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	<title>empresa | FECAP</title>
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	<description>A FECAP é uma instituição brasileira de ensino superior, sem fins lucrativos, cujo campo de estudo é gestão de negócios.</description>
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	<title>empresa | FECAP</title>
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		<title>Artigo: Quanto vale uma empresa?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Aug 2021 18:28:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Pós-Graduação]]></category>
		<category><![CDATA[Elubian Sanchez]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Autoria: Elubian Sanchez, coordenadora dos programas de Pós-graduação da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)&#160; Quanto vale uma empresa? O Enjoei, blog especializado em venda de roupas usadas, começou em 2009 com investimento de apenas R$ 200. Hoje, é um marketplace avaliado em R$ [&#8230;]</p>
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<p><strong>Autoria:</strong> <em><a href="https://www.linkedin.com/in/elubiansanchez/">Elubian Sanchez</a>, coordenadora dos programas de Pós-graduação da </em><a href="http://www.fecap.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</em></a>&nbsp;</p>



<p>Quanto vale uma empresa? O Enjoei, <em>blog</em> especializado em venda de roupas usadas, começou em 2009 com investimento de apenas R$ 200. Hoje, é um <em>marketplace</em> avaliado em R$ 2 bilhões. O que isso significa?&nbsp;</p>



<p>Será que os sócios estão ou poderiam anunciar por esse valor? Será que venderiam, ou seja, teria comprador? Um exemplo da complexidade da valoração de uma empresa está na compreensão do seu negócio e em suas finanças.&nbsp;</p>



<p>Tem-se a visão de que a empresa que começou como um <em>blog</em> está avaliada em R$ 2 bilhões. Com a abertura de capital na Bolsa de Valores, somando o valor da ação vezes a quantidade de ações, chega-se à estimativa de R$ 2 bilhões, sendo esse um valor aproximado da valoração da empresa.&nbsp;</p>



<p><strong>VALOR DE MERCADO = QUANTIDADE DE AÇÕES X VALOR DA AÇÃO</strong>&nbsp;<br><strong>Cálculo hipotético com o valor da ação a R$ 6,90</strong>&nbsp;<br><strong>R$ 2.000.000.000,00 = R$ 6,90 x 289.855.073 ações (haja ação!)</strong>&nbsp;</p>



<p>Mas essa riqueza é transferida geralmente entre os proprietários das ações, que apenas uma parte está com os sócios, e sua liquidez depende da venda ou transformação do lucro da empresa em dividendos.&nbsp;</p>



<p>Mas, se buscarmos no Balanço Patrimonial o valor inicial investido (capital social), poderia ter a origem registrada por R$ 200, que gerou um ativo intangível do valor pago pelo domínio do <em>blog</em> na internet, consumido integralmente após um ano de uso.&nbsp;</p>



<p><strong>CAPITAL SOCIAL = VALOR INVESTIDO PELOS ACIONISTAS</strong>&nbsp;<br><strong>ATIVO INTANGÍVEL DO DOMÍNIO = DIREITO DE USO POR UM PERÍODO COM EXPECTATIVA DE GERAÇÃO DE FLUXO DE CAIXA FUTURO</strong>&nbsp;</p>



<p>Em apenas um trimestre, a receita da empresa foi de R$ 24 milhões (advinda de 13% de comissão e uma taxa por transação), com perspectiva de aumento, por conta da quantidade de novos vendedores buscando a plataforma de <em>e-commerce</em> e aumento considerável na quantidade de produtos ofertáveis.&nbsp;</p>



<p><strong>RECEITA LÍQUIDA = VALOR DAS VENDAS E SERVIÇOS MENOS IMPOSTOS DIRETOS DA OPERAÇÃO, CANCELAMENTOS E DESCONTOS</strong>&nbsp;</p>



<p>Muito da valoração empresarial considera principalmente o “faturamento”, que é sinônimo das receitas. Há uma praxe de vender empresas por uma quantidade entre 4 e 10 vezes o faturamento atual.&nbsp;</p>



<p>É usual a prática do uso do faturamento na valoração de empresas menores, visto que a receita é um item de fácil verificação (por meio das notas fiscais, dos recebimentos no banco ou inventário dos contratos), e a quantidade de vezes sobre o faturamento variará com o potencial de retenção da receita pelos novos compradores.&nbsp;</p>



<p><strong>SIMPLIFICAÇÃO DO VALOR DA EMPRESA = FATURAMENTO ATUAL X MESES DE RETENÇÃO</strong>&nbsp;</p>



<p>Se você vende sua empresa ou oferecem para comprá-la com base no faturamento, é porque ela não possui outro ativo ou diferencial suficiente para pagar algo a mais por ela e que a sua gestão e operacionalização não são reconhecidas como um ativo a ser mantido.&nbsp;</p>



<p><strong>GOODWILL = DIFERENÇA DO VALOR PAGO A MAIOR APÓS REALIZAR A ALOCAÇÃO ENTRE ATIVOS E PASSIVOS ADQUIRIDOS</strong>&nbsp;</p>



<p>A geração do Goodwill é o que segrega empresas comuns dos unicórnios, que são as empresas que têm uma operacionalização diferente do atual, com potencial para crescimentos em outros ambientes (escalável).&nbsp;</p>



<p><strong>A especialista</strong>&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Elubian Sanchez é consultora em desenvolvimento profissional, inovação e estratégia. Pesquisadora em Avaliação e Erros e especialista em Desenvolvimento do Ensino e Aprendizagem. Doutora em Controladoria e Contabilidade da FEA/USP, e é mestra nesse mesmo programa. É professora e coordenadora na FECAP. Em sua experiência profissional de 24 anos transitou entre as áreas Contábil e de Educação.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Foi sócia por 15 anos de escritório contábil, sendo responsável pelas áreas Fiscal e Contratos, além de ações na área Contábil. Foi especialista em Ensino e Aprendizagem, mentora de currículo e carreira, além de analista de dados e das avaliações internas de IES (baseadas em objetivos de aprendizagem), dando suporte aos professores e às coordenações da Graduação, Pós-Graduação Lato Sensu e Stricto Sensu no processo de Gestão pela Aprendizagem, muito utilizados em certificações internacionais (AACSB, AMBA e EQUIS).&nbsp;</p>
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		<title>Empresas omnichannel: especialista aponta dicas para não errar na estratégia do seu negócio</title>
		<link>https://www.fecap.br/2021/05/07/empresas-omnichannel-especialista-aponta-dicas-para-nao-errar-na-estrategia-do-seu-negocio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 May 2021 13:53:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[omnichannel]]></category>
		<category><![CDATA[Roberto falcao]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cada vez mais as empresas, dos mais variados tipos e portes, aderem ao omnichannel, uma estratégia de vendas, marketing e atendimento integrada. Para o coordenador do curso de MBA em Gestão de Negócios da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado &#8211; FECAP, Roberto Falcão, a pandemia forçou mais empresas a aderirem ao omnichannel, além de levar os [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 14pt;">Cada vez mais as empresas, dos mais variados tipos e portes, aderem ao <i>o</i><i>mnichan</i><i>n</i><i>el</i>, uma estratégia de vendas, marketing e atendimento integrada.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Para o coordenador do curso de <a href="https://www.fecap.br/pos-graduacao/mba-em-gestao-de-negocios/">MBA em Gestão de Negócios</a> da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado &#8211; <a href="http://www.fecap.br/">FECAP</a>, Roberto Falcão, a pandemia forçou mais empresas a aderirem ao <i>o</i><i>mnichannel</i>, além de levar os consumidores a valorizarem e reconhecerem cada vez mais as facilidades que ele traz. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Imagine uma empresa de telefonia. Você é assinante e tem um problema que precisa ser resolvido pela operadora. Entra em contato, mas só tem decepções: os atendentes e setores não conversam entre si, você recebe dezenas de protocolos, precisa enviar e-mails, enfrenta processos burocráticos&#8230; esse é um exemplo de organização que não pratica o <i>o</i><i>mnichannel</i>. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Qual seria a conduta ideal da empresa? A partir do primeiro contato do cliente, a solução para o problema do consumidor deveria ser tratada de forma conjunta e única, não importa se a reclamação foi feita pelo site, pelas redes sociais, pelo WhatsApp ou pelo aplicativo da empresa. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O <i>o</i><i>mnichannel</i> é uma realidade e deve se solidificar nos próximos anos. Com a pandemia de Covid-19, esse movimento foi acelerado: o isolamento social e a necessidade de consumo por meios digitais foram fundamentais para que as empresas adotassem sistemas e medidas para interligar seus serviços e atendimento ao cliente. Mesmo as organizações que já estavam em processo de digitalização e ajuste dos seus modelos de negócio precisaram se adaptar. Atendimento, estoque disponível na loja física, SAC, tudo está cada vez mais interligado. Engana-se quem acredita que isso apenas melhora a experiência do usuário. Essa é certamente uma consequência muito importante, mas as organizações também ganham em eficiência e inteligência, aproximando-se do conceito de empresa enxuta (ou <i>lean</i>, em inglês).  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“À medida que o consumidor experimenta a experiência, é muito difícil ele não gostar, porque o <i>o</i><i>mnichannel</i> pressupõe uma variedade de canais de contato, distribuição, acesso à informação, e todos estão devidamente interligados. O site está interligado à loja física, que conversa com o blogue e as redes sociais, com os anúncios na televisão, etc. Todas as plataformas estão alinhadas e facilitadas.” </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>AGRADA JOVENS E VELHOS</b> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">As gerações mais jovens costumam ser mais abertas à inovação e ao uso de tecnologia, internet e redes sociais. Contudo, as gerações mais antigas também aderem facilmente a muitas inovações. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“A internet traz capilaridade e vem moldando e permitindo a ampliação da base de todas as empresas, oferecendo acesso a mais mercados. As gerações mais antigas, quando percebem que essas inovações geram confiança, praticidade, rapidez, acabam também adotando os novos mecanismos”. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>DIGITALIZAÇÃO É INEVITÁVEL</b> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Com as mudanças no contexto da nossa sociedade e no consumo, torna-se cada vez mais difícil não estar presente no mundo digital. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">&#8220;O mundo virou <i>mobile</i>, tudo está na internet. Nenhum consumidor lê um manual de instruções, ele vai ao Youtube e busca um vídeo tutorial sobre o produto”. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Contudo, “estar por estar” na internet não é uma boa estratégia. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">&#8220;É preciso ter conteúdo relevante para o seu público, nas plataformas relevantes para o seu púbico. Oferecer catálogos, mostrar conteúdo, assuntos interessantes nas redes sociais da empresa, tirar dúvidas dos clientes, e de forma humanizada e desmistificada. Para isso, vale usar um site, blogue ou aplicativos de mensagens instantâneas, como o Telegram ou o WhatsApp”. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>OFEREÇA UMA BOA EXPERIÊNCIA AO USUÁRIO</b> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">As empresas buscam despertar a fidelidade dos clientes, mas isso se torna difícil, tendo em vista a cultura do “preço baixo” que existe no Brasil. Diante de tantos concorrentes oferecendo o mesmo serviço que você por muito menos, como encantar o cliente? Criando uma experiência memorável para o usuário! </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“A experiência do usuário significa um conjunto de sensações e emoções ao longo da jornada do consumidor, e não necessariamente começa apenas quando ele pisa na loja. A jornada, muitas vezes, começa quando uma pessoa baixa o aplicativo ou quando navega nas redes sociais da empresa. Se o app for ruim, estraga o início da experiência. Se o app for bom, mas as redes sociais ruins, também vai prejudicar o encantamento. Tudo deve conversar, estar alinhado em termos de tom de voz, posicionamento, etc.” </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Mas é preciso ficar alerta e priorizar o canal mais usado pelo seu cliente. Não tente inovar, abrindo novos canais apenas por abrir, como se cada canal fosse uma franquia da empresa, cada uma com um gerente diferente, com bancos de dados e precificação diferentes. Se a empresa não der conta de todos os canais, será pior a experiencia do cliente. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>BRANDING: ENTREGUE E CUMPRA O QUE VENDE</b> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O <i>branding</i>, ou construção de marca, é ainda mais importante agora, mas deve ser feito no dia a dia. É um investimento a longo prazo, que fará toda a diferença. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O <i>branding</i> também passa por criar associações positivas com seu produto e sua marca. O som “tudum” da Netflix faz instantaneamente o nosso cérebro criar uma série de associações relacionadas à empresa. Aqui, cabem sons, imagens, ações.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“<i>Branding</i> não se limita à construção de um nome simpático ou um desenho bonito. Tem a ver com identidade, com valores. Ele deve estar relacionado à ideia de construir relacionamentos de médio e longo prazo com públicos relevantes e estratégicos, sejam clientes, fornecedores ou a sociedade no geral. Relacionamento não é só mandar e-mail de feliz aniversário uma vez por ano para o cliente. Esse relacionamento pode ser construído por recomendações de produtos, de conteúdo relevante para seu público-alvo ou na oferta de benefícios específicos e direcionados a clientes individualmente”. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Além disso, é importante que a empresa pratique o que prega. Não adianta vender uma imagem de inclusão, diversidade, modernidade e ter processos engessados e nenhuma representatividade de fato entre os seus empresários: LGTBs e negros contratados, por exemplo. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Outro aspecto que pode encantar os clientes é o marketing societal. Uma empresa pode oferecer uma experiência incrível, mas se ela adotar posicionamentos e atitudes que ajudem a comunidade ou apoiem uma causa, certamente vai contar muito mais pontos. Criar impacto positivo tem-se mostrado cada vez mais efetivo na conquista do afeto e preferência da sociedade. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Mas esse aspecto social deve vir depois que a empresa, de fato, tenha criado propósito. Não adianta um supermercado “adotar” uma praça do bairro de um dia para o outro, se antes disso ele não se adequar a boas práticas ambientais, por exemplo. O propósito deve ser genuíno, não apenas um apanhado de palavras fixadas em uma parede da empresa. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>INVESTIR EM TECNOLOGIA COM SABEDORIA</b> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Investir em tecnologia é um dos atuais desafios das organizações &#8211; seja na estruturação do <i>omnichannel</i><i> </i>ou qualquer outra iniciativa. E as empresas precisam agir com sabedoria, investindo no que realmente contribuirá para a construção de valor e de diferenciais competitivos. Para isso, é essencial conhecer o mercado e o consumidor, coletar e analisar dados de forma sistemática. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Com a tecnologia, é possível criar campanhas especificas para determinados clientes, a partir das preferências dele. Identificado um produto de interesse pelo cliente, a empresa pode sugerir outros derivados, despertando um desejo de compra que antes não existia. Nesse sentido, os sistemas de sugestão, baseados em inteligência artificial e <i>machine</i><i> </i><i>learning</i><i>, </i>têm ganho espaço e relevância em plataformas de comércio eletrônico ou de <i>streaming</i>. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“É comum as empresas se perderem na hora em que investem em tecnologia, porque a tecnologia é apaixonante. Outras querem copiar os concorrentes e acabam tomando decisões por modismo. É importante que tais investimentos sejam mais planejados, que tenham um objetivo claro. A tecnologia deve ser entendida como um meio, não um fim. Não faça porque o concorrente fez, volte para a ideia de propósito e de <i>branding</i>. Além disso, existe uma falsa noção de que tecnologia contradiz a ideia de humanização. Isso está errado; dá para fazer um canal de contato por redes ou apps que realmente tenha um funcionário de verdade respondendo aos clientes, ao invés de apenas um <i>ch</i><i>a</i><i>tbot</i>. É possível criar estruturas automatizadas e tecnológicas que tenham realmente sido desenvolvidas para maximizar a qualidade da experiência do usuário. Estruturas que forneçam um atendimento e uma interação humanizada, ainda que intermediada por tecnologia.”  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A tecnologia tem que aparecer em pontos de contato com o cliente, os pontos de interação, melhorando a relação entre pessoas e marcas ou produtos; ou nos bastidores, facilitando processo logístico, operacionais, etc. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Olhe para o mercado e para a preferência do consumidor: se o cliente gosta de ser atendido pelo WhatsApp, não crie um aplicativo, use o WhatsApp. Se ele prefere um atendimento telefônico e você conseguir gerenciar esse canal, ofereça essa possibilidade. Cada negócio deve identificar o seu momento e o seu cliente, e agir para melhorar a experiência do cliente. Trata-se de uma abordagem empática, ou seja, fazer para o cliente o que ele deseja, de modo que os relacionamentos sejam criados e mantidos. Se você consegue fazer isso de forma lucrativa, provavelmente obterá resultados muito bons e sustentáveis. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Por fim, o mercado, felizmente, tem abraçado cada vez mais o <i>o</i><i>mnichannel</i>. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“As empresas vêm acertando cada vez mais, um exemplo é grupo O Boticário, que cria o cadastro do cliente no site e gera benefícios na loja física. Isso requer reforço de tecnologia, mas também de humanidade. O Magalu talvez seja o maior exemplo de omnicanalidade: app, loja, redes, assistente virtual (a Lu), tudo interligado.” </span></p>
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		<title>Lucro presumido, real, ou Simples Nacional: qual a melhor forma de tributação para sua empresa?</title>
		<link>https://www.fecap.br/2021/02/19/lucro-presumido-real-ou-simples-nacional-qual-a-melhor-forma-de-tributacao-para-sua-empresa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Feb 2021 13:48:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Começo de ano, nunca é fácil, não é mesmo? Nesta época, as empresas têm um montão de contas a pagar, obrigações para entregar e ainda precisam avaliar e decidir em qual forma de tributação elas se encaixam melhor. O coordenador do curso de Pós graduação em Gestão Tributária da Fundação Escola de Comércio Álvares [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2021/02/19/lucro-presumido-real-ou-simples-nacional-qual-a-melhor-forma-de-tributacao-para-sua-empresa/">Lucro presumido, real, ou Simples Nacional: qual a melhor forma de tributação para sua empresa?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 14pt;">Começo de ano, nunca é fácil, não é mesmo? Nesta época, as empresas têm um montão de contas a pagar, obrigações para entregar e ainda precisam avaliar e decidir em qual forma de tributação elas se encaixam melhor.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O coordenador do curso de Pós graduação em Gestão Tributária da <a href="http://www.fecap.br">Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</a>, <a href="https://www.linkedin.com/in/mauricio-lopes-da-cunha-5630492a/">Maurício Lopes da Cunha</a>, destaca que é importante que as empresas se planejem e simulem a melhor forma de tributação para o ano.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“Para cada tipo de tributação existe uma norma legal. Não é somente faturamento, existem outros critérios como: atividade, quadro societário, operação, etc. É preciso analisar, empresa por empresa, independente do porte”, diz Cunha. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>QUAL A MELHOR OPÇÃO PARA MINHA EMPRESA?</b> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>LUCRO PRESUMIDO: </b>é a forma de tributação simplificada para determinar a presunção de lucro para a apuração do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e a base de cálculo para a apuração da Contribuição Social Sobre o Lucro (CSLL), pois é calculada sobre a receita bruta auferida no período. Forma de tributação não obrigatória. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>LUCRO REAL: </b>é a forma de tributação onde o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) incidem sobre o resultado efetivamente apurado pela Pessoa Jurídica (PJ) ou equiparada e segundo sua escrituração (feitos alguns ajustes determinados pela legislação fiscal). </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b><a href="http://www8.receita.fazenda.gov.br/simplesnacional/">SIMPLES NACIONAL</a>:</b> é a forma de recolhimento unificado de Impostos e Contribuições, ao qual incide sobre a receita bruta da atividade fim da PJ, com base em alíquotas pré-estabelecidas pela RFB (Anexos I, II, III, IV e V). </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">É realmente a forma de tributação mais “simples”, pois a quantidade de obrigações acessórias (declarações) é menor. Já as empresas de Lucro Presumido e Lucro Real tem uma série de obrigações acessórias a serem entregues mensalmente ou anualmente, tais como: DCTF, EFD – Contribuições, EFD – Fiscal, ECF, ECD, etc. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Cunha finaliza dizendo que para todas as formas de tributação, é preciso recorrer a um profissional da área contábil / tributária. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“O importante para as empresas é sempre planejar e fazer simulações para ver a opção que melhor se encaixa na sua atividade e na sua realidade do dia a dia. Mesmo que, aparentemente, o Simples Nacional seja mais simplificado, ou até mesmo, menos oneroso, nem sempre é a melhor forma de tributação. Mas, em regra geral, grande parte das empresas no país são optantes pelo Simples Nacional”, pontua o especialista. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">PÓS GRADUAÇÃO EM GESTÃO TRIBUTÁRIA </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O curso de pós-graduação em Gestão Tributária da FECAP capacita os alunos a atuarem na gestão dos tributos incidentes nas operações das empresas, bem como no planejamento, e de acordo com a legislação vigente no País. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A área de Gestão Tributária é extremamente importante para que as empresas possam pagar os tributos com segurança. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">As matrizes curriculares dos cursos de pós-graduação da FECAP são estruturadas para que os discentes despertem uma veia empreendedora e também agreguem o seu desenvolvimento pessoal e profissional. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Saiba mais sobre o curso <a href="https://www.fecap.br/pos-graduacao/gestao-tributaria-2/">clicando aqui</a>!</span></p>
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		<title>A importância de definir objetivos para sua empresa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2021 17:39:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Edson Barbero]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Autoria: Edson Barbero, professor de Estratégia e empreendedorismo e membro do Conselho Curador da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP).  Determinar objetivos está entre as atividades mais cruciais para o desenvolvimento de uma empresa e para o trabalho de um gestor, seja ele em nível estratégico, tático ou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 14pt;"><b>Autoria: </b><a href="https://www.linkedin.com/in/edsonbarbero/"><i>Edson </i><i>Bar</i><i>bero</i></a><i>, </i><i>professor de Estratégia e empreendedorismo</i><i> e membro do Conselho Curador da <a href="http://www.fecap.br">Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</a>.</i> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Determinar objetivos está entre as atividades mais cruciais para o desenvolvimento de uma empresa e para o trabalho de um gestor, seja ele em nível estratégico, tático ou operacional. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Tomemos como alegoria a passagem de <i>Lewis </i><i>Carrol</i> em Alice no País das Maravilhas, quando a protagonista pergunta ao gato para onde ela deve ir e o gato então questiona sobre qual é o objetivo da menina. Diante da ignorância de Alice frente a tal pergunta, o gato lhe diz que sem um objetivo, “qualquer caminho” lhe serviria.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A passagem da literatura universal que eu cito é ilustrativa ao dizer que pessoas precisam para trabalhar bem, com eficiência e eficácia, ter clareza de qual é o proposito a seguir e para onde vão, afinal de contas. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O fato, já comprovado cientificamente em inúmeros estudos, nos indica que os seres humanos trabalham melhor quando têm projetos e clareza de que caminho seguir. Assim, as atividades cotidianas passam a fazer sentido: “estou fazendo este trabalho para que esta determinada meta seja atingida, este objetivo alcançado”. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Neste sentido, eu aponto que a determinação de objetivos é importante como um todo na organização e se faz imprescindível para que as tarefas cotidianas tenham um propósito e possam, com isso, serem mais facilmente realizadas.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Portanto, determinar objetivos é uma das atividades mais centrais e importantes para um gestor. Empresas somente podem ser administradas quando objetivos podem ser determinados. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Em certo sentido, é possível compreender a existência de uma organização quando ela tem clareza acerca de seu propósito, seu objetivo. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Mais do que apenas objetivos de maior prazo, é importante que o gestor dê atenção aos objetivos de médio e até curto prazo, como os considerados objetivos operacionais.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">E novamente nos referenciando à literatura de Alice no país das maravilhas, quando a protagonista pergunta ao gato para onde deveria ir e este devolve o questionamento com uma nova pergunta “para onde você deseja chegar, Alice?”. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Ao não saber responder este questionamento, o gato então diz a Alice que, desta forma, qualquer caminho lhe serviria. Esta passagem da literatura nos faz repensar o quanto é imprescindível que humanos e organizações tenham clareza de propósito. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A ciência nos ensina também que seres humanos, quando têm clareza do caminho que devem seguir, quando os objetivos são claramente determinados, tem como resultado um maior engajamento em seu trabalho, a fim de seguir o percurso estipulado e atingir o objetivo que lhes é esperado.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Mais do que apenas estar fazendo uma tarefa, quando há definição dos objetivos, as pessoas tendem mais facilmente a se enxergar como desenvolvedores de projetos em busca do atingimento de algo maior. Isto dá sentido ao caminho traçado no cotidiano da organização. É por isso que a determinação de objetivos é tão importante: uma empresa que só vive o seu dia a dia sem ter clareza sobre aonde vai, não se desenvolve, não aprende, não cresce. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Destaco o papel dos objetivos no processo de aprendizagem de uma organização. Normalmente, estamos habituados a empregar o termo aprendizagem quando nos referimos às pessoas, ou seja, humanos que aprendem ao estudar, ao desenvolverem suas atividades cotidianas, etc. Mas também as organizações aprendem. Vemos que as organizações aprendem quando se alteram, se transformam e tornam-se organizações melhores do que foram no passado. Mas, para que este processo tenha realmente um ganho para a empresa, é recomendado que tais transformações passem pela determinação de objetivos e o acompanhamento do seu atingimento ou não. Refiro-me aqui, especialmente, ao emprego da metodologia denominada PDCA. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Segundo esta técnica japonesa já difundida entre muitos executivos, a melhor maneira de se administrar uma organização passa pela determinação de objetivos, implementação de práticas para o cumprimento destes objetivos e o acompanhamento cotidiano para determinar se os anseios da organização estão, de fato, sendo atingidos.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Mais importante de tudo é o processo de aprendizagem, isto é, porque será que não atingimos tais metas, quais os obstáculos, quais os aprendizados para não mais errar em um mesmo ponto? </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Somente quando temos clareza dos objetivos que desejamos atingir é que podemos compreender onde erramos, onde acertamos e onde há pontos de melhoria.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Neste sentindo, portanto, ressalto que os objetivos têm mais do que fim em si mesmo, são instrumentos concretos para desenvolvimento da organização. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Uma organização que tem clareza destes propósitos também sabe identificar quais foram os desvios ocorridos e como eventualmente alterar os objetivos ou modificar as práticas de gestão adotadas.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Para a determinação destes objetivos, em essência, os principais gestões e colaboradores da gestão devem entender dois pontos, essencialmente: primeiro, onde desejamos chegar, quais são os grandes sonhos e anseios, as grandes vocações; e em segundo lugar, quais são os limites, o que conseguimos atingir, quais são as características de mercado, o tamanho deste mercado, a projeção de vendas. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Em certo sentido, determinar objetivos significa um misto de otimismo com realismo. Não me refiro aqui a um tipo de otimismo utópico que leve a construção de objetivos inatingíveis e nem tão pouco o realismo simplista que leve a determinação de objetivos triviais, ou seja, que não dependam de um esforço para o crescimento. Portanto, os objetivos devem ser construídos em um parâmetro dentro das capacidades da organização e que ao mesmo tempo conduzam ao aprimoramento e ao crescimento, que seja de fato realizável e ao mesmo tempo desafiador.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Finalmente, mais do que apenas determinar objetivos, uma organização deve entender como gerenciar os objetivos propostos. Portanto, a gestão de uma empresa não deve ser apenas para os objetivos, mas com os objetivos. Neste sentido os objetivos são considerados instrumentos de aprendizagem. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Além da determinação de objetivos, é recomendado a construção de indicadores de desempenho. Fazendo uma metáfora médica, é como se a redução da temperatura corporal fosse o objetivo e o indicador fosse o termômetro, ou seja, mecanismo por meio do qual se realiza a medição. Um objetivo sem indicador, uma métrica que permite a mensuração, portanto, torna-se inócuo, difícil de se operacionalizar. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Na linha da discussão sobre gerenciamento de objetivos é importante dar destaque à aprendizagem. Muitas vezes, infelizmente, os objetivos são vistos como um fardo para o trabalho dos colaboradores de uma organização, que enxergam frequentemente o não atingimento de um objetivo como um mecanismo de punição, nunca como um mecanismo motivacional. Este é um ponto bastante importante: os objetivos devem servir para os indivíduos aprenderem e se sentirem estimulados ao atingimento de performances elevadas (e possíveis!) e resultados surpreendentes. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Infelizmente, os objetivos são vistos e determinados pelas organizações exclusivamente como alguma coisa que, se não for atingida, levará a repreensões, chegando até ao ponto de estimular uma demissão. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Para que tal paradigma seja quebrado, a recomendação concreta para a empresa é que ela desenvolva sessões de <i>lesson</i><i> </i><i>learning</i>, de aprendizado.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Ao fim de um certo ciclo, por exemplo, um mês, estabelece-se um controle para verificação de objetivos e uma discussão aberta, transparente, sem busca de culpados, do porquê determinado objetivo ainda não foi alcançado e quais os meios de juntos, tornarem possível o atingimento do objetivo. Esta é uma forma muito interessante de se estabelecer uma rotina de aprendizagem em volta dos objetivos propostos. A empresa, portanto, deve determinar objetivos e estabelecer rotinas de acompanhamento para alinhamento de estratégia.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A melhor coisa que uma empresa pode fazer é errar diferente a cada ciclo de planejamento, isto é, que os erros do ciclo passado não sejam os mesmos erros do presente. Erros inéditos. A melhor maneira de fazê-los? Ter clareza de onde se quer chegar, ter identificado erros do percurso, de tal maneira que estes não mais sejam cometidos. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Recomenda-se também que a determinação de objetivos seja feita em três níveis: de longo, médio e curto prazo. Muitas empresas, desafortunadamente, observam apenas o curto prazo de suas rotinas e tarefas, se aquele mês fechou as contas e o quanto cresceu em vendas de um mês para o outro. Estabelecer metas de longo prazo, visões de futuro, os grandes desenvolvimentos e os grandes caminhos que a organização deseja seguir, é bastante relevante para dar sentido ao curto prazo. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Neste sentido, recomenda-se desenvolver instrumentos como mapa estratégico por meio da metodologia do <i>Balanced</i><i> Score Card</i>, onde se determina os objetivos mais amplos de uma empresa. Segundo esta metodologia, os objetivos devem ser desdobrados em quatro dimensões principias: objetivos financeiros; objetivos de relações da empresa com o seu mercado; objetivos ligados às operações, tais como redução de custos, entre outras; e finalmente, os objetivos humanos que estão associados ao desenvolvimento das pessoas que fazem parte da empresa. Segundo este método, os objetivos não podem, portanto, ser apenas ligados às questões financeiras da empresa. Daí advém a expressão <i>Balanced</i><i>,</i> ou equilibrado, em língua portuguesa.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Este é um aprendizado importante para o gestor: desenvolver objetivos não significa apenas criar metas ligadas às questões monetárias, mas sim, estar atento e dispensar esforços para evoluir tudo aquilo que a empresa necessita para que se tenha sucesso. Em casos em que o desenvolvimento financeiro não signifique o principal objetivo da empresa, é preciso salientar que, ainda assim, ele se torna importante e factível, em virtude do desenvolvimento de relações com o mercado e operações eficientes. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Após o estabelecimento deste mapa estratégico, que tem por objetivo apresentar o caminho de forma clara para que a empresa consiga atingir seus objetivos, a instituição deve, então, estabelecer métodos ágeis de aferição dos objetivos. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A razão destes métodos ágeis é para que os objetivos não fiquem muito distantes, ao contrário, estejam presentes no cotidiano das organizações, como por exemplo, o atingimento de metas para os próximos quinze dias e acompanhamentos diários com rápidas reuniões sobre o status atual do processo de atingimento de objetivos. Tais passos, feitos com eficiência, tornam o dia a dia mais promissor e alinham eventuais desvios de rota.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Em resumo, determine objetivos com clareza, desmembre tais objetivos em dimensões além do financeiro, acompanhe de maneira próxima e diária e, notadamente, enxergue que os objetivos são instrumentos de aprendizagem para todos, inclusive o gestor, tal qual a nota de prova de uma criança, que não deve ser visto como elemento de punição, mas de entendimento de onde se deve melhorar. Faça isso com seu filho e faça isso com sua empresa. </span></p>
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