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	<title>comércio | FECAP</title>
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	<description>A FECAP é uma instituição brasileira de ensino superior, sem fins lucrativos, cujo campo de estudo é gestão de negócios.</description>
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	<title>comércio | FECAP</title>
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		<title>CECON FECAP analisa comportamento do comércio, serviços e produção industrial no estado de SP em março de 2026</title>
		<link>https://www.fecap.br/2026/05/20/cecon-fecap-analisa-comportamento-do-comercio-servicos-e-producao-industrial-no-estado-de-sp-em-marco-de-2026/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 16:15:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON)]]></category>
		<category><![CDATA[cecon fecap]]></category>
		<category><![CDATA[comércio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>COMPORTAMENTO DO COMÉRCIO VAREJISTA EM SÃO PAULO: MARÇO-2026 Em março de 2026, o volume de vendas no comércio varejista ampliado no Estado de São Paulo, medido pela Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou uma queda de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><u>COMPORTAMENTO DO COMÉRCIO VAREJISTA EM SÃO PAULO: MARÇO-2026</u></strong></p>



<p>Em março de 2026, o volume de vendas no comércio varejista ampliado no Estado de São Paulo, medido pela Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou uma queda de -0,6% em relação ao mês anterior, considerando a série livre de fatores sazonais.</p>



<p><strong>Variação anual</strong></p>



<p>Em relação ao mesmo mês do ano anterior (março de 2025), as vendas no varejo apresentaram queda de 1,3%, em contraste com a média do Brasil, que apresentou uma alta de 6,5%.</p>



<p>Dentro do setor varejista paulista, os destaques positivos ficaram para equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (+27,6%), livros, jornais revistas e papelaria (16,3%) e tecidos, vestuário e calçados (+11,5%). Por outro lado, as piores performances ficaram para atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo (-6,2%) e hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-3,8%).</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="530" height="318" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-13.png" alt="" class="wp-image-72288" style="width:838px;height:auto" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-13.png 530w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-13-300x180.png 300w" sizes="(max-width: 530px) 100vw, 530px" /></figure>



<p></p>



<p>A grande diferença nas vendas no varejo entre São Paulo e o Brasil é explicada pelas performances muito diferentes nos setores. Vale destacar, por exemplo, o resultado no atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo, com alta de 8,7% no Brasil e queda 6,2% em São Paulo, bem como o resultado no setor de veículos, motocicletas, partes e peças, com alta de 12,6% no Brasil e alta de apenas 0,3% em São Paulo.</p>



<p><strong>Variação acumulada dos últimos 12 meses</strong></p>



<p>O resultado acumulado nos últimos doze meses para o varejo foi de -3,3%.</p>



<p><strong>Variação acumulada no ano</strong></p>



<p>No acumulado de janeiro a março, o volume de vendas do comércio varejista ampliado caiu 3,4% em comparação ao mesmo período do ano anterior, ao passo que, na média do país, observou-se uma alta de 1,9%.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" width="535" height="333" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-14.png" alt="" class="wp-image-72289" style="width:824px;height:auto" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-14.png 535w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-14-300x187.png 300w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-14-255x160.png 255w" sizes="(max-width: 535px) 100vw, 535px" /></figure>



<p></p>



<p>No setor varejista paulista, os destaques positivos ficaram para os equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (+14,2%) e para os tecidos, vestuário e calçados (+9,1%). Por outro lado, as piores performances ficaram para o atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo (-10,6%), para os móveis (-10,1%) e para os veículos, motocicletas, partes e peças (-8,3%).</p>



<p>E, dentre as 27 unidades da federação (26 Estados e o Distrito Federal), o resultado negativo foi observado apenas em 3 unidades. As maiores variações ocorreram em Pernanbuco (+10,8%), em Tocantins (+9,1%), em Mato Grosso (+8,6%), no Rio Grande do Sul (-1,2%) e no Piauí (-1,6%). Assim, os dados mostram que São Paulo apresentou o pior resultado negativo.</p>



<p><strong><u>COMPORTAMENTO DA PRODUÇÃO INDUSTRIAL EM SÃO PAULO: MARÇO-2026</u></strong></p>



<p>Em março de 2026, a produção industrial no Estado de São Paulo, medida pela Pesquisa Industrial Mensal (PIM), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou queda de 0,2% ante o mês anterior, considerando a série livre de fatores sazonais.</p>



<p><strong>Variação anual</strong></p>



<p>Em relação ao mesmo mês do ano anterior (março de 2025), a produção industrial paulista subiu 2,2%. No entanto, um aumento menor do que o registrado na produção industrial nacional (+4,3%). As indústrias extrativas diminuíram 12,8%, enquanto a indústria de transformação aumentou 2,5%.</p>



<p>Na indústria de transformação, os principais resultados positivos ocorreram no setor de fabricação de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (+14,5%) e de veículos automotores, reboques e carrocerias (+13,1%).</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" width="551" height="397" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-15.png" alt="" class="wp-image-72290" style="width:819px;height:auto" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-15.png 551w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-15-300x216.png 300w" sizes="(max-width: 551px) 100vw, 551px" /></figure>



<p></p>



<p>Já as maiores quedas ocorreram nos setores de fabricação de bebidas (-8,7%) e de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-4,3%).</p>



<p><strong>Variação acumulada dos últimos 12 meses</strong></p>



<p>A produção industrial paulista diminuiu 3,0% no acumulado dos últimos 12 meses, em contraste com o crescimento de 0,4% observado no Brasil.</p>



<p><strong>Variação acumulada no ano</strong></p>



<p>No acumulado de janeiro a março, a produção industrial caiu 1,0%. O resultado das indústrias extrativas no período, por sua vez, foi de queda de 8,0%, enquanto a indústria de transformação diminuiu em 0,9%.</p>



<p>Entre os 24 setores da indústria de transformação, 5 apresentaram crescimento, 12 recuaram e 7 não tiveram dados disponíveis.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="539" height="329" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-16.png" alt="" class="wp-image-72291" style="width:826px;height:auto" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-16.png 539w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-16-300x183.png 300w" sizes="(max-width: 539px) 100vw, 539px" /></figure>



<p></p>



<p>No mesmo período, dentre os 17 estados pesquisados, os maiores resultados positivos na produção industrial foram observados em Pernambuco (+29,6%), no Espírito Santo (+22,6%) e em Mato Grosso do Sul (+10,3%). Já os maiores resultados negativos ocorreram no Ceará (-5,7%), na Bahia (-6,5%) e no Rio Grande do Norte (-19,2%).</p>



<p><strong><u>COMPORTAMENTO DOS SERVIÇOS NO ESTADO DE SÃO PAULO: MARÇO-2026</u></strong></p>



<p>Em março de 2026, o volume de serviços no Estado de São Paulo, medido pela Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou queda de 2,1% em relação ao mês anterior, na série com ajuste sazonal.</p>



<p><strong>Variação anual</strong></p>



<p>Em relação ao mesmo mês do ano anterior (março de 2025), as vendas de serviços apresentaram alta de 4,0%. Na média do Brasil, o crescimento foi de 3,0%.</p>



<p>Os destaques ficaram para os setores de serviços de informação e comunicação (+8,0%) e de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (+4,8%).</p>



<p>Já as atividades turísticas caíram 3,1% nesse período, menos do que o observado no País (-3,9%).</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="461" height="307" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-17.png" alt="" class="wp-image-72292" style="width:840px;height:auto" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-17.png 461w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-17-300x200.png 300w" sizes="(max-width: 461px) 100vw, 461px" /></figure>



<p></p>



<p><strong>Variação acumulada dos últimos 12 meses</strong></p>



<p>O resultado acumulado nos últimos doze meses, no setor de serviços no Estado de São Paulo, foi de +4,4%, e no setor das atividades turísticas, de +3,1%.</p>



<p><strong>Variação acumulada no ano</strong></p>



<p>No acumulado de janeiro a março, o volume de serviços prestados subiu 4,4%. A média do país foi de +2,3%.</p>



<p>Entre as atividades analisadas pelo IBGE, todas apresentaram crescimento.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="529" height="318" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-18.png" alt="" class="wp-image-72293" style="width:809px;height:auto" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-18.png 529w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-18-300x180.png 300w" sizes="(max-width: 529px) 100vw, 529px" /></figure>



<p></p>



<p>Dentre as 27 unidades federativas (26 estados e o Distrito Federal), o resultado negativo foi observado em 12 delas. As maiores variações positivas ocorreram no Distrito Federal (+11,2%), em Mato Grosso (+10,8%) e em Roraima (+8,8%), enquanto as maiores variações negativas ocorreram no Ceará (-4,7%), em Tocantins (-4,8%) e no Acre (-9,7%). O Estado de São Paulo ficou na quinta posição entre as maiores taxas de crescimento.</p>



<p>Já as atividades turísticas cresceram 1,6% nesse período.</p>



<p><strong><u>Expediente CECON</u></strong></p>



<p><strong>Coordenação:&nbsp;</strong>Allexandro Emmanuel Mori Coelho, Professor Doutor</p>



<p><strong>Equipe Econômica:</strong>&nbsp;professores doutores Jobson Monteiro de Souza e Rafael Barišauskas</p>



<p><strong>Termo de isenção de responsabilidade:&nbsp;</strong>este relatório foi preparado pela equipe integrante do Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), utilizando os melhores esforços dos responsáveis. As informações foram obtidas através de fontes públicas críveis, e estão sujeitas a revisões sem aviso prévio. O CECON e a FECAP não se responsabilizam por quaisquer decisões econômicas ou de investimento tomadas com base nas informações deste relatório. O conteúdo deste relatório é livre, não podendo ser comercializado ou monetizado por terceiros de nenhuma forma. Este produto possui caráter exclusivamente informativo e não deverá ser usado para constituir qualquer decisão de compra ou venda de ativos ou produtos ou de investimento.</p>
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		<title>CECON FECAP analisa comportamento do comércio, serviços e produção industrial no estado de SP em dezembro de 2025</title>
		<link>https://www.fecap.br/2026/02/20/cecon-fecap-analisa-comportamento-do-comercio-servicos-e-producao-industrial-no-estado-de-sp-em-dezembro-de-2025/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 16:14:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON)]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><u>COMPORTAMENTO DO COMÉRCIO VAREJISTA EM SÃO PAULO: DEZEMBRO -2025</u></strong></p>



<p>Em dezembro de 2025, o volume de vendas no comércio varejista ampliado no Estado de São Paulo, medido pela Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou uma queda de 1,4% em relação ao mês anterior, considerando a série livre de fatores sazonais.</p>



<p><strong>Variação anual</strong></p>



<p>Em relação ao mesmo mês do ano anterior (dezembro de 2024), as vendas no varejo apresentaram queda de 0,7%, enquanto a média do Brasil aumentou 2,8%.</p>



<p>Dentro do setor varejista paulista, os destaques positivos ficaram para os equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (+30,2%) e para os eletrodomésticos (+9,5%). Por outro lado, as piores performances ficaram para os móveis (-8,7%) e para os veículos, motocicletas, partes e peças (-4,0%).</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="590" height="342" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-4.png" alt="" class="wp-image-70179" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-4.png 590w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-4-300x174.png 300w" sizes="(max-width: 590px) 100vw, 590px" /></figure>



<p></p>



<p><strong>Variação acumulada dos últimos 12 meses</strong></p>



<p>O resultado acumulado nos últimos doze meses para o varejo foi de -2,9%.</p>



<p><strong>Variação acumulada no ano</strong></p>



<p>No acumulado de janeiro a dezembro, o volume de vendas do comércio varejista ampliado caiu 2,9% em comparação ao mesmo período do ano anterior, ao passo que, na média do país, observou-se crescimento de 0,1%.</p>



<p>Dentro das subcategorias analisadas pelo IBGE, 6 apresentaram crescimento, enquanto 6 recuaram. E dentre os resultados negativos, os destaques foram o setor de móveis (-20,4%), o de atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo (-12,9%) e o de veículos, motocicletas, partes e peças (-6,6%), enquanto os destaques positivos foram os equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (+13,7%), os eletrodomésticos (+9,5%) e os tecidos, vestuário e calçados (+3,8%).</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="592" height="338" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-6.png" alt="" class="wp-image-70180" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-6.png 592w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-6-300x171.png 300w" sizes="(max-width: 592px) 100vw, 592px" /></figure>



<p></p>



<p>Dentre as 27 unidades da federação (26 Estados e o Distrito Federal), o resultado positivo foi observado em 22 unidades. As maiores variações ocorreram no Amapá (+7,9%), em Mato Grosso (+5,1%), em Tocantins (+5,0%), no Maranhão (-1,3%), no Piauí (-0,6%) e no Rio de Janeiro (-0,6%). Assim, os dados mostram que São Paulo apresentou o pior resultado negativo em 2025, e muito distante do segundo pior resultado.</p>



<p><strong><u>COMPORTAMENTO DOS SERVIÇOS NO ESTADO DE SÃO PAULO: DEZEMBRO &#8211; 2025</u></strong></p>



<p>Em dezembro de 2025, o volume de serviços no Estado de São Paulo, medido pela Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou queda de 0,3% em relação ao mês anterior, na série com ajuste sazonal.</p>



<p><strong>Variação anual</strong></p>



<p>Em relação ao mesmo mês do ano anterior (dezembro de 2024), as vendas de serviços apresentaram alta de 4,8%. Na média do Brasil, o crescimento foi de 3,4%.</p>



<p>Os destaques ficaram para os setores de serviços de informação e comunicação (+9,7%) e de serviços profissionais, administrativos e complementares (+5,1%).</p>



<p>Já as atividades turísticas caíram 2,5% nesse período, em contraste com o observado no País (+0,1%).</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="565" height="351" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-7.png" alt="" class="wp-image-70181" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-7.png 565w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-7-300x186.png 300w" sizes="(max-width: 565px) 100vw, 565px" /></figure>



<p></p>



<p><strong>Variação acumulada dos últimos 12 meses</strong></p>



<p>O resultado acumulado nos últimos doze meses no setor de serviços no Estado de São Paulo foi de +4,2%, e no setor das atividades turísticas, de +3,9%.</p>



<p><strong>Variação acumulada no ano</strong></p>



<p>No acumulado de janeiro a dezembro, o volume de serviços prestados subiu 4,2%. A média do país foi de +2,8%.</p>



<p>Dentre as atividades analisadas pelo IBGE, 4 apresentaram crescimento, enquanto apenas 1 recuou. Os destaques positivos ficaram nos setores de serviços de informação e comunicação (+9,2%) e de serviços profissionais, administrativos e complementares (+5,6%).</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="604" height="356" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-8.png" alt="" class="wp-image-70182" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-8.png 604w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-8-300x177.png 300w" sizes="(max-width: 604px) 100vw, 604px" /></figure>



<p></p>



<p>Dentre as 27 unidades federativas (26 estados e o Distrito Federal), o resultado negativo foi observado em apenas 5 delas. As maiores variações positivas ocorreram no Distrito Federal (+7,0%), na Paraíba (+5,7%) e no Mato Grosso do Sul (+5,4%), enquanto as maiores variações negativas ocorreram no Rio Grande do Sul (-4,4%), no Acre (-1,9%) e no Amazonas (-1,5%).</p>



<p>Já as atividades turísticas cresceram 3,9% nesse período.</p>



<p><strong><u>COMPORTAMENTO DA PRODUÇÃO INDUSTRIAL EM SÃO PAULO: DEZEMBRO -2025</u></strong></p>



<p>Em dezembro de 2025, a produção industrial no Estado de São Paulo, medida pela Pesquisa Industrial Mensal (PIM), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou queda de 1,6% ante o mês anterior, considerando a série livre de fatores sazonais. Um resultado pior do que o registrado na produção industrial nacional (-1,2%).</p>



<p><strong>Variação anual</strong></p>



<p>Em relação ao mesmo mês do ano anterior (dezembro de 2024), a produção industrial paulista caiu 3,2%. As indústrias extrativas cresceram 10,3%, enquanto a indústria de transformação diminuiu 3,5%.</p>



<p>Dentro da indústria de transformação, os principais resultados positivos ficaram no setor de fabricação de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (+17,3%) e de produtos alimentícios (+10,2%).</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="611" height="466" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-9.png" alt="" class="wp-image-70183" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-9.png 611w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-9-300x229.png 300w" sizes="(max-width: 611px) 100vw, 611px" /></figure>



<p></p>



<p>Já as maiores quedas ficaram nos setores de fabricação de produtos têxteis (-16,6%) e de fabricação de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-11,2%).</p>



<p><strong>Variação acumulada dos últimos 12 meses</strong></p>



<p>A produção industrial paulista diminuiu 2,2% no acumulado dos últimos 12 meses, em contraste com o crescimento de 0,6% observado no Brasil.</p>



<p><strong>Variação acumulada no ano</strong></p>



<p>No acumulado entre janeiro e dezembro, a produção industrial caiu 2,2%. O resultado das indústrias extrativas no período, por sua vez, foi de queda de 11,3%, enquanto a indústria de transformação diminuiu 2,0%.</p>



<p>Dentro dos 24 setores da indústria de transformação, 6 apresentaram crescimento, 11 recuaram e 7 não tiveram dados disponíveis.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="376" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-10.png" alt="" class="wp-image-70184" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-10.png 600w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-10-300x188.png 300w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-10-255x160.png 255w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<p></p>



<p>No mesmo período, dentre os 17 estados pesquisados, os maiores resultados positivos na produção industrial foram observados no Espírito Santo (+11,6%), no Rio de Janeiro (+5,1%) e em Santa Catarina (+3,2%). Já os maiores resultados negativos ocorreram em Mato Grosso do Sul (-12,9%), no Rio Grande do Norte (-11,6%) e em Mato Grosso (-5,8%).</p>



<p><strong><u>Expediente CECON</u></strong></p>



<p><strong>Coordenação:&nbsp;</strong>Allexandro Emmanuel Mori Coelho, Professor Doutor</p>



<p><strong>Equipe Econômica:</strong>&nbsp;professores doutores Jobson Monteiro de Souza e Rafael Barišauskas</p>



<p><strong>Termo de isenção de responsabilidade:&nbsp;</strong>este relatório foi preparado pela equipe integrante do Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), utilizando os melhores esforços dos responsáveis. As informações foram obtidas através de fontes públicas críveis, e estão sujeitas a revisões sem aviso prévio. O CECON e a FECAP não se responsabilizam por quaisquer decisões econômicas ou de investimento tomadas com base nas informações deste relatório. O conteúdo deste relatório é livre, não podendo ser comercializado ou monetizado por terceiros de nenhuma forma. Este produto possui caráter exclusivamente informativo e não deverá ser usado para constituir qualquer decisão de compra ou venda de ativos ou produtos ou de investimento.</p>
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		<title>CECON FECAP analisa comportamento do comércio, serviços, e produção industrial no estado de SP em novembro de 2025</title>
		<link>https://www.fecap.br/2026/01/23/cecon-fecap-analisa-comportamento-do-comercio-servicos-e-producao-industrial-no-estado-de-sp-em-novembro-de-2025/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 17:35:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON)]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[cecon fecap]]></category>
		<category><![CDATA[comércio]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[serviços]]></category>
		<category><![CDATA[sp]]></category>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><u>COMPORTAMENTO DO COMÉRCIO VAREJISTA EM SÃO PAULO – NOVEMBRO/2025</u></strong></p>



<p>Em novembro de 2025, o volume de vendas no comércio varejista ampliado no Estado de São Paulo, medido pela Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou uma alta de 0,8% em relação ao mês anterior, considerando a série livre de fatores sazonais.</p>



<p><strong>Variação anual</strong></p>



<p>Em relação ao mesmo mês do ano anterior (novembro de 2024), as vendas no varejo apresentaram queda de 2,7%, enquanto a média do Brasil diminuiu 0,3%.</p>



<p>Dentro do setor varejista paulista, os destaques positivos ficaram para os livros, jornais, revistas e papelarias (+20,9%) e para os eletrodomésticos (+9,3%). Por outro lado, as piores performances ficaram para os móveis (-16,2%) e para os veículos, motocicletas, partes e peças (-7,9%).</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="886" height="544" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/01/image-10.png" alt="" class="wp-image-69520" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/01/image-10.png 886w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/01/image-10-300x184.png 300w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/01/image-10-768x472.png 768w" sizes="(max-width: 886px) 100vw, 886px" /></figure>



<p></p>



<p><strong>Variação acumulada dos últimos 12 meses</strong></p>



<p>O resultado acumulado nos últimos doze meses para o varejo foi de -3,0%.</p>



<p><strong>Variação acumulada no ano</strong></p>



<p>No acumulado de janeiro a novembro, o volume de vendas do comércio varejista ampliado caiu 3,1% em comparação ao mesmo período do ano anterior, uma queda muito maior do que a observada no país (-0,3%).</p>



<p>Dentro das subcategorias analisadas pelo IBGE, 6 apresentaram crescimento, enquanto 6 recuaram. E dentre os resultados negativos, os destaques foram o setor de móveis (-21,5%), o de atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo (-14,0%) e o de veículos, motocicletas, partes e peças (-6,8%), enquanto os destaques positivos foram os equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (+12,1%), os eletrodomésticos (+9,4%) e os tecidos, vestuário e calçados (+4,6%).</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="886" height="500" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/01/image-11.png" alt="" class="wp-image-69521" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/01/image-11.png 886w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/01/image-11-300x169.png 300w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/01/image-11-768x433.png 768w" sizes="(max-width: 886px) 100vw, 886px" /></figure>



<p></p>



<p>Dentre as 27 unidades da federação (26 Estados e o Distrito Federal), o resultado positivo foi observado em 20 unidades. As maiores variações ocorreram no Amapá (+7,0%), em Tocantins (+4,9%), em Mato Grosso (+4,8%), em Goiás (-1,0%), no Rio de Janeiro (-1,1%) e no Maranhão (-1,5%). Assim, os dados mostram que São Paulo apresentou novamente o pior resultado negativo, e muito distante do segundo pior resultado.</p>



<p><strong><u>COMPORTAMENTO DOS SERVIÇOS NO ESTADO DE SÃO PAULO – NOVEMBRO/2025</u></strong></p>



<p>Em novembro de 2025, o volume de serviços no Estado de São Paulo, medido pela Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou alta de 0,3% em relação ao mês anterior, na série com ajuste sazonal.</p>



<p><strong>Variação anual</strong></p>



<p>Em relação ao mesmo mês do ano anterior (novembro de 2024), as vendas de serviços apresentaram alta de 3,4%. Na média do Brasil, o crescimento foi de 2,5%.</p>



<p>Os destaques ficaram para os setores de serviços profissionais, administrativos e complementares (+5,7%) e serviços de informação e comunicação (+4,3%).</p>



<p>Já as atividades turísticas subiram 1,2% nesse período, ao passo que o observado no País foi de +2,1%.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="886" height="524" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/01/image-12.png" alt="" class="wp-image-69522" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/01/image-12.png 886w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/01/image-12-300x177.png 300w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/01/image-12-768x454.png 768w" sizes="(max-width: 886px) 100vw, 886px" /></figure>



<p></p>



<p><strong>Variação acumulada dos últimos 12 meses</strong></p>



<p>O resultado acumulado nos últimos doze meses no setor de serviços no Estado de São Paulo foi de +4,0% e no setor das atividades turísticas de +5,2%.</p>



<p><strong>Variação acumulada no ano</strong></p>



<p>No acumulado de janeiro a novembro, o volume de serviços prestados subiu 4,1%. A média do país foi de +2,7%.</p>



<p>Dentre as atividades analisadas pelo IBGE, 4 apresentaram crescimento, enquanto apenas 1 recuou. Os destaques positivos ficaram nos setores de serviços de informação e comunicação (+9,2%) e de serviços profissionais, administrativos e complementares (+5,6%).</p>



<p>Já as atividades turísticas cresceram 4,5% nesse período.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="886" height="500" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/01/image-13.png" alt="" class="wp-image-69523" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/01/image-13.png 886w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/01/image-13-300x169.png 300w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/01/image-13-768x433.png 768w" sizes="(max-width: 886px) 100vw, 886px" /></figure>



<p></p>



<p>Dentre as 27 unidades federativas (26 estados e o Distrito Federal), o resultado negativo foi observado em apenas 5 delas. As maiores variações positivas ocorreram no Distrito Federal (+7,6%), na Paraíba (+5,8%) e no Mato Grosso do Sul (+5,7%), enquanto as maiores variações negativas ocorreram no Rio Grande do Sul (-4,6%), no Acre (-3,3%) e no Piauí (-1,6%).</p>



<p><strong><u>COMPORTAMENTO DA PRODUÇÃO INDUSTRIAL EM SÃO PAULO – NOVEMBRO/2025</u></strong></p>



<p>Em novembro de 2025, a produção industrial no Estado de São Paulo, medida pela Pesquisa Industrial Mensal (PIM), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou queda de 0,6% ante o mês anterior, considerando a série livre de fatores sazonais, em contraste com o resultado registrado para a produção industrial nacional (0,0%).</p>



<p><strong>Variação anual</strong><strong></strong></p>



<p>Em relação ao mesmo mês do ano anterior (novembro de 2024), a produção industrial paulista caiu 4,7%. As indústrias extrativas cresceram 3,6%, enquanto a indústria de transformação diminuiu 4,8%.</p>



<p>Dentro da indústria de transformação, o principal resultado positivo ficou para o setor de fabricação de produtos alimentícios (+8,8%).</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="886" height="648" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/01/image-14.png" alt="" class="wp-image-69524" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/01/image-14.png 886w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/01/image-14-300x219.png 300w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/01/image-14-768x562.png 768w" sizes="(max-width: 886px) 100vw, 886px" /></figure>



<p></p>



<p>Já as maiores quedas ficaram nos setores de fabricação de coque, de produtos derivados de petróleo e de biocombustíveis (-14,9%) e de fabricação de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-14,0%).</p>



<p><strong>Variação acumulada dos últimos 12 meses</strong></p>



<p>A produção industrial paulista diminuiu 2,4% no acumulado dos últimos 12 meses, em contraste com o crescimento de 0,7% observado no Brasil.</p>



<p><strong>Variação acumulada no ano</strong></p>



<p>Já no acumulado entre janeiro e novembro, a produção industrial caiu 2,4%. O resultado das indústrias extrativas no período, por sua vez, foi de queda de 12,9%, enquanto a indústria de transformação diminuiu 2,2%.</p>



<p>Dentro dos 24 setores da indústria de transformação, 5 apresentaram crescimento, 12 recuaram e 7 não tiveram dados disponíveis.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="886" height="520" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/01/image-15.png" alt="" class="wp-image-69525" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/01/image-15.png 886w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/01/image-15-300x176.png 300w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/01/image-15-768x451.png 768w" sizes="(max-width: 886px) 100vw, 886px" /></figure>



<p></p>



<p>No mesmo período, dentre os 17 estados pesquisados, os maiores resultados positivos na produção industrial foram observados no Espírito Santo (+10,8%), no Rio de Janeiro (+4,6%) e em Santa Catarina (+3,4%). Já os maiores resultados negativos ocorreram em Mato Grosso do Sul (-13,5%), no Rio Grande do Norte (-11,8%) e em Mato Grosso (-6,6%).</p>



<p><strong><u>Expediente CECON</u></strong></p>



<p><strong>Coordenação:&nbsp;</strong>Allexandro Emmanuel Mori Coelho, Professor Doutor</p>



<p><strong>Equipe Econômica:</strong>&nbsp;professores doutores Jobson Monteiro de Souza e Rafael Barišauskas</p>



<p><strong>Termo de isenção de responsabilidade:&nbsp;</strong>este relatório foi preparado pela equipe integrante do Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), utilizando os melhores esforços dos responsáveis. As informações foram obtidas através de fontes públicas críveis, e estão sujeitas a revisões sem aviso prévio. O CECON e a FECAP não se responsabilizam por quaisquer decisões econômicas ou de investimento tomadas com base nas informações deste relatório. O conteúdo deste relatório é livre, não podendo ser comercializado ou monetizado por terceiros de nenhuma forma. Este produto possui caráter exclusivamente informativo e não deverá ser usado para constituir qualquer decisão de compra ou venda de ativos ou produtos ou de investimento.</p>
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		<title>Comércio: dicas para vender mais na Black Friday e Natal</title>
		<link>https://www.fecap.br/2025/11/15/comercio-dicas-para-vender-mais-na-black-friday-e-natal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Nov 2025 19:34:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[artur motta]]></category>
		<category><![CDATA[black friday]]></category>
		<category><![CDATA[comércio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[natal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Crédito imagem: Imagem de freepik A Black Friday e o Natal podem ser boas oportunidades para que lojistas e empresários aumentem suas vendas, com consumidores ávidos em busca de presentes e comerciantes esperando grandes volumes de vendas. Segundo o professor de Empreendedorismo da&#160;Fundação Escola de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Crédito imagem: <a href="https://br.freepik.com/fotos-gratis/mulheres-sorridentes-de-tiro-medio-com-dispositivos_17806267.htm#fromView=search&amp;page=1&amp;position=0&amp;uuid=2000a11d-41e4-4556-a3d5-1515848d3940&amp;query=com%C3%A9rcio">Imagem de freepik</a></p>



<p>A Black Friday e o Natal podem ser boas oportunidades para que lojistas e empresários aumentem suas vendas, com consumidores ávidos em busca de presentes e comerciantes esperando grandes volumes de vendas. Segundo o professor de Empreendedorismo da&nbsp;<a href="https://www.fecap.br/">Fundação Escola de Comércio Alvares Penteado (FECAP)</a>, Artur Motta, o grande segredo para aproveitá-las é começar com as estratégias de divulgação com antecedência.&nbsp;</p>



<p>“Essas datas são representativas para o mercado, e os empresários devem planejar como vão agir com um bom tempo antes do Dia D. E mesmo quando estamos falando de serviços, como a ida e uma restaurante, as pessoas costumam se programar e pensar em opções antes de decidir pela escolha”, acrescenta Motta.&nbsp;</p>



<p>A seguir, o professor universitário elenca algumas outras dicas para ajudar empresários a aumentar as vendas em datas comemorativas.&nbsp;</p>



<p><strong>Anúncios e promoções:</strong>&nbsp;a divulgação de ofertas e produtos deve ser iniciada com antecedência, para despertar o desejo no consumidor e para que o cliente possa comparar o produto ou serviço com o que é oferecido pela concorrência. Mesmo quando o consumidor realiza a compra no dia, a decisão geralmente costuma ser tomada bem antes da data.&nbsp;</p>



<p><strong>Aposte no seu cliente fiel:</strong>&nbsp;o consumidor que já conhece o produto ou serviço deve ser um dos públicos-alvo do empreendedor. Para atraí-lo e fidelizá-lo ainda mais, o empresário pode fazer uso de comunicação por redes sociais e campanhas personalizadas por e-mail ou outros canais de contato.&nbsp;</p>



<p><strong>Brincadeiras e dinâmicas:</strong>&nbsp;as redes sociais podem ser fortes aliadas também para engajar a audiência. Uma boa ideia pode ser lançar desafios para que os clientes enviem fotos, vídeos ou sejam incentivados a marcarem amigos para curtir posts ou comentários em conteúdo, e desta forma ganhar brindes ou descontos. Mas o empresário precisa ficar atento a regras de sorteio, que no Brasil tem legislação específica.&nbsp;</p>



<p><strong>Aproveite novos clientes:</strong>&nbsp;as datas comemorativas trazem clientes novos, que descobriram o negócio e podem se tornar consumidores fiéis, que voltarão a consumir o produto ou serviço em novas ocasiões.&nbsp;</p>



<p><strong>Sair da caixa:</strong>&nbsp;as dicas acima são boas e costumam funcionar, mas há um momento em que o empresário precisa sair do lugar comum, trazendo produtos diferente, temáticos, ideias que façam a diferença.&nbsp;</p>



<p><strong>O especialista:</strong>&nbsp;Artur Motta é Administrador de empresas formado pela PUC-Rio. Pós-graduado em Marketing, Mestre em Administração de Empresas e doutorando pela FGV/EAESP. Possui mais de 20 anos de atuação nas áreas de Marketing, Trade Marketing e Comercial em diversas organizações como Unilever, Carrefour, Distribuidora de medicamentos SantaCruz e GS&amp;MD-Gouvea de Souza. Empreendedor no setor de TI e Food Service. É professor de Empreendedorismo, Marketing e Inovação na FECAP – Fundação Escola de Comércio Alvares Penteado.&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>IFECAP aponta alta de 4,66% na confiança do empresário de SP</title>
		<link>https://www.fecap.br/2021/11/23/ifecap-aponta-alta-de-466-na-expectativa-do-empresario-de-sp/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[fecap]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Nov 2021 18:45:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[IFECAP]]></category>
		<category><![CDATA[comércio]]></category>
		<category><![CDATA[confiança do empresário]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[ifecap]]></category>
		<category><![CDATA[Índice IFECAP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Melhora no momento atual e expectativas futuras contribuíram para a alta do indicador O Índice IFECAP, indicador da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) que mede a confiança do empresário do Estado de São Paulo nos negócios, registrou alta de 4,66% para o mês [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Melhora no momento atual e expectativas futuras contribuíram para a alta do indicador</em></p>



<p>O Índice <strong><a href="https://www.fecap.br/instituto-financas/ifecap/">IFECAP</a></strong>, indicador da <strong><a href="https://www.fecap.br/">Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</a></strong> que mede a confiança do empresário do Estado de São Paulo nos negócios, registrou alta de 4,66% para o mês de novembro, quando comparado com outubro desse ano. O <strong>Índice Geral</strong> registrou 136,93 pontos, na série sem ajuste sazonal.</p>



<p>O <strong>Índice Momento Atual</strong> apresentou alta de 3,12%, na comparação com o mês anterior, registrando 130,62 pontos. O resultado foi influenciado pelas encomendas, 3,19% (127,39 pontos) e situação geral dos negócios, 6,49% (135,87 pontos). As vendas apresentaram estabilidade, quando comparado com o mês anterior, atingindo 128,62 pontos.</p>



<p>Em relação ao mês anterior, o <strong>Índice Futuro</strong> (146,38 pontos) apresentou alta de 6,79%, influenciado pelas expectativas de vendas (149,47 com alta de 6,24%) e encomendas (143,29 com alta de 7,37%). O resultado deste indicador contribuiu para uma melhora de 9,51% no <strong>Índice Geral</strong>, quando comparado com o mesmo período do ano passado.</p>



<p>A melhora na expectativa futura é provocada pela chegada do Natal e demais festas e comemorações de fim de ano. De acordo com a Associação Comercial de São Paulo (ACSP), a expectativa é de crescimento de 10% nas vendas de dezembro de 2021, em relação ao mesmo mês de 2020.</p>



<p>“Apesar da mudança no cenário de restrições (do funcionamento do comércio), quando comparado com dezembro do ano passado, o convívio com altas taxas de desemprego e inflação reduzem a intensidade da retomada econômica”, avalia Allan S. de Carvalho, economista e pesquisador no Instituto de Finanças FECAP.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="700" height="500" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/11/IFECAP-Novembro-2021-Tabela-1.jpg" alt="" class="wp-image-31145" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/11/IFECAP-Novembro-2021-Tabela-1.jpg 700w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/11/IFECAP-Novembro-2021-Tabela-1-300x214.jpg 300w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></figure>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="700" height="500" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/11/IFECAP-Novembro-2021-Tabela-2.jpg" alt="" class="wp-image-31146" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/11/IFECAP-Novembro-2021-Tabela-2.jpg 700w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/11/IFECAP-Novembro-2021-Tabela-2-300x214.jpg 300w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></figure>



<p><strong>Índice FECAP de Expectativa nos Negócios</strong></p>



<p>Composto pela compilação de informações sobre as empresas do comércio varejista do Estado de São Paulo, o IFECAP considera o desempenho atual das vendas a clientes e das encomendas a fornecedores, bem como a avaliação geral da situação atual do negócio. O índice avalia ainda informações sobre as expectativas dos empresários quanto às vendas e encomendas para os próximos três meses.</p>



<p>O IFECAP – Índice FECAP de Expectativa nos Negócios consiste em um indicador baseado em metodologia largamente utilizada por diversos países. Há mais de 12 anos, a FECAP coleta dados e calcula mensalmente o índice, que avalia a situação atual das empresas do comércio varejista, com informações sobre o desempenho atual das vendas e das encomendas.</p>



<p>A escolha do comércio varejista como universo da pesquisa se deve ao fato de ser esse setor o elo entre a indústria em geral e o consumidor final, uma vez que grande parte da produção de todos os setores da economia acaba circulando de alguma forma pelas empresas do comércio. Seu principal uso refere-se à previsão do nível de atividade da economia, isto porque o índice procura avaliar a expectativa real dos empresários em relação às variáveis chaves, como encomenda a fornecedores e venda ao consumidor final, ou seja, a antecipação do comportamento da produção e renda.</p>



<p>O IFECAP é composto pela compilação de informações sobre o desempenho atual das vendas e das encomendas, bem como a avaliação sobre a situação atual das empresas do comércio varejista. Consideram-se ainda informações sobre a expectativa dos empresários quanto ao desempenho das vendas e das encomendas para os próximos três meses.</p>



<p><strong>Indicadores</strong></p>



<p>O IFECAP divide-se em três indicadores:</p>



<p><strong>• Índice Momento Atual:</strong> diz respeito às respostas dos empresários sobre as suas encomendas atuais, realizadas junto a seus fornecedores; a evolução das vendas no período atual; e a avaliação da situação geral dos negócios;</p>



<p><strong>• Índice Futuro:</strong> calculado com base nas expectativas dos empresários em relação às suas vendas e encomendas em um horizonte temporal de 3 meses;</p>



<p><strong>• Índice Geral:</strong> é o indicador composto da agregação dos dois índices descritos acima.</p>



<p><strong>Metodologia</strong></p>



<p>A metodologia do IFECAP considera um conjunto de perguntas qualitativas referidas às expectativas do empresário. São pesquisadas diversas empresas do comércio varejista nas cidades de São Paulo.</p>



<p>A pesquisa é sempre realizada na semana do dia 15 do mês corrente, composta por questões qualitativas, que captam a percepção do empresário em relação ao desempenho de sua empresa, classificadas em microempresas, pequenas, médias e grandes empresas.</p>



<p>Confira a pesquisa completa de novembro e o histórico de pesquisas IFECAP <strong><a href="https://www.fecap.br/iff-pesquisa-ifecap/">clicando aqui</a></strong>!</p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2021/11/23/ifecap-aponta-alta-de-466-na-expectativa-do-empresario-de-sp/">IFECAP aponta alta de 4,66% na confiança do empresário de SP</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
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		<item>
		<title>Confiança do empresariado paulista se mantém estável, mas inflação preocupa</title>
		<link>https://www.fecap.br/2021/10/25/confianca-do-empresariado-paulista-se-mantem-estavel-mas-inflacao-preocupa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[fecap]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Oct 2021 16:33:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[IFECAP]]></category>
		<category><![CDATA[comércio]]></category>
		<category><![CDATA[confiança do comércio em SP]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[ifecap]]></category>
		<category><![CDATA[Índice IFECAP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O IFECAP, indicador da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) que mede a confiança do empresário do Estado de São Paulo nos negócios, registrou estabilidade para o mês de outubro, quando comparado com setembro de 2021. O Índice Geral registrou 130,83 pontos, na série [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O <strong><a href="https://www.fecap.br/instituto-financas/ifecap/">IFECAP</a></strong>, indicador da <strong><a href="https://www.fecap.br/">Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</a></strong> que mede a confiança do empresário do Estado de São Paulo nos negócios, registrou estabilidade para o mês de outubro, quando comparado com setembro de 2021. O Índice Geral registrou 130,83 pontos, na série sem ajuste sazonal, com queda de -0,6% em relação a setembro. O resultado foi influenciado pelas expectativas futuras dos empresários, uma nova redução de 2,54% em relação ao mês anterior, de acordo com o Índice Futuro (137,07 pontos).</p>



<p>Apesar do Estado de SP alcançar 85,36% da população adulta (+18) com esquema vacinal completo (dados de 22/10/2021), permitindo o fim de algumas restrições de capacidade, a conjuntura macroeconômica continua preocupando os empresariados.</p>



<p>De acordo com o <strong><a href="https://www.ibge.gov.br/">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)</a></strong>, o <strong><a href="https://www.ibge.gov.br/estatisticas/economicas/precos-e-custos/9256-indice-nacional-de-precos-ao-consumidor-amplo.html?=&amp;t=o-que-e">Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)</a></strong> apresentou alta de 1,16%, em setembro, sendo a maior variação para um mês de setembro desde 1994. A inflação no acumulado do ano e nos últimos 12 meses já alcançam 6,90% e 10,25%, respectivamente. Apesar do presidente do Banco Central dizer que a inflação atingiu o pico em setembro, o empresariado antevê juros mais altos e maior desvalorização do real. Além disso, a instabilidade política e a preocupação fiscal entram no radar, pontos muito afetados pela corrida eleitoral de 2022.</p>



<p>Em contrapartida, o Índice Geral se encontra 9,27% acima em relação ao mesmo período do ano passado, indicando os efeitos das menores restrições no Estado de São Paulo. Já o Índice Momento Atual apresentou leve alta de 0,85%, na comparação com o mês anterior, registrando 126,67 pontos. O resultado foi influenciado pelas encomendas, 2,2% (123,45 pontos) e vendas, 2,26% (128,97 pontos). A situação geral apresentou queda (-1,78%), quando comparado com o mês anterior, atingindo 127,59 pontos.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="700" height="500" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/10/indice-ifecap-outubro-2021-tabela-1.png" alt="" class="wp-image-30220" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/10/indice-ifecap-outubro-2021-tabela-1.png 700w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/10/indice-ifecap-outubro-2021-tabela-1-300x214.png 300w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></figure>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="700" height="500" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/10/indice-ifecap-outubro-2021-tabela-2.png" alt="" class="wp-image-30221" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/10/indice-ifecap-outubro-2021-tabela-2.png 700w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/10/indice-ifecap-outubro-2021-tabela-2-300x214.png 300w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></figure>



<p></p>



<p><strong>Índice FECAP de Expectativa nos Negócios</strong></p>



<p>Composto pela compilação de informações sobre as empresas do comércio varejista do Estado de São Paulo, o IFECAP considera o desempenho atual das vendas a clientes e das encomendas a fornecedores, bem como a avaliação geral da situação atual do negócio. O índice avalia ainda informações sobre as expectativas dos empresários quanto às vendas e encomendas para os próximos três meses.</p>



<p>O IFECAP – Índice FECAP de Expectativa nos Negócios consiste em um indicador baseado em metodologia largamente utilizada por diversos países. Há mais de 12 anos, a FECAP coleta dados e calcula mensalmente o índice, que avalia a situação atual das empresas do comércio varejista, com informações sobre o desempenho atual das vendas e das encomendas.</p>



<p>A escolha do comércio varejista como universo da pesquisa se deve ao fato de ser esse setor o elo entre a indústria em geral e o consumidor final, uma vez que grande parte da produção de todos os setores da economia acaba circulando de alguma forma pelas empresas do comércio. Seu principal uso refere-se à previsão do nível de atividade da economia, isto porque o índice procura avaliar a expectativa real dos empresários em relação às variáveis chaves, como encomenda a fornecedores e venda ao consumidor final, ou seja, a antecipação do comportamento da produção e renda.</p>



<p>O IFECAP é composto pela compilação de informações sobre o desempenho atual das vendas e das encomendas, bem como a avaliação sobre a situação atual das empresas do comércio varejista. Consideram-se ainda informações sobre a expectativa dos empresários quanto ao desempenho das vendas e das encomendas para os próximos três meses.</p>



<p><strong>Indicadores</strong></p>



<p>O IFECAP divide-se em três indicadores:</p>



<p>• <strong>Índice Momento Atual:</strong> diz respeito às respostas dos empresários sobre as suas encomendas atuais, realizadas junto a seus fornecedores; a evolução das vendas no período atual; e a avaliação da situação geral dos negócios;</p>



<p>• <strong>Índice Futuro:</strong> calculado com base nas expectativas dos empresários em relação às suas vendas e encomendas em um horizonte temporal de 3 meses;</p>



<p>• <strong>Índice Geral:</strong> é o indicador composto da agregação dos dois índices descritos acima.</p>



<p><strong>Metodologia</strong></p>



<p>A metodologia do IFECAP considera um conjunto de perguntas qualitativas referidas às expectativas do empresário. São pesquisadas diversas empresas do comércio varejista nas cidades de São Paulo.</p>



<p>A pesquisa é sempre realizada na semana do dia 15 do mês corrente, composta por questões qualitativas, que captam a percepção do empresário em relação ao desempenho de sua empresa, classificadas em microempresas, pequenas, médias e grandes empresas.</p>



<p>Confira a pesquisa de setembro completa e o histórico de pesquisas IFECAP clicando <strong><a href="https://www.fecap.br/pesquisa-iff-ifecap/">aqui</a></strong>!</p>
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		<item>
		<title>Índice IFECAP registra alta de 8,76% na confiança do empresário de SP em junho</title>
		<link>https://www.fecap.br/2021/06/23/indice-ifecap-registra-alta-de-876-na-confianca-do-empresario-de-sp-em-junho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jun 2021 19:23:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto de Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Allan Silva de Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[comércio]]></category>
		<category><![CDATA[comércio de são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[confiança comercio sao paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Índice IFECAP, indicador da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) que mede as expectativas do empresário do comércio do Estado de São Paulo, registrou alta de 8,76% para o mês de junho, em comparação com o mês anterior, maio de 2021. O Dia dos Namorados e a liberação [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 14pt;">O Índice <b>IFECAP</b>, indicador da <a href="http://www.fecap.br">Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</a> que mede as expectativas do empresário do comércio do Estado de São Paulo, registrou alta de 8,76% para o mês de junho, em comparação com o mês anterior, maio de 2021. O <i>Dia dos Namorados e a liberação dos saques do auxílio emergencial foram os responsáveis por impactar o movimento do comércio varejista paulista.</i> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O <b>Índice Geral</b> registrou 121,95 pontos, na série sem ajuste sazonal. Em relação ao mesmo período do ano passado, o <b>Índice Geral</b> se encontra 37,32% acima do registrado naquele mês – entretanto, ressalta-se que naquele período, o comércio paulista estava vivenciando uma reabertura gradual das atividades, após fortes restrições iniciadas em abril de 2020, por conta da pandemia.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25822" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/ifecap-junho-2021.png" alt="" width="646" height="518" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/ifecap-junho-2021.png 646w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/ifecap-junho-2021-300x241.png 300w" sizes="(max-width: 646px) 100vw, 646px" /></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O <b>Índice Momento Atual</b> apresentou alta de 12,7%, na comparação com o mês anterior, registrando 113,65 pontos. O indicador conserva o patamar acima dos 100 pontos, o que indica otimismo. O resultado foi influenciado pelas vendas e encomendas, 19,07% e 9,65% acima do verificado em maio de 2021, respectivamente.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A situação geral dos negócios (+9,88%), também melhorou quando comparado com o mês anterior. Dados Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) apontavam para uma melhora nas vendas, influenciadas pelo Dia dos namorados e manutenção, em todo o estado de São Paulo, da fase de transição. Atualmente, o Plano SP permite o atendimento presencial entre 6h e 21h, para as atividades comerciais, bem como para o funcionamento de serviços gerais, como restaurantes e similares, atividades culturais, academias de esporte e salão de beleza e barbearia. É previsto que a fase se estenda até 15 de julho.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Os resultados do <b>Índice Futuro</b>, que registra as expectativas para os próximos três meses, apresentou alta, na comparação com o mês anterior (+4,13%), registrando 134,41 pontos. Os resultados do <b>Índice Futuro </b>se devem as expectativas de vendas para os próximos três meses, com alta de 4,42% (138,50 pontos), quando comparamos com o mês anterior. As expectativas de encomendas futuras tiveram uma alta de 3,82% (quando comparado com maio de 2021), alçando 130,31 pontos. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“Os resultados de junho foram impulsionados pelo aumento nas vendas, que por sua vez, foi influenciado pela manutenção da fase de transição, em todo o estado de SP, que permitiu uma movimentação nas lojas e restaurantes, durante a data do Dia dos namorados. Além disso, a nova rodada do auxílio emergencial, iniciada em abril, já movimentou mais de R$ 5 bilhões. Já o avanço do calendário de vacinação, para o estado de SP, auxiliou na melhora da expectativa dos empresários, para os próximos três meses.” complementa o economista e pesquisador do Instituto de Finanças FECAP, <a href="https://www.linkedin.com/in/allansilvadecarvalho/">Allan S. de Carvalho</a>. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>Índice FECAP de Expectativa nos Negócios</b> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Composto pela compilação de informações sobre as empresas do comércio varejista do Estado de São Paulo, o IFECAP considera o desempenho atual das vendas a clientes e das encomendas a fornecedores, bem como a avaliação geral da situação atual do negócio. O índice avalia ainda informações sobre as expectativas dos empresários quanto às vendas e encomendas para os próximos três meses. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O IFECAP – Índice FECAP de Expectativa nos Negócios consiste em um indicador baseado em metodologia largamente utilizada por diversos países. Há mais de 12 anos, a FECAP coleta dados e calcula mensalmente o índice, que avalia a situação atual das empresas do comércio varejista, com informações sobre o desempenho atual das vendas e das encomendas. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A escolha do comércio varejista como universo da pesquisa se deve ao fato de ser esse setor o elo entre a indústria em geral e o consumidor final, uma vez que grande parte da produção de todos os setores da economia acaba circulando de alguma forma pelas empresas do comércio. Seu principal uso refere-se à previsão do nível de atividade da economia, isto porque o índice procura avaliar a expectativa real dos empresários em relação às variáveis chaves, como encomenda a fornecedores e venda ao consumidor final, ou seja, a antecipação do comportamento da produção e renda. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O IFECAP é composto pela compilação de informações sobre o desempenho atual das vendas e das encomendas, bem como a avaliação sobre a situação atual das empresas do comércio varejista. Consideram-se ainda informações sobre a expectativa dos empresários quanto ao desempenho das vendas e das encomendas para os próximos três meses. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>Indicadores</b> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O IFECAP divide-se em três indicadores: </span></p>
<ul>
<li><span style="font-size: 14pt;"><b>Índice Momento Atual:</b>diz respeito às respostas dos empresários sobre as suas encomendas atuais, realizadas junto a seus fornecedores; a evolução das vendas no período atual; e a avaliação da situação geral dos negócios; </span></li>
<li><span style="font-size: 14pt;"><b>Índice Futuro:</b>calculado com base nas expectativas dos empresários em relação às suas vendas e encomendas em um horizonte temporal de 3 meses; </span></li>
<li><span style="font-size: 14pt;"><b>Índice Geral:</b>é o indicador composto da agregação dos dois índices descritos acima. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>Metodologia</b> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A metodologia do IFECAP considera um conjunto de perguntas qualitativas referidas às expectativas do empresário. São pesquisadas diversas empresas do comércio varejista nas cidades de São Paulo. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A pesquisa é sempre realizada na semana do dia 15 do mês corrente, composta por questões qualitativas, que captam a percepção do empresário em relação ao desempenho de sua empresa, classificadas em microempresas, pequenas, médias e grandes empresas. </span></p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2021/06/23/indice-ifecap-registra-alta-de-876-na-confianca-do-empresario-de-sp-em-junho/">Índice IFECAP registra alta de 8,76% na confiança do empresário de SP em junho</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Indústria, comércio e serviços apresentam volatilidade no 1º trimestre</title>
		<link>https://www.fecap.br/2021/06/04/industria-comercio-e-servicos-apresentam-volatilidade-no-1o-trimestre/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jun 2021 16:56:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto de Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Bianca Gardino]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim Econômico do Estado de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[comércio]]></category>
		<category><![CDATA[comércio e serviços]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
		<category><![CDATA[José Victor Cupertino]]></category>
		<category><![CDATA[Núcleo de Estudos da Conjuntura Econômica (NECON)]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Rey]]></category>
		<category><![CDATA[serviços]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Boletim Econômico do Estado de São Paulo, produzido pelo Núcleo de Estudos da Conjuntura Econômica (NECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), analisou dados da indústria, comércio e serviços referentes ao primeiro trimestre de 2021. Constatou-se que, com avanço da pandemia, os [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 14pt;">O Boletim Econômico do Estado de São Paulo, produzido pelo Núcleo de Estudos da Conjuntura Econômica (NECON) da <a href="http://www.fecap.br">Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</a>, analisou dados da indústria, comércio e serviços referentes ao primeiro trimestre de 2021. Constatou-se que, com avanço da pandemia, os setores apresentam alta volatilidade nos resultados trimestrais. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O NECON FECAP é um grupo formado por professores e alunos da Faculdade de Economia da Fundação Escola de Comércio Alvares Penteado – FECAP, além de interessados, e pretende analisar indicadores de conjuntura e cenários da economia atual. O objetivo missão é criar um ambiente permanente e rico de reflexão e análise acerca da conjuntura econômica nacional, além de produzir relatórios que auxiliem investidores, empresários, gestores públicos e pesquisadores na tomada de decisão. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O trabalho foi realizado pelos alunos voluntários <a href="https://www.linkedin.com/in/pedroorey/">Pedro Rey</a>, <a href="https://www.linkedin.com/in/jos%C3%A9-victor-cupertino-478ab1156/">José Victor Cupertino</a> e <a href="https://www.linkedin.com/in/bianca-lima-gardino-b114aa1a2/">Bianca Gardino</a>. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Confira o Boletim completo <a href="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/1TRI21.pdf">clicando aqui</a>.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">INDÚSTRIA </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física (PIM-PF), produzida e divulgada pelo IBGE, apresenta indicadores de curto prazo relativos ao comportamento do produto real das indústrias extrativa e de transformação. A pesquisa traz índices para 14 Unidades da Federação, cuja participação é de no mínimo 1% no total do valor da transformação industrial nacional, o que inclui o estado de São Paulo, a ser analisado. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Nos resultados referentes ao mês de março de 2021, a produção industrial do estado de São Paulo cresceu 0,6%, frente ao mês imediatamente anterior. Quando comparado ao mesmo período de 2020, o setor industrial paulista registra variação percentual positiva de 16%. Cabe observar que, em março de 2020, a expectativa do mercado foi extremamente negativa devido a chegada da pandemia da COVID-19 ao Brasil, refletindo os efeitos do isolamento social, o que afetou o processo de produção em várias unidades produtivas no país e no mundo. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-24865" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/industria-1.png" alt="" width="752" height="512" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/industria-1.png 752w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/industria-1-300x204.png 300w" sizes="(max-width: 752px) 100vw, 752px" /></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><span class="TextRun SCXW214666557 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW214666557 BCX0">No indicador acumulado para o período de janeiro a março de 2021, frente a igual período do ano anterior, São Paulo obteve variação percentual acumulada positiva. A produção no estado avançou 1,2% em janeiro, frente a dezembro, na série com ajuste sazonal, e caiu 0,9% em fevereiro, comparando com janeiro. No entanto, observando-se o valor acumulado nos últimos 12 meses, o estado recuou 3,5%. Após recuar em fevereiro, a alta do índice em março foi puxada fortemente pelo setor de extração e exploração de petróleo e produção de seus derivados.</span></span><span class="EOP SCXW214666557 BCX0" data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259,&quot;469777462&quot;:[993],&quot;469777927&quot;:[0],&quot;469777928&quot;:[1]}"> </span></span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-24866" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/industria-2.png" alt="" width="768" height="546" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/industria-2.png 768w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/industria-2-300x213.png 300w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Segundo o Boletim Mensal da Produção de Petróleo e Gás Natural do mês de março de 2021, a produção da Bacia de Santos atingiu, pela primeira vez, mais de 70% da produção de petróleo do Brasil, registrando a maior participação na série histórica, em termos relativos, e a sexta maior, até hoje, em valores absolutos. O campo de Tupi, no pré-sal da Bacia de Santos, foi o maior produtor de petróleo e gás natural em março, de todo o país. Os campos <i>offshore</i> responderam por 96,7% da produção brasileira. Na comparação com o mês anterior ao Boletim, houve aumento de 0,9% na produção de petróleo e redução de 3,9% na de gás. Os preços dos combustíveis estão sofrendo um aumento desde o início do ano, o que pode ter estimulado a produção. No entanto, na comparação com março de 2020, houve redução de 4,3% no petróleo e aumento de 3,6% no gás natural. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O setor de petróleo foi o destaque do período, contribuindo para manter o impacto positivo do estado de São Paulo. Apesar de apresentar a menor alta entre todas as seis regiões com resultados positivos, São Paulo obteve a segunda maior influência positiva para o mês de março, devido ao tamanho da economia e a relevância da indústria paulista no cenário nacional, visto que o estado responde por 34% de toda a produção industrial no país. Segundo Bernardo Almeida, analista do IBGE, o estado impediu queda ainda mais forte da produção industrial em abril. “Por causa da diversificação do parque industrial, São Paulo consegue se manter no terreno positivo apesar das medidas de restrição”, afirma ele. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>COMÉRCIO</b> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Abordando o cenário Brasil, em março, as vendas no comércio varejista caíram 0,6%, após uma variação de 0,5% no mês imediatamente anterior. No acumulado até este primeiro trimestre do ano, as vendas também registraram uma queda, de 0,6%, e no acumulado de 12 meses apresentou uma alta, de 0,7% nas vendas. Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada pelo IBGE.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Analisando o comércio do estado de São Paulo, percebemos uma queda de 1,5% no mês de março, ocasionada pelo enrijecimento pelo Plano São Paulo, com restrições que ditam o funcionamento das atividades econômicas com o intuito de manter o distanciamento social para o combate da pandemia. Em especial, no dia 15 de março, o estado de São Paulo entrou na fase emergencial do Plano São Paulo, que perdurou até o dia 11 de abril, afetando o funcionamento do comércio de forma mais intensa, no primeiro trimestre.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Se comparado com o Brasil, o resultado do comércio de São Paulo é favorável, o que explica este cenário é a criação do programa Renda Básica emergencial (RBE), realizado pelo governo de São Paulo, que visa auxiliar as famílias que sofreram impacto financeiro durante a pandemia. O benefício foi aprovado com valores entre R$100 e R$200 durante três meses, iniciando em março, enquanto o auxílio emergencial oferecido pelo Governo Federal teve início apenas no dia 6 de abril.   </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"> Destaca-se o setor de <i>Livros, jornais e papelarias</i>, que atingiu o pior resultado em São Paulo, influenciado pelo fechamento de lojas e a substituição dos produtos impressos pelos meios digitais. O melhor resultado no período foi do setor de <i>Artigo pessoal e doméstico</i>, que foram beneficiados pelo resultado dos hipermercados, que mesmo na fase emergencial do Plano São Paulo puderam funcionar.  </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-24867" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/industria-3.png" alt="" width="730" height="424" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/industria-3.png 730w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/industria-3-300x174.png 300w" sizes="(max-width: 730px) 100vw, 730px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-24868" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/industria-4.png" alt="" width="708" height="488" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/industria-4.png 708w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/industria-4-300x207.png 300w" sizes="(max-width: 708px) 100vw, 708px" /></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><strong>Serviços </strong></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">São Paulo e Brasil tiveram números parecidos tanto comparando com março do ano passado, no qual SP teve aumento de 4,4% e o país teve +4,5%, como também no acumulado do trimestre: SP queda de 0,5% e Brasil -0,8%. Já tendo como referência fevereiro, o estado teve uma queda menor (-2,6%) do que a federação (-4,0%). </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-24869" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/industria-5.png" alt="" width="498" height="236" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/industria-5.png 498w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/industria-5-300x142.png 300w" sizes="(max-width: 498px) 100vw, 498px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-24870" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/industria-6.png" alt="" width="700" height="574" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/industria-6.png 700w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/industria-6-300x246.png 300w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A COVID-19 continua trazendo retrações nos serviços, em 2021. Com a abertura de negócios, compras de fim de ano e viagens, a população voltou a se contaminar no início desse ano. O gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo, explica: “Foram menos impactantes do que março de 2020, mas suficientes para fazer o setor de serviços recuar e voltar ao patamar pré-pandemia”. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Comparando março de 2021 com março de 2020, é possível observar uma variação positiva de 13,9% nos serviços de informação e comunicação, pois do ano passado para esse, a população aumentou muito a utilização desse tipo de serviço, já que parte das pessoas passaram a trabalhar em <i>home office</i> e assistir as aulas <i>online</i>.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Até o final de março de 2020, serviços como cursos, academias e salões estavam funcionando normalmente. Por esse motivo o volume dos <i>serviços prestados às famílias</i> diminuiu em 21,6%, também por conta do governador de São Paulo, João Doria, ter decretado fase vermelha emergencial no dia 15/03/2021, na qual apenas serviços essenciais (setores da saúde, transporte, imprensa, estabelecimentos como padarias, mercados, farmácias e postos de combustíveis) podiam funcionar. Segundo a publicação completa da PMS, esse decreto levou São Paulo a liderar as perdas regionais, em março de 2021. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O índice de volumes de atividades turísticas em São Paulo foi destaque: -27,7% comparando com março de 2020. Já no agregado de janeiro a março de 2021, a perda foi de 35,6% pressionado, principalmente, pela queda na receita de empresas que atuam nos ramos de transporte aéreo; restaurantes; hotéis; agências de viagens; rodoviário coletivo de passageiros; e serviços de bufê, de acordo com o IBGE. Abaixo seguem os dados completos sobre volume de serviços: </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-24871" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/industria-7.png" alt="" width="730" height="562" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/industria-7.png 730w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/industria-7-300x231.png 300w" sizes="(max-width: 730px) 100vw, 730px" /></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><span class="TextRun SCXW79398420 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW79398420 BCX0">Na variação acumulada do ano da receita nominal de serviços, o destaque vai novamente para a queda dos </span></span><span class="TextRun SCXW79398420 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW79398420 BCX0">serviços prestados às famílias</span></span><span class="TextRun SCXW79398420 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW79398420 BCX0">: -27,4%. Logo em seguida, os </span></span><span class="TextRun SCXW79398420 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW79398420 BCX0">serviços profissionais, administrativos e complementares</span></span><span class="TextRun SCXW79398420 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW79398420 BCX0">, com diminuição de 6,8%. O aumento de 11,1% em </span></span><span class="TextRun SCXW79398420 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW79398420 BCX0">serviços de informação e comunicação</span></span><span class="TextRun SCXW79398420 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW79398420 BCX0"> já era esperado, com o uso de cada vez mais desses recursos durante o isolamento social. Vide abaixo o Gráfico 6, que compara o índice de receita nominal por atividades de serviços:</span></span><span class="EOP SCXW79398420 BCX0" data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259,&quot;469777462&quot;:[993],&quot;469777927&quot;:[0],&quot;469777928&quot;:[1]}"> </span></span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-24872" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/industria-8.png" alt="" width="624" height="476" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/industria-8.png 624w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/industria-8-300x229.png 300w" sizes="(max-width: 624px) 100vw, 624px" /></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Os serviços que mais contribuíram negativamente para o resultado foram restaurantes, transporte aéreo de passageiros, hotéis, telecomunicações e agências de viagens. Em contrapartida, as principais contribuições positivas vieram de provedores de conteúdo e outros serviços de informação na Internet, outras atividades de telecomunicações, gestão de portos e terminais e recuperação de materiais plásticos. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Mesmo depois de um ano da pandemia do coronavírus, é possível observar que os motivos que impactam os números dos serviços em São Paulo continuam os mesmos: aumento do uso de comunicações digitais e queda abrupta de serviços presenciais e turismo. </span></p>
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		<title>Pesquisa mostra queda de 17,6% na confiança do empresário de SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Mar 2021 17:56:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto de Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[comércio]]></category>
		<category><![CDATA[comércio sp]]></category>
		<category><![CDATA[expectativa do comércio de sp]]></category>
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		<category><![CDATA[ifecap]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto de Finanças FECAP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O índice IFECAP, que mede a expectativa do empresário do comércio do Estado de São Paulo, registrou forte queda de 17,6%, para o mês de março, em comparação com fevereiro. O agravamento da pandemia e as revisões do Plano São Paulo impactaram gravemente as vendas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 14pt;">O índice IFECAP, que mede a expectativa do empresário do comércio do Estado de São Paulo, registrou forte queda de 17,6%, para o mês de março, em comparação com fevereiro. O agravamento da pandemia e as revisões do Plano São Paulo impactaram gravemente as vendas e expectativas futuras dos empresários. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O Índice Geral registrou 93,05 pontos, na série sem ajuste sazonal. O resultado indica o pessimismo dos empresários paulistas – desde agosto de 2020, o índice se encontrava superior aos 100 pontos. Em relação ao março de 2020, o Índice Geral se encontra 8,6% abaixo do registrado naquele mês.</span></p>
<p><div id="attachment_22671" style="width: 1024px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-22671" class="size-full wp-image-22671" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/03/ifecap-marco.png" alt="Pesquisa mostra queda de 17,6% na confiança do empresário de SP " width="1014" height="662" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/03/ifecap-marco.png 1014w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/03/ifecap-marco-300x196.png 300w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/03/ifecap-marco-768x501.png 768w" sizes="(max-width: 1014px) 100vw, 1014px" /><p id="caption-attachment-22671" class="wp-caption-text">Pesquisa mostra queda de 17,6% na confiança do empresário de SP</p></div></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>CONFIRA OS NÚMEROS:</b> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>Índice Momento Atual:</b> apresentou queda de 14,9%, na comparação com o mês de fevereiro, registrando 84,29 pontos. O indicador também permanece abaixo dos 100 pontos, o que indica pessimismo. O resultado foi influenciado pelas vendas e encomendas, 20,03% e 9,54% abaixo do verificado em fevereiro de 2021, respectivamente. A situação geral dos negócios (-14,87%), também retraiu quando comparado com o mês anterior. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Este índice diz respeito às respostas dos empresários sobre as suas encomendas atuais, realizadas junto a seus fornecedores; a evolução das vendas no período atual; e a avaliação da situação geral dos negócios. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>Índice Futuro:</b> os resultados, que registram as expectativas para os próximos três meses, apresentou a maior queda, na comparação com o mês anterior (-20,6%), registrando 106,17 pontos, contudo, foi o único indicador com resultados acima dos 100 pontos. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Quando comparado com o mesmo mês do ano anterior, o valor se encontra 5,49% acima – uma possível explicação pode ser dada pela existência (ação) de um programa de vacinação.  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Os resultados se devem, principalmente, às expectativas de vendas para os próximos três meses, com queda de 25,50% (102,47 pontos), quando comparamos com o mês anterior. As expectativas de encomendas futuras tiveram uma queda de 15,41% (quando comparado com fevereiro de 2021), alçando 109,88 pontos. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Este índice é calculado com base nas expectativas dos empresários em relação às suas vendas e encomendas em um horizonte temporal de 3 meses. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>Índice Geral:</b> os resultados do IFECAP, por região, demonstram uma queda de 21,97% do Índice Geral, na capital; e de 15,95% no interior, quando comparado com o mês anterior. A cidade de Santos apresentou uma menor retração (-12,03%).  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Este índice é o indicador composto pela agregação dos dois índices descritos acima (Índice Momento Atual e Índice Futuro). </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>Outras informações adicionais</b> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A coleta do IFECAP ocorreu entre os dias 08 e 18 de março de 2021. Os contatos, feitos por telefone com empresários, foram dificultados pelas maiores restrições, impostas pelo Plano São Paulo: </span></p>
<ul>
<li data-leveltext="·" data-font="Symbol" data-listid="1" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1"><span style="font-size: 14pt;">Plano SP – 24ª classificação: Fase vermelha em todo o estado de São Paulo, com vigência a partir de sábado (06/03); e </span></li>
<li data-leveltext="·" data-font="Symbol" data-listid="1" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="2" data-aria-level="1"><span style="font-size: 14pt;">Fase Emergencial em todo o estado de São Paulo, entre os dias 15 e 30 de março. Esta fase aumentou as medidas restritivas em 14 atividades, colocando mais 4 milhões de pessoas em restrições adicionais (entre pessoas empregadas e movimentadas). </span></li>
</ul>
<p><span style="font-size: 14pt;">Diante do exposto acima, somado com medidas municipais de restrição, tivemos uma redução de 16,21% do número de coletas (com sucesso), sendo que a maior parte das informações foram de atividades de serviços considerados essenciais. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>Índice FECAP de Expectativa nos Negócios</b> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Composto pela compilação de informações sobre as empresas do comércio varejista do Estado de São Paulo, o IFECAP considera o desempenho atual das vendas a clientes e das encomendas a fornecedores, bem como a avaliação geral da situação atual do negócio. O índice avalia ainda informações sobre as expectativas dos empresários quanto às vendas e encomendas para os próximos três meses. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O IFECAP – Índice FECAP de Expectativa nos Negócios consiste em um indicador baseado em metodologia largamente utilizada por diversos países. Há mais de 12 anos, a FECAP coleta dados e calcula mensalmente o índice, que avalia a situação atual das empresas do comércio varejista, com informações sobre o desempenho atual das vendas e das encomendas. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A escolha do comércio varejista como universo da pesquisa se deve ao fato de ser esse setor o elo entre a indústria em geral e o consumidor final, uma vez que grande parte da produção de todos os setores da economia acaba circulando de alguma forma pelas empresas do comércio. Seu principal uso refere-se à previsão do nível de atividade da economia, isto porque o índice procura avaliar a expectativa real dos empresários em relação às variáveis chaves, como encomenda a fornecedores e venda ao consumidor final, ou seja, a antecipação do comportamento da produção e renda. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O IFECAP é composto pela compilação de informações sobre o desempenho atual das vendas e das encomendas, bem como a avaliação sobre a situação atual das empresas do comércio varejista. Consideram-se ainda informações sobre a expectativa dos empresários quanto ao desempenho das vendas e das encomendas para os próximos três meses. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>Metodologia</b> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A metodologia do IFECAP considera um conjunto de perguntas qualitativas referidas às expectativas do empresário. São pesquisadas diversas empresas do comércio varejista nas cidades de São Paulo. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A pesquisa é sempre realizada na semana do dia 15 do mês corrente, composta por questões qualitativas, que captam a percepção do empresário em relação ao desempenho de sua empresa, classificadas em microempresas, pequenas, médias e grandes empresas. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>Contato:</b> <a href="mailto:ifecap@fecap.br">ifecap@fecap.br</a> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>Confira esta pesquisa completa e o histórico de pesquisas IFECAP:</b> <a href="https://www.fecap.br/pesquisa-iff-ifecap/">clique aqui</a>! </span></p>
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		<title>Escassez de matéria prima pode encarecer produtos no Natal, diz especialista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2020 14:12:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[comércio]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Sandra façanha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como reflexo principalmente da pandemia de coronavírus está havendo uma escassez de insumos e matérias primas na indústria e no comércio. A afirmação é de Sandra Façanha, Doutora e Mestra em Administração de Empresas e professora dos cursos de Graduação e Pós-graduação da FECAP. Segundo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 14pt;">Como reflexo principalmente da pandemia de coronavírus está havendo uma escassez de insumos e matérias primas na indústria e no comércio. A afirmação é de <a href="https://www.linkedin.com/in/sandra-l-facanha-5546571/">Sandra Façanha</a>, Doutora e Mestra em Administração de Empresas e professora dos cursos de Graduação e Pós-graduação da <a href="http://www.fecap.br">FECAP</a>.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Segundo a especialista, existem fatores que influenciam esse comportamento: um maior consumo no mercado interno (ainda propiciado pelo auxílio emergencial governamental), além do aumento de consumo em determinados países (caso da China), mas também porque o Real acumulou uma depreciação em torno de 40% frente ao Dólar ao longo de 2020.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“Há uma escassez de insumos, especialmente de algumas commodities agrícolas, como é o caso amplamente divulgado do arroz, mas também da soja, do milho (alta de quase 30% apenas em outubro de 2020) e da carne”, diz.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Além disso, “nunca antes” na história recente do Brasil a exportação foi tão lucrativa. Desde o Plano Real em 1994, apesar de alguns picos, em nenhum momento a taxa cambial havia superado a barreira dos R$ 5,00. Também por este mesmo motivo, as importações sofrem de forma inédita, o que contribui para a enorme dificuldade de o País buscar uma compensação desses insumos no exterior.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">RECUPERAÇÃO LENTA</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A julgar pela opinião de diversos economistas, profissionais que conhecem profundamente as variáveis relacionadas com as questões macroeconômicas, uma recuperação mais expressiva deve acontecer somente em 2022.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“Todavia, não vamos esquecer que determinados setores fortemente atingidos pela pandemia no primeiro semestre já recuperaram as perdas sofridas, como é o caso da indústria, bem diferente dos serviços, que ainda sofrem. De certa forma, colocando nossa economia em uma perspectiva mais ampla, estamos desde 2015 sofrendo reveses no PIB que ainda nos colocam, em valores reais, abaixo do PIB de 2009”.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">EMPRESÁRIOS DEVEM SE REINVENTAR</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A indústria se reinventou bastante. E, para qualquer empresário com um olhar mais atento, reinvenção continua sendo uma das palavras-chave. Sandra lembra do exemplo da empresa 3M, que começou com minérios e abrasivos há mais de um século e hoje é famosa pelos adesivos.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“Ao longo da pandemia, empresas que fabricavam um produto X, passaram a fabricar álcool em gel, protetores faciais, entre outros produtos associados à pandemia. A indústria de motociclos, por exemplo, produto muito procurado ao longo da </span><span style="font-size: 14pt;">pandemia, continua trabalhando em três turnos e ainda assim não dá conta! Da mesma forma, as empresas que produzem/montam bicicletas”.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">PRODUTOS MAIS CAROS NO NATAL</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Para a especialista, o fenômeno pode encarecer os produtos, logo agora no período que antecede o Natal. “Sem dúvidas os fatores acima contribuem enormemente para elevação de preços, especialmente nesta &#8220;Black Friday&#8221;. Em geral, as empresas vão tentar ganhar tanto na margem quanto no volume (não é uma opção) para recuperar o que foi perdido e de forma rápida.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Quanto mais rápido a grana entrar, mais rapidamente a empresa pode sair da UTI, por exemplo”. Entretanto, se todas as empresas buscarem recompor perdas de forma rápida, por meio de aumentos exagerados, cabe ao consumidor buscar de forma mais diligente uma alternativa que faça sentido.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Sandra dá um exemplo pessoal. “Há cerca de dois meses foi inaugurado uma loja de médio porte de bebidas perto da minha casa. Eu os visitei no final de semana passado e fiquei surpresa com a variedade de rótulos de vinhos e preços relativamente bons, apesar da alta do dólar! Comprei um deles por R$ 54,90. No dia seguinte, passei em uma grande rede de supermercados e observei lá o mesmo produto, mas com o preço de R$ 69,90! Diferença de R$ 15,10 ou diferença superior a 27% do preço anterior!”.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A especialista finaliza dizendo que nem sempre as empresas que detém um grande volume de produtos são aquelas dispostas a fazer um bom preço. “Essa é uma lição que todos nós já deveríamos ter aprendido. Além disso, se existe um bom hábito que muitos de nós adquirimos nesta pandemia é o de valorizar o comércio local, ajudar ao pequeno e médio empresário”, completa.</span></p>
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