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	<title>cancelamento | FECAP</title>
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		<title>Crise, cancelamento&#8230; Especialista explica como evitar crises de imagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 May 2021 17:43:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A internet potencializou as crises de imagem e reputação de empresas, marcas e figuras públicas. De uma hora para outra, pessoas e carreiras são canceladas, e um mocinho pode facilmente virar vilão.  INTERNET POTENCIALIZA EXPOSIÇÃO  Na opinião da coordenadora do curso de Relações Públicas da Fundação Escola de Comércio Álvares [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 14pt;">A internet potencializou as crises de imagem e reputação de empresas, marcas e figuras públicas. De uma hora para outra, pessoas e carreiras são canceladas, e um mocinho pode facilmente virar vilão. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>INTERNET POTENCIALIZA EXPOSIÇÃO</b> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Na opinião da coordenadora do curso de <a href="https://www.fecap.br/graduacao/relacoes-publicas/">Relações Públicas da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</a>, <a href="https://www.linkedin.com/in/paula-barros-22883a36/">Paula Barros</a>, as crises de reputação sempre existiram, mas hoje repercutem mais e podem causar mais estragos. Hoje, temos uma sociedade mais atenta e preocupada com questões que possam ruir a imagem de uma empresa. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“A internet e a exposição que ela proporciona trouxe duas novas realidades: a primeira é que pessoas e marcas que antes se blindavam no off-line, ou não entendiam a importância da imagem, perceberam que é preciso estar atento a isso. Outra questão é que a internet impulsiona de forma descontrolada informações e, nesse sentido, isso também pode acontecer com uma notícia negativa sobre uma marca ou pessoa”. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>CULTURA DO CANCELAMENTO</b> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A especialista diz que a imagem e a reputação são construídas ao longo do tempo e em cima de atributos muito fortes. No geral, organizações e pessoas públicas que fazem a gestão desses conceitos de forma planejada dificilmente serão &#8220;canceladas&#8221;, pois a história, a confiança e a credibilidade sustentam no momento de crise. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“Imagens que são perdidas ‘num piscar de olhos’ são normalmente de produtos, pessoas ou organizações que não têm cultura de investimento em comunicação corporativa e relações públicas. Já são, dessa forma, efêmeras e, por esse motivo, mais propensas a sentirem os efeitos da exposição negativa. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>TIPOS DE CRISE</b> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A professora diz que dois tipos de crise, de posicionamento (envolvendo temas como preconceito, racismo, homofobia, etc.) e de imagem (crimes ambientais, corrupção, escândalos éticos) devem ser evitadas. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">&#8220;Toda organização que passa por uma crise precisa analisar quais perdas (atributos tangíveis e intangíveis) teve. Para evitar crises de posicionamento é preciso que as empresas se abram para os assuntos que a opinião pública tem pautado e discutido. É preciso que esses assuntos entrem no cotidiano da organização, esclarecendo sobre qual é o posicionamento da empresa. O segundo tipo de crise, de imagem, é possível evitar com estratégias de prevenção, inserindo a gestão e a comunicação de risco, para evitar exposição a situações e notícias potencialmente negativas”. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>GESTÃO DE CRISE</b> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Em muitos casos, “o cancelamento” pode perder força, a depender do contra-argumento usado na operação para reverter os danos. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“As organizações precisam lidar com esses riscos de forma séria, investir em gestão de risco é bem melhor do que em gestão de crise”. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>POSICIONAMENTO POLÍTICO</b> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A “divisão” política que o Brasil vive também influencia como as empresas e pessoas públicas se posicionam. Contudo, em muitos casos, Paula não recomenda o posicionamento político. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">“É preciso, antes de qualquer posicionamento, conhecer seus públicos e verificar se esse posicionamento não traz risco à imagem. No entanto, sou a favor das empresas se posicionarem sobre causas e temas sociais. A comunicação de propósito é uma tendência muito forte: os públicos querem se conectar com pessoas e organizações que façam sentido para eles;  ser isento em questões como essa enfraquece os laços”. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>INVESTIR EM PREVENÇÃO</b> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Paula finaliza dizendo que o Brasil vive uma cultura do improviso muito forte. É preciso investir em prevenção e gestão de risco: é um investimento alto, mas bem menor se comparado ao que pode ser gasto no auge da gestão de uma crise. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">&#8220;Recomendo que as empresas e figuras públicas procurem um serviço profissional e sério de comunicação corporativa e relações públicas. Esses profissionais são preparados para ajudar a gerenciar a comunicação nesses momentos e evitar que as perdas sejam ainda maiores. Nunca mintam, sejam transparentes e rápidos na resposta, não menosprezem um público ou uma notícia negativa. A gestão de crise, infelizmente, não tem uma receita de bolo. Cada caso tem que ser avaliado e planejado para que a comunicação consiga levar a informação oficial e reconstruir a imagem abalada”, diz. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><b>A ESPECIALISTA</b> </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><a href="https://www.linkedin.com/in/paula-barros-22883a36/">Paula Barros</a> é doutoranda em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC. Mestra em Comunicação pela Faculdade Cásper Líbero (2010), possui especialização em Marketing e graduação em Comunicação Social – Habilitação em Relações Públicas pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero (2003). Atualmente é Coordenadora do Curso de Relações Públicas da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado – FECAP e Professora Integral Assistente dos Cursos de Relações Públicas e Secretariado Executivo Trilíngue. É também responsável pela supervisão da Agência Experimental Benjamin. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Relações Públicas atuando principalmente nos seguintes temas: comunicação organizacional, relacionamento com a mídia e gestão de crise. </span></p>
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