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	<title>cecon fecap | FECAP</title>
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	<description>A FECAP é uma instituição brasileira de ensino superior, sem fins lucrativos, cujo campo de estudo é gestão de negócios.</description>
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	<title>cecon fecap | FECAP</title>
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		<title>CECON FECAP analisa custo de vida na região metropolitana de SP em maio de 2026</title>
		<link>https://www.fecap.br/2026/06/19/cecon-fecap-analisa-custo-de-vida-na-regiao-metropolitana-de-sp-em-maio-de-2026/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 13:23:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON)]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
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		<category><![CDATA[custo de vida em sp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O CECON FECAP divulga análise do custo de vida na Região Metropolitana de SP, com base no índice de inflação apurados pelo IBGE</p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2026/06/19/cecon-fecap-analisa-custo-de-vida-na-regiao-metropolitana-de-sp-em-maio-de-2026/">CECON FECAP analisa custo de vida na região metropolitana de SP em maio de 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O&nbsp;<a href="https://pesquisa.fecap.br/cecon/">Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON)</a>&nbsp;da&nbsp;<a href="https://www.fecap.br/">Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</a>&nbsp;divulga mensalmente a análise do custo de vida na Região Metropolitana de São Paulo, com base nos índices oficiais de inflação apurados pelo IBGE. O levantamento apresenta as variações do INPC e do IPCA, destacando os principais produtos e serviços que mais influenciam o orçamento das famílias paulistanas.</p>



<p><strong>ÍNDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR AMPLO (IPCA)</strong></p>



<p>Em maio de 2026, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), que reflete a variação no custo de vida das famílias com rendimentos de 1 a 40 salários-mínimos, subiu 0,61% em relação ao mês anterior, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para o país, a variação no custo de vida foi de +0,58%.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="847" height="1024" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/06/19.06.2026-CECON-FECAP-analisa-custo-de-vida-na-regi├uo-metropolitana-de-SP-em-maio-de-2026-imagens-1-847x1024.jpg" alt="" class="wp-image-73091" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/06/19.06.2026-CECON-FECAP-analisa-custo-de-vida-na-regi├uo-metropolitana-de-SP-em-maio-de-2026-imagens-1-847x1024.jpg 847w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/06/19.06.2026-CECON-FECAP-analisa-custo-de-vida-na-regi├uo-metropolitana-de-SP-em-maio-de-2026-imagens-1-248x300.jpg 248w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/06/19.06.2026-CECON-FECAP-analisa-custo-de-vida-na-regi├uo-metropolitana-de-SP-em-maio-de-2026-imagens-1-768x928.jpg 768w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/06/19.06.2026-CECON-FECAP-analisa-custo-de-vida-na-regi├uo-metropolitana-de-SP-em-maio-de-2026-imagens-1-1271x1536.jpg 1271w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/06/19.06.2026-CECON-FECAP-analisa-custo-de-vida-na-regi├uo-metropolitana-de-SP-em-maio-de-2026-imagens-1-1695x2048.jpg 1695w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/06/19.06.2026-CECON-FECAP-analisa-custo-de-vida-na-regi├uo-metropolitana-de-SP-em-maio-de-2026-imagens-1.jpg 1717w" sizes="(max-width: 847px) 100vw, 847px" /></figure>



<p></p>



<p>Na divisão mais detalhada por item, entre os maiores aumentos, estão a passagem aérea (+7,03%), o feijão carioca (+5,04%), o perfume (+4,58%), o transporte por aplicativo (+3,95%) e a anergia elétrica (+3,69%). Por outro lado, entre as maiores reduções, estão o peixe – tilápia (-4,19%), o anti-inflamatório e antirreumático (-2,70%), o pacote turístico (-2,50%) e o café moído (-1,71%).</p>



<p>Em razão do conflito no Oriente Médio, vale também destacar a variação de preço dos combustíveis. O etanol teve uma redução de 7,49%, o óleo diesel de 1,88% e a gasolina de 0,58%, enquanto o gás de botijão apresentou um aumento de 0,97%.</p>



<p><strong>Variação mensal do ano anterior</strong></p>



<p>No mesmo mês do ano anterior (maio de 2025), o IPCA apresentou alta de 0,12%.</p>



<p>Os itens como café moído (+7,26%), chocolate em barra e bombom (+4,38%), produto para barba (+2,80%), arroz (-4,53%), peixe – tilápia (-4,61%) e passagem aérea (-9,94%) se destacaram no mês.</p>



<p><strong>Variação acumulada nos últimos 12 meses</strong></p>



<p>Nos últimos 12 meses, o IPCA da RMSP acumulou aumento de 5,31%.</p>



<p>Os destaques ficaram para a passagem aérea (+55,36%), o feijão carioca (+27,93%), o transporte por aplicativo (+24,97%), o chocolate em barra e bombom (+21,06%), o arroz (-12,39%), o ovo de galinha (-14,37%) e o azeite de oliva (-23,94%).</p>



<p>Para a média do Brasil, o IPCA subiu 4,72%. Portanto, acima do teto da meta de inflação de 4,5% ao ano estabelecido pelo Banco Central para o país.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="581" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/06/19.06.2026-CECON-FECAP-analisa-custo-de-vida-na-regi├uo-metropolitana-de-SP-em-maio-de-2026-imagens-2-1024x581.jpg" alt="" class="wp-image-73092" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/06/19.06.2026-CECON-FECAP-analisa-custo-de-vida-na-regi├uo-metropolitana-de-SP-em-maio-de-2026-imagens-2-1024x581.jpg 1024w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/06/19.06.2026-CECON-FECAP-analisa-custo-de-vida-na-regi├uo-metropolitana-de-SP-em-maio-de-2026-imagens-2-300x170.jpg 300w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/06/19.06.2026-CECON-FECAP-analisa-custo-de-vida-na-regi├uo-metropolitana-de-SP-em-maio-de-2026-imagens-2-768x436.jpg 768w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/06/19.06.2026-CECON-FECAP-analisa-custo-de-vida-na-regi├uo-metropolitana-de-SP-em-maio-de-2026-imagens-2-1536x871.jpg 1536w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/06/19.06.2026-CECON-FECAP-analisa-custo-de-vida-na-regi├uo-metropolitana-de-SP-em-maio-de-2026-imagens-2.jpg 1948w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p></p>



<p><strong>Variação acumulada no ano</strong></p>



<p>No acumulado de janeiro a maio, o IPCA apresentou alta de 3,23%.</p>



<p>No mesmo período, entre as outras 9 regiões metropolitanas, os 5 municípios e o Distrito Federal, as maiores variações no custo de vida estão em Aracaju – SE (+4,22%), em Campo Grande – MS (+3,98%) e em Recife – PE (+3,95%). Já as menores variações estão em Rio Branco – AC (+2,35%), em Curitiba – PR (+2,41%) e em Brasília – DF (+2,52%).</p>



<p><strong>ÍNDICE NACIONAL DE PREÇOS AO CONSUMIDOR (INPC)</strong></p>



<p>Em maio de 2026, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), que reflete a variação no custo de vida das famílias com rendimentos de 1 a 5 salários mínimos, subiu 0,62%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para o País, a variação no custo de vida foi de +0,65%.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="627" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/06/19.06.2026-CECON-FECAP-analisa-custo-de-vida-na-regi├uo-metropolitana-de-SP-em-maio-de-2026-imagens-3-1024x627.jpg" alt="" class="wp-image-73093" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/06/19.06.2026-CECON-FECAP-analisa-custo-de-vida-na-regi├uo-metropolitana-de-SP-em-maio-de-2026-imagens-3-1024x627.jpg 1024w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/06/19.06.2026-CECON-FECAP-analisa-custo-de-vida-na-regi├uo-metropolitana-de-SP-em-maio-de-2026-imagens-3-300x184.jpg 300w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/06/19.06.2026-CECON-FECAP-analisa-custo-de-vida-na-regi├uo-metropolitana-de-SP-em-maio-de-2026-imagens-3-768x470.jpg 768w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/06/19.06.2026-CECON-FECAP-analisa-custo-de-vida-na-regi├uo-metropolitana-de-SP-em-maio-de-2026-imagens-3-1536x940.jpg 1536w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/06/19.06.2026-CECON-FECAP-analisa-custo-de-vida-na-regi├uo-metropolitana-de-SP-em-maio-de-2026-imagens-3.jpg 1775w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p></p>



<p>Na divisão mais detalhada por item, os destaques são os mesmos do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), exceto o óleo diesel.</p>



<p><strong>Variação mensal do ano anterior</strong></p>



<p>No mesmo mês do ano anterior (maio de 2025), o INPC apresentou alta de 0,19%. E os destaques são os mesmos do IPCA.</p>



<p><strong>Variação acumulada nos últimos 12 meses</strong></p>



<p>Nos últimos 12 meses, o INPC da RMSP aumentou 5,01%. Para a média do Brasil, o INPC subiu 4,42%. Já o IPCA da RMSP, no mesmo período, foi de +5,31%.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="589" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/06/19.06.2026-CECON-FECAP-analisa-custo-de-vida-na-regi├uo-metropolitana-de-SP-em-maio-de-2026-imagens-4-1024x589.jpg" alt="" class="wp-image-73094" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/06/19.06.2026-CECON-FECAP-analisa-custo-de-vida-na-regi├uo-metropolitana-de-SP-em-maio-de-2026-imagens-4-1024x589.jpg 1024w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/06/19.06.2026-CECON-FECAP-analisa-custo-de-vida-na-regi├uo-metropolitana-de-SP-em-maio-de-2026-imagens-4-300x173.jpg 300w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/06/19.06.2026-CECON-FECAP-analisa-custo-de-vida-na-regi├uo-metropolitana-de-SP-em-maio-de-2026-imagens-4-768x442.jpg 768w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/06/19.06.2026-CECON-FECAP-analisa-custo-de-vida-na-regi├uo-metropolitana-de-SP-em-maio-de-2026-imagens-4-1536x884.jpg 1536w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/06/19.06.2026-CECON-FECAP-analisa-custo-de-vida-na-regi├uo-metropolitana-de-SP-em-maio-de-2026-imagens-4.jpg 1937w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p></p>



<p><strong>Variação acumulada no ano</strong></p>



<p>No acumulado de janeiro a maio, o INPC subiu 3,26%.</p>



<p>No mesmo período, dentre as outras 9 regiões metropolitanas, os 5 municípios e o Distrito Federal, as maiores variações no custo de vida estão em Campo Grande – MS (+4,23%), em Aracaju – SE (+4,12%) e em Recife – PE (+4,09%). Já as menores variações estão em Curitiba – PR (+2,27%), em Brasília – DF (+2,43%) e em Rio Branco – AC (+2,53%).</p>



<p><strong><u>Expediente CECON</u></strong></p>



<p><strong>Coordenação:&nbsp;</strong>Allexandro Emmanuel Mori Coelho, Professor Doutor</p>



<p><strong>Equipe Econômica:</strong>&nbsp;professores doutores Jobson Monteiro de Souza e Rafael Barišauskas</p>



<p><strong>Termo de isenção de responsabilidade:&nbsp;</strong>este relatório foi preparado pela equipe integrante do Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), utilizando os melhores esforços dos responsáveis. As informações foram obtidas através de fontes públicas críveis, e estão sujeitas a revisões sem aviso prévio. O CECON e a FECAP não se responsabilizam por quaisquer decisões econômicas ou de investimento tomadas com base nas informações deste relatório. O conteúdo deste relatório é livre, não podendo ser comercializado ou monetizado por terceiros de nenhuma forma. Este produto possui caráter exclusivamente informativo e não deverá ser usado para constituir qualquer decisão de compra ou venda de ativos ou produtos ou de investimento.</p>



<p></p>
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		<title>CECON FECAP analisa inflação dos produtos das festas juninas em SP</title>
		<link>https://www.fecap.br/2026/05/29/cecon-fecap-analisa-inflacao-dos-produtos-das-festas-juninas-em-sp/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 22:04:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[cecon fecap]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[festa junina]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A “Festa Junina” simboliza as várias celebrações culturais e religiosas que ocorrem durante todo o mês de junho. E essas celebrações possuem comidas, trajes e decorações típicas. Os gastos neste período podem incluir a organização de uma festa em casa, a participação na festa junina [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A “Festa Junina” simboliza as várias celebrações culturais e religiosas que ocorrem durante todo o mês de junho. E essas celebrações possuem comidas, trajes e decorações típicas.</p>



<p>Os gastos neste período podem incluir a organização de uma festa em casa, a participação na festa junina da escola do filho e as festas de rua.</p>



<p>Uma vez que em datas sazonais, como as festas juninas, a demanda por itens específicos aumenta e, consequentemente, os seus preços, o planejamento financeiro permite curtir a tradição sem dívidas posteriores, ou seja, permite escolher a festa que cabe no seu orçamento.</p>



<p><strong>Variação dos preços</strong></p>



<p>Com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) de maio, divulgado pelo IBGE, é possível observar o comportamento dos preços de alguns produtos relacionados à “Festa Junina”, no acumulado dos últimos 12 meses. Entre os 34 produtos considerados, apenas 8 apresentaram aumento de preço acima da inflação observada na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), de 5,07%.</p>



<p>Os pratos juninos dividem-se entre opções salgadas e doces, e possuem muitos ingredientes, mas a maioria é à base de milho, mandioca e amendoim.</p>



<p><strong>Ingredientes à base de milho – </strong>Esses ingredientes fazem parte de comidas salgadas e doces, que incluem o milho cozido, a pamonha, o curau, o bolo de milho e a canjica. O preço do milho (em grão) caiu 4,41% e o do fubá de milho, 0,28%, enquanto o dos flocos de milho subiu 3,22%. O preço do milho-verde em conserva na RMSP subiu 1,82%.</p>



<p><strong>Ingredientes à base de mandioca – </strong>Esses ingredientes são usados no bolo de mandioca, no caldo de mandioca e no cuscuz, além, claro, na mandioca frita. O preço da mandioca (aipim) aumentou em 12,90%. Já o preço da farinha de mandioca na RMSP aumentou 3,76%, mais do que o registrado no Brasil (+0,85%).</p>



<p><strong>Ingredientes lácteos –</strong> Esses ingredientes fazem parte de vários pratos, como canjica e arroz doce. Na RMSP, o preço do leite longa vida subiu 3,39% o do queijo 3,08%, enquanto o preço do leite em pó caiu 0,24%. No Brasil, o preço do leite condensado subiu 0,27% e o do leite de coco 4,92%.</p>



<p><strong>Outros ingredientes para doces – </strong>Esses ingredientes são usados para fazer, por exemplo, o arroz doce, a cocada, a maçã do amor e as frutas no palito. Na RMSP, o preço do chocolate em barra e bombom aumentou 22,68% e o da batata-doce 35,37%, em contraste com a redução do preço do açúcar refinado (-12,51%) e do arroz (-17,13%). O preço do açúcar cristal diminuiu 15,30% no Brasil.</p>



<p><strong>Outros ingredientes para salgados –</strong> Esses ingredientes são usados para preparar carne louca, cachorro-quente e espetinhos, por exemplo. O preço da batata-inglesa subiu 2,39% na RMSP, bem menos do que o registrado no País (+13,34%). Já o preço do frango em pedaços subiu 3,83%, em contraste com a queda observada no Brasil (-3,15%). Na RMSP, o preço das carnes subiu 7,90%, enquanto os preços da linguiça e da salsicha caíram 0,07% e 2,14%, respectivamente. O preços da carne-seca e da carne de sol subiram 9,87% no País.</p>



<p><strong>Ingredientes em geral –</strong> Esses são os ingredientes comuns a vários pratos salgados e doces. O preço da farinha de trigo diminuiu 7,28% e o do ovo de galinha 15,98%, enquanto o preço do óleo de soja aumentou 6,74%, na RMSP.</p>



<p>Embora todas as bebidas e frutas possam fazer parte das festividades, as mais consumidas são vinho, cachaça e maçã, as matérias-primas para o vinho quente, o quentão e a maçã do amor.</p>



<p><strong>Bebidas e Frutas – </strong>O preço do vinho caiu 2,07% na RMSP, mais do que o registrado para o Brasil (-0,48%). O preço das outras bebidas alcoólicas caiu 0,05% no País. O preço da maçã caiu 2,50% na RMSP, menos do que o registrado para o País (-4,60%). O preço do abacaxi (usado como fruta no palito e banhado em chocolate) caiu 2,38% no Brasil.</p>



<p>As roupas típicas da festa junina procuram refletir o clássico visual caipira, com rendas, fitas e cheias de cores. Da mesma forma, a decoração é marcada por cores quentes, elementos rústicos e muito artesanato.&nbsp;</p>



<p><strong>Trajes e Decorações – </strong>O preço do tecido diminuiu 1,47% e o dos artigos de papelaria 0,56%, ao passo que o preço dos artigos de armarinhos aumentou 0,04% na RMSP, todos com variações melhores do que a observada na média do Brasil.</p>



<p>Por fim, muitas festas são realizadas em praças, parques e centros culturais, que possuem em sua programação: shows, comidas típicas e brincadeiras. Não há um indicador para captar a inflação desses eventos, mas podemos usar a alimentação fora do domicílio e o cinema, o teatro e os concertos como indicadores mais próximos.&nbsp;</p>



<p><strong>Festas de Rua –</strong> O preço da alimentação fora do domicílio aumentou 7,64% e o do cinema, teatro e concertos 7,61%, com variações maiores do que a observada na média nacional, 6,77% e 5,59%, respectivamente</p>



<p>Vale destacar que alguns produtos típicos das festas juninas – como amendoim, coco ralado, gengibre, canela, cravo-da-índia e pinhão – não são consumidos mensalmente e, portanto, não fazem parte da cesta de produtos em que o IBGE acompanha a mudança de preços.</p>



<p>Em comparação com 2025, dos 34 produtos considerados, apenas 8 tiveram uma variação de preço, na RMSP, pior em 2026. Entre eles, a maior variação foi observada na batata-doce, de uma queda no preço de 8,50%, em 2025, para um aumento de 35,37% em 2026, ou seja, um aumento de 43,87 pontos percentuais (p.p.). O segundo produto foi a batata-inglesa, com um aumento de 15,59 p.p.</p>



<p>Por outro lado, entre os produtos com uma variação de preço melhor, destaca-se o ovo de galinha, de um aumento no preço de 21,09%, em 2025, para uma diminuição de 15,98% em 2026, ou seja, uma redução de 37,07 p.p. Em seguida, a carne, de um aumento no preço de 27,48%, em 2025, para um aumento de 7,90% em 2026 (-19,58 p.p.), além do óleo de soja (-18,50 p.p.), do açucar refinado (-12,48 p.p.) e do arroz (-10,06 p.p.).</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="793" height="1024" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/CECON-Festa-Junina-imagens-2-793x1024.jpg" alt="" class="wp-image-72580" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/CECON-Festa-Junina-imagens-2-793x1024.jpg 793w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/CECON-Festa-Junina-imagens-2-232x300.jpg 232w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/CECON-Festa-Junina-imagens-2-768x992.jpg 768w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/CECON-Festa-Junina-imagens-2-1189x1536.jpg 1189w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/CECON-Festa-Junina-imagens-2-1586x2048.jpg 1586w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/CECON-Festa-Junina-imagens-2.jpg 1908w" sizes="(max-width: 793px) 100vw, 793px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="757" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/CECON-Festa-Junina-imagens-3-1024x757.jpg" alt="" class="wp-image-72581" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/CECON-Festa-Junina-imagens-3-1024x757.jpg 1024w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/CECON-Festa-Junina-imagens-3-300x222.jpg 300w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/CECON-Festa-Junina-imagens-3-768x568.jpg 768w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/CECON-Festa-Junina-imagens-3-1536x1136.jpg 1536w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/CECON-Festa-Junina-imagens-3.jpg 1921w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p></p>



<p><strong><u>Expediente CECON</u></strong></p>



<p><strong>Coordenação:&nbsp;</strong>Allexandro Emmanuel Mori Coelho, Professor Doutor</p>



<p><strong>Equipe Econômica:</strong>&nbsp;professores doutores Jobson Monteiro de Souza e Rafael Barišauskas</p>



<p><strong>Termo de isenção de responsabilidade:&nbsp;</strong>este relatório foi preparado pela equipe integrante do Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), utilizando os melhores esforços dos responsáveis. As informações foram obtidas através de fontes públicas críveis, e estão sujeitas a revisões sem aviso prévio. O CECON e a FECAP não se responsabilizam por quaisquer decisões econômicas ou de investimento tomadas com base nas informações deste relatório. O conteúdo deste relatório é livre, não podendo ser comercializado ou monetizado por terceiros de nenhuma forma. Este produto possui caráter exclusivamente informativo e não deverá ser usado para constituir qualquer decisão de compra ou venda de ativos ou produtos ou de investimento.</p>
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		<title>CECON FECAP analisa comportamento do comércio, serviços e produção industrial no estado de SP em março de 2026</title>
		<link>https://www.fecap.br/2026/05/20/cecon-fecap-analisa-comportamento-do-comercio-servicos-e-producao-industrial-no-estado-de-sp-em-marco-de-2026/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 16:15:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON)]]></category>
		<category><![CDATA[cecon fecap]]></category>
		<category><![CDATA[comércio]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[produção industrial]]></category>
		<category><![CDATA[serviços]]></category>
		<category><![CDATA[sp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>COMPORTAMENTO DO COMÉRCIO VAREJISTA EM SÃO PAULO: MARÇO-2026 Em março de 2026, o volume de vendas no comércio varejista ampliado no Estado de São Paulo, medido pela Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou uma queda de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><u>COMPORTAMENTO DO COMÉRCIO VAREJISTA EM SÃO PAULO: MARÇO-2026</u></strong></p>



<p>Em março de 2026, o volume de vendas no comércio varejista ampliado no Estado de São Paulo, medido pela Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou uma queda de -0,6% em relação ao mês anterior, considerando a série livre de fatores sazonais.</p>



<p><strong>Variação anual</strong></p>



<p>Em relação ao mesmo mês do ano anterior (março de 2025), as vendas no varejo apresentaram queda de 1,3%, em contraste com a média do Brasil, que apresentou uma alta de 6,5%.</p>



<p>Dentro do setor varejista paulista, os destaques positivos ficaram para equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (+27,6%), livros, jornais revistas e papelaria (16,3%) e tecidos, vestuário e calçados (+11,5%). Por outro lado, as piores performances ficaram para atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo (-6,2%) e hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-3,8%).</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="530" height="318" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-13.png" alt="" class="wp-image-72288" style="width:838px;height:auto" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-13.png 530w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-13-300x180.png 300w" sizes="(max-width: 530px) 100vw, 530px" /></figure>



<p></p>



<p>A grande diferença nas vendas no varejo entre São Paulo e o Brasil é explicada pelas performances muito diferentes nos setores. Vale destacar, por exemplo, o resultado no atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo, com alta de 8,7% no Brasil e queda 6,2% em São Paulo, bem como o resultado no setor de veículos, motocicletas, partes e peças, com alta de 12,6% no Brasil e alta de apenas 0,3% em São Paulo.</p>



<p><strong>Variação acumulada dos últimos 12 meses</strong></p>



<p>O resultado acumulado nos últimos doze meses para o varejo foi de -3,3%.</p>



<p><strong>Variação acumulada no ano</strong></p>



<p>No acumulado de janeiro a março, o volume de vendas do comércio varejista ampliado caiu 3,4% em comparação ao mesmo período do ano anterior, ao passo que, na média do país, observou-se uma alta de 1,9%.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="535" height="333" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-14.png" alt="" class="wp-image-72289" style="width:824px;height:auto" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-14.png 535w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-14-300x187.png 300w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-14-255x160.png 255w" sizes="(max-width: 535px) 100vw, 535px" /></figure>



<p></p>



<p>No setor varejista paulista, os destaques positivos ficaram para os equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (+14,2%) e para os tecidos, vestuário e calçados (+9,1%). Por outro lado, as piores performances ficaram para o atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo (-10,6%), para os móveis (-10,1%) e para os veículos, motocicletas, partes e peças (-8,3%).</p>



<p>E, dentre as 27 unidades da federação (26 Estados e o Distrito Federal), o resultado negativo foi observado apenas em 3 unidades. As maiores variações ocorreram em Pernanbuco (+10,8%), em Tocantins (+9,1%), em Mato Grosso (+8,6%), no Rio Grande do Sul (-1,2%) e no Piauí (-1,6%). Assim, os dados mostram que São Paulo apresentou o pior resultado negativo.</p>



<p><strong><u>COMPORTAMENTO DA PRODUÇÃO INDUSTRIAL EM SÃO PAULO: MARÇO-2026</u></strong></p>



<p>Em março de 2026, a produção industrial no Estado de São Paulo, medida pela Pesquisa Industrial Mensal (PIM), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou queda de 0,2% ante o mês anterior, considerando a série livre de fatores sazonais.</p>



<p><strong>Variação anual</strong></p>



<p>Em relação ao mesmo mês do ano anterior (março de 2025), a produção industrial paulista subiu 2,2%. No entanto, um aumento menor do que o registrado na produção industrial nacional (+4,3%). As indústrias extrativas diminuíram 12,8%, enquanto a indústria de transformação aumentou 2,5%.</p>



<p>Na indústria de transformação, os principais resultados positivos ocorreram no setor de fabricação de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (+14,5%) e de veículos automotores, reboques e carrocerias (+13,1%).</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="551" height="397" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-15.png" alt="" class="wp-image-72290" style="width:819px;height:auto" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-15.png 551w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-15-300x216.png 300w" sizes="(max-width: 551px) 100vw, 551px" /></figure>



<p></p>



<p>Já as maiores quedas ocorreram nos setores de fabricação de bebidas (-8,7%) e de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-4,3%).</p>



<p><strong>Variação acumulada dos últimos 12 meses</strong></p>



<p>A produção industrial paulista diminuiu 3,0% no acumulado dos últimos 12 meses, em contraste com o crescimento de 0,4% observado no Brasil.</p>



<p><strong>Variação acumulada no ano</strong></p>



<p>No acumulado de janeiro a março, a produção industrial caiu 1,0%. O resultado das indústrias extrativas no período, por sua vez, foi de queda de 8,0%, enquanto a indústria de transformação diminuiu em 0,9%.</p>



<p>Entre os 24 setores da indústria de transformação, 5 apresentaram crescimento, 12 recuaram e 7 não tiveram dados disponíveis.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="539" height="329" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-16.png" alt="" class="wp-image-72291" style="width:826px;height:auto" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-16.png 539w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-16-300x183.png 300w" sizes="(max-width: 539px) 100vw, 539px" /></figure>



<p></p>



<p>No mesmo período, dentre os 17 estados pesquisados, os maiores resultados positivos na produção industrial foram observados em Pernambuco (+29,6%), no Espírito Santo (+22,6%) e em Mato Grosso do Sul (+10,3%). Já os maiores resultados negativos ocorreram no Ceará (-5,7%), na Bahia (-6,5%) e no Rio Grande do Norte (-19,2%).</p>



<p><strong><u>COMPORTAMENTO DOS SERVIÇOS NO ESTADO DE SÃO PAULO: MARÇO-2026</u></strong></p>



<p>Em março de 2026, o volume de serviços no Estado de São Paulo, medido pela Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou queda de 2,1% em relação ao mês anterior, na série com ajuste sazonal.</p>



<p><strong>Variação anual</strong></p>



<p>Em relação ao mesmo mês do ano anterior (março de 2025), as vendas de serviços apresentaram alta de 4,0%. Na média do Brasil, o crescimento foi de 3,0%.</p>



<p>Os destaques ficaram para os setores de serviços de informação e comunicação (+8,0%) e de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (+4,8%).</p>



<p>Já as atividades turísticas caíram 3,1% nesse período, menos do que o observado no País (-3,9%).</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="461" height="307" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-17.png" alt="" class="wp-image-72292" style="width:840px;height:auto" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-17.png 461w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-17-300x200.png 300w" sizes="(max-width: 461px) 100vw, 461px" /></figure>



<p></p>



<p><strong>Variação acumulada dos últimos 12 meses</strong></p>



<p>O resultado acumulado nos últimos doze meses, no setor de serviços no Estado de São Paulo, foi de +4,4%, e no setor das atividades turísticas, de +3,1%.</p>



<p><strong>Variação acumulada no ano</strong></p>



<p>No acumulado de janeiro a março, o volume de serviços prestados subiu 4,4%. A média do país foi de +2,3%.</p>



<p>Entre as atividades analisadas pelo IBGE, todas apresentaram crescimento.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="529" height="318" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-18.png" alt="" class="wp-image-72293" style="width:809px;height:auto" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-18.png 529w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-18-300x180.png 300w" sizes="(max-width: 529px) 100vw, 529px" /></figure>



<p></p>



<p>Dentre as 27 unidades federativas (26 estados e o Distrito Federal), o resultado negativo foi observado em 12 delas. As maiores variações positivas ocorreram no Distrito Federal (+11,2%), em Mato Grosso (+10,8%) e em Roraima (+8,8%), enquanto as maiores variações negativas ocorreram no Ceará (-4,7%), em Tocantins (-4,8%) e no Acre (-9,7%). O Estado de São Paulo ficou na quinta posição entre as maiores taxas de crescimento.</p>



<p>Já as atividades turísticas cresceram 1,6% nesse período.</p>



<p><strong><u>Expediente CECON</u></strong></p>



<p><strong>Coordenação:&nbsp;</strong>Allexandro Emmanuel Mori Coelho, Professor Doutor</p>



<p><strong>Equipe Econômica:</strong>&nbsp;professores doutores Jobson Monteiro de Souza e Rafael Barišauskas</p>



<p><strong>Termo de isenção de responsabilidade:&nbsp;</strong>este relatório foi preparado pela equipe integrante do Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), utilizando os melhores esforços dos responsáveis. As informações foram obtidas através de fontes públicas críveis, e estão sujeitas a revisões sem aviso prévio. O CECON e a FECAP não se responsabilizam por quaisquer decisões econômicas ou de investimento tomadas com base nas informações deste relatório. O conteúdo deste relatório é livre, não podendo ser comercializado ou monetizado por terceiros de nenhuma forma. Este produto possui caráter exclusivamente informativo e não deverá ser usado para constituir qualquer decisão de compra ou venda de ativos ou produtos ou de investimento.</p>
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		<item>
		<title>CECON FECAP analisa mercado de trabalho no estado de SP no 1º trimestre de 2026</title>
		<link>https://www.fecap.br/2026/05/20/cecon-fecap-analisa-mercado-de-trabalho-no-estado-de-sp-no-1o-trimestre-de-2026/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 15:12:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON)]]></category>
		<category><![CDATA[cecon fecap]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de trabalho em sp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CECON FECAP analisa a PNAD Contínua do IBGE, que registrou uma diminuição de 21 mil postos de trabalho em SP no 1º trimestre</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No primeiro trimestre de 2026, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou uma diminuição de 21 mil postos de trabalho no Estado de São Paulo, sem variação estatisticamente significativa em relação ao trimestre anterior. A força de trabalho aumentou 1,3%. Assim, a taxa de desemprego, &nbsp;com ajuste sazonal, atingiu 6,0%, o que representou um aumento de 1,3 ponto percentual (p.p.) em relação ao trimestre anterior.</p>



<p>A taxa de desemprego estimada no Brasil foi de 6,1%. As maiores taxas foram observadas no Amapá (10,0%) e na Bahia, Alagoas e Pernambuco (9,2%), enquanto as menores foram observadas em Santa Catarina (2,7%), no Mato Grosso (3,1%) e no Espírito Santo (3,2%).</p>



<p>O rendimento real mensal médio alcançou R$4.378, mas sem variação estatisticamente significativa em relação ao trimestre anterior.</p>



<p><strong>Variação em relação ao mesmo período do ano anterior</strong></p>



<p>Em comparação com o primeiro trimestre de 2025, foram criados 389 mil postos de trabalho. E a força de trabalho aumentou em 1,3%. Assim, a taxa de desemprego diminuiu em 0,3 p.p. no período. Já o rendimento real mensal médio, novamente, não apresentou variação estatisticamente significativa.</p>



<p>Em relação à posição na ocupação desses postos de trabalho, as ocupações aumentaram entre os trabalhadores por conta própria com CNPJ (+12,2%) e entre os empregados do setor privado sem carteira assinada (+10,1%).</p>



<p>Para a atividade do trabalho principal ocupado, nenhuma apresentou variação estatisticamente significativa</p>



<p><strong>Divisão por grupo</strong></p>



<p>A taxa de desemprego foi de 5,1% entre os homens e de 7,0% entre as mulheres. Por cor ou raça, as taxas foram de 5,3% (branca), 6,5% (preta) e 7,1% (parda).</p>



<p>Na divisão por grupos de idade, o destaque foi a taxa de desemprego entre 18 e 24 anos, de 13,8%. E na divisão por nível de instrução, a maior taxa foi de 13,4% (ensino médio incompleto ou equivalente) e a menor, de 4,2% (ensino superior completo ou equivalente).</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="587" height="452" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-11.png" alt="" class="wp-image-72283" style="width:840px;height:auto" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-11.png 587w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-11-300x231.png 300w" sizes="(max-width: 587px) 100vw, 587px" /></figure>



<p></p>



<p>O rendimento real mensal médio para os homens foi de R$4.939 e para as mulheres R$3.695. Por cor ou raça, o valor foi de R$5.257 (branca), de R$3.214 (preta) e de R$ 3.213 (parda).</p>



<p>O rendimento das pessoas com idade entre 18 e 24 anos foi de R$2.281. E na divisão por nível de instrução, as pessoas com ensino médio incompleto ou equivalente receberam R$2.293, enquanto que as pessoas com ensino superior completo ou equivalente receberam R$7.799.</p>



<p><strong>Taxa composta de subutilização</strong></p>



<p>A taxa composta de subutilização, resultado da soma da taxa de desemprego, da taxa de força de trabalho potencial e da taxa de subocupação, atingiu 11,5%, o que representa uma redução de 0,7 p.p. em relação ao mesmo trimestre de 2025. Para a média do País, a taxa foi de 14,3%.</p>



<p>Essa taxa reflete melhor a subutilização da força de trabalho, isto é, a oferta de trabalho disponível, mas ainda não empregada. Isso porque ela também inclui as pessoas de fora da força de trabalho que gostariam de trabalhar e as de dentro da força de trabalho que gostariam de trabalhar mais.</p>



<p>A taxa da força de trabalho potencial, que reflete as pessoas com potencial para estarem na força de trabalho, mas com o qual ocorreu um descompasso entre a busca por trabalho e a disponibilidade para trabalhar, foi de 2,4%. Já a taxa de subalocação, que reflete os trabalhadores que trabalham menos horas do que gostariam, alcançou 3,1%.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="614" height="344" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-12.png" alt="" class="wp-image-72284" style="aspect-ratio:1.7848960690783746;width:840px;height:auto" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-12.png 614w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-12-300x168.png 300w" sizes="(max-width: 614px) 100vw, 614px" /></figure>



<p></p>



<p><strong>Outras informações</strong></p>



<p>O percentual de pessoas desalentadas em relação à população na força de trabalho foi de 0,8%, uma queda de 0,4 ponto percentual (p.p.) em relação ao primeiro trimestre de 2025. O percentual representa as pessoas que gostariam de trabalhar e estão disponíveis, mas desistiram de procurar por falta de vagas, de experiência, de idade suficiente ou de oportunidade de emprego na sua localidade. Para a média do País, a taxa foi de 2,4%.</p>



<p>Já a taxa de informalidade foi de 30,0% entre a população ocupada. A taxa inclui as pessoas ocupadas: como empregados no setor privado e trabalhadores domésticos sem carteira de trabalho assinada; por conta própria e como empregadores sem registro no CNPJ; e o trabalhador familiar auxiliar. No Brasil, a taxa foi de 37,3%.</p>



<p>Por fim, no Estado de São Paulo, o mercado de trabalho começou o ano de 2026 com um resultado melhor em comparação ao primeiro trimestre de 2025, apesar do rendimento real mensal médio ter se mantido estatisticamente estável. A taxa de desemprego e a taxa composta de subutilização são as menores da série histórica, e inferiores quando comparadas com as taxas estimadas para a média do Brasil.</p>



<p><strong><u>Expediente CECON</u></strong></p>



<p><strong>Coordenação:&nbsp;</strong>Allexandro Emmanuel Mori Coelho, Professor Doutor</p>



<p><strong>Equipe Econômica:</strong>&nbsp;professores doutores Jobson Monteiro de Souza e Rafael Barišauskas</p>



<p><strong>Termo de isenção de responsabilidade:&nbsp;</strong>este relatório foi preparado pela equipe integrante do Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), utilizando os melhores esforços dos responsáveis. As informações foram obtidas através de fontes públicas críveis, e estão sujeitas a revisões sem aviso prévio. O CECON e a FECAP não se responsabilizam por quaisquer decisões econômicas ou de investimento tomadas com base nas informações deste relatório. O conteúdo deste relatório é livre, não podendo ser comercializado ou monetizado por terceiros de nenhuma forma. Este produto possui caráter exclusivamente informativo e não deverá ser usado para constituir qualquer decisão de compra ou venda de ativos ou produtos ou de investimento.</p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2026/05/20/cecon-fecap-analisa-mercado-de-trabalho-no-estado-de-sp-no-1o-trimestre-de-2026/">CECON FECAP analisa mercado de trabalho no estado de SP no 1º trimestre de 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
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		<title>CECON FECAP analisa custo de vida na região metropolitana de SP em abril de 2026</title>
		<link>https://www.fecap.br/2026/05/14/cecon-fecap-analisa-custo-de-vida-na-regiao-metropolitana-de-sp-em-abril-de-2026/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 17:46:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON)]]></category>
		<category><![CDATA[cecon fecap]]></category>
		<category><![CDATA[custo de vida em sp]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CECON FECAP divulga mensalmente a análise do custo de vida na Região Metropolitana de São Paulo</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O&nbsp;<a href="https://pesquisa.fecap.br/cecon/">Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON)</a>&nbsp;da&nbsp;<a href="https://www.fecap.br/">Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</a>&nbsp;divulga mensalmente a análise do custo de vida na Região Metropolitana de São Paulo, com base nos índices oficiais de inflação apurados pelo IBGE. O levantamento apresenta as variações do INPC e do IPCA, destacando os principais produtos e serviços que mais influenciam o orçamento das famílias paulistanas.</p>



<p><strong>ÍNDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR AMPLO (IPCA)</strong></p>



<p>Em abril de 2026, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), que reflete a variação no custo de vida das famílias com rendimentos de 1 a 40 salários-mínimos, subiu 0,55% em relação ao mês anterior, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para o país, a variação no custo de vida foi de +0,67%.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="399" height="455" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-9.png" alt="" class="wp-image-72138" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-9.png 399w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-9-263x300.png 263w" sizes="(max-width: 399px) 100vw, 399px" /></figure>



<p></p>



<p>Na divisão mais detalhada por item, entre os maiores aumentos, estão o leite longa vida (+15,18%), o peixe – tilápia (+7,48%), o papel higiênico (+5,09%) e o produto para barba (+4,06%). Por outro lado, entre as maiores reduções, estão a passagem aérea (-11,94%), o transporte por aplicativo (-4,38%), o frango em pedaços (-4,19%) e o café moído (-3,45%).</p>



<p>Vale observar, a parte, o aumento nos preços dos produtos farmacêuticos, com destaque para o anti-inflamatório e antirreumático (+5,80%), o antigripal e antitussígeno (+4,08%) e o anti-infeccioso e antibiótico (+3,04%).</p>



<p>E, em razão do conflito no Oriente Médio, vale também destacar a variação de preço dos combustíveis. O óleo diesel teve um aumento de 3,05%, a gasolina, de 1,80%, e o gás de botijão, de 2,78%, enquanto o etanol apresentou uma redução de 0,33%.</p>



<p><strong>Variação mensal do ano anterior</strong></p>



<p>No mesmo mês do ano anterior (abril de 2025), o IPCA apresentou alta de 0,52%. Os itens como café moído (+4,74%), anti-inflamatório e antirreumático (+4,12%), cigarro (+3,59%), peixe – tilápia (+3,53%), óleo de soja (-2,05%), antigripal e antitussígeno (-2,26%), arroz (-4,11%) e passagem aérea (-13,78%) se destacaram no mês.</p>



<p><strong>Variação acumulada nos últimos 12 meses</strong></p>



<p>Nos últimos 12 meses, o IPCA da RMSP acumulou aumento de 4,80%.</p>



<p>Os destaques ficaram para a passagem aérea (+30,72%), o feijão carioca (+23,61%), o chocolate em barra e bombom (+23,58%), o transporte por aplicativo (+23,34%), o óleo diesel (+17,66%), os jogos de azar (+15,17%), o ovo de galinha (-17,83%), o arroz (-18,10%) e o azeite de oliva (-26,37%).</p>



<p>Para a média do Brasil, o IPCA subiu 4,39%.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="725" height="423" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-10.png" alt="" class="wp-image-72140" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-10.png 725w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-10-300x175.png 300w" sizes="(max-width: 725px) 100vw, 725px" /></figure>



<p></p>



<p><strong>Variação acumulada no ano</strong></p>



<p>No acumulado de janeiro a abril, o IPCA apresentou alta de 2,61%.</p>



<p>No mesmo período, entre as outras 9 regiões metropolitanas, os 5 municípios e o Distrito Federal, as maiores variações no custo de vida estão em Belém – PA (+3,21%), em Fortaleza – CE (3,10%) e em Salvador – BA (+3,04%). Já as menores variações estão em Rio Branco – AC (+1,82%), em Brasília – DF (+1,88%) e em Curitiba – PR (+2,11%).</p>



<p><strong>ÍNDICE NACIONAL DE PREÇOS AO CONSUMIDOR (INPC)</strong></p>



<p>Em abril de 2026, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), que reflete a variação no custo de vida das famílias com rendimentos de 1 a 5 salários mínimos, subiu 0,69%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para o País, a variação no custo de vida foi de +0,81%.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="563" height="360" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-7.png" alt="" class="wp-image-72134" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-7.png 563w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-7-300x192.png 300w" sizes="(max-width: 563px) 100vw, 563px" /></figure>



<p></p>



<p>Na divisão mais detalhada por item, os destaques foram o cimento (+5,28%) e o tijolo (-3,25%). Os demais produtos em destaque são os mesmos do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), exceto o óleo diesel.</p>



<p><strong>Variação mensal do ano anterior</strong></p>



<p>No mesmo mês do ano anterior (abril de 2025), o INPC apresentou alta de 0,60%. E os destaques são os mesmos do IPCA.</p>



<p><strong>Variação acumulada nos últimos 12 meses</strong></p>



<p>Nos últimos 12 meses, o INPC da RMSP aumentou 4,55%. Para a média do Brasil, o INPC subiu 4,11%. Já o IPCA da RMSP, no mesmo período, foi de +4,80%.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="606" height="353" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-8.png" alt="" class="wp-image-72135" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-8.png 606w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/05/image-8-300x175.png 300w" sizes="(max-width: 606px) 100vw, 606px" /></figure>



<p></p>



<p><strong>Variação acumulada no ano</strong></p>



<p>No acumulado de janeiro a abril, o INPC subiu 2,62%.</p>



<p>No mesmo período, dentre as outras 9 regiões metropolitanas, os 5 municípios e o Distrito Federal, as maiores variações no custo de vida estão em Fortaleza – CE (+3,24%), em Salvador – BA (+3,19%) e em Belém – PA (+3,06%). Já as menores variações estão em Brasília – DF (+1,62%), em Rio Branco – AC (+1,89%) e em Curitiba – PR (+1,91%).</p>



<p><strong><u>Expediente CECON</u></strong></p>



<p><strong>Coordenação:&nbsp;</strong>Allexandro Emmanuel Mori Coelho, Professor Doutor</p>



<p><strong>Equipe Econômica:</strong>&nbsp;professores doutores Jobson Monteiro de Souza e Rafael Barišauskas</p>



<p><strong>Termo de isenção de responsabilidade:&nbsp;</strong>este relatório foi preparado pela equipe integrante do Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), utilizando os melhores esforços dos responsáveis. As informações foram obtidas através de fontes públicas críveis, e estão sujeitas a revisões sem aviso prévio. O CECON e a FECAP não se responsabilizam por quaisquer decisões econômicas ou de investimento tomadas com base nas informações deste relatório. O conteúdo deste relatório é livre, não podendo ser comercializado ou monetizado por terceiros de nenhuma forma. Este produto possui caráter exclusivamente informativo e não deverá ser usado para constituir qualquer decisão de compra ou venda de ativos ou produtos ou de investimento.</p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2026/05/14/cecon-fecap-analisa-custo-de-vida-na-regiao-metropolitana-de-sp-em-abril-de-2026/">CECON FECAP analisa custo de vida na região metropolitana de SP em abril de 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
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		<title>CECON FECAP analisa comportamento do comércio varejista de SP em fevereiro de 2026</title>
		<link>https://www.fecap.br/2026/04/23/cecon-fecap-analisa-comportamento-do-comercio-varejista-de-sp-em-fevereiro-de-2026/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 16:03:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON)]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[cecon fecap]]></category>
		<category><![CDATA[comércio sp]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CECON FECAP analisa comportamento do comércio varejista de SP em fevereiro de 2026</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em fevereiro de 2026, o volume de vendas no comércio varejista ampliado no Estado de São Paulo, medido pela Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou uma queda de 0,9% em relação ao mês anterior, considerando a série livre de fatores sazonais.<a></a></p>



<p><strong>Variação anual</strong></p>



<p>Em relação ao mesmo mês do ano anterior (fevereiro de 2025), as vendas no varejo apresentaram queda de 7,4%, enquanto na média do Brasil diminuíram 2,2%.<strong></strong></p>



<p>Dentro do setor varejista paulista, os destaques foram os resultados positivos do setor de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (+20,4%) e de tecidos, vestuário e calçados (+7,5%).</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="706" height="420" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/04/image-21.png" alt="" class="wp-image-71673" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/04/image-21.png 706w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/04/image-21-300x178.png 300w" sizes="(max-width: 706px) 100vw, 706px" /></figure>



<p></p>



<p><strong>Variação acumulada dos últimos 12 meses</strong></p>



<p>O resultado acumulado nos últimos doze meses para o varejo foi de -3,5%.<a></a></p>



<p><strong>Variação acumulada no ano</strong></p>



<p>No acumulado de janeiro a fevereiro, o volume de vendas do comércio varejista ampliado caiu 4,7% em comparação ao mesmo período do ano anterior, ao passo que, na média do país, observou-se uma queda de 0,5%.</p>



<p>Dentro do setor varejista paulista, os destaques positivos ficaram para os tecidos, vestuário e calçados (+9,2%), para os equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (+7,5%) e para os eletrodomésticos (+4,4%). Por outro lado, as piores performances ficaram para os móveis (-13,8%), para o atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo (-13,3%) e para os veículos, motocicletas, partes e peças (-12,6%).</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="726" height="429" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/04/image-22.png" alt="" class="wp-image-71674" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/04/image-22.png 726w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/04/image-22-300x177.png 300w" sizes="(max-width: 726px) 100vw, 726px" /></figure>



<p></p>



<p>Dentre as 27 unidades da federação (26 Estados e o Distrito Federal), o resultado negativo foi observado apenas em 7 unidades. As maiores variações ocorreram em Mato Grosso (+7,7%), em Pernambuco (+7,5%), no Rio Grande do Sul (-4,7%) e no Piauí (-5,0%). Assim, os dados mostram que São Paulo apresentou o segundo pior resultado negativo, empatado com o Rio Grande do Sul.</p>



<p><strong><u>Expediente CECON</u></strong></p>



<p><strong>Coordenação:&nbsp;</strong>Allexandro Emmanuel Mori Coelho, Professor Doutor</p>



<p><strong>Equipe Econômica:</strong>&nbsp;professores doutores Jobson Monteiro de Souza e Rafael Barišauskas</p>



<p><strong>Termo de isenção de responsabilidade:&nbsp;</strong>este relatório foi preparado pela equipe integrante do Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), utilizando os melhores esforços dos responsáveis. As informações foram obtidas através de fontes públicas críveis, e estão sujeitas a revisões sem aviso prévio. O CECON e a FECAP não se responsabilizam por quaisquer decisões econômicas ou de investimento tomadas com base nas informações deste relatório. O conteúdo deste relatório é livre, não podendo ser comercializado ou monetizado por terceiros de nenhuma forma. Este produto possui caráter exclusivamente informativo e não deverá ser usado para constituir qualquer decisão de compra ou venda de ativos ou produtos ou de investimento.</p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2026/04/23/cecon-fecap-analisa-comportamento-do-comercio-varejista-de-sp-em-fevereiro-de-2026/">CECON FECAP analisa comportamento do comércio varejista de SP em fevereiro de 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
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		<title>CECON FECAP analisa comportamento dos serviços no estado de SP em fevereiro de 2026</title>
		<link>https://www.fecap.br/2026/04/16/cecon-fecap-analisa-comportamento-dos-servicos-no-estado-de-sp-em-fevereiro-de-2026/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 18:50:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON)]]></category>
		<category><![CDATA[cecon fecap]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[serviços]]></category>
		<category><![CDATA[sp]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.fecap.br/?p=71576</guid>

					<description><![CDATA[<p>CECON FECAP analisa comportamento dos serviços no estado de SP em fevereiro de 2025</p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2026/04/16/cecon-fecap-analisa-comportamento-dos-servicos-no-estado-de-sp-em-fevereiro-de-2026/">CECON FECAP analisa comportamento dos serviços no estado de SP em fevereiro de 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em fevereiro de 2026, o volume de serviços no Estado de São Paulo, medido pela Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou uma queda de 0,4% em relação ao mês anterior, na série com ajuste sazonal.</p>



<p><strong>Variação anual</strong></p>



<p>Em relação ao mesmo mês do ano anterior (fevereiro de 2025), as vendas de serviços apresentaram alta de 3,7%. Na média do Brasil, o crescimento foi de 0,5%.</p>



<p>Os destaques ficaram para os setores de serviços de informação e comunicação (+8,4%) e de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-2,4%). &nbsp;</p>



<p>Já as atividades turísticas subiram 0,8% nesse período, o mesmo montante observado no País.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="593" height="347" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/04/image-19.png" alt="" class="wp-image-71577" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/04/image-19.png 593w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/04/image-19-300x176.png 300w" sizes="(max-width: 593px) 100vw, 593px" /></figure>



<p></p>



<p><strong>Variação acumulada dos últimos 12 meses</strong></p>



<p>O resultado acumulado nos últimos doze meses no setor de serviços no Estado de São Paulo foi de +4,3%, e no setor das atividades turísticas, de +3,5%.</p>



<p><strong>Variação acumulada no ano</strong></p>



<p>No acumulado de janeiro a fevereiro, o volume de serviços prestados subiu 4,8%. A média do país foi de +1,9%.</p>



<p>Dentre as atividades analisadas pelo IBGE, 4 apresentaram crescimento, enquanto apenas 1 recuou.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="576" height="345" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/04/image-20.png" alt="" class="wp-image-71578" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/04/image-20.png 576w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/04/image-20-300x180.png 300w" sizes="(max-width: 576px) 100vw, 576px" /></figure>



<p></p>



<p>Dentre as 27 unidades federativas (26 estados e o Distrito Federal), o resultado negativo foi observado em 12 delas. As maiores variações positivas ocorreram em Mato Grosso (+18,4%), em Roraima (+16,0%) e no Distrito Federal (+8,3%),&nbsp; enquanto as maiores variações negativas ocorreram no Ceará (-5,3%), em Alagoas (-5,6%), e no Acre (-8,7%). O Estado de São Paulo ficou na quinta posição entre as maiores taxas de crescimento.</p>



<p>Já as atividades turísticas cresceram 3,2% nesse período.</p>



<p><strong><u>Expediente CECON</u></strong></p>



<p><strong>Coordenação:&nbsp;</strong>Allexandro Emmanuel Mori Coelho, Professor Doutor</p>



<p><strong>Equipe Econômica:</strong>&nbsp;professores doutores Jobson Monteiro de Souza e Rafael Barišauskas</p>



<p><strong>Termo de isenção de responsabilidade:&nbsp;</strong>este relatório foi preparado pela equipe integrante do Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), utilizando os melhores esforços dos responsáveis. As informações foram obtidas através de fontes públicas críveis, e estão sujeitas a revisões sem aviso prévio. O CECON e a FECAP não se responsabilizam por quaisquer decisões econômicas ou de investimento tomadas com base nas informações deste relatório. O conteúdo deste relatório é livre, não podendo ser comercializado ou monetizado por terceiros de nenhuma forma. Este produto possui caráter exclusivamente informativo e não deverá ser usado para constituir qualquer decisão de compra ou venda de ativos ou produtos ou de investimento.</p>
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		<title>CECON FECAP analisa comportamento da produção industrial de São Paulo em fevereiro de 2026</title>
		<link>https://www.fecap.br/2026/04/14/cecon-fecap-analisa-comportamento-da-producao-industrial-de-sao-paulo-em-fevereiro-de-2026/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 20:54:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON)]]></category>
		<category><![CDATA[cecon fecap]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[produção industrial]]></category>
		<category><![CDATA[sp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CECON FECAP analisa comportamento da produção industrial de São Paulo em fevereiro de 2026</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em fevereiro de 2026, a produção industrial no Estado de São Paulo, medida pela Pesquisa Industrial Mensal (PIM), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou uma alta de 0,5% ante o mês anterior, considerando a série livre de fatores sazonais.</p>



<p><strong>Variação anual</strong></p>



<p>Em relação ao mesmo mês do ano anterior (fevereiro de 2025), a produção industrial paulista caiu 3,6%. Uma queda maior do que o registrado na produção industrial nacional (-0,7%). As indústrias extrativas diminuíram 8,9%, enquanto a indústria de transformação diminuiu 3,5%.</p>



<p>Dentro da indústria de transformação, o principal resultado positivo ocorreu no setor de fabricação de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis (+4,1%).</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="610" height="423" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/04/image-17.png" alt="" class="wp-image-71511" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/04/image-17.png 610w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/04/image-17-300x208.png 300w" sizes="(max-width: 610px) 100vw, 610px" /></figure>



<p></p>



<p>Já as maiores quedas ficaram no setor de confecção de artigos de vestuário e acessórios (-15,9%), de fabricação de outros equipamentos de transporte, exceto veículos automotores (-13,5%), de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-11,6%) e de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (-10,2%).</p>



<p><strong>Variação acumulada dos últimos 12 meses</strong></p>



<p>A produção industrial paulista diminuiu 2,6% no acumulado dos últimos 12 meses, em contraste com o crescimento de 0,3% observado no Brasil.</p>



<p><strong>Variação acumulada no ano</strong></p>



<p>No acumulado de janeiro a fevereiro, a produção industrial caiu 2,4%. O resultado das indústrias extrativas no período, por sua vez, foi de queda de 5,0%, enquanto a indústria de transformação diminuiu 2,4%.</p>



<p>Dentro dos 24 setores da indústria de transformação, 3 apresentaram crescimento, 14 recuaram e 7 não tiveram dados disponíveis.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="587" height="348" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/04/image-18.png" alt="" class="wp-image-71512" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/04/image-18.png 587w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/04/image-18-300x178.png 300w" sizes="(max-width: 587px) 100vw, 587px" /></figure>



<p></p>



<p>No mesmo período, dentre os 17 estados pesquisados, os maiores resultados positivos na produção industrial foram observados em Pernambuco (+26,4%), no Espírito Santo (+22,6%) e em Mato Grosso do Sul (+8,1%). Já os maiores resultados negativos ocorreram na Bahia (-7,5%), no Ceará (-8,8%) e no Rio Grande do Norte (-24,8%).</p>



<p>No caso de Pernambuco, vale destacar o crescimento de 1.226,6% na fabricação de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis, enquanto no Espírito Santo, o destaque é o crescimento de 36,5% nas indústrias extrativas. Já o resultado do Rio Grande do Norte está relacionado a queda de 35,3% na fabricação de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis, que por sua vez, é explicado pela saída da Petrobras de campos de exploração em terra e águas rasas.</p>



<p><strong><u>Expediente CECON</u></strong></p>



<p><strong>Coordenação:&nbsp;</strong>Allexandro Emmanuel Mori Coelho, Professor Doutor</p>



<p><strong>Equipe Econômica:</strong>&nbsp;professores doutores Jobson Monteiro de Souza e Rafael Barišauskas</p>



<p><strong>Termo de isenção de responsabilidade:&nbsp;</strong>este relatório foi preparado pela equipe integrante do Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), utilizando os melhores esforços dos responsáveis. As informações foram obtidas através de fontes públicas críveis, e estão sujeitas a revisões sem aviso prévio. O CECON e a FECAP não se responsabilizam por quaisquer decisões econômicas ou de investimento tomadas com base nas informações deste relatório. O conteúdo deste relatório é livre, não podendo ser comercializado ou monetizado por terceiros de nenhuma forma. Este produto possui caráter exclusivamente informativo e não deverá ser usado para constituir qualquer decisão de compra ou venda de ativos ou produtos ou de investimento.</p>
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		<title>CECON FECAP analisa custo de vida na região metropolitana de São Paulo em março de 2026</title>
		<link>https://www.fecap.br/2026/04/13/cecon-fecap-analisa-custo-de-vida-na-regiao-metropolitana-de-sao-paulo-em-marco-de-2026/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 19:36:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON)]]></category>
		<category><![CDATA[cecon fecap]]></category>
		<category><![CDATA[custo de vida em sp]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CECON FECAP analisa custo de vida na região metropolitana de São Paulo em março de 2026</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O&nbsp;<a href="https://pesquisa.fecap.br/cecon/">Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON)</a>&nbsp;da&nbsp;<a href="https://www.fecap.br/">Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</a>&nbsp;divulga mensalmente a análise do custo de vida na Região Metropolitana de São Paulo, com base nos índices oficiais de inflação apurados pelo IBGE. O levantamento apresenta as variações do INPC e do IPCA, destacando os principais produtos e serviços que mais influenciam o orçamento das famílias paulistanas.</p>



<p><strong>ÍNDICE NACIONAL DE PREÇOS AO CONSUMIDOR (INPC)</strong></p>



<p>Em março de 2026, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), que reflete a variação no custo de vida das famílias com rendimentos de 1 a 5 salários mínimos, subiu 0,72%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para o País, a variação no custo de vida foi de +0,91%.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="571" height="352" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/04/image-13.png" alt="" class="wp-image-71470" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/04/image-13.png 571w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/04/image-13-300x185.png 300w" sizes="(max-width: 571px) 100vw, 571px" /></figure>



<p></p>



<p>Na divisão mais detalhada por item, os destaques são os mesmos do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), exceto o óleo diesel e o ar-condicionado.</p>



<p><strong>Variação mensal do ano anterior</strong></p>



<p>No mesmo mês do ano anterior (março de 2025), o INPC apresentou alta de 0,63%. E os destaques são os mesmos do IPCA.</p>



<p><strong>Variação acumulada nos últimos 12 meses</strong></p>



<p>Nos últimos 12 meses, o INPC da RMSP aumentou 4,46%. Para a média do Brasil, o INPC subiu 3,77%. Já o IPCA da RMSP, no mesmo período, foi de +4,76%.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="592" height="357" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/04/image-14.png" alt="" class="wp-image-71471" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/04/image-14.png 592w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/04/image-14-300x181.png 300w" sizes="(max-width: 592px) 100vw, 592px" /></figure>



<p></p>



<p><strong>Variação acumulada no ano</strong></p>



<p>No acumulado de janeiro a março, o INPC subiu 1,92%. No mesmo período, dentre as outras 9 regiões metropolitanas, os 5 municípios e o Distrito Federal, as maiores variações no custo de vida estão em Fortaleza – CE (+2,42%), em Salvador – BA (+2,39%) e em Belo Horizonte – MG (+2,16%). Já as menores variações estão em Rio Branco – AC (+1,17%), em Curitiba – PR (+1,25%) e em Goiânia (+1,33%).</p>



<p><strong>ÍNDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR AMPLO (IPCA)</strong></p>



<p>Em março de 2026, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), que reflete a variação no custo de vida das famílias com rendimentos de 1 a 40 salários-mínimos, subiu 0,78% em relação ao mês anterior, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para o país, a variação no custo de vida foi de +0,88%.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="345" height="396" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/04/image-15.png" alt="" class="wp-image-71472" style="width:506px;height:auto" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/04/image-15.png 345w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/04/image-15-261x300.png 261w" sizes="(max-width: 345px) 100vw, 345px" /></figure>



<p></p>



<p>Na divisão mais detalhada por item, entre os maiores aumentos, estão o leite longa vida (+17,93%), o feijão carioca (+15,60%), o óleo diesel (+14,37%), a passagem aérea (+7,80%), o transporte por aplicativo (+7,24%) e a gasolina (+4,40%). Por outro lado, dentre as maiores reduções, estão o ar-condicionado (-4,52%), o açucar refinado (-4,25%) e o pacote turístico (-3,99%).</p>



<p><strong>Variação mensal do ano anterior</strong></p>



<p>No mesmo mês do ano anterior (março de 2025), o IPCA apresentou alta de 0,71%. Os itens como ovo de galinha (+19,93%), passagem aérea (+11,19%), cinema, teatro e concertos (+8,16%), café moído (+5,98%), leite longa vida (+5,63%), pacote turístico (-2,23%), suco em pó (-2,29%) e o óleo de soja (-2,93%) se destacaram no mês.</p>



<p><strong>Variação acumulada nos últimos 12 meses</strong></p>



<p>Nos últimos 12 meses, o IPCA da RMSP acumulou aumento de 4,76%.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="617" height="368" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/04/image-16.png" alt="" class="wp-image-71473" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/04/image-16.png 617w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/04/image-16-300x179.png 300w" sizes="(max-width: 617px) 100vw, 617px" /></figure>



<p></p>



<p>Os destaques ficaram para a passagem aérea (+27,99%), o transporte por aplicativo (+26,38%), o feijão carioca (+24,06%), o chocolate em barra e bombom (+23,26%), os jogos de azar (+15,17%), o ovo de galinha (-20,30%), o arroz (-23,84%) e o azeite de oliva (-25,85%).</p>



<p>Para a média do Brasil, o IPCA subiu 4,14%.</p>



<p><strong>Variação acumulada no ano</strong></p>



<p>No acumulado de janeiro a março, o IPCA apresentou alta de 2,04%.</p>



<p>No mesmo período, entre as outras 9 regiões metropolitanas, os 5 municípios e o Distrito Federal, as maiores variações no custo de vida estão em Salvador – BA (+2,39%), em Fortaleza &#8211; CE (+2,28%) e em Belo Horizonte – MG (+2,15%). Já as menores variações estão em Rio Branco – AC (+1,25%), em Goiânia – GO (+1,32%) e em Curitiba – PR (+1,44%). A RMSP apresenta a sexta maior inflação acumulada no ano.</p>



<p><strong><u>Expediente CECON</u></strong></p>



<p><strong>Coordenação:&nbsp;</strong>Allexandro Emmanuel Mori Coelho, Professor Doutor</p>



<p><strong>Equipe Econômica:</strong>&nbsp;professores doutores Jobson Monteiro de Souza e Rafael Barišauskas</p>



<p><strong>Termo de isenção de responsabilidade:&nbsp;</strong>este relatório foi preparado pela equipe integrante do Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), utilizando os melhores esforços dos responsáveis. As informações foram obtidas através de fontes públicas críveis, e estão sujeitas a revisões sem aviso prévio. O CECON e a FECAP não se responsabilizam por quaisquer decisões econômicas ou de investimento tomadas com base nas informações deste relatório. O conteúdo deste relatório é livre, não podendo ser comercializado ou monetizado por terceiros de nenhuma forma. Este produto possui caráter exclusivamente informativo e não deverá ser usado para constituir qualquer decisão de compra ou venda de ativos ou produtos ou de investimento.</p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2026/04/13/cecon-fecap-analisa-custo-de-vida-na-regiao-metropolitana-de-sao-paulo-em-marco-de-2026/">CECON FECAP analisa custo de vida na região metropolitana de São Paulo em março de 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Artigo &#8211; Exportações brasileiras de carne no primeiro bimestre de 2026: aceleração tática e a persistência dos gargalos nas cadeias globais</title>
		<link>https://www.fecap.br/2026/04/06/artigo-exportacoes-brasileiras-de-carne-no-primeiro-bimestre-de-2026-aceleracao-tatica-e-a-persistencia-dos-gargalos-nas-cadeias-globais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 15:19:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON)]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[cecon fecap]]></category>
		<category><![CDATA[exportação de carne]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[Rafael Barišauskas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.fecap.br/?p=71287</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ímpeto observado em janeiro de 2026 nas exportações brasileiras de carne bovina e derivados ganhou tração em fevereiro.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Por: Rafael Barisauskas, professor de Economia na </em><a href="http://www.fecap.br"><em>Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</em></a><em></em></p>



<p>O ímpeto observado em janeiro de 2026 nas exportações brasileiras de carne bovina e derivados não apenas se manteve, mas ganhou tração em fevereiro.</p>



<p>As exportações de carnes bovinas, <em>in natura, </em>congeladas e processadas e demais subprodutos bovinos tiveram um avanço expressivo de 22,2% no volume total exportado no primeiro bimestre deste ano, para cerca de 557.200 mil toneladas, acima das 455.900 mil toneladas embarcadas no mesmo período do ano passado. Excluindo o sebo bovino e outras gorduras, o total exportado foi de 520.600 toneladas, 23,2% acima na comparação anual, com base em informações da aduana brasileira.</p>



<p>Mais notável, contudo, foi o aumento de quase 40% na receita desses embarques, em dólares, na mesma base de comparação, superando o crescimento do volume exportado. Esse descolamento sinaliza uma importante recuperação das margens do setor, que conseguiu recompor sua rentabilidade a despeito de uma taxa de câmbio mais valorizada neste início de ano, que, em teoria, deveria frear os embarques e prejudicar o faturamento em reais.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="597" height="341" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/04/image-10.png" alt="" class="wp-image-71386" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/04/image-10.png 597w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/04/image-10-300x171.png 300w" sizes="(max-width: 597px) 100vw, 597px" /></figure>



<p></p>



<p>A análise desagregada dos destinos confirma e reforça a hipótese sobre a dinâmica comercial do setor diante do novo arcabouço comercial imposto pela China.</p>



<p>Os envios para o país cresceram 22,8% no primeiro bimestre, totalizando 230.400 toneladas. Excluindo o sebo bovino, o volume total exportado somaria 223.500 toneladas, 21,6% acima do volume exportado no mesmo período do ano anterior. Esse movimento sustenta a leitura de que os frigoríficos brasileiros possam ter engatado uma verdadeira &#8220;corrida&#8221; de curto prazo, acelerando os abates e os embarques para garantir o escoamento de volumes isentos de tarifação antes que o teto da cota de 1,1 milhão de toneladas imposto por Pequim seja atingido. O volume atual representa pelo menos 20,3% da quota isenta do ano.</p>



<p>Assim, considerando as 223.500 toneladas, e mantido o mesmo ritmo do primeiro bimestre ao longo do restante do ano, o Brasil levaria pouco menos de dez meses para estourar o teto da quota chinesa imposta para 2026, deixando cerca de 450.000 aproximadamente fora do mercado chinês a serem redirecionadas a outros países. Se as exportações para a China em 2026 seguissem o mesmo volume do primeiro bimestre de 2025, levaríamos praticamente 12 meses para embarcar o 1,1 milhão de toneladas da quota.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="328" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/04/image-11.png" alt="" class="wp-image-71387" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/04/image-11.png 600w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/04/image-11-300x164.png 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<p></p>



<p>Paralelamente, o Brasil tem conseguido ampliar seus embarques para outros mercados centrais. As exportações de carne bovina, exceto sebo e outras gorduras, para os Estados Unidos registraram um salto de 47,8% no período, totalizando quase 70.000 toneladas. Esse desempenho é impulsionado por uma dupla conjuntura: a retomada dos fluxos a partir de novembro do ano passado, após a suspensão, em julho, das tarifas contra o Brasil, e a forte demanda do mercado americano, que atualmente enfrenta escassez de oferta local de carne.</p>



<p>Outros destinos também apresentaram crescimentos significativos, evidenciando um esforço de diversificação tática: as exportações para o Chile avançaram 22,4% (totalizando 23.600 toneladas), enquanto os embarques para a Rússia saltaram 106% (somando 23.300 toneladas) e as vendas ao Egito cresceram 63,9% (totalizando 16.900 toneladas). Os embarques para o México também têm crescido significativamente, com o país já representando 2% do mercado brasileiro de exportações.</p>



<p>Apesar da expansão em mercados alternativos, a dependência estrutural em relação a poucos parceiros comerciais se manteve. A China continua sendo, de longe, o principal destino da carne bovina brasileira, absorvendo 42,9% das exportações neste primeiro bimestre, ligeiramente abaixo dos 43,5% registrados no ano passado.</p>



<p>Já os Estados Unidos ganharam <em>market share</em> (passando de 11,2% para 13,4%), assim como a Rússia, o Egito, as Filipinas e os Emirados Árabes Unidos. Como resultado, o volume das exportações concentrado nos dez maiores mercados totalizou 80,5% do total embarcado, indicando uma concentração ainda maior do que os 75,4% observados no mesmo período do ano anterior.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="571" height="338" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/04/image-12.png" alt="" class="wp-image-71389" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/04/image-12.png 571w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/04/image-12-300x178.png 300w" sizes="(max-width: 571px) 100vw, 571px" /></figure>



<p></p>



<p>Ainda assim, é cedo para que o setor adote um tom otimista. Os números aparentemente superlativos do primeiro bimestre refletem, em grande medida, uma antecipação de embarques que pode cobrar seu preço nos próximos meses. Atualmente, o Brasil já embarcou pelo menos 20% da quota isenta de tarifas para o ano, e, mantido o ritmo atual de embarques, atingiria o teto antes do final de outubro. Uma vez esgotada a cota chinesa, a inflexão nos volumes será inevitável e os volumes excedentes (tarifados em 55%) perderão viabilidade comercial.</p>



<p>Nesse momento, a complexidade das cadeias globais de valor voltará ao centro do palco. O redirecionamento dos fluxos que deixarão de ir para a China esbarrará nas limitações já conhecidas: exigências sanitárias heterogêneas, acordos comerciais assimétricos e a rigidez do mix de produção nacional. Além disso, o aumento da concentração das exportações em poucos mercados eleva a exposição do Brasil a choques externos. A instabilidade e os conflitos no Oriente Médio, por exemplo, continuam sendo uma ameaça latente às rotas logísticas e ao escoamento para os mercados árabes, que vêm ganhando participação.</p>



<p>Por fim, o conflito militar no Oriente Médio encareceu os custos de transporte marítimo e deve limitar os embarques para os mercados da região, como a Arábia Saudita, os Emirados Árabes e Israel. A região representa cerca de 8% das exportações brasileiras de carne bovina, atrás apenas da China e dos Estados Unidos.</p>



<p>Somam-se a isso os desafios internos, como a perspectiva de um câmbio apreciado ao longo de 2026, que tende a comprimir a competitividade das exportações dolarizadas assim que o efeito da &#8220;corrida da cota&#8221; se dissipar. Portanto, o cenário base permanece inalterado: 2026 será um ano de ajustes profundos. Entre o alívio estatístico do primeiro bimestre e a reconfiguração forçada que ocorrerá no segundo semestre, o setor de proteína animal terá de provar sua resiliência e capacidade de adaptação em um ambiente global cada vez mais restritivo e fragmentado.</p>



<p><strong>O autor:&nbsp;</strong>Rafael Barisauskas é professor de Economia na Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP). Ingressou na Fastmarkets em 2019 como economista para a América Latina, analisando os mercados regionais de celulose, papel e embalagens, além da cobertura econômica para a região. Rafael trabalha com projeções econômicas desde 2013, acumulando um vasto conhecimento em comércio de commodities e organização industrial. Ele é mestre em Economia pela universidade KU Leuven, na Bélgica, focando sua pesquisa em análise das cadeias globais de valor na indústria de papel e celulose.</p>
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