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	<title>Núcleo de Estudos da Conjuntura Econômica | FECAP</title>
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	<title>Núcleo de Estudos da Conjuntura Econômica | FECAP</title>
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		<title>Inflação acumula taxa de 2,05% somente no primeiro trimestre do ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Jun 2021 22:28:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Instituto de Finanças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Boletim Econômico produzido pelo Núcleo de Estudos da Conjuntura Econômica (NECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), analisou dados da inflação no Brasil no 1º trimestre de 2021. O IPCA acumula taxa de 2,05% somente no primeiro trimestre do ano.  O NECON [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 14pt;">O Boletim Econômico produzido pelo Núcleo de Estudos da Conjuntura Econômica (NECON) da <a href="http://www.fecap.br">Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</a>, analisou dados da inflação no Brasil no 1º trimestre de 2021. O IPCA acumula taxa de 2,05% somente no primeiro trimestre do ano. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O NECON FECAP é um grupo formado por professores e alunos da Faculdade de Economia da FECAP, além de interessados, e pretende analisar indicadores de conjuntura e cenários da economia atual. O objetivo missão é criar um ambiente permanente e rico de reflexão e análise acerca da conjuntura econômica nacional, além de produzir relatórios que auxiliem investidores, empresários, gestores públicos e pesquisadores na tomada de decisão. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O trabalho foi realizado por Christian Rodrigues, <a href="https://www.linkedin.com/in/gabriella-lima-batalha/">Gabriella Batalha</a> e Thamires dos Santos. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Confira o Boletim completo <a href="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/Boletim-Economico-1TRI-1.pdf">clicando aqui</a>. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>INFLAÇÃO</b> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O último resultado mensal, do IPCA, do primeiro trimestre de 2021, apresentou uma variação mensal, em relação ao mês anterior, de 0,93%. Diante disso, entre jan-mar de 2021, o índice acumula uma taxa de 2,05% ao ano, influenciado, principalmente, pela alta nos combustíveis, que foi de 11,23%. É válido ressaltar que o atual patamar de inflação acumulada, representa uma das maiores taxas para o período nos últimos anos. A meta estipulada pelo Banco Central do Brasil, atualmente, é de 3,75% ao ano, com limites inferiores e superiores de 2,25% a 5,25%, respectivamente. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O Índice de Preços ao Consumidor, IPC, é o indicador que mede a variação de preços de bens e serviços que compõem as despesas comuns de famílias com renda de 1 a 10 salários mínimos mensais.  A variação da cesta básica média no trimestre foi baixa, cerca de +0,38 centavos, influenciado pela desaceleração nos alimentos, apesar do aumento no setor de transportes que subiu de 0,92%, em janeiro, para 3,26%, em março de 2021. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O fim do Auxílio Emergencial no final do ano passado ainda impacta nos resultados do primeiro trimestre de 2021. Muitas famílias de baixa renda ainda sentem os reflexos na alta dos preços de 2020. Com o retorno do Auxílio Emergencial em abril, com valores que variam de R$150 a R$375, esse impacto nas famílias deve ser menor durante os meses de pagamento.</span></p>
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<div id="attachment_25000" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-25000" class="size-full wp-image-25000" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/inflacao-1-1.png" alt="Inflação acumula taxa de 2,05% somente no primeiro trimestre do ano" width="790" height="540" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/inflacao-1-1.png 790w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/inflacao-1-1-300x205.png 300w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/inflacao-1-1-768x525.png 768w" sizes="(max-width: 790px) 100vw, 790px" /><p id="caption-attachment-25000" class="wp-caption-text"><span style="font-size: 14pt;">O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) é o indicador usado para correção monetária dos aluguéis e é divulgada pela Fundação Getúlio Vargas. Seu resultado se baseia em outros três indicadores: Índice de Preços ao Produtos Amplo (IPA), Índice de Preços ao Consumidor (IPC) e Índice Nacional de Custo da Construção (INCC). Em janeiro, o índice subiu 2,58%, puxado principalmente pelo aumento do preço das commodities e dos combustíveis, o que impulsionou a alta do IPA. A variação mais notável foi a do minério de ferro (4,34% para 22,87%). Os meses de fevereiro e março acompanharam o ritmo de alta, de 2,53% e 2,94%, respectivamente, acumulando alta de 8,26% no primeiro trimestre de 2021, e 31,10% em 12 meses. No gráfico abaixo, vemos o notável aumento do IPA, que foi o indicador com maior influência sobre o IGP-M. Apesar do recuo em dezembro de 2020, o IGP-M apresentou crescente aumento no primeiro trimestre de 2021: </span></p></div>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-25001" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/inflacao-2-1.png" alt="Inflação acumula taxa de 2,05% somente no primeiro trimestre do ano " width="754" height="540" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/inflacao-2-1.png 754w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/inflacao-2-1-300x215.png 300w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Por fim, o indicador usado com a intenção de corrigir o poder de compra dos salários, calculando o impacto inflacionário nas famílias de baixa renda, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC, apresentou uma taxa de 1,96% acumulado no primeiro trimestre de 2021 e 6,94%, em 12 meses.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">É importante lembrarmos que a inflação é derivada de muitos fatores, entre elas o câmbio. A atual depreciação cambial (a ser tratada no capítulo seguinte) afeta o aumento dos custos de matéria-prima e incentiva a comercialização de nossos produtos no exterior, podendo gerar escassez no mercado interno, o que provoca uma pressão inflacionária por oferta. No ano passado, foi possível observar o “efeito das commodities na inflação”, por exemplo, o óleo de soja apresentou alta de 103,79%, no acumulado do ano, um reflexo da demanda internacional e como o real estava desvalorizado, as operações do grão também ficaram mais caras, fazendo com que o produtor repassasse o custo para os produtos finais, como o óleo de cozinha.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Veremos também, no texto da Balança Comercial, que o aumento de exportações foi influenciado pela recuperação econômica dos EUA e da China, que aumentaram o consumo, e consequentemente, pressionaram os preços do setor agrícola e de minérios, em nosso mercado, conforme as limitações de oferta. </span></p>
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		<title>Com segunda onda de Covid e sem reformas, economia brasileira terá caos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2020 15:08:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Europa vive uma segunda onda de coronavírus, o que tem obrigado muitos países europeus a endurecerem medidas de distanciamento social. Aqui no Brasil, caso haja uma segunda onda, a economia brasileira, que lentamente vem ensaiando um pequeno crescimento, sentirá forte impacto. E, se reformas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 14pt;">A Europa vive uma segunda onda de coronavírus, o que tem obrigado muitos países europeus a endurecerem medidas de distanciamento social. Aqui no Brasil, caso haja uma segunda onda, a economia brasileira, que lentamente vem ensaiando um pequeno crescimento, sentirá forte impacto. E, se reformas estruturantes não forem aprovadas, o cenário pode se deteriorar ainda mais.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A análise é da professora de Economia e coordenadora do <a href="https://www.fecap.br/instituto-financas/necon/">Núcleo de Estudos da Conjuntura Econômica</a> da <a href="http://www.fecap.br">FECAP</a>, <a href="https://www.linkedin.com/in/nadja-heiderich-b66b6560/">Nadja Heiderich</a>.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Segundo a especialista, em termos macroeconômicos, há um ambiente ainda muito incerto. &#8220;A pandemia ainda não acabou. A Europa está percebendo a segunda onda, o que deve ocorrer em breve aqui no Brasil também. Dado que a gente ainda não tem a vacina ou medicamentos para tratar a doença, as medidas restritivas para combater a pandemia acabam impactando negativamente a economia. Se a gente tem a persistência da pandemia, mais tempo vai durar o impacto econômico disso&#8221;, explica.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Nesse cenário, para as coisas não piorarem ainda mais, os países acabam tendo que adotar medidas e pacotes fiscais de incentivo à Economia, o que faz com que os governos se endividem.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">&#8220;No caso brasileiro, a gente tem uma situação agravada, porque desde 2015 estávamos passando por um processo de recessão. 2015 e 2016 foram os anos de recessão econômica severa, devido a uma crise fiscal aguda. Nosso endividamento público cresceu muito rapidamente de 2010 para cá e a partir de 2016 houve um esforço fiscal para tentar controlar esse aumento do endividamento público com a PEC do Teto dos Gastos. O atual governo também vem fazendo esforços para economizar e reduzir a máquina pública&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">E veio a pandemia&#8230; Com a Covid-19, foram tomadas medidas de auxílio e de crédito para melhorar a atividade econômica. Só que isso fez com que o Governo gastasse muito, e o endividamento público começou a disparar de novo. Estamos chegando a quase 100% do PIB. Vindo uma segunda onda da doença, o Governo não tem mais recursos para incentivar a economia.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">&#8220;A capacidade do governo para pagar os títulos da dívida pública está se exaurindo e, ao colocar novos títulos de dívida pública, a capacidade de rolagem da dívida também vai-se exaurindo. Esse é um cenário bastante difícil e que pode levar a economia a uma hiperinflação&#8221;, explica.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O Boletim Focus de 16 de novembro, do Banco Central, traz números um tanto quanto animadores. A expectativa é que a economia brasileira tenha um resultado melhor do que era esperado, com queda de &#8220;apenas&#8221; cerca de 4,6%, inflação estável em torno de 3% e taxa de juros por volta dos 2%. Isso com as previsões que temos hoje, mas o futuro é bem incerto. Tudo depende de uma segunda onda da Covid, das medidas restritivas, da duração disso, e o que o Governo terá de fazer para poder alimentar e fomentar a atividade econômica.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Contudo, o mercado tem algumas ressalvas. Se vier uma segunda onda, os pacotes que temos hoje, os projetos de reformas administrativa e tributária, e posteriormente uma reforma política, vão passar pelo Congresso? As privatizações também trariam uma grande economia ao Governo.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">&#8220;Esses pacotes têm urgência de serem tratados porque eles fazem com que o Governo possa economizar. Do contrário, uma situação de caos se instalaria na nossa Economia. Passamos pela reforma da Previdência, que já foi um alívio nas contas públicas, mas agora a gente precisa de mais alívio ainda. A reforma administrativa é necessária e vem aí para tentar reduzir privilégios e salários elevadíssimos da elite pública. Só que até agora o mercado não está precificando isso de maneira otimista. As reformas precisam passar pelo Congresso para ontem, senão a gente vai mergulhar no caos novamente&#8221;, finaliza.</span></p>
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