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	<description>Sua Escola de Negócios desde 1902</description>
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	<title>FECAP | FECAP</title>
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		<title>Confira o boletim CECON FECAP de Abril de 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 19:28:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON)]]></category>
		<category><![CDATA[abril]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim CECON FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este boletim reúne um conjunto de dados disponíveis para o Estado de São Paulo e sua capital, além das principais notícias, com o intuito de ajudar na compreensão da situação econômica da região e na formação de expectativas entre empresários e consumidores. Os dados de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Este boletim reúne um conjunto de dados disponíveis para o Estado de São Paulo e sua capital, além das principais notícias, com o intuito de ajudar na compreensão da situação econômica da região e na formação de expectativas entre empresários e consumidores.</p>



<p>Os dados de fevereiro mostram que, na variação acumulada no ano, as atividades econômicas seguem a trajetória observada em 2025: queda na produção industrial e de comércio, em contraste com alta na produção de serviços. Na variação acumulada dos últimos 12 meses, a atividade produtiva agregada vem crescendo cada vez menos.</p>



<p>Já os dados de março demonstram que o emprego formal aumentou, mas o salário médio de admissão diminuiu. No acumulado dos últimos doze meses, a inflação voltou a subir. Em relação ao mesmo mês do ano anterior, o percentual de famílias endividadas, com contas em atraso e que não terão condições de pagar suas dívidas, aumentou. Ainda assim, a intenção de consumo das famílias e o interesse em expandir o comércio aumentaram.</p>



<p>Ainda com base nos dados de março, o nível de confiança dos consumidores e dos empresários do comércio aumentou. No entanto, os dados de abril mostram que o nível de confiança dos empresários da indústria diminuiu.</p>



<p><strong>Notícias de Março &#8211; Referência para os Dados</strong></p>



<p>No cenário internacional, o mês foi marcado pela guerra dos EUA e Israel contra o Irã. O fechamento do Estreito de Ormuz, uma rota importante de exportação de petróleo, tem impacto na energia, no comércio e na logística global. As ações militares, as ameaças e os anúncios de um acordo de cessar-fogo têm levado a uma alta volatilidade no preço do barril de petróleo do tipo Brent, que oscilou entre US$ 77 e US$ 118.</p>



<p>O aumento no preço internacional do petróleo pressiona o preço do diesel no Brasil, que importa cerca de 30% do consumo interno. Entre as várias ações do Governo Federal para mitigar os efeitos da alta do diesel, estão a suspensão da PIS/Cofins sobre a importação e comercialização do diesel, imposto que representa 5,2% na formação do preço; um subsídio para produtores e importadores, desde que comprovado que o valor foi transferido para os consumidores finais; um aumento na alíquota de exportação de petróleo para 12%; além de medidas de transparência e fiscalização para combater o aumento abusivo de preços. Há também duas propostas: o aumento da mistura obrigatória de biodiesel ao óleo diesel de 15% para 17%; e a isenção do ICMS (imposto estadual) sobre a importação de diesel, com compensação de 50% da perda de arrecadação pela União.</p>



<p>O Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC), decidiu reduzir a taxa básica de juros para 14,75% ao ano, apesar do início da guerra no Oriente Médio. A última vez que o BC reduziu os juros foi em maio de 2024.</p>



<p>O Grupo Pão de Açúcar (GPA) apresentou pedido de recuperação extrajudicial, que representa uma proposta de renegociação de suas dívidas junto aos seus credores, mas em um ambiente juridicamente estável, protegido e adequado. Em relação às dívidas sem garantia, o GPA já fechou um acordo com os seus principais credores no valor de R$ 4,5 bilhões. A Raízen, a maior produtora mundial de biomassa e etanol de cana-de-açúcar, também apresentou pedido de recuperação extrajudicial. A dívida da companhia já supera R$ 65,1 bilhões. O objetivo é a reestruturação especificamente das dívidas sem garantia e que não tem a preferência na ordem de pagamento, ou seja, no caso de falência ou recuperação judicial, esses credores são os últimos a receber. O uso deste instrumento tem crescido no Brasil, foram 68 pedidos em 2025, a maior quantidade registrada desde 2005, quando a lei de recuperação e falência das empresas no país foi reformada. As empresas estão antecipando o uso da recuperação extrajudicial, para evitar que o passivo cresça demais. E essa maior preocupação com a reorganização financeira está associada ao aumento do endividamento das empresas e ao elevado custo do crédito.</p>



<p>De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB do Brasil em 2025 foi de R$12,7 trilhões, um crescimento real (descontada a inflação) de 2,3%, menos do que o observado em 2024, de 3,4%. Na divisão por atividade econômica, a agropecuária cresceu 11,7%, os serviços, 1,8%, e a indústria, 1,4%. Já na divisão por despesa agregada, o consumo das famílias cresceu 1,3%, o consumo do governo, 2,1%, e os investimentos, 2,9%. No entanto, apesar do maior crescimento em comparação às outras despesas, os investimentos representaram 16,8% do PIB em 2025, quase o mesmo valor de 2024, de 16,9%. E, por fim, o PIB per capita em 2025 foi de R$ 4.973,92 por mês, com crescimento de 1,9%.</p>



<p>Fernando Haddad deixou o cargo de Ministro da Fazenda para disputar as eleições para governador do Estado de São Paulo. Em seu lugar, foi nomeado Dario Durigan, formado em Direito.</p>



<p>O programa habitacional “Minha Casa, Minha Vida” reduziu a taxa de juros, ampliou o limite de renda das famílias e os valores máximos de financiamento de imóveis, tudo de acordo com a faixa de renda. Por exemplo, com as novas regras, para as famílias nas faixas 3 e 4, os limites de financiamento aumentaram para R$ 400 mil e R$ 600 mil, respectivamente. Além disso, com o aumento da renda para cada faixa, uma família que estava na faixa 3 e tinha que financiar o imóvel a 8,16% de taxa de juros ao ano, pode agora se enquadrar na faixa 2 e financiar a 7%. De acordo com o Governo Federal, o objetivo é ampliar o acesso ao programa. A estimativa é um aumento de 31,3 mil famílias na faixa 3 e de 8,2 mil na faixa 4.</p>



<p>O Governo Federal aprovou também a retomada do FGTS-Saúde, um sistema de crédito voltado a entidades filantrópicas que atendam ao Sistema Único de Saúde (SUS), para obras de instalações de saúde, compras de equipamentos ou reestruturação financeira. A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) criticou o uso de recursos do FGTS para esses fins.&nbsp;</p>



<p>O presidente Lula sancionou a lei que permite a instalação de farmácia em áreas de venda nos supermercados, desde que em ambiente físico segregado e exclusivo para a atividade. Além disso, devem ser observadas as exigências legais, sanitárias e técnicas da atividade, como o armazenamento, o controle de temperatura e a presença constante de um farmacêutico. Os supermercados poderão administrar a farmácia diretamente ou firmar contrato com uma rede de drogarias já licenciada.</p>



<p>O Governo do Estado de São Paulo inaugurou, em Paulínia, a maior planta de biometano do Brasil. O Estado possui 9 unidades em operação, do total de 19 existentes no País. A produção ocorre por meio da purificação do biogás gerado a partir de resíduos sólidos urbanos depositados em aterro. O biometano pode ser usado como insumo industrial, fonte de energia em processos produtivos e como combustível para veículos leves e pesados.</p>



<p><strong>Atividade Econômica</strong></p>



<p>Nos dois primeiros meses do ano, o volume de vendas do setor varejista no Estado de São Paulo apresentou forte queda em comparação com o mesmo período do ano anterior. Um resultado pior, na mesma base de comparação, só foi observado pela última vez em fevereiro de 2016 (-5,9%).</p>



<p>Em fevereiro de 2026, o volume de vendas no comércio varejista ampliado no Estado de São Paulo, medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou queda de 7,4% em relação ao mesmo mês do ano anterior, enquanto, na média do Brasil, diminuiu 2,2%. Entre as subcategorias analisadas pelo IBGE, os destaques foram os resultados positivos do setor de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (+20,4%) e de tecidos, vestuário e calçados (+7,5%).</p>



<p>No acumulado de janeiro a fevereiro, o volume de vendas do comércio varejista ampliado paulista caiu 4,7%, o que é muito maior do que a observado no País (-0,5%). As maiores variações ocorreram em Mato Grosso (+7,7%), em Pernambuco (+7,5%), no Rio Grande do Sul (-4,7%) e no Piauí (-5,0%). E, entre as subcategorias analisadas pelo IBGE, os destaques positivos ficaram para os tecidos, vestuário e calçados (+9,2%), para os equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (+7,5%) e para os eletrodomésticos (+4,4%). Por outro lado, as piores performances ficaram para os móveis (-13,8%), para o atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo (-13,3%) e para os veículos, motocicletas, partes e peças (-12,6%).</p>



<p>Nos dois primeiros meses do ano, o Estado de São Paulo ficou na quinta posição entre as maiores taxas de crescimento do volume de serviços em comparação com o mesmo período do ano anterior. Na mesma base de comparação, um resultado melhor foi observado pela última vez, em fevereiro de 2022 (+10,3%).</p>



<p>Em fevereiro de 2026, o volume de serviços no Estado de São Paulo, medido pelo IBGE, registrou alta de 3,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. A média do País foi de +0,5%. Os destaques ficaram para os setores de serviços de informação e comunicação (+8,4%) e de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-2,4%). Já as atividades turísticas subiram 0,8% nesse período.</p>



<p>No acumulado de janeiro a fevereiro, o volume de serviços prestados subiu 4,8%. A média do País foi de +1,9%. As maiores variações positivas ocorreram em Mato Grosso (+18,4%), em Roraima (+16,0%) e no Distrito Federal (+8,3%), enquanto as maiores variações negativas ocorreram no Ceará (-5,3%), em Alagoas (-5,6%), e no Acre (-8,7%). Já as atividades turísticas cresceram 3,2% nesse período.</p>



<p>Nos dois primeiros meses do ano, a produção industrial no Estado de São Paulo apresentou variação negativa em relação ao mesmo período do ano anterior. Uma variação negativa, na mesma base de comparação, foi observada pela última vez em fevereiro de 2023 (-3,7%).</p>



<p>Em fevereiro de 2026, a produção industrial no Estado de São Paulo, medida pelo IBGE, registrou queda de 3,6% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Já a produção industrial nacional registrou uma queda de 0,7%, na mesma base de comparação. As indústrias extrativas diminuíram 8,9%, enquanto a indústria de transformação diminuiu 3,5%. Na indústria de transformação, o principal resultado positivo ocorreu no setor de fabricação de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis (+4,1%). Já as maiores quedas ocorreram no setor de confecção de artigos de vestuário e acessórios (-15,9%), na fabricação de outros equipamentos de transporte, exceto veículos automotores (-13,5%), em produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-11,6%) e em produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (-10,2%).</p>



<p>No acumulado de janeiro a fevereiro, a produção industrial caiu 2,4%. Já a produção industrial nacional registrou uma queda de 0,2%, na mesma base de comparação. Os maiores resultados positivos foram observados em Pernambuco (+26,4%), no Espírito Santo (+22,6%) e em Mato Grosso do Sul (+8,1%), enquanto os maiores resultados negativos ocorreram na Bahia (-7,5%), no Ceará (-8,8%) e no Rio Grande do Norte (-24,8%). O resultado das indústrias extrativas em São Paulo foi de -5,0%, enquanto o da indústria de transformação foi de -2,4%.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="705" height="450" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image.png" alt="" class="wp-image-71989" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image.png 705w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-300x191.png 300w" sizes="(max-width: 705px) 100vw, 705px" /></figure>



<p></p>



<p>O Índice de Atividade Econômica Regional do Banco Central (IBCR), que mede a evolução conjunta dos setores produtivos da economia (comércio, serviços, indústria e agropecuária), é divulgado mensalmente pelo Banco Central (BC), e ajuda na definição da taxa básica de juros pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Ele também serve como “prévia” do PIB, embora tenha uma metodologia diferente. Em comparação com o mesmo mês do ano anterior (fevereiro de 2025), a atividade econômica no Estado de São Paulo caiu 0,4%. Já no acumulado dos últimos 12 meses, o crescimento no Estado foi de 0,6%, bem abaixo da média nacional de 1,9%. Na divisão por região, o crescimento foi de 4,8% no Centro-Oeste, 3,0% no Norte, 2,8% no Nordeste, 2,4% no Sul e 1,7% no Sudeste.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="726" height="434" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-1.png" alt="" class="wp-image-71990" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-1.png 726w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-1-300x179.png 300w" sizes="(max-width: 726px) 100vw, 726px" /></figure>



<p></p>



<p>Os dados sobre a produção do comércio, dos serviços e da indústria, apresentados pelo IBGE, bem como o IBCR do Banco Central, referem-se a fevereiro de 2026. Logo, ainda não refletem os acontecimentos apresentados no início deste Boletim.</p>



<p><strong>Emprego</strong></p>



<p>O emprego formal aumentou, porém, o salário médio diminuiu, e muito mais do que no País.</p>



<p>Com base no Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), em março de 2026, o emprego formal no Estado de São Paulo apresentou saldo positivo&nbsp;&nbsp;&nbsp; de 67.876 postos de trabalho, o que representou um aumento de 0,46% no estoque em relação ao mês anterior, resultado quase igual à média do Brasil, de +0,47%. No entanto, o salário médio de admissão diminuiu 3,50% e atingiu R$2.646,63, uma queda muito maior do que a observada na média do País, de -0,74%.</p>



<p>Na divisão por grupo, o saldo de postos de trabalho foi maior para as mulheres (36.912), para as pessoas com 18 a 24 anos (38.143) e para as pessoas com ensino médio completo (55.078).</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="731" height="447" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-2.png" alt="" class="wp-image-71991" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-2.png 731w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-2-300x183.png 300w" sizes="(max-width: 731px) 100vw, 731px" /></figure>



<p></p>



<p>Os maiores aumentos ocorreram no Acre (+0,92%), em Roraima (+0,88%) e no Piauí (+0,86%), ao passo que Sergipe (-0,09%), Mato Grosso (-0,17%) e Alagoas (-1,10%) apresentaram variações negativas.</p>



<p>E na geração de emprego por setor, os destaques ocorreram no transporte rodoviário de carga (+12.032), na locação de mão-de-obra temporária (+5.913), na limpeza em prédios e em domicílios (+3.177) e nas atividades de teleatendimento (-1.923).</p>



<p>Em relação aos últimos 12 meses, o estoque de emprego formal no Estado de São Paulo cresceu 1,92%., e no primeiro trimestre de 2026, +1,25%.</p>



<p><strong>Inflação</strong></p>



<p>No acumulado dos últimos doze meses, a inflação voltou a subir em São Paulo; e mais do que a observada na média do Brasil.</p>



<p>Segundo o IBGE, em março de 2026, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), que reflete a variação no custo de vida das famílias com rendimentos de 1 a 40 salários-mínimos (SM), subiu 0,78% em relação ao mês anterior. Para o País, o variação no custo de vida foi de +0,88%. Na divisão mais detalhada por item, entre os maiores aumentos, estão o leite longa vida (+17,93%), o feijão carioca (+15,60%), o óleo diesel (+14,37%), a passagem aérea (+7,80%), o transporte por aplicativo (+7,24%) e a gasolina (+4,40%). Por outro lado, dentre as maiores reduções, estão o ar-condicionado (-4,52%), o açucar refinado (-4,25%) e o pacote turístico (-3,99%). No mesmo mês do ano anterior (março de 2025), o IPCA apresentou alta de 0,71%.</p>



<p>Nos últimos 12 meses, o IPCA registrou um aumento de 4,76%. Os destaques ficaram para a passagem aérea (+27,99%), o transporte por aplicativo (+26,38%), o feijão carioca (+24,06%), o chocolate em barra e bombom (+23,26%), os jogos de azar (+15,17%), o ovo de galinha (-20,30%), o arroz (-23,84%) e o azeite de oliva (-25,85%). Na média do Brasil, o IPCA subiu 4,14%.</p>



<p>Já o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), da RMSP, que reflete a variação no custo de vida das famílias com rendimentos de 1 a 5 SMs, subiu 0,72% no mês. Para o País, a variação no custo de vida foi de +0,91%. Na divisão mais detalhada por item, os destaques são os mesmos do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), exceto o óleo diesel e o ar-condicionado. No mesmo mês do ano anterior (março de 2025), o INPC apresentou alta de 0,63%. Nos últimos 12 meses, o índice subiu 4,46%. Na média do Brasil, o INPC aumentou 3,77%.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="730" height="442" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-3.png" alt="" class="wp-image-71992" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-3.png 730w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-3-300x182.png 300w" sizes="(max-width: 730px) 100vw, 730px" /></figure>



<p></p>



<p><strong>Endividamento</strong></p>



<p>No município de São Paulo, o percentual de famílias endividadas, com contas em atraso e sem condições de pagar suas dívidas, aumentou em comparação com o mesmo mês do ano anterior. No entanto, permanecem menores quando comparados à média do Brasil.</p>



<p>Em março de 2026, a Pesquisa de Endividamento e Intenção de Consumo das Famílias (PEIC-SP), realizada pela FECOMÉRCIO-SP, apontou que o percentual de famílias endividadas atingiu 71,14%, um aumento de 1,14 ponto percentual (p.p.) em relação ao mês anterior e de 1,94 p.p. em comparação com março de 2025. Para as famílias com renda até dez salários-mínimos (SMs), o percentual é de 74,53%, enquanto para as famílias com renda maior que dez SMs, 61,33%.</p>



<p>Já a proporção de famílias com dívidas em atraso foi de 20,90%, um aumento de 0,49 p.p. em relação ao mês anterior e de 1,65 p.p. em relação a março de 2025. Para as famílias com renda de até dez SMs (25,61%), ao passo que para as famílias com renda maior que dez SMs (9,18%).</p>



<p>E, por fim, o percentual de famílias que não terão condições de pagar as dívidas atingiu 8,88%, uma diminuição de 0,11 p.p. em relação ao mês anterior e um aumento de 0,79 p.p. em comparação com março de 2025. Para as famílias com renda de até dez SMs (11,43%), em contraste com as famílias com renda superior a dez SMs (3,32%).</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="710" height="436" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-4.png" alt="" class="wp-image-71993" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-4.png 710w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-4-300x184.png 300w" sizes="(max-width: 710px) 100vw, 710px" /></figure>



<p></p>



<p><strong>Índices de Confiança</strong></p>



<p>O nível de confiança dos consumidores no município de São Paulo aumentou pela terceira vez em 2026, quando comparado ao mesmo mês do ano anterior, o que diverge da queda observada ao longo de todo o ano de 2025.</p>



<p>Em março de 2026, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC), calculado pela FECOMÉRCIO-SP, registrou queda de 1,2% em relação ao mês anterior. Já em comparação com o mesmo mês do ano anterior (março de 2025), o índice subiu 9,3%.</p>



<p>Depois de quatro aumentos consecutivos, o nível de confiança dos empresários do comércio no município de São Paulo diminuiu pelo segundo mês, em contraste com o aumento observado no País. Mas quando comparado com o mesmo mês do ano anterior, teve um aumento, e foi igual ao registrado no Brasil.</p>



<p>O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC), também calculado pela FECOMÉRCIO-SP, registrou, em março deste ano, queda de 0,4% em relação ao mês anterior. Em comparação com o mesmo mês do ano anterior (março de 2025), o índice registrou um aumento de 4,9%. Na divisão por tipo de produto, os empresários produtores de não-duráveis apresentaram um aumento de 10,4%, ao passo que os de semiduráveis apresentaram uma diminuição de +0,9%.</p>



<p>O subindicador que reflete a percepção dos empresários sobre as condições atuais aumentou 2,4%, enquanto o que reflete as expectativas dos empresários aumentou 5,0%. Já o subindicador que reflete a estratégia de investimento aumentou 6,9%.</p>



<p>Os empresários da indústria do Estado de São Paulo apresentaram um aumento do pessimismo, tanto em relação às condições atuais quanto às suas expectativas para os próximos seis meses.</p>



<p>O Índice de Confiança do Empresário Industrial Paulista (ICEI-SP), calculado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), registrou, em abril de 2026, uma queda de 0,9% em relação ao mês anterior. O indicador evidencia um aumento no pessimismo entre os empresários. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior (abril de 2025), o índice registrou uma queda de 6,9%. O subindicador que reflete as condições atuais apresentou redução de 8,1%, enquanto o subindicador que reflete as expectativas para os próximos seis meses diminuiu 9,6%.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="722" height="460" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-5.png" alt="" class="wp-image-71994" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-5.png 722w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-5-300x191.png 300w" sizes="(max-width: 722px) 100vw, 722px" /></figure>



<p></p>



<p>Os dados sobre o nível de confiança dos empresários da indústria paulista, calculados pela FIESP, referem-se a abril de 2026. Logo, já podem refletir os acontecimentos que serão apresentados no final deste Boletim.</p>



<p><strong>Perspectiva</strong></p>



<p>A intenção de consumo das famílias do município de São Paulo diminuiu em relação ao mês anterior, em contraste com o pequeno crescimento observado no País. Já na comparação com o mesmo mês do ano anterior, aumentou pela sexta vez consecutiva, e mais do que o observado na média do Brasil (+2,4%).</p>



<p>Em março de 2026, o Índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF-SP), calculado pela FECOMÉRCIO-SP, diminuiu 1,6% em relação ao mês anterior. Em comparação com o mesmo mês do ano anterior (março de 2025), o índice subiu 6,9%.</p>



<p>Pelo lado da oferta, em comparação com o mesmo mês do ano anterior, o interesse pela expansão do comércio na Região Metropolitana de São Paulo aumentou pelo segundo mês consecutivo, após cinco quedas consecutivas.</p>



<p>O Índice de Expansão do Comércio (IEC-SP), também calculado pela FECOMÉRCIO-SP, registrou uma diminuição de 0,5% em relação ao mês anterior. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior (março de 2025), o índice registrou alta de 5,6%. Entre os seus dois componentes, a expectativa de contratação de funcionários aumentou 7,6%, enquanto o nível de investimento das empresas aumentou 3,3%.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="367" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-6.png" alt="" class="wp-image-71995" style="aspect-ratio:1.5259505258227957;width:836px;height:auto" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-6.png 560w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-6-300x197.png 300w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /></figure>



<p></p>



<p>Em razão da data de publicação deste boletim, algumas notícias já podem impactar os indicadores econômicos de abril, que serão divulgados no próximo mês.</p>



<p>No plano internacional, o Estreito de Ormuz mantém tráfego muito restrito, enquanto as negociações entre os EUA e o Irã permanecem em impasse. E, em meio a esse impasse, representantes militares de mais de 30 países se reuniram em Londres para propor uma missão multinacional, liderada pelo Reino Unido e pela França, para reabrir o estreito. O objetivo do plano militar “estritamente defensivo” é garantir a liberdade de navegação nessa via estratégica.&nbsp;</p>



<p>O Governo Federal liberou um crédito extraordinário de R$ 300 bilhões para subsidiar a importação de gás de cozinha. A medida tem como objetivo garantir que o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) seja vendido pelo mesmo preço do produto nacional e, assim, evitar que o aumento de seu preço no mercado internacional seja repassado ao consumidor final brasileiro. O subsídio será válido até 31 de maio e poderá ser prorrogado por mais dois meses.</p>



<p>O Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC), decidiu reduzir, pela segunda vez consecutiva, a taxa básica de juros para 14,5% ao ano, apesar da continuidade da guerra no Oriente Médio.</p>



<p>Para mais detalhes sobre alguns dos indicadores apresentados, inclusive com outras medidas de variação, acessem: <a href="https://pesquisa.fecap.br/cecon/">https://pesquisa.fecap.br/cecon/</a>.</p>



<p><strong>Expediente CECON</strong><br><strong>Coordenação</strong><br>Allexandro Emmanuel Mori Coelho, Professor Doutor<br><strong>Equipe Econômica</strong><br>Jobson Monteiro de Souza, Professor Doutor<br>Rafael Barišauskas, Professor Mestre</p>



<p><strong>Termo de isenção de responsabilidade</strong></p>



<p>Este relatório foi preparado pela equipe integrante do Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), utilizando os melhores esforços dos responsáveis. As informações foram obtidas através de fontes públicas críveis, e estão sujeitas a revisões sem aviso prévio. O CECON e a FECAP não se responsabilizam por quaisquer decisões econômicas ou de investimento tomadas com base nas informações deste relatório. O conteúdo deste relatório é livre, não podendo ser comercializado ou monetizado por terceiros de nenhuma forma. Este produto possui caráter exclusivamente informativo e não deverá ser usado para constituir qualquer decisão de compra ou venda de ativos ou produtos ou de investimento.</p>
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		<item>
		<title>Bateria Swing da Liberdade promove integração cultural com intercambistas no campus da FECAP</title>
		<link>https://www.fecap.br/2026/05/07/bateria-swing-da-liberdade-promove-integracao-cultural-com-intercambistas-no-campus-da-fecap/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriela Batistel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 17:32:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Organizações Estudantis]]></category>
		<category><![CDATA[Bateria Swing]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[international office]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ação reuniu estudantes brasileiros e internacionais em momento de música, dança e troca de experiências no pátio da instituição</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na última segunda (04) a Bateria Swing da Liberdade realizou uma ação de integração com estudantes intercambistas da Audencia. O encontro aconteceu no pátio da instituição e proporcionou um momento de acolhimento, convivência e troca cultural entre alunos brasileiros e internacionais.</p>



<p>Durante a atividade, os integrantes da bateria apresentaram ritmos característicos do ambiente universitário brasileiro e conduziram dinâmicas com os participantes. Entre os destaques da programação esteve o ensino da tradicional “dança da mãozinha”, que envolveu os intercambistas em uma experiência descontraída e interativa.</p>



<p>Em clima de reciprocidade, os estudantes internacionais também compartilharam referências de seus países ao ensinarem uma dança típica aos membros da Swing da Liberdade e aos demais presentes, fortalecendo o intercâmbio cultural e o espírito de conexão entre diferentes nacionalidades.</p>



<p>Para Ana Caroline Queiroz, vice-presidente da Swing da Liberdade, a iniciativa contribui para tornar a experiência dos intercambistas no Brasil ainda mais completa, ao aproximá-los da cultura e da vivência universitária brasileira. “Proporcionar aos estudantes do intercâmbio a oportunidade de conhecer um pouco da nossa cultura, da música e da alegria que marcam o</p>



<p>jeitinho brasileiro é algo muito importante e que faz parte da experiência de estar no país. Para a bateria, também representa um momento valioso de troca entre as pessoas, fortalecimento de conexões dentro da FECAP e integração dos novos integrantes, que aprendem e se desenvolvem tocando”, afirma.</p>



<p>A ação evidencia como a convivência entre estudantes de diferentes origens contribui para um ambiente acadêmico mais plural e acolhedor. Por meio de iniciativas como essa, a FECAP fortalece a internacionalização dos alunos e incentiva experiências que ampliam o aprendizado para além da sala de aula.</p>
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		<title>Artigo &#8211; NR-1 muda regras e amplia responsabilidade das empresas sobre saúde mental e gestão de riscos</title>
		<link>https://www.fecap.br/2026/05/06/artigo-nr-1-muda-regras-e-amplia-responsabilidade-das-empresas-sobre-saude-mental-e-gestao-de-riscos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 20:44:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[Leonardo Fabris Lugoboni]]></category>
		<category><![CDATA[nr-1]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) representa uma mudança relevante na forma como as empresas devem lidar com saúde e segurança no trabalho. Mais do que uma revisão técnica, a nova regra amplia o escopo da gestão de riscos e exige uma atuação [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) representa uma mudança relevante na forma como as empresas devem lidar com saúde e segurança no trabalho. Mais do que uma revisão técnica, a nova regra amplia o escopo da gestão de riscos e exige uma atuação mais estruturada, contínua e integrada.</p>



<p>Na prática, a NR-1 deixa de ser apenas uma exigência documental e passa a demandar um gerenciamento efetivo dos riscos ocupacionais. Isso inclui não só fatores tradicionais, como riscos físicos, mas também aspectos ligados ao ambiente organizacional. Entre eles, ganham destaque os riscos psicossociais, como estresse, assédio, sobrecarga de trabalho e clima organizacional.</p>



<p>Esse é um dos principais pontos da atualização. Pela primeira vez, fatores relacionados à saúde mental passam a ser reconhecidos como riscos ocupacionais que precisam ser identificados, avaliados e gerenciados. O desafio está no fato de que esses elementos são mais subjetivos e muitas vezes estão ligados ao modelo de gestão, à pressão por resultados e às práticas de liderança.</p>



<p>A mudança eleva a saúde mental ao nível de compliance. A norma exige mais do que adequação documental. Ela demanda uma mudança real na forma como as empresas gerenciam pessoas e ambiente de trabalho. Embora a NR-1 se aplique a praticamente todas as organizações, o impacto tende a ser maior em empresas com operações intensivas em pessoas e alta pressão por resultados, como varejo, logística, saúde, educação e serviços financeiros.</p>



<p>Ainda assim, o principal fator de dificuldade não é o setor, mas o nível de maturidade da gestão. Empresas que já possuem estruturas de governança, gestão de riscos e indicadores tendem a se adaptar com mais facilidade. Já organizações com baixa formalização de processos enfrentam mais desafios, principalmente porque a norma exige evidências concretas de gestão.</p>



<p>Um dos pontos centrais da adequação é o gerenciamento de riscos ocupacionais, que deve ser contínuo e alinhado à realidade da empresa. O principal instrumento é o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), que deve reunir o inventário de riscos e o plano de ação.</p>



<p>Mais do que elaborar o documento, as empresas precisam manter o PGR atualizado e acompanhar continuamente os riscos e a eficácia das medidas adotadas. A responsabilidade por essa estrutura recai principalmente sobre o empregador, que deve garantir desde a identificação de perigos até a capacitação dos trabalhadores.</p>



<p>Com a evolução da NR-1, o nível de exigência aumenta. A norma reforça a necessidade de que o gerenciamento de riscos seja efetivo, e não apenas formal, e amplia a responsabilidade das empresas sobre fatores ligados à organização do trabalho.</p>



<p>Empresas que não se adequarem ficam sujeitas à fiscalização e a penalidades administrativas, como multas e até interdições em situações mais graves. Além disso, cresce o risco jurídico, já que a ausência de gestão adequada pode ser interpretada como negligência em eventuais ações trabalhistas.</p>



<p>Para comprovar conformidade, o PGR ocupa posição central, acompanhado de registros que evidenciem a implementação e o monitoramento das medidas adotadas. A norma também exige integração com outras regras de saúde e segurança, o que reforça a necessidade de uma gestão estruturada.</p>



<p>Mesmo assim, erros ainda são comuns. Um dos principais é tratar a adequação como um processo apenas documental, sem conexão com a operação real. Outro é ignorar fatores ligados à organização do trabalho, como carga excessiva e pressão por metas.</p>



<p>Nesse cenário, a atuação integrada de diferentes áreas é essencial. O SESMT mantém um papel técnico relevante, enquanto a liderança garante a aplicação prática das medidas no dia a dia. O RH contribui ao integrar essas ações à gestão de pessoas.</p>



<p>A NR-1 deixa claro que a gestão de riscos não pode ficar restrita a uma área específica. Sem o alinhamento entre gestão, pessoas e operação, há o risco de a norma existir apenas no papel. A tendência é que a fiscalização passe a valorizar cada vez mais a evidência de gestão. Não será suficiente demonstrar que a empresa possui políticas e programas. Será necessário comprovar que eles são efetivamente aplicados e monitorados ao longo do tempo.</p>



<p><strong>O autor:</strong>&nbsp;Leonardo Fabris&nbsp;Lugoboni é&nbsp;doutor em Administração pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da Universidade de São Paulo (USP). É professor da graduação e do Mestrado da&nbsp;Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado. Pesquisador e consultor na linha de estratégia e governança corporativa.</p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2026/05/06/artigo-nr-1-muda-regras-e-amplia-responsabilidade-das-empresas-sobre-saude-mental-e-gestao-de-riscos/">Artigo &#8211; NR-1 muda regras e amplia responsabilidade das empresas sobre saúde mental e gestão de riscos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
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		<title>Empresas devem se adaptar à nova NR-1, que entra em vigor em 26/05, tendo como foco a saúde mental dos funcionários</title>
		<link>https://www.fecap.br/2026/05/06/empresas-devem-se-adaptar-a-nova-nr-1-que-entra-em-vigor-em-26-05-tendo-como-foco-a-saude-mental-dos-funcionarios/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 20:40:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[Leonardo Fabris Lugoboni]]></category>
		<category><![CDATA[nr-1]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir de 26 de maio de 2026, entra em vigor a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que redefine as exigências relacionadas à gestão de Saúde e Segurança no Trabalho (SST) no Brasil. A mudança amplia o conceito de risco ocupacional e torna [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A partir de 26 de maio de 2026, entra em vigor a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que redefine as exigências relacionadas à gestão de Saúde e Segurança no Trabalho (SST) no Brasil. A mudança amplia o conceito de risco ocupacional e torna obrigatória uma abordagem mais estruturada e contínua de prevenção, incluindo, de forma explícita, os chamados riscos psicossociais, como estresse, assédio, sobrecarga de trabalho e clima organizacional.</p>



<p>Segundo o professor&nbsp;<a href="https://www.linkedin.com/in/leonardo-fabris-lugoboni-a3369416/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Leonardo Fabris Lugoboni</u></a>, da&nbsp;<a href="https://www.fecap.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</u></a>, a atualização marca uma transformação importante no papel da norma dentro das empresas. “O que antes era, em grande medida, um processo mais documental e concentrado em riscos físicos, passa a exigir uma abordagem estruturada, contínua e integrada de gestão de riscos, incluindo de forma explícita os riscos psicossociais”, afirma.</p>



<p>A principal novidade é que questões ligadas à saúde mental deixam de ser tratadas apenas como iniciativas de bem-estar e passam a integrar o campo de obrigações legais das organizações. “Pela primeira vez, fatores ligados à saúde mental passam a ser reconhecidos como riscos ocupacionais que precisam ser identificados, avaliados e gerenciados”, destaca.</p>



<p>A fiscalização do cumprimento da NR-1 ficará a cargo da Inspeção do Trabalho, realizada pelos Auditores-Fiscais do Trabalho, vinculados ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Esses profissionais podem avaliar tanto as condições reais do ambiente de trabalho quanto documentos como o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) e registros de treinamentos e ações preventivas. Em caso de irregularidades, a empresa pode ser autuada e sofrer penalidades como multas, além de interdição ou embargo de atividades em situações mais graves.</p>



<p><strong>Saúde mental passa a ser tema de compliance</strong></p>



<p>A mudança amplia significativamente a responsabilidade do empregador e aumenta a exposição das empresas a riscos trabalhistas, jurídicos e reputacionais. De acordo com Lugoboni, a NR-1 coloca a saúde mental no mesmo patamar de outras exigências regulatórias. “Com isso, a NR-1 eleva a saúde mental ao nível de compliance, ampliando a exposição das empresas a riscos jurídicos, trabalhistas e reputacionais”, explica.</p>



<p>Na prática, a adequação exige mais do que produzir documentos. A norma demanda mudanças reais na forma como as empresas organizam o trabalho, estabelecem metas e conduzem sua liderança. “Mais do que adequação documental, a norma exige uma mudança real na forma como as organizações gerenciam pessoas, metas e ambiente de trabalho”, completa.</p>



<p><strong>Setores com alta pressão por metas tendem a sentir mais impacto</strong></p>



<p>Embora a norma se aplique a praticamente todas as organizações, alguns setores devem enfrentar desafios maiores por conta do perfil operacional e do nível de pressão cotidiana. Lugoboni aponta que empresas com operações intensivas em pessoas e forte cobrança por produtividade tendem a ser mais impactadas, como teleatendimento, varejo, logística, saúde, educação e serviços financeiros.</p>



<p>No entanto, ele ressalta que o setor não é o único fator determinante. “Mais do que o setor em si, o nível de maturidade da gestão é o principal fator de impacto”, afirma. Empresas que já possuem governança estruturada, gestão de riscos e indicadores internos tendem a se adaptar com mais facilidade. Já organizações com processos pouco formalizados e sem monitoramento contínuo podem ter mais dificuldade, especialmente porque a NR-1 exige evidências concretas de gestão.</p>



<p><strong>PGR e gestão contínua de riscos se tornam prioridade</strong></p>



<p>Entre os principais pontos de atenção está o fortalecimento do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), considerado o documento central da NR-1.</p>



<p>“O PGR deve refletir a realidade da operação, com um inventário de riscos atualizado e um plano de ação claro”, explica Lugoboni. Para ele, o maior erro é tratar o PGR como um documento estático. “Mais do que elaborar o documento, é importante manter esse material vivo, revisando sempre que houver mudanças nos processos ou nas condições de trabalho”, ressalta.</p>



<p>Outro ponto fundamental é o monitoramento contínuo das condições de trabalho e da eficácia das medidas adotadas. “A norma deixa claro que os riscos precisam ser acompanhados ao longo do tempo, o que exige organização, registros e revisão periódica”, afirma.</p>



<p><strong>Obrigações do empregador aumentam e exigência será mais rigorosa</strong></p>



<p>A NR-1 mantém como responsabilidade central do empregador a implementação do gerenciamento de riscos, incluindo identificar perigos, avaliar riscos, adotar medidas preventivas e garantir capacitação e informação aos trabalhadores.</p>



<p>Mas, segundo Lugoboni, o que muda é o grau de cobrança. “O que muda de forma mais relevante é o nível de exigência sobre o empregador. A norma reforça a necessidade de que o gerenciamento de riscos seja efetivo e contínuo, e não apenas formal”, explica.</p>



<p>Os trabalhadores também possuem responsabilidades, como cumprir orientações, utilizar corretamente equipamentos de proteção e colaborar com as medidas de prevenção. A norma ainda garante o direito de recusa em situações de risco grave e iminente. Já no caso de terceiros, como prestadores de serviço, a NR-1 reforça a necessidade de coordenação entre empresas quando compartilham o mesmo ambiente de trabalho.</p>



<p><strong>Falta de adequação pode gerar multas, embargos e ações trabalhistas</strong></p>



<p>Empresas que não se adaptarem à NR-1 estarão sujeitas à fiscalização e penalidades administrativas, como multas proporcionais à gravidade da infração, porte da empresa e número de trabalhadores expostos. Em situações mais críticas, também podem ocorrer embargos ou interdições.</p>



<p>Além disso, Lugoboni alerta para o aumento do risco jurídico. “A ausência de um gerenciamento adequado de riscos ocupacionais pode ser interpretada como negligência por parte do empregador, o que amplia a exposição a ações trabalhistas”, afirma.</p>



<p>Os impactos também podem ser reputacionais, especialmente em organizações mais cobradas por boas práticas de governança e critérios de ESG. “A gestão de riscos ocupacionais passa a ser cada vez mais observada por investidores, parceiros e órgãos de controle”, pontua.</p>



<p><strong>Registros e evidências passam a ser indispensáveis</strong></p>



<p>Para comprovar conformidade, as empresas precisarão manter documentação e registros consistentes. O professor destaca que o foco estará nos elementos ligados diretamente ao GRO, especialmente o PGR, com inventário de riscos e plano de ação.</p>



<p>Também se tornam essenciais registros que demonstrem acompanhamento contínuo, como avaliações de risco, revisões periódicas, atualizações conforme mudanças no ambiente de trabalho e comprovações de capacitação dos trabalhadores.</p>



<p><strong>NR-1 integra outras normas e reforça o PGR como eixo central</strong></p>



<p>A atualização também reforça o papel da NR-1 como norma estruturante, conectando diferentes regulamentações dentro de um modelo integrado. “A NR-1 funciona como a norma estruturante da gestão de saúde e segurança no trabalho”, afirma Lugoboni.</p>



<p>Nesse contexto, o PGR passa a atuar como elemento integrador entre diferentes normas, como a NR-7, relacionada ao monitoramento da saúde do trabalhador, e a NR-17, que trata de ergonomia. “As normas deixam de funcionar de forma isolada e passam a operar de maneira integrada, com o PGR como eixo central”, explica.</p>



<p><strong>Adequação exige envolvimento do RH, liderança e SESMT</strong></p>



<p>A aplicação prática da NR-1 também exige atuação conjunta entre áreas técnicas e de gestão. O SESMT (Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho) continua sendo o núcleo técnico de apoio ao gerenciamento de riscos e estruturação do PGR. Já a liderança passa a ter papel decisivo, pois é no cotidiano operacional que os riscos se manifestam.</p>



<p>“A liderança tem um papel decisivo na aplicação prática da norma. Com a evolução da NR-1, esse papel se amplia, já que aspectos ligados à organização do trabalho, como definição de metas e distribuição de carga, passam a influenciar diretamente os riscos ocupacionais”, afirma.</p>



<p>O RH, por sua vez, deve integrar a NR-1 à gestão de pessoas, atuando em capacitação, comunicação e desenvolvimento organizacional. “A NR-1 deixa de ser um tema restrito ao SESMT e passa a depender do alinhamento entre gestão, pessoas e operação”, reforça Lugoboni.</p>



<p><strong>NR-1 é indicador de maturidade de gestão</strong></p>



<p>Para o professor, a norma deve ser encarada não apenas como obrigação legal, mas como um reflexo do nível de maturidade organizacional. “A NR-1 não deve ser vista apenas como uma exigência legal, mas como um indicador do nível de maturidade da gestão das empresas”, afirma.</p>



<p>Ele destaca ainda que muitas organizações já possuem dados relevantes, como afastamentos e rotatividade, mas falham em transformar essas informações em prevenção estruturada. “A dificuldade não está, necessariamente, na criação de novos documentos, mas na capacidade de transformar informações em gestão efetiva”, conclui.</p>



<p>Com a entrada em vigor da nova NR-1 em maio de 2026, a tendência é que o ambiente jurídico e a fiscalização valorizem cada vez mais evidências concretas de aplicação e revisão contínua. “Não será suficiente demonstrar que a empresa possui políticas e programas; será necessário comprovar que eles são efetivamente aplicados, monitorados e revisados ao longo do tempo”, finaliza Lugoboni.</p>



<p><strong>O especialista:&nbsp;</strong>Leonardo Fabris&nbsp;Lugoboni é&nbsp;doutor em Administração pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da Universidade de São Paulo (USP). É professor da graduação e do Mestrado da&nbsp;Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado. Pesquisador e consultor na linha de estratégia e governança corporativa.</p>
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		<item>
		<title>CECON FECAP analisa inflação dos produtos relacionados ao Dia das Mães em SP</title>
		<link>https://www.fecap.br/2026/05/05/cecon-fecap-analisa-inflacao-dos-produtos-relacionados-ao-dia-das-maes-em-sp/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 15:16:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON)]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) de abril, o Centro de Estudos em Conjuntura Econômica da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) lista a inflação os principais presentes e itens consumidos no Dia das Mães &#8211; considerada a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) de abril, o Centro de Estudos em Conjuntura Econômica da <a href="http://www.fecap.br">Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</a> lista a inflação os principais presentes e itens consumidos no Dia das Mães &#8211; considerada a segunda data mais importante do ano para o comércio varejista, perdendo apenas para o Natal.</p>



<p><strong>Variação dos preços</strong></p>



<p>Com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) de abril, divulgado pelo IBGE, é possível observar o comportamento dos preços de alguns produtos relacionados ao “Dia das Mães”, no acumulado dos últimos 12 meses. Entre os 19 produtos considerados, apenas sete apresentaram aumento de preço inferior à inflação observada na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), de 4,80%.</p>



<p><strong>Vestuário, calçado e acessórios:</strong> o preço da roupa feminina subiu 5,40% e o da sandália/chinelo, 8,58%, com variações maiores do que as observadas na média nacional, +3,49% e +6,25%, respectivamente. Já o preço do sapato feminino subiu 2,12% e o do tênis, 5,05%, menos do que o registrado no Brasil. O preço da bolsa subiu 2,32% no País.</p>



<p><strong>Perfumaria e cosméticos:</strong> o preço do perfume aumentou 0,24%, enquanto os preços dos produtos para a pele aumentaram 6,29% e os de artigos de maquiagem, 5,46%.</p>



<p><strong>Joias, bijuterias e acessórios: </strong>o preço da bijuteria aumentou 10,48% no Brasil. Já o preço do relógio de pulso aumentou 4,53% na RMSP, mais do que o observado para o País (+2,45%). A maior diferença está nas joias, um aumento de 21,84% na RMSP, abaixo do observado na média nacional, +26,81%.</p>



<p><strong>Aparelhos eletroeletrônicos:</strong> os preços dos eletrodomésticos e equipamentos (refrigerador, ar-condicionado, máquina de lavar roupa, fogão, etc) caíram 7,07% e dos aparelhos telefônicos 1,08%, em contraste com o aumento de 1,95% nos preços da TV, som e informática.</p>



<p><strong>Outros presentes:</strong> os preços das flores naturais aumentaram em 11,82% no Brasil. Já o preço do livro não didático subiu 10,90% e o do chocolate em barra e bombom 23,81% na RMSP, com variações maiores do que o observado para o País.</p>



<p><strong>Lazer:</strong> o preço da alimentação fora do domicílio aumentou 7,73%, enquanto os preços do cinema, do teatro e dos concertos aumentaram 6,62%.</p>



<p>Embora a inflação acumulada esteja menor, em comparação ao mesmo período de 2025, dos 19 produtos considerados, 13 produtos tiveram uma variação de preço nos últimos 12 meses pior em 2026. Entre eles, a maior variação foi observada nas flores naturais, com um aumento de 12,09 pontos percentuais (p.p.), em seguida, a bijuteria (+7,12 p.p.), o livro não didático (+6,67 p.p.), o tênis (+4,99 p.p.), o chocolate em barra e bombom (+4,96 p.p.) e a sandália/chinelo (+4,94 p.p.).</p>



<p>Por outro lado, entre os produtos com melhor variação de preço em 2026, destacam-se o perfume, com uma redução de 9,64 p.p., as joias (-7,83 p.p.) e os eletrodomésticos e equipamentos (-5,73 p.p.).</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="567" height="730" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-05-115725.png" alt="" class="wp-image-71920" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-05-115725.png 567w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-05-115725-233x300.png 233w" sizes="(max-width: 567px) 100vw, 567px" /></figure>



<p></p>



<p>Na opinião do professor pesquisador do CECON FECAP, Jobson Monteiro de Souza, frente ao cenário com juros elevados e maior endividamento das famílias, o planejamento para a compra do presente torna-se primordial. “Para economizar no presente e nas compras para a data, a recomendação é definir o orçamento, pesquisar preços, considerar presentes personalizados e fazer a reserva antecipada para atividades fora de casa”, diz.</p>



<p>Além disso vale buscar informações sobre o fabricante do produto, como a qualidade do serviço de atendimento ao cliente, a rede de assistência técnica autorizada e as reclamações atendidas e não atendidas registradas nos Procons. Outras dicas são: verificar na etiqueta ou na nota fiscal a possibilidade de troca, em razão de tamanho, cor ou modelo, já que as lojas só são obrigadas a trocar os produtos que apresentarem vício de qualidade/defeito; além de pesquisar os preços em vários locais antes da compra.</p>



<p><strong><u>Expediente CECON</u></strong></p>



<p><strong>Coordenação:&nbsp;</strong>Allexandro Emmanuel Mori Coelho, Professor Doutor</p>



<p><strong>Equipe Econômica:</strong>&nbsp;professores doutores Jobson Monteiro de Souza e Rafael Barišauskas</p>



<p><strong>Termo de isenção de responsabilidade:&nbsp;</strong>este relatório foi preparado pela equipe integrante do Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), utilizando os melhores esforços dos responsáveis. As informações foram obtidas através de fontes públicas críveis, e estão sujeitas a revisões sem aviso prévio. O CECON e a FECAP não se responsabilizam por quaisquer decisões econômicas ou de investimento tomadas com base nas informações deste relatório. O conteúdo deste relatório é livre, não podendo ser comercializado ou monetizado por terceiros de nenhuma forma. Este produto possui caráter exclusivamente informativo e não deverá ser usado para constituir qualquer decisão de compra ou venda de ativos ou produtos ou de investimento.</p>
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		<item>
		<title>Programa de Mestrado da FECAP tem trabalhos aprovados em importantes congressos acadêmicos</title>
		<link>https://www.fecap.br/2026/04/29/programa-de-mestrado-da-fecap-tem-trabalhos-aprovados-em-importantes-congressos-academicos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriela Batistel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 14:12:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mestrado]]></category>
		<category><![CDATA[EnATI 2026]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.fecap.br/?p=71844</guid>

					<description><![CDATA[<p>Produção acadêmica da FECAP se destaca em congressos nacionais, com pesquisas alinhadas aos desafios do mercado.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Programa de <a href="https://www.fecap.br/mestrado" type="link" id="https://www.fecap.br/mestrado" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mestrado da FECAP</a> conquista espaço em importantes congressos acadêmicos nacionais, com pesquisas aprovadas nas áreas de Administração, Tecnologia da Informação e Contabilidade. Os resultados reforçam a consistência das pesquisas desenvolvidas na instituição e sua conexão com temas relevantes para o ambiente organizacional.</p>



<p>Um dos destaques é a aprovação no<a href="https://eventos.anpad.org.br/pt_br/event/details/149" type="link" id="https://eventos.anpad.org.br/pt_br/event/details/149" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> <strong>IX Encontro de Administração da Tecnologia da Informação (EnATI 2026)</strong></a>, que será realizado na <a href="https://eaesp.fgv.br/" type="link" id="https://eaesp.fgv.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">FGV EAESP</a>, entre os dias 9 e 11 de junho de 2026.</p>



<p>O trabalho aprovado foi:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>“Evidenciação de risco tecnológico em empresas da B3”</strong><br>Autores: José Orcélio do Nascimento e Leonardo Fabris Lugoboni</li>
</ul>



<p>Além disso, a FECAP também teve participação expressiva no<a href="https://congressousp.fipecafi.org/" type="link" id="https://congressousp.fipecafi.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> <strong>26º USP International Conference on Accounting</strong></a>, que acontece na FEA USP, entre os dias 22 e 24 de julho de 2026.</p>



<p>Ao todo, sete trabalhos foram aprovados no congresso, distribuídos em diferentes áreas temáticas:</p>



<p><strong>Finanças, Riscos e Atuária</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>Entre confiança e controle: excesso de otimismo gerencial e governança em anúncios de F&amp;A</em><br>Autores: Ricardo de Campos Camões, Vinícius de Sousa Braga e Verônica de Fátima Santana</li>
</ul>



<p><strong>Auditoria e Perícia</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>O papel da auditoria no gerenciamento de resultados: uma análise dos principais assuntos de auditoria (PAA) e a remuneração dos auditores</em><br>Autores: Wester Jose Nascimento Costa e Verônica de Fátima Santana</li>
</ul>



<p><strong>Contabilidade para Usuários Externos</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>External accounting communication by non accountants</em><br>Autores: Éric Yamagute Pereira, Elionor Farah Jreige Weffort e Eduardo Flores</li>
</ul>



<p><strong>Contabilidade Governamental e Terceiro Setor</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>Legitimidade no disclosure em instituições comunitárias de ensino superior no Brasil</em><br>Autores: Gustavo Foglia Affonso, Ivam Ricardo Peleias, Rosane Maria Seibert e Elionor Farah Jreige Weffort</li>
</ul>



<p><strong>Tributos</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>Effects of tax expenditures on capital goods investment in Brazilian listed companies</em><br>Autores: Hugo Radamésio Nunes da Silva, Tiago Nascimento Borges Slavov, Vinicius Augusto Brunassi Silva e Joelson Sampaio</li>
</ul>



<p><strong>Contabilidade e Divulgação de Sustentabilidade</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>Uma análise sistemática e crítica das normas IFRS-S1 e IFRS-S2 do ISSB e seus determinantes institucionais</em><br>Autor: Ahmed Sameer El Khatib</li>



<li><em>Análise do impacto regulatório na remuneração executiva de empresas relacionadas por fundos de investimentos ASG</em><br>Autores: Vitor Augusto Silva Martins e Alexandre Sanches Garcia</li>
</ul>



<p>A diversidade dos temas aprovados, que vão de risco tecnológico e governança corporativa até sustentabilidade, auditoria e tributação evidencia a abrangência das linhas de pesquisa do Programa de Mestrado da FECAP e sua conexão com desafios atuais do mercado.</p>



<p>Com presença consistente em congressos de relevância nacional, o <a href="https://www.fecap.br/mestrado" type="link" id="https://www.fecap.br/mestrado" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Programa de Mestrado da FECAP </a>reforça seu papel na formação de profissionais com visão analítica, rigor técnico e capacidade de atuação em contextos complexos. Para conhecer mais sobre o programa e suas iniciativas, acesse o site oficial da instituição.</p>
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		<item>
		<title>68,4% dos universitários de SP possuem dívidas, aponta estudo inédito da FECAP</title>
		<link>https://www.fecap.br/2026/04/28/684-dos-universitarios-de-sp-possuem-dividas-aponta-estudo-inedito-da-fecap/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 19:32:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[ahmed el kathib]]></category>
		<category><![CDATA[endividamento]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[sp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>68,4% dos universitários de SP possuem dívidas, aponta estudo inédito da FECAP</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Centro de Estudos em Finanças da <a href="Centro%20de%20Estudos%20em%20Finanças%20da%20FECAP">Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</a>, lança estudo inédito que aponta vulnerabilidade financeira alta entre universitários paulistas: 68,4% dos estudantes têm dívidas ativas e 74,1% não possuem reserva emergencial, impactando em prejuízos emocionais e diretos no desempenho acadêmico.</p>



<p>O Índice FECAP de Endividamento Universitário Paulista (IFEUP), coordenado pelo professor <a href="https://www.linkedin.com/in/ahmed-el-khatib-9b2220182/">Ahmed El Khatib</a>, realizou o levantamento entre janeiro e março de 2026, com 3.248 entrevistas de alunos de instituições de ensino públicas e privadas.</p>



<p><strong>Entre os principais resultados do estudo, estão:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>68,4%</strong> possuem alguma dívida ativa;</li>



<li><strong>41,7%</strong> atrasaram pagamentos nos últimos 12 meses;</li>



<li><strong>37,2%</strong> têm duas ou mais dívidas simultâneas;</li>



<li><strong>74,1%</strong> não possuem reserva emergencial;</li>



<li><strong>61,5%</strong> relatam ansiedade financeira;</li>



<li><strong>44%</strong> afirmam queda de concentração acadêmica;</li>



<li><strong>19%</strong> já cogitaram trancar a graduação por razões financeiras.</li>
</ul>



<p>Segundo o professor El Khatib, o resultado mostra que a universidade deixou de ser apenas um espaço de formação profissional e passou a representar, para muitos jovens, o início da vida financeira marcada por dívidas. “Em 2026, para uma parcela significativa da juventude, a universidade se tornou também o espaço inaugural do endividamento. O estudante não enfrenta apenas desafios acadêmicos: ele convive com custos crescentes de permanência, necessidade de geração precoce de renda e maior exposição ao crédito de curto prazo”, afirma o docente.</p>



<p><strong>Cartão de crédito lidera origem das dívidas</strong></p>



<p>Entre as principais fontes de endividamento, o cartão de crédito aparece como o maior responsável, citado por 46% dos entrevistados. Em seguida, aparecem mensalidades e despesas educacionais (21%), empréstimos pessoais (13%), crédito via aplicativos digitais (11%) e dívidas familiares (6%).</p>



<p>Para o professor da FECAP, o cartão de crédito passou a funcionar como uma extensão artificial da renda mensal. “O crédito deixou de ser um recurso eventual e virou mecanismo de sobrevivência. Em muitos casos, o endividamento não decorre de excesso de consumo, mas de uma incompatibilidade estrutural entre renda disponível e custo mínimo de permanência universitária”, explica.</p>



<p><strong>Pressão emocional e impacto acadêmico agravam o cenário</strong></p>



<p>Além dos números financeiros, o estudo revela que o endividamento tem reflexos diretos na saúde mental e no desempenho acadêmico. 61,5% dos estudantes relatam ansiedade ao lidar com dinheiro, 38% dizem sofrer insônia e 42% afirmam sentir vergonha das próprias dívidas.</p>



<p>O impacto também se reflete na rotina universitária: 44% relataram queda de concentração nos estudos, 23% disseram já ter faltado a aulas por restrição financeira e 19% afirmaram que já cogitaram interromper a graduação por motivos econômicos.</p>



<p>“O endividamento universitário deixou de ser apenas uma questão contábil. Ele virou um fenômeno emocional e institucional, que afeta produtividade acadêmica, permanência no curso e a própria qualidade da formação profissional”, alerta Ahmed.</p>



<p><strong>Jovens de menor renda enfrentam maior risco</strong></p>



<p>A pesquisa identificou que o endividamento é mais intenso entre estudantes de famílias com menor renda. Entre aqueles com renda familiar de até R$ 3 mil, 77,2% estão endividados. Já na faixa entre R$ 3 mil e R$ 7 mil, o percentual é de 69,8%. O índice cai para 55,4% entre famílias com renda de R$ 7 mil a R$ 15 mil, e para 39,7% nas famílias acima de R$ 15 mil.</p>



<p><strong>Metodologia do estudo</strong></p>



<p>O IFEUP foi desenvolvido para permitir comparações futuras entre regiões, perfis de renda, tipos de instituição e faixas etárias, com o objetivo de se tornar referência periódica no acompanhamento da saúde financeira estudantil.</p>



<p>Com base em cinco dimensões analisadas (endividamento direto, liquidez, adimplência, pressão emocional e impacto acadêmico), o índice consolidado do primeiro trimestre de 2026 registrou 63,8 pontos em uma escala de 0 a 100, classificando o endividamento universitário paulista como de vulnerabilidade alta.</p>



<p>O estudo também aponta diferenças regionais: o maior nível de vulnerabilidade foi observado na capital e Grande São Paulo, com índice estimado de 68,9 pontos, influenciado pelo custo elevado de moradia, transporte e despesas urbanas.</p>



<p>“O IFEUP não pretende apenas registrar percentuais isolados. Ele traduz um fenômeno complexo em uma métrica integrada, capaz de orientar universidades e formuladores de políticas públicas. Monitorar a saúde financeira estudantil significa acompanhar a qualidade da transição entre juventude e vida econômica adulta”, conclui o professor.</p>



<p><strong>O pesquisador:</strong> Ahmed Sameer El Khatib é Doutor em Finanças e Doutor em Educação, Mestre em Ciências Contábeis e Atuariais, graduado em Ciências Contábeis, Pós-doutor em Contabilidade e Pós-doutor em Administração.  É graduando e doutorando em Psicologia Clínica. É professor e coordenador do Centro de Estudos em Finanças da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) e professor adjunto de finanças da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).</p>
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		<item>
		<title>46,3% dos jovens de SP fizeram apostas em bets no 1º trimestre, aponta estudo da FECAP</title>
		<link>https://www.fecap.br/2026/04/28/463-dos-jovens-de-sp-fizeram-apostas-em-bets-no-1o-trimestre-aponta-estudo-da-fecap/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 19:12:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[ahmed el kathib]]></category>
		<category><![CDATA[bets]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.fecap.br/?p=71828</guid>

					<description><![CDATA[<p>46,3% dos jovens de SP fizeram apostas em bets no 1º trimestre, aponta estudo da FECAP</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Centro de Estudos em Finanças da <a href="Centro%20de%20Estudos%20em%20Finanças%20da%20FECAP">Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</a>, lança estudo inédito que aponta que mede o grau de exposição e vulnerabilidade financeira, psicológica e comportamental de jovens do Estado de São Paulo diante das apostas esportivas digitais, conhecidas como “bets”. O estudo revela que 46,3% dos jovens apostaram no 1º trimestre de 2026 e 8,9% contraíram dívidas ligadas a apostas esportivas digitais.</p>



<p>O “Apostômetro FECAP 2026” foi realizado entre janeiro e março de 2026, com entrevistas a 1.200 jovens paulistas, e mostra que o hábito de apostar se tornou recorrente e, em parte significativa dos casos, associado a prejuízos financeiros e impactos emocionais.</p>



<p><strong>Entre os principais resultados do estudo, estão:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>46,3%</strong> apostaram no 1º trimestre de 2026;</li>



<li><strong>29,8%</strong> apostaram no último mês;</li>



<li><strong>17,6%</strong> apostam semanalmente;</li>



<li><strong>12,1%</strong> usaram dinheiro de despesas essenciais;</li>



<li><strong>19,7%</strong> tentaram recuperar perdas imediatamente;</li>



<li><strong>24,2%</strong> relataram ansiedade, culpa ou irritação após perdas;</li>



<li><strong>8,9%</strong> contraíram dívidas ligadas às apostas;</li>



<li><strong>10,6%</strong> reportaram prejuízo acadêmico ou profissional.</li>
</ul>



<p>Segundo o coordenador da pesquisa, o professor <a href="https://www.linkedin.com/in/ahmed-el-khatib-9b2220182/">Ahmed El Khatib</a>, o levantamento aponta sinais claros de perda de controle: 19,7% disseram tentar recuperar perdas imediatamente, prática conhecida como <em>chasing losses</em>, um dos principais indicadores de comportamento compulsivo no universo das apostas.</p>



<p>“O grande problema das bets não é apenas o risco financeiro, mas a forma como elas são desenhadas para estimular repetição e permanência. A aposta deixa de ser entretenimento e passa a operar como um mecanismo emocional de recompensa e fuga”, analisa o professor El Khatib.</p>



<p>O estudo também evidencia que as apostas já competem diretamente com despesas básicas na vida de parte dos jovens. Segundo os dados, 12,1% afirmaram ter utilizado dinheiro destinado a contas essenciais e 15,4% relataram ter perdido mais do que planejavam.</p>



<p>O dado mais alarmante envolve o endividamento: 8,9% contraíram dívidas relacionadas às apostas, mostrando que o hábito pode evoluir rapidamente para desequilíbrios financeiros persistentes.</p>



<p>“Quando o jovem começa a apostar com recursos que deveriam garantir necessidades básicas, estamos diante de um padrão de vulnerabilidade. Não se trata de falta de disciplina, mas de um fenômeno econômico, psicológico e tecnológico integrado”, afirma Ahmed.</p>



<p><strong>Ansiedade, culpa e prejuízo acadêmico</strong></p>



<p>O Apostômetro também avaliou os efeitos emocionais e sociais do comportamento. Os resultados indicam que 24,2% dos jovens relataram ansiedade, culpa ou irritação após perdas, enquanto 21,8% mencionaram sentimentos negativos recorrentes.</p>



<p>Além disso, 10,6% disseram ter sofrido prejuízo acadêmico ou profissional devido às apostas, evidenciando impactos que extrapolam o campo financeiro e interferem diretamente no desempenho cotidiano.</p>



<p>“Há uma dinâmica muito perigosa: o jovem acredita que conhecimento esportivo garante lucro, acha que a próxima aposta vai compensar perdas anteriores e minimiza pequenas perdas repetidas. Isso cria um ciclo psicológico que se retroalimenta”, explica o professor.</p>



<p><strong>Quem está mais vulnerável</strong></p>



<p>De acordo com o estudo, o grupo com maior risco é composto por jovens de 18 a 24 anos, com renda instável, alta exposição digital e pressão financeira recente, combinação que amplia a suscetibilidade a comportamentos impulsivos e ao apelo de promessas de ganho rápido.</p>



<p><strong>Recomendações e alerta</strong></p>



<p>O Apostômetro FECAP destaca a necessidade de ações educativas e regulatórias para mitigar o avanço do problema. Entre as recomendações estão campanhas de educação financeira e probabilística em instituições de ensino, apoio psicológico breve e medidas de publicidade responsável, com maior transparência sobre perdas médias e mecanismos de proteção ao público jovem.</p>



<p>“Aposta digital não vende apenas chance de lucro. Ela vende emoção, esperança imediata e sensação de controle. Quando isso encontra instabilidade econômica e impulsividade, o risco cresce rápido”, conclui Ahmed.</p>



<p><strong>Metodologia do estudo</strong></p>



<p>O Apostômetro FECAP foi desenvolvido para permitir comparações futuras entre regiões, faixas etárias e perfis socioeconômicos, com o objetivo de se consolidar como um indicador periódico de referência no monitoramento dos riscos financeiros, psicológicos e comportamentais associados às apostas esportivas digitais entre jovens.</p>



<p>Com base em cinco dimensões analisadas (frequência de apostas, comprometimento financeiro, comportamento compulsivo, impacto emocional e impacto social/desempenho), o índice consolidado de 2026 registrou 64,2 pontos em uma escala de 0 a 100, classificando o ambiente analisado como de risco elevado.</p>



<p>“O Apostômetro não pretende apenas reunir percentuais isolados. Ele traduz um fenômeno complexo em uma métrica integrada, capaz de orientar instituições de ensino e formuladores de políticas públicas. Monitorar o avanço das bets é acompanhar um risco que afeta não só o orçamento, mas também a saúde emocional e a produtividade da nova geração”, conclui o professor.</p>



<p><strong>O pesquisador:</strong> Ahmed Sameer El Khatib é Doutor em Finanças e Doutor em Educação, Mestre em Ciências Contábeis e Atuariais, graduado em Ciências Contábeis, Pós-doutor em Contabilidade e Pós-doutor em Administração.  É graduando e doutorando em Psicologia Clínica. É professor e coordenador do Centro de Estudos em Finanças da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) e professor adjunto de finanças da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).</p>
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		<title>FECAP tem trabalhos aprovados no maior congresso de Comunicação do país</title>
		<link>https://www.fecap.br/2026/04/27/fecap-tem-trabalhos-aprovados-no-maior-congresso-de-comunicacao-do-pais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriela Batistel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 14:11:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Graduação]]></category>
		<category><![CDATA[expocom]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[intercom]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Produções acadêmicas da FECAP são aprovadas no Intercom e Expocom, destacando protagonismo e conexão com o mercado.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <a href="https://www.fecap.br/" type="link" id="https://www.fecap.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">FECAP</a> celebra a aprovação de diversos trabalhos acadêmicos no <a href="https://www.intercomsudeste.com.br" type="link" id="https://www.intercomsudeste.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Intercom Sudeste</a>&nbsp;e no <a href="https://portalintercom.org.br/regionais2026/sudeste2026/programacao-expocom/" type="link" id="https://portalintercom.org.br/expocom1/apresentacao11/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Expocom</a>, eventos que integram o maior congresso nacional da área de Comunicação no Brasil.</p>



<p>As produções selecionadas refletem a qualidade acadêmica, a aplicação prática do conhecimento e o protagonismo dos estudantes da instituição, com projetos que transitam entre <a href="https://www.fecap.br/graduacao/publicidade-e-propaganda/?gad_source=1&amp;gad_campaignid=21780598011&amp;gbraid=0AAAAACwynMugrJwDnWmJLKq_5iQ7vDxLU&amp;gclid=Cj0KCQjwkrzPBhCqARIsAJN460nloFuu8rj12bQz--ctUWv8EUBTm8OHPClHA4j72IIcpL989WQsPh0aAgBIEALw_wcB" type="link" id="https://www.fecap.br/graduacao/publicidade-e-propaganda/?gad_source=1&amp;gad_campaignid=21780598011&amp;gbraid=0AAAAACwynMugrJwDnWmJLKq_5iQ7vDxLU&amp;gclid=Cj0KCQjwkrzPBhCqARIsAJN460nloFuu8rj12bQz--ctUWv8EUBTm8OHPClHA4j72IIcpL989WQsPh0aAgBIEALw_wcB" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Publicidade</a>, <a href="https://www.fecap.br/graduacao/relacoes-publicas/?gad_source=1&amp;gad_campaignid=21780598011&amp;gbraid=0AAAAACwynMugrJwDnWmJLKq_5iQ7vDxLU&amp;gclid=Cj0KCQjwkrzPBhCqARIsAJN460nloFuu8rj12bQz--ctUWv8EUBTm8OHPClHA4j72IIcpL989WQsPh0aAgBIEALw_wcB" type="link" id="https://www.fecap.br/graduacao/relacoes-publicas/?gad_source=1&amp;gad_campaignid=21780598011&amp;gbraid=0AAAAACwynMugrJwDnWmJLKq_5iQ7vDxLU&amp;gclid=Cj0KCQjwkrzPBhCqARIsAJN460nloFuu8rj12bQz--ctUWv8EUBTm8OHPClHA4j72IIcpL989WQsPh0aAgBIEALw_wcB" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Relações Públicas</a>, empreendedorismo e cultura.</p>



<p>Confira os trabalhos aprovados:</p>



<p><strong>Relações Públicas e Comunicação Organizacional</strong><br>A área se destacou com múltiplas aprovações:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>“Arte e inclusão: ações culturais e sociais para Porsche Cup Brasil”</em>, de Lorena Casimiro Barnabe, com orientação de Helena Jacob</li>



<li><em>“Auditoria de Comunicação para o Teatro Santander”</em>, de Paola Clemente Pereira, com orientação de Bruno Carramenha</li>



<li><em>“Plano de Comunicação para o Teatro Santander”</em>, de Caroline Santos Diniz Costa, também orientado por Bruno Carramenha</li>



<li><em>“Redes sociais, influenciadores e produção de conteúdo: comunicação digital-first para Tuyo”</em>, de Helena de Oliveira Guimarães Rosset, com orientação de Helena Jacob</li>



<li><em>“FECAP Cases 2026 &#8211; Pelas ruas de SP”</em>, liderado por Maria Eduarda Pereira Silva</li>
</ul>



<p><strong>Publicidade e Propaganda</strong><br>Na modalidade Outdoor, o projeto&nbsp;<em>“Primavera Viva: campanha experimental para Natura Tododia Cabelos”</em>, liderado por Mariana Moreira Rinaldi, com orientação de Leslye Revely, propõe uma abordagem criativa e sensível para comunicação de marca.</p>



<p><strong>Produção Transdisciplinar</strong><br>Em empreendedorismo em comunicação, o trabalho&nbsp;<em>“Colabzz: mais conexão, mais crescimento, mais buzz”</em>, liderado por Victorya Gonçalves Ferreira Primo e orientado por Fernanda Elouise Budag, apresenta um plano de negócio inovador voltado à área publicitária.</p>



<p><strong>Cultura Pop e Comunicação</strong><br>O estudo&nbsp;<em>“Relações Públicas e a Construção da Experiência Cultural em Eventos Musicais”</em>, desenvolvido por Luma Ferraz Ferreira sob orientação de Leslye Revely, analisa a experiência do público em shows realizados no Allianz Parque.</p>



<p>Para <a href="https://br.linkedin.com/in/paula-barros-22883a36" type="link" id="https://br.linkedin.com/in/paula-barros-22883a36" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Paula Franceschelli de Aguiar Barros</a>, coordenadora do curso de <a href="https://www.fecap.br/graduacao/relacoes-publicas/?gad_source=1&amp;gad_campaignid=21780598011&amp;gbraid=0AAAAACwynMugrJwDnWmJLKq_5iQ7vDxLU&amp;gclid=Cj0KCQjwkrzPBhCqARIsAJN460nloFuu8rj12bQz--ctUWv8EUBTm8OHPClHA4j72IIcpL989WQsPh0aAgBIEALw_wcB" type="link" id="https://www.fecap.br/graduacao/relacoes-publicas/?gad_source=1&amp;gad_campaignid=21780598011&amp;gbraid=0AAAAACwynMugrJwDnWmJLKq_5iQ7vDxLU&amp;gclid=Cj0KCQjwkrzPBhCqARIsAJN460nloFuu8rj12bQz--ctUWv8EUBTm8OHPClHA4j72IIcpL989WQsPh0aAgBIEALw_wcB" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Relações Públicas</a> da <a href="https://www.fecap.br/" type="link" id="https://www.fecap.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">FECAP</a>, a presença dos estudantes em eventos dessa relevância reforça o propósito da formação oferecida pela instituição. <em>“Ter nossos alunos com trabalhos aprovados em um congresso como o Intercom é a evidência de uma formação que vai além da sala de aula. São projetos que conectam teoria e prática, com olhar crítico e atuação estratégica sobre o mercado e a sociedade.”</em></p>



<p>A participação no Intercom Sudeste&nbsp;e Expocom reforça o compromisso da <a href="https://www.fecap.br/" type="link" id="https://www.fecap.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">FECAP</a> com uma formação conectada ao mercado, que estimula a produção de conhecimento aplicado e o desenvolvimento de soluções criativas para desafios reais da comunicação.</p>
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		<title>FECAP é Duplamente Premiada pela Receita Federal por Excelência em Cidadania Fiscal e Atendimento à Comunidade</title>
		<link>https://www.fecap.br/2026/04/23/fecap-e-duplamente-premiada-pela-receita-federal-por-excelencia-em-cidadania-fiscal-e-atendimento-a-comunidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriela Batistel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 21:32:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NAF]]></category>
		<category><![CDATA[Duplamente Premiada pela Receita Federal por Excelência em Cidadania Fiscal e Atendimento à Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[NAF FECAP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>FECAP é destaque em evento da Receita Federal com reconhecimento por impacto social e excelência em atendimentos fiscais.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Durante o evento &#8220;Certificação NAF 2026&#8221;, promovido em 16 de abril pela <a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/acesso-a-informacao/institucional/quem-e-quem/unidades-regionais-e-locais/superintendencias-regionais-da-receita-federal" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Superintendência Regional da Receita Federal na 8ª Região Fiscal (São Paulo)</a>, a <a href="https://www.fecap.br/" type="link" id="https://www.fecap.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">FECAP</a> teve sua excelência reconhecida e foi um dos grandes destaques da cerimônia, que homenageou as instituições de ensino parceiras do programa <a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/cidadania-fiscal/naf" type="link" id="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/cidadania-fiscal/naf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal (NAF) </a>que mais brilharam no ano de 2025.</p>



<p>A instituição foi agraciada com duas importantes honrarias que atestam seu compromisso com a extensão universitária e o impacto social:</p>



<p><strong>1. Certificado Ouro por Excelência em Atendimentos Fiscais</strong> A <a href="https://www.fecap.br/" type="link" id="https://www.fecap.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">FECAP</a> conquistou o <strong>Certificado Ouro</strong>, uma distinção reservada aos NAFs que ultrapassam a impressionante marca de <strong>2.000 assistências fiscais gratuitas</strong> prestadas à comunidade em um único ano. O <a href="https://www.fecap.br/naf/" type="link" id="https://www.fecap.br/naf/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">NAF </a>da instituição se destacou por sua capilaridade, realizando atendimentos não apenas em sua própria unidade de ensino, mas também por meio de um posto de atendimento localizado dentro do <a href="https://www.sebrae.com.br/" type="link" id="https://www.sebrae.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sebrae.</a> A honraria máxima foi recebida no palco pelo Pró-reitor de Extensão e Desenvolvimento da<a href="https://www.fecap.br/" type="link" id="https://www.fecap.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">FECAP</a>, Professor <a href="https://br.linkedin.com/in/wanderley-carneiro-509bab18" type="link" id="https://br.linkedin.com/in/wanderley-carneiro-509bab18" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Wanderley Carneiro</a>, e pelo coordenador do <a href="https://www.fecap.br/naf/" type="link" id="https://www.fecap.br/naf/">NAF</a>, Professor <a href="https://www.linkedin.com/in/tiagonbslavov/" type="link" id="https://www.linkedin.com/in/tiagonbslavov/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Tiago Nascimento Borges Slavov</a>, junto de sua equipe.</p>



<p><strong>2. Diploma de Agradecimento por Fomento à Pesquisa</strong>&nbsp;Além do destaque no atendimento direto à população, a FECAP recebeu um&nbsp;<strong>Diploma de Agradecimento e Reconhecimento</strong>&nbsp;pela coorganização do <a href="https://www.even3.com.br/ceicc-nafsp-2025/" type="link" id="https://www.even3.com.br/ceicc-nafsp-2025/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">2º Encontro de Iniciação Científica em Cidadania Fiscal dos NAFs do Estado de São Paulo</a>, realizado em outubro de 2025.</p>



<p>O representante regional de cidadania fiscal da<a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br" type="link" id="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Receita Federal</a>, <a href="https://br.linkedin.com/in/marcos-greg%C3%B3rio-borges-31b11332" type="link" id="https://br.linkedin.com/in/marcos-greg%C3%B3rio-borges-31b11332" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Marcos Gregório Borges</a>, elogiou a dedicação da instituição na organização do congresso, descrevendo a relação com a <a href="https://www.fecap.br/" type="link" id="https://www.fecap.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">FECAP</a> como um&nbsp;<strong>&#8220;case de sucesso de uma parceria de longo prazo&#8221;</strong>. Ele destacou que o sucesso do encontro acadêmico foi fruto de um ano e um mês de reuniões e trabalho efetivo conjunto, enfatizando que sem esse esforço estruturado entre as instituições o evento não teria acontecido. O <a href="https://www.linkedin.com/in/tiagonbslavov/" type="link" id="https://www.linkedin.com/in/tiagonbslavov/">Professor Tiago Slavov</a> também subiu ao palco para receber este diploma em nome da instituição.</p>



<p>Estas conquistas reforçam o papel da <a href="https://www.fecap.br/" type="link" id="https://www.fecap.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">FECAP</a> não apenas na formação acadêmica de alta qualidade, mas também como um importante agente de transformação e suporte para a sociedade.</p>



<p></p>
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