadas no início do ano novo.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Em relação ao mesmo período do ano passado, os resultados do IBGE apontam um aumento de 2,5 pontos percentuais, movimento explicado, principalmente, pelas medidas de isolamento social de combate a pandemia adotadas durante este período. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Outra questão importante a mencionar é o fato de que a taxa de desemprego teve resultados melhores do que os esperados pelos economistas. Todavia, a surpresa não parte do maior número de pessoas ocupadas, mas sim da estabilização da taxa de participação na força de trabalho. A participação em níveis pré-pandemia estava por volta de 62%, caiu para 54% no início da pandemia e passou a recuperar gradualmente até o último trimestre do ano passado. Era esperado que a participação continuasse sua recuperação, mas estabilizou em 57%. Existem algumas possíveis explicações para este fenômeno: (i) a volta do pagamento do auxílio emergencial, em abril; (ii) a demora no retorno das aulas presenciais nas escolas; e (iii) um potencial aumento de desalentados. </span></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-24995" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/desemprego-1.png" alt="" width="648" height="474" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/desemprego-1.png 648w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/desemprego-1-300x219.png 300w" sizes="(max-width: 648px) 100vw, 648px" /></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><span class="TextRun SCXW150046909 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW150046909 BCX0">Perspectivas apontam recuperação d</span></span><span class="TextRun SCXW150046909 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW150046909 BCX0">o mercado de trabalho e da atividade em geral, com as flexibilizações das restrições de mobilidade. No entanto, para isso, é necessário que haja um controle da evolução da pandemia no país, o que é, hoje, uma grande incerteza por conta do ritmo de vacinaçã</span></span><span class="TextRun SCXW150046909 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW150046909 BCX0">o. </span></span><span class="TextRun SCXW150046909 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW150046909 BCX0">Tamanha incerteza dificulta realizar previsões</span></span><span class="TextRun SCXW150046909 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW150046909 BCX0"> precisas</span></span><span class="TextRun SCXW150046909 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW150046909 BCX0"> quanto a taxa de desemprego e o mercado de trabalho. Dit</span></span><span class="TextRun SCXW150046909 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW150046909 BCX0">o isso, as projeções do mercado, para a </span></span><span class="TextRun SCXW150046909 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW150046909 BCX0">taxa de desemprego</span></span><span class="TextRun SCXW150046909 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW150046909 BCX0">, </span></span><span class="TextRun SCXW150046909 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW150046909 BCX0">ao final deste ano</span></span><span class="TextRun SCXW150046909 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW150046909 BCX0">, giram</span></span><span class="TextRun SCXW150046909 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW150046909 BCX0"> entre 12,3% e 14,6%.</span></span><span class="EOP SCXW150046909 BCX0" data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559731&quot;:708,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-24996" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/desemprego-2.png" alt="" width="708" height="474" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/desemprego-2.png 708w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/desemprego-2-300x201.png 300w" sizes="(max-width: 708px) 100vw, 708px" /></p>
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		<title>Pandemia afetou indústria, comércio e serviços no 1º trimestre</title>
		<link>https://www.fecap.br/2021/06/12/pandemia-afetou-industria-comercio-e-servicos-no-1o-trimestre/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Jun 2021 22:05:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto de Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim Econômico]]></category>
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		<category><![CDATA[NECON FECAP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Boletim Econômico produzido pelo Núcleo de Estudos da Conjuntura Econômica (NECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), analisou dados da indústria, comércio e serviços brasileiros no 1º trimestre. O agravamento da pandemia afetou os resultados dos setores.  O NECON FECAP é um [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 14pt;">O Boletim Econômico produzido pelo Núcleo de Estudos da Conjuntura Econômica (NECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), analisou dados da indústria, comércio e serviços brasileiros no 1º trimestre. O agravamento da pandemia afetou os resultados dos setores. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O NECON FECAP é um grupo formado por professores e alunos da Faculdade de Economia da Fundação Escola de Comércio Alvares Penteado – FECAP, além de interessados, e pretende analisar indicadores de conjuntura e cenários da economia atual. O objetivo missão é criar um ambiente permanente e rico de reflexão e análise acerca da conjuntura econômica nacional, além de produzir relatórios que auxiliem investidores, empresários, gestores públicos e pesquisadores na tomada de decisão.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O trabalho foi realizado por <a href="https://www.linkedin.com/in/matheus-vilas-boas-zaharansky-a2277b184/">Matheus Zaharansky</a>, <a href="https://www.linkedin.com/in/valeria-freites-83592a12a/">Valéria Freites</a> e <a href="https://www.linkedin.com/in/raul-cesar-rocco/">Raul Rocco</a>. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Confira o Boletim completo <a href="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/Boletim-Economico-1TRI-1.pdf">clicando aqui</a>!</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>INDÚSTRIA, COMÉRCIO E SERVIÇOS</b> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Durante o primeiro trimestre de 2021 observamos o rompimento da série de nove meses consecutivos de altas. Em fevereiro, o indicador apresentou um resultado negativo de 1%, seguido por uma intensificação negativa de 2,4%, no mês de março, totalizando uma perda de 3,1% no acumulado do ano. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O setor industrial se encontra 16,5 pontos percentuais abaixo do pior patamar histórico, registrado no mês de maio de 2011. Todos esses resultados negativos e desanimadores para o setor podem ser explicados pela intensificação das medidas restritivas, visando a contenção do avanço da pandemia, prejudicando toda a cadeia produtiva através da paralização das plantas industriais e das interrupções nas jornadas de trabalho. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Com as perdas observadas, em fevereiro e março, o acumulado de maio de 2020 até janeiro deste ano foi zerado, fazendo com que a indústria regressasse ao patamar em que se encontrava no pré-pandemia. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-24988" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/industria-1-1.png" alt="" width="625" height="473" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/industria-1-1.png 625w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/industria-1-1-300x227.png 300w" sizes="(max-width: 625px) 100vw, 625px" /></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>Comércio</b> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) apontou que as vendas para o último mês do primeiro trimestre, março 2021, teve queda de 0,6%, em relação ao mês anterior (considerando o ajuste sazonal), sendo o terceiro resultado negativo, nos últimos 4 meses. Com isso, de jan-mar de 2021, o comércio varejista apresentou uma variação negativa de 0,6% no primeiro trimestre do ano 2021. Já na análise interanual, o volume de vendas cresceu 2,4 pontos percentuais.   </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Assim, fica evidente o efeito do agravamento da pandemia, da Covid-19, no índice de volume de vendas de março, principalmente pelas maiores restrições de funcionamento dos diferentes segmentos do comércio. Além disso, nota-se uma redução na demanda em segmentos não essenciais, influenciados pela suspensão do auxílio emergencial e alta da inflação e desemprego. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-24989" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/industria-2-1.png" alt="" width="754" height="534" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/industria-2-1.png 754w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/industria-2-1-300x212.png 300w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O segmento de Combustíveis e lubrificantes ilustra a situação, cuja queda (-1,5% em março, na comparação interanual e -6,8%, no acumulado do primeiro trimestre) é justificada pelo aumento consecutivo de preços nos últimos meses. O IPCA, de março de 2021, evidencia a alta no grupo de Transportes em 3,81%, principalmente pela alta dos combustíveis (11,23%), e em especial a gasolina (11,26%). A desvalorização cambial e o comportamento do mercado externo também afetaram negativamente o consumidor final. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que em março teve uma alta de 3,3% (em relação a fevereiro 2020), apresenta uma desaceleração em relação ao ano passado, com uma queda de 3,9%. Pesquisadores justificam que no início da pandemia, os hipermercados (e alguns supermercados) absorveram grande volume de vendas ao oferecerem mais do que alimentos – móveis, eletrodomésticos e até vestuário, por exemplo – contudo, a inflação dos alimentos afetou os resultados de 2021. Em março de 2021, a inflação foi de 0,93%, o maior resultado para o mês, desde 2015, e o grupo dos alimentos mostrou uma variação positiva de 0,13%, ainda que seja apresentada, desde dezembro, uma tendência de desaceleração: 1,74%, 1,02% e 0,27%, em dezembro, janeiro e fevereiro, respectivamente. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>Serviços</b> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">De acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), realizada pelo IBGE, o mês de março de 2021 apresentou uma queda de 4%, em relação ao mês anterior. O último resultado divulgado, praticamente elimina a alta de 4,6% do mês de fevereiro. Em comparação com mesmo período do ano de 2020 é possível observar uma forte melhora, de 4,5%. Observando o resultado trimestral, percebe-se que apesar das altas nos meses de janeiro e fevereiro, o setor encerra o período com uma queda acumulada de 0,8%.  </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-24990" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/industria-3-1.png" alt="" width="706" height="508" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/industria-3-1.png 706w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/industria-3-1-300x216.png 300w" sizes="(max-width: 706px) 100vw, 706px" /></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Analisando o gráfico acima, nota-se que, a partir de junho de 2020, o setor apresentava sinais de recuperação, porém, com o agravamento da pandemia e com a utilização da fase emergencial, em São Paulo, como medida de combate ao coronavírus, a limitação das atividades impactou fortemente o último resultado. Dentre as 5 atividades abordadas na PMS, pelo menos 3 delas sofreram com o avanço do vírus. Os Serviços prestados às famílias caíram 27%, sendo a menor taxa desde abril de 2020. Essa queda reflete as medidas restritivas adotadas durante o pico de casos. Serviços auxiliares, administrativos e complementares tiveram queda de 1,4%, já o setor de Transporte, serviços auxiliares aos transportes e correio retraiu 1,9%.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Entre todos os 27 estados da união, 14 deles presenciaram quedas entre o mês de fevereiro e março, destaque importante para São Paulo (-2,6%), seguido por Distrito Federal (-6,1%), Minas Gerais (-1,6%), Santa Catarina (-3,4%) e Rio de Janeiro (-0,8%).  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;" data-contrast="auto">Tendo em vista o agravamento da pandemia no Brasil, as expectativas de recuperação econômica estão estritamente dependentes da imunização contra o vírus. A perspectiva para a retomada das atividades está prevista somente para o segundo semestre de 2021 e início de 2022. Sendo assim, para que se cumpra as revisões de crescimento do PIB (3% a 4%) de algumas instituições financeiras, é necessário a conscientização da população no geral para que a propagação da Covid-19 seja reduzida e, também, que o cronograma de vacinação seja cumprido. No próximo capítulo, abordaremos o resultado da inflação e seus efeitos.</span></p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2021/06/12/pandemia-afetou-industria-comercio-e-servicos-no-1o-trimestre/">Pandemia afetou indústria, comércio e serviços no 1º trimestre</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
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		<title>Balança comercial de SP registra déficit de US$ 4,7 milhões no 1º trimestre</title>
		<link>https://www.fecap.br/2021/06/04/balanca-comercial-de-sp-registra-deficit-de-us-47-milhoes-no-1o-trimestre/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jun 2021 17:14:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Instituto de Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[balança comercial]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim Econômico do Estado de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Núcleo de Estudos da Conjuntura Econômica (NECON)]]></category>
		<category><![CDATA[Thamires dos Santos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Boletim Econômico do Estado de São Paulo, produzido pelo Núcleo de Estudos da Conjuntura Econômica (NECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), analisou dados da balança comercial no estado. O estado registrou déficit de 4.756,4 milhões de US$, aumento de 7,46%, em relação ao mesmo trimestre do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 14pt;">O Boletim Econômico do Estado de São Paulo, produzido pelo Núcleo de Estudos da Conjuntura Econômica (NECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), analisou dados da balança comercial no estado. O estado registrou déficit de 4.756,4 milhões de US$, aumento de 7,46%, em relação ao mesmo trimestre do ano passado. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O NECON FECAP é um grupo formado por professores e alunos da Faculdade de Economia da Fundação Escola de Comércio Alvares Penteado – FECAP, além de interessados, e pretende analisar indicadores de conjuntura e cenários da economia atual. O objetivo missão é criar um ambiente permanente e rico de reflexão e análise acerca da conjuntura econômica nacional, além de produzir relatórios que auxiliem investidores, empresários, gestores públicos e pesquisadores na tomada de decisão. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O trabalho foi realizado por <a href="https://www.linkedin.com/in/gabriella-lima-batalha/">Gabriella Batalha</a> e Thamires dos Santos. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Confira o Boletim completo <a href="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/1TRI21.pdf">clicando aqui</a>.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>BALANÇA COMERCIAL</b> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A balança comercial registra as importações e exportações de bens entre os países. No primeiro trimestre de 2021, o estado de São Paulo apresentou déficit de 4.756,4 milhões de US$, ou seja, as importações (US$ 15.710,8 milhões) superaram as exportações (US$ 10.954,5 milhões). Em comparação ao mesmo período do ano passado, o déficit aumentou em 7,46%. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Segundo dados do Instituto de Economia Agrícola (IEA), as exportações do setor de agronegócio do estado de São Paulo foram de US$10,66bi e as importações de US$15,71bi. O decréscimo de 14%, na balança comercial dos Agronegócios Paulista, é resultado das complicações que a pandemia da COVID-19 trouxe aos comércios e indústrias paulista. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-24883" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/balanca-comercial-1.png" alt="" width="698" height="476" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/balanca-comercial-1.png 698w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/balanca-comercial-1-300x205.png 300w" sizes="(max-width: 698px) 100vw, 698px" /></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">No primeiro trimestre de 2021, os principais setores de exportação foram: Sucroalcooleiro (US$1,36bi, sendo que o Açúcar representou 86,1% e o Álcool 13,9%); Setor de Carnes (US$507,23bi, principalmente a bovina com 87,8%); Soja (US$438,08mi); Sucos (US$347,57mi, em especial o de laranja, com 97,2%); e Produtos Florestais (US$341,18mi). Os maiores compradores foram a China, União Europeia e Estados Unidos, locais com maior recuperação econômica.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Os principais produtos importados no setor de agronegócios foram: Papel (US$86,25mi), Trigo (US$79,07mi), além do Óleo de Dendê/Palma (US$65,97mi).  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Portanto, além das dificuldades encontradas no mercado interno (conforme apresentado na análise da indústria, comércio e serviços), o resultado da balança comercial revela a continuidade do déficit registrado em 2020 (no acumulado do ano passado, o saldo foi de US$ -11.618,9 milhões), apesar do favorecimento da desvalorização do dólar, para as exportações, em especial do setor agrícola (conforme vimos na análise de inflação). A seguir, veremos, detalhadamente, os impactos nas estatísticas de emprego no estado de São Paulo. </span></p>
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		<title>Setor de transportes puxou inflação em SP no 1º trimestre</title>
		<link>https://www.fecap.br/2021/06/04/setor-de-transportes-puxou-inflacao-em-sp-no-1o-trimestre-aponta-levantamento-da-fecap/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jun 2021 17:07:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Instituto de Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Allan Silva de Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim Econômico do Estado de São Paulo]]></category>
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		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[NECON FECAP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Boletim Econômico do Estado de São Paulo, produzido pelo Núcleo de Estudos da Conjuntura Econômica (NECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), analisou dados da inflação no estado. O acumulado no 1° trimestre de 2021 se encontra em 1,83%. O setor de transportes foi um dos vilões, com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 14pt;">O Boletim Econômico do Estado de São Paulo, produzido pelo Núcleo de Estudos da Conjuntura Econômica (NECON) da <a href="http://www.fecap.br">Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</a>, analisou dados da inflação no estado. O acumulado no 1° trimestre de 2021 se encontra em 1,83%. O setor de transportes foi um dos vilões, com alta de 3,21% em março. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O NECON FECAP é um grupo formado por professores e alunos da Faculdade de Economia da Fundação Escola de Comércio Alvares Penteado – FECAP, além de interessados, e pretende analisar indicadores de conjuntura e cenários da economia atual. O objetivo missão é criar um ambiente permanente e rico de reflexão e análise acerca da conjuntura econômica nacional, além de produzir relatórios que auxiliem investidores, empresários, gestores públicos e pesquisadores na tomada de decisão. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O trabalho foi realizado pelo economista e pesquisador do Instituto de Finanças FECAP, <a href="https://www.linkedin.com/in/allansilvadecarvalho/">Allan Silva de Carvalho</a>. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Confira o Boletim completo <a href="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/1TRI21.pdf">clicando aqui</a>.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>INFLAÇ</b><b>ÃO</b> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo IBGE, revelam que a inflação, do primeiro mês deste ano, apresentou uma desaceleração, quando comparado ao mês anterior. Contudo, a inflação acumulada no 1° trimestre de 2021 se encontra em 1,83% e o patamar é ainda mais elevado para o acumulado de 12 meses, 5,61% &#8211; ambos valores voltados ao estado de São Paulo – este cenário preocupa diversos agentes econômicos, que enxergam a possibilidade da inflação se posicionar acima da meta, em 2021.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-24876" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/inflacao-1.png" alt="" width="716" height="444" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/inflacao-1.png 716w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/inflacao-1-300x186.png 300w" sizes="(max-width: 716px) 100vw, 716px" /></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Entre os nove grupos de produtos e serviços, pesquisados pelo IBGE, destaca-se: <i>Transportes</i> (+5,60%), <i>Vestuário</i> (+2,76%), <i>Educação</i> (+1,81%), <i>Alimentação e bebidas</i> (+1,32%) e <i>Artigos de residência</i> (+1,31%), com as maiores altas no acumulado do 1° trimestre de 2021 &#8211; <i>Comunicação</i> (-0,01%) apresentou estabilidade.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><i>Alimentação e bebidas </i>e Transportes, os quais são os grupos com maiores pesos mensais, apresentam movimentos distintos. O primeiro, apresenta uma desaceleração desde dezembro de 2020 &#8211; vale lembrar que,  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">durante o ano passado, os preços de alimentação para consumo no domicílio foram bastante afetados, tanto pelas pessoas estarem mais em casa (por conta do isolamento social), consumindo mais refeições em casa, quanto pela restrição de oferta, por conta do câmbio mais desvalorizado, que favoreceu a competitividade do produto brasileiro no mercado internacional, ao mesmo tempo que restringiu a oferta no mercado doméstico. Ademais, o auxílio emergencial também pode ter influenciado no aumento da demanda. Em nível nacional, os preços de <i>Alimentação e bebidas</i> subiram 14,09%, em 2020. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Já os <i>Transportes</i>, em São Paulo,<i> </i>foram influenciados, principalmente, pela alta dos combustíveis de 18,85% no acumulado do 1° trimestre. Adicionalmente, o governo paulista aumentou a alíquota de ICMS para automóveis 0km (em 15 de janeiro, a alíquota passou de 12% para 13,3%, e pouco tempo depois, um novo decreto mudou a alíquota para 14,5% a partir de abril) &#8211; a variação acumulada no 1° trimestre foi de 2,26%.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Vale ressaltar que, durante a pandemia, a procura por carros usados aumentou, devido aos aumentos aplicados pelas montadoras (que justificam pela dificuldade de atender a demanda, falta de peças e aumento dos custos com a desvalorização do real) e pelo atraso de entrega dos veículos novos (existem produtos com filas de até 180 dias), o resultado foi o aumento de 2,9% dos preços, no acumulado entre jan-mar/21.  </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-24877" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/inflacao-2.png" alt="" width="710" height="440" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/inflacao-2.png 710w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/inflacao-2-300x186.png 300w" sizes="(max-width: 710px) 100vw, 710px" /></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">As expectativas de mercado para a inflação brasileira, em 2021, chegam a 5,01%, se aproximando do teto da meta, de 5,25%. Para contornar, o </span><span style="font-size: 14pt;">Banco Central do Brasil vem aplicando uma alta na taxa básica de juros, a Selic. Haja vista a proximidade dos resultados do estado de São Paulo com os nacionais, podemos aguardar maiores impactos no bolso. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-24878" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/inflacao-3.png" alt="" width="572" height="478" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/inflacao-3.png 572w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/inflacao-3-300x251.png 300w" sizes="(max-width: 572px) 100vw, 572px" /></p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2021/06/04/setor-de-transportes-puxou-inflacao-em-sp-no-1o-trimestre-aponta-levantamento-da-fecap/">Setor de transportes puxou inflação em SP no 1º trimestre</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
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		<title>“Brasil corre risco de hiperinflação, caso reformas não passem”, diz economista</title>
		<link>https://www.fecap.br/2021/02/03/brasil-corre-risco-de-hiperinflacao-caso-reformas-nao-passem-diz-economista/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Feb 2021 16:57:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[hiperinflação]]></category>
		<category><![CDATA[Nadja Heiderich]]></category>
		<category><![CDATA[NECON FECAP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Qualquer pessoa que vai ao supermercado tem a mesma sensação: os preços subiram. E não é só impressão. De fato, nos últimos 12 meses, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) acumula alta de 4,30%.  Quem é jovem pode não lembrar, mas muita [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 14pt;">Qualquer pessoa que vai ao supermercado tem a mesma sensação: os preços subiram. E não é só impressão. De fato, nos últimos 12 meses, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) acumula alta de 4,30%. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Quem é jovem pode não lembrar, mas muita gente que viveu a hiperinflação das décadas de 1980/1990 chega até a sentir calafrios ao pensar que o cenário possa se repetir hoje. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Mas, para a professora, economista e coordenadora do Núcleo de Estudos da Conjuntura Econômica da <a href="http://www.fecap.br">Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</a>, <a href="https://www.linkedin.com/in/nadja-heiderich-b66b6560/">Nadja Heiderich</a>, essa é uma situação extrema, mas não é impossível. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“Caso as reformas Administrativa e Tributária não avancem no Congresso Nacional, e se o governo não tiver condição de realizar o ajuste fiscal para conter os gastos públicos, a gente pode migrar para um cenário de hiperinflação. Não é impossível, mas é pouco provável”, opina. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O QUE É A INFLAÇÃO?  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A inflação é o aumento contínuo e generalizado do nível de preços.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“É uma média de elevação dos preços. Se os preços estão se elevando, impactam nas decisões de consumo. Alguns contratos são indexados com base na inflação passada: aluguel, educação, salário&#8230; E na questão do salário, quanto maior a inflação, menor o poder de compra do trabalhador, menos produtos ele vai adquirir com a sua renda. Para fazer planejamento para o futuro é importante acompanhar como os preços em média estão se comportando”, explica Nadja. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A inflação foi sentida mais pela população de baixa renda, que depende de produtos de necessidade básica, vendo seu poder de compra reduzido.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“Com o aumento do nível geral de preços, as pessoas perdem poder de compra. Se em determinado período elas conseguiam comprar 10 produtos, com o aumento de preços vão passar a consumir 8, 7, 6 produtos no final desse período, dependendo da inflação”. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Segundo a economista, em 2020, os itens que mais contribuíram para elevação do nível de preços foram os do setor de alimentação. Devido às medidas de distanciamento social, as pessoas passaram a se alimentar mais em casa, aumentando a demanda. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“Por outro lado, houve falta de matéria prima para produção, em um primeiro, momento durante a pandemia. A economia se recuperou, mas alguns insumos acabaram faltando, principalmente nos setores que ficaram parados por mais tempo. Houve também a questão cambial, os produtos que importamos estavam mais caros por conta do dólar. Também houve a elevação do combustível ao longo do ano. Então, tudo isso pressionou os preços”. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">JUROS </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Nadja pondera que o Banco Central poderá elevar a taxa de juros para conter a inflação, a depender do comportamento da atividade econômica no primeiro semestre. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“Se a economia der fortes sinais de retomada e os preços continuarem sendo pressionados, provavelmente, o BC eleve a taxa de juros, porque a economia já retomou e a elevação da taxa não teria tanto impacto. Caso a economia não veja sinal de melhora, o BC deve não elevar a taxa. O BC está acompanhando a atividade econômica, política e situação fiscal do governo para poder alterar a taxa de juros”, opina.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A forma mais rápida para conter a inflação é o valor taxa de juros. Mas esse é um efeito que demora de médio a longos prazos. “No efeito curto, não adianta congelar preços, porque isso traz efeitos perversos”.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">INFLAÇÃO CONTROLADA </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Na opinião de Nadja, a menos que aconteça algo e tenhamos que retroceder por muito tempo nas medidas de distanciamento social, 2021 será um ano mais tranquilo quanto a elevação de preços. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“Em 2021 a gente começa o ano já com a pandemia, diferente de 2020, que foi uma surpresa. Já estamos, de certa forma, acostumados com a situação e trabalhando para minimizar o impacto disso. As cadeias produtivas continuam a funcionar, então, eu acredito que não haja surpresa com os preços até o final do ano, a menos que o cenário se deteriore”. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">REFORMAS SÃO ESSENCIAIS </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">E o cenário pode se deteriorar caso as reformas estruturais, tributária e administrativa, não avancem no Congresso Nacional. No caso da economia brasileira, para controlar o aumento de preços, é necessário pensar em questões estruturais: dar continuidade às reformas estruturantes para manter um crescimento econômico de longo prazo sustentado com preços estáveis. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“Não só as reformas, mas as privatizações, para ter melhora na situação fiscal do governo, para contermos a inflação. Essa discussão deve continuar, assim como a política fiscal do governo. As contas públicas estão em situação delicada. O auxílio emergencial e a continuidade das políticas de combate à Covid-19 são gastos que não podem mais ser postergados diante da situação fiscal em que o governo se encontra. É importante que o governo tenha controle dos gastos. Isso pode reverter a expectativa dos mercados e acabar repercutindo sobre a trajetória dos preços”, finaliza. </span></p>
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