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	<title>macroeconomia | FECAP</title>
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	<description>A FECAP é uma instituição brasileira de ensino superior, sem fins lucrativos, cujo campo de estudo é gestão de negócios.</description>
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	<title>macroeconomia | FECAP</title>
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		<title>Por que há tanta incerteza na economia atualmente?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Apr 2021 17:17:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[macroeconomia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Autoria: Matheus Albergaria (matheus.fecap@gmail.com)  Professor de Economia da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)  A incerteza desempenha um papel fundamental na economia, afetando decisões de consumo, emprego e investimento de consumidores e empresas. De fato, os economistas vêm destacando os potenciais efeitos adversos da incerteza [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 14pt;"><strong>Autoria:</strong> <a href="https://www.linkedin.com/in/malbergariademagalhaes/">Matheus Albergaria</a> </span><span style="font-size: 14pt;">(<a href="mailto:matheus.fecap@gmail.com">matheus.fecap@gmail.com</a>) </span></p>
<p><em><span style="font-size: 14pt;">Professor de Economia da </span><a href="http://www.fecap.br"><span style="font-size: 14pt;">Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) </span></a></em></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A incerteza desempenha um papel fundamental na economia, afetando decisões de consumo, emprego e investimento de consumidores e empresas. De fato, os economistas vêm destacando os potenciais efeitos adversos da incerteza há décadas. Segundo alguns autores, quando aumenta o grau de incerteza na economia, o nível de atividade &#8211; mensurado a partir de medidas como o Produto Interno Bruto (PIB) ou o índice de produção industrial, por exemplo &#8211; pode vir a contrair de maneira significativa.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Como isto ocorre? Em um cenário de alta incerteza, as famílias da economia passam a comprar menos bens e serviços, uma vez que acreditam que pode ser melhor guardar um pouco de dinheiro para o caso de algum imprevisto, como despesas adicionais com saúde ou alimentação, por exemplo. Por outro lado, as empresas da economia começam a ficar receosas de investir, ou seja, de construir novas edificações, comprar mais máquinas ou aumentar suas frotas de veículos, por exemplo. Assim, com o aumento da incerteza, várias empresas acabam optando por postergar importantes decisões de investimento, o que aumenta a diferença entre a capacidade máxima de produção das empresas da economia e sua produção efetiva (também conhecida como “capacidade ociosa&#8221;). Em meio a esse contexto, ganha destaque um tipo especial de capacidade ociosa, no qual um determinado número de trabalhadores não consegue encontrar vagas de emprego na economia (o chamado “desemprego involuntário”).</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Quais são os impactos econômicos da incerteza gerada pelo Coronavírus? Neste caso, o cenário atual fornece um exemplo concreto dos impactos da incerteza sobre a economia. Uma vez que a pandemia do COVID-19 corresponde a um evento inédito, ela pode ser vista como um “choque de incerteza” em nível agregado, com claros efeitos adversos em termos econômicos. Ao longo dos próximos parágrafos, vou tentar descrever de maneira resumida a maneira pela qual a pandemia aumentou a incerteza vigente na economia brasileira no período recente.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Em um primeiro momento, o surgimento da pandemia aumentou consideravelmente a incerteza entre as pessoas na sociedade, dado o fato de ser um evento sem precedentes. Especificamente, a velocidade de disseminação do vírus por várias localidades, assim como o considerável aumento no registro de casos e óbitos ao longo do ano de 2020, elevou ainda mais a incerteza, uma vez que as famílias e empresas não sabiam o que esperar do futuro próximo. Durante esse primeiro momento de pandemia, foi extremamente difícil fazer previsões acerca de sua evolução, assim como de possíveis soluções associadas. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Em um segundo momento, a disseminação de informações difusas &#8211; tanto em termos de conteúdo quanto de veracidade &#8211; fez com que as famílias e empresas da economia nem sempre soubessem como agir durante a pandemia, o que também acabou elevando a incerteza agregada. A divulgação das chamadas “fake news”, com ênfase sobre os impactos negativos da pandemia, assim como as possíveis formas de combater esses impactos, acabou por confundir os agentes econômicos, elevando ainda mais a incerteza no país. De fato, alguns economistas já vinham destacando há décadas o importante papel de informações (corretas) para o funcionamento dos mercados. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Em um terceiro momento, a variedade de soluções propostas para a resolução da pandemia em distintas localidades &#8212; como estados e municípios brasileiros &#8212; assim como a falta de coordenação na tomada de decisões, também contribuíram para aumentar a incerteza na sociedade. A título de exemplo, vale destacar as diferenças, em termos de conteúdo, das informações referentes às políticas de saúde implementadas por distintas esferas de governo, assim como o <i>timing</i> de implementação dessas decisões, o que acabou por confundir parte da população acerca do verdadeiro estado da pandemia no país em distintas ocasiões. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Tomados em conjunto, esses três grandes momentos contribuíram para aumentar significativamente a incerteza na economia nacional. Ou seja, a escalada do número de casos e de óbitos a uma velocidade espantosa, assim como a divulgação de notícias deliberadamente falsas e a falta de coordenação na divulgação e implementação de algumas políticas públicas de saúde acabaram contribuindo para elevar a incerteza vigente no Brasil. Assim, embora a pandemia tenha inicialmente aumentado a incerteza vigente na economia, alguns dos acontecimentos posteriores acabaram reforçando os efeitos adversos reportados, em uma espécie de “ciclo vicioso”. Em última instância, mesmo sendo uma variável intangível, a incerteza acabou exercendo significativos impactos adversos sobre a economia brasileira no período recente.</span></p>
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		<title>Crise sanitária deve agravar desvalorização do real, diz especialista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Apr 2021 16:27:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[desvalorização do real]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[macroeconomia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não é preciso estudar Economia para perceber o quanto o real se desvalorizou nos últimos anos. Sobretudo, durante a pandemia de coronavírus. Toda dona de casa sente no bolso o poder de compra menor da moeda brasileira.   Para o professor da Fundação Escola de Comércio [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 14pt;">Não é preciso estudar Economia para perceber o quanto o real se desvalorizou nos últimos anos. Sobretudo, durante a pandemia de coronavírus. Toda dona de casa sente no bolso o poder de compra menor da moeda brasileira.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Para o professor da <a href="http://www.fecap.br">Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</a> <a href="https://www.linkedin.com/in/malbergariademagalhaes/">Matheus Albergaria</a>, é difícil fazer uma previsão otimista para a Economia.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“Valendo-se do cenário atual, estamos com sérios problemas em termos de políticas sanitárias focadas no combate à Covid-19. Se as coisas continuarem andando a passos lentos nos próximos seis meses, com a vacinação devagar como tem ocorrido, podemos esperar uma contínua desvalorização do real”, opina.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O especialista acredita que, neste momento, é fundamental um maior grau de coordenação das políticas de saúde pública. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“Assistimos a uma tragédia anunciada no momento. Muito se fala, mas pouco se faz em âmbito nacional para combater de forma mais efetiva a crise sanitária. Os custos da omissão não são nada baixos: a disseminação de casos de COVID-19 e a perda de vidas humanas são uma tragédia que tem claros efeitos econômicos e sociais, a serem sentidos no curto, médio e longo prazos”, diz.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">POR QUE O REAL SE DESVALORIZOU?  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Na opinião de Albergaria, muitos fatores contribuíram para o cenário de desvalorização do Real, e todos eles afetaram diretamente a desvalorização da nossa moeda.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Em âmbito doméstico, diversos embates internos políticos, escândalos de corrupção e debates sobre a possibilidade de impeachment do Presidente da República contribuíram para a percepção que a comunidade internacional tem do País. Por outro lado, em âmbito internacional, o maior choque externo ocorrido no período recente foi, sem dúvida, a pandemia, que afetou todas as economias do mundo. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“Notamos um grande padrão de heterogeneidade entre as respostas econômicas e sanitárias de distintas nações. Alguns países lidaram bem com o vírus, outros não. Essa percepção da comunidade internacional pode vir a afetar significativamente a taxa de câmbio de um país”. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">GOVERNO PRECISA AGIR </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Para atenuar o cenário, o governo pode atuar de diversas maneiras. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“Há a possibilidade de operações cambiais, em que o governo compra e vende divisas, com o objetivo de tentar afetar a taxa de câmbio. Mas isso tem um limite: o total de divisas que o governo detém. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Pensando no médio e no longo prazos, o governo pode tentar mudar a percepção que os investidores internacionais têm do Brasil, promovendo reformas estruturantes, embora seja importante lembrar que reformas desse tipo levam tempo para serem plenamente efetivadas. O ponto mais importante a ser ressaltado no momento diz respeito à falta de coordenação das políticas públicas de saúde no País. O Brasil não pode se dar o luxo de continuar cometendo erros no combate à pandemia”, finaliza. </span></p>
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		<title>Artigo: O Brasil ainda está no caminho certo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Apr 2021 15:07:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Instituto de Finanças]]></category>
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		<category><![CDATA[Nadja Nara Lima Heiderich]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por: Davi Cardoso Gonçalves (Membro do NECON FECAP) e Nadja Nara Lima Heiderich (Profª Coordenadora do NECON FECAP)  Recentemente, o governo federal surpreendeu com a assinatura de uma medida provisória que almeja a melhoria no ambiente de negócios do país, diligência que o mercado e empreendedores esperavam a algum tempo, mas que ainda [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><span style="font-size: 14pt;">Por: </span><span style="font-size: 14pt;"><a href="https://www.linkedin.com/in/davi-cardoso/">Davi Cardoso Gonçalves</a> (Membro do NECON FECAP) e </span><span style="font-size: 14pt;"><a href="https://www.linkedin.com/in/nadja-heiderich-b66b6560/">Nadja Nara Lima Heiderich</a> (Profª Coordenadora do NECON FECAP)</span><span style="font-size: 14pt;" data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></em></p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-22941 size-thumbnail" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-05-at-12.27.44-150x150.jpeg" alt="Artigo: O Brasil ainda está no caminho certo" width="150" height="150" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-05-at-12.27.44-150x150.jpeg 150w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-05-at-12.27.44-300x300.jpeg 300w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-05-at-12.27.44-1024x1024.jpeg 1024w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-05-at-12.27.44-768x768.jpeg 768w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-05-at-12.27.44-500x500.jpeg 500w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-05-at-12.27.44.jpeg 1257w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-22943 size-thumbnail" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/04/nadja-heidrich-150x150.jpg" alt="Artigo: O Brasil ainda está no caminho certo" width="150" height="150" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/04/nadja-heidrich-150x150.jpg 150w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/04/nadja-heidrich.jpg 240w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Recentemente, o governo federal surpreendeu com a assinatura de uma medida provisória que almeja a melhoria no ambiente de negócios do país, diligência que o mercado e empreendedores esperavam a algum tempo, mas que ainda não havia saído.   </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A MP do Ambiente de Negócios, também conhecida como MP <i>Doing Business</i>, tem justamente o objetivo de fazer o Brasil avançar entre 18 e 20 posições no ranking do Banco Mundial, que analisa a facilidade de se fazer negócios nos países. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Para isso, a medida provisória foca em tópicos que são sensíveis no ranking, como: a facilidade de abertura de empresas, reduzindo as burocracias e propondo um balcão único para a regularização das empresas; a proteção de minoritários, com o aumento das competências das assembleias gerais de empresas de capital aberto e, entre outros, proibindo a acumulação de cargos pelos dirigentes; a facilitação do comércio exterior, com a criação de um novo sistema de comércio internacional e a proibição de exigências que não tenham amparo em atos normativos. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Além destes, a medida também trata da criação do sistema integrado de recuperação de crédito, que visa a identificação de bens e devedores, reduzindo, assim, o prazo de cobrança da dívida e a judicialização; da profissão de tradutor e intérprete público, possibilitando aos profissionais a garantia de atuação em todo território nacional e remotamente. Aplicam-se, também, mudanças na obtenção de eletricidade, estipulando prazos para o poder público autorizar obras de extensão da rede de distribuição de energia. Por fim, sobre prescrição intercorrente na execução de contratos, versando sobre a perda de direitos no caso de ausência de ação por determinado tempo. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Com as medidas propostas pela MP espera-se que os procedimentos necessários para a abertura de uma empresa deixem de ser 10 e passem a ser apenas três. E o tempo necessário para a abertura de uma empresa seja de um dia. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Um dos principais pontos é a determinação de que as inscrições municipais, estaduais e federal sejam unificadas para a obtenção de CNPJ. Apenas isso, já beneficiará o pequeno empreendedor, que, não conseguia regularizar seu empreendimento por não compreender todas as etapas necessárias, demandando muito tempo para a realização de cada uma delas e/ou recursos para o pagamento da assessoria necessária. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Esta MP é muito importante, diante da posição do Brasil no ranking e levando em consideração que somos um país emergente, que sonha com a volta do crescimento econômico vigoroso que perdemos na última década.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Atualmente, nossa posição deixa tanto a desejar, que mesmo com o avanço dessas 20 posições, ainda ficaremos muito atrás de outros países da região e dos países do BRICS.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Como conseguimos ser mais hostis aos empreendedores do que nossos vizinhos, Peru e Colômbia? Hoje, o Brasil ocupa a 124° posição, enquanto, Peru e Colômbia ocupam, respectivamente, o 76° e o 67° lugar.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A elevação da posição no ranking representaria ao longo prazo maiores fluxos de investimentos para o país, demonstrando ao mundo que fornecemos as condições mínimas para o investimento produtivo e, consequentemente, mais empreendimentos e empregos serão gerados no Brasil. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Ainda há muitas posições a serem conquistadas no ranking <i>Doing Business</i>, mas a MP do Ambiente de Negócios e outras medidas também já adotadas, como a MP da Liberdade Econômica e a Nova Lei de Falências demonstram que estamos no rumo certo, apesar de desvios e turbulências pelo caminho. </span></p>
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		<title>Artigo: A Macroeconomia da Pandemia</title>
		<link>https://www.fecap.br/2021/03/09/artigo-a-macroeconomia-da-pandemia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Mar 2021 13:56:20 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Autor: Matheus Albergaria (matheus.fecap@gmail.com), professor de Economia da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)  Já faz alguns anos que venho tendo a oportunidade de ministrar cursos na área de macroeconomia. Conforme o nome sugere, a macroeconomia corresponde ao estudo de fenômenos econômicos em nível agregado, como a [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2021/03/09/artigo-a-macroeconomia-da-pandemia/">Artigo: A Macroeconomia da Pandemia</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 14pt;"><strong>Autor:</strong> <a href="https://www.linkedin.com/in/malbergariademagalhaes/">Matheus Albergaria</a> </span><span style="font-size: 14pt;">(<a href="mailto:matheus.fecap@gmail.com">matheus.fecap@gmail.com</a>), p</span><span style="font-size: 14pt;">rofessor de Economia da </span><a href="http://www.fecap.br"><span style="font-size: 14pt;">Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) </span></a></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Já faz alguns anos que venho tendo a oportunidade de ministrar cursos na área de macroeconomia. Conforme o nome sugere, a macroeconomia corresponde ao estudo de fenômenos econômicos em nível agregado, como a inflação, o desemprego, o produto interno bruto (PIB) e a taxa de câmbio, por exemplo. Pessoalmente, considero essa área de estudo fascinante e me sinto grato pela oportunidade de poder discutir temas macroeconômicos com os alunos todas as semanas, podendo aprender cada vez mais a partir dessa interação. Em mais de uma ocasião, ao longo do último ano, os alunos me perguntaram a respeito das possíveis consequências macroeconômicas da pandemia do COVID-19 para o Brasil. Questionamentos assim fazem bastante sentido no atual momento que vivemos, uma vez que os alunos &#8212; e a sociedade como um todo &#8212; percebem que a pandemia tem claras consequências econômicas de curto, médio e longo prazos. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Embora seja extremamente difícil fazer previsões precisas relacionadas a uma economia complexa como a brasileira durante o momento específico que vivemos, é possível traçar algumas tendências gerais relacionadas ao cenário macroeconômico nacional. Assim sendo, minha principal intenção neste artigo é discutir alguns dos principais impactos da pandemia do Coronavírus sobre a economia brasileira desde seu início, há cerca de um ano. Especificamente, vou tentar destacar alguns dos efeitos macroeconômicos esperados em nível teórico e, ao mesmo tempo, citar parte da evidência empírica disponível &#8212; ou seja, o comportamento de alguns dados macroeconômicos &#8212; no período. Faço isso com o intuito de tornar minha exposição mais concreta e aplicada. Desde já, fica a ressalva de que, dadas as limitações de espaço comuns a um artigo, assim como a ausência de importantes recursos didáticos &#8212; como a utilização de gráficos e diagramas em um quadro negro &#8212; há a possibilidade de que alguns dos pontos aqui mencionados não fiquem tão claros quanto eu gostaria, em princípio. Ainda assim, dada a gravidade da atual situação, acredito valer a pena a tentativa de ilustrar os potenciais efeitos macroeconômicos da pandemia.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Desde os primeiros relatos de contaminação pelo Coronavírus, notamos a ocorrência de claros efeitos sobre importantes variáveis econômicas em nível agregado. Um primeiro efeito mais evidente foi que a produção agregada da economia &#8212; capturada por uma medida como o PIB, por exemplo &#8212; diminuiu consideravelmente. O início e posterior desenvolvimento da pandemia no país e no mundo teve o efeito de aumentar consideravelmente os custos de produção das empresas da economia, o que corresponde a uma contração da curva de oferta agregada (OA), que reflete a quantidade total de bens e serviços ofertados pelas famílias e empresas nacionais. Uma consequência imediata desse padrão de contração foi uma redução da produção agregada. Por sua vez, essa diminuição do PIB acabou aumentando a chamada capacidade ociosa da economia. Ou seja, empresas declararam falência, máquinas foram desligadas, frotas de caminhões e carros ficaram paradas em garagens e estabelecimentos foram fechados. Mais do que isso, a pandemia gerou um tipo perverso de capacidade ociosa, correspondente à ociosidade do fator trabalho (também conhecida como desemprego). Em palavras, observamos a ocorrência de desemprego involuntário em vários setores da economia. Ou seja, há muitos trabalhadores em busca de emprego que não conseguem encontrar vagas no mercado de trabalho desde o ano passado, ainda que estejam dispostos a trabalhar. Dados recentes sugerem que, de fato, o desemprego aumentou consideravelmente no país desde o início da pandemia. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Adicionalmente, a pandemia elevou o grau de incerteza vigente entre as pessoas e empresas da sociedade. Há várias décadas, os economistas vêm destacando os potenciais efeitos adversos do aumento da incerteza na economia. Segundo alguns autores, em momentos de alta incerteza – como agora &#8212; a atividade econômica pode vir a contrair de maneira significativa. Por exemplo, uma vez que famílias e empresas não sabem o que esperar no futuro próximo, importantes decisões econômicas são postergadas ou até mesmo adiadas. Isso ocorre, uma vez que, diante de tanta incerteza, as famílias acham que pode ser melhor guardar um pouco de dinheiro para o caso de algum imprevisto, como despesas com saúde ou alimentação, por exemplo. De maneira semelhante, em um cenário de alta incerteza, as empresas da economia começam a ficar receosas de investir, postergando importantes decisões de investimento e deixando de construir novas edificações ou comprar mais máquinas. Tomadas em conjunto, essas decisões podem vir a aumentar a intensidade do padrão contracionista observado em nível agregado. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Em meio ao contexto de pandemia vivido pelo país, uma importante variável macroeconômica corresponde aos gastos do governo (G). Conforme o nome sugere, essa variável captura as compras e gastos incorridos pelas várias esferas do governo (municípios, estados e União) ao longo do tempo. Em termos teóricos, gastos desse tipo tendem a exercer um padrão expansionista sobre a economia, uma vez que podem vir a estimular os gastos de consumo das famílias e os investimentos das empresas. Desde o início da pandemia no Brasil, ganhou destaque o auxílio emergencial, correspondente a um benefício financeiro concedido pelo Governo Federal, destinado a trabalhadores informais, microempreendedores, autônomos e desempregados. No caso, o principal objetivo desse auxílio é fornecer algum tipo de proteção emergencial a essas categorias durante o período de pandemia. Dados econômicos recentes sugerem que os gastos governamentais, nos moldes do auxílio emergencial, ajudaram a evitar que a queda de produção verificada no país fosse mais pronunciada, uma vez que preservaram o padrão de consumo de algumas famílias do país. Ainda assim, há uma preocupação do governo federal com as possíveis consequências desses gastos para a dívida pública do país, que pode chegar a níveis insustentáveis no médio e longo prazos. Enquanto essa discussão permanece em aberto no momento, parece crescer o consenso entre alguns setores da sociedade de que programas de assistência financeira a uma parcela da população são necessários no momento de pandemia que vivemos, dadas as suas consequências adversas sobre a economia como um todo. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Em relação ao cenário econômico internacional, há duas possibilidades em nível teórico, em princípio. Por um lado, as exportações das empresas nacionais para outros países (X) podem vir a cair, uma vez que a renda dos países vizinhos &#8212; correspondente ao principal determinante das exportações de um país &#8212; diminuiu durante a pandemia. Adicionalmente, como a produção nacional (doméstica) também diminuiu durante a pandemia, as importações acabam diminuindo também (a renda doméstica é o principal determinante das importações do país). Por outro lado, caso ocorra uma desvalorização da taxa de câmbio, as exportações das empresas nacionais podem vir a aumentar, ao passo que as importações (M) diminuem. O saldo líquido dessas forças, que atuam em sentidos opostos, pode ser medido a partir da sua diferença, conhecida como “exportações líquidas” (NX = X &#8211; M). Olhando para os dados de comércio exterior do Brasil, notamos a ocorrência de um aumento das exportações líquidas, um fenômeno principalmente decorrente da desvalorização do Real frente às moedas de outros países, dentre outros fatores. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O que eu quero dizer, ao citar os vários efeitos da pandemia sobre o consumo das famílias (C), investimento das empresas (I), gastos do governo (G), exportações (X) e importações (M) é que essas são algumas das variáveis que compõem aquilo que os economistas chamam de demanda agregada (DA), que representa a quantidade total de bens e serviços demandados pelas famílias e empresas que compõem a economia nacional, dado o nível agregado de preços (DA = C + I + G + X &#8211; M). Ou seja, com o início da pandemia no país, tanto a curva de demanda agregada quanto a de oferta agregada contraíram significativamente. Esses movimentos de ambas as curvas, por sua vez, exerceram um efeito contracionista sobre o nível de atividade, o que acabou gerando uma recessão na economia (ou seja, as quantidades agregadas diminuíram ao longo de dois trimestres consecutivos, pelo menos). Embora os economistas ainda estejam discutindo sobre o possível formato da contração observada (formato de “V”, “U”, “L” ou “W”), os dados sugerem que o nível de atividade do país &#8212; medido a partir do PIB ou da produção industrial &#8212; sofreu um claro padrão contracionista durante o primeiro ano da pandemia.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Em termos do custo de vida das famílias brasileiras &#8212; representado por medidas como o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), por exemplo &#8212; há a possibilidade teórica tanto de aumento quanto de redução do custo de vida das famílias brasileiras (a depender dos movimentos das curvas de demanda e oferta agregadas). Até o momento em que escrevo o presente artigo, os dados econômicos disponíveis sugerem um claro padrão de elevação do custo de vida no país, ocorrido a partir do aumento de preços de itens importantes ao consumo das famílias brasileiras, como alimentos, bebidas e combustíveis, por exemplo. Em termos gerais, esse resultado sugere que está ficando mais caro viver no país desde o início da pandemia. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Em suma, quais são os impactos macroeconômicos da pandemia? Em termos de quantidades produzidas, observamos um claro padrão de contração de medidas de nível de atividade, como o PIB e a produção industrial. Em termos de custo de vida, observamos um padrão médio de aumento de índices de preços, como o IPCA, com destaque para alguns itens essenciais ao consumo das famílias, como alimentos e combustíveis. Embora eu não tenha a meta ambiciosa de esgotar todas as possibilidades de análise dos impactos macroeconômicos da pandemia neste artigo, espero ter conseguido elucidar alguns dos resultados que devem vir a ocorrer hoje e no futuro próximo. Em última instância, ocorreram nítidos impactos macroeconômicos adversos decorrentes da pandemia do COVID-19. Resta saber como o governo empregará seus instrumentos de política econômica para tentar amenizar alguns dos efeitos adversos daí decorrentes. Isto, só o futuro dirá. </span></p>
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		<title>O que esperar do cenário macroeconômico pós COVID-19?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2020 13:23:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[macroeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[Nadja Heiderich]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Autoria: Nadja Heiderich Professora de Economia e coordenadora do Núcleo de Estudos de Conjuntura Econômica da FECAP. A pandemia que o mundo está enfrentando trouxe como consequência o colapso econômico da maior parte dos países. Sejam eles desenvolvidos, emergentes ou pobres. A cada projeção econômica [&#8230;]</p>
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<div><strong><em>Autoria: Nadja Heiderich </em></strong><br />
<strong><em>Professora de Economia e coordenadora do Núcleo de Estudos de Conjuntura Econômica da FECAP.</em></strong></div>
<div></div>
<div><span style="font-size: 14pt;">A pandemia que o mundo está enfrentando trouxe como consequência o colapso econômico da maior parte dos países. Sejam eles desenvolvidos, emergentes ou pobres. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A cada projeção econômica realizada para 2020, ampliam-se as perdas. A última projeção realizada, em junho, pelo Banco Mundial, indica uma contração mundial na ordem de -5,2%. No Brasil, a contração seria de 8%. Para as demais economias também são projetadas contrações, como na norte americana (-6,1%), na zona do euro (-9,1%), no Japão (-6,1%), na Rússia (-6%), na Argentina (-7,3%), com exceção da China, onde projeta-se crescimento de 1%. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O boletim focus, que realiza pesquisa junto a instituições do mercado financeiro, divulgado semanalmente pelo Banco Central, tem apresentado projeções cada vez maiores de contração para a economia brasileira. O boletim divulgado em 15/06 apresentou uma projeção de -6,51% para o PIB brasileiro, em 2020. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Afora as projeções para a atividade econômica, outros indicadores têm demostrado o efeito devastador desta pandemia. O IPCA vem por dois meses consecutivos apresentando deflação, -0,31% em abril e -0,38% em maio. Espera-se que a inflação feche 2020 a 1,60%, abaixo do piso da meta perseguida pelo Banco Central. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A última pesquisa sobre serviços aponta contração do segmento pelo terceiro mês seguido, sendo que no mês de abril a queda foi de 11,7%. O setor de comércio apresenta queda acumulada de 18,6%. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">As incertezas com relação à duração das medidas de combate à pandemia, bem como dos seus efeitos posteriores, ampliaram a volatilidade nos mercados financeiros, fazendo com que a cotação do dólar atingisse o patamar de R$ 5,90/US$, durante o mês de maio. Ao longo do mês de junho a cotação caiu abaixo de R$ 5,00/US$, num breve momento de otimismo nos mercados. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O setor automobilístico não ficou imune à pandemia. De acordo com dados da Anfavea, a queda da produção em abril, talvez o pico da crise no setor, foi de quase 100%. Em maio, é possível verificar uma retomada da atividade. </span></p>
</div>
</div>
<div><span style="font-size: 14pt;"><img decoding="async" src="https://yiyesisdigebege.i-mpr.com/7==wMjRDMygjOyJmLwF2YlZGQhNnblJHctlmOycDNwQzN3UzMzozZlBnauc3bsZ2NiJWOwAzMyYTNlZ2M4ADMwczNwE2NyQzM4kTZ5UjNGJTJ5UjNGJTJ0ETN0YkMlcDMwQTMf1SNx0yXt92YuIHct1SaGJTJGJTJBNTJwRHdopjN" width="680" data-imagetype="External" /></span></div>
<div>
<div>
<span style="font-size: 14pt;">Entretanto, quando observamos o licenciamento de veículos novos, a queda foi de -66% na comparação entre março e abril. E uma retomada modesta em maio.</span></div>
</div>
<div><span style="font-size: 14pt;"><img decoding="async" src="https://yiyesisdigebege.i-mpr.com/0==QOkNjN3cjOyJmLwF2YlZGQhNnblJHctlmOycDNwQzN3UzMzozZlBnauc3bsFjNxETM0MDM5cjMyYGN0ATYjNTNmNGMxkDMiJWZkJjMGJTJkJjMGJTJ0ETN0YkMlcDMwQTMf1SNx0yXt92YuIHct1SaGJTJGJTJBNTJwRHdopTO" width="728" data-imagetype="External" /></span></div>
<div>
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<div><span style="font-size: 14pt;">Aparentemente, o efeito da pandemia foi relativamente mais sentido na oferta do que na demanda por veículos. Isso pode ser explicado pelas medidas de contenção do coronavírus que exigiram a paralização de diversas empresas, mas ao mesmo tempo, talvez neste setor foi possível continuar o atendimento ao público consumidor por meio de atendimento on-line. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Assim como toda crise econômica, a crise gerada por conta da pandemia mundial em algum momento irá passar, convertendo-se em um período de recuperação. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Apesar de uma lenta recuperação, espera-se que 2021 seja um ano melhor. O desenvolvimento da vacina contra a COVID-19 está em suas fases finais e a descoberta de medicamentos eficazes no tratamento da doença fazem com que as projeções para 2021 sejam de crescimento econômico mundial (4,2%), bem como para o Brasil (2,2%). </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Entretanto, tem-se que se levar em conta que o ambiente está cheio de incertezas, o que eleva o risco para qualquer tipo de decisão. Estamos passando por uma crise econômica jamais vista anteriormente em sua forma e extensão, bem como, a nível Brasil, vivemos uma crise política e institucional.</span></div>
</div>
</div>
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