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	<title>roubo e furto de cargas | FECAP</title>
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	<description>A FECAP é uma instituição brasileira de ensino superior, sem fins lucrativos, cujo campo de estudo é gestão de negócios.</description>
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	<title>roubo e furto de cargas | FECAP</title>
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		<title>Roubo e furto de cargas caem no Estado de São Paulo, mas crime muda de perfil e bandidos visam produtos de maior valor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 00:20:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Estudos em Economia do Crime (CEEC)]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[boletim tracker fecap]]></category>
		<category><![CDATA[Erivaldo Vieira]]></category>
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		<category><![CDATA[roubo e furto de cargas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Estado de São Paulo registrou uma queda consistente nos crimes envolvendo cargas nos últimos dois anos</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Aumentou o número de ocorrências com produtos farmacêuticos, eletrônicos, combustíveis e alimentos &nbsp;</em></p>



<p>O Estado de São Paulo registrou uma queda consistente nos crimes envolvendo cargas nos últimos dois anos. Por outro lado, as quadrilhas estão mais estratégicas, planejam melhor e roubam e furtam cargas de maior valor. É o que mostra o novo Boletim Tracker Fecap, que analisou, de forma inédita, as ocorrências de 2024, 2025 e do primeiro trimestre de 2026.</p>



<p>De acordo com o estudo, o total de infrações caiu 25% entre 2024 e 2025, passando de 5.523 para 4.142 registros. A tendência de queda se intensificou no início de 2026, com o volume trimestral ficando 30,2% abaixo da média do mesmo período de 2025. “Apesar do recuo, a análise qualitativa dos dados revela que o crime não está apenas diminuindo. Ele está se transformando”, analisa o pesquisador da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) responsável pelo estudo, Erivaldo Vieira.</p>



<p><strong>Queda do roubo e avanço de crimes menos violentos</strong></p>



<p>O principal fator por trás da redução geral foi a queda de 26,4% nos roubos, modalidade que envolve violência ou grave ameaça. Em paralelo, outras infrações também recuaram, como a receptação (-31,6%) e o furto (-14,3%).</p>



<p>Já o estelionato cresceu 23,8% no período, sinalizando uma mudança no perfil das ações criminosas. Segundo o levantamento, esse movimento indica uma migração para práticas mais sofisticadas, baseadas em fraude documental (falsas ordens de coleta e clonagem de empresas, por exemplo), desvio de cargas e manipulação de informações, ampliando os desafios para o setor.</p>



<p>No primeiro trimestre de 2026, essa tendência se consolida. O roubo perdeu participação relativa (de 83,4% para 81,0%), enquanto o furto avançou de 11,3% para 14,1%, reforçando o deslocamento para modalidades de menor risco e menor exposição.</p>



<p><strong>Tabela comparativa – Natureza das infrações com cargas (2024 vs. 2025)</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Natureza da Infração</strong></td><td><strong>2024</strong></td><td><strong>2025</strong></td><td><strong>Variação (%)</strong></td></tr><tr><td><strong>Roubo</strong></td><td>4.713</td><td>3.468</td><td>-26,42%</td></tr><tr><td><strong>Furto</strong></td><td>550</td><td>471</td><td>-14,36%</td></tr><tr><td><strong>Receptação</strong></td><td>158</td><td>108</td><td>-31,65%</td></tr><tr><td><strong>Apropriação Indébita</strong></td><td>66</td><td>54</td><td>-18,18%</td></tr><tr><td><strong>Estelionato</strong></td><td>42</td><td>52</td><td>+23,81%</td></tr><tr><td><strong>Adulteração</strong></td><td>1</td><td>6</td><td>+500,00%</td></tr></tbody></table></figure>



<p><strong>Participação relativa &#8211; 1º trimestre de 2026</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Natureza</strong></td><td><strong>2025 (anual)</strong></td><td><strong>1º tri 2026</strong></td><td><strong>Variação (p.p.)</strong></td></tr><tr><td><strong>ROUBO</strong></td><td>83,4%</td><td>81,0%</td><td>-2,4 p.p.</td></tr><tr><td><strong>FURTO</strong></td><td>11,3%</td><td>14,1%</td><td>+2,8 p.p.</td></tr><tr><td><strong>RECEPTAÇÃO</strong></td><td>2,6%</td><td>2,3%</td><td>-0,3 p.p.</td></tr><tr><td><strong>APROPRIAÇÃO INDÉBITA</strong></td><td>1,3%</td><td>1,7%</td><td>+0,4 p.p.</td></tr><tr><td><strong>ESTELIONATO</strong></td><td>1,3%</td><td>0,9%</td><td>-0,4 p.p.</td></tr></tbody></table></figure>



<p><strong>Crime mais planejado e menos oportunista</strong></p>



<p>A mudança de comportamento também aparece na forma de atuação. A participação de interceptações em movimento cresceu de 27,3% em 2024 para 30,5% em 2026, enquanto abordagens durante entrega perderam espaço, apesar de o índice permanecer alto. “Esse dado indica uma atuação mais estratégica, com foco no transporte (etapa em que há maior previsibilidade de rotas e volumes) e menor dependência de situações oportunistas, como paradas ou descanso”, afirma o gerente de Comando e Monitoramento do Grupo Tracker, Vitor Corrêa.</p>



<p>A concentração das ocorrências entre terça e sexta-feira, especialmente nos períodos da manhã e tarde, reforça o caráter estruturado do crime, alinhado à dinâmica da atividade logística.</p>



<p><strong>Participação Relativa por Tipo de Abordagem (%)</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Modalidade de Abordagem</strong></td><td><strong>2024 (%)</strong></td><td><strong>2025 (%)</strong></td><td><strong>1º Tri 2026 (%)</strong></td></tr><tr><td><strong>Abordado durante entrega</strong></td><td>41,27%</td><td>38,28%</td><td>36,42%</td></tr><tr><td><strong>Interceptado em movimento</strong></td><td>27,29%</td><td>28,59%</td><td>30,49%</td></tr><tr><td><strong>Sem informação</strong></td><td>15,12%</td><td>16,83%</td><td>19,63%</td></tr><tr><td><strong>Estacionado para descanso/refeição</strong></td><td>6,37%</td><td>6,08%</td><td>4,57%</td></tr><tr><td><strong>Parada no semáforo</strong></td><td>2,87%</td><td>2,67%</td><td>2,72%</td></tr><tr><td><strong>Outros (Manutenção, Saque, Posto, etc.)</strong></td><td>7,08%</td><td>7,55%</td><td>6,17%</td></tr><tr><td><strong>Total</strong></td><td><strong>100,00%</strong></td><td><strong>100,00%</strong></td><td><strong>100,00%</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p><strong>Retenção de motoristas segue como padrão crítico</strong></p>



<p>Os dados do Boletim Tracker Fecap confirmam uma realidade alarmante: em quase 80% dos roubos, o motorista é mantido sob o poder dos criminosos, ou seja, em 3 de cada 4 eventos.</p>



<p><strong>Evolução da Retenção do Motorista (%)</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>&nbsp;Categoria</strong></td><td><strong>2024</strong></td><td><strong>2025</strong></td><td><strong>2026</strong></td></tr><tr><td><strong>SIM</strong></td><td>74,79%</td><td><strong>78,41%</strong></td><td>76,67%</td></tr><tr><td><strong>NÃO</strong></td><td>21,10%</td><td>15,70%</td><td>18,02%</td></tr><tr><td><strong>Sem informação</strong></td><td>4,10%</td><td>5,89%</td><td>5,31%</td></tr></tbody></table></figure>



<p>“Essa prática permite maior controle da operação, reduzindo riscos de reação imediata, dificultando o rastreamento e aumentando a probabilidade de sucesso na subtração da carga. Por isso é importante que as transportadoras invistam nos imobilizadores, que permitem a atuação direta do motorista durante o evento ou qualquer sinal de perigo, com bloqueio progressivo e acionamento por diferentes gatilhos de risco dentro da cabine”, explica Vitor Corrêa.</p>



<p><strong>Roubos de carga em SP caem 25%, mas prejuízo médio sobe 19,6%</strong></p>



<p>O estudo inédito também mostra uma transformação na lógica econômica do crime. Embora o número de ocorrências tenha caído cerca de 25%, o valor total estimado das cargas roubadas recuou apenas 9,1%, passando de R$ 405,1 milhões em 2024 para R$ 368,1 milhões em 2025. O prejuízo médio por ocorrência aumentou 19,6%, saltando de R$ 89,9 mil para R$ 107,5 mil.</p>



<p>Erivaldo Vieira destaca que “esse movimento indica uma migração para cargas de maior valor e operações mais seletivas, combinando menor frequência com maior retorno financeiro. A participação de ocorrências acima de R$ 1 milhão mais que dobrou no período”.</p>



<p><strong>Participação (%) por faixa de valor</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Faixa de valor</strong></td><td><strong>2024</strong></td><td><strong>2025</strong></td><td><strong>2026</strong></td></tr><tr><td><strong>Sem informação</strong></td><td>18,39%</td><td>17,31%</td><td>16,05%</td></tr><tr><td><strong>Até R$ 5 mil</strong></td><td>13,24%</td><td>9,47%</td><td>11,36%</td></tr><tr><td><strong>R$ 5 mil – R$ 10 mil</strong></td><td>11,16%</td><td>11,18%</td><td>11,98%</td></tr><tr><td><strong>R$ 10 mil – R$ 20 mil</strong></td><td>15,19%</td><td>15,72%</td><td><strong>15,80%</strong></td></tr><tr><td><strong>R$ 20 mil – R$ 30 mil</strong></td><td>8,68%</td><td>8,85%</td><td>9,26%</td></tr><tr><td><strong>R$ 30 mil – R$ 40 mil</strong></td><td>5,24%</td><td>5,48%</td><td>4,81%</td></tr><tr><td><strong>R$ 40 mil – R$ 50 mil</strong></td><td>4,21%</td><td>4,09%</td><td>4,81%</td></tr><tr><td><strong>R$ 50 mil – R$ 60 mil</strong></td><td>2,66%</td><td>3,32%</td><td>2,84%</td></tr><tr><td><strong>R$ 60 mil – R$ 70 mil</strong></td><td>2,10%</td><td>1,76%</td><td>1,85%</td></tr><tr><td><strong>R$ 70 mil – R$ 80 mil</strong></td><td>1,37%</td><td>1,97%</td><td>2,47%</td></tr><tr><td><strong>R$ 80 mil – R$ 90 mil</strong></td><td>0,94%</td><td>1,85%</td><td>0,49%</td></tr><tr><td><strong>R$ 90 mil – R$ 100 mil</strong></td><td>1,32%</td><td>1,73%</td><td>1,23%</td></tr><tr><td><strong>R$ 100 mil – R$ 150 mil</strong></td><td>4,34%</td><td>4,59%</td><td>4,44%</td></tr><tr><td><strong>R$ 150 mil – R$ 200 mil</strong></td><td>2,46%</td><td>2,09%</td><td>1,85%</td></tr><tr><td><strong>R$ 200 mil – R$ 400 mil</strong></td><td>4,83%</td><td>5,55%</td><td>5,43%</td></tr><tr><td><strong>R$ 400 mil – R$ 800 mil</strong></td><td>2,37%</td><td>2,84%</td><td>2,59%</td></tr><tr><td><strong>R$ 800 mil – R$ 1 milhão</strong></td><td>0,49%</td><td>0,72%</td><td>0,37%</td></tr><tr><td><strong>Acima de R$ 1 milhão</strong></td><td>1,01%</td><td>1,47%</td><td>2,35%</td></tr></tbody></table></figure>



<p><strong>Alvos em crescimento: alimentos, eletrônicos, produtos farmacêuticos e combustíveis</strong></p>



<p>Os alimentos passaram de 27,3% em 2024 para 38,4% em 2026, se consolidando como principal alvo dos criminosos. “O crescimento está associado à alta liquidez e facilidade de escoamento no mercado informal, características que reduzem o risco para as organizações criminosas”, diz o pesquisador.</p>



<p>Produtos como eletroeletrônicos e farmacêuticos apresentam crescimento gradual, devido ao valor e à possibilidade de revenda rápida. “Esse movimento pode estar associado à crescente demanda por medicamentos de alto valor agregado, especialmente aqueles que vêm apresentando forte expansão recente no consumo, como as canetas emagrecedoras. São produtos de alto valor unitário e fáceis de transportar”, esclarece o gerente do Grupo Tracker.</p>



<p>Em contrapartida, cargas tradicionalmente visadas, como cigarros, bebidas e bens industriais (madeira, químicos e plásticos), perderam relevância.</p>



<p><strong>Evolução do Perfil de Carga Roubada (%)</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Tipo de Carga</strong></td><td><strong>2024 (%)</strong></td><td><strong>2025 (%)</strong></td><td><strong>1º Tri 2026 (%)</strong></td></tr><tr><td><strong>Alimentos</strong></td><td>27,25%</td><td>31,71%</td><td>38,40%</td></tr><tr><td><strong>Outros tipos</strong></td><td>20,63%</td><td>23,52%</td><td>21,36%</td></tr><tr><td><strong>Carga mista</strong></td><td>13,04%</td><td>9,09%</td><td>10,00%</td></tr><tr><td><strong>Bebidas</strong></td><td>6,15%</td><td>5,29%</td><td>3,83%</td></tr><tr><td><strong>Cigarros/fumo</strong></td><td>5,32%</td><td>6,73%</td><td>1,98%</td></tr><tr><td><strong>Metalúrgicos</strong></td><td>4,50%</td><td>3,37%</td><td>3,70%</td></tr><tr><td><strong>Eletroeletrônicos</strong></td><td>3,44%</td><td>3,68%</td><td>4,94%</td></tr><tr><td><strong>Têxteis</strong></td><td>3,11%</td><td>2,04%</td><td>2,10%</td></tr><tr><td><strong>Farmacêuticos</strong></td><td>2,33%</td><td>2,16%</td><td>3,33%</td></tr><tr><td><strong>Autopeças</strong></td><td>1,99%</td><td>2,40%</td><td>1,85%</td></tr><tr><td><strong>Madeira/móveis</strong></td><td>2,66%</td><td>2,12%</td><td>0,74%</td></tr><tr><td><strong>Químicos</strong></td><td>2,06%</td><td>1,92%</td><td>0,86%</td></tr><tr><td><strong>Combustíveis</strong></td><td>1,25%</td><td>1,08%</td><td>1,73%</td></tr><tr><td><strong>Total Geral</strong></td><td><strong>100,00%</strong></td><td><strong>100,00%</strong></td><td><strong>100,00%</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p>Para Erivaldo Vieira, “o roubo de cargas no período analisado demonstra elevada capacidade de adaptação, acompanhando mudanças na estrutura de consumo e nos mercados legais e ilegais. O fenômeno passa a se concentrar em produtos mais eficientes do ponto de vista econômico, o que reforça a necessidade de estratégias de enfrentamento que considerem não apenas o valor das cargas, mas também sua liquidez, sua inserção no mercado informal e sua dinâmica de consumo”, afirma.</p>



<p>Vitor Corrêa destaca que a redução das ocorrências é um avanço relevante, mas a mudança de perfil indica um cenário mais complexo, no qual o crime se adapta rapidamente, diversifica estratégias e explora novas vulnerabilidades da cadeia logística. “A combinação de tecnologia, inteligência e gestão de risco passa a ser determinante para reduzir perdas, aumentar a eficiência operacional e proteger motoristas, cargas e operações”, conclui.</p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2026/06/01/roubo-e-furto-de-cargas-caem-no-estado-de-sao-paulo-mas-crime-muda-de-perfil-e-bandidos-visam-produtos-de-maior-valor/">Roubo e furto de cargas caem no Estado de São Paulo, mas crime muda de perfil e bandidos visam produtos de maior valor</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
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