<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>mudanças climáticas | FECAP</title>
	<atom:link href="https://www.fecap.br/tag/mudancas-climaticas/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.fecap.br/tag/mudancas-climaticas/</link>
	<description>Sua Escola de Negócios desde 1902</description>
	<lastBuildDate>Tue, 12 Nov 2024 16:34:36 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/01/cropped-favicon-32x32.png</url>
	<title>mudanças climáticas | FECAP</title>
	<link>https://www.fecap.br/tag/mudancas-climaticas/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Alunos da FECAP debatem desafios e perspectivas das pautas ambientais no Brasil</title>
		<link>https://www.fecap.br/2024/11/12/alunos-da-fecap-debatem-desafios-e-perspectivas-das-pautas-ambientais-no-brasil/</link>
					<comments>https://www.fecap.br/2024/11/12/alunos-da-fecap-debatem-desafios-e-perspectivas-das-pautas-ambientais-no-brasil/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Nov 2024 16:34:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Graduação]]></category>
		<category><![CDATA[André Castro]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[Guarany Ipê do Sol]]></category>
		<category><![CDATA[Kayque Lazarini]]></category>
		<category><![CDATA[Letícia Quirino]]></category>
		<category><![CDATA[Lucas Santos]]></category>
		<category><![CDATA[Lucas Silva]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Piettra Pestana]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Internacionais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.fecap.br/?p=59128</guid>

					<description><![CDATA[<p>Como parte de uma atividade na disciplina de Seminários e Visitas Técnicas I, alunos do curso de Relações Internacionais da&#160;Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)&#160;participaram de um debate aprofundado sobre os desafios climáticos e a evolução das pautas ambientais no Brasil, entrevistando especialistas de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2024/11/12/alunos-da-fecap-debatem-desafios-e-perspectivas-das-pautas-ambientais-no-brasil/">Alunos da FECAP debatem desafios e perspectivas das pautas ambientais no Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Como parte de uma atividade na disciplina de Seminários e Visitas Técnicas I, alunos do curso de Relações Internacionais da&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" target="_blank" href="http://www.fecap.br/">Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</a>&nbsp;participaram de um debate aprofundado sobre os desafios climáticos e a evolução das pautas ambientais no Brasil, entrevistando especialistas de renome na área.</p>



<p>Sob a supervisão da professora Evorah Cardoso, o grupo, formado por Kayque Lazarini, Piettra Pestana, Lucas Santos, Lucas Silva e Letícia Quirino, contou com a participação de dois importantes nomes do setor ambiental: o professor Guarany Ipê do Sol, membro do Observatório do Clima e professor na Fundação Getúlio Vargas (FGV), e o professor André Castro, diretor técnico da LACLIMA.</p>



<p>A atividade teve como objetivo desenvolver a capacidade dos alunos de se envolverem com temas de relevância global, especialmente no contexto das mudanças climáticas, além de oferecer uma visão crítica sobre as políticas e as ações concretas que podem transformar o cenário ambiental brasileiro.</p>



<p>Em suas reflexões, o professor Guarany ressaltou a importância do diálogo contínuo para integrar as questões climáticas nas políticas públicas, observando que o mercado de carbono é uma ferramenta necessária, mas que deve ser inserida em um conjunto diversificado de soluções. “Precisamos colocar as questões climáticas no centro da tomada de decisões”, enfatizou, chamando a atenção para a necessidade de uma colaboração mais sólida entre governos, ministérios e a sociedade civil.</p>



<p>Já o professor André Castro abordou a complexidade das pautas ambientais do ponto de vista de organizações não-governamentais, especialmente no contexto das Conferências das Partes (COPs), e falou sobre os desafios logísticos e financeiros enfrentados por entidades do sul global para participarem desses eventos. “É essencial dar voz a quem é mais afetado pelas mudanças climáticas, incluindo as comunidades indígenas”, defendeu. André também destacou a importância de transparência e prestação de contas na LACLIMA, explicando que a organização está em fase de preparação de seus primeiros relatórios, que serão divulgados em breve, reforçando o compromisso com a transparência e o engajamento com a sociedade.</p>



<p>Essa atividade foi descrita por Kayque Lazarini como uma experiência de grande aprendizado e envolvimento com questões ambientais que impactam diretamente o futuro do país. “Para esta atividade, tínhamos que entrar em contato com organizações que respondessem sobre assuntos ambientais. A partir disso, consegui o contato desses dois professores mencionados na matéria. O André, que representa a LACLIMA, e o Guarany possuem bastante relevância neste meio”, comenta Kayque.</p>



<p>A atividade foi uma oportunidade para os alunos da FECAP consolidarem conhecimentos sobre a importância de políticas sustentáveis e a urgência de estratégias que fortaleçam o diálogo entre diferentes setores da sociedade. Os participantes saíram da experiência com uma compreensão mais ampla sobre o papel da sociedade civil, do setor governamental e de organizações privadas na promoção de um desenvolvimento que respeite o meio ambiente e as necessidades futuras do país.</p>



<p></p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2024/11/12/alunos-da-fecap-debatem-desafios-e-perspectivas-das-pautas-ambientais-no-brasil/">Alunos da FECAP debatem desafios e perspectivas das pautas ambientais no Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.fecap.br/2024/11/12/alunos-da-fecap-debatem-desafios-e-perspectivas-das-pautas-ambientais-no-brasil/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Desvendando o “E” (environmental) da sigla ESG</title>
		<link>https://www.fecap.br/2021/08/25/desvendando-o-e-environmental-da-sigla-esg/</link>
					<comments>https://www.fecap.br/2021/08/25/desvendando-o-e-environmental-da-sigla-esg/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2021 18:23:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Pesquisa ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Garcia]]></category>
		<category><![CDATA[Deborah Martinez]]></category>
		<category><![CDATA[enviromental]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.fecap.br/?p=27806</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Alexandre Garcia e Deborah Martinez No início do mês de agosto de 2021, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (em inglês, IPCC &#8211; Intergovernmental Panel on Climate Change) publicou o relatório Sumário para os Criadores de Políticas (Summary for Policymakers), que é um resumo do [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2021/08/25/desvendando-o-e-environmental-da-sigla-esg/">Desvendando o “E” (environmental) da sigla ESG</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Por Alexandre Garcia e Deborah Martinez </p>



<p>No início do mês de agosto de 2021, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (em inglês, IPCC &#8211; Intergovernmental Panel on Climate Change) publicou o relatório Sumário para os Criadores de Políticas (Summary for Policymakers), que é um resumo do volume chamado As Bases da Ciência Física da Mudança Climática (The  <br>Physical Science Basis of Climate Change). Serão três volumes a serem divulgados sendo o último previsto para junho de 2022. Com base em mais de 14.000 estudos científicos analisados por 517 cientistas, o relatório concluiu que desde 1850 o planeta aqueceu em média 1,1° C, e que o aquecimento médio global deve atingir ou exceder 1,5º C até o ano de 2040. </p>



<p>Esse aumento, que acarretaria mais acontecimentos climáticos extremos, como secas, inundações e ondas de calor, está longe da Agenda 2030, estipulada no Acordo de Paris, realizado em 2015 pelos 195 países membros da ONU, que fixa a redução de emissão de gases de efeito estufa. Ainda segundo o relatório do IPCC, para que o aquecimento seja contido abaixo de 1,5º C as emissões devem cair a zero nas próximas décadas, caso contrário deve-se esperar até o fim do século XXI um aumento de 2,5 a 4° C.&nbsp;</p>



<p>A Figura 1, extraída do relatório do IPCC, mostra a constatação de calor extremo ocorrido até então nas regiões continentais (hachurada em rosa escuro) e a certeza de que tal situação foi provocada pela ação humana (regiões marcadas por pontos).&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="338" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/08/image-3-1024x338.png" alt="" class="wp-image-27808" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/08/image-3-1024x338.png 1024w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/08/image-3-300x99.png 300w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/08/image-3-768x254.png 768w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/08/image-3.png 1286w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Figura 1 – Síntese da avaliação da mudança climática observada nos continentes Fonte: Summary for Policymakers, 2021&nbsp;</p>



<p>Observe que as regiões que o Brasil ocupa, representadas na figura pelas siglas NSA, NES e SES apresentam aumento de calor extremo desde 1950 provocadas pela ação humana, com nível de confiança média e alta para essa conclusão.&nbsp;</p>



<p>Segundo o Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG), organizado pelo Observatório do Clima, que seguem as diretrizes do IPCC, o Brasil lançou na atmosfera, somente no ano de 2019, 2,17 bilhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente (tCO2e). As mudanças de uso da terra, puxadas pelo desmatamento, seguem sendo as principais responsáveis por emissões no Brasil, representando 44% do total. A agropecuária vem em segundo lugar, com 598,7 milhões de toneladas de CO2e. Os setores industriais e de energia são responsáveis por 24% dessas emissões, com 517 milhões de toneladas de CO2e. E por último vem o setor de resíduos com 96,1 milhão de toneladas de CO2e, que compreende a disposição de resíduos sólidos em aterros controlados, lixões e aterros sanitários além do tratamento de efluentes líquidos industriais e domésticos.&nbsp;</p>



<p>A partir dessa informação, fizemos um levantamento da emissão de gases, somente dos últimos 10 anos (de 2010 a 2019), pelas empresas brasileiras listadas em bolsa de valores, que representam o setor de indústrias e de energia responsável por quase 1/4 de toda a quantidade de emissão de dióxido de carbono no Brasil. Utilizamos os dados disponíveis na base Eikon, da empresa Refinitiv, que compila informações ambientais, sociais e de governança-ASG (em inglês, ESG-Environmental, Social and Governance), a partir dos relatórios divulgados pelas companhias. De uma amostra inicial de 88 empresas obtidas, consideramos apenas aquelas que tinham dados de pelo menos 6 dos 10 anos em análise, restando 75 empresas para as quais calculamos: (i) o total de emissões de CO2e no período e; (ii) a média do score (nota de 0 a 100%) para o desempenho no quesito emissões (que inclui CO2e e outros gases de efeito estufa e considera os esforços aplicados para mitigar o impacto desses gases poluentes).&nbsp;</p>



<p>No Gráfico 1 apresentamos apenas as 10 empresas que mais emitiram CO2e nesses últimos 10 anos. Obviamente empresas dos setores de mineração, cimento e metais representadas por 4 empresas são as que emitiram mais CO2e, mas apenas uma (Vale) apresenta o score no maior quartil do ranking de score em desempenho de emissões.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="927" height="366" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/08/image-2.png" alt="" class="wp-image-27807" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/08/image-2.png 927w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/08/image-2-300x118.png 300w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/08/image-2-768x303.png 768w" sizes="(max-width: 927px) 100vw, 927px" /></figure>



<p>Gráfico 1 &#8211; Emissão de CO2e e desempenho no score emissão de gases&nbsp;</p>



<p>Dessas dez empresas, duas vem apresentando a maior queda anual no volume de emissões de CO2e (Vale e Gerdau), demonstrando esforços nesse sentido possivelmente com investimentos para a mitigação dos poluentes gerados. Ainda assim, o setor industrial da qual pertencem essas duas empresas é o maior responsável pela emissão de gases do efeito estufa. Segundo levantamento do SEEG, as atividades industriais foram responsáveis, em 2019, por quase 100 milhões de toneladas de emissão de CO2e, sendo que 75% disso foram provenientes somente de empresas dos setores de mineração e metais.&nbsp;</p>



<p>Todas essas dez empresas representam setores que, naturalmente, geram elevadas concentrações de CO2e na atmosfera para colocar em funcionamento as suas operações. E são atividades essenciais para o nosso desenvolvimento, como por exemplo, a construção de moradias e até construções viárias como pontes e estradas (pelos setores de mineração, aço, cimento), além de empresas de energia elétrica (Eletrobras, Engie e EDP) que tanto dependemos para várias outras atividades industriais e até para nossas residências. Complementam o Gráfico 1, uma empresa do setor de alimentos, mais especificamente de produção de proteínas pelo processamento de carnes (JBS), uma empresa química (Braskem) e uma empresa aérea (GOL).&nbsp;</p>



<p>Por limitação desse levantamento, cuja base foi somente empresas listadas na bolsa de valores, a B3, não foram inclusas outras grandes empresas atuantes no Brasil, muitas delas de capital estrangeiro, como as montadoras de veículos, que também geram elevadas emissões de gases no seu processo fabril. Assim sendo, urge que essas empresas multinacionais passem a mensurar, se já não o fazem, mas que divulguem as emissões e os planos para a mitigação dos impactos gerados, por meio de relatórios como o Relato Integrado.&nbsp;</p>



<p>Como uma escola de negócios cuja missão institucional é educar pessoas para transformar organizações e, apoiar as organizações para que transformem a sociedade, nossos estudos visam preparar cidadãos conscientes com a realidade que proporcionarão melhorias nos processos e desempenho das organizações, considerando não somente os fatores econômicos, mas também os fatores ambientais, sociais e de governança, representada pela sigla ESG (do inglês, Environmental, Social and Governance).&nbsp;</p>



<p>Cidadãos com essa consciência e atitude contribuirão para o desenvolvimento sustentável, que é a capacidade de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. Como é o caso da co-autora desse texto, com apenas dezessete anos de idade e consciente dos desafios&nbsp;que sua geração enfrentará.&nbsp;</p>



<p><strong>CENTRO DE PESQUISA EM ESG</strong>&nbsp;</p>



<p>A FECAP mantém um Centro de Pesquisa ESG, com objetivo de prover, por meio de pesquisas empíricas, estudos sobre os fatores ambientais, sociais e de governança e seus impactos para as empresas, para o mercado financeiro e para a sociedade em geral. O Centro de Pesquisa ESG é aberto para estudos conduzidos por todos os docentes e alunos da FECAP (graduação e pós-graduação), com incentivo à participação de pesquisadores externos (nacionais e internacionais).&nbsp;</p>



<p>Saiba mais sobre o Centro <a href="https://www.fecap.br/centro-de-pesquisa-esg/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clicando aqui</a>!&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2021/08/25/desvendando-o-e-environmental-da-sigla-esg/">Desvendando o “E” (environmental) da sigla ESG</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.fecap.br/2021/08/25/desvendando-o-e-environmental-da-sigla-esg/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mudanças climáticas: Brasil deve ser menos cobrado do que países desenvolvidos, diz especialista da FECAP</title>
		<link>https://www.fecap.br/2021/08/13/mudancas-climaticas-brasil-deve-ser-menos-cobrado-do-que-paises-desenvolvidos-diz-especialista-da-fecap/</link>
					<comments>https://www.fecap.br/2021/08/13/mudancas-climaticas-brasil-deve-ser-menos-cobrado-do-que-paises-desenvolvidos-diz-especialista-da-fecap/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Aug 2021 18:51:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Nadja Heiderich]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.fecap.br/?p=27117</guid>

					<description><![CDATA[<p>É fato que o planeta está aquecendo e as mudanças climáticas foram aceleradas pela ação humana. Desde a revolução industrial, ano após ano, emitimos mais e mais gases responsáveis pelo efeito estufa.  E com a crescente cobrança para que as nações atuem contra o aquecimento global, tem aumentado, também, a cobrança [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2021/08/13/mudancas-climaticas-brasil-deve-ser-menos-cobrado-do-que-paises-desenvolvidos-diz-especialista-da-fecap/">Mudanças climáticas: Brasil deve ser menos cobrado do que países desenvolvidos, diz especialista da FECAP</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 14pt;">É fato que o planeta está aquecendo e as mudanças climáticas foram aceleradas pela ação humana. Desde a revolução industrial, ano após ano, emitimos mais e mais gases responsáveis pelo efeito estufa. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">E com a crescente cobrança para que as nações atuem contra o aquecimento global, tem aumentado, também, a cobrança para que o Brasil reforce suas medidas de combate à poluição. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A professora de Economia da <a href="http://www.fecap.br">Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</a> <a href="https://www.linkedin.com/in/nadja-heiderich-b66b6560/">Nadja Heiderich</a> vê com ressalvas a cobrança internacional sobre o Brasil, e diz que tal cobrança não deve ser feita com o mesmo peso de responsabilidade dos países desenvolvidos, que poluem mais. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">&#8220;Se compararmos as nações, a China corresponde a um quarto das emissões de gases poluentes, e os EUA emitem 15%. Somados, China, EUA e o bloco europeu correspondem a 45% das emissões globais. Colocar o Brasil em pé de igualdade, no momento de cobrança por ações, é injusto: o Brasil corresponde por 3% das emissões planetárias.” </span></p>
<p><strong><span style="font-size: 14pt;">BRASIL É BASTANTE ATUANTE </span></strong></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Nadja lembra que o Brasil conseguiu, entre 2006 e 2017, a emissão de certificados de crédito de carbono na ONU, no montante de 7,8 bilhões de toneladas. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“O Brasil não era signatário em termos de obrigação ao Protocolo de Kyoto, mas voluntariamente aderiu. Esses certificados não foram adquiridos por países ricos. Havia promessa de que esse investimento viria, mas não houve reciprocidade. Há impasse entre países ricos, que requerem ações governamentais, e o governo brasileiro se acha no direito de cobrar os créditos de carbono que não foram pagos”. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Para a especialista, tornar a economia brasileira neutra é viável, uma vez que já adotamos iniciativas mais limpas. Boa parte da nossa matriz energética é mais limpa do que a dos países desenvolvidos, com geração de energia por hidrelétricas e usinas eólicas. O mercado de energia solar está em crescimento, representando um grande potencial, para a redução da nossa dependência às hidrelétricas. Além disso, fomos pioneiros com etanol na década de 70 também, combustível que é mais limpo que o petróleo. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“Somos um país que de fato cuida do meio ambiente, em comparação com outros. Temos sim que avançar para sermos ainda melhores, mas nos imputar responsabilidade que seria dos países ricos não é justo”. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O governo brasileiro também se comprometeu com a meta de carbono zero até 2060, mas tem requerido aportes de países ricos para isso: o investimento para isso é estimado 10 bilhões de dólares por ano. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Outro dado interessante é que, de acordo com Ministério da Agricultura, o agronegócio cresceu 386% nos últimos anos, e a área cultivada só cresceu 33%. Mais: Há uma iniciativa de desmatamento ilegal zero até 2030, e 85% da Amazônia hoje é intocada. 12% da água doce preservada está no Brasil.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“Nosso agro é voltado para a tecnologia, e tem se adaptado para manter mercados da Europa, que se tornaram exigentes nas questões ambientais nos últimos anos, exigindo certificações, medidas sanitárias, etc. Isso nos deu um salto em inovação e tecnologia.” </span></p>
<p><strong><span style="font-size: 14pt;">MUDANÇAS CLIMÁTICAS PARA A AGRICULTURA </span></strong></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Assim como em todo o mundo, o Brasil tem sentido os efeitos das mudanças climáticas. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“Principalmente no sul, sudeste e centro oeste, com geadas e temperaturas baixas não condizentes com e média histórica, além de ondas de frio consecutivas, vindas da região sul. Essas alterações no clima certamente afetarão a produção agrícolas, elevando preços”, finaliza. </span></p>
<p aria-level="5"><span style="font-size: 14pt;"><b>A especialista</b> </span></p>
<p aria-level="5"><span style="font-size: 14pt;">Nadja Heiderich é Doutora em Ciências (Economia Aplicada) na Universidade de São Paulo. Possui mestrado em Ciências (Economia Aplicada) pela Universidade de São Paulo (2012). Graduada em Ciências Econômicas pela FECAP (2008). Atualmente é professora no Centro Universitário FECAP e coordenadora do NECON FECAP (Núcleo de Estudos de Conjuntura Econômica). Tem experiência na área de Economia, com ênfase em Economia Aplicada, atuando principalmente nos seguintes temas: meio ambiente, modelagem matemática, logística e agronegócio. </span></p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2021/08/13/mudancas-climaticas-brasil-deve-ser-menos-cobrado-do-que-paises-desenvolvidos-diz-especialista-da-fecap/">Mudanças climáticas: Brasil deve ser menos cobrado do que países desenvolvidos, diz especialista da FECAP</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.fecap.br/2021/08/13/mudancas-climaticas-brasil-deve-ser-menos-cobrado-do-que-paises-desenvolvidos-diz-especialista-da-fecap/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Onda de frio impactará preço dos alimentos e a inflação</title>
		<link>https://www.fecap.br/2021/08/09/onda-de-frio-impactara-preco-dos-alimentos-e-a-inflacao/</link>
					<comments>https://www.fecap.br/2021/08/09/onda-de-frio-impactara-preco-dos-alimentos-e-a-inflacao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Aug 2021 19:54:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Nadja Hedierich]]></category>
		<category><![CDATA[onda de frio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.fecap.br/?p=26969</guid>

					<description><![CDATA[<p>Texto: Vagner Lima Se está difícil tirar a mão do bolso por conta do frio, os brasileiros do Sul, Sudeste e Centro-Oeste também terão um motivo a mais para manter as mãos longe das carteiras: a recente onda de frio que atingiu as regiões vai afetar também os [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2021/08/09/onda-de-frio-impactara-preco-dos-alimentos-e-a-inflacao/">Onda de frio impactará preço dos alimentos e a inflação</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 14pt;"><strong>Texto:</strong> <a href="https://www.linkedin.com/in/vagnerlimajornalista/">Vagner Lima</a></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Se está difícil tirar a mão do bolso por conta do frio, os brasileiros do Sul, Sudeste e Centro-Oeste também terão um motivo a mais para manter as mãos longe das carteiras: a recente onda de frio que atingiu as regiões vai afetar também os preços dos alimentos e, consequentemente, a inflação. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Segundo a professora de Economia da <a href="http://www.fecap.br">Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</a>, <a href="https://www.linkedin.com/in/nadja-heiderich-b66b6560/">Nadja Heiderich</a>, a onda de frio impactou bastante as lavouras, inutilizando uma série de produtos, principalmente as hortaliças, que são mais sensíveis às temperaturas e têm uma cultura menos perene. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“Nas próximas semanas, o consumidor vai sentir o aumento do preço desses produtos, mas os valores devem se estabilizar e voltar ao normal dentro de um prazo de um a dois meses”, diz a professora. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Ela acrescenta ainda que o aumento desses produtos impactará a inflação até o final do ano, apesar de o cálculo da inflação levar em conta outros produtos e serviços. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“O governo já esperava uma inflação mais alta, por uma série de outros fatores: os reflexos da pandemia; os efeitos da crise hídrica sobre a energia elétrica, que puxam os preços para cima; e a alta dos combustíveis no início do ano, por conta do cenário internacional e da alta do dólar.”, acrescenta. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A professora lembra ainda que, no futuro próximo, serão comuns alterações no clima, por conta das mudanças climáticas. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“O mundo todo tem sentido eventos climáticos, e há uma tendência de que sejam recorrentes. Além do debate se as alterações são provocadas pela ação humana ou não, é fato que a temperatura da Terra está aumentando, e esses eventos atípicos impactam diretamente a agricultura e o agronegócio.”. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Além do frio intenso em regiões tropicais, como o Brasil, outro exemplo das alterações no clima é a onda de calor no hemisfério norte, com temperaturas acima de 40 graus. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“Aqui no Brasil já eram esperadas desde meados de maio as duas ondas de frio que estamos sentindo agora. Mas, especificamente, uma onda de frio tão atípica e forte não era esperada pelo governo, economistas e produtores.”, finaliza. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>A especialista</b> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Nadja Heiderich possui Doutorado em Ciências (Economia Aplicada) pela Universidade de São Paulo, Mestrado em Ciências (Economia Aplicada) pela Universidade de São Paulo (2012) e é Graduada em Ciências Econômicas pela FECAP (2008). </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Tem experiência na área de Economia, com ênfase em Economia Aplicada, atuando principalmente nos seguintes temas: meio ambiente, modelagem matemática, logística, agronegócio. Atualmente é professora no Centro Universitário FECAP e coordenadora do NECON FECAP (Núcleo de Estudos de Conjuntura Econômica). </span></p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2021/08/09/onda-de-frio-impactara-preco-dos-alimentos-e-a-inflacao/">Onda de frio impactará preço dos alimentos e a inflação</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.fecap.br/2021/08/09/onda-de-frio-impactara-preco-dos-alimentos-e-a-inflacao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
