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	<title>arrendamento | FECAP</title>
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		<title>Por que mudar (novamente) a norma contábil sobre arrendamentos no Brasil?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2020 13:46:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Autor: Tiago Slavov, professor universitário e coordenador do Núcleo de Apoio Fiscal e Contábil da FECAP. Em janeiro, você alugou um escritório, contrato com prazo de duração de 3 anos, estimando assim um fluxo de pagamentos para os próximos 36 meses. Com a pandemia, o locador ofereceu um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 14pt;"><strong>Autor: Tiago Slavov, </strong><strong>professor universitário e coordenador do Núcleo de Apoio Fiscal e Contábil da FECAP.</strong></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Em janeiro, você alugou um escritório, contrato com prazo de duração de 3 anos, estimando assim um fluxo de pagamentos para os próximos 36 meses. Com a pandemia, o locador ofereceu um desconto sobre o aluguel de abril, maio e junho. Você não sabe se conseguirá o desconto em julho e agosto. Como fica a sua estimativa de pagamentos para o segundo semestre de 2020? E para o ano de 2021? E 2022?  </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A resposta não é tão simples, mas com o objetivo de simplificá-la, a Comissão de Valores Mobiliários &#8211; CVM colocou em Audiência Pública, para contribuições de profissionais e empresas, até o próximo dia 26/06, uma revisão do Pronunciamento Contábil CPC 6 (R2), equivalente à Norma Internacional de Contabilidade &#8211; IFRS 16.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A norma foi recentemente implementada no Brasil, e gerou um impacto significativo nas demonstrações financeiras das empresas. A proposta busca, assim, reduzir a preocupação dos preparadores, auditores e analistas das demonstrações financeira com ajustes que, no formato atual da norma, seriam muito trabalhosos, mas com benefícios “duvidosos”.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Oportunamente, a iniciativa da CVM remete à mudança já aprovada em maio de 2020 pelo IASB, entidade responsável pelas Normas Internacionais de Contabilidade. Curiosamente, a revisão do CPC 06 (R2), se aprovada, ocorrerá “a toque de caixa”, pois pretende alcançar as demonstrações financeiras encerradas já em 30 de junho próximo.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Em síntese, a principal mudança em audiência é dar liberdade para a empresa optar por não reconhecer o “desconto concedido” como uma modificação de contrato, mantendo as estimativas dos pagamentos futuros como foram reconhecidas inicialmente.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Uma limitação importante é que a “liberdade” está condicionada aos casos em que a modificação do contrato ocorreu devido à COVID-19. Ou seja, entre outros efeitos da pandemia já documentados nas demonstrações financeiras das empresas como redução de receitas, aumento das provisões de perda e questões trabalhistas e tributárias, por exemplo, o vírus ganhará ainda mais destaque nos relatórios contábeis das companhias.</span></p>
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