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	<title>Boletim Tracker-Fecap | FECAP</title>
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	<title>Boletim Tracker-Fecap | FECAP</title>
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		<title>São Paulo registra, em média, quatro roubos ou furtos de caminhões por dia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 11:55:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim Tracker-Fecap]]></category>
		<category><![CDATA[Erivaldo Costa Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[roubos e furtos de caminhões]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Crédito da foto: Freepik/aleksandarlittlewolf Fernão Dias, Régis Bittencourt e Anhanguera são as vias com mais eventos. Os modelos Volvo FH e Scania Série R, geralmente usados em transporte de longa distância e operações logísticas de alto valor, concentraram o maior número de ocorrências O roubo [&#8230;]</p>
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<p>Crédito da foto: Freepik/<a href="https://br.freepik.com/autor/aleksandarlittlewolf">aleksandarlittlewolf</a></p>



<p><em>Fernão Dias, Régis Bittencourt e Anhanguera são as vias com mais eventos. </em><em>Os modelos Volvo FH e Scania Série R, geralmente usados em transporte de longa distância e operações logísticas de alto valor, concentraram o maior número de ocorrências</em></p>



<p>O roubo de caminhões deu um salto de 39,4%, em agosto de 2025 na comparação com o mesmo mês do ano passado, no Estado de São Paulo. Foram 145 eventos, ou seja, um a cada cinco horas. Já os furtos tiveram uma redução de 41,6%, totalizando 45 boletins de ocorrência. Os dados estão no Boletim Tracker-Fecap, que acaba de ser divulgado. No ano (janeiro a agosto/25) houve uma queda de 3,8% nos roubos (766 x 796 eventos) e de 20,4% nos furtos (304 x 382), frente ao mesmo período de 2024.</p>



<p>“Esses dados sugerem uma possível eficácia das medidas de segurança ou uma mudança no <em>modus operandi</em> dos criminosos, que podem estar se deslocando para outras modalidades ou regiões”, analisa o pesquisador da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) responsável pelo estudo, Erivaldo Vieira.</p>



<p>São Paulo, Guarulhos, Itapecerica da Serra, Itatiba, São Bernardo do Campo, Limeira, Itaquaquecetuba, Campinas, Jundiaí e Embu das Artes são as cidades com maior índice de roubo e furto. Já Cubatão, Osasco, Paulínia, Santos e Sumaré deixaram o ranking no período. “A entrada de Itatiba, São Bernardo do Campo, Limeira, Itaquaquecetuba e Jundiaí no ranking de 2025 é um dado alarmante e sugere que novas rotas e municípios estão se tornando alvos de quadrilhas especializadas, provavelmente acompanhando o crescimento logístico e o fluxo rodoviário. É importante observar também que as ocorrências estão sempre próximas de rotas de transporte de carga e zonas industriais, o que reforça a relação direta entre o crime e o fluxo de mercadorias”, afirma o gerente de Comando e Monitoramento do Grupo Tracker, Vitor Corrêa.</p>



<p><strong>TOP 3 &#8211; Bairros das TOP 5 &#8211; Cidades</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Cidade</strong></td><td><strong>Bairro</strong></td><td><strong>Ocorrências</strong></td></tr><tr><td><strong>São Paulo</strong></td><td>São Mateus</td><td>18</td></tr><tr><td></td><td>Jaçanã</td><td>17</td></tr><tr><td></td><td>Parque Edu Chaves</td><td>12</td></tr><tr><td><strong>Guarulhos</strong></td><td>Cumbica</td><td>26</td></tr><tr><td></td><td>Vila Flora</td><td>17</td></tr><tr><td></td><td>Taboão</td><td>5</td></tr><tr><td><strong>Itapecerica da Serra</strong></td><td>Potuvera</td><td>13</td></tr><tr><td></td><td>Parque Paraíso</td><td>3</td></tr><tr><td></td><td>Embu Mirim</td><td>2</td></tr><tr><td><strong>Itatiba</strong></td><td>Sítio da Moenda</td><td>4</td></tr><tr><td></td><td>Ponte Nova</td><td>2</td></tr><tr><td></td><td>Recanto Costa Verde</td><td>2</td></tr><tr><td><strong>São Bernardo do Campo</strong></td><td>Batistini</td><td>7</td></tr><tr><td></td><td>Alto da Serra</td><td>3</td></tr><tr><td></td><td>Assunção</td><td>3</td></tr></tbody></table></figure>



<p>O estudo mapeou as vias mais perigosas. Há uma predominância de rodovias entre os logradouros mais afetados. A Rodovia Fernão Dias, que conecta a capital paulista ao sul de Minas Gerais, aparece em três posições distintas — em Guarulhos, São Paulo e Mairiporã —, evidenciando sua importância estratégica e vulnerabilidade para ações criminosas.</p>



<p><strong>Top 10 Logradouros do Estado de São Paulo</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Posição</strong></td><td><strong>Cidade</strong></td><td><strong>Logradouro</strong></td><td><strong>Ocorrências</strong></td></tr><tr><td><strong>1</strong></td><td>Guarulhos</td><td>Rodovia Fernão Dias</td><td>20</td></tr><tr><td><strong>2</strong></td><td>São Paulo</td><td>Rodovia Fernão Dias</td><td>17</td></tr><tr><td><strong>3</strong></td><td>Itapecerica da Serra</td><td>Rodovia Régis Bittencourt</td><td>11</td></tr><tr><td><strong>4</strong></td><td>São Paulo</td><td>Retorno Rodovia Fernão Dias</td><td>10</td></tr><tr><td><strong>5</strong></td><td>Araras</td><td>Rodovia Anhanguera</td><td>9</td></tr><tr><td><strong>6</strong></td><td>Itatiba</td><td>Rodovia Dom Pedro I</td><td>8</td></tr><tr><td><strong>7</strong></td><td>São Paulo</td><td>Rua Lua</td><td>8</td></tr><tr><td><strong>8</strong></td><td>Mairiporã</td><td>Rodovia Fernão Dias</td><td>8</td></tr><tr><td><strong>9</strong></td><td>Jundiaí</td><td>Rodovia dos Bandeirantes</td><td>7</td></tr><tr><td><strong>10</strong></td><td>Limeira</td><td>Avenida Rodovia Anhanguera</td><td>6</td></tr></tbody></table></figure>



<p>A logística paulista se organiza em torno de <strong>cinco eixos principais</strong>:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Anhanguera–Bandeirantes</strong> (capital → Jundiaí–Campinas)</li>



<li><strong>Dutra–Fernão Dias</strong> (São Paulo → Vale do Paraíba → Minas Gerais)</li>



<li><strong>Régis Bittencourt</strong> (São Paulo → Paraná)</li>



<li><strong>Anchieta–Imigrantes</strong> (São Paulo → Porto de Santos)</li>



<li><strong>Dom Pedro I</strong> (Campinas → Jacareí)</li>
</ol>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="533" height="355" src="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2025/10/image.jpg" alt="" class="wp-image-67770" style="width:662px;height:auto" srcset="https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2025/10/image.jpg 533w, https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2025/10/image-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 533px) 100vw, 533px" /></figure>



<p>Os eventos ocorrem, majoritariamente, nas vias públicas (74,6%), seguido de rodovias e estradas (9,9%), o que indica que os crimes acontecem principalmente durante o deslocamento das cargas e não em pontos fixos, o que exige uma resposta rápida e integração entre tecnologia de rastreamento e forças policiais. Os locais de comércio e serviços também têm relevância (8,9%), indicando que parte dos crimes ocorre durante operações de carga e descarga.</p>



<p>Terça, quarta e quinta-feira concentram&nbsp;57% do total de ocorrências, com destaque para a terça-feira, que registra o maior número (230). Sábado e domingo somam 135 ocorrências, apenas&nbsp;12% do total. Segundo o gerente de Comando e Monitoramento do Grupo Tracker, “os picos de eventos coincidem com o pico das operações de transporte e entrega. Esse dado, aparentemente simples, orienta a estratégias de monitoramento do Grupo Tracker, com reforço de vigilância em horários e rotas críticas, quando o risco é maior e a mobilização das quadrilhas mais intensa. Essa abordagem proativa não apenas aumenta a taxa de recuperação, mas reduz o tempo médio de resposta, fator decisivo para garantir a integridade do veículo, da carga e do motorista”.</p>



<p><strong>Marcas e modelos mais visados</strong></p>



<p>Entre janeiro e agosto de 2025, os modelos Volvo FH e Scania Série R, geralmente usados em transporte de longa distância e operações logísticas de alto valor, concentraram o maior número de ocorrências de roubo e furto. O predomínio de caminhões-tratores reforça o foco em grandes cargas interestaduais, frequentemente desviadas em rotas de conexão entre os polos logísticos de São Paulo, Campinas e Baixada Santista”, salienta Erivaldo Vieira.</p>



<p><strong>Top 10 Marcas e Tipos de Caminhão Mais Visados – Jan a Ago/25</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Posição</strong></td><td><strong>Marca e Modelo</strong></td><td><strong>Tipo de Veículo</strong></td><td><strong>Ocorrências</strong></td></tr><tr><td><strong>1</strong></td><td>VOLVO/FH 540 6X4T</td><td>Caminhão trator</td><td>75</td></tr><tr><td><strong>2</strong></td><td>SCANIA/R450 A6X2</td><td>Caminhão trator</td><td>61</td></tr><tr><td><strong>3</strong></td><td>VOLVO/FH 460 6X2T</td><td>Caminhão trator</td><td>55</td></tr><tr><td><strong>4</strong></td><td>VW/24.280 CRM 6X2</td><td>Caminhão</td><td>34</td></tr><tr><td><strong>5</strong></td><td>VW/24.250 CNC 6X2</td><td>Caminhão</td><td>28</td></tr><tr><td><strong>6</strong></td><td>VOLVO/FH 500 6X2T</td><td>Caminhão trator</td><td>22</td></tr><tr><td><strong>7</strong></td><td>I/M.BENZ 416CDISPRINTERF</td><td>Caminhão</td><td>21</td></tr><tr><td><strong>8</strong></td><td>SCANIA/R540 A6X4</td><td>Caminhão trator</td><td>21</td></tr><tr><td><strong>9</strong></td><td>FORD/FORD F 4000</td><td>Caminhão</td><td>20</td></tr><tr><td><strong>10</strong></td><td>M.B./M.BENZ L 1113</td><td>Caminhão</td><td>16</td></tr></tbody></table></figure>



<p>“Há uma clara tendência de maior incidência de roubos em caminhões modernos, reforçando que o valor de revenda de peças e componentes é um dos principais motivadores das ações criminosas. Já os furtos ocorrem de forma mais dispersa, muitas vezes associados a veículos estacionados ou em manutenção, independentemente do ano de fabricação”, complementa o pesquisador da FECAP.</p>



<p>Para o combate a esse tipo de crime, é preciso mais do que apreensões pontuais. É necessária a integração de dados entre Detrans, seguradoras e plataformas digitais, fiscalização orientada por inteligência e conscientização de quem compra. “Por trás de cada peça sem nota fiscal pode haver um caminhão roubado e uma família afetada. O combate a essa rede invisível não é tarefa apenas das autoridades. Começa com a recusa ao comércio informal e com a pergunta que todo consumidor deveria fazer: De onde vem esta peça?”, conclui Erivaldo Vieira.</p>
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