<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Centro de Estudos em Economia do Crime (CEEC) | FECAP</title>
	<atom:link href="https://www.fecap.br/categoria/centro-de-estudos-em-economia-do-crime-ceec/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.fecap.br/categoria/centro-de-estudos-em-economia-do-crime-ceec/</link>
	<description>A FECAP é uma instituição brasileira de ensino superior, sem fins lucrativos, cujo campo de estudo é gestão de negócios.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 02 Jun 2026 21:02:12 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2026/01/cropped-favicon-32x32.png</url>
	<title>Centro de Estudos em Economia do Crime (CEEC) | FECAP</title>
	<link>https://www.fecap.br/categoria/centro-de-estudos-em-economia-do-crime-ceec/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Roubo e furto de cargas caem no Estado de São Paulo, mas crime muda de perfil e bandidos visam produtos de maior valor</title>
		<link>https://www.fecap.br/2026/06/01/roubo-e-furto-de-cargas-caem-no-estado-de-sao-paulo-mas-crime-muda-de-perfil-e-bandidos-visam-produtos-de-maior-valor/</link>
					<comments>https://www.fecap.br/2026/06/01/roubo-e-furto-de-cargas-caem-no-estado-de-sao-paulo-mas-crime-muda-de-perfil-e-bandidos-visam-produtos-de-maior-valor/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 00:20:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Estudos em Economia do Crime (CEEC)]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[boletim tracker fecap]]></category>
		<category><![CDATA[Erivaldo Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[roubo e furto de cargas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.fecap.br/?p=72603</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Estado de São Paulo registrou uma queda consistente nos crimes envolvendo cargas nos últimos dois anos</p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2026/06/01/roubo-e-furto-de-cargas-caem-no-estado-de-sao-paulo-mas-crime-muda-de-perfil-e-bandidos-visam-produtos-de-maior-valor/">Roubo e furto de cargas caem no Estado de São Paulo, mas crime muda de perfil e bandidos visam produtos de maior valor</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Aumentou o número de ocorrências com produtos farmacêuticos, eletrônicos, combustíveis e alimentos &nbsp;</em></p>



<p>O Estado de São Paulo registrou uma queda consistente nos crimes envolvendo cargas nos últimos dois anos. Por outro lado, as quadrilhas estão mais estratégicas, planejam melhor e roubam e furtam cargas de maior valor. É o que mostra o novo Boletim Tracker Fecap, que analisou, de forma inédita, as ocorrências de 2024, 2025 e do primeiro trimestre de 2026.</p>



<p>De acordo com o estudo, o total de infrações caiu 25% entre 2024 e 2025, passando de 5.523 para 4.142 registros. A tendência de queda se intensificou no início de 2026, com o volume trimestral ficando 30,2% abaixo da média do mesmo período de 2025. “Apesar do recuo, a análise qualitativa dos dados revela que o crime não está apenas diminuindo. Ele está se transformando”, analisa o pesquisador da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) responsável pelo estudo, Erivaldo Vieira.</p>



<p><strong>Queda do roubo e avanço de crimes menos violentos</strong></p>



<p>O principal fator por trás da redução geral foi a queda de 26,4% nos roubos, modalidade que envolve violência ou grave ameaça. Em paralelo, outras infrações também recuaram, como a receptação (-31,6%) e o furto (-14,3%).</p>



<p>Já o estelionato cresceu 23,8% no período, sinalizando uma mudança no perfil das ações criminosas. Segundo o levantamento, esse movimento indica uma migração para práticas mais sofisticadas, baseadas em fraude documental (falsas ordens de coleta e clonagem de empresas, por exemplo), desvio de cargas e manipulação de informações, ampliando os desafios para o setor.</p>



<p>No primeiro trimestre de 2026, essa tendência se consolida. O roubo perdeu participação relativa (de 83,4% para 81,0%), enquanto o furto avançou de 11,3% para 14,1%, reforçando o deslocamento para modalidades de menor risco e menor exposição.</p>



<p><strong>Tabela comparativa – Natureza das infrações com cargas (2024 vs. 2025)</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Natureza da Infração</strong></td><td><strong>2024</strong></td><td><strong>2025</strong></td><td><strong>Variação (%)</strong></td></tr><tr><td><strong>Roubo</strong></td><td>4.713</td><td>3.468</td><td>-26,42%</td></tr><tr><td><strong>Furto</strong></td><td>550</td><td>471</td><td>-14,36%</td></tr><tr><td><strong>Receptação</strong></td><td>158</td><td>108</td><td>-31,65%</td></tr><tr><td><strong>Apropriação Indébita</strong></td><td>66</td><td>54</td><td>-18,18%</td></tr><tr><td><strong>Estelionato</strong></td><td>42</td><td>52</td><td>+23,81%</td></tr><tr><td><strong>Adulteração</strong></td><td>1</td><td>6</td><td>+500,00%</td></tr></tbody></table></figure>



<p><strong>Participação relativa &#8211; 1º trimestre de 2026</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Natureza</strong></td><td><strong>2025 (anual)</strong></td><td><strong>1º tri 2026</strong></td><td><strong>Variação (p.p.)</strong></td></tr><tr><td><strong>ROUBO</strong></td><td>83,4%</td><td>81,0%</td><td>-2,4 p.p.</td></tr><tr><td><strong>FURTO</strong></td><td>11,3%</td><td>14,1%</td><td>+2,8 p.p.</td></tr><tr><td><strong>RECEPTAÇÃO</strong></td><td>2,6%</td><td>2,3%</td><td>-0,3 p.p.</td></tr><tr><td><strong>APROPRIAÇÃO INDÉBITA</strong></td><td>1,3%</td><td>1,7%</td><td>+0,4 p.p.</td></tr><tr><td><strong>ESTELIONATO</strong></td><td>1,3%</td><td>0,9%</td><td>-0,4 p.p.</td></tr></tbody></table></figure>



<p><strong>Crime mais planejado e menos oportunista</strong></p>



<p>A mudança de comportamento também aparece na forma de atuação. A participação de interceptações em movimento cresceu de 27,3% em 2024 para 30,5% em 2026, enquanto abordagens durante entrega perderam espaço, apesar de o índice permanecer alto. “Esse dado indica uma atuação mais estratégica, com foco no transporte (etapa em que há maior previsibilidade de rotas e volumes) e menor dependência de situações oportunistas, como paradas ou descanso”, afirma o gerente de Comando e Monitoramento do Grupo Tracker, Vitor Corrêa.</p>



<p>A concentração das ocorrências entre terça e sexta-feira, especialmente nos períodos da manhã e tarde, reforça o caráter estruturado do crime, alinhado à dinâmica da atividade logística.</p>



<p><strong>Participação Relativa por Tipo de Abordagem (%)</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Modalidade de Abordagem</strong></td><td><strong>2024 (%)</strong></td><td><strong>2025 (%)</strong></td><td><strong>1º Tri 2026 (%)</strong></td></tr><tr><td><strong>Abordado durante entrega</strong></td><td>41,27%</td><td>38,28%</td><td>36,42%</td></tr><tr><td><strong>Interceptado em movimento</strong></td><td>27,29%</td><td>28,59%</td><td>30,49%</td></tr><tr><td><strong>Sem informação</strong></td><td>15,12%</td><td>16,83%</td><td>19,63%</td></tr><tr><td><strong>Estacionado para descanso/refeição</strong></td><td>6,37%</td><td>6,08%</td><td>4,57%</td></tr><tr><td><strong>Parada no semáforo</strong></td><td>2,87%</td><td>2,67%</td><td>2,72%</td></tr><tr><td><strong>Outros (Manutenção, Saque, Posto, etc.)</strong></td><td>7,08%</td><td>7,55%</td><td>6,17%</td></tr><tr><td><strong>Total</strong></td><td><strong>100,00%</strong></td><td><strong>100,00%</strong></td><td><strong>100,00%</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p><strong>Retenção de motoristas segue como padrão crítico</strong></p>



<p>Os dados do Boletim Tracker Fecap confirmam uma realidade alarmante: em quase 80% dos roubos, o motorista é mantido sob o poder dos criminosos, ou seja, em 3 de cada 4 eventos.</p>



<p><strong>Evolução da Retenção do Motorista (%)</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>&nbsp;Categoria</strong></td><td><strong>2024</strong></td><td><strong>2025</strong></td><td><strong>2026</strong></td></tr><tr><td><strong>SIM</strong></td><td>74,79%</td><td><strong>78,41%</strong></td><td>76,67%</td></tr><tr><td><strong>NÃO</strong></td><td>21,10%</td><td>15,70%</td><td>18,02%</td></tr><tr><td><strong>Sem informação</strong></td><td>4,10%</td><td>5,89%</td><td>5,31%</td></tr></tbody></table></figure>



<p>“Essa prática permite maior controle da operação, reduzindo riscos de reação imediata, dificultando o rastreamento e aumentando a probabilidade de sucesso na subtração da carga. Por isso é importante que as transportadoras invistam nos imobilizadores, que permitem a atuação direta do motorista durante o evento ou qualquer sinal de perigo, com bloqueio progressivo e acionamento por diferentes gatilhos de risco dentro da cabine”, explica Vitor Corrêa.</p>



<p><strong>Roubos de carga em SP caem 25%, mas prejuízo médio sobe 19,6%</strong></p>



<p>O estudo inédito também mostra uma transformação na lógica econômica do crime. Embora o número de ocorrências tenha caído cerca de 25%, o valor total estimado das cargas roubadas recuou apenas 9,1%, passando de R$ 405,1 milhões em 2024 para R$ 368,1 milhões em 2025. O prejuízo médio por ocorrência aumentou 19,6%, saltando de R$ 89,9 mil para R$ 107,5 mil.</p>



<p>Erivaldo Vieira destaca que “esse movimento indica uma migração para cargas de maior valor e operações mais seletivas, combinando menor frequência com maior retorno financeiro. A participação de ocorrências acima de R$ 1 milhão mais que dobrou no período”.</p>



<p><strong>Participação (%) por faixa de valor</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Faixa de valor</strong></td><td><strong>2024</strong></td><td><strong>2025</strong></td><td><strong>2026</strong></td></tr><tr><td><strong>Sem informação</strong></td><td>18,39%</td><td>17,31%</td><td>16,05%</td></tr><tr><td><strong>Até R$ 5 mil</strong></td><td>13,24%</td><td>9,47%</td><td>11,36%</td></tr><tr><td><strong>R$ 5 mil – R$ 10 mil</strong></td><td>11,16%</td><td>11,18%</td><td>11,98%</td></tr><tr><td><strong>R$ 10 mil – R$ 20 mil</strong></td><td>15,19%</td><td>15,72%</td><td><strong>15,80%</strong></td></tr><tr><td><strong>R$ 20 mil – R$ 30 mil</strong></td><td>8,68%</td><td>8,85%</td><td>9,26%</td></tr><tr><td><strong>R$ 30 mil – R$ 40 mil</strong></td><td>5,24%</td><td>5,48%</td><td>4,81%</td></tr><tr><td><strong>R$ 40 mil – R$ 50 mil</strong></td><td>4,21%</td><td>4,09%</td><td>4,81%</td></tr><tr><td><strong>R$ 50 mil – R$ 60 mil</strong></td><td>2,66%</td><td>3,32%</td><td>2,84%</td></tr><tr><td><strong>R$ 60 mil – R$ 70 mil</strong></td><td>2,10%</td><td>1,76%</td><td>1,85%</td></tr><tr><td><strong>R$ 70 mil – R$ 80 mil</strong></td><td>1,37%</td><td>1,97%</td><td>2,47%</td></tr><tr><td><strong>R$ 80 mil – R$ 90 mil</strong></td><td>0,94%</td><td>1,85%</td><td>0,49%</td></tr><tr><td><strong>R$ 90 mil – R$ 100 mil</strong></td><td>1,32%</td><td>1,73%</td><td>1,23%</td></tr><tr><td><strong>R$ 100 mil – R$ 150 mil</strong></td><td>4,34%</td><td>4,59%</td><td>4,44%</td></tr><tr><td><strong>R$ 150 mil – R$ 200 mil</strong></td><td>2,46%</td><td>2,09%</td><td>1,85%</td></tr><tr><td><strong>R$ 200 mil – R$ 400 mil</strong></td><td>4,83%</td><td>5,55%</td><td>5,43%</td></tr><tr><td><strong>R$ 400 mil – R$ 800 mil</strong></td><td>2,37%</td><td>2,84%</td><td>2,59%</td></tr><tr><td><strong>R$ 800 mil – R$ 1 milhão</strong></td><td>0,49%</td><td>0,72%</td><td>0,37%</td></tr><tr><td><strong>Acima de R$ 1 milhão</strong></td><td>1,01%</td><td>1,47%</td><td>2,35%</td></tr></tbody></table></figure>



<p><strong>Alvos em crescimento: alimentos, eletrônicos, produtos farmacêuticos e combustíveis</strong></p>



<p>Os alimentos passaram de 27,3% em 2024 para 38,4% em 2026, se consolidando como principal alvo dos criminosos. “O crescimento está associado à alta liquidez e facilidade de escoamento no mercado informal, características que reduzem o risco para as organizações criminosas”, diz o pesquisador.</p>



<p>Produtos como eletroeletrônicos e farmacêuticos apresentam crescimento gradual, devido ao valor e à possibilidade de revenda rápida. “Esse movimento pode estar associado à crescente demanda por medicamentos de alto valor agregado, especialmente aqueles que vêm apresentando forte expansão recente no consumo, como as canetas emagrecedoras. São produtos de alto valor unitário e fáceis de transportar”, esclarece o gerente do Grupo Tracker.</p>



<p>Em contrapartida, cargas tradicionalmente visadas, como cigarros, bebidas e bens industriais (madeira, químicos e plásticos), perderam relevância.</p>



<p><strong>Evolução do Perfil de Carga Roubada (%)</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Tipo de Carga</strong></td><td><strong>2024 (%)</strong></td><td><strong>2025 (%)</strong></td><td><strong>1º Tri 2026 (%)</strong></td></tr><tr><td><strong>Alimentos</strong></td><td>27,25%</td><td>31,71%</td><td>38,40%</td></tr><tr><td><strong>Outros tipos</strong></td><td>20,63%</td><td>23,52%</td><td>21,36%</td></tr><tr><td><strong>Carga mista</strong></td><td>13,04%</td><td>9,09%</td><td>10,00%</td></tr><tr><td><strong>Bebidas</strong></td><td>6,15%</td><td>5,29%</td><td>3,83%</td></tr><tr><td><strong>Cigarros/fumo</strong></td><td>5,32%</td><td>6,73%</td><td>1,98%</td></tr><tr><td><strong>Metalúrgicos</strong></td><td>4,50%</td><td>3,37%</td><td>3,70%</td></tr><tr><td><strong>Eletroeletrônicos</strong></td><td>3,44%</td><td>3,68%</td><td>4,94%</td></tr><tr><td><strong>Têxteis</strong></td><td>3,11%</td><td>2,04%</td><td>2,10%</td></tr><tr><td><strong>Farmacêuticos</strong></td><td>2,33%</td><td>2,16%</td><td>3,33%</td></tr><tr><td><strong>Autopeças</strong></td><td>1,99%</td><td>2,40%</td><td>1,85%</td></tr><tr><td><strong>Madeira/móveis</strong></td><td>2,66%</td><td>2,12%</td><td>0,74%</td></tr><tr><td><strong>Químicos</strong></td><td>2,06%</td><td>1,92%</td><td>0,86%</td></tr><tr><td><strong>Combustíveis</strong></td><td>1,25%</td><td>1,08%</td><td>1,73%</td></tr><tr><td><strong>Total Geral</strong></td><td><strong>100,00%</strong></td><td><strong>100,00%</strong></td><td><strong>100,00%</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p>Para Erivaldo Vieira, “o roubo de cargas no período analisado demonstra elevada capacidade de adaptação, acompanhando mudanças na estrutura de consumo e nos mercados legais e ilegais. O fenômeno passa a se concentrar em produtos mais eficientes do ponto de vista econômico, o que reforça a necessidade de estratégias de enfrentamento que considerem não apenas o valor das cargas, mas também sua liquidez, sua inserção no mercado informal e sua dinâmica de consumo”, afirma.</p>



<p>Vitor Corrêa destaca que a redução das ocorrências é um avanço relevante, mas a mudança de perfil indica um cenário mais complexo, no qual o crime se adapta rapidamente, diversifica estratégias e explora novas vulnerabilidades da cadeia logística. “A combinação de tecnologia, inteligência e gestão de risco passa a ser determinante para reduzir perdas, aumentar a eficiência operacional e proteger motoristas, cargas e operações”, conclui.</p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2026/06/01/roubo-e-furto-de-cargas-caem-no-estado-de-sao-paulo-mas-crime-muda-de-perfil-e-bandidos-visam-produtos-de-maior-valor/">Roubo e furto de cargas caem no Estado de São Paulo, mas crime muda de perfil e bandidos visam produtos de maior valor</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.fecap.br/2026/06/01/roubo-e-furto-de-cargas-caem-no-estado-de-sao-paulo-mas-crime-muda-de-perfil-e-bandidos-visam-produtos-de-maior-valor/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Estado de São Paulo registra 16 roubos e furtos de veículos utilitários ou de carga leve por dia</title>
		<link>https://www.fecap.br/2026/03/09/o-estado-de-sao-paulo-registra-16-roubos-e-furtos-de-veiculos-utilitarios-ou-de-carga-leve-por-dia/</link>
					<comments>https://www.fecap.br/2026/03/09/o-estado-de-sao-paulo-registra-16-roubos-e-furtos-de-veiculos-utilitarios-ou-de-carga-leve-por-dia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 11:19:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Estudos em Economia do Crime (CEEC)]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[boletim tracker fecap]]></category>
		<category><![CDATA[Erivaldo Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[roubos e furtos de veículos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.fecap.br/?p=70543</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Estado de São Paulo registra 16 roubos e furtos de veículos utilitários ou de carga leve por dia</p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2026/03/09/o-estado-de-sao-paulo-registra-16-roubos-e-furtos-de-veiculos-utilitarios-ou-de-carga-leve-por-dia/">O Estado de São Paulo registra 16 roubos e furtos de veículos utilitários ou de carga leve por dia</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em 2025, foram registrados 6.054 boletins de ocorrência de roubo e furto de veículos utilitários ou de carga leve, no Estado de São Paulo. Esse número é 4,9% menor do que os 6.369 eventos de 2024, mas, ainda assim, é considerado muito alto. Os furtos ficaram estáveis (-0,2%), enquanto os roubos recuaram (-21,5%). Os dados estão no Boletim Tracker Fecap que apresenta análise inédita sobre este segmento logístico.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Ano</strong></td><td><strong>Furto (art. 155)</strong></td><td><strong>Roubo (art. 157)</strong></td><td><strong>Total Geral</strong></td></tr><tr><td><strong>2024</strong></td><td>4.954</td><td>1.415</td><td><strong>6.369</strong></td></tr><tr><td><strong>2025</strong></td><td>4.943</td><td>1.111</td><td><strong>6.054</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p></p>



<p>“A explosão do e-commerce, com faturamento que quadruplicou em menos de uma década, demandou uma reconfiguração completa da logística urbana, com o crescimento massivo e rápido de vans, furgões, veículos urbanos de Carga (VUCs) e utilitários em circulação. Esses veículos se tornaram o ativo crítico e a espinha dorsal do abastecimento das cidades. Por isso é tão importante estudarmos o comportamento dos criminosos nesse segmento, oferecermos ferramentas de proteção ao mercado e <em>insights</em> precisos para a criação de políticas de segurança pública adaptadas aos desafios logísticos do século XXI”, explica o gerente de Comando e Monitoramento do Grupo Tracker, Vitor Corrêa.</p>



<p><strong>Cidades com maior incidência de roubos e furtos</strong></p>



<p>São Paulo registrou uma queda de 5,75% no total de ocorrências, com reduções tanto em roubos quanto em furtos. Por outro lado, houve aumentos significativos nas cidades de Americana (53,9%), Sorocaba (31,5%), Ribeirão Preto (20,9%) e Campinas (20,5%). “As variações podem estar associadas a mudanças na estrutura da frota circulante, na atividade econômica local ou em fatores institucionais como policiamento, fiscalização, sistema judicial, regulação do desmanche, integração de bancos de dados e probabilidade de punição”, afirma o pesquisador da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) responsável pelo estudo, Erivaldo Vieira.</p>



<p>Na Região Metropolitana, Guarulhos cresceu 9,4%, enquanto Santo André apresentou retração expressiva de −30,1%. “É importante destacar ainda que Sorocaba e Americana entraram no TOP 10 em 2025, enquanto Itaquaquecetuba e Suzano saíram”, complementa o pesquisador.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Cidade</strong></td><td><strong>Total 2024</strong></td><td><strong>Total 2025</strong></td><td><strong>Variação %</strong></td></tr><tr><td><strong>S. PAULO</strong></td><td>2.539</td><td>2.393</td><td>-5,8%</td></tr><tr><td><strong>GUARULHOS</strong></td><td>352</td><td>385</td><td>+9,4%</td></tr><tr><td><strong>CAMPINAS</strong></td><td>298</td><td>359</td><td>+20,5%</td></tr><tr><td><strong>SANTO ANDRÉ</strong></td><td>272</td><td>190</td><td>-30,1%</td></tr><tr><td><strong>RIBEIRÃO PRETO</strong></td><td>153</td><td>185</td><td>+20,9%</td></tr><tr><td><strong>S. BERNARDO DO CAMPO</strong></td><td>152</td><td>148</td><td>-2,6%</td></tr><tr><td><strong>SOROCABA</strong></td><td>89</td><td>117</td><td>+31,5%</td></tr><tr><td><strong>AMERICANA</strong></td><td>76</td><td>117</td><td>+53,9%</td></tr><tr><td><strong>OSASCO</strong></td><td>125</td><td>115</td><td>-8,0%</td></tr><tr><td><strong>MAUÁ</strong></td><td>108</td><td>107</td><td>-0,9%</td></tr></tbody></table></figure>



<p></p>



<p>Na capital, houve um aumento nos furtos (8,1%) e queda nos roubos (-30,0%). “A migração do roubo para o furto de veículos reflete uma estratégia adotada pelos criminosos para reduzir riscos e aumentar a probabilidade de sucesso. Do ponto de vista legal, é considerado um crime menos grave, além de ser mais difícil de ser comprovado. Eles aproveitam momentos de vulnerabilidade, como quando os veículos estão estacionados durante refeições, entregas, períodos de descanso ou em locais com baixa supervisão. Essa nova dinâmica exige uma evolução constante das tecnologias e estratégias de segurança. Diante desse cenário, o uso de tecnologias de rastreamento híbrido com dupla comunicação, como GPS e radiofrequência, torna-se fundamental”, explica Vitor Corrêa.</p>



<p>Os bairros que se destacaram negativamente foram:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ipiranga: 59 → 71 (+20,3%), com furto +13 e roubo −1.</li>



<li>Vila Matilde: 43 → 52 (+20,9%), com furto +10 e roubo −1.</li>



<li>São Mateus: 46 → 54 (+17,4%), com furto +7 e roubo +1.</li>



<li>Penha: 38 → 44 (+15,8%), com furto +4 e roubo +2.</li>
</ul>



<p><strong>TOP 10 – 2025 Marcas/Modelos Selecionados Logística</strong></p>



<p></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Modelo</strong></td><td><strong>Total 2024</strong></td><td><strong>Total 2025</strong></td><td><strong>Variação %</strong></td></tr><tr><td><strong>FIAT/STRADA VOLCANO 13CD</strong></td><td>333</td><td>231</td><td>-30,6%</td></tr><tr><td><strong>I/TOYOTA HILUX CDSRXA4FD</strong></td><td>268</td><td>230</td><td>-14,2%</td></tr><tr><td><strong>FIAT/STRADA FREEDOM 13CS</strong></td><td>210</td><td>217</td><td>+3,3%</td></tr><tr><td><strong>I/TOYOTA HILUX SWSRXA4FD</strong></td><td>129</td><td>121</td><td>-6,2%</td></tr><tr><td><strong>I/TOYOTA HILUX CDSRVA4FD</strong></td><td>124</td><td>113</td><td>-8,9%</td></tr><tr><td><strong>VW/NOVA SAVEIRO RB MBVS</strong></td><td>131</td><td>112</td><td>-14,5%</td></tr><tr><td><strong>FIAT/FIORINO IE</strong></td><td>133</td><td>109</td><td>-18,0%</td></tr><tr><td><strong>CHEVROLET/MONTANA LS</strong></td><td>99</td><td>104</td><td>+5,1%</td></tr><tr><td><strong>FIAT/STRADA ENDURANCE CS</strong></td><td>85</td><td>94</td><td>+10,6%</td></tr><tr><td><strong>FIAT/STRADA FREEDOM 13CD</strong></td><td>97</td><td>94</td><td>-3,1%</td></tr></tbody></table></figure>



<p></p>



<p>As maiores quedas concentram-se em versões topo de linha (Strada Volcano e Hilux CDSRXA4FD), enquanto os crescimentos ocorrem em versões intermediárias ou de entrada. “Observamos uma adaptação estratégica, com possível migração entre versões de mesma família em função de disponibilidade e difusão no mercado. O resultado aponta para uma manutenção da predominância de picapes compactas e médias no ranking”, alerta Erivaldo Vieira. Ele conclui: “Este monitoramento é vital para transformar o diagnóstico inicial em inteligência aplicada, capaz de proteger a infraestrutura logística e combater o crime patrimonial de forma eficaz”.</p>



<p>O gerente de Comando e Monitoramento do Grupo Tracker reforça que os criminosos estão em constante evolução, “por isso, é fundamental que as empresas de rastreamento também evoluam continuamente, investindo em tecnologia, inteligência e estratégia para garantir maior segurança, proteção patrimonial e tranquilidade aos clientes”.</p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2026/03/09/o-estado-de-sao-paulo-registra-16-roubos-e-furtos-de-veiculos-utilitarios-ou-de-carga-leve-por-dia/">O Estado de São Paulo registra 16 roubos e furtos de veículos utilitários ou de carga leve por dia</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.fecap.br/2026/03/09/o-estado-de-sao-paulo-registra-16-roubos-e-furtos-de-veiculos-utilitarios-ou-de-carga-leve-por-dia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cai o índice de roubo e furto de veículos no estado de São Paulo, mas os eventos envolvendo utilitários seguem em alta</title>
		<link>https://www.fecap.br/2026/03/09/cai-o-indice-de-roubo-e-furto-de-veiculos-no-estado-de-sao-paulo-mas-os-eventos-envolvendo-utilitarios-seguem-em-alta/</link>
					<comments>https://www.fecap.br/2026/03/09/cai-o-indice-de-roubo-e-furto-de-veiculos-no-estado-de-sao-paulo-mas-os-eventos-envolvendo-utilitarios-seguem-em-alta/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 11:13:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Estudos em Economia do Crime (CEEC)]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[boletim tracker fecap]]></category>
		<category><![CDATA[ceec fecap]]></category>
		<category><![CDATA[Erivaldo Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[roubos e furtos de veículos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.fecap.br/?p=70540</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Estado de São Paulo registrou queda de 11,43% nas ocorrências de roubo (Art. 157) e furto (Art. 155) de veículos, em 2025, na comparação com o ano anterior. Foram 88.544&#160;boletins de ocorrência envolvendo todos os segmentos, contra 99.968&#160;registrados em 2024. Os dados são do [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2026/03/09/cai-o-indice-de-roubo-e-furto-de-veiculos-no-estado-de-sao-paulo-mas-os-eventos-envolvendo-utilitarios-seguem-em-alta/">Cai o índice de roubo e furto de veículos no estado de São Paulo, mas os eventos envolvendo utilitários seguem em alta</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Estado de São Paulo registrou queda de 11,43% nas ocorrências de roubo (Art. 157) e furto (Art. 155) de veículos, em 2025, na comparação com o ano anterior. Foram 88.544&nbsp;boletins de ocorrência envolvendo todos os segmentos, contra 99.968&nbsp;registrados em 2024. Os dados são do Boletim Tracker Fecap, que acaba de ser divulgado.</p>



<p>A queda foi mais acentuada na modalidade de roubo (20,94% &#8211; de 20.860 para 16.489 casos). Os furtos caíram 8,92% (de 79.108 para 72.055). “De cada 10 veículos que desaparecem, oito são furtados e dois roubados, em média. Isso porque o furto é um delito com pena mais branda e não exige tanto preparo dos criminosos”, avalia o pesquisador da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) responsável pelo estudo, Erivaldo Vieira.</p>



<p>Os&nbsp;dois principais alvos dos criminosos são os automóveis e as motocicletas, que representaram 88,7%&nbsp;do total de ocorrências em 2025.</p>



<p><strong>Ocorrências por Tipo de Veículo (2024)</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Tipo de Veículo</strong></td><td><strong>Furto (art. 155)</strong></td><td><strong>Roubo (art. 157)</strong></td><td><strong>Total Geral</strong></td></tr><tr><td><strong>Automóvel</strong></td><td>45.372</td><td>6.281</td><td>51.653</td></tr><tr><td><strong>Motociclo</strong></td><td>26.503</td><td>10.378</td><td>36.881</td></tr><tr><td><strong>Caminhonete</strong></td><td>2.857</td><td>1.318</td><td>4.175</td></tr><tr><td><strong>Camioneta</strong></td><td>1.381</td><td>343</td><td>1.724</td></tr><tr><td><strong>Motoneta</strong></td><td>903</td><td>409</td><td>1.312</td></tr><tr><td><strong>Caminhão</strong></td><td>499</td><td>613</td><td>1.112</td></tr><tr><td><strong>Caminhão trator</strong></td><td>92</td><td>637</td><td>729</td></tr><tr><td><strong>Utilitário</strong></td><td>462</td><td>156</td><td>618</td></tr><tr><td><strong>Semi-reboque</strong></td><td>80</td><td>445</td><td>525</td></tr><tr><td><strong>Outros</strong></td><td>946</td><td>279</td><td>1.225</td></tr><tr><td><strong>Total Geral</strong></td><td><strong>79.111</strong></td><td><strong>20.860</strong></td><td><strong>99.971</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p><strong>Ocorrências por Tipo de Veículo (2025)</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Tipo de Veículo</strong></td><td><strong>Furto (art. 155)</strong></td><td><strong>Roubo (art. 157)</strong></td><td><strong>Total Geral</strong></td></tr><tr><td><strong>Automóvel</strong></td><td>41.422</td><td>4.435</td><td>45.857</td></tr><tr><td><strong>Motociclo</strong></td><td>24.008</td><td>8.625</td><td>32.633</td></tr><tr><td><strong>Caminhonete</strong></td><td>2.653</td><td>1.059</td><td>3.712</td></tr><tr><td><strong>Camioneta</strong></td><td>1.265</td><td>251</td><td>1.516</td></tr><tr><td><strong>Motoneta</strong></td><td>710</td><td>371</td><td>1.081</td></tr><tr><td><strong>Caminhão</strong></td><td>428</td><td>511</td><td>939</td></tr><tr><td><strong>Caminhão trator</strong></td><td>73</td><td>513</td><td>586</td></tr><tr><td><strong>Utilitário</strong></td><td>463</td><td>137</td><td>600</td></tr><tr><td><strong>Semi-reboque</strong></td><td>75</td><td>337</td><td>412</td></tr><tr><td><strong>Outros</strong></td><td>956</td><td>248</td><td>1.204</td></tr><tr><td><strong>Total Geral</strong></td><td><strong>72.053</strong></td><td><strong>16.487</strong></td><td><strong>88.540</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p><strong>Variação Percentual por Tipo de Veículo (2025 x 2024)</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Tipo de Veículo</strong></td><td><strong>Variação Furto (%)</strong></td><td><strong>Variação Roubo (%)</strong></td><td><strong>Variação Total (%)</strong></td></tr><tr><td><strong>Automóvel</strong></td><td>-8,71%</td><td>-29,4%</td><td>-11,2%</td></tr><tr><td><strong>Motociclo</strong></td><td>-9,41%</td><td>-16,9%</td><td>-11,5%</td></tr><tr><td><strong>Caminhonete</strong></td><td>-7,14%</td><td>-19,7%</td><td>-11,1%</td></tr><tr><td><strong>Camioneta</strong></td><td>-8,40%</td><td>-26,8%</td><td>-12,1%</td></tr><tr><td><strong>Motoneta</strong></td><td>-21,4%</td><td>-9,3%</td><td>-17,6%</td></tr><tr><td><strong>Caminhão</strong></td><td>-14,2%</td><td>-16,6%</td><td>-15,6%</td></tr><tr><td><strong>Caminhão trator</strong></td><td>-20,7%</td><td>-19,5%</td><td>-19,6%</td></tr><tr><td><strong>Utilitário</strong></td><td><strong>+0,22%</strong></td><td><strong>-12,2%</strong></td><td><strong>-2,9%</strong></td></tr><tr><td><strong>Semi-reboque</strong></td><td>-6,25%</td><td>-24,3%</td><td>-21,5%</td></tr><tr><td><strong>Outros</strong></td><td>+1,06%</td><td>-11,1%</td><td>-1,7%</td></tr><tr><td><strong>Total Geral</strong></td><td><strong>-8,92%</strong></td><td><strong>-20,95%</strong></td><td><strong>-11,43%</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p>O estudo aponta que os utilitários se destacaram negativamente, com uma queda de apenas 2,9% no total de eventos, sendo que o furto registrou um leve aumento de 0,22%. Já os roubos caíram 12,2%, uma redução menos acentuada do que a de automóveis (-29,4%) ou camionetas (-26,8%). Segundo o gerente de Comando e Monitoramento do Grupo Tracker, Vitor Corrêa, esse é um indicador de especialização dos criminosos. “Enquanto os crimes de oportunidade e os roubos mais violentos diminuem, uma modalidade criminosa mais técnica e direcionada ganha força. Um fenômeno diretamente ligado à transformação econômica e logística das áreas urbanas. O crescimento exponencial do e-commerce e dos serviços de entrega rápida aumentou drasticamente a frota de veículos utilitários (como furgões, vans e VUCs) em circulação, que ficam mais vulneráveis à ação dos bandidos”.</p>



<p><strong>Cidades com mais roubos e furtos</strong></p>



<p>Apesar da queda nos índices gerais, as 10 maiores cidades do ranking agora concentram 69,01% de todas as ocorrências do estado, um leve aumento em relação ao ano anterior. “Isso demonstra que, embora o crime esteja recuando, ele permanece fortemente enraizado nos grandes centros logísticos e demográficos, é o que chamamos de hiperconcentração urbana”, explica Erivaldo Vieira.</p>



<p>Campinas (+2,1%), Sorocaba (+5,4%) e Diadema (+2,5%) apresentaram aumento no total de ocorrências, contrariando a tendência geral. A causa primária para o aumento geral nesses municípios é o crescimento expressivo do crime de furto:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Diadema: Aumento de 14,55% nos furtos.</li>



<li>Sorocaba: Aumento de 9,79% nos furtos.</li>



<li>Campinas: Aumento de 6,11% nos furtos.</li>



<li>São Bernardo do Campo: Aumento de 1,34% nos furtos.</li>
</ul>



<p>Na Região Metropolitana, o destaque positivo é Mauá, que registrou a maior queda proporcional entre os municípios analisados (−20,7%), seguida por Santo André (−16,3%) e Guarulhos (−11,4%).</p>



<p><strong>Ocorrências nas Principais Cidades (2024)</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Município</strong></td><td><strong>Furto (art. 155)</strong></td><td><strong>Roubo (art. 157)</strong></td><td><strong>Total Geral</strong></td></tr><tr><td><strong>S. PAULO</strong></td><td>36.535</td><td>7.792</td><td>44.327</td></tr><tr><td><strong>S. ANDRÉ</strong></td><td>3.543</td><td>691</td><td>4.234</td></tr><tr><td><strong>CAMPINAS</strong></td><td>3.157</td><td>913</td><td>4.070</td></tr><tr><td><strong>GUARULHOS</strong></td><td>2.915</td><td>1.135</td><td>4.050</td></tr><tr><td><strong>S. BERNARDO DO CAMPO</strong></td><td>2.017</td><td>720</td><td>2.737</td></tr><tr><td><strong>OSASCO</strong></td><td>2.298</td><td>405</td><td>2.703</td></tr><tr><td><strong>MAUÁ</strong></td><td>1.391</td><td>365</td><td>1.756</td></tr><tr><td><strong>SOROCABA</strong></td><td>1.369</td><td>228</td><td>1.597</td></tr><tr><td><strong>RIBEIRÃO PRETO</strong></td><td>1.240</td><td>170</td><td>1.410</td></tr><tr><td><strong>DIADEMA</strong></td><td>804</td><td>463</td><td>1.267</td></tr><tr><td><strong>Total (Top 10)</strong></td><td><strong>55.269</strong></td><td><strong>12.882</strong></td><td><strong>68.151</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p><strong>Ocorrências nas Principais Cidades (2025)</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Município</strong></td><td><strong>Furto (art. 155)</strong></td><td><strong>Roubo (art. 157)</strong></td><td><strong>Total Geral</strong></td></tr><tr><td><strong>S. PAULO</strong></td><td>32.729</td><td>6.236</td><td>38.965</td></tr><tr><td><strong>CAMPINAS</strong></td><td>3.350</td><td>806</td><td>4.156</td></tr><tr><td><strong>GUARULHOS</strong></td><td>2.694</td><td>893</td><td>3.587</td></tr><tr><td><strong>S. ANDRÉ</strong></td><td>3.034</td><td>508</td><td>3.542</td></tr><tr><td><strong>S. BERNARDO DO CAMPO</strong></td><td>2.044</td><td>552</td><td>2.596</td></tr><tr><td><strong>OSASCO</strong></td><td>2.194</td><td>367</td><td>2.561</td></tr><tr><td><strong>SOROCABA</strong></td><td>1.503</td><td>181</td><td>1.684</td></tr><tr><td><strong>MAUÁ</strong></td><td>1.170</td><td>223</td><td>1.393</td></tr><tr><td><strong>RIBEIRÃO PRETO</strong></td><td>1.172</td><td>149</td><td>1.321</td></tr><tr><td><strong>DIADEMA</strong></td><td>921</td><td>378</td><td>1.299</td></tr><tr><td><strong>Total (Top 10)</strong></td><td><strong>50.811</strong></td><td><strong>10.293</strong></td><td><strong>61.104</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p><strong>Variação Percentual por Cidade (2025 x 2024)</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Município</strong></td><td><strong>Variação Furto (%)</strong></td><td><strong>Variação Roubo (%)</strong></td><td><strong>Variação Total (%)</strong></td></tr><tr><td><strong>S. PAULO</strong></td><td>-10,42%</td><td>-19,97%</td><td>-12,10%</td></tr><tr><td><strong>S. ANDRÉ</strong></td><td>-14,37%</td><td>-26,48%</td><td>-16,34%</td></tr><tr><td><strong>CAMPINAS</strong></td><td><strong>+6,11%</strong></td><td>-11,72%</td><td><strong>+2,11%</strong></td></tr><tr><td><strong>GUARULHOS</strong></td><td>-7,58%</td><td>-21,32%</td><td>-11,43%</td></tr><tr><td><strong>S. BERNARDO DO CAMPO</strong></td><td><strong>+1,34%</strong></td><td>-23,33%</td><td>-5,15%</td></tr><tr><td><strong>OSASCO</strong></td><td>-4,53%</td><td>-9,38%</td><td>-5,25%</td></tr><tr><td><strong>MAUÁ</strong></td><td>-15,89%</td><td>-38,90%</td><td>-20,67%</td></tr><tr><td><strong>SOROCABA</strong></td><td><strong>+9,79%</strong></td><td>-20,61%</td><td><strong>+5,45%</strong></td></tr><tr><td><strong>RIBEIRÃO PRETO</strong></td><td>-5,48%</td><td>-12,35%</td><td>-6,31%</td></tr><tr><td><strong>DIADEMA</strong></td><td><strong>+14,55%</strong></td><td>-18,36%</td><td><strong>+2,53%</strong></td></tr><tr><td><strong>Total (Top 10)</strong></td><td><strong>-8,07%</strong></td><td><strong>-20,10%</strong></td><td><strong>-10,34%</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p>Na capital, o crime é mais distribuído. Os 20 bairros com mais casos não chegam a representar um terço do total da cidade, exigindo uma presença policial onipresente.</p>



<p><strong>A Zona Leste e a especialização no furto</strong></p>



<p>A Zona Leste de São Paulo se consolida como o epicentro dos furtos de veículos. Bairros como Vila Matilde (+0,28%) e São Mateus (+1,90%) não apenas resistiram à tendência de queda, mas registraram um aumento no número de furtos. Embora outros bairros da região, como Tatuapé e Ipiranga, tenham tido quedas expressivas, a resiliência do furto em pontos específicos da Zona Leste é um forte indicativo da presença de uma infraestrutura criminal consolidada, provavelmente ligada a desmanches e receptadores.</p>



<p>O caso de Santo Amaro, na Zona Sul, é particularmente emblemático. Com um aumento de 14,72% nos furtos, o bairro se tornou o líder de ocorrências em 2025, mesmo com uma queda expressiva nos roubos (-34,95%). Isso sugere uma migração ou especialização da atividade criminosa local para o furto, um crime de menor risco e maior volume, ideal para abastecer o mercado ilegal de peças.</p>



<p><strong>A periferia da Zona Sul e a persistência do roubo</strong></p>



<p>Bairros da periferia da Zona Sul, como Grajaú (171 roubos) e Campo Limpo (133 roubos), e da Zona Leste, como São Mateus (132 roubos), se destacam como as áreas com os maiores números absolutos de roubos. Nesses locais, o roubo representa uma parcela muito maior do total de crimes (35% no Grajaú, 27% no Campo Limpo) em comparação com bairros centrais ou da Zona Leste mais focados em furto (Tatuapé com 4%, Vila Mariana com 2%). Isso indica que, nessas regiões, o risco de um confronto violento para a subtração do veículo é substancialmente maior.</p>



<p>“Uma possível explicação para essa reorganização é a eficácia e, ao mesmo tempo, a limitação geográfica de programas de monitoramento, como o Smart Sampa. Com a intensificação da vigilância eletrônica em áreas centrais e de grande circulação, a criminalidade parece ter se deslocado para onde há menos ‘olhos’”, analisa o coordenador do Boletim Tracker Fecap.</p>



<p><strong>Ocorrências nos Principais Bairros de São Paulo (2024)</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Bairro</strong></td><td><strong>Furto (art. 155)</strong></td><td><strong>Roubo (art. 157)</strong></td><td><strong>Total Geral</strong></td></tr><tr><td><strong>Tatuapé</strong></td><td>1.036</td><td>53</td><td>1.089</td></tr><tr><td><strong>Ipiranga</strong></td><td>942</td><td>111</td><td>1.053</td></tr><tr><td><strong>Itaquera</strong></td><td>724</td><td>117</td><td>841</td></tr><tr><td><strong>Vila Prudente</strong></td><td>731</td><td>88</td><td>819</td></tr><tr><td><strong>Vila Matilde</strong></td><td>718</td><td>84</td><td>802</td></tr><tr><td><strong>Santo Amaro</strong></td><td>693</td><td>103</td><td>796</td></tr><tr><td><strong>Santana</strong></td><td>754</td><td>27</td><td>781</td></tr><tr><td><strong>Vila Mariana</strong></td><td>713</td><td>43</td><td>756</td></tr><tr><td><strong>São Mateus</strong></td><td>578</td><td>159</td><td>737</td></tr><tr><td><strong>Sapopemba</strong></td><td>611</td><td>103</td><td>714</td></tr><tr><td><strong>Penha</strong></td><td>662</td><td>38</td><td>700</td></tr><tr><td><strong>São Lucas</strong></td><td>615</td><td>67</td><td>682</td></tr><tr><td><strong>Lapa</strong></td><td>630</td><td>40</td><td>670</td></tr><tr><td><strong>Vila Formosa</strong></td><td>601</td><td>45</td><td>646</td></tr><tr><td><strong>Água Rasa</strong></td><td>575</td><td>37</td><td>612</td></tr><tr><td><strong>Sacomã</strong></td><td>408</td><td>104</td><td>512</td></tr><tr><td><strong>Carrão</strong></td><td>520</td><td>45</td><td>565</td></tr><tr><td><strong>Total (Top 17)</strong></td><td><strong>11.411</strong></td><td><strong>1.264</strong></td><td><strong>12.675</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p><strong>Ocorrências nos Principais Bairros de São Paulo (2025)</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Bairro</strong></td><td><strong>Furto (art. 155)</strong></td><td><strong>Roubo (art. 157)</strong></td><td><strong>Total Geral</strong></td></tr><tr><td><strong>Santo Amaro</strong></td><td>795</td><td>67</td><td>862</td></tr><tr><td><strong>Tatuapé</strong></td><td>775</td><td>30</td><td>805</td></tr><tr><td><strong>Vila Matilde</strong></td><td>720</td><td>36</td><td>756</td></tr><tr><td><strong>São Mateus</strong></td><td>589</td><td>132</td><td>721</td></tr><tr><td><strong>Ipiranga</strong></td><td>677</td><td>44</td><td>721</td></tr><tr><td><strong>Vila Prudente</strong></td><td>660</td><td>60</td><td>720</td></tr><tr><td><strong>Vila Mariana</strong></td><td>668</td><td>16</td><td>684</td></tr><tr><td><strong>São Lucas</strong></td><td>599</td><td>30</td><td>629</td></tr><tr><td><strong>Sapopemba</strong></td><td>541</td><td>72</td><td>613</td></tr><tr><td><strong>Penha</strong></td><td>577</td><td>30</td><td>607</td></tr><tr><td><strong>Vila Formosa</strong></td><td>566</td><td>28</td><td>594</td></tr><tr><td><strong>Itaquera</strong></td><td>513</td><td>72</td><td>585</td></tr><tr><td><strong>Lapa</strong></td><td>552</td><td>31</td><td>583</td></tr><tr><td><strong>Santana</strong></td><td>541</td><td>19</td><td>560</td></tr><tr><td><strong>Água Rasa</strong></td><td>530</td><td>25</td><td>555</td></tr><tr><td><strong>Sacomã</strong></td><td>452</td><td>48</td><td>500</td></tr><tr><td><strong>Carrão</strong></td><td>446</td><td>23</td><td>469</td></tr><tr><td><strong>Total (Top 17)</strong></td><td><strong>10.201</strong></td><td><strong>783</strong></td><td><strong>10.984</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p><strong>Variação Percentual por Bairro (2025 x 2024)</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Bairro</strong></td><td><strong>Variação Furto (%)</strong></td><td><strong>Variação Roubo (%)</strong></td><td><strong>Variação Total (%)</strong></td></tr><tr><td><strong>Santo Amaro</strong></td><td><strong>+14,72%</strong></td><td>-34,95%</td><td><strong>+8,29%</strong></td></tr><tr><td><strong>Tatuapé</strong></td><td>-25,19%</td><td>-43,40%</td><td>-26,08%</td></tr><tr><td><strong>Vila Matilde</strong></td><td><strong>+0,28%</strong></td><td>-57,14%</td><td>-5,74%</td></tr><tr><td><strong>São Mateus</strong></td><td><strong>+1,90%</strong></td><td>-16,98%</td><td>-2,17%</td></tr><tr><td><strong>Ipiranga</strong></td><td>-28,13%</td><td>-60,36%</td><td>-31,53%</td></tr><tr><td><strong>Vila Prudente</strong></td><td>-9,71%</td><td>-31,82%</td><td>-12,09%</td></tr><tr><td><strong>Vila Mariana</strong></td><td>-6,31%</td><td>-62,79%</td><td>-9,52%</td></tr><tr><td><strong>São Lucas</strong></td><td>-2,60%</td><td>-55,22%</td><td>-7,77%</td></tr><tr><td><strong>Sapopemba</strong></td><td>-11,46%</td><td>-30,10%</td><td>-14,15%</td></tr><tr><td><strong>Penha</strong></td><td>-12,84%</td><td>-21,05%</td><td>-13,29%</td></tr><tr><td><strong>Vila Formosa</strong></td><td>-5,82%</td><td>-37,78%</td><td>-8,05%</td></tr><tr><td><strong>Itaquera</strong></td><td>-29,14%</td><td>-38,46%</td><td>-30,44%</td></tr></tbody></table></figure>



<p>As ruas dos bairros de Santo Amaro (+21,6%), Vila Prudente (+12,6%) e São Mateus (+12,2%) registraram aumentos significativos nos eventos de roubo e furto. Já o Ipiranga reduziu 39,9%, o Tatuapé teve queda de 31,1% e Sapopemba diminuiu 21,4%. Saíram do ranking 2025 os bairros de Santana e Itaquera; e entraram Penha e São Lucas.</p>



<p><strong>Principais Logradouros – TOP 10 Bairros 2025</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Rótulos de Linha</strong></td><td><strong>Furto (art. 155)</strong></td><td><strong>Roubo (art. 157)</strong></td><td><strong>Total Geral</strong></td></tr><tr><td><strong>SANTO AMARO</strong></td><td><strong>106</strong></td><td><strong>1</strong></td><td><strong>107</strong></td></tr><tr><td><strong>RUA ISABEL SCHMIDT</strong></td><td>37</td><td>1</td><td>38</td></tr><tr><td><strong>RUA AMADOR BUENO</strong></td><td>37</td><td></td><td>37</td></tr><tr><td><strong>RUA ANTONIO DE OLIVEIRA</strong></td><td>32</td><td></td><td>32</td></tr><tr><td><strong>VILA PRUDENTE</strong></td><td><strong>100</strong></td><td><strong>7</strong></td><td><strong>107</strong></td></tr><tr><td><strong>RUA GUAMIRANGA</strong></td><td>38</td><td>2</td><td>40</td></tr><tr><td><strong>RUA CAVOUR</strong></td><td>28</td><td>1</td><td>29</td></tr><tr><td><strong>VEDAÇÃO DA DIVULGAÇÃO DOS DADOS RELATIVOS</strong></td><td>15</td><td>4</td><td>19</td></tr><tr><td><strong>RUA ARACATI MIRIM</strong></td><td>19</td><td></td><td>19</td></tr><tr><td><strong>SAO MATEUS</strong></td><td><strong>84</strong></td><td><strong>17</strong></td><td><strong>101</strong></td></tr><tr><td><strong>RUA ANGELO DE CANDIA</strong></td><td>38</td><td>5</td><td>43</td></tr><tr><td><strong>VEDAÇÃO DA DIVULGAÇÃO DOS DADOS RELATIVOS</strong></td><td>27</td><td>3</td><td>30</td></tr><tr><td><strong>AVENIDA MATEO BEI</strong></td><td>19</td><td>9</td><td>28</td></tr><tr><td><strong>TATUAPE</strong></td><td><strong>92</strong></td><td><strong>1</strong></td><td><strong>93</strong></td></tr><tr><td><strong>RUA FRANCISCO MARENGO</strong></td><td>50</td><td></td><td>50</td></tr><tr><td><strong>RUA SAO JORGE</strong></td><td>25</td><td>1</td><td>26</td></tr><tr><td><strong>RUA AZEVEDO SOARES</strong></td><td>17</td><td></td><td>17</td></tr><tr><td><strong>SAPOPEMBA</strong></td><td><strong>88</strong></td><td><strong>4</strong></td><td><strong>92</strong></td></tr><tr><td><strong>AVENIDA SAPOPEMBA</strong></td><td>33</td><td>4</td><td>37</td></tr><tr><td><strong>RUA MANUEL FRANCA DOS SANTOS</strong></td><td>28</td><td></td><td>28</td></tr><tr><td><strong>RUA ANTONIO LAZARO</strong></td><td>27</td><td></td><td>27</td></tr><tr><td><strong>VILA MATILDE</strong></td><td><strong>83</strong></td><td><strong>4</strong></td><td><strong>87</strong></td></tr><tr><td><strong>RUA RENATO</strong></td><td>37</td><td></td><td>37</td></tr><tr><td><strong>VEDAÇÃO DA DIVULGAÇÃO DOS DADOS RELATIVOS</strong></td><td>24</td><td>3</td><td>27</td></tr><tr><td><strong>RUA ALVINOPOLIS</strong></td><td>22</td><td>1</td><td>23</td></tr><tr><td><strong>IPIRANGA</strong></td><td><strong>84</strong></td><td><strong>2</strong></td><td><strong>86</strong></td></tr><tr><td><strong>RUA DO MANIFESTO</strong></td><td>30</td><td>1</td><td>31</td></tr><tr><td><strong>RUA COSTA AGUIAR</strong></td><td>28</td><td></td><td>28</td></tr><tr><td><strong>RUA CIPRIANO BARATA</strong></td><td>26</td><td>1</td><td>27</td></tr><tr><td><strong>PENHA</strong></td><td><strong>68</strong></td><td><strong>3</strong></td><td><strong>71</strong></td></tr><tr><td><strong>VEDAÇÃO DA DIVULGAÇÃO DOS DADOS RELATIVOS</strong></td><td>25</td><td>1</td><td>26</td></tr><tr><td><strong>RUA ATUAI</strong></td><td>24</td><td>2</td><td>26</td></tr><tr><td><strong>RUA ALVINOPOLIS</strong></td><td>19</td><td></td><td>19</td></tr><tr><td><strong>SAO LUCAS</strong></td><td><strong>58</strong></td><td><strong>2</strong></td><td><strong>60</strong></td></tr><tr><td><strong>AVENIDA DO ORATORIO</strong></td><td>19</td><td>2</td><td>21</td></tr><tr><td><strong>AVENIDA VILA EMA</strong></td><td>21</td><td></td><td>21</td></tr><tr><td><strong>RUA RIBEIROPOLIS</strong></td><td>18</td><td></td><td>18</td></tr><tr><td><strong>VILA MARIANA</strong></td><td><strong>48</strong></td><td><strong>1</strong></td><td><strong>49</strong></td></tr><tr><td><strong>RUA GREGORIO SERRAO</strong></td><td>17</td><td></td><td>17</td></tr><tr><td><strong>RUA MANOEL DE MORAIS</strong></td><td>17</td><td></td><td>17</td></tr><tr><td><strong>RUA JORGE TIBIRICA</strong></td><td>14</td><td>1</td><td>15</td></tr><tr><td><strong>Total Geral</strong></td><td><strong>811</strong></td><td><strong>42</strong></td><td><strong>853</strong></td></tr></tbody></table></figure>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2026/03/09/cai-o-indice-de-roubo-e-furto-de-veiculos-no-estado-de-sao-paulo-mas-os-eventos-envolvendo-utilitarios-seguem-em-alta/">Cai o índice de roubo e furto de veículos no estado de São Paulo, mas os eventos envolvendo utilitários seguem em alta</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.fecap.br/2026/03/09/cai-o-indice-de-roubo-e-furto-de-veiculos-no-estado-de-sao-paulo-mas-os-eventos-envolvendo-utilitarios-seguem-em-alta/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Artigo &#8211; O roubo de celulares e a nova face do crime organizado urbano em São Paulo</title>
		<link>https://www.fecap.br/2026/02/09/artigo-o-roubo-de-celulares-e-a-nova-face-do-crime-organizado-urbano-em-sao-paulo/</link>
					<comments>https://www.fecap.br/2026/02/09/artigo-o-roubo-de-celulares-e-a-nova-face-do-crime-organizado-urbano-em-sao-paulo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 16:35:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Estudos em Economia do Crime (CEEC)]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Erivaldo Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[roubo de celular]]></category>
		<category><![CDATA[sp]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.fecap.br/?p=70013</guid>

					<description><![CDATA[<p>Artigo - O roubo de celulares e a nova face do crime organizado urbano em São Paulo</p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2026/02/09/artigo-o-roubo-de-celulares-e-a-nova-face-do-crime-organizado-urbano-em-sao-paulo/">Artigo &#8211; O roubo de celulares e a nova face do crime organizado urbano em São Paulo</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Por Erivaldo Costa Vieira</em></p>



<p>Levantamento do Centro de Estudos em Economia do Crime da&nbsp;<a href="https://www.fecap.br/">Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</a>, com base na análise minuciosa dos boletins de ocorrência registrados no período pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) estadual, aponta que o número total de roubos e furtos de aparelhos celulares registrou queda de 9,05% em 2025, passando de 335.680 para 305.308 casos na comparação com 2024. A retração, observada em quase todos os meses do ano, indica avanços pontuais nas estratégias de segurança pública, ainda que não tenha sido suficiente para conter a profissionalização e a expansão das fraudes digitais associadas a esses crimes.</p>



<p>A consolidação de uma sociedade profundamente dependente do meio digital transformou o smartphone em muito mais do que um instrumento de comunicação. O aparelho passou a concentrar dados pessoais, transações financeiras, relações sociais e o acesso a serviços públicos, tornando-se uma extensão funcional da identidade do indivíduo. Nesse contexto, a criminalidade urbana ajustou rapidamente suas estratégias, convertendo o roubo e o furto de celulares em uma atividade ilícita altamente lucrativa e organizada.</p>



<p>Em grandes centros urbanos como São Paulo, esse tipo de crime deixou de ser um evento pontual para se configurar como o primeiro elo de uma cadeia criminosa complexa. O delito inicial — muitas vezes cometido de forma rápida e violenta em espaços públicos — alimenta um sistema que envolve desbloqueio ilegal de dispositivos, fraudes bancárias, comércio clandestino de peças e, em alguns casos, a remessa internacional de componentes para mercados asiáticos. Trata-se de uma dinâmica que combina criminalidade de rua com redes sofisticadas de crime organizado, desafiando os modelos tradicionais de segurança pública.</p>



<p>O avanço do roubo e do furto de celulares em São Paulo está diretamente associado à evolução do modus operandi das quadrilhas especializadas. Longe de ações improvisadas, essas práticas revelam um processo claro de profissionalização, voltado a neutralizar a reação das vítimas e a contornar os mecanismos de segurança dos próprios dispositivos. De modo geral, as estratégias atuais podem ser agrupadas em três frentes principais: furtos por ciclistas, ataques a veículos em trânsito lento e ações em meio a grandes aglomerações.</p>



<p>Entre as táticas mais visíveis está o uso de bicicletas como instrumento de mobilidade criminosa, sobretudo na Avenida Paulista e no Centro Histórico. Os autores dos delitos se valem de vestimentas e acessórios típicos de ciclistas e entregadores de aplicativos, o que dificulta sua identificação. A ação é rápida e precisa: o ciclista se aproxima por trás, subtrai o aparelho das mãos da vítima e foge em alta velocidade, explorando ciclovias, calçadas e rotas inacessíveis a viaturas. A eficácia desse método reside no fato de o celular ser levado com a tela desbloqueada, permitindo acesso imediato a aplicativos bancários e a canais de recuperação de senhas, antes que qualquer bloqueio remoto seja acionado. Como reação, comerciantes da região central passaram a adotar barreiras físicas nas calçadas, numa tentativa informal de reduzir a velocidade dessas abordagens.</p>



<p>Outra modalidade recorrente é a conhecida estratégia do “quebra-vidro”, direcionada a motoristas parados em congestionamentos ou semáforos, especialmente em áreas como o Glicério e em corredores de tráfego intenso. O criminoso utiliza objetos específicos para estilhaçar rapidamente a janela lateral do veículo e retirar o celular posicionado no suporte de GPS. A ação dura poucos segundos, tempo suficiente para que a vítima, atônita com o impacto e os estilhaços, fique impossibilitada de reagir. Apesar de envolver menor contato físico direto, o método apresenta maior grau de violência patrimonial e riscos à integridade do condutor.</p>



<p>Há ainda as ações em aglomerações, como blocos de carnaval e grandes eventos, nas quais os criminosos se aproveitam da densidade da multidão para realizar furtos em série e desaparecer rapidamente. Em versões mais agressivas, surgem os chamados “falsos entregadores”, que utilizam motocicletas e abordagens diretas, elevando o risco de violência.</p>



<p>Investigações da Polícia Civil indicam que essas operações não são isoladas, mas articuladas a partir de estruturas organizadas, verdadeiros centros de comando onde os aparelhos são rapidamente concentrados para desbloqueio técnico, revenda ou desmonte. O conjunto dessas práticas evidencia que o roubo de celulares deixou de ser um crime oportunista, assumindo características de um mercado ilícito estruturado, com logística, especialização e inteligência operacional.</p>



<p>A subtração do smartphone, por si só, representa apenas a face mais visível do prejuízo imposto à vítima. O dano mais grave, contudo, ocorre no plano digital, quando o aparelho passa a funcionar como porta de entrada para o patrimônio financeiro e para a vida informacional do usuário. Em São Paulo, grupos criminosos deixaram de atuar predominantemente como intermediários no comércio ilegal de aparelhos para assumir um perfil mais sofisticado, especializado em fraudes financeiras, sequestro de contas e extorsão.</p>



<p>Nesse contexto, o avanço dos meios de pagamento instantâneo ampliou significativamente os riscos. O sistema PIX tornou-se um instrumento central na rápida monetização do crime. Quando o celular é levado com a tela desbloqueada, o acesso ao ambiente bancário é praticamente imediato.</p>



<p>Uma das técnicas mais recorrentes envolve a exploração do próprio chip telefônico. Com o aparelho em mãos, o criminoso solicita a redefinição das credenciais bancárias, fazendo com que os códigos de verificação sejam enviados por SMS ao dispositivo já subtraído. Esse procedimento permite a criação de novas senhas e o controle integral da conta. A partir daí, a dinâmica é rápida: transferências via PIX, contratação de linhas de crédito pré-aprovadas e quitação de boletos ocorrem em sequência, muitas vezes antes que a vítima perceba o alcance do ataque ou consiga acionar os mecanismos de bloqueio.</p>



<p>Além do acesso direto ao sistema financeiro, as redes sociais passaram a ocupar um papel central na estratégia das quadrilhas. Plataformas como Instagram, WhatsApp e Facebook funcionam como extensões da identidade pessoal e profissional do usuário, e seu controle permite a expansão do dano para além da vítima direta. Ao assumir essas contas, o criminoso passa a operar dentro de uma rede de confiança previamente construída, o que amplia significativamente o potencial de fraude e extorsão.</p>



<p>Uma das práticas mais recorrentes é a chamada fraude do “empréstimo emergencial”. Nessa modalidade, o criminoso se faz passar pela vítima e entra em contato com familiares, amigos ou colegas de trabalho, solicitando transferências imediatas via PIX. As mensagens exploram situações de urgência — como problemas de saúde, bloqueios bancários ou imprevistos profissionais —, reduzindo o tempo de reflexão do interlocutor e aumentando a taxa de sucesso do golpe.</p>



<p>Outra estratégia amplamente utilizada é a comercialização de produtos ou oportunidades fictícias. Por meio dos recursos de publicações temporárias, os criminosos anunciam a venda de eletrônicos, veículos ou supostos investimentos de retorno rápido. A credibilidade da conta original leva seguidores a realizar pagamentos acreditando estar negociando com alguém conhecido, o que multiplica o número de vítimas em poucas horas.</p>



<p>Há ainda a dimensão mais sensível do sequestro digital: a extorsão baseada em dados pessoais. O acesso à galeria de fotos, arquivos e conversas privadas fornece material para chantagem direta. Nesses casos, o criminoso exige pagamentos sob a ameaça de divulgar informações íntimas, familiares ou corporativas, ampliando o impacto psicológico e reputacional do crime. Essa prática reforça o caráter assimétrico da violência envolvida, na qual o controle da informação se converte em instrumento de coerção econômica.</p>



<p><strong>O autor:</strong>&nbsp;Erivaldo Vieira é mestre em Teoria Econômica pela Universidade Estadual de Campinas. É docente da FECAP há 24 anos, onde atua como professor de Economia. É pesquisador de indicadores da Economia do Crime, Microeconomia Aplicada e Economia da Informação, além de coordenar o Centro de Estudos em Economia do Crime.</p>



<p><strong>CENTRO DE ESTUDOS EM ECONOMIA DO CRIME</strong></p>



<p>O Centro de Estudos em Economia do Crime foi criado em 2016, com a missão de iluminar os aspectos econômicos do crime. Nosso trabalho principal é informar a sociedade sobre crimes, especialmente roubos e furtos de itens valiosos como automóveis, motocicletas e celulares.</p>



<p>A iniciativa busca gerar conhecimento acessível sobre a economia do crime, visando iluminar causas e consequências da criminalidade para embasar ações práticas.</p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2026/02/09/artigo-o-roubo-de-celulares-e-a-nova-face-do-crime-organizado-urbano-em-sao-paulo/">Artigo &#8211; O roubo de celulares e a nova face do crime organizado urbano em São Paulo</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.fecap.br/2026/02/09/artigo-o-roubo-de-celulares-e-a-nova-face-do-crime-organizado-urbano-em-sao-paulo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Carnaval: roubos e furtos de celulares crescem durante a folia, veja onde aconteceram mais ocorrências na capital em 2025</title>
		<link>https://www.fecap.br/2026/02/09/carnaval-roubos-e-furtos-de-celulares-crescem-durante-a-folia-veja-onde-aconteceram-mais-ocorrencias-na-capital-em-2025/</link>
					<comments>https://www.fecap.br/2026/02/09/carnaval-roubos-e-furtos-de-celulares-crescem-durante-a-folia-veja-onde-aconteceram-mais-ocorrencias-na-capital-em-2025/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 16:30:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Estudos em Economia do Crime (CEEC)]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Erivaldo Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[roubo de celular]]></category>
		<category><![CDATA[sp]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.fecap.br/?p=70010</guid>

					<description><![CDATA[<p>Carnaval: roubos e furtos de celulares crescem durante a folia, veja onde aconteceram mais ocorrências na capital em 2025</p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2026/02/09/carnaval-roubos-e-furtos-de-celulares-crescem-durante-a-folia-veja-onde-aconteceram-mais-ocorrencias-na-capital-em-2025/">Carnaval: roubos e furtos de celulares crescem durante a folia, veja onde aconteceram mais ocorrências na capital em 2025</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Levantamento do Centro de Estudos em Economia do Crime da&nbsp;<a href="https://www.fecap.br/">Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</a>, com base na análise minuciosa dos boletins de ocorrência registrados no período pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) estadual, mostra que os roubos e furtos de celulares na capital paulista aumentam durante o Carnaval. No mês de março de 2025, quando ocorreram as festividades do ano passado, houve alta de 3,2% no número de ocorrências nas vias mais visadas pelos criminosos, em comparação à folia de 2024, ocorrida em fevereiro daquele ano.</p>



<p>“No período de Carnaval de 2025, o volume total de ocorrências permaneceu praticamente estável, mas ocorreu uma forte realocação espacial dos crimes, diretamente associada à dinâmica dos grandes eventos”, explica o pesquisador responsável pela análise, Erivaldo Vieira.</p>



<p>Vias que tradicionalmente concentram blocos de grande porte apresentaram <strong>quedas expressivas</strong>, como a <strong>Avenida Paulista (-41%)</strong>, a <strong>Avenida Marques de São Vicente (-44%)</strong> e a <strong>Avenida Auro Soares de Moura Andrade (-60%)</strong>, sugerindo redução da exposição criminal nesses eixos durante o período analisado.</p>



<p>Em contrapartida, observa-se crescimento abrupto em logradouros específicos, com destaque para a <strong>Rua Treze de Maio (+258%)</strong>, a <strong>Rua Rui Barbosa (+85%)</strong> e a <strong>Rua Coronel Xavier de Toledo (+43%)</strong>, além da forte concentração na <strong>Avenida Pedro Álvares Cabral</strong>, que passa a figurar como um dos principais palcos para os megablocos.</p>



<p><strong>Ocorrências de roubo e furto de celulares por logradouro | Carnaval – São Paulo (Fev 2024 vs. Mar 2025)</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Logradouro</strong></td><td><strong>Fevereiro 2024</strong></td><td><strong>Março 2025</strong></td><td><strong>Variação %</strong></td></tr><tr><td><strong>Avenida Paulista</strong><strong></strong></td><td>112</td><td>66</td><td><strong>-41,1%</strong></td></tr><tr><td><strong>Rua Augusta</strong></td><td>171</td><td>–</td><td>–</td></tr><tr><td><strong>Rua Treze de Maio</strong><strong></strong></td><td>19</td><td>68</td><td><strong>+257,9%</strong></td></tr><tr><td><strong>Rua da Consolação</strong></td><td>115</td><td>–</td><td>–</td></tr><tr><td><strong>Avenida Brigadeiro Luís Antônio</strong><strong></strong></td><td>13</td><td>17</td><td>+30,8%</td></tr><tr><td><strong>Avenida Nove de Julho</strong></td><td>17</td><td>–</td><td>–</td></tr><tr><td><strong>Avenida Ipiranga</strong><strong></strong></td><td>39</td><td>44</td><td>+12,8%</td></tr><tr><td><strong>Avenida São João</strong></td><td>45</td><td>32</td><td>-28,9%</td></tr><tr><td><strong>Praça da República</strong><strong></strong></td><td>58</td><td>53</td><td>-8,6%</td></tr><tr><td><strong>Rua Coronel Xavier de Toledo</strong></td><td>28</td><td>40</td><td>+42,9%</td></tr><tr><td><strong>Rua Bento Freitas</strong><strong></strong></td><td>–</td><td>22</td><td>–</td></tr><tr><td><strong>Avenida Mário de Andrade</strong></td><td>124</td><td>120</td><td>-3,2%</td></tr><tr><td><strong>Avenida Francisco Matarazzo</strong><strong></strong></td><td>22</td><td>25</td><td>+13,6%</td></tr><tr><td><strong>Avenida Marques de São Vicente</strong></td><td>87</td><td>49</td><td><strong>-43,7%</strong></td></tr><tr><td><strong>Avenida Auro Soares de Moura Andrade</strong><strong></strong></td><td>30</td><td>12</td><td>-60,0%</td></tr><tr><td><strong>Rua Tagipuru</strong></td><td>–</td><td>17</td><td>–</td></tr><tr><td><strong>Rua Peixoto Gomide</strong><strong></strong></td><td>16</td><td>–</td><td>–</td></tr><tr><td><strong>Rua Rui Barbosa</strong></td><td>13</td><td>24</td><td>+84,6%</td></tr><tr><td><strong>Avenida Pedro Álvares Cabral</strong><strong></strong></td><td>–</td><td>263</td><td>–</td></tr><tr><td><strong>Rua Domingos de Morais</strong></td><td>–</td><td>53</td><td>–</td></tr><tr><td><strong>Rua Vergueiro</strong><strong></strong></td><td>–</td><td>39</td><td>–</td></tr><tr><td><strong>Avenida Professor Noé Azevedo</strong></td><td>–</td><td>19</td><td>–</td></tr><tr><td><strong>Rua Conselheiro Ramalho</strong><strong></strong></td><td>–</td><td>18</td><td>–</td></tr><tr><td><strong>Rua dos Pinheiros</strong></td><td>39</td><td>–</td><td>–</td></tr><tr><td><strong>Rua Fradique Coutinho</strong><strong></strong></td><td>28</td><td>–</td><td>–</td></tr><tr><td><strong>Rua Henrique Schaumann</strong></td><td>43</td><td>–</td><td>–</td></tr><tr><td><strong>Rua Mourato Coelho</strong><strong></strong></td><td>34</td><td>39</td><td>+14,7%</td></tr><tr><td><strong>Rua Teodoro Sampaio</strong></td><td>27</td><td>–</td><td>–</td></tr><tr><td><strong>Rua Álvaro Anes</strong><strong></strong></td><td>–</td><td>33</td><td>–</td></tr><tr><td><strong>Rua Cunha Gago</strong></td><td>–</td><td>29</td><td>–</td></tr><tr><td><strong>Rua Edson Dias</strong><strong></strong></td><td>–</td><td>26</td><td>–</td></tr><tr><td><strong>Total geral</strong></td><td><strong>1.132</strong></td><td><strong>1.168</strong></td><td><strong>+3,2%</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p>“Esse padrão reforça a hipótese de que o crime segue os fluxos temporários de grandes aglomerações, ajustando-se rapidamente à mudança de trajetos e endereços dos blocos carnavalescos”, aponta Vieira.</p>



<p>Na opinião do pesquisador da FECAP, os dados impõem à política pública um desafio claro: o policiamento e a prevenção precisam ser tão móveis quanto os eventos, exigindo planejamento antecipado, leitura fina dos trajetos e uso intensivo de microdados para mitigar picos localizados durante grandes festas urbanas.</p>



<p>Segundo o docente da FECAP, a Operação Carnaval 2025 refletiu uma mudança estratégica relevante na atuação das forças de segurança, com foco em ações coordenadas, inteligência operacional e uso intensivo de tecnologia. “Houve um avanço importante na integração entre policiamento ostensivo, monitoramento e investigação, o que permitiu respostas mais rápidas e intervenções mais precisas nos pontos críticos”, afirma.</p>



<p>Entre as principais inovações, Vieira destaca o uso de agentes infiltrados nos blocos, atuando de forma disfarçada, o que aumentou o efeito surpresa e ampliou a taxa de prisões em flagrante. “Esse tipo de policiamento reduz a previsibilidade da ação policial e eleva o risco percebido pelos criminosos, o que tende a desestimular a atuação das quadrilhas”, explica.</p>



<p>Outro fator decisivo foi o emprego de drones para vigilância aérea. “A tecnologia permitiu identificar padrões de movimentação suspeita e orientar, em tempo real, as equipes em solo, aumentando a eficiência das abordagens”, diz. Além disso, o pesquisador ressalta que a recuperação imediata de aparelhos subtraídos ainda durante os eventos contribuiu para reduzir o prejuízo econômico das vítimas.</p>



<p>Vieira também chama atenção para o crescimento expressivo do uso do aplicativo Celular Seguro, que permite aos cidadãos comunicar de forma eficiente e ágil as ocorrências de roubos e furtos de celulares, contribuindo para a redução desses crimes.</p>



<p><strong>O especialista:</strong>&nbsp;Erivaldo Vieira é mestre em Teoria Econômica pela Universidade Estadual de Campinas. É docente da FECAP há 24 anos, onde atua como professor de Economia. É pesquisador de indicadores da Economia do Crime, Microeconomia Aplicada e Economia da Informação, além de coordenar o Centro de Estudos em Economia do Crime.</p>



<p><strong>CENTRO DE ESTUDOS EM ECONOMIA DO CRIME</strong></p>



<p>O Centro de Estudos em Economia do Crime foi criado em 2016, com a missão de iluminar os aspectos econômicos do crime. Nosso trabalho principal é informar a sociedade sobre crimes, especialmente roubos e furtos de itens valiosos como automóveis, motocicletas e celulares.</p>



<p>A iniciativa busca gerar conhecimento acessível sobre a economia do crime, visando iluminar causas e consequências da criminalidade para embasar ações práticas.</p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2026/02/09/carnaval-roubos-e-furtos-de-celulares-crescem-durante-a-folia-veja-onde-aconteceram-mais-ocorrencias-na-capital-em-2025/">Carnaval: roubos e furtos de celulares crescem durante a folia, veja onde aconteceram mais ocorrências na capital em 2025</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.fecap.br/2026/02/09/carnaval-roubos-e-furtos-de-celulares-crescem-durante-a-folia-veja-onde-aconteceram-mais-ocorrencias-na-capital-em-2025/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Roubos e furtos de celulares caem 9,05% em SP em 2025; veja cidades, bairros e locais com mais ocorrências</title>
		<link>https://www.fecap.br/2026/02/09/roubos-e-furtos-de-celulares-caem-905-em-sp-em-2025-veja-cidades-bairros-e-locais-com-mais-ocorrencias/</link>
					<comments>https://www.fecap.br/2026/02/09/roubos-e-furtos-de-celulares-caem-905-em-sp-em-2025-veja-cidades-bairros-e-locais-com-mais-ocorrencias/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 16:24:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Estudos em Economia do Crime (CEEC)]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Erivaldo Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[roubos e furtos]]></category>
		<category><![CDATA[sp]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.fecap.br/?p=70007</guid>

					<description><![CDATA[<p>Roubos e furtos de celulares caem 9,05% em SP em 2025; veja cidades, bairros e locais com mais ocorrências</p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2026/02/09/roubos-e-furtos-de-celulares-caem-905-em-sp-em-2025-veja-cidades-bairros-e-locais-com-mais-ocorrencias/">Roubos e furtos de celulares caem 9,05% em SP em 2025; veja cidades, bairros e locais com mais ocorrências</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O número de ocorrências de roubos e furtos de celulares no estado de São Paulo reduziu em 9,05% no volume total de registros em 2025, em comparação a 2024. Os dados são de um levantamento do Centro de Estudos em Economia do Crime da&nbsp;<a href="https://www.fecap.br/">Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)</a>, com base na análise minuciosa dos boletins de ocorrência registrados no período pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) estadual.</p>



<p>Segundo o pesquisador responsável pela análise, Erivaldo Vieira, a queda geral do número de ocorrências pode ser atribuído a políticas de segurança pública sazonais mais incisivas, ao aumento do número de prisões efetuadas — que contribuem diretamente para a incapacitação temporária de infratores recorrentes — e, de forma mais residual, à recente queda nas taxas de desemprego, que tende a reduzir a pressão econômica associada à entrada no mercado criminal.</p>



<p>“A queda sustentada em quase todos os meses aponta para um fenômeno estrutural e não apenas conjuntural, indicando que as estratégias de policiamento, repressão qualificada e prevenção podem estar atingindo um ponto de maturação que desestimula a prática criminosa de forma contínua”, analisa.</p>



<p><strong>Total de ocorrências por ano e mês (Roubo + Furto)</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Mês</strong></td><td><strong>2024</strong></td><td><strong>2025</strong></td><td><strong>Variação Percentual</strong></td></tr><tr><td><strong>jan</strong><strong></strong></td><td>28276</td><td>27846</td><td>-1,52%</td></tr><tr><td><strong>fev</strong></td><td>28520</td><td>25761</td><td>-9,68%</td></tr><tr><td><strong>mar</strong><strong></strong></td><td>28966</td><td>28976</td><td>+0,03%</td></tr><tr><td><strong>abr</strong></td><td>29062</td><td>25247</td><td>-13,13%</td></tr><tr><td><strong>mai</strong><strong></strong></td><td>28656</td><td>26278</td><td>-8,29%</td></tr><tr><td><strong>jun</strong></td><td>28217</td><td>24472</td><td>-13,27%</td></tr><tr><td><strong>jul</strong><strong></strong></td><td>26928</td><td>25514</td><td>-5,25%</td></tr><tr><td><strong>ago</strong></td><td>27308</td><td>24868</td><td>-8,94%</td></tr><tr><td><strong>set</strong><strong></strong></td><td>26257</td><td>25462</td><td>-3,03%</td></tr><tr><td><strong>out</strong></td><td>28189</td><td>24875</td><td>-11,76%</td></tr><tr><td><strong>nov</strong><strong></strong></td><td>27070</td><td>23397</td><td>-13,57%</td></tr><tr><td><strong>dez</strong></td><td>28231</td><td>22612</td><td>-19,90%</td></tr><tr><td><strong>Total</strong><strong></strong></td><td><strong>335680</strong></td><td><strong>305308</strong></td><td><strong>-9,05%</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p><strong>Ocorrências de Roubo e Furto: Totais e Médias (2024 vs. 2025)</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><td><strong>Indicador</strong></td><td><strong>2024</strong></td><td><strong>2025</strong></td><td><strong>Variação (%)</strong></td></tr></thead><tbody><tr><td><strong>Total de ocorrências</strong></td><td>335.680</td><td>305.308</td><td><strong>-9,05%</strong></td></tr><tr><td><strong>Média mensal</strong></td><td>27.973</td><td>25.442</td><td>-9,05%</td></tr><tr><td><strong>Média semanal</strong></td><td>6.455</td><td>5.871</td><td>-9,05%</td></tr><tr><td><strong>Média diária</strong></td><td>920</td><td>837</td><td>-9,05%</td></tr></tbody></table></figure>



<p>A análise comparativa entre 2024 e 2025 revela uma redução geral de 9,05% no total de ocorrências de roubo e furto no período, passando de 335.680 para 305.308 registros.</p>



<p>Segundo o pesquisador responsável pela análise, Erivaldo Vieira, o cenário mostra uma retração robusta e consistente ao longo do ano. “Esse movimento sugere um aumento na eficácia dos mecanismos de dissuasão ou uma alteração na dinâmica de mercado de bens ilícitos. Destaca-se que a queda foi quase universal entre os meses, com exceção de março, que permaneceu em estabilidade estatística (+0,03%), possivelmente influenciado pelo deslocamento do calendário do Carnaval. O declínio mais acentuado ocorreu no último trimestre, culminando em uma redução de quase 20% em dezembro”, aponta.</p>



<p><strong>Roubos caem, furtos aumentam</strong></p>



<p>Quando os dados são separados por tipificação penal revela uma mudança qualitativa relevante na dinâmica criminal. Os roubos, caracterizados por violência ou grave ameaça, apresentaram uma queda expressiva de aproximadamente 19,7%, sinalizando avanços na proteção da integridade física das vítimas e na sensação de segurança. Em contraste, os furtos registraram leve aumento de 1,77%, indicando maior resiliência da criminalidade patrimonial sem contato direto.</p>



<p><strong>Distribuição por tipo de crime (Furto vs. Roubo)</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Tipo de Crime</strong></td><td><strong>2024</strong></td><td><strong>2025</strong></td><td><strong>Variação Percentual</strong></td></tr><tr><td><strong>Furto (art. 155)</strong><strong></strong></td><td>166633</td><td>169582</td><td>+1,77%</td></tr><tr><td><strong>Roubo (art. 157)</strong></td><td>169047</td><td>135726</td><td>-19,70%</td></tr><tr><td><strong>Total Geral</strong><strong></strong></td><td><strong>335680</strong></td><td><strong>305308</strong></td><td><strong>-9,05%</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p>Segundo o docente da FECAP, esse padrão é interpretado como migração de modalidade ou substituição de risco, em que o criminoso, diante de policiamento mais ostensivo e maior custo esperado do crime violento, opta por práticas menos arriscadas. “A redução dos roubos sugere eficácia das estratégias de repressão qualificada e prevenção, enquanto o crescimento marginal dos furtos aponta para a necessidade de políticas focadas na redução de oportunidades, vigilância passiva e conscientização da população, especialmente quanto ao descuido com objetos de valor, como telefones celulares”, explica.</p>



<p><strong>CIDADES COM MAIS OCORRÊNCIAS</strong></p>



<p>Quando são analisadas as cidades com mais ocorrências, também se verifica queda da criminalidade de forma descentralizada, com reduções mais intensas em municípios da Região Metropolitana e do Litoral do que na capital.</p>



<p>Enquanto São Paulo registrou queda moderada de 4,11%, cidades como Praia Grande apresentaram declínios expressivos, possivelmente associados a operações sazonais e maior monitoramento. No Grande ABC, São André e São Bernardo do Campo tiveram reduções próximas a 19%, sugerindo ganhos com a integração regional das forças de segurança.</p>



<p>A diferença de intensidade entre a capital e os municípios vizinhos aponta para efeitos espaciais distintos, seja por transbordamentos da saturação policial em São Paulo, seja por maior eficiência relativa das políticas locais em 2025.</p>



<p><strong>Top 20 municípios com mais ocorrências (2024 vs 2025)</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Município</strong></td><td><strong>2024</strong></td><td><strong>2025</strong></td><td><strong>Variação Percentual</strong></td></tr><tr><td><strong>S.PAULO</strong><strong></strong></td><td>191681</td><td>183798</td><td>-4,11%</td></tr><tr><td><strong>GUARULHOS</strong></td><td>9177</td><td>7612</td><td>-17,05%</td></tr><tr><td><strong>CAMPINAS</strong><strong></strong></td><td>7925</td><td>6985</td><td>-11,86%</td></tr><tr><td><strong>S.ANDRE</strong></td><td>7632</td><td>6151</td><td>-19,40%</td></tr><tr><td><strong>S.BERNARDO DO CAMPO</strong><strong></strong></td><td>6317</td><td>5110</td><td>-19,11%</td></tr><tr><td><strong>OSASCO</strong></td><td>5271</td><td>4793</td><td>-9,07%</td></tr><tr><td><strong>PRAIA GRANDE</strong><strong></strong></td><td>4344</td><td>3251</td><td>-25,16%</td></tr><tr><td><strong>DIADEMA</strong></td><td>3290</td><td>2856</td><td>-13,19%</td></tr><tr><td><strong>S.VICENTE</strong><strong></strong></td><td>3079</td><td>2986</td><td>-3,02%</td></tr><tr><td><strong>RIBEIRAO PRETO</strong></td><td>2997</td><td>2875</td><td>-4,07%</td></tr><tr><td><strong>CARAPICUIBA</strong><strong></strong></td><td>2841</td><td>2366</td><td>-16,72%</td></tr><tr><td><strong>GUARUJA*</strong></td><td>2786</td><td>–</td><td>–</td></tr><tr><td><strong>ITAQUAQUECETUBA</strong><strong></strong></td><td>2775</td><td>2697</td><td>-2,81%</td></tr><tr><td><strong>SOROCABA</strong></td><td>2744</td><td>2512</td><td>-8,45%</td></tr><tr><td><strong>MAUA</strong><strong></strong></td><td>2605</td><td>1877</td><td>-27,95%</td></tr><tr><td><strong>SANTOS</strong></td><td>2392</td><td>2342</td><td>-2,09%</td></tr><tr><td><strong>TABOAO DA SERRA</strong><strong></strong></td><td>2150</td><td>1656</td><td>-22,98%</td></tr><tr><td><strong>SUZANO</strong></td><td>2143</td><td>1743</td><td>-18,67%</td></tr><tr><td><strong>S.JOSE DO RIO PRETO</strong><strong></strong></td><td>2068</td><td>1845</td><td>-10,78%</td></tr><tr><td><strong>EMBU DAS ARTES</strong></td><td>2031</td><td>1829</td><td>-9,95%</td></tr><tr><td><strong>Total dos 20</strong><strong></strong></td><td><strong>266248</strong></td><td><strong>247209</strong></td><td><strong>-7,15%</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p>Em 2024, cerca de 79,3% de todos os roubos e furtos estavam concentrados nas 20 cidades com maior número de ocorrências. Em 2025, essa concentração aumenta para 81,0%, apesar da queda absoluta no número total de crimes. “Isso indica um aumento da concentração espacial do crime, sugerindo que a redução observada no agregado foi mais intensa fora do grupo das grandes cidades. O resultado reforça a relevância de políticas focalizadas territorialmente, já que uma parcela crescente do crime permanece concentrada em poucos centros urbanos”, pontua Vieira.</p>



<p><strong>DISTRITOS DE SP COM MAIS OCORRÊNCIAS</strong></p>



<p>O mapeamento por distritos da cidade de São Paulo mostra maior concentração relativa em áreas específicas. Locais tradicionalmente críticos, como <strong>Barra Funda</strong>, apresentaram reduções expressivas (-17,71%), possivelmente associadas a intervenções focais ou alterações no uso do espaço urbano. Em contrapartida, áreas de elevada circulação de pessoas e intensa atividade econômica e acadêmica, como <strong>Vila Mariana</strong> (+13,83%), <strong>Liberdade</strong> (+11,73%), <strong>Bela Vista</strong> e <strong>Pinheiros</strong>, registraram aumentos relevantes, compatíveis com a expansão de crimes oportunistas, especialmente aqueles voltados à subtração de dispositivos móveis.</p>



<p><strong>Top distritos da cidade de São Paulo</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Distrito (SP – capital)</strong></td><td><strong>2024</strong></td><td><strong>2025</strong></td><td><strong>Variação (%)</strong></td></tr><tr><td><strong>PINHEIROS</strong><strong></strong></td><td>6.219</td><td>6.429</td><td>+3,38%</td></tr><tr><td><strong>BRÁS</strong></td><td>4.512</td><td>5.239</td><td>+16,12%</td></tr><tr><td><strong>BELA VISTA</strong><strong></strong></td><td>4.665</td><td>4.859</td><td>+4,16%</td></tr><tr><td><strong>BARRA FUNDA</strong></td><td>4.336</td><td>3.568</td><td>-17,71%</td></tr><tr><td><strong>BOM RETIRO</strong><strong></strong></td><td>3.849</td><td>3.640</td><td>-5,43%</td></tr><tr><td><strong>REPÚBLICA</strong></td><td>3.769</td><td>3.419</td><td>-9,29%</td></tr><tr><td><strong>VILA MARIANA</strong><strong></strong></td><td>3.376</td><td>3.843</td><td>+13,83%</td></tr><tr><td><strong>CONSOLAÇÃO</strong></td><td>4.821</td><td>4.848</td><td>+0,56%</td></tr><tr><td><strong>SANTANA</strong><strong></strong></td><td>3.353</td><td>3.024</td><td>-9,81%</td></tr><tr><td><strong>ITAIM BIBI</strong></td><td>3.283</td><td>3.186</td><td>-2,95%</td></tr><tr><td><strong>SANTO AMARO</strong><strong></strong></td><td>3.110</td><td>3.336</td><td>+7,27%</td></tr><tr><td><strong>IPIRANGA</strong></td><td>2.949</td><td>2.563</td><td>-13,09%</td></tr><tr><td><strong>CAPÃO REDONDO</strong><strong></strong></td><td>2.820</td><td>2.809</td><td>-0,39%</td></tr><tr><td><strong>LIBERDADE</strong></td><td>2.813</td><td>3.143</td><td>+11,73%</td></tr><tr><td><strong>JARDIM PAULISTA</strong><strong></strong></td><td>2.749</td><td>2.800</td><td>+1,86%</td></tr><tr><td><strong>SÉ</strong></td><td>2.450</td><td>2.379</td><td>-2,90%</td></tr><tr><td><strong>CAMPO LIMPO</strong><strong></strong></td><td>2.130</td><td>2.109</td><td>-0,99%</td></tr><tr><td><strong>ITAQUERA*</strong></td><td>2.362</td><td>–</td><td>–</td></tr><tr><td><strong>TOTAL (ajustado)</strong><strong></strong></td><td><strong>63.566</strong></td><td><strong>63.366</strong></td><td><strong>-0,31%</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p>“Os 20 distritos com mais ocorrências concentram aproximadamente um terço das ocorrências da capital, participação que se elevou de 33,2% em 2024 para 34,5% em 2025, indicando aumento da concentração espacial mesmo em um contexto de queda do volume total de crimes. Esse padrão sugere um processo de migração intraurbana do crime, no qual a pressão policial em determinados bairros desloca a atividade criminosa para áreas adjacentes percebidas como de menor risco”, aponta o pesquisador da FECAP.</p>



<p>Do ponto de vista da gestão pública, na opinião do pesquisador, o resultado evidencia que a redução agregada da criminalidade não se traduz em melhora homogênea no território, impondo o desafio de estratégias dinâmicas, integradas e territorialmente ajustadas de prevenção e policiamento. O padrão reforça a presença de hotspots persistentes, coerentes com explicações da economia urbana, elevada circulação de pessoas, intensa atividade comercial e limites à dispersão espacial do policiamento.</p>



<p><strong>LOCAIS DA CAPITAL COM MAIS OCORRÊNCIAS</strong></p>



<p>A análise dos principais logradouros da capital com mais ocorrências mostra uma <strong>reorganização espacial significativa da criminalidade</strong>, com reduções expressivas em eixos historicamente críticos e crescimento relevante em outros corredores urbanos. Vias tradicionalmente associadas a grande fluxo de pessoas, lazer e transporte — como <strong>Avenida Paulista, Praça da Luz, Avenida Cruzeiro do Sul e Rua Augusta</strong> — apresentaram <strong>quedas superiores a 17%</strong>, sugerindo efeitos positivos de policiamento direcionado, mudanças no padrão de circulação urbana e possíveis estratégias preventivas associadas a grandes eventos e períodos críticos.</p>



<p>Em contrapartida, observa-se <strong>crescimento acentuado em logradouros específicos</strong>, como a <strong>Avenida Senador Teotônio Vilela (+43%)</strong>, <strong>Avenida Celso Garcia (+25,5%)</strong>, <strong>Rua da Consolação (+24,9%)</strong> e <strong>Avenida Tiradentes (+18,3%)</strong>, indicando deslocamento da atividade criminosa para corredores com intensa circulação cotidiana, mas possivelmente menor saturação policial relativa.</p>



<p><strong>Ocorrências de roubo e furto por logradouro (São Paulo – capital)</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Logradouro</strong></td><td><strong>2024</strong></td><td><strong>2025</strong></td><td><strong>Variação %</strong></td></tr><tr><td><strong>Vedação da divulgação dos dados relativos</strong><strong></strong></td><td>4.592</td><td>3.954</td><td><strong>-13,9%</strong></td></tr><tr><td><strong>Avenida Paulista</strong></td><td>2.354</td><td>1.791</td><td><strong>-23,9%</strong></td></tr><tr><td><strong>Praça da Luz</strong><strong></strong></td><td>2.081</td><td>1.640</td><td>-21,2%</td></tr><tr><td><strong>Avenida Cruzeiro do Sul</strong></td><td>1.932</td><td>1.535</td><td>-20,6%</td></tr><tr><td><strong>Avenida Mário de Andrade</strong><strong></strong></td><td>1.536</td><td>1.262</td><td>-17,8%</td></tr><tr><td><strong>Rua Augusta</strong></td><td>1.424</td><td>1.182</td><td>-17,0%</td></tr><tr><td><strong>Avenida do Estado</strong><strong></strong></td><td>1.353</td><td>1.430</td><td><strong>+5,7%</strong></td></tr><tr><td><strong>Avenida Brigadeiro Faria Lima</strong></td><td>1.009</td><td>884</td><td>-12,4%</td></tr><tr><td><strong>Rua da Consolação</strong><strong></strong></td><td>979</td><td>1.223</td><td><strong>+24,9%</strong></td></tr><tr><td><strong>Avenida Marechal Tito</strong></td><td>930</td><td>–</td><td>–</td></tr><tr><td><strong>Avenida das Nações Unidas</strong><strong></strong></td><td>858</td><td>859</td><td>+0,1%</td></tr><tr><td><strong>Avenida Francisco Matarazzo</strong></td><td>810</td><td>–</td><td>–</td></tr><tr><td><strong>Rua Vergueiro</strong><strong></strong></td><td>774</td><td>823</td><td>+6,3%</td></tr><tr><td><strong>Estrada do M’Boi Mirim</strong></td><td>716</td><td>745</td><td>+4,1%</td></tr><tr><td><strong>Estrada de Itapecerica</strong><strong></strong></td><td>698</td><td>673</td><td>-3,6%</td></tr><tr><td><strong>Avenida Tiradentes</strong></td><td>663</td><td>784</td><td><strong>+18,3%</strong></td></tr><tr><td><strong>Avenida Prestes Maia</strong><strong></strong></td><td>643</td><td>646</td><td>+0,5%</td></tr><tr><td><strong>Avenida Celso Garcia</strong></td><td>623</td><td>782</td><td><strong>+25,5%</strong></td></tr><tr><td><strong>Rua Brigadeiro Tobias</strong><strong></strong></td><td>622</td><td>–</td><td>–</td></tr><tr><td><strong>Av. Senador Teotônio Vilela</strong></td><td>619</td><td>885</td><td><strong>+43,0%</strong></td></tr><tr><td><strong>Rua Treze de Maio</strong><strong></strong></td><td>–</td><td>699</td><td>–</td></tr><tr><td><strong>Praça da República</strong></td><td>–</td><td>655</td><td>–</td></tr><tr><td><strong>Av. Pres. Castelo Branco</strong><strong></strong></td><td>–</td><td>751</td><td>–</td></tr><tr><td><strong>Total Geral</strong></td><td><strong>25.216</strong></td><td><strong>23.203</strong></td><td><strong>-8,0%</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p>“Esse padrão reforça a hipótese de migração intraurbana do crime, em que a repressão focalizada em determinados eixos desloca delitos oportunistas para áreas adjacentes ou alternativas”, finaliza o pesquisador da FECAP.</p>



<p><strong>O especialista:</strong>&nbsp;Erivaldo Vieira é mestre em Teoria Econômica pela Universidade Estadual de Campinas. É docente da FECAP há 24 anos, onde atua como professor de Economia. É pesquisador de indicadores da Economia do Crime, Microeconomia Aplicada e Economia da Informação, além de coordenar o Centro de Estudos em Economia do Crime.</p>



<p><strong>CENTRO DE ESTUDOS EM ECONOMIA DO CRIME</strong></p>



<p>O Centro de Estudos em Economia do Crime foi criado em 2016, com a missão de iluminar os aspectos econômicos do crime. Nosso trabalho principal é informar a sociedade sobre crimes, especialmente roubos e furtos de itens valiosos como automóveis, motocicletas e celulares.</p>



<p>A iniciativa busca gerar conhecimento acessível sobre a economia do crime, visando iluminar causas e consequências da criminalidade para embasar ações práticas.</p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2026/02/09/roubos-e-furtos-de-celulares-caem-905-em-sp-em-2025-veja-cidades-bairros-e-locais-com-mais-ocorrencias/">Roubos e furtos de celulares caem 9,05% em SP em 2025; veja cidades, bairros e locais com mais ocorrências</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.fecap.br/2026/02/09/roubos-e-furtos-de-celulares-caem-905-em-sp-em-2025-veja-cidades-bairros-e-locais-com-mais-ocorrencias/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quatro motos são roubadas ou furtadas por hora no Estado de São Paulo. Indicador inédito mostra cidades mais vulneráveis</title>
		<link>https://www.fecap.br/2025/02/22/quatro-motos-sao-roubadas-ou-furtadas-por-hora-no-estado-de-sao-paulo-indicador-inedito-mostra-cidades-mais-vulneraveis/</link>
					<comments>https://www.fecap.br/2025/02/22/quatro-motos-sao-roubadas-ou-furtadas-por-hora-no-estado-de-sao-paulo-indicador-inedito-mostra-cidades-mais-vulneraveis/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vagner Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Feb 2025 14:29:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centro de Estudos em Economia do Crime (CEEC)]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Erivaldo Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[FECAP]]></category>
		<category><![CDATA[roubo e furto e moto em sp]]></category>
		<category><![CDATA[Tracker-Fecap]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.fecap.br/?p=61759</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guarulhos, Sorocaba, São Bernardo do Campo e Santo André tiveram alta expressiva nos índices. Campinas, Diadema, Santos e Praia Grande registraram queda O Estado de São Paulo registrou aumento de 7,26% nos roubos e furtos de motos, em 2024, em comparação com o ano anterior. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2025/02/22/quatro-motos-sao-roubadas-ou-furtadas-por-hora-no-estado-de-sao-paulo-indicador-inedito-mostra-cidades-mais-vulneraveis/">Quatro motos são roubadas ou furtadas por hora no Estado de São Paulo. Indicador inédito mostra cidades mais vulneráveis</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Guarulhos, Sorocaba, São Bernardo do Campo e Santo André tiveram alta expressiva nos índices. Campinas, Diadema, Santos e Praia Grande registraram queda</em></p>



<p>O Estado de São Paulo registrou aumento de 7,26% nos roubos e furtos de motos, em 2024, em comparação com o ano anterior. Foram registrados 38.039 boletins de ocorrência no total, sendo 36.735 relacionados a motocicletas e 1.304 eventos com motonetas, também conhecidas como <em>scooters</em>. Os meses de outubro, novembro e dezembro lideram as estatísticas. Os dados fazem parte do Boletim Tracker-Fecap, que acaba de ser tabulado.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Roubo e Furto </strong><strong></strong></td><td><strong>Motociclo</strong></td><td><strong>Motoneta</strong></td><td><strong>Total Geral</strong></td></tr><tr><td><strong>2024</strong></td><td><strong>36.735</strong></td><td><strong>1.304</strong></td><td><strong>38.039</strong></td></tr><tr><td><strong>2023</strong></td><td><strong>34.143</strong></td><td><strong>1.322</strong></td><td><strong>35.465</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p>Os furtos são os preferidos pelos bandidos. Ao todo foram 27.283, um aumento de 11,7% na comparação com 2023, que registrou 24.423. Já os roubos somaram 10.756 casos em 2024, com diminuição de 2,59% em relação ao ano anterior, quando foram registrados 11.042 roubos. “A modalidade furto é a mais praticada pelos criminosos por envolver menor risco. Além disso, a pena imposta ao criminoso é mais branda”, analisa o gerente de Comando e Monitoramento do Grupo Tracker, Vitor Corrêa.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Roubo e Furto 2024</strong></td><td><strong>Furto (art. 155)</strong></td><td><strong>Roubo (art. 157)</strong></td><td><strong>Total Geral</strong></td></tr><tr><td><strong>2024</strong></td><td><strong>27.283</strong></td><td><strong>10.756</strong></td><td><strong>38.039</strong></td></tr><tr><td><strong>2023</strong></td><td><strong>24.423</strong></td><td><strong>11.042</strong></td><td><strong>35.465</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p><strong>Cidades mais perigosas</strong></p>



<p>O Boletim Tracker-Fecap revela que 75,74% das ocorrências estão concentradas em 20 municípios. “Esse dado evidencia a necessidade de ações de segurança pública direcionadas e estratégias específicas para cada uma delas”, afirma o pesquisador da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) responsável pelo estudo, Erivaldo Vieira.</p>



<p>A liderança na concentração de ocorrências permanece na capital, com um aumento de 9% no número de casos (15.474 em 2024 contra 14.185 em 2023). Campinas caiu da segunda para a terceira posição, com redução de 8,5% no número de ocorrências (1.429 em 2024 contra 1.562 em 2023). Guarulhos apresentou um aumento significativo de 40,1%, subindo da sétima para a terceira posição (1.250 ocorrências em 2024, comparado com 892 em 2023). Osasco manteve-se no quarto lugar, com um pequeno aumento de 0,7% no número de casos (1.143 em 2024 contra 1.135 em 2023). São Bernardo do Campo e Santo André subiram posições com um aumento de 7,7% e 11,3% respectivamente. Sorocaba também teve aumento considerável, com 32,9% mais eventos. Além de Campinas, Santos (-11,6%), Diadema (-10,6%) e Praia Grande (-7,3%) registraram redução de eventos.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Análise de Ocorrências por Cidade 2024</strong></td><td><strong>Contagem de BO</strong></td></tr><tr><td><strong>SÃO PAULO</strong></td><td><strong>15.474</strong></td></tr><tr><td><strong>CAMPINAS</strong></td><td><strong>1.429</strong></td></tr><tr><td><strong>GUARULHOS</strong></td><td><strong>1.250</strong></td></tr><tr><td><strong>OSASCO</strong></td><td><strong>1.143</strong></td></tr><tr><td><strong>SÃO BERNARDO DO CAMPO</strong></td><td><strong>1.087</strong></td></tr><tr><td><strong>SANTO ANDRÉ</strong></td><td><strong>1.051</strong></td></tr><tr><td><strong>SOROCABA</strong></td><td><strong>990</strong></td></tr><tr><td><strong>SANTOS</strong></td><td><strong>862</strong></td></tr><tr><td><strong>CARAPICUIBA</strong></td><td><strong>672</strong></td></tr><tr><td><strong>DIADEMA</strong></td><td><strong>650</strong></td></tr><tr><td><strong>RIBEIRAO PRETO</strong></td><td><strong>563</strong></td></tr><tr><td><strong>MAUÁ</strong></td><td><strong>488</strong></td></tr><tr><td><strong>SÃO VICENTE</strong></td><td><strong>453</strong></td></tr><tr><td><strong>PRAIA GRANDE</strong></td><td><strong>429</strong></td></tr><tr><td><strong>COTIA</strong></td><td><strong>429</strong></td></tr><tr><td><strong>SUMARÉ</strong></td><td><strong>409</strong></td></tr><tr><td><strong>TABOÃO DA SERRA</strong></td><td><strong>399</strong></td></tr><tr><td><strong>EMBU DAS ARTES</strong></td><td><strong>382</strong></td></tr><tr><td><strong>ITAPEVI</strong></td><td><strong>327</strong></td></tr><tr><td><strong>ITAQUAQUECETUBA</strong></td><td><strong>322</strong></td></tr><tr><td><strong>Total Geral</strong></td><td><strong>28.809</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Análise de Ocorrências por Cidade 2023</strong></td><td><strong>Contagem de BO</strong></td></tr><tr><td><strong>SÃO PAULO</strong></td><td><strong>14.185</strong></td></tr><tr><td><strong>CAMPINAS</strong></td><td><strong>1.562</strong></td></tr><tr><td><strong>OSASCO</strong></td><td><strong>1.135</strong></td></tr><tr><td><strong>SÃO BERNARDO DO CAMPO</strong></td><td><strong>1.009</strong></td></tr><tr><td><strong>SANTOS</strong></td><td><strong>975</strong></td></tr><tr><td><strong>SANTO ANDRÉ</strong></td><td><strong>944</strong></td></tr><tr><td><strong>GUARULHOS</strong></td><td><strong>892</strong></td></tr><tr><td><strong>SOROCABA</strong></td><td><strong>745</strong></td></tr><tr><td><strong>DIADEMA</strong></td><td><strong>727</strong></td></tr><tr><td><strong>CARAPICUIBA</strong></td><td><strong>622</strong></td></tr><tr><td><strong>RIBEIRÃO PRETO</strong></td><td><strong>573</strong></td></tr><tr><td><strong>SÃO VICENTE</strong></td><td><strong>478</strong></td></tr><tr><td><strong>SUMARE</strong></td><td><strong>468</strong></td></tr><tr><td><strong>PRAIA GRANDE</strong></td><td><strong>463</strong></td></tr><tr><td><strong>COTIA</strong></td><td><strong>428</strong></td></tr><tr><td><strong>MAUA</strong></td><td><strong>428</strong></td></tr><tr><td><strong>SÃO JOSÉ DO RIO PRETO</strong></td><td><strong>332</strong></td></tr><tr><td><strong>LIMEIRA</strong></td><td><strong>325</strong></td></tr><tr><td><strong>HORTOLÂNDIA</strong></td><td><strong>321</strong></td></tr><tr><td><strong>BARUERI</strong></td><td><strong>293</strong></td></tr><tr><td><strong>Total Geral</strong></td><td><strong>26.905</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p><strong>Bairros e vias mais perigosos</strong></p>



<p>Os 20 bairros mais afetados (com 4.911 ocorrências) representa 31,7% do total de roubos e furtos na cidade de São Paulo (15.474). Os percentuais mais significativos foram em Santana, Barra Funda e Bela Vista, com variações de 21,2%, 55,7% e 19,7%, respectivamente. Por outro lado, Lapa, Vila Mariana e Tatuapé tiveram redução nos casos.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>2024</strong></td><td><strong>Contagem de _BO</strong></td><td><strong>2023</strong></td><td><strong>Contagem _BO</strong></td></tr><tr><td><strong>SANTANA</strong></td><td>422</td><td><strong>BARRA FUNDA</strong></td><td>271</td></tr><tr><td><strong>SANTO AMARO</strong></td><td>367</td><td><strong>BELA VISTA</strong></td><td>234</td></tr><tr><td><strong>IPIRANGA</strong></td><td>300</td><td><strong>CAMPO LIMPO</strong></td><td>215</td></tr><tr><td><strong>BELA VISTA</strong></td><td>279</td><td><strong>CAPAO REDONDO</strong></td><td>241</td></tr><tr><td><strong>VILA PRUDENTE</strong></td><td>269</td><td><strong>IPIRANGA</strong></td><td>288</td></tr><tr><td><strong>MOOCA</strong></td><td>267</td><td><strong>ITAIM BIBI</strong></td><td>221</td></tr><tr><td><strong>LAPA</strong></td><td>263</td><td><strong>JARDIM PAULISTA</strong></td><td>200</td></tr><tr><td><strong>VILA MARIANA</strong></td><td>227</td><td><strong>JD SÃO LUIS</strong></td><td>170</td></tr><tr><td><strong>CAPAO REDONDO</strong></td><td>223</td><td><strong>LAPA</strong></td><td>325</td></tr><tr><td><strong>GRAJAU</strong></td><td>219</td><td><strong>LIBERDADE</strong></td><td>220</td></tr><tr><td><strong>CAMPO LIMPO</strong></td><td>212</td><td><strong>MOOCA</strong></td><td>257</td></tr><tr><td><strong>SAO MATEUS</strong></td><td>205</td><td><strong>PERDIZES</strong></td><td>189</td></tr><tr><td><strong>JARDIM PAULISTA</strong></td><td>201</td><td><strong>PINHEIROS</strong></td><td>215</td></tr><tr><td><strong>SAPOPEMBA</strong></td><td>199</td><td><strong>SANTANA</strong></td><td>349</td></tr><tr><td><strong>LIBERDADE</strong></td><td>198</td><td><strong>SANTO AMARO</strong></td><td>296</td></tr><tr><td><strong>CIDADE ADEMAR</strong></td><td>190</td><td><strong>SAPOPEMBA</strong></td><td>188</td></tr><tr><td><strong>PERDIZES</strong></td><td>187</td><td><strong>TATUAPE</strong></td><td>298</td></tr><tr><td><strong>JARDIM ANGELA</strong></td><td>180</td><td><strong>VILA MARIANA</strong></td><td>330</td></tr><tr><td><strong>ITAQUERA</strong></td><td>173</td><td><strong>VILA PRUDENTE</strong></td><td>238</td></tr><tr><td><strong>Total Geral</strong></td><td><strong>4911</strong></td><td><strong>Total Geral</strong></td><td><strong>4900</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p>A Avenida Sapopemba teve elevação de 8,9% nas ocorrências, mantendo-se entre os logradouros com maior incidência de crimes. Em seguida vem Avenida das Nações Unidas, com crescimento de 7,1% nos eventos. E rua Voluntários da Pátria está em terceiro, com um pequeno aumento de 1,3%. “Os maiores percentuais foram observados na Avenida Vereador Abel Ferreira, na Rua Adolfo Adam e na Rodovia Fernão Dias, com variações de 10,9%, 9,4% e 6,5%, respetivamente”, completa Erivaldo Vieira.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>2024</strong></td><td><strong>Contagem de BO</strong></td><td><strong>2023</strong></td><td><strong>Contagem de Bo</strong></td></tr><tr><td><strong>AVENIDA SAPOPEMBA</strong></td><td>86</td><td><strong>AVENIDA SAPOPEMBA</strong></td><td>79</td></tr><tr><td><strong>AVENIDA DAS NAÇÕES UNIDAS</strong></td><td>70</td><td><strong>AVENIDA DAS NAÇÕES UNIDAS</strong></td><td>65</td></tr><tr><td><strong>RUA VOLUNTARIOS DA PATRIA</strong></td><td>59</td><td><strong>RUA AGOSTINHO CANTU</strong></td><td>61</td></tr><tr><td><strong>AVENIDA VILA EMA</strong></td><td>55</td><td><strong>RUA VOLUNTARIOS DA PATRIA</strong></td><td>52</td></tr><tr><td><strong>ESTRADA DO ALVARENGA</strong></td><td>53</td><td><strong>ESTRADA DE ITAPECERICA</strong></td><td>49</td></tr><tr><td><strong>RUA VERGUEIRO</strong></td><td>49</td><td><strong>AVENIDA VILA EMA</strong></td><td>45</td></tr><tr><td><strong>AVENIDA VEREADOR ABEL FERREIRA</strong></td><td>46</td><td><strong>ESTRADA DO M&#8217;BOI MIRIM</strong></td><td>45</td></tr><tr><td><strong>ESTRADA DO M&#8217;BOI MIRIM</strong></td><td>44</td><td><strong>RUA PADRE ADELINO</strong></td><td>43</td></tr><tr><td><strong>RUA VOLUNTÁRIOS DA PÁTRIA</strong></td><td>43</td><td><strong>AVENIDA INTERLAGOS</strong></td><td>43</td></tr><tr><td><strong>RUA PADRE ADELINO</strong></td><td>42</td><td><strong>RUA VERGUEIRO</strong></td><td>41</td></tr><tr><td><strong>AVENIDA ARICANDUVA</strong></td><td>40</td><td><strong>ESTRADA DO ALVARENGA</strong></td><td>39</td></tr><tr><td><strong>RUA AGOSTINHO CANTU</strong></td><td>40</td><td><strong>ESTRADA DO CAMPO LIMPO</strong></td><td>38</td></tr><tr><td><strong>AVENIDA RAGUEB CHOHFI</strong></td><td>38</td><td><strong>RUA DONA VERIDIANA</strong></td><td>36</td></tr><tr><td><strong>RUA TREZE DE MAIO</strong></td><td>36</td><td><strong>AVENIDA RAGUEB CHOHFI</strong></td><td>35</td></tr><tr><td><strong>AVENIDA CARLOS LACERDA</strong></td><td>35</td><td><strong>AVENIDA RAIMUNDO PEREIRA DE MAGALHÃES</strong></td><td>35</td></tr><tr><td><strong>RUA ADOLFO ADAM</strong></td><td>34</td><td><strong>RUA CAVOUR</strong></td><td>33</td></tr><tr><td><strong>RODOVIA FERNÃO DIAS</strong></td><td>33</td><td><strong>RUA PEDRO DE TOLEDO</strong></td><td>33</td></tr><tr><td><strong>RUA CAVOUR</strong></td><td>33</td><td><strong>RUA PAMPLONA</strong></td><td>31</td></tr><tr><td><strong>AVENIDA RAIMUNDO PEREIRA DE MAGALHÃES</strong></td><td>33</td><td><strong>RUA AMÉRICO VENTURA</strong></td><td>31</td></tr></tbody></table></figure>



<p><strong>Modelos mais visados</strong></p>



<p>As marcas Honda e Yamaha são as mais visadas pelos criminosos, representando 68% dos 30 modelos mais roubados e furtados. “A preferência está relacionada ao grande número de unidades em circulação, o que as torna mais fáceis de revender no mercado ilegal de peças”, diz o especialista do Grupo Tracker.</p>



<p>Entre os modelos da Honda, a CG Fan 160 lidera o ranking de ocorrências em 2024. No caso da Yamaha, o modelo mais roubado foi a FZ25 Fazer, cuja combinação de desempenho e versatilidade a torna atrativa não apenas para os motociclistas, mas também para o mercado ilegal de peças, aumentando sua vulnerabilidade a esse tipo de crime.</p>



<p><strong>Indicador de vulnerabilidade</strong></p>



<p>O Boletim Tracker-Fecap traz um indicador inédito sobre a vulnerabilidade das cidades do Estado de São Paulo com relação aos roubos e furtos de motocicletas. O dado é a razão entre o número de boletins de ocorrência (BO) e o total de veículos (motocicletas + motonetas).</p>



<p>O município com a maior taxa de risco é Carapicuíba, com 2,80%. Enquanto Ribeirão Preto apresenta a menor taxa de risco (0,36%)</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>MUNICIPIO</strong></td><td><strong>FROTA MOTOCICLETA</strong></td><td><strong>FROTA MOTONETA</strong></td><td><strong>TOTAL</strong></td><td><strong>BO</strong></td><td><strong>TAXA DE RISCO (%)</strong></td></tr><tr><td>CARAPICUIBA</td><td>20.020</td><td>4.006</td><td>24.026</td><td>672</td><td>2,80%</td></tr><tr><td>COTIA</td><td>27.701</td><td>5.822</td><td>33.523</td><td>429</td><td>1,28%</td></tr><tr><td>OSASCO</td><td>78.862</td><td>17.411</td><td>96.273</td><td>1.143</td><td>1,19%</td></tr><tr><td>ITAQUAQUECETUBA</td><td>27.048</td><td>2.988</td><td>30.036</td><td>322</td><td>1,07%</td></tr><tr><td>ITAPEVI</td><td>26.493</td><td>4.343</td><td>30.836</td><td>327</td><td>1,06%</td></tr><tr><td>EMBU DAS ARTES</td><td>30.145</td><td>6.362</td><td>36.507</td><td>382</td><td>1,05%</td></tr><tr><td>SANTO ANDRE</td><td>82.809</td><td>17.798</td><td>100.607</td><td>1.051</td><td>1,04%</td></tr><tr><td>TABOAO DA SERRA</td><td>31.422</td><td>7.527</td><td>38.949</td><td>399</td><td>1,03%</td></tr><tr><td>SANTOS</td><td>54.118</td><td>30.717</td><td>84.835</td><td>862</td><td>1,02%</td></tr><tr><td>SUMARÉ</td><td>35.100</td><td>4.956</td><td>40.056</td><td>409</td><td>1,02%</td></tr><tr><td>S. BERNARDO DO CAMPO</td><td>88.469</td><td>20.161</td><td>108.630</td><td>1.087</td><td>1,00%</td></tr><tr><td>DIADEMA</td><td>51.998</td><td>12.770</td><td>64.768</td><td>650</td><td>1,00%</td></tr><tr><td>SAO PAULO</td><td>1.292.645</td><td>263.752</td><td>1.556.397</td><td>15.474</td><td>0,99%</td></tr><tr><td>MAUA</td><td>44.822</td><td>7.028</td><td>51.850</td><td>488</td><td>0,94%</td></tr><tr><td>GUARULHOS</td><td>119.412</td><td>18.689</td><td>138.101</td><td>1.250</td><td>0,91%</td></tr><tr><td>CAMPINAS</td><td>140.050</td><td>21.102</td><td>161.152</td><td>1.429</td><td>0,89%</td></tr><tr><td>SOROCABA</td><td>102.705</td><td>18.234</td><td>120.939</td><td>990</td><td>0,82%</td></tr><tr><td>PRAIA GRANDE</td><td>42.235</td><td>16.355</td><td>58.590</td><td>429</td><td>0,73%</td></tr><tr><td>SAO VICENTE</td><td>49.117</td><td>20.650</td><td>69.767</td><td>453</td><td>0,65%</td></tr><tr><td>RIBEIRAO PRETO</td><td>122.170</td><td>35.925</td><td>158.095</td><td>563</td><td>0,36%</td></tr></tbody></table></figure>
<p>O post <a href="https://www.fecap.br/2025/02/22/quatro-motos-sao-roubadas-ou-furtadas-por-hora-no-estado-de-sao-paulo-indicador-inedito-mostra-cidades-mais-vulneraveis/">Quatro motos são roubadas ou furtadas por hora no Estado de São Paulo. Indicador inédito mostra cidades mais vulneráveis</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fecap.br">FECAP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.fecap.br/2025/02/22/quatro-motos-sao-roubadas-ou-furtadas-por-hora-no-estado-de-sao-paulo-indicador-inedito-mostra-cidades-mais-vulneraveis/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
