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	<title>cecon fecap | FECAP</title>
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	<title>cecon fecap | FECAP</title>
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		<title>CECON FECAP analisa comportamento dos serviços e da produção industrial no estado de SP em janeiro de 2026</title>
		<link>https://www.fecap.br/2026/03/16/cecon-fecap-analisa-comportamento-dos-servicos-e-da-producao-industrial-no-estado-de-sp-em-janeiro-de-2026/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 23:56:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON)]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[cecon fecap]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[produção industrial sp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CECON FECAP analisa comportamento dos serviços e da produção industrial no estado de SP em janeiro de 2026</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><u>COMPORTAMENTO DOS SERVIÇOS NO ESTADO DE SÃO PAULO &#8211; JANEIRO 2026</u></strong></p>



<p>Em janeiro de 2026, o volume de serviços no Estado de São Paulo, medido pela Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou um aumento de 1,6% em relação ao mês anterior, na série com ajuste sazonal.</p>



<p><strong>Variação anual</strong></p>



<p>Em relação ao mesmo mês do ano anterior (janeiro de 2025), as vendas de serviços apresentaram alta de 6,5%. Na média do Brasil, o crescimento foi de 3,3%.</p>



<p>Os destaques ficaram para os setores de serviços profissionais, administrativos e complementares (+11,3%) e de de serviços de informação e comunicação (+11,2%).</p>



<p>Já as atividades turísticas subiram 5,0% nesse período, mais do que o observado no País (+3,5%).</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="560" height="342" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-10.png" alt="" class="wp-image-70702" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-10.png 560w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-10-300x183.png 300w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /></figure>



<p></p>



<p><strong>Variação acumulada dos últimos 12 meses</strong></p>



<p>O resultado acumulado nos últimos doze meses no setor de serviços no Estado de São Paulo foi de +4,5%, e no setor das atividades turísticas, de +4,0%.</p>



<p><strong>Variação acumulada no ano</strong></p>



<p>No acumulado de janeiro, o volume de serviços prestados subiu 6,5%. A média do país foi de +3,3%.</p>



<p>Dentre as atividades analisadas pelo IBGE, 4 apresentaram crescimento, enquanto apenas 1 recuou.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="587" height="345" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-11.png" alt="" class="wp-image-70703" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-11.png 587w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-11-300x176.png 300w" sizes="(max-width: 587px) 100vw, 587px" /></figure>



<p></p>



<p>Dentre as 27 unidades federativas (26 estados e o Distrito Federal), o resultado negativo foi observado em 11 delas. As maiores variações positivas ocorreram em Mato Grosso (+44,8%), em Rondônia (+18,9%) e em Roraima (+15,9%), enquanto as maiores variações negativas ocorreram no Rio de Janeiro e em Alagoas (-3,2%), no Ceará (-3,7%) e no Acre (-9,4%).</p>



<p>Já as atividades turísticas cresceram 5,0% nesse período.<strong><u></u></strong></p>



<p><strong><u>COMPORTAMENTO DA PRODUÇÃO INDUSTRIAL EM SÃO PAULO – JANEIRO 2026</u></strong></p>



<p>Em janeiro de 2026, a produção industrial no Estado de São Paulo, medida pela Pesquisa Industrial Mensal (PIM), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou uma alta de 3,5% ante o mês anterior, considerando a série livre de fatores sazonais. Um resultado melhor do que o registrado na produção industrial nacional (+1,8%).</p>



<p><strong>Variação anual</strong></p>



<p>Em relação ao mesmo mês do ano anterior (janeiro de 2025), a produção industrial paulista caiu 1,5%. As indústrias extrativas diminuíram 1,3%, enquanto a indústria de transformação diminuiu 1,5%.</p>



<p>Dentro da indústria de transformação, os principais resultados positivos ficaram no setor de fabricação de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (+9,2%), de máquinas e equipamentos (+7,4%) e de bebidas (+3,2%).</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="591" height="426" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-12.png" alt="" class="wp-image-70704" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-12.png 591w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-12-300x216.png 300w" sizes="(max-width: 591px) 100vw, 591px" /></figure>



<p></p>



<p>Já as maiores quedas ficaram no setor de fabricação de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-11,4%), de metalurgia (-8,7%) e de produtos têxteis (-5,9%).</p>



<p><strong>Variação acumulada dos últimos 12 meses</strong></p>



<p>A produção industrial paulista diminuiu 2,4% no acumulado dos últimos 12 meses, em contraste com o crescimento de 0,5% observado no Brasil.</p>



<p><strong>Variação acumulada no ano</strong></p>



<p>No acumulado de janeiro, a produção industrial caiu 1,5%. O resultado das indústrias extrativas no período, por sua vez, foi de queda de 1,3%, enquanto a indústria de transformação diminuiu 1,5%.</p>



<p>Dentro dos 24 setores da indústria de transformação, 4 apresentaram crescimento, 13 recuaram e 7 não tiveram dados disponíveis.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="598" height="367" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-13.png" alt="" class="wp-image-70705" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-13.png 598w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-13-300x184.png 300w" sizes="(max-width: 598px) 100vw, 598px" /></figure>



<p></p>



<p>No mesmo período, dentre os 17 estados pesquisados, os maiores resultados positivos na produção industrial foram observados em Pernambuco (+27,7%), no Espírito Santo (+14,5%) e em Mato Grosso do Sul (+8,7%). Já os maiores resultados negativos ocorreram no Ceará (-7,5%), na Bahia (-10,3%) e no Rio Grande do Norte (-24,9%).</p>



<p><strong><u>Expediente CECON</u></strong></p>



<p><strong>Coordenação:&nbsp;</strong>Allexandro Emmanuel Mori Coelho, Professor Doutor</p>



<p><strong>Equipe Econômica:</strong>&nbsp;professores doutores Jobson Monteiro de Souza e Rafael Barišauskas</p>



<p><strong>Termo de isenção de responsabilidade:&nbsp;</strong>este relatório foi preparado pela equipe integrante do Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), utilizando os melhores esforços dos responsáveis. As informações foram obtidas através de fontes públicas críveis, e estão sujeitas a revisões sem aviso prévio. O CECON e a FECAP não se responsabilizam por quaisquer decisões econômicas ou de investimento tomadas com base nas informações deste relatório. O conteúdo deste relatório é livre, não podendo ser comercializado ou monetizado por terceiros de nenhuma forma. Este produto possui caráter exclusivamente informativo e não deverá ser usado para constituir qualquer decisão de compra ou venda de ativos ou produtos ou de investimento.</p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2026/03/16/cecon-fecap-analisa-comportamento-dos-servicos-e-da-producao-industrial-no-estado-de-sp-em-janeiro-de-2026/">CECON FECAP analisa comportamento dos serviços e da produção industrial no estado de SP em janeiro de 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
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		<title>CECON FECAP analisa custo de vida na região metropolitana de SP em fevereiro de 2026</title>
		<link>https://www.fecap.br/2026/03/16/cecon-fecap-analisa-custo-de-vida-na-regiao-metropolitana-de-sp-em-fevereiro-de-2026/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 23:24:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON)]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[cecon fecap]]></category>
		<category><![CDATA[custo de vida em sp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O CECON FECAP divulga mensalmente a análise do custo de vida na Região Metropolitana de SP, com base nos índices do IBGE.</p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2026/03/16/cecon-fecap-analisa-custo-de-vida-na-regiao-metropolitana-de-sp-em-fevereiro-de-2026/">CECON FECAP analisa custo de vida na região metropolitana de SP em fevereiro de 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O&nbsp;<a href="https://pesquisa.fecap.br/cecon/">Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON)</a>&nbsp;da&nbsp;<a href="https://www.fecap.br/">Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</a>&nbsp;divulga mensalmente a análise do custo de vida na Região Metropolitana de São Paulo, com base nos índices oficiais de inflação apurados pelo IBGE. O levantamento apresenta as variações do INPC e do IPCA, destacando os principais produtos e serviços que mais influenciam o orçamento das famílias paulistanas.</p>



<p><strong><u>ÍNDICE NACIONAL DE PREÇOS AO CONSUMIDOR (INPC) – FEVEREIRO DE 2026</u></strong></p>



<p>Em fevereiro de 2026, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), que reflete a variação no custo de vida das famílias com rendimentos de 1 a 5 salários mínimos, subiu 0,78%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para o País, a variação no custo de vida foi de +0,56%.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="574" height="337" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-2026-03-16-124549.png" alt="" class="wp-image-70691" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-2026-03-16-124549.png 574w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-2026-03-16-124549-300x176.png 300w" sizes="(max-width: 574px) 100vw, 574px" /></figure>



<p></p>



<p>Na divisão mais detalhada por item, os destaques são os mesmos do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), exceto o ar-condicionado e o azeite de oliva.</p>



<p><strong>Variação mensal do ano anterior</strong></p>



<p>No mesmo mês do ano anterior (fevereiro de 2025), o INPC apresentou alta de 1,55%. O item energia elétrica residencial (+21,53%) se destacou no mês.</p>



<p><strong>Variação acumulada nos últimos 12 meses</strong></p>



<p>Nos últimos 12 meses, o INPC da RMSP aumentou 4,37%. Para a média do Brasil, o INPC subiu 3,36%. Já o IPCA da RMSP, no mesmo período, foi de +4,70%.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="626" height="353" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-2026-03-16-124629.png" alt="" class="wp-image-70692" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-2026-03-16-124629.png 626w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-2026-03-16-124629-300x169.png 300w" sizes="(max-width: 626px) 100vw, 626px" /></figure>



<p></p>



<p><strong>Variação acumulada no ano</strong></p>



<p>No acumulado de janeiro a fevereiro, o INPC subiu 1,19%. No mesmo período, dentre as outras 9 regiões metropolitanas, os 5 municípios e o Distrito Federal, as maiores variações no custo de vida estão em Fortaleza – CE (+1,60%) e em Belo Horizonte – MG (+1,21%). Já as menores variações estão em Porto Alegre – RS (+0,52%) e em Curitiba – PR (+0,57%).</p>



<p><strong><u>ÍNDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR AMPLO (IPCA)&nbsp;– FEVEREIRO DE 2026</u></strong></p>



<p>Em fevereiro de 2026, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), que reflete a variação no custo de vida das famílias com rendimentos de 1 a 40 salários-mínimos, subiu 0,97% em relação ao mês anterior, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para o país, a variação no custo de vida foi de 0,70%.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="401" height="451" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-2026-03-16-124730.png" alt="" class="wp-image-70693" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-2026-03-16-124730.png 401w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-2026-03-16-124730-267x300.png 267w" sizes="(max-width: 401px) 100vw, 401px" /></figure>



<p></p>



<p>Na divisão mais detalhada por item, entre os maiores aumentos, estão a passagem aérea (+16,92%), o feijão carioca (+11,43%), o seguro voluntário de veículo (+5,35%) e o transporte por aplicativo (+3,01%). Por outro lado, dentre as maiores reduções, estão o caderno (-3,58%), o cinema, teatro e concertos (-3,56%), o ar-condicionado (-3,37%) e o azeite de oliva (-3,29%).</p>



<p>Vale destacar também alguns itens que compõem o grupo educação, dada a variação nos preços muito acima da média. Os destaques ficaram para o ensino médio (+8,36%), o ensino fundamental (+8,32%), a pré-escola (+7,98%), a creche (+6,94%) e o ensino superior (+4,51%).</p>



<p><strong>Variação mensal do ano anterior</strong></p>



<p>No mesmo mês do ano anterior (fevereiro de 2025), o IPCA apresentou alta de 1,18%. Os itens como energia elétrica residencial (+19,66%), transporte por aplicativo (+9,89%), ovo de galinha (+7,85%), passagem aérea (-18,66%), peixe – tilápia (-5,52%), cinema, teatro e concertos (-5,48%), feijão carioca (-3,76%) e seguro voluntário de veículo (-3,61%) se destacaram no mês.</p>



<p>Para comparação, também vale destacar as variações nos preços do ensino médio (+7,25%), do ensino fundamental (+7,46%), da pré-escola (+7,50%), da creche (+7,34%) e do ensino superior (+4,14%).</p>



<p><strong>Variação acumulada nos últimos 12 meses</strong></p>



<p>Nos últimos 12 meses, o IPCA da RMSP acumulou aumento de 4,70%.</p>



<p>Os destaques ficaram para a passagem aérea (+32,02%), o chocolate em barra e bombom (+27,51%), o transporte por aplicativo (+19,62%), a energia elétrica residencial (+15,61%), os jogos de azar (+15,17%), o café moído (+13,45%), o leite longa vida (-16,10%), o arroz (-23,27%) e o azeite de oliva (-23,98%).</p>



<p>Para a média do Brasil, o IPCA subiu 3,81%.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="721" height="415" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-2026-03-16-124821.png" alt="" class="wp-image-70694" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-2026-03-16-124821.png 721w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-2026-03-16-124821-300x173.png 300w" sizes="(max-width: 721px) 100vw, 721px" /></figure>



<p></p>



<p><strong>Variação acumulada no ano</strong></p>



<p>No acumulado de janeiro a fevereiro, o IPCA apresentou alta de 1,26%.</p>



<p>No mesmo período, entre as outras 9 regiões metropolitanas, os 5 municípios e o Distrito Federal, as maiores variações no custo de vida estão em Fortaleza &#8211; CE (+1,45%), Belo Horizonte – MG (+1,20%) e Grande Vitória – ES (+1,17%). Já as menores variações estão em São Luis – MA (+0,51%), Porto Alegre – RS (+0,57%) e Campo Grande – MS (+0,65%). Assim, São Paulo apresenta a segunda maior inflação acumulada no ano.</p>



<p><strong><u>Expediente CECON</u></strong></p>



<p><strong>Coordenação:&nbsp;</strong>Allexandro Emmanuel Mori Coelho, Professor Doutor</p>



<p><strong>Equipe Econômica:</strong>&nbsp;professores doutores Jobson Monteiro de Souza e Rafael Barišauskas</p>



<p><strong>Termo de isenção de responsabilidade:&nbsp;</strong>este relatório foi preparado pela equipe integrante do Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), utilizando os melhores esforços dos responsáveis. As informações foram obtidas através de fontes públicas críveis, e estão sujeitas a revisões sem aviso prévio. O CECON e a FECAP não se responsabilizam por quaisquer decisões econômicas ou de investimento tomadas com base nas informações deste relatório. O conteúdo deste relatório é livre, não podendo ser comercializado ou monetizado por terceiros de nenhuma forma. Este produto possui caráter exclusivamente informativo e não deverá ser usado para constituir qualquer decisão de compra ou venda de ativos ou produtos ou de investimento.</p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2026/03/16/cecon-fecap-analisa-custo-de-vida-na-regiao-metropolitana-de-sp-em-fevereiro-de-2026/">CECON FECAP analisa custo de vida na região metropolitana de SP em fevereiro de 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
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		<title>CECON FECAP analisa o comportamento do comércio varejista de SP em janeiro</title>
		<link>https://www.fecap.br/2026/03/13/cecon-fecap-analisa-o-comportamento-do-comercio-varejista-de-sp-em-janeiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 16:28:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON)]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[cecon fecap]]></category>
		<category><![CDATA[comércio sp]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CECON FECAP o volume de vendas no comércio varejista ampliado no Estado de São Paulo em janeiro de 2026</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em janeiro de 2026, o volume de vendas no comércio varejista ampliado no Estado de São Paulo, medido pela Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou uma alta de 1,2% em relação ao mês anterior, considerando a série livre de fatores sazonais.</p>



<p><strong>Variação anual</strong></p>



<p>Em relação ao mesmo mês do ano anterior (janeiro de 2025), as vendas no varejo apresentaram queda de 1,9%, enquanto a média do Brasil aumentou 1,1%.</p>



<p>Dentro do setor varejista paulista, os destaques positivos ficaram para os tecidos, vestuário e calçados (+10,2%), para os eletrodomésticos (+7,2%) e para os artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (+4,1%). Por outro lado, as piores performances ficaram para os móveis (-13,5%), para os veículos, motocicletas, partes e peças (-9,0%) e para o atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo (-6,6%).</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="585" height="348" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-8.png" alt="" class="wp-image-70631" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-8.png 585w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-8-300x178.png 300w" sizes="(max-width: 585px) 100vw, 585px" /></figure>



<p></p>



<p>Vale a pena também destacar que o setor de móveis apresenta variação negativa desde setembro de 2024, em contraste com o setor de eletrodomésticos, que apresenta variação positiva desde novembro de 2024.</p>



<p><strong>Variação acumulada dos últimos 12 meses</strong></p>



<p>O resultado acumulado nos últimos doze meses para o varejo foi de -3,0%.</p>



<p><strong>Variação acumulada no ano</strong></p>



<p>No acumulado de janeiro, o volume de vendas do comércio varejista ampliado caiu 1,9% em comparação ao mesmo período do ano anterior, ao passo que, na média do país, observou-se crescimento de 1,1%.</p>



<p>Dentre as 27 unidades da federação (26 Estados e o Distrito Federal), o resultado negativo foi observado apenas em 4 unidades. As maiores variações ocorreram em Mato Grosso (+9,1%), em Tocantins (+9,0%), no Rio Grande do Sul (-1,9%) e no Piauí (-2,5%). Assim, os dados mostram que São Paulo apresentou o segundo pior resultado negativo, empatado com o Rio Grande do Sul.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="586" height="342" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-9.png" alt="" class="wp-image-70632" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-9.png 586w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-9-300x175.png 300w" sizes="(max-width: 586px) 100vw, 586px" /></figure>



<p></p>



<p><strong><u>Expediente CECON</u></strong></p>



<p><strong>Coordenação:&nbsp;</strong>Allexandro Emmanuel Mori Coelho, Professor Doutor</p>



<p><strong>Equipe Econômica:</strong>&nbsp;professores doutores Jobson Monteiro de Souza e Rafael Barišauskas</p>



<p><strong>Termo de isenção de responsabilidade:&nbsp;</strong>este relatório foi preparado pela equipe integrante do Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), utilizando os melhores esforços dos responsáveis. As informações foram obtidas através de fontes públicas críveis, e estão sujeitas a revisões sem aviso prévio. O CECON e a FECAP não se responsabilizam por quaisquer decisões econômicas ou de investimento tomadas com base nas informações deste relatório. O conteúdo deste relatório é livre, não podendo ser comercializado ou monetizado por terceiros de nenhuma forma. Este produto possui caráter exclusivamente informativo e não deverá ser usado para constituir qualquer decisão de compra ou venda de ativos ou produtos ou de investimento.</p>
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		<title>Confira o boletim CECON FECAP de Fevereiro de 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 11:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON)]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim CECON FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[cecon fecap]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[indicadores econômicos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Boletim CECON FECAP reúne  conjunto de dados para o estado de SP e capital, para ajudar na compreensão da situação econômica.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Este boletim reúne um conjunto de dados disponíveis para o Estado de São Paulo e sua capital, além das principais notícias, com o intuito de ajudar na compreensão da situação econômica da região e na formação de expectativas por parte dos empresários e consumidores.</p>



<p>Os dados de dezembro mostram que, na variação acumulada no ano, as atividades econômicas seguiram a trajetória observada ao longo de 2025: uma queda na produção industrial e de comércio, em contraste com uma alta na produção de serviços.</p>



<p>Já os dados de janeiro demonstram que o emprego formal e o salário médio de admissão aumentaram. Mas a inflação também aumentou, no acumulado dos últimos doze meses, interrompendo o movimento de queda observado nos últimos três meses. Além disso, o custo de vida aumentou mais para as famílias que possuem, em média, renda menor. Ainda com base nos dados de janeiro, o nível de confiança dos consumidores e a intenção de consumo aumentaram.</p>



<p>Por fim, os dados de fevereiro mostram que o nível de confiança dos empresários da indústria diminuiu, em comparação ao mesmo mês do ano anterior, mas houve uma redução do pessimismo em relação às suas expectativas para os próximos seis meses.</p>



<p><strong>Notícias de Janeiro &#8211; Referência para os Dados</strong></p>



<p>No cenário internacional, o destaque foi a operação dos EUA que capturou o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e a sua esposa, em Caracas. A ação tem implicações jurídicas, diplomáticas, econômicas e geopolíticas para os EUA e a Venezuela, que por sua vez afetam o mundo. A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, foi empossada, e tenta equilibrar a lealdade ideológica com o chavismo e a cooperação com os EUA. Ela anunciou o fechamento do centro de detenção mais temido do regime chavista, a libertação de presos políticos, e enviou um projeto de anistia para todos os presos políticos e todas as pessoas condenadas por atos políticos desde 1999. O presidente americano, Donald Trump, declarou que as empresas petrolíferas americanas assumirão as operações na Venezuela e ajudarão na reconstrução da infraestrutura energética do país. Além disso, a “quarentena do petróleo”, criada para controlar os fluxos de petróleo da Venezuela, permanece, e já apreendeu sete embarcações. Para analistas de mercado, ainda há muita incerteza sobre o futuro da Venezuela, e a expectativa é de que o preço do barril de petróleo permanecerá baixo por mais tempo.</p>



<p>Após 26 anos de negociações, foi assinado o tratado econômico entre a União Europeia e o Mercosul. A cerimônia ocorreu em Assunção, no Paraguai. O acordo inclui a eliminação de tarifas, acesso preferencial, facilitação de investimentos, entre outros pontos. No entanto, a assinatura não significa que o acordo já entre em vigor. Ainda será necessário que o Parlamento Europeu e o Legislativo de cada país do Mercosul aprovem o tratado.</p>



<p>De acordo com o Tesouro Nacional, o Governo Federal teve um déficit primário de R$ 61,69 bilhões em 2025, um aumento real (descontada a inflação) de 32,3% em relação a 2024 (R$ 42,92 bilhões). O montante representa 0,48% do PIB. No entanto, se considerarmos apenas os gastos no arcabouço fiscal, isto é, excluindo as compensações autorizadas, o déficit primário cai para R$ 13 bilhões. E, neste caso, o montante representa 0,10% do PIB. As compensações autorizadas tratam do pagamento de precatórios atrasados, do ressarcimento dos descontos indevidos dos benefícios previdenciários, dos gastos em projetos estratégicos de defesa, do socorro aos setores afetados pelo “tarifaço” dos EUA e das despesas temporárias de educação e saúde.</p>



<p>Dada a preocupação com a credibilidade do arcabouço fiscal, o Tribunal de Contas da União (TCU) produziu um relatório que identifica o uso recorrente de mecanismos que permitem a execução de gastos e de financiamentos fora do Orçamento Geral da União. Dentre os problemas analisados, estão a retirada de gastos destinados ao Novo PAC, a Petrobras e a Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional (ENPar), bem como o desvio de receitas públicas para permitir a sua destinação direta a fundos privados, usados nos programas Pé-de-Meia e Mover, por exemplo.</p>



<p>O presidente Lula sancionou a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026, que determina quanto e como o Governo Federal pode gastar ao longo de um ano. A LOA prevê um superávit primário de R$ 34,3 bilhões para 2026, o que equivale a 0,25% do PIB. Considerando o intervalo de tolerância estabelecido pelo arcabouço fiscal, o cumprimento da meta permite que o resultado fique entre zero e R$ 68,6 bilhões. Além disso, a LOA prevê também R$ 51 bilhões para emendas parlamentares, R$ 4,9 bilhões para o Fundo Eleitoral (Fundo Especial de Financiamento de Campanhas) e R$ 1,83 trilhão para o refinanciamento da dívida pública.</p>



<p>O Ministério do Planejamento e Orçamento confirmou o aumento do salário-mínimo para R$ 1.621, um reajuste de 6,79%.</p>



<p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu, pela quinta vez seguida, manter a taxa de juros em 15% ao ano.</p>



<p>A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) anunciou a mudança da bandeira tarifária de amarela para verde. Com a mudança, o acréscimo na conta a cada 100 quilowatts-hora de R$ 1,885 deixa de ser cobrado.</p>



<p>A investigação que aponta um esquema de fraudes financeiras realizado pelo Banco Master, liderado por Daniel Vorcaro, continua. No entanto, já gerou diversos desdobramentos, como: a inspeção do Banco Central (BC) pelo Tribunal de Contas da União (TCU); a liquidação extrajudicial do Will Bank; e as polêmicas envolvendo o ministro do STF, Dias Toffoli.</p>



<p>A B3, a Bolsa de Valores de São Paulo, realizou 75 leilões em 2025, que permitiram a concessão de 98 ativos públicos para a iniciativa privada, e prevê R$ 243,8 bilhões em investimentos e 1,6 milhão de empregos diretos e indiretos. Na divisão por setor, o destaque foi o setor rodoviário, com 20 leilões e investimento de R$ 106,6 bilhões. Ademais, o setor de saneamento realizou 8 leilões, o setor portuário 7 e o setor de energia 5. Um outro destaque foi o crescimento dos leilões no setor de infraestrutura social – como hospitais, escolas e presídios &#8211; com investimentos de R$ 12,5 bilhões.</p>



<p>O Governo do Estado de São Paulo lançou as Rotas da Cachaça, 8 rotas temáticas que conectam 65 municípios paulistas. As rotas foram criadas para organizar a oferta turística e produtiva a fim de ampliar mercados, estimular novos investimentos e reforçar o posicionamento das marcas dentro e fora do Brasil. Assim, com a iniciativa, espera-se uma maior valorização cultural da bebida, um aumento na visitação a alambiques e a expansão de atividades econômicas relacionadas – como hospedagem, gastronomia e logística. O Estado já possui outras rotas, como as Rotas do Vinho, do Café e do Queijo.</p>



<p><strong>Atividade Econômica</strong></p>



<p>O volume de vendas do setor varejista no Estado de São Paulo fechou 2025 com o mesmo comportamento observado ao longo do ano. Em relação ao mesmo mês do ano anterior, aumentou apenas uma vez em 2025. Já a variação acumulada no ano, obteve o pior resultado negativo em comparação aos outros Estados, e muito distante do segundo pior resultado.</p>



<p>Em dezembro de 2025, o volume de vendas no comércio varejista ampliado no Estado de São Paulo, medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou queda de 0,7% em relação ao mesmo mês do ano anterior. No acumulado de janeiro a dezembro, o volume de vendas do comércio varejista ampliado paulista caiu 2,9%, em contraste com o crescimento observado no País de 0,1%. As maiores variações ocorreram no Amapá (+7,9%), em Mato Grosso (+5,1%), no Maranhão (-1,3%) e no Piauí e no Rio de Janeiro (-0,6%). Entre as subcategorias analisadas pelo IBGE, os destaques positivos em São Paulo foram para os equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (+13,7%), para os eletrodomésticos (+9,5%) e para os tecidos, vestuário e calçados (+3,8%). Por outro lado, as piores performances ficaram para os móveis (-20,4%), para o atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo (-12,9%) e para os veículos, motocicletas, partes e peças (-6,6%).</p>



<p>O volume de serviços no Estado de São Paulo também fechou 2025 com o mesmo comportamento observado ao longo do ano. Em relação ao mesmo mês do ano anterior, apresenta variação positiva desde abril de 2024, e maior do que a registrada para o Brasil. Assim, a variação acumulada no ano registrou um bom resultado positivo em 2025, e foi maior do que o observado no País.</p>



<p>Em dezembro de 2025, o volume de serviços no Estado de São Paulo, medido pelo IBGE, registrou uma alta de 4,8% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Já as atividades turísticas caíram 2,5% nesse período. No acumulado de janeiro a dezembro, o volume de serviços prestados subiu 4,2%. A média do País foi de +2,8%. As maiores variações positivas ocorreram no Distrito Federal (+7,0%) e na Paraíba (+5,7%), enquanto as maiores variações negativas ocorreram no Rio Grande do Sul (-4,4%) e no Acre (-1,9%). Os destaques em São Paulo ficaram nos setores de serviços de informação e comunicação (+9,2%) e de serviços profissionais, administrativos e complementares (+5,6%). Já as atividades turísticas cresceram 3,9% nesse período.</p>



<p>Por fim, como observado nas outras atividades, a produção industrial no Estado de São Paulo apresentou o mesmo padrão ao longo de quase todo o ano. Em relação ao mesmo mês do ano anterior, apresentou variação negativa desde abril. Assim, a variação acumulada no ano fechou 2025 com um resultado negativo, em contraste com o resultado positivo registrado no País.</p>



<p>Em dezembro de 2025, a produção industrial no Estado de São Paulo, medida pelo IBGE, registrou queda de 3,2% em relação ao mesmo mês do ano anterior. No acumulado de janeiro a dezembro, a produção industrial caiu 2,2%. Já a produção industrial nacional registrou uma alta de 0,6%, na mesma base de comparação. Os maiores resultados positivos foram observados no Espírito Santo (+11,6%) e no Rio de Janeiro (+5,1%), enquanto os maiores resultados negativos ocorreram em Mato Grosso do Sul (-12,9%) e no Rio Grande do Norte (-11,6%). O resultado das indústrias extrativas em São Paulo foi de -11,3%, enquanto o da indústria de transformação foi de -2,0%. E, dentre as indústrias de transformação, as maiores variações negativas ocorreram nos setores de fabricação de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-16,7%), de fabricação de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-6,7%) e de setores de fabricação de coque, de produtos derivados de petróleo e de biocombustíveis (-6,4%), enquanto as maiores variações positivas ocorreram nos setores de máquinas e equipamentos (+6,0%) e de produtos têxteis (+3,0%).</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="745" height="459" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-2.png" alt="" class="wp-image-70528" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-2.png 745w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-2-300x185.png 300w" sizes="(max-width: 745px) 100vw, 745px" /></figure>



<p></p>



<p>Os dados sobre a produção do comércio, dos serviços e da indústria, apresentados pelo IBGE, referem-se a dezembro de 2025. Logo, ainda não refletem os acontecimentos apresentados no início deste Boletim.</p>



<p><strong>Emprego</strong></p>



<p>O emprego formal e o salário médio de admissão no Estado de São Paulo iniciam o ano de 2026 com aumento, porém, menos do que o observado para o País.</p>



<p>Com base no Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), em janeiro de 2026, o emprego formal no Estado de São Paulo apresentou saldo positivo de 16.451 postos de trabalho, o que representou um aumento de 0,11% no estoque em relação ao mês anterior, resultado inferior à média do Brasil, de +0,23%. Além disso, o salário médio de admissão aumentou 2,75% e atingiu R$2.702,76, resultado também inferior à média do País, de +3,32%.</p>



<p>Na divisão por grupo, o saldo de postos de trabalho foi positivo apenas para os homens (16.846), para as pessoas com 18 a 24 anos (16.051), até 17 anos (12.597) e entre 40 e 49 anos (262), e maior entre as pessoas com ensino médio completo (9.433).</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="795" height="492" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-3.png" alt="" class="wp-image-70529" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-3.png 795w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-3-300x186.png 300w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-3-768x475.png 768w" sizes="(max-width: 795px) 100vw, 795px" /></figure>



<p></p>



<p>Os maiores aumentos ocorreram em Mato Grosso (+1,92%), em Santa Catarina (+0,72%) e em Goiás (+0,66%), ao passo que Acre (-0,77%), Alagoas (-0,60%) e Rio de Janeiro (-0,33%) apresentaram as menores variações.</p>



<p>E na geração de emprego por setor, os destaques ocorreram na construção de edifícios (+4.753), no ensino fundamental (+3.604), no comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios – hipermercados e supermercados (-6.139), no comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios (-5.159) e nos restaurantes e outros estabelecimentos de serviços de alimentação e bebidas (-4.751).</p>



<p>Em fevereiro, também foi divulgada a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) do quarto trimestre de 2025, realizada pelo IBGE. De acordo com a pesquisa, a taxa de desemprego no Estado de São Paulo atingiu 4,7%, o que representa uma diminuição de 1,2 ponto percentual (p.p.) em relação ao quarto trimestre de 2024. A taxa de desemprego estimada no Brasil foi de 5,1%. Em São Paulo, a taxa de desemprego foi maior entre as mulheres (5,7%), os pardos (5,7%), as pessoas entre 18 e 24 anos (9,8%) e as pessoas com ensino médio incompleto ou equivalente (9,2%).</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="766" height="456" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-4.png" alt="" class="wp-image-70530" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-4.png 766w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-4-300x179.png 300w" sizes="(max-width: 766px) 100vw, 766px" /></figure>



<p></p>



<p>A taxa composta de subutilização, resultado da soma das taxas de desemprego, de força de trabalho potencial e de subocupação, atingiu 10,8%, o que representa uma redução de 1,0 p.p. em relação ao mesmo trimestre de 2024. Para a média do País, a taxa foi de 13,4%. Essa taxa reflete melhor a subutilização da força de trabalho, isto é, a oferta de trabalho disponível, mas ainda não empregada. Isso porque ela inclui também as pessoas de fora da força de trabalho que gostariam de trabalhar e as de dentro da força de trabalho que gostariam de trabalhar mais.</p>



<p>Por fim, no Estado de São Paulo, o mercado de trabalho fechou o ano de 2025 com bom desempenho, em razão da queda da taxa de desemprego em relação a 2024. A taxa de desemprego e a taxa composta de subutilização são as menores da série histórica, e inferiores quando comparadas com as taxas estimadas para a média do Brasil.</p>



<p><strong>Inflação</strong></p>



<p>No acumulado dos últimos doze meses, a inflação aumentou, e mais do que no Brasil, interrompendo o movimento de queda observado nos últimos três meses. Além disso, o custo de vida aumentou mais para as famílias que possuem, em média, renda menor.</p>



<p>Segundo o IBGE, em janeiro de 2026, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), que reflete a variação no custo de vida das famílias com rendimentos de 1 a 40 salários-mínimos (SM), subiu 0,28% em relação ao mês anterior. Para o País, o variação no custo de vida foi de +0,33%. Na divisão mais detalhada por item, entre os maiores aumentos, estão o ônibus urbano (+9,18%), a taxa de água e esgoto (+6,07%), o peixe – tilápia (+4,87%) e o etanol (+3,17%). Por outro lado, dentre as maiores reduções, estão o transporte por aplicativo (-17,18%), a passagem aérea (-11,89%), o leite longa vida (-8,65%), o ovo de galinha (-2,97%), o azeite de oliva (-2,91%) e a energia elétrica residencial (-2,77%).</p>



<p>Nos últimos 12 meses, o IPCA acumulou um aumento de 4,92%. Os destaques ficaram para a energia elétrica residencial (+37,09%), o transporte por aplicativo (+27,61%), o chocolate em barra e bombom (+24,68%), o café moído (+22,56%), os jogos de azar (+15,17%), o arroz (-23,51%), o azeite de oliva (-21,57%), o leite longa vida (-19,49%), a passagem aérea (-8,16%) e o feijão carioca (-5,95%). Na média do Brasil, o IPCA subiu 4,44%.</p>



<p>Já o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), da RMSP, que reflete a variação no custo de vida das famílias com rendimentos de 1 a 5 SMs, subiu 0,41% no mês. Para o País, a variação no custo de vida foi de +0,39%. Na divisão mais detalhada por item, o destaque foi a energia elétrica residencial (-2,86%). Os demais produtos em destaque são os mesmos do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), exceto o azeite de oliva. Nos últimos 12 meses, o índice subiu 5,17%. Na média do Brasil, o INPC aumentou 4,30%.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="772" height="464" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-5.png" alt="" class="wp-image-70531" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-5.png 772w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-5-300x180.png 300w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-5-768x462.png 768w" sizes="(max-width: 772px) 100vw, 772px" /></figure>



<p></p>



<p><strong>Índices de Confiança</strong></p>



<p>O nível de confiança dos consumidores no município de São Paulo inicia o ano de 2026 maior do que no início de 2025.<strong></strong></p>



<p>Em janeiro de 2026, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC), calculado pela FECOMÉRCIO-SP, registrou uma alta de 2,4% em relação ao mês anterior. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior (janeiro de 2025), o índice subiu 3,1%. Para consumidores com renda de até dez SMs ou com até 35 anos de idade, o nível de confiança aumentou 2,5%; para os consumidores com renda acima de dez SMs e para aqueles com mais de 35 anos, aumentou 4,6% e 4,3%, respectivamente. O subindicador que reflete a percepção dos consumidores em relação às condições atuais teve uma alta de 2,7%, enquanto o subindicador que reflete as suas expectativas subiu 3,5%.</p>



<p>Os empresários da indústria do Estado de São Paulo ainda se mostram pessimistas, mas houve uma redução considerável em relação às suas expectativas para os próximos seis meses.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="756" height="492" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-6.png" alt="" class="wp-image-70532" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-6.png 756w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-6-300x195.png 300w" sizes="(max-width: 756px) 100vw, 756px" /></figure>



<p></p>



<p>O Índice de Confiança do Empresário Industrial Paulista (ICEI-SP), calculado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), registrou, em fevereiro de 2026, uma alta de 2,7% em relação ao mês anterior. O indicador evidencia uma redução no pessimismo entre os empresários. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior (fevereiro de 2025), o índice registrou uma queda de 0,6%. O subindicador que reflete as condições atuais apresentou redução de 0,7%, em contraste com o aumento de 2,5% no subindicador que reflete as expectativas para os próximos seis meses.</p>



<p>Os dados sobre o nível de confiança dos empresários paulistas da indústria, calculados pela FIESP, são de fevereiro de 2026. Logo, já podem refletir sobre os acontecimentos que serão apresentados no final deste Boletim.</p>



<p><strong>Perspectiva</strong></p>



<p>A intenção de consumo das famílias do município de São Paulo inicia o ano de 2026 maior em comparação ao início de 2025, e cresceu muito mais do que a observado na média do Brasil (+0,7%). No entanto, o resultado por nível de renda apresenta um comportamento completamente diferente.</p>



<p>Em janeiro de 2026, o Índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF-SP), calculado pela FECOMÉRCIO-SP, aumentou 2,4% em relação ao mês anterior. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior (janeiro de 2025), o índice subiu 4,2%.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="769" height="453" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-7.png" alt="" class="wp-image-70533" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-7.png 769w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-7-300x177.png 300w" sizes="(max-width: 769px) 100vw, 769px" /></figure>



<p></p>



<p>Para as famílias com renda de até dez SMs, o índice cresceu 7,6%, em contraste com a diminuição de 4,2% para as famílias com renda acima de dez SMs. Dentre os sete itens avaliados, as diferenças por nível de renda são muito grandes. Por exemplo, o nível de consumo atual, o momento para duráveis e o acesso ao crédito para as famílias com renda de até dez SMs aumentaram 7,0%, 7,1% e 25,2%, respectivamente, ao passo que, para as famílias com renda acima de dez SMs, diminuíram 2,2%, 4,6% e 2,6%, respectivamente.</p>



<p>Em razão da data de publicação deste boletim, algumas notícias já podem impactar os indicadores econômicos de fevereiro, que serão divulgados no próximo mês.</p>



<p>No cenário internacional, os EUA e Israel atacaram novamente o Irã. O objetivo é ajudar os manifestantes a derrubar o regime comandado pelo aiatolá Ali Khamenei e, assim, impedir suas ambições nucleares e o desenvolvimento de mísseis balísticos intercontinentais. Em resposta, o Irã lançou uma onda de ataques contra as bases militares dos EUA no Oriente Médio. Os confrontos interromperam o tráfego no Estreito de Ormuz, responsável pelo fluxo de cerca de 20% do petróleo comercializado no mundo.</p>



<p>A Suprema Corte dos EUA derrubou uma parte das tarifas sobre produtos importados que havia sido imposta globalmente pelo presidente americano. A justificativa da Corte foi que, apesar da legislação permitir que o presidente regule a importação de produtos, ela não permite a imposição de tarifas, que é competência do Congresso. Em resposta, o presidente americano anunciou, com base em outro instrumento jurídico, a imposição de uma tarifa global de 10% pelo prazo de 150 dias para substituir, em parte, as tarifas derrubadas pela Suprema Corte.</p>



<p>O Governo da China estabeleceu uma cota anual de cerca de 2,7 milhão de toneladas para a importação de carne a fim de proteger os produtores locais. Já existe uma tarifa de 12% para a importação do produto, que sobe para 55% se a cota for excedida. A cota para o Brasil em 2026 é de 1,1 milhão de toneladas.</p>



<p>O Governo Federal anunciou o aumento da tarifa de importação sobre mais de mil produtos, incluindo smartphones e equipamentos industriais – como navios, tratores, empilhadeiras, robôs industriais, tomógrafos e aparelhos de ressonância magnética. No entanto, após repercussão negativa e desgaste político, o governo revogou parte do aumento do imposto sobre produtos eletrônicos e bens de capital.</p>



<p>O Governo Federal anunciou um programa de microcrédito para as famílias do Cadastro Único (CadÚnico). Ele atenderá inicialmente as famílias de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. O objetivo é combater a pobreza e a desigualdade por meio da oferta de crédito e qualificação das famílias de maior vulnerabilidade social. Não se trata apenas da concessão de crédito, mas também da assistência ao próprio negócio. O crédito varia de R$ 500 a R$ 21 mil, com prazo de 4 a 12 meses.</p>



<p>Para mais detalhes sobre alguns dos indicadores apresentados, inclusive com outras medidas de variação, <a href="https://pesquisa.fecap.br/cecon/">acesse o site</a>:</p>



<p><strong>Expediente CECON</strong></p>



<p><strong>Coordenação</strong><br>Allexandro Emmanuel Mori Coelho, Professor Doutor</p>



<p><strong>Equipe Econômica</strong><br>Jobson Monteiro de Souza, Professor Doutor<br>Rafael Barišauskas, Professor Mestre</p>



<p><strong>Termo de isenção de responsabilidade</strong></p>



<p>Este relatório foi preparado pela equipe integrante do Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), utilizando os melhores esforços dos responsáveis. As informações foram obtidas através de fontes públicas críveis, e estão sujeitas a revisões sem aviso prévio. O CECON e a FECAP não se responsabilizam por quaisquer decisões econômicas ou de investimento tomadas com base nas informações deste relatório. O conteúdo deste relatório é livre, não podendo ser comercializado ou monetizado por terceiros de nenhuma forma. Este produto possui caráter exclusivamente informativo e não deverá ser usado para constituir qualquer decisão de compra ou venda de ativos ou produtos ou de investimento.</p>
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		<title>Exportações brasileiras de carne em 2026: entre a reconfiguração das cotas chinesas e os limites das cadeias globais de valor</title>
		<link>https://www.fecap.br/2026/03/09/exportacoes-brasileiras-de-carne-em-2026-entre-a-reconfiguracao-das-cotas-chinesas-e-os-limites-das-cadeias-globais-de-valor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 10:39:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON)]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[carne]]></category>
		<category><![CDATA[cecon fecap]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Exportações brasileiras de carne em 2026: entre a reconfiguração das cotas chinesas e os limites das cadeias globais de valor</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O início de 2026 trouxe um breve alívio aos exportadores brasileiros de proteínas animais, com um impulso temporário nos embarques em janeiro, que subiram 11,6% em relação a janeiro de 2025, para quase 810 mil toneladas, volume recorde para o mês, apesar da queda de 15,6% em relação a dezembro, quando os embarques haviam subido, de forma extraordinária, 26,7% na comparação anual e 10,3% na mensal.</p>



<p>Esse movimento refletiu a recomposição de fluxos interrompidos no fim de 2025, quando barreiras comerciais impostas pelos Estados Unidos foram retiradas e a China suspendeu restrições sanitárias que haviam travado parte das remessas de frango, ao final de novembro. Ao mesmo tempo, frigoríficos aceleraram os envios de carne bovina em janeiro deste ano para garantir volumes isentos de tarifação diante de um novo sistema de cotas imposto por Pequim, criando um efeito estatístico que ampliou os números das primeiras semanas do ano, apesar da queda na taxa de câmbio que, em teoria, deveria desacelerar os embarques de proteínas ao exterior. A taxa de câmbio média para janeiro ficou 2,1% abaixo da observada em dezembro de 2025 e 11,5% abaixo na comparação anual.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="563" height="363" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image.png" alt="" class="wp-image-70523" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image.png 563w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-300x193.png 300w" sizes="(max-width: 563px) 100vw, 563px" /></figure>



<p></p>



<p>Mas o ambiente que se desenha para o restante de 2026 está longe de ser trivial. A decisão chinesa de limitar as importações de carne bovina por origem, estabelecendo um teto de 1,1 milhão de toneladas para o Brasil em 2026, altera significativamente a dinâmica comercial. Volumes exportados acima desta quota serão tarifados em 55%, tornando a operação de exportação inviável. O volume exportado pelo Brasil representará algo próximo de 41% do montante que a China pretende importar de países sujeitos ao mecanismo de salvaguarda e, na prática, reduz o espaço disponível para os exportadores brasileiros de 400 mil a 600 mil toneladas, em comparação com 2025.</p>



<p>Diante desse novo arcabouço, uma das hipóteses discutidas no setor é a de uma corrida no curto prazo: frigoríficos podem intensificar abates e embarques no primeiro semestre para assegurar sua fatia da cota chinesa antes que ela seja preenchida. Se tal movimento se materializar, os fluxos de carne para a China podem permanecer elevados por alguns meses no início de 2026, apesar de um cenário cambial pouco favorável às exportações do setor, antes de sofrerem uma forte inflexão assim que o volume permitido for atingido.</p>



<p>O ponto crítico, no entanto, surge depois. Uma vez esgotada a cota, a capacidade de redirecionamento torna-se central. Os volumes que deixarem de seguir para a China (equivalentes a 11% a 17% de todas as exportações brasileiras de carne bovina, tomando como base o volume exportado no total de 2025) só não pesarão negativamente sobre o desempenho anual se encontrarem espaço em outros mercados. E pesa em favor do Brasil o fato de que a China já vinha perdendo espaço gradativamente na pauta exportadora brasileira de proteínas animais, representando 20,8% dos embarques totais em 2025, abaixo dos 23,2% registrados em 2024. Mas, ainda assim, o cenário é desafiador.</p>



<p>Esse processo, embora viável para parte das empresas, esbarra na complexidade das cadeias globais de valor que estruturam o setor: plantas distribuídas em diversos países, exigências sanitárias heterogêneas, acordos comerciais assimétricos e logística internacional sujeita a custos elevados e gargalos portuários criam um cenário de realocação menos automático do que parece.</p>



<p>Em um ambiente ideal, mercados como Oriente Médio, México, União Europeia, Sudeste Asiático e até os Estados Unidos absorveriam parte das remessas deslocadas. Porém, cada um desses destinos apresenta limitações próprias, desde barreiras tarifárias ou fitossanitárias até preferências de consumo que nem sempre coincidem com o mix brasileiro. Ademais, o modelo de produção bovina nacional, fortemente integrado a insumos, serviços e sistemas de transporte globais, impõe desafios adicionais. Assim, ajustes rápidos na oferta, na certificação ou na adequação a padrões específicos de qualidade nem sempre são possíveis sem repercussões nos custos e nas margens.</p>



<p>O Oriente Médio, em si, é um destino importante para a proteína animal brasileira, especialmente para a avicultura, absorvendo mais de 30% das exportações, atrás apenas da Ásia, com participação ligeiramente superior. A interrupção parcial ou total do comércio com a região, ou dificuldades logísticas decorrentes do fechamento de rotas comerciais importantes que passam por lá, poderiam restringir a capacidade de exportação do Brasil, complicar as operações portuárias e deslocar os fluxos comerciais. Do ponto de vista das cadeias globais de valor, a situação evidencia a vulnerabilidade das redes logísticas interligadas e a dependência do setor de proteínas do Brasil de um transporte marítimo previsível.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="579" height="341" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-1.png" alt="" class="wp-image-70524" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-1.png 579w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/03/image-1-300x177.png 300w" sizes="(max-width: 579px) 100vw, 579px" /></figure>



<p></p>



<p>Somam‑se a isso fatores internos. A valorização esperada da taxa de câmbio ao longo de 2026, em relação a 2025, tende a reduzir a competitividade das exportações, comprimindo a rentabilidade das operações dolarizadas. Analistas de mercado estimam que a produção de proteína animal possa recuar entre 2% e 3,5% neste ano, tanto pela perda de atratividade econômica quanto pela redução prevista no ritmo de abates, em virtude da desaceleração das exportações. Mesmo que o redirecionamento para outros mercados seja bem‑sucedido, a queda na oferta doméstica pode limitar o volume disponível para exportação nos meses posteriores.</p>



<p>Do ponto de vista das cadeias globais de valor, a combinação de menor capacidade de acesso ao principal mercado, custos logísticos elevados e câmbio apreciado tende a repercutir em toda a rede produtiva: fornecedores de insumos, transportadores, operadores logísticos e até parceiros internacionais que atuam em conjunto com grupos brasileiros nas Américas, na Oceania e na Ásia passam a operar sob maior incerteza. A necessidade de redirecionar fluxos, adaptar produtos e renegociar contratos pode aumentar a fragmentação da cadeia e pressionar a eficiência operacional.</p>



<p>Essa reconfiguração gera desafios estratégicos relevantes. Empresas com presença multinacional podem mitigar parte dos impactos exportando por meio de subsidiárias instaladas em países que possuem cotas próprias junto à China, como Argentina, Paraguai e Uruguai. Outras podem buscar ampliar sua atuação em mercados nichados que demandem cortes específicos ou certificações diferenciadas. Há ainda quem avalie ajustes no mix de produção para reduzir a dependência de cortes premium — mais sensíveis à perda do mercado chinês — e ampliar a oferta de carne processada ou de menor valor unitário, que encontra demanda mais elástica em economias emergentes.</p>



<p>No entanto, nenhuma dessas estratégias oferece garantia de estabilidade. O comportamento da demanda global, as oscilações cambiais, a evolução das políticas comerciais de grandes economias e as condições sanitárias internacionais continuarão exercendo forte influência sobre o desempenho brasileiro. Em um ambiente global caracterizado por fragmentação produtiva, tensões geopolíticas e exigência crescente de rastreabilidade, o setor terá de operar com níveis mais elevados de adaptação e de leitura de risco.</p>



<p>O que se pode afirmar com segurança é que 2026 será um ano de ajustes. As exportações brasileiras de carne enfrentarão um ambiente em que o acesso ao principal mercado está limitado, a competitividade externa é pressionada por um câmbio mais apreciado e a capacidade de realocação dependerá de fatores fora do controle direto das empresas. Entre acelerar embarques no curto prazo, reconfigurar rotas globais ou buscar novos nichos, o setor terá de navegar um conjunto de incertezas que ultrapassa o ciclo normal de mercado — e coloca à prova sua capacidade de flexibilidade em cadeias globais de valor cada vez mais exigentes.</p>



<p><strong><u>Expediente CECON</u></strong></p>



<p><strong>Coordenação:&nbsp;</strong>Allexandro Emmanuel Mori Coelho, Professor Doutor</p>



<p><strong>Equipe Econômica:</strong>&nbsp;professores doutores Jobson Monteiro de Souza e Rafael Barišauskas</p>



<p><strong>Termo de isenção de responsabilidade:&nbsp;</strong>este relatório foi preparado pela equipe integrante do Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), utilizando os melhores esforços dos responsáveis. As informações foram obtidas através de fontes públicas críveis, e estão sujeitas a revisões sem aviso prévio. O CECON e a FECAP não se responsabilizam por quaisquer decisões econômicas ou de investimento tomadas com base nas informações deste relatório. O conteúdo deste relatório é livre, não podendo ser comercializado ou monetizado por terceiros de nenhuma forma. Este produto possui caráter exclusivamente informativo e não deverá ser usado para constituir qualquer decisão de compra ou venda de ativos ou produtos ou de investimento.</p>
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		<title>CECON FECAP analisa mercado de trabalho no estado de São Paulo no 4º trimestre de 2025</title>
		<link>https://www.fecap.br/2026/02/24/cecon-fecap-analisa-mercado-de-trabalho-no-estado-de-sao-paulo-no-4o-trimestre-de-2025/</link>
					<comments>https://www.fecap.br/2026/02/24/cecon-fecap-analisa-mercado-de-trabalho-no-estado-de-sao-paulo-no-4o-trimestre-de-2025/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 18:01:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON)]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[cecon fecap]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CECON FECAP analisa mercado de trabalho no estado de São Paulo no 4º trimestre de 2025</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>No quarto trimestre de 2025, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou um aumento de 260 mil postos de trabalho no Estado de São Paulo, mas sem variação estatisticamente significativa em relação ao trimestre anterior. A força de trabalho aumentou, mas também sem variação estatisticamente significativa. Assim, a taxa de desemprego atingiu 4,7%, com ajuste sazonal, o que representou uma redução de 0,5 ponto percentual (p.p.) em relação ao trimestre anterior.</p>



<p>A taxa de desemprego estimada no Brasil foi de 5,1%. As maiores taxas foram observadas em Pernambuco (8,8%) e no Amapá (8,4%), enquanto as menores estão em Santa Catarina, com 2,2%, e no Espírito Santo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, com 2,4%.</p>



<p>O rendimento real mensal médio alcançou R$4.324, mas sem variação estatisticamente significativa em relação ao trimestre anterior.</p>



<p><strong>Variação em relação ao mesmo período do ano anterior</strong></p>



<p>Em comparação com o quarto trimestre de 2024, os postos de trabalho aumentaram e a força de trabalho diminuiu, mas sem variações estatisticamente significativas. Assim, a taxa de desemprego diminuiu 1,2 p.p. no período. Já o rendimento real mensal médio, novamente não apresentou variação estatisticamente significativa.</p>



<p>Em relação à posição na ocupação desses postos de trabalho, a única variação estatisticamente significativa ocorreu para os empregadores sem registro no CNPJ (-33,1%), que representam as pessoas que exploram o próprio empreendimento e contratam trabalhadores, mas estão na informalidade.</p>



<p>Para a atividade do trabalho principal ocupado, nenhuma apresentou variação estatisticamente significativa.</p>



<p><strong>Divisão por grupo</strong></p>



<p>A taxa de desemprego foi de 3,9% entre os homens e de 5,7% entre as mulheres. Por cor ou raça, a taxa foi de 4,2% (branca), 4,4% (preta) e 5,7% (parda).</p>



<p>Na divisão por grupos de idade, o destaque foi a taxa de desemprego entre 18 e 24 anos, de 9,8%. E na divisão por nível de instrução, a maior taxa foi de 9,2% (ensino médio incompleto ou equivalente) e a menor, de 3,1% (ensino superior completo ou equivalente).</p>



<p>O rendimento real mensal médio para os homens foi de R$4.838 e para as mulheres R$3.686. Por cor ou raça, o valor foi de R$5.210 (branca), de R$3.074 (preta) e de R$ 3.147 (parda).</p>



<p>O rendimento das pessoas com idade entre 18 e 24 anos foi de R$2.318. E na divisão por nível de instrução, as pessoas com ensino médio incompleto ou equivalente receberam R$2.239, enquanto que as pessoas com ensino superior completo ou equivalente receberam R$7.601.</p>



<p><strong>Taxa composta de subutilização</strong></p>



<p>A taxa composta de subutilização, resultado da soma da taxa de desemprego, da taxa de força de trabalho potencial e da taxa de subocupação, atingiu 10,8%, o que representa uma redução de 1,0 p.p. em relação ao mesmo trimestre de 2024. Para a média do País, a taxa foi de 13,4%.</p>



<p>Essa taxa reflete melhor a subutilização da força de trabalho, isto é, a oferta de trabalho disponível, mas ainda não empregada. Isso porque ela inclui também as pessoas de fora da força de trabalho que gostariam de trabalhar e as de dentro da força de trabalho que gostariam de trabalhar mais.</p>



<p>A taxa da força de trabalho potencial, que reflete as pessoas com potencial para estarem na força de trabalho, mas ocorreu um descompasso entre a busca por trabalho e a disponibilidade para trabalhar, foi de 2,9%. Já a taxa de subalocação, que reflete os trabalhadores que trabalham menos horas do que gostariam, alcançou 3,2%.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="617" height="346" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-11.png" alt="" class="wp-image-70276" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-11.png 617w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-11-300x168.png 300w" sizes="(max-width: 617px) 100vw, 617px" /></figure>



<p></p>



<p><strong>Outras informações</strong></p>



<p>O percentual de pessoas desalentadas em relação à população na força de trabalho foi de 1,2%. O percentual representa as pessoas que gostariam de trabalhar e estão disponíveis, mas desistiram de procurar por falta de vagas, de experiência, de idade suficiente ou de oportunidade de emprego na sua localidade. Para a média do País, a taxa foi de 2,4%.</p>



<p>Já a taxa de informalidade foi de 29,7% entre a população ocupada. A taxa inclui as pessoas ocupadas: como empregado no setor privado e trabalhador doméstico sem carteira de trabalho assinada; por conta própria e como empregador sem registro no CNPJ; e o trabalhador familiar auxiliar. No Brasil, a taxa foi de 37,6%.</p>



<p>Por fim, no Estado de São Paulo, o mercado de trabalho fechou o ano de 2025 com um bom desempenho em razão da queda da taxa de desemprego e da melhoria nas condições de inserção no mercado de trabalho em comparação com 2024, apesar do rendimento real mensal médio ter se mantido estatisticamente estável. A taxa de desemprego e a taxa composta de subutilização são as menores da série histórica, e inferiores quando comparadas com as taxas estimadas para a média do Brasil.</p>



<p><strong><u>Expediente CECON</u></strong></p>



<p><strong>Coordenação:&nbsp;</strong>Allexandro Emmanuel Mori Coelho, Professor Doutor</p>



<p><strong>Equipe Econômica:</strong>&nbsp;professores doutores Jobson Monteiro de Souza e Rafael Barišauskas</p>



<p><strong>Termo de isenção de responsabilidade:&nbsp;</strong>este relatório foi preparado pela equipe integrante do Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), utilizando os melhores esforços dos responsáveis. As informações foram obtidas através de fontes públicas críveis, e estão sujeitas a revisões sem aviso prévio. O CECON e a FECAP não se responsabilizam por quaisquer decisões econômicas ou de investimento tomadas com base nas informações deste relatório. O conteúdo deste relatório é livre, não podendo ser comercializado ou monetizado por terceiros de nenhuma forma. Este produto possui caráter exclusivamente informativo e não deverá ser usado para constituir qualquer decisão de compra ou venda de ativos ou produtos ou de investimento.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>CECON FECAP analisa comportamento do comércio, serviços e produção industrial no estado de SP em dezembro de 2025</title>
		<link>https://www.fecap.br/2026/02/20/cecon-fecap-analisa-comportamento-do-comercio-servicos-e-producao-industrial-no-estado-de-sp-em-dezembro-de-2025/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 16:14:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON)]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[cecon fecap]]></category>
		<category><![CDATA[comércio]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[produção industrial]]></category>
		<category><![CDATA[serviços]]></category>
		<category><![CDATA[sp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CECON FECAP analisa comportamento do comércio, serviços, e produção industrial no estado de SP em dezembro de 2025</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><u>COMPORTAMENTO DO COMÉRCIO VAREJISTA EM SÃO PAULO: DEZEMBRO -2025</u></strong></p>



<p>Em dezembro de 2025, o volume de vendas no comércio varejista ampliado no Estado de São Paulo, medido pela Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou uma queda de 1,4% em relação ao mês anterior, considerando a série livre de fatores sazonais.</p>



<p><strong>Variação anual</strong></p>



<p>Em relação ao mesmo mês do ano anterior (dezembro de 2024), as vendas no varejo apresentaram queda de 0,7%, enquanto a média do Brasil aumentou 2,8%.</p>



<p>Dentro do setor varejista paulista, os destaques positivos ficaram para os equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (+30,2%) e para os eletrodomésticos (+9,5%). Por outro lado, as piores performances ficaram para os móveis (-8,7%) e para os veículos, motocicletas, partes e peças (-4,0%).</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="590" height="342" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-4.png" alt="" class="wp-image-70179" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-4.png 590w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-4-300x174.png 300w" sizes="(max-width: 590px) 100vw, 590px" /></figure>



<p></p>



<p><strong>Variação acumulada dos últimos 12 meses</strong></p>



<p>O resultado acumulado nos últimos doze meses para o varejo foi de -2,9%.</p>



<p><strong>Variação acumulada no ano</strong></p>



<p>No acumulado de janeiro a dezembro, o volume de vendas do comércio varejista ampliado caiu 2,9% em comparação ao mesmo período do ano anterior, ao passo que, na média do país, observou-se crescimento de 0,1%.</p>



<p>Dentro das subcategorias analisadas pelo IBGE, 6 apresentaram crescimento, enquanto 6 recuaram. E dentre os resultados negativos, os destaques foram o setor de móveis (-20,4%), o de atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo (-12,9%) e o de veículos, motocicletas, partes e peças (-6,6%), enquanto os destaques positivos foram os equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (+13,7%), os eletrodomésticos (+9,5%) e os tecidos, vestuário e calçados (+3,8%).</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="592" height="338" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-6.png" alt="" class="wp-image-70180" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-6.png 592w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-6-300x171.png 300w" sizes="(max-width: 592px) 100vw, 592px" /></figure>



<p></p>



<p>Dentre as 27 unidades da federação (26 Estados e o Distrito Federal), o resultado positivo foi observado em 22 unidades. As maiores variações ocorreram no Amapá (+7,9%), em Mato Grosso (+5,1%), em Tocantins (+5,0%), no Maranhão (-1,3%), no Piauí (-0,6%) e no Rio de Janeiro (-0,6%). Assim, os dados mostram que São Paulo apresentou o pior resultado negativo em 2025, e muito distante do segundo pior resultado.</p>



<p><strong><u>COMPORTAMENTO DOS SERVIÇOS NO ESTADO DE SÃO PAULO: DEZEMBRO &#8211; 2025</u></strong></p>



<p>Em dezembro de 2025, o volume de serviços no Estado de São Paulo, medido pela Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou queda de 0,3% em relação ao mês anterior, na série com ajuste sazonal.</p>



<p><strong>Variação anual</strong></p>



<p>Em relação ao mesmo mês do ano anterior (dezembro de 2024), as vendas de serviços apresentaram alta de 4,8%. Na média do Brasil, o crescimento foi de 3,4%.</p>



<p>Os destaques ficaram para os setores de serviços de informação e comunicação (+9,7%) e de serviços profissionais, administrativos e complementares (+5,1%).</p>



<p>Já as atividades turísticas caíram 2,5% nesse período, em contraste com o observado no País (+0,1%).</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="565" height="351" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-7.png" alt="" class="wp-image-70181" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-7.png 565w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-7-300x186.png 300w" sizes="(max-width: 565px) 100vw, 565px" /></figure>



<p></p>



<p><strong>Variação acumulada dos últimos 12 meses</strong></p>



<p>O resultado acumulado nos últimos doze meses no setor de serviços no Estado de São Paulo foi de +4,2%, e no setor das atividades turísticas, de +3,9%.</p>



<p><strong>Variação acumulada no ano</strong></p>



<p>No acumulado de janeiro a dezembro, o volume de serviços prestados subiu 4,2%. A média do país foi de +2,8%.</p>



<p>Dentre as atividades analisadas pelo IBGE, 4 apresentaram crescimento, enquanto apenas 1 recuou. Os destaques positivos ficaram nos setores de serviços de informação e comunicação (+9,2%) e de serviços profissionais, administrativos e complementares (+5,6%).</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="604" height="356" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-8.png" alt="" class="wp-image-70182" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-8.png 604w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-8-300x177.png 300w" sizes="(max-width: 604px) 100vw, 604px" /></figure>



<p></p>



<p>Dentre as 27 unidades federativas (26 estados e o Distrito Federal), o resultado negativo foi observado em apenas 5 delas. As maiores variações positivas ocorreram no Distrito Federal (+7,0%), na Paraíba (+5,7%) e no Mato Grosso do Sul (+5,4%), enquanto as maiores variações negativas ocorreram no Rio Grande do Sul (-4,4%), no Acre (-1,9%) e no Amazonas (-1,5%).</p>



<p>Já as atividades turísticas cresceram 3,9% nesse período.</p>



<p><strong><u>COMPORTAMENTO DA PRODUÇÃO INDUSTRIAL EM SÃO PAULO: DEZEMBRO -2025</u></strong></p>



<p>Em dezembro de 2025, a produção industrial no Estado de São Paulo, medida pela Pesquisa Industrial Mensal (PIM), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou queda de 1,6% ante o mês anterior, considerando a série livre de fatores sazonais. Um resultado pior do que o registrado na produção industrial nacional (-1,2%).</p>



<p><strong>Variação anual</strong></p>



<p>Em relação ao mesmo mês do ano anterior (dezembro de 2024), a produção industrial paulista caiu 3,2%. As indústrias extrativas cresceram 10,3%, enquanto a indústria de transformação diminuiu 3,5%.</p>



<p>Dentro da indústria de transformação, os principais resultados positivos ficaram no setor de fabricação de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (+17,3%) e de produtos alimentícios (+10,2%).</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="611" height="466" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-9.png" alt="" class="wp-image-70183" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-9.png 611w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-9-300x229.png 300w" sizes="(max-width: 611px) 100vw, 611px" /></figure>



<p></p>



<p>Já as maiores quedas ficaram nos setores de fabricação de produtos têxteis (-16,6%) e de fabricação de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-11,2%).</p>



<p><strong>Variação acumulada dos últimos 12 meses</strong></p>



<p>A produção industrial paulista diminuiu 2,2% no acumulado dos últimos 12 meses, em contraste com o crescimento de 0,6% observado no Brasil.</p>



<p><strong>Variação acumulada no ano</strong></p>



<p>No acumulado entre janeiro e dezembro, a produção industrial caiu 2,2%. O resultado das indústrias extrativas no período, por sua vez, foi de queda de 11,3%, enquanto a indústria de transformação diminuiu 2,0%.</p>



<p>Dentro dos 24 setores da indústria de transformação, 6 apresentaram crescimento, 11 recuaram e 7 não tiveram dados disponíveis.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="376" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-10.png" alt="" class="wp-image-70184" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-10.png 600w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-10-300x188.png 300w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-10-255x160.png 255w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<p></p>



<p>No mesmo período, dentre os 17 estados pesquisados, os maiores resultados positivos na produção industrial foram observados no Espírito Santo (+11,6%), no Rio de Janeiro (+5,1%) e em Santa Catarina (+3,2%). Já os maiores resultados negativos ocorreram em Mato Grosso do Sul (-12,9%), no Rio Grande do Norte (-11,6%) e em Mato Grosso (-5,8%).</p>



<p><strong><u>Expediente CECON</u></strong></p>



<p><strong>Coordenação:&nbsp;</strong>Allexandro Emmanuel Mori Coelho, Professor Doutor</p>



<p><strong>Equipe Econômica:</strong>&nbsp;professores doutores Jobson Monteiro de Souza e Rafael Barišauskas</p>



<p><strong>Termo de isenção de responsabilidade:&nbsp;</strong>este relatório foi preparado pela equipe integrante do Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), utilizando os melhores esforços dos responsáveis. As informações foram obtidas através de fontes públicas críveis, e estão sujeitas a revisões sem aviso prévio. O CECON e a FECAP não se responsabilizam por quaisquer decisões econômicas ou de investimento tomadas com base nas informações deste relatório. O conteúdo deste relatório é livre, não podendo ser comercializado ou monetizado por terceiros de nenhuma forma. Este produto possui caráter exclusivamente informativo e não deverá ser usado para constituir qualquer decisão de compra ou venda de ativos ou produtos ou de investimento.</p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2026/02/20/cecon-fecap-analisa-comportamento-do-comercio-servicos-e-producao-industrial-no-estado-de-sp-em-dezembro-de-2025/">CECON FECAP analisa comportamento do comércio, serviços e produção industrial no estado de SP em dezembro de 2025</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
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		<item>
		<title>CECON FECAP analisa custo de vida na região metropolitana de São Paulo em janeiro de 2026</title>
		<link>https://www.fecap.br/2026/02/12/cecon-fecap-analisa-custo-de-vida-na-regiao-metropolitana-de-sao-paulo-em-janeiro-de-2026/</link>
					<comments>https://www.fecap.br/2026/02/12/cecon-fecap-analisa-custo-de-vida-na-regiao-metropolitana-de-sao-paulo-em-janeiro-de-2026/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 18:25:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[cecon fecap]]></category>
		<category><![CDATA[custo de vida em são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O CECON FECAP divulga mensalmente a análise do custo de vida na RMSP, com base nos índices oficiais de inflação apurados pelo IBGE.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O&nbsp;<a href="https://pesquisa.fecap.br/cecon/">Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON)</a>&nbsp;da&nbsp;<a href="https://www.fecap.br/">Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</a>&nbsp;divulga mensalmente a análise do custo de vida na Região Metropolitana de São Paulo, com base nos índices oficiais de inflação apurados pelo IBGE. O levantamento apresenta as variações do INPC e do IPCA, destacando os principais produtos e serviços que mais influenciam o orçamento das famílias paulistanas.</p>



<p><strong><u>ÍNDICE NACIONAL DE PREÇOS AO CONSUMIDOR (INPC) – JANEIRO DE 2026</u></strong></p>



<p>Em janeiro de 2026, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), que reflete a variação no custo de vida das famílias com rendimentos de 1 a 5 salários mínimos, subiu 0,41%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para o País, a variação no custo de vida foi de +0,39%.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="572" height="336" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image.png" alt="" class="wp-image-70079" style="width:572px;height:auto" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image.png 572w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-300x176.png 300w" sizes="(max-width: 572px) 100vw, 572px" /></figure>



<p></p>



<p>Na divisão mais detalhada por item, o destaque foi a anergia elétrica residencial (-2,86%). Os demais produtos em destaque são os mesmos do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), exceto o azeite de oliva.</p>



<p><strong>Variação mensal do ano anterior</strong></p>



<p>No mesmo mês do ano anterior (janeiro de 2025), o INPC apresentou queda de 0,18%. O item energia elétrica residencial (-17,16%) se destacou no mês.</p>



<p><strong>Variação acumulada nos últimos 12 meses</strong></p>



<p>Nos últimos 12 meses, o INPC da RMSP aumentou 5,17%. Para a média do Brasil, o INPC subiu 4,30%. Já o IPCA da RMSP, no mesmo período, foi de +4,92%.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="606" height="351" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-1.png" alt="" class="wp-image-70080" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-1.png 606w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-1-300x174.png 300w" sizes="(max-width: 606px) 100vw, 606px" /></figure>



<p></p>



<p><strong>Variação acumulada no ano</strong></p>



<p>No acumulado de janeiro, o INPC subiu 0,41%. No mesmo período, dentre as outras 9 regiões metropolitanas, os 5 municípios e o Distrito Federal, as maiores variações no custo de vida estão em Rio Branco – AC (+0,76%) e em Fortaleza – CE (+0,62%). Já as menores variações estão em Recife – PE (+0,17%) e em São Luís – MA (+0,20%).</p>



<p><strong><u>ÍNDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR AMPLO (IPCA)</u></strong><strong><u> – JANEIRO DE 2026</u></strong></p>



<p>Em janeiro de 2026, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), que reflete a variação no custo de vida das famílias com rendimentos de 1 a 40 salários mínimos, subiu 0,28% em relação ao mês anterior, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para o país, a variação no custo de vida foi de +0,33%.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="371" height="391" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-2.png" alt="" class="wp-image-70081" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-2.png 371w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-2-285x300.png 285w" sizes="(max-width: 371px) 100vw, 371px" /></figure>



<p></p>



<p>Na divisão mais detalhada por item, entre os maiores aumentos, estão o ônibus urbano (+9,18%), a taxa de água e esgoto (+6,07%), o peixe – tilápia (+4,87%), o etanol (+3,17%) e o trem e o metrô (+2,89%). Por outro lado, dentre as maiores reduções, estão o transporte por aplicativo (-17,18%), a passagem aérea (-11,89%), o leite longa vida (-8,65%), o ovo de galinha (-2,97%), o azeite de oliva (-2,91%) e a energia elétrica residencial (-2,77%).</p>



<p><strong>Variação mensal do ano anterior</strong></p>



<p>No mesmo mês do ano anterior (janeiro de 2025), o IPCA apresentou alta de 0,15%. Os itens como café moído (+8,80%), passagens aéreas (+8,09%), ônibus urbano (+5,22%), trem e metrô (+3,00%), energia elétrica residencial (-15,86%), transporte por aplicativo (-4,91%), leite longa vida (-2,04%) se destacaram no mês.</p>



<p><strong>Variação acumulada nos últimos 12 meses</strong></p>



<p>Nos últimos 12 meses, o IPCA da RMSP acumulou aumento de 4,92%.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="546" height="309" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-3.png" alt="" class="wp-image-70082" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-3.png 546w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/02/image-3-300x170.png 300w" sizes="(max-width: 546px) 100vw, 546px" /></figure>



<p></p>



<p>Os destaques ficaram para a energia elétrica residencial (+37,09%), o transporte por aplicativo (+27,61%), o chocolate em barra e bombom (+24,68%), o café moído (+22,56%), os jogos de azar (+15,17%), o arroz (-23,51%), o azeite de oliva (-21,57%), o leite longa vida (-19,49%), a passagem aérea (-8,16%) e o feijão carioca (-5,95%).</p>



<p>Para a média do Brasil, o IPCA subiu 4,44%.</p>



<p><strong>Variação acumulada no ano</strong></p>



<p>No acumulado de janeiro, o IPCA apresentou alta de 0,28%.</p>



<p>No mesmo período, entre as outras 9 regiões metropolitanas, os 5 municípios e o Distrito Federal, as maiores variações no custo de vida estão em Rio Branco – AC (+0,81%), Salvador – BA (+0,52%) e Campo Grande – MS (+0,48%). Já as menores variações estão em Belém – PA (+0,16%), Goiânia – GO (+0,22%) e São Luis – MA (+0,23%).</p>



<p><strong><u>Expediente CECON</u></strong></p>



<p><strong>Coordenação:&nbsp;</strong>Allexandro Emmanuel Mori Coelho, Professor Doutor</p>



<p><strong>Equipe Econômica:</strong>&nbsp;professores doutores Jobson Monteiro de Souza e Rafael Barišauskas</p>



<p><strong>Termo de isenção de responsabilidade:&nbsp;</strong>este relatório foi preparado pela equipe integrante do Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), utilizando os melhores esforços dos responsáveis. As informações foram obtidas através de fontes públicas críveis, e estão sujeitas a revisões sem aviso prévio. O CECON e a FECAP não se responsabilizam por quaisquer decisões econômicas ou de investimento tomadas com base nas informações deste relatório. O conteúdo deste relatório é livre, não podendo ser comercializado ou monetizado por terceiros de nenhuma forma. Este produto possui caráter exclusivamente informativo e não deverá ser usado para constituir qualquer decisão de compra ou venda de ativos ou produtos ou de investimento.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Inflação: serviços e itens consumidos no Carnaval ficaram até 37,36% mais caros este ano, veja lista!</title>
		<link>https://www.fecap.br/2026/02/12/inflacao-servicos-e-itens-consumidos-no-carnaval-ficaram-ate-3736-mais-caros-este-ano-veja-lista/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 15:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON)]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[cecon fecap]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com base no IPCA, veja a inflação dos preços dos produtos relacionados ao Carnaval, em levantamento do CECON FECAP.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Carnaval é um dos eventos mais esperados do ano no Brasil. A estimativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) é que, em 2026, o evento movimentará R$ 14,48 bilhões em receitas no Brasil. Já a estimativa da Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo (Setur) é de R$ 7,3 bilhões de movimentação direta, que inclui os gastos com hospedagem, alimentação, transporte, compras e serviços turísticos. Na capital paulista, de acordo com a Prefeitura, a expectativa é de que o Carnaval injete R$ 3,4 bilhões na economia.</p>



<p>“Os dias que compõem as festividades são marcados por um maior consumo de bens e serviços relacionados. Em alguns casos, o aumento no consumo começa antes, com o Pré-Carnaval, e segue alguns dias depois, com o Pós-Carnaval”, diz Jobson Monteiro de Souza, do Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON) da <a href="http://www.fecap.br">Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</a>.</p>



<p>Com base no IPCA, divulgado pelo IBGE, a inflação acumulada nos últimos 12 meses na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) foi de 4,92%. Contudo, os preços dos produtos relacionados ao Carnaval tiveram um comportamento diferente no período.</p>



<p>“Observar os preços desses produtos nos ajuda a fazer escolhas melhores para aproveitar a festa ao menor custo, ou nos prepara financeiramente melhor para os seus gastos. Dos 27 produtos considerados neste levantamento, 12 apresentaram aumento de preços acima da inflação”, destaca o pesquisador da FECAP.</p>



<p><strong>IPCA acumulado dos últimos 12 meses (geral e por subitem)</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Bens e Serviços</strong></td><td><strong>Brasil</strong></td><td><strong>RMSP</strong></td></tr><tr><td>IPCA</td><td>4,44%</td><td>4,92%</td></tr><tr><td>&nbsp;</td><td>&nbsp;</td><td>&nbsp;</td></tr><tr><td>Passagens de avião</td><td>-11,02%</td><td>-8,16%</td></tr><tr><td>Ônibus intermunicipal</td><td>6,19%</td><td>4,60%</td></tr><tr><td>Ônibus interestadual</td><td>3,87%</td><td>8,63%</td></tr><tr><td>Gasolina</td><td>3,32%</td><td>2,31%</td></tr><tr><td>Etanol</td><td>8,86%</td><td>9,35%</td></tr><tr><td>Pedágio</td><td>-2,37%</td><td>-4,56%</td></tr><tr><td>Transporte por aplicativo</td><td>37,36%</td><td>27,61%</td></tr><tr><td>&nbsp;</td><td>&nbsp;</td><td>&nbsp;</td></tr><tr><td>Hospedagem</td><td>7,93%</td><td>5,94%</td></tr><tr><td>Pacote turístico</td><td>7,34%</td><td>9,53%</td></tr><tr><td>&nbsp;</td><td>&nbsp;</td><td>&nbsp;</td></tr><tr><td>Alimentação fora do domicílio</td><td>6,84%</td><td>6,89%</td></tr><tr><td>Carnes</td><td>1,70%</td><td>1,62%</td></tr><tr><td>Pescados</td><td>-0,54%</td><td>-2,52%</td></tr><tr><td>Aves e ovos</td><td>0,88%</td><td>4,73%</td></tr><tr><td>Alcatra</td><td>2,21%</td><td>3,19%</td></tr><tr><td>Contrafilé</td><td>1,41%</td><td>0,19%</td></tr><tr><td>Costela</td><td>1,09%</td><td>-1,32%</td></tr><tr><td>Picanha</td><td>1,36%</td><td>&#8211;</td></tr><tr><td>Linguiça</td><td>-0,24%</td><td>1,90%</td></tr><tr><td>&nbsp;</td><td>&nbsp;</td><td>&nbsp;</td></tr><tr><td>Refrigerante e água mineral</td><td>5,20%</td><td>4,31%</td></tr><tr><td>Cerveja</td><td>5,39%</td><td>4,62%</td></tr><tr><td>Outras bebidas alcoólicas</td><td>-1,80%</td><td>&#8211;</td></tr><tr><td>&nbsp;</td><td>&nbsp;</td><td>&nbsp;</td></tr><tr><td>Casa noturna</td><td>10,93%</td><td>10,05%</td></tr><tr><td>Bijuterias</td><td>11,14%</td><td>&#8211;</td></tr><tr><td>Artigos de maquiagem</td><td>5,01%</td><td>7,56%</td></tr><tr><td>Cabeleireiro e barbeiro</td><td>7,99%</td><td>7,26%</td></tr><tr><td>Analgético e antitérmico</td><td>5,02%</td><td>5,41%</td></tr><tr><td>Gastroprotetor</td><td>6,22%</td><td>7,61%</td></tr></tbody></table></figure>



<p><em>Fonte: IBGE. Elaboração: CECON – FECAP.</em></p>



<p>A seguir, o docente da FECAP detalha a inflação dos serviços e itens mais consumidos na época da folia.</p>



<p><strong>Transporte: </strong>a escolha de qual transporte utilizar no Carnaval é limitada, pois depende do local de origem e destino. Como se trata de um feriado, é difícil também ter liberdade para escolher dias e horários muito diferentes para economizar. Em alguns casos, a única opção viável é ir de avião. O lado bom é que os preços das passagens aéreas caíram 8,16% nos últimos 12 meses.</p>



<p>Se não for viajar tão longe, é possível o folião ir de ônibus e, nesse caso, vale observar que o custo da passagem interestadual aumentou 8,63%, enquanto a intermunicipal subiu 4,60%. Na média do Brasil, o valor dos tickets de ônibus interestadual cresceu apenas 3,87%.</p>



<p>Se optar por ir de carro, o viajante deve levar em conta que a gasolina aumentou 2,31% e o etanol 9,35%. Deve-se avaliar também o consumo do veículo com cada combustível e fazer a conta para saber qual vale mais a pena. Além disso, tenha em mente que os pedágios no período tiveram uma queda de 4,56%.</p>



<p>Se for ficar na cidade, inclua no custo o transporte por aplicativo, já que é comum que as pessoas consumam bebidas alcoólicas nestas festas. O custo com transporte por aplicativo aumentou 27,61%, um crescimento menor do que o observado no Brasil (+37,36%).</p>



<p><strong>Hospedagem e pacotes turísticos:</strong> no caso da hospedagem, o aumento dos preços foi de 5,94% nos últimos 12 meses, ante alta de 7,93% registrada no Brasil. Neste caso, as opções estão relacionadas ao tipo de hospedagem: <em>resort</em>, hotel, pousada, <em>hostel</em>, <em>camping</em> e aluguel por temporada. Os jovens sem filhos em viagem com a “turma”, em média, têm muito mais liberdade, e disposição, para escolherem alternativas mais em conta. Já se a escolha for pelas facilidades do pacote turístico, os preços acumularam alta de 9,53%.</p>



<p><strong>Alimentos e bebidas:</strong> se for aproveitar o Carnaval na sua cidade ou viajar, lembre-se de que comer e beber na rua já é normalmente mais caro, mas piora ainda mais por conta do feriado. Nos últimos 12 meses, a alimentação fora do domicílio aumentou 6,89%.</p>



<p>Uma opção é juntar a família e os amigos e preparar a refeição. E, neste caso, a “mistura” tem um peso relevante. Dentre as opções disponíveis, no período, o preço das carnes aumentou 1,62% e de aves e ovos 4,73%, em contraste com a diminuição de 2,52% no dos pescados. A queda nos valores dos pescados foi maior em São Paulo, mas o aumento nos preços das aves e ovos foi maior, quando comparado a média do País.</p>



<p>Se for fazer um churrasco, dentre os itens comuns, a alcatra aumentou 3,19%, o contrafilé 0,19% e a linguiça 1,90%, enquanto a costela diminuiu 1,32%. No Brasil, o preço da picanha cresceu 1,36%.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Em relação às bebidas, refrigerante e água mineral aumentaram 4,31%. Para quem “bebe”, a cerveja aumentou 4,62%. No Brasil, os preços das outras bebidas alcoólicas caíram 1,80%</p>



<p><strong>Outras despesas:</strong> além dos blocos de rua, existem outras formas de “pular o Carnaval”, como salões ou festas temáticas. Mas vale ponderar que os preços das casas noturnas aumentaram 10,05% nos últimos 12 meses.</p>



<p>Para a produção visual, vale considerar a variação nos preços de alguns itens, como os artigos de maquiagem (+7,56%) e o cabeleireiro e barbeiro (+7,26%). No Brasil, os preços das bijuterias aumentaram 11,14%.</p>



<p>E é bom evitar, mas para depois da festa, talvez seja o caso de levar em conta que os preços do analgésico e antitérmico e do gastroprotetor aumentaram 5,41% e 7,61%, respectivamente.</p>



<p><strong><u>Expediente CECON</u></strong></p>



<p><strong>Coordenação:&nbsp;</strong>Allexandro Emmanuel Mori Coelho, Professor Doutor</p>



<p><strong>Equipe Econômica:</strong>&nbsp;professores doutores Jobson Monteiro de Souza e Rafael Barišauskas</p>



<p><strong>Termo de isenção de responsabilidade:&nbsp;</strong>este relatório foi preparado pela equipe integrante do Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), utilizando os melhores esforços dos responsáveis. As informações foram obtidas através de fontes públicas críveis, e estão sujeitas a revisões sem aviso prévio. O CECON e a FECAP não se responsabilizam por quaisquer decisões econômicas ou de investimento tomadas com base nas informações deste relatório. O conteúdo deste relatório é livre, não podendo ser comercializado ou monetizado por terceiros de nenhuma forma. Este produto possui caráter exclusivamente informativo e não deverá ser usado para constituir qualquer decisão de compra ou venda de ativos ou produtos ou de investimento.</p>
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		<title>Volta às aulas: CECON FECAP mostra a inflação dos itens consumidos nessa época do ano em SP</title>
		<link>https://www.fecap.br/2026/01/29/volta-as-aulas-cecon-fecap-mostra-a-inflacao-dos-itens-consumidos-nessa-epoca-do-ano-em-sp/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 14:59:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON)]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[cecon fecap]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[volta às aulas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CECON FECAP mostra a inflação dos itens consumidos na volta às aulas</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O início do ano sempre traz preocupações para pais e responsáveis com os gastos relacionados aos produtos “de volta às aulas”. Esses produtos, comprados de forma concentrada em janeiro e início de fevereiro, costumam apertar o orçamento das famílias, que já se deparam com outros gastos típicos do período, como IPTU, IPVA e matrícula escolar, além dos gastos excepcionais com os filhos durante as férias, como cinema, teatro, parques e viagens.</p>



<p>Assim, as famílias com filhos em idade escolar têm um custo de vida maior do que a média no início do ano. E, dado o contexto de juros elevados e alta inadimplência, a cautela no consumo se torna ainda mais importante.</p>



<p><strong>Variação de preços em 2025</strong></p>



<p>Os preços dos materiais escolares, exceto os livros não didáticos, aumentaram menos na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) em comparação à média observada no Brasil. Os produtos de papelaria acumularam alta de 1,47% em 2025, enquanto os livros didáticos registraram alta de 2,94% e os livros não didáticos, de 7,13%.</p>



<p>Já os preços dos uniformes escolares aumentaram 8,83%, mais do que o registrado no País (+7,24%). No entanto, o transporte escolar apresentou uma queda nos preços de 0,48%, em contraste com o aumento de 4,23% na média do Brasil.</p>



<p>As mensalidades da creche, da pré-escola e do ensino superior aumentaram mais em São Paulo do que na média do País. A maior diferença foi observada na mensalidade da creche, com um aumento de 8,13% na RMSP e de 5,95% no Brasil.</p>



<p>Vale destacar que, em São Paulo, esses bens e serviços tiveram um aumento de preços maior do que a inflação de 4,78% registrada no período, exceto no caso dos produtos de papelaria, livro didático e transporte escolar. Essa diferença pode ser explicada pelos custos específicos dessas atividades, como o preço da matéria-prima e a variação da taxa de câmbio, bem como por uma demanda menos sensível às mudanças de preços, em razão da importância da educação na vida das pessoas.</p>



<p><strong>Variação de Preços por Subitem, IPCA, 2025</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Bens e Serviços</strong></td><td><strong>Brasil</strong></td><td><strong>RMSP</strong></td></tr><tr><td>Papelaria</td><td>2,39%</td><td>1,47%</td></tr><tr><td>Livro didático</td><td>4,47%</td><td>2,94%</td></tr><tr><td>Livro não didático</td><td>6,32%</td><td>7,13%</td></tr><tr><td>Uniforme escolar</td><td>7,24%</td><td>8,83%</td></tr><tr><td>Transporte escolar</td><td>4,23%</td><td>-0,48%</td></tr><tr><td>Mensalidade – Creche</td><td>5,95%</td><td>8,13%</td></tr><tr><td>Mensalidade – Pré-escola</td><td>7,65%</td><td>7,83%</td></tr><tr><td>Mensalidade – Ensino fundamental</td><td>8,21%</td><td>7,67%</td></tr><tr><td>Mensalidade – Ensino médio</td><td>7,65%</td><td>7,53%</td></tr><tr><td>Mensalidade – Ensino superior</td><td>5,42%</td><td>6,81%</td></tr><tr><td>IPCA</td><td>4,26%</td><td>4,78%</td></tr></tbody></table></figure>



<p><em>Fonte: IBGE. Elaboração: CECON – FECAP.</em></p>



<p><strong>Variação de preços em janeiro de 2026</strong></p>



<p>Vale a pena observar os preços dos produtos “de volta às aulas” em janeiro, uma vez que alguns desses itens podem sofrer variação em função da procura.</p>



<p>Em contraste com a redução no nível geral de preços de 0,04%, observada na RMSP em janeiro de 2026 em relação ao mês anterior, o uniforme escolar, o livro didático e o livro não didático tiveram aumento de 0,61%, 0,65% e 1,63%, respectivamente. Já os produtos de papelaria tiveram uma redução maior do que a inflação, com queda de 0,37%.</p>



<p>Além disso, esses produtos aumentaram mais na média observada no Brasil. Com destaque também para os livros não didáticos, com alta de 2,02%, muito acima da inflação de 0,20%.</p>



<p><strong>Variação de Preços por Subitem, IPCA-15, Janeiro de 2026</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Bens e Serviços</strong></td><td><strong>Brasil</strong></td><td><strong>RMSP</strong></td></tr><tr><td>Papelaria</td><td>0,17%</td><td>-0,37%</td></tr><tr><td>Livro didático</td><td>0,71%</td><td>0,65%</td></tr><tr><td>Livro não didático</td><td>2,02%</td><td>1,63%</td></tr><tr><td>Uniforme escolar</td><td>0,86%</td><td>0,61%</td></tr><tr><td>Transporte escolar</td><td>0,32%</td><td>0%</td></tr><tr><td>Mensalidade – Creche</td><td>0%</td><td>0%</td></tr><tr><td>Mensalidade – Pré-escola</td><td>0%</td><td>0%</td></tr><tr><td>Mensalidade – Ensino fundamental</td><td>0%</td><td>0%</td></tr><tr><td>Mensalidade – Ensino médio</td><td>0%</td><td>0%</td></tr><tr><td>Mensalidade – Ensino superior</td><td>0%</td><td>0%</td></tr><tr><td>IPCA</td><td>0,20%</td><td>-0,04%</td></tr></tbody></table></figure>



<p><em>Fonte: IBGE. Elaboração: CECON – FECAP.</em></p>



<p><strong>Dicas para economizar</strong></p>



<p>A estratégia é conter os gastos relacionados aos produtos “de volta às aulas”. O primeiro passo é montar uma lista com tudo o que realmente é necessário, para evitar gastos por impulso.</p>



<p>O segundo é realizar uma ampla pesquisa em lojas físicas e online, a fim de verificar as promoções, a oferta de <em>kits</em> econômicos e a possibilidade de parcelamento. Para mostrar a necessidade de pesquisar antes de comprar, o Procon-SP realiza uma pesquisa, no município de São Paulo, que compara os preços de vários itens do material escolar entre diferentes estabelecimentos comerciais.</p>



<p>Dentre os 134 produtos pesquisados em dezembro de 2025, o caderno de capa dura (espiral, universitário, 80 fls., Tilibra) apresentou uma diferença de preço entre os estabelecimentos de 47,71%, o lápis de cor (ecolápis aquarelável, 24 cores, Faber Castell), uma diferença de preço de 67,36%, e o giz de cera (Meu 1º Giz, 12 cores, Acrilex) uma diferença de 139,74%.&nbsp;</p>



<p>Além disso, segue a orientação de reaproveitar os materiais do ano anterior (como mochilas, lápis e estojos), realizar trocas e compras de livros usados, substituir algumas marcas (como lápis de cor) e criar um grupo de compras para conseguir descontos junto às lojas.</p>



<p>E, por fim, o mais difícil, mas muito bom, realizar as compras ao longo do ano. Ao não concentrar os gastos no início do ano, isso permite pagar os produtos à vista em vez de parcelar. Além disso, ao comprar “fora de temporada”, ou seja, depois de janeiro e do início de fevereiro, os preços ficam menores e é possível obter mais descontos.</p>



<p><strong><u>Expediente CECON</u></strong></p>



<p><strong>Coordenação:&nbsp;</strong>Allexandro Emmanuel Mori Coelho, Professor Doutor</p>



<p><strong>Equipe Econômica:</strong>&nbsp;professores doutores Jobson Monteiro de Souza e Rafael Barišauskas</p>



<p><strong>Termo de isenção de responsabilidade:&nbsp;</strong>este relatório foi preparado pela equipe integrante do Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), utilizando os melhores esforços dos responsáveis. As informações foram obtidas através de fontes públicas críveis, e estão sujeitas a revisões sem aviso prévio. O CECON e a FECAP não se responsabilizam por quaisquer decisões econômicas ou de investimento tomadas com base nas informações deste relatório. O conteúdo deste relatório é livre, não podendo ser comercializado ou monetizado por terceiros de nenhuma forma. Este produto possui caráter exclusivamente informativo e não deverá ser usado para constituir qualquer decisão de compra ou venda de ativos ou produtos ou de investimento.</p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2026/01/29/volta-as-aulas-cecon-fecap-mostra-a-inflacao-dos-itens-consumidos-nessa-epoca-do-ano-em-sp/">Volta às aulas: CECON FECAP mostra a inflação dos itens consumidos nessa época do ano em SP</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
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