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	<title>José Luiz Tejon Megido | FECAP</title>
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	<description>A FECAP é uma instituição brasileira de ensino superior, sem fins lucrativos, cujo campo de estudo é gestão de negócios.</description>
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	<title>José Luiz Tejon Megido | FECAP</title>
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		<title>Estratégia de comunicação na era “agribiocitizenship”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jul 2024 15:12:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por: José Luiz Tejon Megido Quatro poderosos marcos teóricos estão à disposição para alicerçar a visão disruptiva dos próximos 33 anos. No registro do primeiro deles, a obra Complexo agroindustrial: o “agribusiness” brasileiro, edição 1990, pela primeira vez tivemos a reunião explicitada por pensadores brasileiros [&#8230;]</p>
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<p><em>Por: </em><em>José Luiz Tejon Megido</em><em></em></p>



<p>Quatro poderosos marcos teóricos estão à disposição para alicerçar a visão disruptiva dos próximos 33 anos. No registro do primeiro deles, a obra <em>Complexo agroindustrial: o “agribusiness” brasileiro</em>, edição 1990, pela primeira vez tivemos a reunião explicitada por pensadores brasileiros a respeito da visão sistêmica do complexo agroindustrial originada na década de 1950, na Universidade Harvard, pelos professores John Davis e Ray Goldberg.</p>



<p>Ney Bittencourt de Araújo, à época presidente da Agroceres, inspirou a todos de forma pioneira. A partir daquele momento, Décio Zylberstayn, na FEA USP, criava o Pensa, Programa de Estudos dos Sistema Agroindustriais; em 1993, nascia a Associação Brasileira do Agronegócio (Abag). Assim, assumia-se no País a consciência da palavra “agro” como uma soma de todos os fatores do “antes, dentro e depois da porteira” das fazendas. Um conceito que nos levava do “gene ao meme (Richard Dawkins, The Selfish Gene)”.</p>



<p>Numa jornada de tempo invadindo o século 21, registram-se os outros três marcos teóricos que nos possibilitam a inferência aos próximos 33 anos. A Embrapa, celebrando 50 anos, edita um livro síntese sobre o futuro da agricultura brasileira em dez visões, com introdução assinada por Eliseu Alves e Eustáquio Vieira Filho, que destacam: “Para manter a vanguarda produtiva na agricultura e na pecuária, é necessário, além de manter o arcabouço institucional construído, responder a três grandes problemas” (Alves et al., 2019, citado por Alves &amp; Vieira Filho, 2023, p.11).</p>



<p>O primeiro é o de baixar o custo da alimentação para o povo brasileiro. O segundo é o de abrir canais de exportação e escoar o excedente da produção. O terceiro é o de incluir uma multidão de agricultores, excluída da modernização, na dinâmica produtiva agropecuária. Então, o futuro da Embrapa é lidar com esses três problemas que trazem importantes desafios. Na obra, os editores técnicos sintetizam: “Todos esses aspectos caminhando paralelamente num ambiente em que cresce o entendimento de que não é possível seguirmos num modelo de economia linear e que, portanto, é premente evoluirmos para o padrão de economia circular” (Pena Júnior &amp; Françozo, 2023, Prefácio).</p>



<p>Na mesma linha da convergência dos fatores inexoráveis que, mesmo sutis e invisíveis, atraem-se e criam consistência, em 2018 o mesmo professor Ray Goldberg cria outro marco teórico exponencial que nos arremessa ao futuro com seu livro <em>Food citizenship: food system advocates in an era of distrust</em>. Fui aluno de Ray Goldberg, em 1983, 40 anos atrás, e por intermédio do brasileiro mencionado nessa obra, Pedro de Camargo, revi o professor Ray, que enfatizava para mim: “Estamos numa era onde o sinônimo de agronegócio é saúde, vivemos um ‘health system’, saúde dos solos, água, plantas, animais, produtores, consumidores e do planeta em cada microbioma”.</p>



<p>E ao afirmar que entramos num futuro em que a construção de “cidadania” amplia consideravelmente o envoltório de somente “business”, acendemos no horizonte um farol que nos aponta para uma nova “galáxia no universo do agro”: um sistema agro, biocientífico e econômico, e com responsabilidades sociais de cidadania fortemente marcadas, ou seja, um post agribusiness: “agribiocitizenship”. Um agro biocidadania, onde vale sempre registrar as palavras de Roberto Rodrigues: “Agro é paz, alimento, é cidade e campo uma coisa só e cooperação”.</p>



<p>Ainda dentro dessas visões disruptivas de transformações e mudanças, entrevistando em 2022 o então presidente da Embrapa, Celso Moretti, perguntei a ele quais seriam os principais desafios para o novo agro do futuro. Ele respondeu: “Mudança climática, sustentabilidade, biorrevolução, digitalização, segurança alimentar e genética”. Num diálogo recente com Silvia Massruhá, nova presidente da Embrapa, da mesma forma ela enfatiza: “Vamos em prol do agro incluindo toda revolução bio”. Na mesma linha de atos concretos, Fabiana Villa Alves, diretora de cadeias produtivas e indicação geográfica do Mapa, aborda o “programa carbono + verde dentro desta revolução”, bioeconomia ao longo de todo o sistema agro, cada vez mais um agrobio.</p>



<p>Os três marcos teóricos acima nos encaminham então ao quarto, pois como o professor Goldberg registra, “food system advocates in an era of distrust”, mergulhamos numa luta pelas percepções humanas (<em>fight for perceptions</em>), em que estratégias, planejamento e negociações exigem competências e profissionalismo na governança das comunicações; precisamos de sabedoria em marketing. A obra <em>Marketing &amp; agronegócio: a nova gestão: diálogo com a sociedade</em>, de nossa coautoria com Coriolano Xavier, já apresenta a urgência no aprofundamento dos conhecimentos da administração de marketing para conquistarmos mais valor da originação do agronegócio brasileiro no mundo.</p>



<p>Como o emérito professor Marcos Cobra, o maior autor de marketing brasileiro, nos ilustra: “marketing não é ciência nem arte, é uma forma de identificar necessidades e desejos que muitas vezes o próprio consumidor desconhece, envolvendo produtos e serviços que proporcionem muita alegria, felicidade e satisfação ao cliente”.</p>



<p>Portanto, estamos agora, às portas de uma poderosa disputa midiática, em que a guerra pelas percepções humanas é travada num ambiente de grande hostilidade, de desinformação, má informação e fake news, via mídia social, como Rodrigo Mesquita, fundador da Agência Estado, já preconizava desde a década de 1990, e contemporaneamente procura o aval de mídias off-line com marcas jornalísticas consagradas para arrebatamento de confiança em função da perda de credibilidade.</p>



<p>Esta “AgriWar” é carregada de “sentidos e propósitos de vida”, desde bem-intencionados utópicos até <em>bullying </em>de competidores de cadeias produtivas, umas contra as outras, de elos dentro das próprias cadeias produtivas, uns contra os outros, e interesses político-partidários a serviço de preferências eleitoreiras, em que os conceitos de “manipulação de massas” precisam ser esclarecidos, versus comunicação como “sinônimo de educação persuasiva ascensional evolutiva”. O fato é que, como fica no registro de Ray Goldberg, estamos numa “era de desconfiança”. Portanto, carecemos de uma estratégia e de táticas profissionais de comunicação do sistema do agronegócio brasileiro com todas as sociedades consumidoras.</p>



<p>Temos um superávit de “realidades” acima das percepções. Quer dizer, temos um ótimo problema para resolver. Nossas realidades existem, são comprovadas cientificamente, e especialistas afirmam: “o Brasil tem a melhor agricultura regenerativa do mundo” e, dessa forma, temos a mais fácil de todas as equações para solucionar: um plano estratégico de comunicação dos feitos e fatos comprováveis do sistema agro brasileiro.</p>



<p>Mas jamais se atreva a comunicar sem antes saber o que os distintos “stakeholders” pensam de você, da sua empresa, ou seja, do agro brasileiro. Percepção precisa ser identificada. A partir de pesquisa metodológica para auscultar as percepções, partimos para a identificação dos emissores que não trazem ruído negativo nem ausência de empatia com os targets alvo, mas, pelo contrário, agregam valor natural pelo que representam.</p>



<p>Daí, criamos mensagens que acessam os corações objetivando chegar às mentes, escolhemos meios, as mídias, com reputação e credibilidade, e orquestramos, do verbo “orquestrar”, uma sinfonia dos distintos “instrumentos” (jamais cacofonia). A reunião dos agentes do complexo <em>agribiocitizenship</em>, com mecanismos de mensuração e feedback de cada alvo, segmento, stakeholder acessado. Procuramos salientar um “posicionamento” único no potencial mental do mercado existente envolvendo a diferença entre demanda atual e demanda futura estimulada. Quer dizer, transformar um complexo gigantesco como o agro brasileiro numa simples e grande síntese que comova e encante seres humanos de todas as nações.</p>



<p>Outros países têm articulado com muita inteligência sua comunicação: a Colômbia, com o café; Austrália, Canadá, Nova Zelândia, Estados Unidos e Itália, com a gastronomia; Chile e Peru, num posicionamento de nicho no orgânico; Uruguai, com a carne; França, com seus “nobres terroir”; Irlanda, em ataques agressivos contra a concorrência; Holanda, num grande show de marketing em agribusiness; e até a Nova Caledônia, com o melhor camarão do mundo. Temos essa riqueza carismática instalada neste país tropical único, o único com nome de árvore? O que recebeu seres humanos de todas as nações e que hoje produz alimentos para todas as nações, onde não se acreditava ser isso possível alguns anos atrás?</p>



<p>De antemão, visualiza-se que temos gigantescas oportunidades a partir do cinturão tropical do planeta Terra, como repetia o sábio Alysson Paolinelli: “A agricultura temperada já nos trouxe até aqui, doravante será a tropical”. Além das atitudes “hard” – pesquisa, empreendedorismo, cooperativismo, inovações, desenvolvimento de todas as cadeias produtivas, do A do abacate ao Z do zebu, incluindo desde o “gene até o meme” –, adicionam-se a consciência agrocidadã, o planejamento estratégico logístico, o tributário, o seguro, a irrigação, o armazenagem, a industrialização, a proteção aos agricultores na sua exposição ao risco e jurídico, sem jamais esquecer a economia circular onde o biogás do agro – desde as indústrias de insumos até os supermercados e restaurantes, passando pela agroindústria de transformação – estará ali gerando sustentabilidade, carbono neutro, impactos positivos na mudança climática e renda onde o “lixo vira luxo”.</p>



<p>Enfim, toda essa riqueza da economia agro brasileira, circular, regenerativa, consciente, precisa do lado “soft”; se ela não for comunicada, não será percebida; e sem percepção não ocorrerá valorização. E, pior, seremos vítimas da desinformação, e nossos melhores ativos não retornarão para a sociedade brasileira na velocidade com que os novos tempos exigem. E isso pode ocasionar um grande mal, quando uma síndrome de “vitimização” nos impediria de uma forte ousadia para dobrar o agro de tamanho nos próximos dez anos, com impactos vitais no PIB do País e na dignidade da vida da população.</p>



<p>Mas, sem inteligência e estratégia profissional de comunicação, 95 % do que fazemos de forma olímpica termina por perder o jogo para os 5% malfeitos, além do crime e do ilegal que não nos pertencem cujo “co brand” tenebroso precisa ser evitado e jamais associado a este novo agro dos próximos 33 anos, em que retaliações intempestivas jamais deveriam ocorrer. Bem-vindos à era da luta pelas percepções humanas, em que a comunicação está para administrar imagem e percepção assim como o oxigênio está para nossa saudável respiração. “Health system”, vamos ao futuro: “agribiocitizenship”, o pós-agronegócio.</p>



<p>O que não for percebido é como se não houvesse existido. Atuar competentemente na comunicação internacional será também a fórmula extraordinária para a autoconfiança e a autoestima de toda a nossa nação.</p>



<p><strong>O autor:</strong> <a href="https://www.linkedin.com/in/luiztejon/">José Luiz Tejon Megido&nbsp;</a>é coordenador do curso de especialização em nível de pós-graduação intitulado “Agribusiness Advanced Course”, realizado pela <a href="http://www.fecap.br/">Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</a> em parceria com a instituição francesa Audencia Business School.&nbsp;O docente é uma referência nacional em Agronegócio. Doutor em Educação pela Universidad de La Empresa/ Uruguai, Mestre em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Mackenzie, possui especialiazações em Harvard, Pace University e MIT/USA e INSEAD/França nas áreas de Agribusiness, Marketing, New Midia. Liderança e Vendas. Jornalista e Publicitário, é também autor de livros, articulista em diversos veículos de imprensa e comentarista de agronegócio na Rádio Eldorado/Estadão.</p>
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		<title>Marketing e Agronegócios: evento fala sobre agroindústria e diálogos com a sociedade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Aug 2021 20:43:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
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		<category><![CDATA[José Luiz Tejon Megido]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No próximo dia 02 de setembro, como parte da programação do Conexões Empresariais, o Agribussiness Center da FECAP promoverá a palestra sobre “Marketing e Agronegócios: Diálogo com a sociedade”.&#160;&#160; O evento será aberto ao público, totalmente gratuito, e conta com a participação do coordenador do [&#8230;]</p>
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<p>No próximo dia 02 de setembro, como parte da programação do Conexões Empresariais, o Agribussiness Center da <a href="http://www.fecap.br">FECAP </a>promoverá a palestra sobre “Marketing e Agronegócios: Diálogo com a sociedade”.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O evento será aberto ao público, totalmente gratuito, e conta com a participação do coordenador do centro de pesquisa da FECAP e porta-voz do assunto, José Luiz Tejon; de Mariana Stanisci, Diretora de Marketing para a America Latina na Nutrien; de Camila Macedo Soares, Sócia-Diretora da Biomarketing; e de Nadja Heiderich, Coordenadora Adjunta do Agribusiness Center da FECAP. </p>



<p>O objetivo é pontuar o que é agronegócio na sua versão original, de acordo com os conceitos de Harvard nos anos 50, e como é sua nova definição pela mesma escola em 2021. Serão debatidos conceitos relacionados a marketing plan e como a gestão de marketing se funde agora com o <em>design thinking</em> do novo agronegócio.&nbsp;</p>



<p><strong>Marketing e Agronegócios: Diálogo com a sociedade</strong>&nbsp;<br><strong>02/9 | 17h30</strong><br><strong>Inscreva-se <a href="https://www.fecap.br/evento/marketing-e-agronegocios-evento-fala-sobre-agroindustria-e-dialogos-com-a-sociedade/">clicando aqui</a>!</strong></p>



<p><strong>Sobre o assunto</strong>&nbsp;</p>



<p>Há uma revolução na distribuição, tanto dos alimentos, energia, fibras para o consumidor final, quanto para os produtores de inovações e tecnologias através da rede de distribuição em transformação e consolidação.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>As estratégias de comunicação integrando as novas mídias digitais ao lado das mídias clássicas e o diferencial estratégico para o agronegócio brasileiro, a construção de percepções ESG tropicais. Brand e marcas globais, porém, com diferenciais críticos de sucesso nas originações<strong> </strong>locais. Da distribuição no campo aos supermercados e varejos mundiais. A agricultura local e vertical chegando às grandes metrópoles.&nbsp;</p>



<p><strong>Sobre os palestrantes</strong>&nbsp;</p>



<p><a href="https://www.linkedin.com/in/luiztejon/">José Luiz Tejon</a>&nbsp;</p>



<p>Prof Dr. José Luiz Tejon Megido, Coordenador do Agribusiness Center FECAP e do FAM, Food Agribusiness Management, em parceria com Audencia Business School, em Nantes, França.&nbsp;</p>



<p>Membro do COSAG, Conselho Superior do Agronegócio da FIESP, e do hall da fama da Academia Brasileira de Marketing. Ex-Diretor do Estadão Agroceres, Jacto. Sócio-Diretor da Biomarketing.&nbsp;</p>



<p><a href="https://www.linkedin.com/in/mariana-stanisci/">Mariana Stanisci&nbsp;</a></p>



<p>Diretora de Marketing para a América Latina na Nutrien. Formada pela FGV e adepta do estilo life long learner. Experiência de 25 anos liderando agendas de crescimento rentável e desenvolvendo equipes em multinacionais referência de Bens de Consumo, como Reckitt Benckiser, Heineken e Luxottica.&nbsp;</p>



<p><a href="https://www.linkedin.com/in/camilamacedosoares/">Camila Macedo Soares</a>&nbsp;</p>



<p>Sócia-Diretora da Biomarketing. Palestrante e mediadora de eventos. Publicitária (ESPM). Mestra em Comportamento do Consumidor (ESPM). Pós-graduação em Administração de Empresas (FGV) e Inovação, Design e Estratégia (ESPM).&nbsp;</p>



<p><a href="https://www.linkedin.com/in/nadja-heiderich-b66b6560/">Nadja Heiderich&nbsp;</a></p>



<p>Doutora em Ciências (Economia Aplicada) na Universidade de São Paulo. Mestrado em Ciências (Economia Aplicada) pela Universidade de São Paulo (2012). Graduada em Ciências Econômicas pela FECAP (2008). Atualmente é professora no Centro Universitário FECAP. Tem experiência na área de Economia, com ênfase em Economia Aplicada, atuando principalmente nos seguintes temas: meio ambiente, modelagem matemática, logística, agroindústria.&nbsp;</p>
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		<title>Especialista traça futuro do agronegócio em 2021</title>
		<link>https://www.fecap.br/2021/02/03/especialista-traca-futuro-do-agronegocio-em-2021/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Feb 2021 17:24:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Pós-Graduação]]></category>
		<category><![CDATA[agribusiness]]></category>
		<category><![CDATA[Agribusiness & Commerce]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O primeiro trimestre apresenta boas perspectivas para o agronegócio brasileiro em 2021, segundo o professor da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) e especialista na área José Luiz Tejon Megido.  A pandemia propiciou a busca por segurança alimentar em muitas nações. Com medo do desabastecimento, ocorreu um aumento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 14pt;">O primeiro trimestre apresenta boas perspectivas para o agronegócio brasileiro em 2021, segundo o professor da <a href="http://www.fecap.br">Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</a> e especialista na área <a href="https://www.linkedin.com/in/luiztejon/">José Luiz Tejon Megido</a>. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A pandemia propiciou a busca por segurança alimentar em muitas nações. Com medo do desabastecimento, ocorreu um aumento dos estoques de segurança. Da mesma forma, com o anúncio da vacinação pelo mundo, vamos assistir em 2021 a uma ‘reinicialização’ da economia planetária.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“Quem tem matérias primas para vender encontra neste ano um ótimo campo para superar resultados econômicos e financeiros. E o Brasil tem <i>commodities</i> para vender. Enquanto o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos acaba de divulgar seu mais novo relatório de oferta e demanda de produtos agrícolas, reduzindo a estimativa de produção global de soja de 362,05 milhões para 361 milhões de toneladas, além da redução dos estoques finais de 85,64 milhões para 84,31 milhões de toneladas, aqui no Brasil teremos uma safra recorde”, explica. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">NÚMEROS DE 2020 </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Segundo dados da Secretaria de Comércio das Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, as exportações do agronegócio em 2020 tiveram ótimo desempenho, o segundo maior de toda a série histórica, atrás somente de 2018. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“Em valor, foram US$ 100,81 bilhões em 2020, contra US$ 101,7 bilhões em 2018. Em relação ao ano passado, o aumento foi de 4,1%. E obtivemos aumento pelo maior volume exportado. O complexo soja com grão, farelo e óleo foi o maior produto exportado, com US$ 35,24 bilhões e 101,04 milhões de toneladas”. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">As exportações dos grãos representaram 81,1% do valor exportado. Na proteína animal, da mesma forma, crescemos e as perspectivas continuam positivas para 2021. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“Um movimento observado por integrações de aves, suínos, ovos, tem sido a busca de contratos diretamente com agricultores de soja e milho para assegurar o produto mais importante do seu canal de suprimentos, a ração”. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Em paralelo, estamos num mundo que dever retomar o crescimento, com perspectivas da China crescer 8% neste ano, a União Europeia 5% e os Estados Unidos, maior economia do mundo, 3%. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">PROJEÇÃO PARA 2021 </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O último levantamento da safra de grãos feito pela Companhia Nacional de Abastecimento aponta que o Brasil deve colher 264,8 milhões de toneladas, um aumento de 7,9 milhões em comparação com a safra 2019/2020, quando a colheita foi 256,94 milhões de toneladas. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O maior pedaço desse bolo é o da soja, respondendo por cerca de 50% dos grãos. A área da soja cresceu 3,4% e a estimativa da safra é de 133,7 milhões de toneladas. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Outros grãos também têm destaque: arroz (10.904 milhões de toneladas), feijão (3.144 milhões de toneladas), milho (102.313 milhões de toneladas), soja (133.692 milhões de toneladas) e trigo (6.234 milhões de toneladas). </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Para 2020/21, segundo a Conab, teremos recorde de 264,8 milhões de toneladas. Com algodão em pluma, 2.651 milhões de toneladas. Nesta matéria prima, há 20 anos, o Brasil era o segundo maior importador de algodão no mundo. Hoje, somos o segundo maior exportador global.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Na proteína animal, o Ministério da Agricultura vê o crescimento do frango, leite, bovinos e da pecuária de maneira geral, saindo de R$ 290,8 bilhões em 2020, para R$ 308,5 bilhões. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“A boa notícia do início deste primeiro trimestre é que a colheita já começou no maior estado produtor, o Mato Grosso. A produção poderá chegar a 35,43 milhões de toneladas, com uma ligeira queda em função da produtividade pelas condições climáticas adversas. Porém, com um aumento de área. Dessa forma, a situação ficou positiva. Sobre a estimativa anterior da Conab, a soja teve uma redução de cerca de um milhão de toneladas. E o principal fator para isso foi a insuficiência hídrica principalmente no Rio Grande do Sul”. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A renda agrícola brasileira deve subir 10% em 2021, podendo bater o valor bruto da produção bater quase nos R$ 1 trilhão. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“O número mais específico é de R$ 959,7 bilhões. As lavouras significarão 651,2 bilhões, aumentando em 12,2% na comparação com 2020. A soja deverá trazer uma renda no VBP de 2021 de R$ 303 bilhões, 24,4% positivos sobre 2020. O milho deverá ter um crescimento de 17,7% no seu valor bruto da produção, atingindo R$ 117,1 bilhões. E outras lavouras irão crescer, como prevê o ministério da agricultura: arroz, batata, cacau, mandioca e trigo. Desta forma, de maneira geral, a conclusão é de que começamos o primeiro trimestre vindo de ótimos resultados em 2020, e caminhando para uma nova super safra no Brasil, com preços das <i>commodities</i> em alta, além de uma taxa de câmbio favorável nas exportações”. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Segundo o especialista, este é um ano positivo, com oportunidades para lavouras e setores da proteína animal como pescado, além das demais. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“Hora para investimento no valor da sua propriedade agrícola, hora de cuidar da gestão, profissionalização e sucessão. Há muitas oportunidades para a distribuição, startups e para inovação. A inflação é um grande problema a ser administrado pelos governos, mas para um país forte no agronegócio como o Brasil, tudo indica que teremos ótimos resultados neste ano e na nova safra 2021/2022”. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">FUTURO DO AGRO BRASILEIRO </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">As oportunidades existem também para todo setor de hortifruti cultura. O país pode e deve acessar mercados novos, diversificando com frutas e vegetais. Além das oportunidades de bioeconomia, os títulos verdes e o aproveitamento da lei de remuneração por serviços ambientais. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O setor deve ter atenção especial para as lavouras de culturas perenes como cana, café e açúcar. “O dólar é incerto na sua cotação futura, e nosso maior cliente, a China, poderá restabelecer novas relações com os Estados Unidos sob o governo Biden, que também deverá intensificar ao lado da Europa barreiras não tarifárias associadas a questões da sustentabilidade”. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Os produtores devem investir em tecnologia, buscando produtividade aliado a rentabilidade. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“A digitalização, e o ingresso cada vez maior na agricultura de baixo carbono, onde somos os melhores do mundo, assegura acesso aos mercados doravante que serão cada vez mais regidos por um conceito de saúde”. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Com um planejamento estratégico das suas cadeias produtivas, o Brasil tem condições de dobrar o agro de tamanho até 2030, desde o a do ‘abacate’ ao z do ‘zebu’. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“O Brasil precisa, a economia precisa, o PIB do país precisa e toda a população brasileira precisa. Significará empreendedorismo e cooperativismo no antes, dentro e pós porteira das fazendas”. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O agronegócio significa cerca de 25% do total do PIB brasileiro e tem potencial para chegar a receitas de U$$ 1 trilhão de dólares nos próximos dez anos.  </span></p>
<p><strong><span style="font-size: 14pt;">PÓS EM AGRIBUSINESS &amp; COMMERCE </span></strong></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">E é buscando contribuir para formar profissionais de ponta que possam atuar nesse mercado que a FECAP está lançando o curso de pós-graduação EAD em Agribusiness &amp; Commerce.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O curso é voltado para empreendedores, profissionais que já atuem ou não em algum segmento do agronegócio, alunos formados em diversas áreas acadêmicas, objetivando canalizar seu foco empresarial e carreiras dentro do universo do agronegócio, com ênfase nas políticas e práticas do comércio de alimentos, fibras, rações, agroenergia, e o biocomércio. Outro diferencial é também a ênfase nos fundamentos do comércio que envolvem o agronegócio.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O currículo do curso é preparado com as competências necessárias para ser um gestor em organizações do complexo do agronegócio, no antes, dentro ou pós porteira das fazendas; da mesma forma no cooperativismo, associativismo, ONGs, mídia, nas funções públicas e/ou privadas, em organizações da sociedade civil, com valor agregado de práticas de comércio para aplicação em iniciativas próprias empreendedoras e/ou desenvolvimento de suas carreiras. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Os cursos de pós-graduação da FECAP permitem aperfeiçoamento profissional e desenvolvimento pessoal, capacitando o aluno para atuar com integridade e competência em uma área específica no mercado de trabalho.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">As matrizes curriculares dos cursos de pós-graduação da FECAP são estruturadas visando despertar uma veia empreendedora em cada um dos seus alunos, partindo-se de conteúdos relevantes, práticos e contemporâneos.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A infraestrutura da FECAP atende a todas as necessidades do discente durante o curso, com laboratório de informática de alta tecnologia, salas de aula equipadas e uma biblioteca com acervo de mais de 60 mil exemplares.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Além disso, o nosso corpo docente é formado por professores titulados, em sua maioria doutores, mas que também têm uma vasta experiência de mercado.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><strong>Serviço</strong>  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O curso é online, com aulas às sextas (19h às 22h40) e sábados (9h às 12h40), via Zoom.  </span></p>
<p><a href="https://www.fecap.br/pos-graduacao/agribusiness-e-commerce/"><span style="font-size: 14pt;">Saiba mais e inscreva-se.</span></a></p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2021/02/03/especialista-traca-futuro-do-agronegocio-em-2021/">Especialista traça futuro do agronegócio em 2021</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
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		<title>FECAP lança pós online em Agribusiness &#038; Commerce</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Dec 2020 17:24:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pós-Graduação]]></category>
		<category><![CDATA[Agribusiness & Commerce]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[José Luiz Tejon Megido]]></category>
		<category><![CDATA[pós graduação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O agronegócio significa cerca de 25% do total do PIB brasileiro e tem potencial para chegar a receitas de U$$ 1 trilhão de dólares nos próximos dez anos, segundo o professor da FECAP e especialista na área José Luiz Tejon Megido.  E é buscando contribuir para formar profissionais de ponta que possam [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 14pt;">O agronegócio significa cerca de 25% do total do PIB brasileiro e tem potencial para chegar a receitas de U$$ 1 trilhão de dólares nos próximos dez anos, segundo o professor da FECAP e especialista na área <a href="https://www.linkedin.com/in/luiztejon/">José Luiz Tejon Megido</a>. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">E é buscando contribuir para formar profissionais de ponta que possam atuar nesse mercado que a FECAP está lançando o curso de <a href="https://www.fecap.br/pos-graduacao/agribusiness-e-commerce/">pós-graduação EAD em Agribusiness &amp; Commerce</a>. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>CURSO DA FECAP</b> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O curso é voltado para empreendedores, profissionais que já atuem ou não em algum segmento do agronegócio, alunos formados em diversas áreas acadêmicas, objetivando canalizar seu foco empresarial e carreiras dentro do universo do agronegócio, com ênfase nas políticas e práticas do comércio de alimentos, fibras, rações, agroenergia, e o biocomércio. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O currículo do curso é preparado com as competências necessárias para ser um gestor em organizações do complexo do agronegócio, no antes, dentro ou pós porteira das fazendas; da mesma forma no cooperativismo, associativismo, ONGs, mídia, nas funções públicas e/ou privadas, em organizações da sociedade civil, com valor agregado de práticas de comércio para aplicação em iniciativas próprias empreendedoras e/ou desenvolvimento de suas carreiras.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><strong>DIFERENCIAIS</strong> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Os cursos de pós-graduação da FECAP permitem aperfeiçoamento profissional e desenvolvimento pessoal, capacitando o aluno para atuar com integridade e competência em uma área específica no mercado de trabalho. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">As matrizes curriculares dos cursos de pós-graduação da FECAP são estruturadas visando despertar uma veia empreendedora em cada um dos seus alunos, partindo-se de conteúdos relevantes, práticos e contemporâneos. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A infraestrutura da FECAP atende a todas as necessidades do discente durante o curso, com laboratório de informática de alta tecnologia, salas de aula equipadas e uma biblioteca com acervo de mais de 60 mil exemplares. </span></p>
<p aria-level="1"><span style="font-size: 14pt;">Além disso, o nosso corpo docente é formado por professores titulados, em sua maioria doutores, mas que também têm uma vasta experiência de mercado. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>Serviço</b> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O curso é online, com aulas às sextas (19h às 22h40) e sábados (9h às 12h40), via Zoom. </span></p>
<p><a href="https://www.fecap.br/pos-graduacao/agribusiness-e-commerce/"><span style="font-size: 14pt;">Saiba mais e inscreva-se!</span></a></p>
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		<title>&#8220;Apesar do coronavírus, agronegócio segue firme&#8221;, diz especialista</title>
		<link>https://www.fecap.br/2020/04/17/apesar-do-coronavirus-agronegocio-segue-firme-diz-especialista-duplicate-1/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rafael Cerqueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2020 10:20:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[José Luiz Tejon Megido]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O agronegócio é o setor menos afetado pelo coronavírus. Representando 25% do PIB brasileiro, apesar do cenário instalado pela pandemia, o horizonte é positivo, com a manutenção da produção e mais vantagens para exportadores do que para aqueles que comercializam no mercado interno. A opinião [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O agronegócio é o setor menos afetado pelo coronavírus. Representando 25% do PIB brasileiro, apesar do cenário instalado pela pandemia, o horizonte é positivo, com a manutenção da produção e mais vantagens para exportadores do que para aqueles que comercializam no mercado interno. A opinião é do professor da FECAP e especialista na área José Luiz Tejon Megido.</p>
<p>Segundo Tejon, o campo não para, mas o setor assistirá em 2020 a uma diminuição dos negócios no &#8220;pós-porteira&#8221; das fazendas. &#8220;Estamos colhendo a maior safra de grãos da história. Somos os maiores produtores do mundo de laranja e inicia agora a colheita do café. Temos também a cana de açúcar. O campo, ‘o antes da porteira’, seguirá firme em sua produção&#8221;.</p>
<p>Para o especialista, a batalha do produtor agro de mercado interno é contra a guerra de desinformações e bloqueio de fluxos e estradas pelas cidades do Brasil. &#8220;O agronegócio é essencial, devendo manter todos os fornecedores atuando. Da mesma forma as cooperativas, que reúnem mais de um milhão de famílias produtoras e respondem por cerca da metade de toda a produção agropecuária&#8221;, opina.</p>
<p>Outro ponto a ser destacado é que a queda do preço do petróleo afeta a velocidade da adoção dos biocombustíveis, o que pode prejudicar produtos como o biodiesel e o etanol brasileiros. No entanto, o professor visualiza crescimento do cooperativismo e investimentos apoiando o empreendedorismo de produtores rurais, principalmente nos países em desenvolvimento e mais pobres.</p>
<p>&#8220;Vamos ver um fortalecimento da ciência e tecnologia, do antes da porteira, com suporte e apoio aos micros e pequenos produtores mundiais. A retomada do pós-porteira deve ocorrer em 2021&#8221;, opina.</p>
<p>Com a paralisação de indústrias chinesas e indianas, o Brasil pode sofrer problemas de acesso a insumos, visto que temos dependências de produtos químicos e fertilizantes para as lavouras.</p>
<p>Por outro lado, como o coronavírus nasceu em um mercado de alimentos com condições sanitárias ruins, o Brasil sai na frente por possuir rigorosos controles sanitários. Se provarmos isso ao mundo, o País pode aumentar o acesso à nossa produção.</p>
<p>&#8220;Da mesma forma, poderemos vender tecnologia, pois somos o único país no planeta que domina o conhecimento da produção de alimentos no cinturão tropical do globo. São grandes as oportunidades. O agroexportador tem ótimas perspectivas e precisa manter a cadeia estruturada funcionando, com os caminhoneiros trabalhando e os portos funcionando&#8221;, finaliza.</p>
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		<title>&#8220;Apesar do coronavírus, agronegócio segue firme&#8221;, diz especialista</title>
		<link>https://www.fecap.br/2020/04/07/apesar-do-coronavirus-agronegocio-segue-firme-diz-especialista/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2020 20:14:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[José Luiz Tejon Megido]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O agronegócio é o setor menos afetado pelo coronavírus. Representando 25% do PIB brasileiro, apesar do cenário instalado pela pandemia, o horizonte é positivo, com a manutenção da produção e mais vantagens para exportadores do que para aqueles que comercializam no mercado interno. A opinião [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2020/04/07/apesar-do-coronavirus-agronegocio-segue-firme-diz-especialista/">&#8220;Apesar do coronavírus, agronegócio segue firme&#8221;, diz especialista</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O agronegócio é o setor menos afetado pelo coronavírus. Representando 25% do PIB brasileiro, apesar do cenário instalado pela pandemia, o horizonte é positivo, com a manutenção da produção e mais vantagens para exportadores do que para aqueles que comercializam no mercado interno. A opinião é do professor da FECAP e especialista na área José Luiz Tejon Megido.</p>
<p>Segundo Tejon, o campo não para, mas o setor assistirá em 2020 a uma diminuição dos negócios no &#8220;pós-porteira&#8221; das fazendas. &#8220;Estamos colhendo a maior safra de grãos da história. Somos os maiores produtores do mundo de laranja e inicia agora a colheita do café. Temos também a cana de açúcar. O campo, ‘o antes da porteira’, seguirá firme em sua produção&#8221;.</p>
<p>Para o especialista, a batalha do produtor agro de mercado interno é contra a guerra de desinformações e bloqueio de fluxos e estradas pelas cidades do Brasil. &#8220;O agronegócio é essencial, devendo manter todos os fornecedores atuando. Da mesma forma as cooperativas, que reúnem mais de um milhão de famílias produtoras e respondem por cerca da metade de toda a produção agropecuária&#8221;, opina.</p>
<p>Outro ponto a ser destacado é que a queda do preço do petróleo afeta a velocidade da adoção dos biocombustíveis, o que pode prejudicar produtos como o biodiesel e o etanol brasileiros. No entanto, o professor visualiza crescimento do cooperativismo e investimentos apoiando o empreendedorismo de produtores rurais, principalmente nos países em desenvolvimento e mais pobres.</p>
<p>&#8220;Vamos ver um fortalecimento da ciência e tecnologia, do antes da porteira, com suporte e apoio aos micros e pequenos produtores mundiais. A retomada do pós-porteira deve ocorrer em 2021&#8221;, opina.</p>
<p>Com a paralisação de indústrias chinesas e indianas, o Brasil pode sofrer problemas de acesso a insumos, visto que temos dependências de produtos químicos e fertilizantes para as lavouras.</p>
<p>Por outro lado, como o coronavírus nasceu em um mercado de alimentos com condições sanitárias ruins, o Brasil sai na frente por possuir rigorosos controles sanitários. Se provarmos isso ao mundo, o País pode aumentar o acesso à nossa produção.</p>
<p>&#8220;Da mesma forma, poderemos vender tecnologia, pois somos o único país no planeta que domina o conhecimento da produção de alimentos no cinturão tropical do globo. São grandes as oportunidades. O agroexportador tem ótimas perspectivas e precisa manter a cadeia estruturada funcionando, com os caminhoneiros trabalhando e os portos funcionando&#8221;, finaliza.</p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2020/04/07/apesar-do-coronavirus-agronegocio-segue-firme-diz-especialista/">&#8220;Apesar do coronavírus, agronegócio segue firme&#8221;, diz especialista</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
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		<title>Agronegócio é pilar para reconstruir economia brasileira pós-coronavírus</title>
		<link>https://www.fecap.br/2020/04/06/agronegocio-e-pilar-para-reconstruir-economia-brasileira-pos-coronavirus/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2020 15:44:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[José Luiz Tejon Megido]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O coronavírus deve afetar todos os setores da Economia, mas, dentre todos, um tem vantagem e deve sair ileso da crise: o agronegócio. A afirmação é do professor da FECAP e especialista na área José Luiz Tejon Megido. Segundo Tejon, o macrossetor do agribusiness movimenta [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O coronavírus deve afetar todos os setores da Economia, mas, dentre todos, um tem vantagem e deve sair ileso da crise: o agronegócio. A afirmação é do professor da FECAP e especialista na área José Luiz Tejon Megido.</p>
<p>Segundo Tejon, o macrossetor do agribusiness movimenta cerca de U$$ 20 trilhões no mercado global, incluindo toda a cadeia produtiva do &#8220;antes, dentro e pós-porteira&#8221; das fazendas. E, com os preços altos das commodities e do dólar, são ótimas as perspectivas para o Brasil.</p>
<p>&#8220;O agro significa cerca de 25% do total do PIB brasileiro, com uma expressão gigantesca na economia do País e também no potencial de capilaridade e distribuição de renda por todo o interior&#8221;, diz.</p>
<p>Para o especialista, o ponto positivo que faz o Brasil sair na frente é o fato de sermos autossuficientes em muitas cadeias produtivas e fornecedores de produtos que já estão com preços elevados internacionalmente, como soja, milho, proteína animal, café, açúcar, papel e celulose e citrus.</p>
<p>Tejon vê ainda potencial de expansão considerável em muitas outras vertentes do setor. &#8220;Somos o terceiro maior produtor mundial de frutas e exportamos apenas cerca de 3% do que produzimos. Ou seja, com foco, planejamento e plano de negócios, temos no agronegócio a grande oportunidade de reiniciar o País, alavancando nossa economia nos próximos três anos com fundamentos sólidos e realistas&#8221;, prevê o professor.</p>
<p>Ele acredita ainda que é possível dobrar o agronegócio brasileiro de tamanho, visando a receitas de U$$ 1 trilhão de dólares nos próximos cinco anos. &#8220;É possível e temos inteligência e condições de fazer. Esta crise pode ser o chacoalhão que nos levará a isso. E neste cenário, o cooperativismo terá papel fundamental em todo o País e nas relações da intercooperação no mundo todo&#8221;, comenta.</p>
<p>Em síntese, a liderança é o insumo mais vital para minimizar o tamanho da crise no agronegócio. &#8220;Conforme estudos internacionais, o setor é o que sofrerá os menores impactos comparados a todos os demais setores econômicos e industriais no mundo&#8221;, finaliza.</p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2020/04/06/agronegocio-e-pilar-para-reconstruir-economia-brasileira-pos-coronavirus/">Agronegócio é pilar para reconstruir economia brasileira pós-coronavírus</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
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		<item>
		<title>FECAP oferece formação para gestores e diretores de vendas</title>
		<link>https://www.fecap.br/2020/03/06/fecap-oferece-formacao-para-gestores-e-diretores-de-vendas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2020 19:14:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[curso extensão]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[José Luiz Tejon Megido]]></category>
		<category><![CDATA[Sales Business Administration]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um mercado cada vez mais competitivo, no qual o consumidor tem diversas opções de compra, tanto físicas quanto on-line, o profissional de vendas tem que suar a camisa para se destacar e alcançar suas metas. E para isso, uma boa formação pode ser o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em um mercado cada vez mais competitivo, no qual o consumidor tem diversas opções de compra, tanto físicas quanto on-line, o profissional de vendas tem que suar a camisa para se destacar e alcançar suas metas. E para isso, uma boa formação pode ser o diferencial.</p>
<p>A FECAP está com inscrições abertas para o curso de extensão “Sales Business Administration”, voltado ao aperfeiçoamento de profissionais de vendas que estão em posição de gerência ou diretoria.</p>
<p>Dentre os temas abordados, estão planejamento e gestão estratégica, segmentação de clientes, prospecções, quanti e qualificação das segmentações da força de vendas, etc.</p>
<p>O curso acontecerá de 02 de abril a 03 de outubro de 2020, com carga horária total de 180 horas. A<a href="https://www.fecap.br/curta-duracao/sales-business-administration/">s inscrições devem ser feitas até o próximo dia 03 de abril, pelo site</a>. O investimento é de R$ 9.800,00.</p>
<p>As aulas acontecerão sempre às quintas, sextas e sábado do início de cada mês: 02, 03 e 04 de abril; 07, 08 e 09 de maio; 04, 05 e 06 de junho; 05, 06 e 07 de agosto, 03, 04 e 05 de setembro e 01, 02 e 03 de outubro. O curso é coordenado pelo Prof. Dr. José Luiz Tejon Megido.</p>
<p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO</p>
<p>– Missão, visão e o papel do dirigente de Vendas.<br />
– Planejamento Estratégico de Vendas.<br />
– Gestão de pessoas em vendas.<br />
– Uso de tecnologia com sistemas ERP em Vendas.<br />
– Gestão das Operações de Vendas.<br />
– Cases de Sucesso em Vendas.</p>
<p>O PROFESSOR</p>
<p>José Luiz Tejon Megido é jornalista, publicitário, mestre em Educação e Cultura. Autor e coautor de 35 livros, é formado em várias universidades de renome mundial, como Harvard, MIT e Insead. Doutor em Educação pela Universidad de la Empresa, Uruguai.</p>
<p>Foi diretor da OESP Mídia, do grupo O Estado de São Paulo, onde dirigiu uma das operações comerciais considerada como mais desafiadora no mundo inteiro, listas telefônicas e páginas amarelas. Hoje é considerado um dos melhores mestres na área de vendas do país.</p>
<p>Coordenador Acadêmico do Programa de Mestrado em Gestão de Alimentos e Agronegócios da Audencia Business School, Nantes, França. Professor In Company da Fundação Getúlio Vargas, FIA USP, ESPM e Insper. Eleito como uma das 100 personalidades do agronegócio pela Revista Isto É Dinheiro. Palestrante no Prêmio Olmix: melhor orador principal (Paris). Foi agraciado com o Prêmio Top of Mind pelo Jornal O Estado de S. Paulo. É colunista da Rádio Jovem Pan.</p>
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